
O laboratório onde as cédulas falsas eram produzidas não foi encontrado, mas a polícia descobriu que depois de impresso, o dinheiro era entregue a um salão de cabeleireiros na Vila Brasilândia. Segundo a investigação, o dono vendia as notas para outros comerciantes na seguinte proporção: cinco falsas por uma verdadeira. De acordo com a polícia, um homem de 48 anos, que já havia sido preso outras vezes por falsificação de dinheiro, fazia a entrega do dinheiro falso. Um cabeleireiro era responsável por colocar as notas no comércio. O dinheiro era distribuído na Zona Norte de São Paulo, em São Bernardo do Campo, no ABC, e em Mirandópolis, a 594 km de São Paulo. As notas falsas encontradas nesta sexta são praticamente idênticas às verdadeiras. Elas têm, inclusive, marcas d´água e textura. A impressão, no entanto, mal feita. Uma observação vai cuidadosa vai perceber que a cédula verdadeira tem cor mais forte, e o fio de segurança é mais largo. O tamanho da falsa é milímetros maior que o da verdadeira. Outro detalhe descoberto depois que o dinheiro foi apreendido: em várias notas de R$ 100 e R$ 50 o número de série se repete em várias notas.
Nenhum comentário:
Postar um comentário