sábado, 2 de junho de 2012

É uma zorra total!

Satisfeito com a repercussão de sua entrevista ao Programa do Ratinho, o ex-presidente Lula anunciou que colocará seu carisma em prol da TV brasileira.
"Recebemos um convite do Zorra Total. O Instituto Lula está negociando um quadro fixo em que eu e Haddad comentamos os problemas de São Paulo dentro de um vagão do metrô", explicou o ex-presidente em exercício.
A participação de Lula no Programa do Ratinho teve pico de audiência quando o envelope com o resultado do exame de DNA foi aberto. "Dilma não é a mãe do PAC e Lula não é o pai do Bolsa Família", explicou, estarrecido, o apresentador Carlos Massa.
Após lutar por 15 minutos pela palavra, Haddad esclareceu que o exame tem uma margem de erro de 7,3% no caso do PAC e de 8,7% no do Bolsa Família. Não foi ouvido.
Lula estuda levar Haddad a tiracolo aos programas A Casa é Sua, Dr. Hollywood, SuperPop, Leão Lobo Visita e A Fazenda 5. "Quando a Ana Maria Braga sair de férias, vou mostrar que o homem moderno também sabe lidar com os afazeres domésticos. Haddad ficará no lugar de Louro José", explicou o ex-presidente. ( Blog do Noblat)
COMENTO: Luiz da Silva deve estar feliz feito "pinto no lixo". As emissoras abrem as pernas para ele fazer o que quiser e dizer seus impropérios.
Está aberta a temporada de mentiras, injúrias e "papagaiadas" na televisão. Mas de uma coisa concordo com ele e sua assessoria: Como a história do cidadão é uma palhaçada só, os programas de humor e/ou os de segunda linha são ideais e se coadunam muito bem com seu estilo.

Um homem digno, apenas, de pena.

Sempre falastrão e arrogante, arrotando a prepotência que lhe é mais que peculiar, o Apedeuta apareceu no programa do ratinho, levando à tiracolo seu candidato à prefeitura de São Paulo.

Suas atitudes, evidentemente com o auxílio do apresentador que , na oportunidade, representava os interesses do mais que beneficiado Silvio Santos, se traduziu numa transgressão à Lei Eleitoral que só o apedeuta e sua corja ousa a fazê-lo.

Se o faz não é por coragem mas por saber que às Leis eleitorais, neste sentido, são tão frágeis que aplicam punições através de multas tão brandas que os fazem rir e zombar das Leis.

A aparição da figura sebenta , fanfarrônica e boquirrota teria uma conotação de compensação por sua suposta “ajuda” no célebre episódio do Banco Panamericano quando Senor Abravanel, o Sílvio Santos ,teria se livrado de uma pequena divida de cerca de 4 bilhões do seu banco, graças ao luxuoso auxílio da Caixa Econômica e apoio total do governo Federal nas “negociações” para a resolução do imbróglio

Confirmando sua aparência de ser abjeto, cultura limitada e educação zero, o apedeuta destilou impropérios para todos os lados sem esquecer a totalitária e ditatorial frase da qual se depreende seu objetivo de jamais deixar um tucano ocupar a Presidência da República.

A criatura nefasta depõe assim contra toda a estrutura que herdou e que lhe proporcionou poder “administrar” o país com facilidade e sem a mínima necessidade de criar, inovar ou trabalhar.

Cospe assim no prato que comeu. Denota que não consegue alcançar o mínimo que seja de grandeza de caráter, não percebe o que herdou de estrutura pronta para o país crescer e se desenvolver e que nisso deitou e rolou, sem trabalhar, obtendo a popularidade que os institutos de pesquisa lhe atribuem.

E por falar em institutos de pesquisa, fontes ligadas à produção do programa do ratinho se decepcionaram. Esperavam uma audiência fora de série com a “entrevista-comício” do apedeuta. Conseguiram apenas manter o padrão e índices de audiências tão comuns quanto aos alcançados nos quadros do DNA.

Definitivamente temos na história deste país, um ex-presidente que demonstra ser destituído de qualquer que seja o sentimento, ou espírito, democrático. Apreço pela verdade, pela educação, harmonia e bom senso. É um ex moribundo cuja doença, a cada dia, se apressa em afetar a mente e já deixa transparecer sintomas de doença mental.

Dá pena!

Dinheiro público: Desvio de finalidade.

Há muito tempo esta história tem sido comentada e todos tomaram conhecimento, mas parece que ninguém foi a fundo...
A Justiça brasileira sabe. A imprensa brasileira sabe. O Congresso brasileiro sabe. Até os blogueiros do Jornalismo da Esgotosfera Governista sabe:
O BNDES doou ilegalmente R$ 13 milhões para campanha de Dilma Roussef do PT.
Por quê ninguém, a quem de direito, denuncia ? Afinal isso é desvio de finalidadde do dinheiro público. Vou no popular: é "roubo"!
O BNDES é empresa pública e não deve fazer esse tipo de "concessão" seja a quem for.
É fechando os olhos para este tipo de coisa que o país assiste,impassível, a cada dia, o apodrecimento de suas instituições.

A privatizaç​ão do mensalão.

Luiz Inácio da Silva procurou o ministro Gilmar Mendes , do STF, para discutir a escalação do Corinthians. Até porque, graças aos esclarecimentos do ex-presidente, o Brasil hoje sabe que o mensalão não existiu.
E isso é um grande alívio. Seria uma temeridade o país continuar sendo governado por um grupo político que tivesse criado um duto entre os cofres públicos e a conta bancária do seu partido.
Felizmente, foi só um pesadelo. Seria grave demais se os principais homens do presidente tivessem usado um publicitário picareta para roubar dinheiro do Banco do Brasil e entregar ao PT, entre outros golpes.
É uma história tão absurda, que só poderia ser fantasiosa. E é por isso que esse escândalo – que não houve – completou sete anos sem que os réus fossem julgados. O Supremo Tribunal Federal tem mais o que fazer do que julgar crimes fictícios.
Na já famosa reunião no escritório de Nelson Jobim, não se sabe o que ficou decidido sobre a escalação do Corinthians. Mas segundo Gilmar Mendes, Lula lhe disse que é melhor o STF deixar o julgamento do mensalão para depois das eleições.
Deve ter sido um comentário ameno, na hora do cafezinho. Ameno e enigmático: por que Lula se preocupa com a data do julgamento de um delito que não existiu?
Aí vale dar uma olhada na paisagem desse encontro. Se as paredes do escritório de Nelson Jobim falassem, talvez contassem um bocado sobre a lenda do mensalão.
Quando Jobim era ministro do Supremo, tentou com bravura intervir no Congresso para barrar o julgamento político de José Dirceu – acusado de mentor desse crime imaginário.
Sete anos se passam, e lá está Nelson Jobim de novo, agora como anfitrião de Lula, metido nesse assunto. Deve ser coincidência.
Dizem que é um absurdo um ex-presidente da República, padrinho da presidente atual, se insinuar na penumbra em assunto do Poder Judiciário – que envolve o partido governante. Dizem até que assim Lula pode atrapalhar Dilma.
Ledo engano. Não há esse perigo. Parece até que o Brasil se esqueceu da equação eleitoral de 2010, que garantiu o tricampeonato do PT: Lula é Dilma e Dilma é Lula.
Seria injusto atribuir só ao padrinho a refinada tecnologia chavista de atropelar as instituições. Com o mesmo jeitinho, Dilma já domesticou a Comissão de Ética da Presidência (que fuzilara as ONGs de Lupi, mas anistiou as lanchas de Ideli).
Como ministra, ela já invadira a autonomia da Receita Federal para defender José Sarney. E o Banco Central já aprendeu, graças ao governo Dilma, que taxa de juros também se resolve no grito.
Portanto, não há surpresa alguma no cafezinho de Lula com Gilmar Mendes sobre o mensalão.
É só mais uma cena da privatização do Estado brasileiro pela esquerda patriótica.

Porque hoje é Sábado, uma bela mulher!

A bela atriz Taís Araujo, como "empreguete"

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Num país sério, os estupradores da lei eleitoral sairiam algemados do SBT

Foi um comício ilegal estrelado por um pecador sem remédio nem limites, permanentemente empenhado em desmoralizar as normas que regem eleições no Brasil.

Por Augusto Nunes - Veja Online

A captura do achacador de juízes do Supremo libertou o atropelador da legislação eleitoral. Nesta quinta-feira, com a cumplicidade militante do apresentador do Programa do Ratinho, Lula deixou em casa o chantagista a serviço da quadrilha do mensalão para incorporar num estúdio do SBT, durante 40 minutos, o animador de palanque a serviço de si próprio e de companheiros do PT. O que se viu na tela foi mais que propaganda eleitoral antecipada. Foi um comício ilegal estrelado por um pecador sem remédio nem limites, permanentemente empenhado em desmoralizar as normas que regem eleições no Brasil.

Na primeira parte da afronta transmitida ao vivo, o protagonista do espetáculo do deboche deixou claro que transforma até câncer em instrumento de caça ao voto. O relato da temporada no hospital foi enfeitado por um fundo musical de teatrão, mensagens açucaradas, cenas do filme “Lula, o Filho do Brasil”, depoimentos lacrimosos e reportagens pautadas pela sabujice. “Ele foi um grande presidente para nós brasileiros, que o adoramos, o amamos”, derramou-se, por exemplo, o ex-jogador Ronaldo. Há poucos anos, o Fenômeno aposentado só achava que “ele bebe pra caramba”.

Num dos vídeos que escancararam o crime premeditado, a locutora caprichou no fecho glorioso, ilustrado por imagens do herói que acabara de nocautear a doença: “Parecia a fênix renascendo das cinzas. O homem está de volta. E com a corda toda”. Ratinho deu-lhe mais corda ainda: por que a saúde não é tão boa?, quis saber o anfitrião da farra eleitoreira. Por culpa da oposição, garantiu Lula sem ficar ruborizado. Se o imposto do cheque não tivesse acabado, mentiu, os pacientes do Sírio Libanês hoje estariam morrendo de inveja dos fregueses do SUS.

Animado com a sintonia da dupla, Ratinho fez a proposta ao vivo: “Vamo montá um programa de entrevistas, Lula? Teve um monte de jornalista que bateu em você, vamo dá o troco neles”. O convidado gostou da ideia. ”Um dia desses vocês vão se surpriendê, que eu vou vir aqui trabalhá com o Ratinho”, ameaçou, olhando para a plateia. Foi a senha para o início da segunda parte do show repulsivo, concebida para resgatar Fernando Haddad do buraco dos 3% nas pesquisas.

“Por que você escolheu o Haddad?”, cochichou Ratinho. Close no ex-ministro da Educação, risonho na fila do gargarejo. “Acho que São Paulo precisa do Haddad”, comunicou o palanque ambulante. Outro close na salvação dos paulistanos. “Vem pra cá, Haddad”, ordenou Ratinho, que retomou o tema que o preocupa enquanto o candidato se ajeitava na poltrona: o que pode fazer um prefeito para melhorar a saúde?

“As coisas que dependem do ex-presidente Lula e da presidenta Dilma, que é gerar emprego e distribuição de renda, isso está sendo feito”, declamou Haddad. Na maior cidade brasileira, ensinou, a saúde só não é de primeiro mundo porque o prefeito é do PSD e o governador é do PSDB. O padrinho aparteou o afilhado para jurar que nunca antes neste país houve um ministro da Educação tão competente. Quem construiu uma escola por dia é capaz de inaugurar um hospital por mês já no primeiro ano de governo.

Liquidada a questão municipal, começou a sucessão presidencial. Lula será candidato em 2014?, passou a bola Ratinho. “A única hipótese de eu sê candidato é a Dilma não querê se candidatá, eu não vô deixá que um tucano dirija esse país”, devolveu Lula. “O Zé Serra tá ralado”, chutou Ratinho de bico. Só na prorrogação o apresentador pareceu lembrar que andou lendo alguma coisa sobre Lula e Gilmar Mendes. O que houve mesmo?, perguntou.

“Quem inventou a história que prove a história”, cortou o lobista dos mensaleiros. Ratinho completou de canela: “”Quem gosta de você, gosta de você. Quem não gosta de você, não gosta de você. Quem é indiferente, vai ser indiferente”. Tradução: quem tem chefe não pode deixar de aplaudi-lo mesmo que apareça nu no Parque do Ibirapuera, com uma carabina engatilhada e avisando aos berros que vai liquidar a tiros a herança maldita legada por FHC. Lula, é verdade, não fez isso. Fez coisas piores.

Num país sério, a dupla sairia algemada do SBT por determinação da Justiça eleitoral. Nestes trêfegos trópicos, o ex-presidente continua fazendo impunemente o que quer. A apresentação de Lula e Ratinho começou com todo mundo cantando o hino do Corinthians. Deveria terminar com a chegada de um batalhão da polícia. Como isto é o País do Carnaval, só não terminou com a entrada de um batalhão de mulatas por falha da produção.

Apedeuta linguarudo e sua corja.

Charge original www.sponholz.arq.com
O jornalista Fábio Pannunzio, da TV Bandeirantes, publicou em seu blog que o encontro entre o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, e o ex-presidente Lula chegou à imprensa um mês depois de ter acontecido porque o petista vazou a conversa para um amigo que tem em comum com o integrante do STF. Segundo o repórter da Band, a informação chegou a Mendes, que decidiu revelar os detalhes do caso para a revista Veja.

Ao Comunique-se, Pannunzio diz que atualmente está difícil publicar críticas a Lula, por mais que os argumentos sejam embasados em informações previamente apuradas. Os ataques em seu blog são incansáveis, conta. Para ele, existe uma campanha que visa desmoralizar qualquer ato negativo ao ex-presidente. Ele atribui parte desta “manifestação” ao que chama de “Besta”, termo que criou para a “blogosfera estatal”.

“Foi Lula em pessoa quem cometeu a indiscrição de falar sobre a conversa com Gilmar Mendes, descendo ao nível dos detalhes que agora estão expostos por iniciativa do ex-presidente do STF. Esta é a razão oculta por trás da ‘inconfidência’ do ministro Gilmar Mendes. E também a justificativa para a incapacidade do ex-presidente da República de fazer um desmentido cabal, como o assunto exigiria caso o magistrado pudesse ser desmentido”, publicou Pannunzio nessa segunda-feira, 29.

Ao abordar a reunião entre Lula e o ministro, Pannunzio ressalta que não se trata de opinião, mas de informação que conseguiu apurar. De acordo com o jornalista, Mendes ficou espantado com o vazamento da informação de que tinha se encontrado com o ex-presidente na casa do ex-ministro da Defesa, Nelson Jobim. No blog, o profissional da Band garante que se a notícia não vazasse, a entrevista do ministro do STF à Veja e a outros veículos de comunicação não aconteceria.

Pannunzio encerra o texto relatando que não há como o ex-presidente se defender e negar a pressão sobre Mendes para adiar a votação do julgamento do mensalão. “Não pode (negar). Há testemunhas muito bem identificadas no caminho da informação que transitou entre o escritório de Jobim e as páginas de Veja. Se alguém falou demais, não foi Gilmar Mendes. Foi Lula. Simples assim. Quem fala demais dá bom-dia a cavalo. Deu no que deu”.
*Texto por Jorge Roriz

A voz voltou, a vergonha sumiu.

A reaparição de Lula em Brasília, nesta quarta-feira, avisa que o achacador de juízes recuperou a voz, mas perdeu o que restava de pudor.
E a vergonha, se é que um dia existiu, desapareceu há muito tempo.
Não vale a pena perder tempo com a discurseira delirante ─ uma colagem de bazófias, bravatas, embustes e fantasias que jorram do cérebro baldio desde janeiro de 2003.
O palavrório não merece mais que uma sequência de internações no Sanatório Geral.
Além da reprodução, na seção Vale Reprise, do post publicado em 14 de julho de 2009.
Lula já mentiu com mais criatividade.
Convém que reencontre a inventividade antes que comece o Programa do Ratinho.
Ele terá de apresentar alguma versão para o encontro em que tentou chantagear o ministro Gilmar Mendes.
Se recitar tapeações intragáveis, poderá obrigar o apresentador do SBT a transformar-se em domador de auditório para impedir que a plateia traduza o que vai pela alma do país que presta.
* Por Augusto Nunes

Lula não desmentiu Gilmar Mendes.

Nas duas oportunidades em que se manifestou publicamente, o ex-presidente Lula deixou de fazer a única coisa de que necessitaria para esclarecer o que se passou em seu malfadado encontro com Gilmar Mendes: desmentir.

A primeira oportunidade de afirmar “isso é mentira” foi desperdiçada na nota do Instituto Lula, que trata as denúncias de Gilmar Mendes como uma “versão endossada pela revista Veja”, quando o ministro já havia reafirmado, nos mesmos termos, e até ampliado, o que dissera à revista. Não há a declaração mágica que poderia ao menos lançar dúvida sobre o que relatou Gilmar Mendes.

Na segunda, ontem, no Palácio do Planalto, igualmente não houve o desmentido. O ex-presidente falou de pé para afastar suspeitas sobre sua doença, mas não disse rigorosamente nada. “Você sabe que tem muita gente que gosta de mim, mas tem algumas que não gostam. Eu tenho que tomar cuidado contra essas [pessoas]. São minoria”.

Tudo se resumiria, desta forma, a uma questão de foro íntimo das pessoas que gostam ou não dele. Mas o desmentido não veio....Poderia fazer um favor a Lula: perguntar a ele “é mentira, presidente, ou é verdade o que disse Gilmar Mendes?” Talvez Lula aproveite a chance para dizer, pela primeira vez, afirmar que Gilmar Mendes é um metiroso e que nada do que disse aconteceu.

Se o silêncio persistir, a declaração do ministro do STF continuará sendo a única versão crível sobre todo esse episódio.

*Por e-mail, via Resistência Democrática.

PT persegue revista.

Não é segredo para ninguém que existe hoje uma rede de blogs, sites e revistas financiados com dinheiro público, certo? Ou o dinheiro tem origem em administrações petistas (incluindo o governo federal) ou nas estatais. Apelando à vulgaridade, ao baixo calão, às acusações mais estrambóticas, a grana do cidadão comum é usada para achincalhar as oposições, seus líderes, um ministro do Supremo e o jornalismo independente. E os petistas não só acham isso normal como promovem reuniões com alguns de seus representantes, a exemplo do que fez Fernando Haddad, candidato do PT à Prefeitura de São Paulo. Pois bem. Leiam o informa o Estadão Online. Volto em seguida.
Por Ricardo Chapola:
O diretório estadual do PT comunicou nesta quinta-feira, 31, que entrará com uma representação contra a revista Free São Paulo por suposta difamação e calúnia veiculadas na matéria de capa da última edição, cujo título é “Muito além da morte”. A reportagem trata a morte do ex-prefeito de Santo André Celso Daniel (PT), assassinado em 2002, como pano de fundo para encobrir esquemas de corrupção que, segundo a revista, manteriam o PT no poder até os dias de hoje.
Em nota, o PT reitera que “denúncias envolvendo o nome do Partido são infundadas e todas as medidas cabíveis já estão sendo adotadas para que os responsáveis respondam pelo festival de calúnias e difamações”. A revista semanal, com tiragem de 100 mil exemplares, é distribuída gratuitamente nos metrôs de São Paulo - equipamento da coordenação do PSDB, do governo estadual, desde 2005. Líderes do PT suspeitam que a revista tenha vínculos com os tucanos. O diretor de redação da Free São Paulo, Ernesto Zanon, negou às acusações feitas sobre o material, por “se basearem em fatos, em depoimentos”, dentre eles até o do promotor de justiça, Márcio Friggi, titular do caso Celso Daniel. Ele também negou qualquer vínculo partidário com o PSDB.
Voltei
Não li a revista e não sei se ela poderia ser acusada de fazer com o PT o que o PT faz com seus adversários por meio dos blogs, sites e revistas que integram o JEG. Também ignoro se estatais paulistas ou administrações tucanas de estados e municípios são anunciantes da revista, a exemplo do que acontece com os veículos que difamam aqueles que os petitas consideram adversários ou inimigos. Mas estou cá achando com os meus botões que não.
Ainda que houvesse plena correspondência (mas eu duvido), com sinal trocado, entre essa revista e os blogs sujos, os petistas estariam reclamando de quê? A propósito: já que o governo federal segue financiando aquela sujeira, por que as oposições, alvos permanentes da canalhice, não poderiam fazer o mesmo? Se os petistas consideram aquilo legítimo para si mesmos, por que considerariam ilegítimo para os outros? Sei a resposta… Porque eles são petistas, afinal de contas, e devem ter o monopólio da ofensa e do direito de se sentir ofendidos.
Reitero: não conheço a revista. Duvido que seja a mera versão tucana da sujeira petralha.
*Por Reinaldo Azevedo

Lula mentiu, segundo leitores.

A enquete que o site WWW.polibiobraga.com.br disponibilizou, perguntando ao leitor quem estava falando a verdade, obteve a opinião de 382 leitores, em dois dias, e ofereceu estes resultados:
Ministro Gilmar Mendes, 91%
Lula, 9%

Ministro Gilmar questiona uso de dinheiro público para atacar instituições.

O ministro Gilmar Mendes acaba de informar à Rádio do Moreno que vai entrar com uma ação na Procuradoria Geral da República, solicitando o substrato das empresas estatais que usam o dinheiro público para o financiar blogs que atacam as instituições.
--- "É inadmissível que esses blogueiros sujos recebam dinheiro público para atacar as instituições e seus representantes. Num caso específico de um desses, eu já ponderei ao ministro da Fazenda que a Caixa Econômica Federal, que subsidia o blog, não pode patrocinar ataques às instituições".
( Eu sei bem de quem o ministro está falando, mas, como me disse Jobim sobre essa confusão toda, "eles que são branco é que se entendam" . Jobim, Heraldo, FH e eu vamos ficar na nossa. No caso, Heraldo, não é pra menos, quer distância desse blogueiro. Eu só não sabia que a Caixa Econômica patrocinava esse tipo de blog ).
O ministro explicou que, nem de longe, sua decisão visa atingir a liberdade de expressão.
Pelo contrário, é em defesa que se luta contra as pessoas que não se acostumaram a viver dentro de um regime democrático.--- O direito de crítica, de opinião, deve ser respeitado. Mas o ataque às instituições é intolerável --- acrescentou o ministro Gilmar Mendes.

Comédia MTV

video

quinta-feira, 31 de maio de 2012

O bobo da corte.

Bobo da corte, bufão, bufo ou simplesmente bobo é o nome pelo qual era chamado o "funcionário" da monarquia encarregado de entreter o rei e rainha e fazê-los rirem.
Muitas vezes eram as únicas pessoas que podiam criticar o rei sem correr riscos.
Bufão é um tipo característico do grotesco.
Existe desde a idade média, estando presente na corte, no teatro popular, sendo cômico e considerado desagradável por apontar de forma grotesca os vícios e as características da sociedade.
 O corpo do bufão caracteriza-se pela deformidade e o exagero, sendo o excesso uma de suas principais características. Também apontado como Arlequim, ou Bobo da corte
*Blog da Resistência Democrática, com luxuoso auxílio da wikipedia

Realidade da classe média mostra a incompetência do PT no comando da frágil economia brasileira.

Conversa fiada – O endeusamento de que é alvo Lula se explica pelo fato de o ex-presidente ter se transformado na redenção dos pobres, pelo menos em tese. Na prática, o povo, embriagado com a chegada de um trabalhador ao poder, não quer saber da dura realidade que corrói o cotidiano. A ele, povo, importa a possibilidade de levar para casa uma geladeira nova e cheia, mesmo que de carona siga um grosso carnê quase impagável.

Quando incensava a neopetista Dilma Rousseff como candidata presidencial, Lula repetiu dezenas de vezes a proeza (sic) do seu governo de atirar na classe média quase quarenta milhões de novos consumidores. Esse upgrade social só foi possível porque Lula incentivou o consumismo, o crédito foi fácil e irresponsável e os consumidores não se preocuparam com a inadimplência. Essa receita macabra serviu para o governo do PT, financiado pelo suor do brasileiro, minimizar os efeitos da crise financeira que eclodiu a partir do solavanco que acometeu o “subprime” norte-americano.

À época, Lula estava preocupado apenas com sua popularidade, que não poderia ser consumida por qualquer fator alheio ao discurso utópico do virtuosismo da economia, cuja bolha começa a estourar. Na esteira dessa epopeia petista ressurgiu o mais temido fantasma da economia, a inflação, cada vez mais resistente. Lula disse na ocasião que a crise era culpa dos loiros de olhos azuis, mas a que vivemos agora, aqui no Brasil, foi criada por um pernambucano retirante que acredita ser a reencarnação de Messias.

Nos tempos de oposição, Lula e seus comandados baseavam a gritaria no baixo valor do salário do trabalhador e no domínio das chamadas elites, as quais garantiram o avanço do Brasil como nação até então responsável. Sempre lembrado pelos partidos de esquerda, começando pelo PT, o Dieese estabelece como salário mínimo ideal a quantia de R$ 2.329,25, que, segundo o órgão, é suficiente para atender às necessidades básicas do trabalhador. Para o PT palaciano, que chegou ao poder a reboque de discursos embusteiros, o salário mínimo atual, fixado em R$ 622, representa um enorme ganho para o trabalhador brasileiro.

Para provar que a utopia é a marca registrada do PT, a Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República (SAE) divulgou, na terça-feira (29), que a renda per capta da classe media brasileira está entre R$ 219 e R$ 1.019. No valor de pico, a SAE confirma recente pesquisa do IBGE, que apontou que a maioria da população ativa não ganha dois salários mínimos.

Pois bem, os dados divulgados pela SAE mostram, de chofre, que são mentirosos os slogans do governo Lula (Brasil, um país de todos) e Dilma (País rico é país sem pobreza). Deixando de lado a parte semântica do absurdo, beira a sandice o fato de as autoridades econômicas do governo federal apostarem no consumo interno para escapar dos efeitos da crise econômica internacional que tem chacoalhado com vigor a União Europeia.

É matematicamente impossível um trabalhador que ganha na média pouco mais de um salário mínimo sair às compras para salvar uma nação com as complexidades e mazelas do Brasil. Quando o assunto é a mitomania, Lula é um especialista e isso todos precisam reconhecer. D igual modo, fica latente a falta de coragem dos petistas para tecer críticas à herança maldita deixada por Luiz Inácio da Silva, o doutor honoris causa do planeta que se especializou em patrocinar escândalos de corrupção. Enfim…
*Fonte: http://ucho.info/?p=56272

JEG- Jornalismo da Esgotosfera Governista.

"Franklin Martins se encarregou de criar essa rede, que não tem nenhum receio de avançar Código Penal adentro. Seus próceres apostam na lentidão da Justiça e no saco sem fundo do dinheiro público par arcar com eventuais indenizações judiciais.
Nunca se viu nada parecido. A virulência, a agressão gratuita, o deboche rombudo, a ignorância ignominiosa, a estupidez de aluguel, tudo, em suma, que pode compor as páginas mais asquerosas da rede está posto hoje a serviço de Luiz Inácio Lula da Silva e da banda do partido que está sob seu domínio."

*Reinaldo Azevedo.

Três medidas da ONU para o Brasil

1) - A Onu recomendou o desarmamento da população, e nem bem Lula se elegeu organizou um plebiscito tão falso em suas metas, que não conseguiu convencer nem 30% da população . O embuste confirmou-se com o passar dos anos, pois ficou muito dificil alguem conseguir o uso legal de uma arma, mas os criminosos estão armados até os dentes, pois o governo não tinha intenção alguma de impedir a entrada de armas (e drogas) no país...e foi o que ocorreu.
2) - A Onu recomenda ao Brasil, sob pena de Dilma levar uma repreensão , que se acabasse com a superpopulação carcerária que tanto ofende os direitos humanos dos presos...e como o governo brasileiro não cuidou de criar o número suficiente de presídios, a solução encontrada por Dilma foi a de sancionar em maio do ano passado a lei 12.304/2011, que na prática acaba com a prisão para crimes como furto, formação de quadrilha, receptação e outros que tem pena prevista máxima até quatro anos de detenção. Também segundo esta lei os presos em flagrante que ficavam recolhidos pelo menos até a análise do juiz hoje podem pagar sua fiança ( e se comprovar que não tem condições nem pagam nada ) e saem da delegacia junto com a sua vítima. Com isso esvaziam-se as cadeias, como queria ONU e Dilma ganha um voto de louvor, e nós, cada vez mais nos fechamos dentro de casa.
3) - Agora, para nos deixar definitivamente nas mãos da bandidagem o Conselho dos Direitos Humanos da ONU recomenda ao Brasil que trabalhe para suprimir a Polícia Militar. Ou seja, primeiro desarma-se a população, depois esvaziam as cadeias e jogam a marginalidade nas ruas, e agora pretendem eliminar a gloriosa Polícia Militar e nos deixar expostos à sanha dos criminosos . Se isso não é a teoria de Gramsci posta em prática pela esquerda internacional para desconstruir as bases da sociedade brasileira...então sou mico de circo...que aliás, é o que está virando este país nas mãos do PT.
*Mara Montezuma Assaf, por e-mail, via Resistência Democrática.

“Phoda-se” o Brasil

Não há mais dúvida sobre a tentativa indecorosa de Lula em interferir no julgamento do mensalão. O assédio do ex-presidente foi confirmado por alguns outros ministros do Supremo e sua atitude não deveria ser surpresa a ninguém.
Em seu primeiro ano de governo, ao ser informado que a Constituição não o permitia expulsar do país um jornalista norte-americano que relatou seu apreço pelo álcool, Lula exclamou: “foda-se a Constituição”. Essa expressão foi a que regeu seus dois governos, aliás, foi a regente de sua vida.
...
Lula não tem noção de moral ou de ética simplesmente por não ter sido programado para isso. Lula não recebeu referência desses conceitos básicos. Para Lula, transgredir regras é “driblar o destino”, é “se dar bem”, “ser esperto”.
Há tempos que me convenci que Luiz Inácio é um salafrário congênito. Foi programado desde antes da concepção para ser um delinqüente. Para sua família, achado nunca foi roubado. E o produto de um roubo, se usado para fins eleitos pela família como nobres, é perdoado e exaltado.
...
Lula não driblou seu destino, como gosta de afirmar sua malta. Ele forjou uma vida se apossando do que não é dele. Foi programado para isso. Para não ter caráter e “foda-se” o resto.
*Extraído do texto Adriana Vandoni

A mensagem de Cachoeira.

Contaminação,violência retórica e o ódio dos nazistoide​s.

Lula prosperou naquela teia financiada por estatais. Pior: até o jornalismo sério, responsável, se deixou contaminar.
....
Lula comanda uma escória dedicada hoje a tentar livrar a cara de mensaleiros, a atacar a imprensa independente e a manchar a reputação de pessoas honradas que não se vergam à vontade do partido.
Por quê? Porque o Apedeuta, curtido na vigarice da luta de classes vivida como farsa, no caudilhismo cucaracha e no autoritarismo sindical, entende a política como arte da dominação do outro — ou de sua destruição. E saibam os senhores: vagabundos para fazer o trabalho sujo na rede não são exclusividade do Brasil, não! Há congêneres seus hoje na Argentina, na Venezuela, no Equador, na Bolívia… Todos, invariavelmente, sustentados com dinheiro público.
....
Ninguém deve reagir na mesma moeda. Quanto mais eles megulharem na abjeção e na linguagem de esgoto, mais estarão indo ao encontro da própria natureza e dizendo quem são e que mundo querem. Isso também é expressão de desespero. Ao afirmar isso, não estou querendo dizer que o PT esteja prestes a perder o poder ou algo do gênero. Salvo uma deterioração grave da economia e numa velocidade que me parece improvável, Dilma pode realizar um feito que Lula nunca realizou (para seu ódio infindo): reeleger-se no primeiro turno. O ponto é outro. Essa sujeira toda, de que Lula desponta como o chefe, é expressão de uma batalha pelo poder que está hoje no seio do próprio PT. Dirceu precisa ser inocentado para tentar tomar as rédeas do partido e, assim, buscar dividir o poder com Dilma, mesmo sem ser eleito por ninguém, e continuar a assombrar a democracia.
Reitero: não rebatam a sujeira com a sujeira. As vocações estão se revelando como nunca. O desespero deles está no fato de que, fazendo o que fazem, terão os leitores que têm. Dedicam-se a provocações ridículas porque gostariam de convencer os leitores que jamais terão: vocês!
*Extraído do texto de Reinaldo Azevedo

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Lula visita Lewandowiski.

Todos sabemos do medo que Lula tem do julgamento do ” mensalão”. Não foi à toa que ele mesmo já declarou que tudo faria para provar que tudo não passou de “uma farsa”.

Segundo a Jornalista Cristiana Lobo , sempre muito bem informada sobre os bastidores de Brasília e dos passos do ex presidente, Luiz da Silva acompanhado de Luiz Marinho, teria visitado o Ministro Ricardo Lewandowiski. , em sua residência de São Bernardo do Campo.

Lewandowiski é o ministro-revisor do relatório do “Mensalão”, cujo julgamento o ex presidente considera "inconveniente" que seja realizado ainda este ano.

Na conversa teriam abordado o assunto “mensalão”. Mas Luiz da Silva parece não ter saído muito satisfeito, talvez por não haver logrado êxito total nos seus objetivos.
Lewandowski até que tentou negar a conversa com Luiz da Silva, no entanto, consciente da responsabilidade do encontro e o testemunho do prefeito, teria dito: “ele é amigo da família”.

Mas, segundo informações que tivemos, Luiz da Silva, sempre tagarela, teria falado sobre o encontro sem muita parcimônia.
*Com informações do G1.globo.com

"Apedeutismo"

 “O Brasil "B" virou pós-moderno, dos delegados e de vários outros sem uma efetiva formação, um assassinato ao que restava da aristocracia genuína no País. O Brasil do neopentecostalismo, dos ignorantes e milionários técnicos de futebol, dos atletas alcoólatras senão drogados, da música sertaneja de baixa qualidade, da falta de educação, do neo-ateísmo, da predominância de castrantes megeras calejadas sobre moçoilas românticas, da promiscuidade sensual e do pit bull.”
*Nicolau Ginefra

A seita lulopetista-apedeuta em busca de uma saída.

"Para reanimar o chefe em apuros, nada melhor que encomendar mais um recorde aos comerciant​es de porcentage​ns.
Podem apostar: a seita lulopetista já encomendou a alguma loja de estatísticas outra “pesquisa” concebida para comunicar ao país, ainda na primeira semana de junho, que a popularidade do Supremo Pastor subiu mais um pouco e já se aproxima dos 100% (ou 103%, se computada a margem de erro para cima).
Imediatamente, jornalistas amestrados verão nos resultados a confirmação de que brasileiro não dá maior importância a miudezas políticas.
Estupros do Estado de Democrático de Direito, por exemplo.
Como até devotos delirantes desconfiam que o chefe foi longe demais na conversa com o ministro Gilmar Mendes, o comerciante de porcentagens encarregado do serviço terá de premiar o freguês com algum brinde espetacular.
Desta vez, não basta jurar que o índice de aprovação do governo Dilma Rousseff ultrapassou a fronteira dos 90%.
Para que o rebanho volte a acreditar que Deus, que é brasileiro, resolveu voltar ao país natal disfarçado de Lula, chegou a hora de resgatar Fernando Haddad do buraco dos 3% e instalar o poste de topete na faixa dos dois dígitos.
Os analistas estatizados saberão enxergar no fenômeno mais uma prova de que Gilmar Mendes mentiu."
*Texto por Augusto Nunes

Porque Gilmar resolveu falar?

Saiba por que Gilmar Mendes resolveu revelar À ‘VEJA’ o assédio que sofreu de Lula
O que você vai ler abaixo não é inferência, interpretação, nem opinião. É informação. Este ‘post’ vai revelar o motivo pelo qual o ministro Gilmar Mendes decidiu contar à Revista VEJA detalhes da insidiosa conversa com o ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva ocorrida no dia 26 do mês passado. Desde que a revista chegou às bancas, três perguntas recorrente e importantes permaneciam sem resposta: 1ª - Por que Gilmar Mendes resolveu agir dessa forma? 2ª - Por que o atraso de um mês entre o fato e a versão apresentada pelo ministro? 3ª – Gilmar tem como provar que ouviu de Lula o que disse ter ouvido no escritório de Nelson Jobim? Uma parte das respostas está contida na entrevista na entrevista concedida hoje ao Jornal Zero Hora. Disse o ministro: “Fui contando a quem me procurava para contar alguma história. Eu só percebi que o fato era mais grave, porque além do episódio (do teor da conversa no encontro), depois, colegas de vocês (jornalistas), pessoas importantes em Brasília, vieram me falar que as notícias associavam meu nome a isso e que o próprio Lula estava fazendo isso”. Em seguida, a entrevista envereda pela seara de outros assuntos — as intrigas da CPI do ‘Cachoeira’. A repórter pergunta a Gilmar Mendes: “Jornalistas disseram ao senhor que o Lula estava associando seu nome ao esquema Cachoeira”? Ao que o ministro responde: “Isso.Alimentando isso”.
Alimentando isso
Não era o que o ministro queria dizer. Se tivesse sido questionado, teria contado que foi procurado por duas importantes jornalistas dias atrás para saber da mesma história. Espantou-se com o vazamento. Apesar de constrangido, ele havia decidido falar sobre o assunto apenas com alguns de seus pares, pessoas discretas que jamais revelariam a conversa constrangedora. E mantê-la longe dos jornais. Essas jornalistas são profissionais respeitabilíssimas. Ocupam posições importantes em uma empresa não menos. A estória chegou a elas por intermédio de uma fonte crível que preza da amizade de ambos, Gilmar e Lula. Sabe como a fonte ficou sabendo do diálogo? Lula contou. Isso mesmo. Foi Lula em pessoa quem cometeu a indiscrição de falar sobre a conversa com Gilmar Mendes, descendo ao nível dos detalhes que agora estão expostos por iniciativa do ex-presidente do STF. Esta é a razão oculta por trás da “inconfidência” do ministro Gilmar Mendes. E também a justificativa para a incapacidade do ex-presidente da República de fazer um desmentido cabal, como o assunto exigiria caso o magistrado pudesse ser desmentido. Não pode. Há testemunhas muito bem identificadas no caminho da informação que transitou entre o escritório de Jobim e as páginas de VEJA. Se alguém falou demais, não foi Gilmar Mendes. Foi Lula. Simples assim. Quem fala demais dá bom-dia a cavalo. Deu no que deu.
* Por Maria Cristina Rocha Azevedo - crisrochazevedo@hotmail.com

terça-feira, 29 de maio de 2012

Os três amigos

Nesse caroço tem angu. O que foram Lula e Gilmar fazer, na mesma hora, no escritório de Jobim? Quem pediu a Jobim esse encontro não pode ter sido Gilmar, mas Lula. E para quê? O mesmo Jobim que blindou Lula quando era presidente do STF. Foi quando Paulo Okamoto, do PT, pagou despesas de Lula com dinheiro do contribuinte que foi parar na conta dele, Okamoto. Jobim não permitiu que fossem quebrados os sigilos bancário e telefônico de Okamoto, como queria a oposição no Congresso. Isso poderia ter levado ao impeachment de Lula. (Álvaro Pedreira de Cerqueira)

Eu acredito em Gilmar Mendes.

Lula confirmou que visitou o ex-ministro da Defesa Nelson Jobim no seu escritório em Brasília, no dia 26 de abril, onde também se encontrava o ministro Gilmar Mendes, mas afirmou que a versão da conversa entre os três divulgada pela revista Veja é 'inverídica'.
E, pasmem, teria afirmado: " Meu sentimento é de indignação!"
"Cá pra nós" Lula indignado?
Não, Lula de sempre: "Não sei", "não vi"... isso é o que deveria indignar os homens e mulheres de bem deste país!
Sinceramente, depois de conhecer Lula por mais de trinta anos. Suas bravatas, suas mentiras, suas negativas, suas omissões, suas declarações sem sentido, seu cinismo...
Nada me surpreende. Tinha muito respeito pelo cargo ocupado por este cidadão quando Presidente e creio que ele jamais fez por merecer...
Agora, então, que surge a verdade...sei não. talvez apareça alguém decente neste país e nos traga ao conhecimento toda a lama que caracterizou seu governo.
Jobim, a princípio, negou ter assistido a conversa sobre o assunto. Agora se exime a dar qualquer que seja a infirmação sobre o fato.
Talvez aguarde alguma "recompensa". Lula, dizem, é diabólico em suas vinganças e ameno em sua gratidão chinfrim.

Cachoeira: Filhote do PMDB?

AGORA CPI TEM OBRIGAÇÃO DE CHAMAR GOVERNADOR QUE ACUSA O PMDB!
(Dora Kramer - Estado de SP, 27) 1. Convocado ou não, o governador Marconi Perillo está pronto para ir à CPMI que investiga as conexões público-privadas da organização Cachoeira.
Caso a comissão resolva não convocar os governadores, Perillo (GO) examina fortemente a hipótese de ainda assim se oferecer para depor.
2. O roteiro de Perillo na CPMI já está praticamente concluído: da exposição inicial - em que ressaltará a importância de instrumentos de fiscalização como comissões de inquérito - aos documentos que levará mostrando que os negócios da Delta em Goiás começaram no governo do PMDB e prosperaram também em administrações do PT. Segundo ele, injusto, pois "quem primeiro levou Cachoeira a fazer negócios com o governo foi o Maguito (Vilela, do PMDB), em 1995, para exploração da loteria estadual por meio da empresa Gerplan".

segunda-feira, 28 de maio de 2012

STF mantém Joaquim Barbosa na relatoria do mensalão.

Na última quinta-feira (24), o Supremo Tribunal Federal (STF) em caráter definitivo, decidiu por negar o pedido do empresário Marcos Valério para tirar o ministro Joaquim Barbosa da relatoria do processo do mensalão. A decisão, unânime, confirmou entendimento do então presidente Cezar Peluso, que já havia rejeitado o pedido em setembro do ano passado.
Ao trazer o caso para julgamento, o presidente Carlos Ayres Britto disse que o argumento dos advogados não se encaixam nos critérios que poderiam justificar a saída do relator. “O tratamento normativo ordinário não tem outro objetivo senão o de densificar as garantias do juiz natural e do devido processo legal”, disse o presidente.
A arguição de impedimento chegou ao STF em novembro de 2009, por iniciativa de um dos advogados de Valério, Marcelo Leonardo. Ele entendeu que Barbosa fez um pré-julgamento do seu cliente ao referir-se a ele como "expert em atividades de lavagem de dinheiro". Isso ocorreu durante o recebimento da denúncia do mensalão mineiro, que corre em outra ação penal no STF.
A Ação Penal 470, conhecida como processo do mensalão, apura suposto esquema de compra de votos de parlamentares no primeiro governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O inquérito foi aberto em 2005 e a ação penal foi aceita em 2007. Atualmente, o processo tem 38 réus e mais de 50 mil páginas. Ainda não há data para o início do julgamento, mas a expectativa é que começe nos próximos meses.
(Agência Estado)

O custo PT.

Na última sexta-feira (25), de manhã, no plenário do Senado, o Senador Alvaro Dias, líder da oposição no Senado, mostra a Pedro Simon e Roberto Requião, a fantástica arrecadação do PT em 2011.
A "arrecadação" adveio de empresas privadas, com contratos com o governo, mais fundo partidário, totalizando 109 milhões de reais.( Foto de Cadu Gomes)

Gangster da política.

"O imoral assédio de Lula aos ministros de STF visando influenciar pessoalmente o julgamento do Mensalão demonstra que estamos na fronteira definitiva da desmoralização desse Tribunal Superior.
O motivo: ele está na base do desmoronamento do castelo de cartas da corrupção no país bastando dar para a gang dos 40 o merecido castigo que será a condenação e a prisão, pois os condenados não deixarão o verdadeiro chefe isento de culpas."
*Geraldo Almendra

Conversa errada, em local errado, com pessoa errada.

Foto: Ailton de Freitas/ 12-04-2012 / O Globo

Na bela manhã de quinta-feira, dia 26 de abril, o ministro do STF Gilmar Mendes saiu de casa para, finalmente, encontrar-se com o ex-presidente Lula — com quem, até essa data, mantinha relações mais que cordiais — no escritório do amigo e ex-ministro Nelson Jobim.
O encontro fora marcado por Jobim, a pedido de Lula.
Mas, para Gilmar, o contexto era outro. Há muito, desde a cirurgia de garganta de Lula, ele se sentia devedor de uma visita ao ex-presidente.
.........
Quando recebeu o convite de Jobim para encontrar-se com Lula, Gilmar ficou eufórico: finalmente, iria rever o amigo.
Na cabeça do ministro, o encontro seria social e afetivo e realizado por desejos de ambos. E, para ser mais justo, mais pela insistência de Gilmar do que de Lula.
Foi neste contexto que o encontro foi realizado. Convém esclarecer, também, que tudo isso e o que se segue foram reconstruídos seguindo os rastros das conversas que o ministro Gilmar Mendes passou a ter com vários interlocutores sobre o ocorrido.
Coincidentemente, Gilmar, naquele mesmo dia, tinha marcado um encontro com o presidente dos Democratas, o senador Agripino Maia.
Maia contaria aos correlegionários que Gilmar chegou ao encontro esbaforido, soltando fogo pelas ventas.
A história espalhou-se logo pelos Três Poderes. Formalmente, Gilmar relatou ao presidente do Supremo, Ayres de Britto. Mas contou ao amigo Sigmaringa Seixas e este, supõe-se, a Dilma.
Pelo contexto relatado acima percebe-se, claramente, que a ação de Lula era totalmente dispensável.
Primeiro, a de ter usado Jobim como intermediário.
Segundo erro, ao tentar sensibilizar Gilmar para assumir uma posição técnica, não política.
Se o ex-secretário da presidência de Lula e hoje funcionário do seu Instituto, o mineiro Luis Dulci, gostasse de trabalhar, teria preparado um resumo para o ex-presidente sobre as decisões mais importantes tomadas por Gilmar a favor do PT: rejeição da denúncia contra Gushiken: voto a favor de Palloci e recusa de denúncia contra Mercadante, entre outros.
Em todos esses episódios, os chamados "ministros amigos" foram todos votos contra o PT.
Mercadante, inclusive, nem poderia ter sido eleito senador e, muito menos, estar hoje no ministério da Educação, se tivesse dependido do voto de Sepúlveda Pertence.
Apesar de todas essas posições de Gilmar terem sido eminentemente técnicas, pode se dizer que houve também reciprocidade de Lula no trato com o ministro.
.....
Por que Lula teria agido assim?
Prevalece a máxima do “perdoa, mas não esquece”. Lula não se esquece de que, por espionagem a Gilmar Mendes, numa conversa com o próprio Demóstenes, fora obrigado a demitir Paulo Lacerda da Abin.
Lula sentiu-se humilhado, já que a decisão foi resultado de uma delicada conversa sua, na época, com Gilmar, mediada pelo mesmo Jobim.
No encontro fatídico de agora, Lula voltou ao tema de raspão:
— Será que aquele grampo não foi feito pelo próprio Cachoeira ou mesmo Demóstenes ou alguém da turma deles?
Como, a essa altura, a conversa já não estava mais sendo republicana, Gilmar tirou a toga:
— Que é isso, Lula!
A prova de que seu governo era uma bagunça está no fato de que o homem de confiança da Abin, o homem de Paulo Lacerda na operação “Satiagraha”, era o Dadá!
Você sabia disso?
A coisa esquentou mesmo quando Lula, diante da declaração de Gilmar de que nada tinha a temer da CPI, perguntou-lhe com um tapinha nas costas:
— E a história de Berlim?
Quem diz que tapinha não dói? Doeu mais que a pergunta. O revide foi mais forte:
— Lula, você continua, como sempre, desinformado! Vá em frente!
Foi aí que Gilmar teve a prova definitiva de que tinha sido escolhido pelo PT como símbolo da tentativa de desmoralizar o Judiciário.
O que tem deixado Gilmar Mendes mais indignado é que se considera vítima de um bem articulado plano de difamação que corre não apenas pelas mídias sociais, mas no mais antigo e eficaz meio de comunicação: o terrível boca a boca.
A conversa começou republicana, com Gilmar lembrando a Lula da necessidade de se preencher as próximas duas vagas do Supremo com critérios bem técnicos e não políticos.
É que se suspeita de uma manobra para o mensalão ser votado só depois da nomeação dos novos ministros.
Gilmar defende o julgamento agora para evitar a confusão e suspeição em que se revestiriam essas nomeações, até porque, sendo em agosto, o tribunal não estaria desfalcado de dois ministros que conhecem bem a matéria como os demais.
O assunto CPI começou quando Lula disse que a tinha sob comando e, numa prova de que estava entre amigos, chegou até a confidenciar ter acertado nomeando Odair Cunha ( PT -- MG) como relator:
— O Vaccarezza não seria uma boa solução.
O seu poder de articulação é tão grande, que ele acabou se envolvendo com parlamentares comprometidos com esses esquemas.
*Trechos do texto de Jorge Bastos Moreno em O Globo.

Espantoso? Inimaginável? Inqualificável?

Se ainda fosse presidente da República, esse comportamento seria passível de impeachment por configurar infração político-administrativa, em que um chefe de poder tenta interferir em outro”. A frase é do decano do Supremo Tribunal Federal, ministro Celso de Mello, em reação à informação de que o ex-presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, tenta fazer pressão sobre ministros do tribunal para que o processo do mensalão não seja julgado antes das eleições municipais de 2012. “É um episódio anômalo na história do STF”, disse.

As informações sobre a tentativa de pressão de Lula foram publicadas em reportagem da revista Veja deste fim de semana. Os dois mais antigos ministros do Supremo – além de Celso de Mello, o ministro Marco Aurélio – reagiram com perplexidade à reportagem. Ouvidos neste domingo (27/5) pela revista Consultor Jurídico, os dois ministros classificaram o episódio como “espantoso”, “inimaginável” e “inqualificável”.

De acordo com os ministros, se os fatos narrados na reportagem da semanal espelham a realidade, a tentativa de pressão é grave. Para o ministro Celso de Mello, “a conduta do ex-presidente da República, se confirmada, constituirá lamentável expressão do grave desconhecimento das instituições republicanas e de seu regular funcionamento no âmbito do Estado Democrático de Direito. O episódio revela um comportamento eticamente censurável, politicamente atrevido e juridicamente ilegítimo”.

Já o ministro Marco Aurélio afirmou que a pressão sobre um ministro do Supremo é “algo impensável”. Marco afirmou que não sabia do episódio porque o ministro Gilmar Mendes, como afirmou a revista Veja, tinha relatado o encontro com Lula apenas ao presidente do STF, ministro Ayres Britto. Mas considerou o fato inconcebível. “Não concebo uma tentativa de cooptação de um ministro. Mesmo que não se tenha tratado do mérito do processo, mas apenas do adiamento, para não se realizar o julgamento no semestre das eleições. Ainda assim, é algo inimaginável. Quem tem de decidir o melhor momento para julgar o processo, e decidirá, é o próprio Supremo”.

De acordo com Veja, o ministro Gilmar Mendes foi convidado para um encontro com Lula no escritório de Nelson Jobim, advogado, ex-presidente do Supremo e ex-ministro da Defesa do governo petista. Lula teria dito a Mendes que é inconveniente que o mensalão seja julgado antes das eleições e afirmado que teria o controle político da CPI do Cachoeira. Ou seja, poderia proteger Gilmar Mendes.

Circulam na CPI informações sobre um encontro entre Gilmar Mendes e o senador Demóstenes Torres (sem partido-GO) em Berlim, em viagem paga por Carlinhos Cachoeira. Mendes teria reagido: “Vou a Berlim como você vai a São Bernardo do Campo. Minha filha mora lá. Vá fundo na CPI”. À revista Veja, Mendes confirmou o encontro com Demóstenes na Alemanha, mas disse que pagou as despesas da viagem de seu bolso.

“Tentar interferir dessa maneira em um julgamento do STF é inaceitável e indecoroso. Rompe todos os limites da ética. Seria assim para qualquer cidadão, mas mais grave quando se trata da figura de um presidente da República. Ele mostrou desconhecer a posição de absoluta independência dos ministros do STF no desempenho de suas funções”, disse o ministro Celso de Mello.

Para Marco Aurélio, o STF não está sujeito a qualquer pressão: “Julgaremos na época em que o processo estiver aparelhado para tanto. A circunstância de termos um semestre de eleições não interfere no julgamento. Para mim, sempre disse, esse é um processo como qualquer outro”. Marco também disse acreditar que nenhum partido tenha influência sobre a pauta do Supremo. “Imaginemos o contrário. Se não se tratasse de membros do PT. Outro partido teria esse acesso, de buscar com sucesso o adiamento? A resposta é negativa”, afirmou.

De acordo com o ministro, as referências do ex-presidente sobre a tentativa de influenciar outros ministros por via indireta são quase ingênuas. “São suposições de um leigo achar que um integrante do Supremo Tribunal Federal esteja sujeito a esse tipo de sugestão”, disse. Na conversa relatada por Veja, Lula teria dito que iria pedir ao ministro aposentado Sepúlveda Pertence para falar com a ministra Cármen Lúcia, de quem é muito amigo. E que o ministro Lewandowski só liberará seu voto neste semestre porque está sob enorme pressão.

Marco Aurélio não acredita em nenhuma das duas coisas: “A ministra Cármen Lúcia atua com independência e equidistância. Sempre atuou. E ela tem para isso a vitaliciedade da cadeira. A mesma coisa em relação ao ministro Ricardo Lewandowski. Quando ele liberar seu voto será porque, evidentemente, acabou o exame do processo. Nunca por pressão”.

O ministro Celso de Mello também disse que a resposta de Gilmar Mendes “foi corretíssima e mostra a firmeza com que os ministros do STF irão examinar a denúncia na Ação Penal que a Procuradoria-Geral da República formulou contra os réus”. Para o decano do STF, “é grave e inacreditável que um ex-presidente da República tenha incidido nesse comportamento”.

De acordo com o decano, o episódio é grave e inqualificável sob todos os aspectos: “Um gesto de desrespeito por todo o STF. Sem falar no caráter indecoroso é um comportamento que jamais poderia ser adotado por quem exerceu o mais alto cargo da República. Surpreendente essa tentativa espúria de interferir em assunto que não permite essa abordagem. Não se pode contemporizar com o desconhecimento do sistema constitucional do país nem com o desconhecimento dos limites éticos e jurídicos”.

Celso de Mello tem a convicção de que o julgamento do mensalão observará todos os parâmetros que a ordem jurídica impõe a qualquer órgão do Judiciário. “Por isso mesmo se mostra absolutamente inaceitável esse ensaio de intervenção sem qualquer legitimidade ética ou jurídica praticado pelo ex-presidente da República. De qualquer maneira, não mudará nada. Esse comportamento, por mais censurável, não afetará a posição de neutralidade, absolutamente independente com que os ministros do STF agem. Nenhum ministro permitirá que se comprometa a sua integridade pessoal e funcional no desempenho de suas funções nessa Ação Penal”, disse o ministro.

Ainda de acordo com o decano do Supremo, o processo do mensalão será julgado “por todos de maneira independente e isenta, tendo por base exclusivamente as provas dos autos”. O ministro reforçou que a abordagem do ex-presidente é inaceitável: “Confirmado esse diálogo entre Lula e Gilmar, o comportamento do ex-presidente mostrou-se moralmente censurável. Um gesto de atrevimento, mas que não irá afetar de forma alguma a isenção, a imparcialidade e a independência de cada um dos ministros do STF”.

O anfitrião do encontro entre Lula e Gilmar Mendes, Nelson Jobim, negou que o ex-presidente tenha feito pressão sobre o ministro do Supremo. Em entrevista ao jornal Zero Hora, do Rio Grande do Sul, que será publicada nesta segunda-feira (28/5), Jobim, repetiu o que disse desde que a semanal chegou às bancas: "nada do que foi relatado pela Veja aconteceu". O ex-ministro ainda disse ao jornal: "Estranho que o encontro tenha acontecido há um mês e só agora Gilmar venha se dizer indignado com o que ouviu de Lula. O encontro foi cordial. Lula queria agradecer a colaboração de Gilmar com o seu governo".
(Consultor Jurídico)

domingo, 27 de maio de 2012

PT tem alto retorno com empreiteiras.

Do Radar Online da Veja:
Em 2011, um ano sem eleições, ressalte-se, as campeãs de doação ao PT são três empreiteiras: Andrade Gutierrez (4,6 milhões de reais), Brasken/Odebrecht (4,5 milhões de reais), OAS (3,2 milhões de reais). No total, o partido presidido por Rui Falcão arrecadou 50,7 milhões de reais em doações privadas (dez vezes mais do que o PMDB e PSDB somados). Chega a ser engraçada a pregação que o PT faz em prol do financiamento público de campanha.
Mais informações deste blog...
A Andrade Gutierrez faturou R$ 393, 2 milhões em 2011, com obras do governo federal, enquanto a OAS fechou o ano com R$ 80, 4 milhões. Estas duas construtoras também participaram do grande filão de R$ 1,3 bilhão que o BNDES jogou no exterior para financiar obras em Cuba, por exemplo. Mas os grandes parceiros do governo foram do grupo Braskem Odebrecht, aqueles que botaram até mesmo jatinho para Lula fazer viagens para a Venezuela para cobrar dívidas em nome deles.
Em 2010 o grupo econômico Odebrecht teve o maior lucro no Brasil de sua historia R$ 2,7 bilhões em 2010, no ano passado a receita bruta de todo grupo alcançou R$ 53,8 Bilhões, mas apesar de ser um dos maiores grupos econômicos do pais, a maior parte dos recursos veio do setor publico e não de inves.timentos do setor privado.
O grande salto recente da Odebrecht se deu entre os anos de 2009 e 2010. Empresas ligadas ao grupo, com sede em Salvador, na Bahia, fecharam acordos estratégicos com empresas e fundos ligados ao governo. O maior deles foi com o Fundo de Investimento do FGTS (FI-FGTS), um fundo administrado pela Caixa Econômica Federal, que injetou quase R$ 3 bilhões em projetos liderados pelo grupo Odebrecht.
Mais adiante, em setembro de 2010, o FI-FGTS fez a sua maior operação. Depois de uma série de mudanças societárias, o fundo subscreveu totalmente o aumento de capital de R$ 1,89 bilhão da OTTP, a Odebrecht TransPort Participações, criada para consolidar os negócios de concessões de rodovias, transportes sobre trilhos e portos do grupo. (Com informações da Fenatracop)

PSDB quer interpelar Lula sobre acusação de Mendes.

Imagem O Globo
Enquanto a revista Veja corajosamente publica e a  imprensa marrom e alugada do Brasil esconde ou deturpa a verdade para a população, corre pela internet a informação que o PSDB prepara medidas contra o ex-presidente Luiz da Silva, acusado de pressionar o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), a adiar o julgamento do processo do mensalão.
Alguns membros do partido já externaram a opinião de que seria útil, para o momento político, a interpelação do ex-presidente na Justiça, e convocar à CPI Lula e Gilmar Mendes para uma acareação.
Segundo o Senador Alvaro Dias "Não há ainda uma definição. Estamos apenas conversando. Mas até amanhã a gente troca ideias sobre qual vai ser o procedimento".
O senador Álvaro Dias (PSDB-PR), classificou como graves as denúncias contra Lula, afirmando: "O que houve foi uma afronta a duas instituições: o Congresso e o Judiciário."
O Ministro Gilmar Dias afirma num encontro em Brasília, o ex-presidente Lula lhe ofereceu blindagem na CPI do Cachoeira, de maioria governista, em troca de apoio numa suposta operação do PT para adiar o julgamento do mensalão para 2013.
Lula, como sempre, negou o diálogo. O ministro Gilmar Mendes se disse "perplexo" com a suposta oferta do ex-presidente.
O deputado Fernando Francischini (PSDB-PR), um dos raros membros da oposição que compõe a CPI diz ter o aval do partido para convocar Lula na CPI e considera "A denúncia é gravíssima: um ex-presidente dizer que manda na CPI e usar isso para chantagear um ministro do Supremo", disse Francischini. "Se é mentira, o Lula tem de vir a público se explicar. É quase impossível um encontro fortuito entre duas autoridades desse porte".