sábado, 28 de setembro de 2013

Um embaixador americano explica porque seu governo espiona Dilma.


            Carlos Alberto Montaner é um jornalista e escritor cubano, autor do clássico e imperdível “Manual do Perfeito Idiota Latino-Americano”, em parceria com o peruano Alvaro Vargas Llosa e o colombiano Plinio Apuleyo Mendonza.
            Em sua coluna no Miami Herald, ele conta que um antigo embaixador americano lhe confidenciou porque o governo Dilma é espionado pelo governo americano.
            Sua resposta não poderia ser mais franca e direta:
“Do ponto de vista de Washington, o governo brasileiro não é exatamente amigável. Por definição e história, o Brasil é um país amigo que ficou do nosso lado durante a II Guerra Mundial e na Coréia, mas seu atual governo não é”.
            O embaixador pediu para não ter seu nome revelado, pois isso iria gerar um grande problema para ele. Mas autorizou que o jornalista, de quem é amigo, transcrevesse a conversa, sem citar seu nome. O embaixador conhece mais o nosso governo do que nossa imprensa, pelo visto.
Diz ele (tradução livre):
“Tudo que você tem a fazer é ler os registros do Foro de São Paulo e observar a conduta do governo brasileiro. Os amigos de Luis Inácio Lula da Silva, de Dilma Rousseff e do Partido dos Trabalhadores são, em suma, os inimigos dos Estados Unidos: a Venezuela chavezista, antes com (Hugo) Chávez e agora com (Nicolás) Maduro; Cuba dos irmãos Castro, Irã, Bolívia de Evo Morales, Líbia nos tempos de Kadafi; e Síria de Bashar Assad.

             Em quase todos os conflitos, o governo brasileiro concorda com as linhas políticas da Rússia e da China, em oposição à perspectiva do Departamento de Estado dos EUA e da Casa Branca. Sua família ideológica mais parecida é a dos BRICS, com quem ele tenta conciliar sua política externa.
      A grande nação sul-americana não tem nem manifesta a menor vontade de defender os princípios democráticos que são sistematicamente violados em Cuba e nesses demais países com os quais insiste em procurar se alinhar contra os EUA. Pelo contrário, o ex-presidente Lula da Silva, muitas vezes levou os investidores a ilha-cárcere de Cuba para fortalecer a ditadura dos Castros. O dinheiro investido pelos brasileiros no desenvolvimento do superporto de Mariel, próximo a Havana, é estimado em US $ 1 bilhão.
      A influência cubana no Brasil é secreta, mas muito intensa e promovida pelo PT. José Dirceu, ex-chefe de gabinete e o ministro mais influente de Lula da Silva, tinha sido um agente dos serviços de inteligência cubanos. No seu exílio em Cuba, ele teve o rosto cirurgicamente alterado. Depois voltou para o Brasil com uma nova identidade e funcionou nessa condição até que veio a grande farsa da ‘abertura democrática’. De mãos dadas com Lula, ele colocou o Brasil entre os principais colaboradores com a ditadura cubana. Caiu em desgraça porque ele era corrupto, e não transmitia segurança e apreço pelos seus comparsas, mas nunca recuou um centímetro de suas preferências ideológicas e de sua cumplicidade com Havana.
      Algo semelhante está acontecendo com o professor Marco Aurélio Garcia, o ‘ASPONE’ de sempre da presidência da república e uma das eminências pardas socialistas a governar por trás das canetas estultas dos presidentes petistas. Ele é um contumaz comunista antiamericano, pior do que Dirceu mesmo, porque ele é mais inteligente e teve uma melhor formação. Ele fará tudo o que puder para frustrar qualquer interação política e econômica do Brasil com os Estados Unidos.
     Mas isso não é tudo. Há outras duas questões sobre as quais os Estados Unidos querem ser informados sobre tudo o que acontece no Brasil, pois, de uma forma ou de outra, elas afetam a segurança dos Estados Unidos: a corrupção e as drogas.
     O Brasil é notoriamente um dos países mais corruptos da América latina e talvez do mundo, e suas práticas de governo afetam as leis dos Estados Unidos de duas maneiras: quando os brasileiros se utilizam o sistema financeiro americano e quando eles competem de forma desleal com empresas norte-americanas, recorrendo a subornos, taxas, e subsídios ilegais em face das normas da OIC da ONU.
     A questão das drogas é diferente. A produção de coca boliviana se multiplicou cinco vezes desde que Evo Morales assumiu a presidência, e a saída desse produto é feita pelo Brasil. Quase tudo acaba na Europa, e os nossos aliados nos pedem para obter informações sobre isso. Essa informação, por vezes, está nas mãos de políticos brasileiros”.

A pergunta final feita por Montaner foi se o governo americano continuaria espionando o brasileiro. A resposta do embaixador não poderia ser mais objetiva: “Claro, é nossa responsabilidade para com a sociedade americana”.
*Fonte: Jornal “Miami Herald”

À Beira do Caminho, Gaievski Ameaça fazer Delação Premiada Para Detonar Gleisi Hoffmann e o PT.

Bomba-relógio – Abandonado pelo PT, à espera de pesadas penas de prisão por crimes de pedofilia, mergulhando em processo depressivo, o ex-assessor especial de Gleisi Hoffmann na Casa Civil, Eduardo Gaievski, está disposto a radicalizar.
Após a ainda ministra Gleisi declarar que não pretende cumprir a promessa de visitar o ex-assessor na prisão e renegá-lo em público, o que permitiria avançar na negociação de uma assistência jurídica nos padrões Mensalão e Rose Noronha, com combinado, Gaievski acredita não ter mais dívida ou compromisso com o PT e principalmente com Gleisi Hoffmann. 
Ciente também de que nada mais tem a perder e que dificilmente receberá algum tipo de ajuda por parte do PT ou mesmo de Gleisi, o delinquente sexual já considera a possibilidade de delação premiada, como forma de eventualmente abrandar as penas que certamente o alcançarão, apesar de crimes hediondos, como é o estupro de vulnerável, não prever esse benefício. 
Prefeito de Realeza, no interior do Paraná, por dois mandatos, Gaievski incluiu no pacote de negociação uma radiografia completa do modo petista de arrecadar fundos nada ortodoxos nas prefeituras comandadas pelo partido. Fora isso, os seis meses em que esteve assessor especial da Casa Civil lhe forneceram munição privilegiada, de alta poder explosivo, capaz de mandar pelos ares boa parte da “companheirada”. Eduardo Gaievski está certo de que tudo p que sabe é de interesse do Ministério Público.
“Estão fingindo que não me conhecem, estão me tratando como um leproso”, diz Gaievski, cada vez mais revoltado com aqueles que o paparicavam quando era o prefeito de Realeza ou o todo-poderoso assessor especial da Casa Civil que liberava verbas federais para os municípios do Paraná como se nas mãos tivesse uma varinha de condão. 
Na longa lista de rancores de Gaievski se destacam os nomes do presidente do PT do Paraná, Enio Verri, que foi célere ao suspender o pedófilo dos quadros do partido, sem qualquer chance de defesa. Outro nome que está no poço de mágoas de delinquente sexual é o da deputada petista Luciana Rafagnin, que o assediava para fazer dupla nas eleições de 2014, mas que agora se diz horrorizada com o “companheiro”.
Por fim, a lista traz o nome de Gleisi Hoffmann, que prometia apoiar o ex-assessor na eleição para deputado estadual no próximo ano, além do compromisso de, em caso de vitória da petista, convidá-lo para ocupar a chefia da Casa Civil do governo paranaense.
* Ucho.info

Uma vergonha: Deputados com código de barras...

Deputado Com Código de Barras é Obra do STF

Em junho de 2012, ao decidir que o PSD de Gilberto Kassab teria direito de participar do rateio das verbas do fundo partidário e do tempo de propaganda no rádio e na tevê, o STF criou o deputado com código de barras. Agora, na formação dos quadros dos dois mais novos partidos do mercado —Pros e Solidariedade—, é visível: os deputados esqueceram de tirar a marca do preço.
Reza a lei que o cálculo das verbas e do tempo de propaganda de cada partido é feito com base na bancada dedeputados federais. Coube ao ministro Dias Toffoli redigir o voto que favoreceu os negócios partidários no julgamento do Supremo. Ele sustentou a tese segundo a qual os deputados desertores levam para as novas legendas os votos que amealharam sob a sigla de origem. Sua posição prevaleceu.
Com isso, cada silvério da Câmara virou dono de uma cota do fundo partidário e da propaganda. Os deputados passaram a valer uma fração dos votos que obtiveram na última eleição. Para trocar de partido, exigem receber mensalmente um percentual da verba. Controlam também o pedaço da propaganda partidária a ser exibida em âmbito estadual.
Vale a pena ouvir o deputado mineiro Ademir Camilo. No ano passado, ele foi um dos que aderiram ao PSD de Kassab. Agora, está de malas prontas para o Pros. A voz dele soa em notícia redigida pelos repórteres Ranier Bragon e Márcio Falcão. “A minha proposta, e isso vai ser resolvido na quarta-feira, é que a direção nacional fique com 40% do fundo e que repasse 60% para as direções estaduais.”
Didático, Ademir esmiúçou o seu próprio caso: “Estou levando 72 mil votos [para o novo partido], então receberia 60% [do rateio do fundo] desses 72 mil votos. Você sabe que é R$ 3,75 o valor por voto.” Quer dizer: a migração do PSD para o Pros deve render-lhe algo como R$ 270 mil.
Nunca é demasiado recordar que o fundo partidário é feito de verbas públicas. Antes mesmo de passar pelo batismo das urnas, essas legendas de balcão começam a beliscar o seu bolso. A verba sai pelo ladrão como se fosse dinheiro grátis. Tudo com o aval do Supremo Tribunal Federal.
*Blog Josias de Souza- UOL

A desordem do mundo atingirá o patamar da alucinação.


Preparem-se. Nos próximos anos a desordem do mundo atingirá o patamar da alucinação permanente e por toda parte a mentira e a insanidade reinarão sem freios. Não digo isso em função de nenhuma profecia, mas porque estudei os planos dos três impérios globais e sei que nenhum deles tem o mais mínimo respeito pela estrutura da realidade.
Cada um está possuído pelo que Eric Voegelin chamava "fé metastática", a crença louca numa súbita transformação salvadora que libertará a humanidade de tudo o que constitui a lógica mesma da condição terrestre. Na guerra ou na paz, disputando até à morte ou conciliando-se num acordo macabro, cada um prometerá o impossível e estreitará cada vez mais a margem do possível. A Igreja é a única força que poderia, no meio disso, restaurar o mínimo de equilíbrio e sanidade, mas, conduzida por prelados insanos, vendidos e traidores, parece mais empenhada em render-se ao espírito do caos e fazer boa figura ante os timoneiros do desastre.
No entanto, no fundo da confusão muitas almas serão miraculosamente despertadas para a visão da ordem profunda e abrangente que continua reinando, ignorada do mundo. Muitas consciências despertarão para o fato de que o cenário histórico não tem em si seu próprio princípio ordenador e só faz sentido quando visto na escala da infinitude, do céu e do inferno. Essas criaturas sentirão nascer dentro de si a força ignorada de uma fé sobre-humana e nada as atemorizará.
*Texto do Jornalista Olavo de Carvalho
Fonte: Blog Um Novo Despertar
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Porque hoje é Sábado, uma bela mulher.

A bela modelo australiana Jessica Gomes

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Dívida paga ao FMI. Mas que dívida Brasil?

Brasileiros vão ao FMI em outubro para debater cálculo da dívida. A divergência entre o modelo adotado pelo Ministério da Fazenda e o do fundo foi um dos pontos que levaram o governo brasileiro a desautorizar a publicação do relatório anual do FMI.

Representante brasileiro junto ao FMI, Paulo Nogueira Batista
      O representante brasileiro junto ao FMI, Paulo Nogueira Batista (Ailton de Freitas/Agência O Globo)
Uma missão do governo brasileiro irá a Washington em outubro debater com o Fundo Monetário Internacional (FMI) os critérios de cálculo da dívida pública brasileira. A divergência entre o modelo adotado pelo Ministério da Fazenda e o do fundo foi um dos pontos que levaram o governo brasileiro a desautorizar a publicação do relatório completo do organismo com os dados da análise anual feita sobre a economia brasileira, o chamado "artigo 4º". A informação foi dada pelo diretor executivo do FMI para o Brasil, Paulo Nogueira Batista, que participa de evento no Rio, nesta quinta-feira.
O Brasil cobra do FMI modificações e ajustes técnicos no documento antes de autorizar a publicação da íntegra do relatório. Apenas o sumário foi divulgado em agosto, apesar de o relatório estar pronto desde o fim de julho. Segundo o economista, o Brasil solicitou revisões no relatório com base em vários critérios: erros factuais; passagens ambíguas; passagens sensíveis do ponto de vista do mercado financeiro. A mensuração da dívida pública bruta estava entre eles.
"Esse ponto está presente mas transcende o relatório do artigo 4º. O Brasil há anos vem explicando ao FMI porque mudou a forma de cálculo da dívida. O fundo não tem dado suficiente atenção", disse Nogueira Batista, ressaltando que falava em nome próprio.
Para o diretor do fundo, há uma demora do staff do FMI em responder aos questionamentos enviados pelo Brasil sobre o artigo, que é preparado depois de uma avaliação e troca de informações com a área econômica do governo sobre a estratégia de política econômica do país analisado. Os documentos só podem ser divulgados com o aval das autoridades locais.
O Brasil vem pressionado o FMI a revisar a metodologia de cálculo da dívida bruta do governo federal e o ministro da Fazenda, Guido Mantega, chegou a enviar uma carta à diretora-gerente do FMI, Christine Lagarde. O objetivo da reunião é tentar alinhar os conceitos, num momento em que o Brasil vem sofrendo críticas em relação à sua política fiscal e emissões do Tesouro para capitalizar os bancos públicos, como BNDES e Caixa.
(Com Estadão Conteúdo)

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

O resultado da omissão dos políticos.

(Foto: WTSP/Montagem R7)
Os políticos, sobretudo aqueles que presidem e presidiram este país, direta ou indiretamente desejam isso pra sociedade, não só quando defendem a legalização mas quando se aliam a países produtores de drogas.
Seus países parceiros que cultivam e traficam drogas não sofrem nenhuma restrição política ou econômica por parte dos governos brasileiros, nos últimos anos. Fazem apenas "POLÍTICA".  
Essa tal "POLÍTICA" facilita a epidemia mundial de crack e metanfetamina que destroem o corpo e fazem usuário virar zumbi http://r7.com/A1sa
Metanfetamina também provoca fraqueza nos ossos, perda de peso e insônia

*Baseado em e-mail recebido via Grupo Resistência Democrática

O Brasil de Lula/Dilma jogou fora a chance de alavancar o desenvolvimento.

A revista britânica The Economist causou furor na esquerda quando colocou, em 2009, o Cristo Redentor decolando em sua capa, para sinalizar que o país agora iria decolar. Quatro anos depois, a capa que estará nas bancas hoje é oposta: o Cristo rodopiou e embicou rumo à Baía da Guanabara.
Ainda não li a matéria, claro. Mas a imagem vale por mil palavras. O Brasil perdeu mais uma grande oportunidade que o mundo lhe ofereceu. As condições macroeconômicas eram extremamente favoráveis na época. Bastava o governo não fazer besteira demais…
Mas fez. Essa premissa é que se mostrou ingênua. Era um governo desenvolvimentista, intervencionista, arrogante, que não gosta do livre mercado, que pensa ser possível e desejável controlar cada detalhe da economia. Deu no que deu.
Para colocar esse Cristo novamente na trajetória de alta, só trocando esse governo mesmo. Porque esperar que tenham aprendido a lição é esperar por um milagre!
Em tempo: resta saber se aquela revista, que depende bastante de verbas estatais e tem parceria com a The Economist no Brasil, dará destaque a essa grande matéria de capa dessa vez.
*Texto por RODRIGO CONTANTINO

Políticos e suas "pequenas" e constantes fraudes.

Foi descoberto o nome de Gladys Buarque, mulher de Cristovam Buarque, na lista de assinaturas usadas para tentar registrar o Solidariedade, o partido que Paulinho da Força está criando. 
Sua assinatura é tão verdadeira quanto uma nota de três reais. 
Constatada a fraude, Cristovam diz:
- Minha mulher nunca assinou ficha de criação nem dos meus partidos…Isso mostra que tipo de partido é esse do Paulinho.
*Por Lauro Jardim

Contradição comunista.

SÃO PAULO - A ministra de Direitos Humanos, Maria do Rosário, disse nesta sexta-feira, 15, em São Paulo que pessoas envolvidas em situação de morte, tortura e desaparecimento forçado no período da ditadura militar não devem ocupar funções públicas. 
Ela fez a afirmação ao responder a uma pergunta sobre as denúncias de que o atual presidente da Confederação Brasileira de Futebol, José Maria Marin, teria contribuído para a morte do jornalista Vladimir Herzog.
"Eu penso que todas as pessoas que comprovadamente estiveram envolvidas em situação de morte, tortura e desaparecimentos forçados não devem ocupar funções públicas no País", afirmou. "Porque os que cometeram - e se cometeram comprovadamente estes atos -, traíram qualquer princípio ético de dignidade humana e não devem ocupar funções de representação."
*Roldão Arruda - O Estado de S. Paulo 
COMENTÁRIO: A Dona Maria do Rosário esqueceu que durante o governo militar e antes, seus companheiros comunistas, e quase todos hoje com uma "boquinha" no poder, usaram armas, assaltaram, sequestraram, assassinaram, roubaram e cometeram justiçamento em nome de um ideologia que buscava a implantação de uma ditadura comunista no Brasil.
Pela teoria da Ministra aloprada, e começando com Dona Dilma, a  sua "presidenta", esta não teria o direito nem de ser porteira do Palácio do Planalto. Isto sem falar de Franklin Martins e outros que, à rigor, segundo sua opinião, não seriam sequer faxineiros de qualquer repartição pública.

Falência econômica do Brasil está bem próxima.

Vocês terão que aguardar a falência econômica do Brasil, que está bem próxima, para alimentar a esperança de mudar alguma coisa. O PT & Asseclas, apesar de estar caindo de podre, vai conseguir se manter no poder enquanto os cofres públicos tiverem dinheiro para pagar o Bolsa Família e a avalanche de propaganda mentirosa que é lançada na cara dos trouxas que constituem a maioria da população. Portanto, essa discurseira não adianta nada.
É sintomático que no Brasil não se discuta a economia, que está caindo pelas tabelas. A discussão se limita ao campo minado da política como se fosse possível mudar alguma coisa dentro de um sistema que foi idealizado para favorecer os corruptos. Não é possível por duas razões muito simples:
a) É a maioria de trouxas que detém o poder de eleger. E enganar um trouxa é coisa fácil. Basta contratar um bom marketeiro e mandar despejar propaganda mentirosa em cima do trouxa;
b) Os 25% da população brasileira que sobrevive do Bolsa Família garante pelo menos 25% dos votos do total de eleitores. O enorme contigente de esquerdistas existente no Brasil, aqueles trouxas que ainda acreditam no socialismo/comunismo, somado aos primeiros, garante votos suficientes para eleger o presidente, a maioria dos governadores e prefeitos do país.
Isto aliado ao fato de que o sistema dominante cooptou os poderes legislativo e judiciário que hoje funcionam à seu serviço, torna o PT & Asseclas imbatível nas urnas.
Mas, tem a economia, a única coisa capaz de derrubar governos em países subdesenvolvidos habitados por uma maioria de trouxas, como é o caso do Brasil. Esta é a única esperança para os que não são trouxas.
Pelo andar da carruagem, até as próximas eleições, o Brasil mergulhará no caos econômico por várias razões que estão sendo camufladas por este governo incompetente que não sabe como a roda gira ao redor do mundo. Vejamos algumas:
1 – O sistema econômico adotado no governo Lula e ampliado no governo Dilma empurra o PIB para baixo e a inflação para cima. É um modelo ultrapassado baseado no consumo sustentado pelo crédito caro e não no investimento. Isto agravou o problema da dívida pública e endividou as famílias. Os brasileiros atualmente carregam mais dívidas do que cachorro carrega pulgas;
2 – O Brasil já enfrenta uma crise energética que impossibilita o crescimento. Sem energia não há desenvolvimento. O sistema elétrico está à beira de um colapso, com apagões frequentes, e a Petrobrás, estatal que monopoliza o mercado de combustíveis fósseis, está praticamente quebrada, trabalhando no vermelho em razão do controle de preços dos derivados do petróleo. Quanto mais vende mais perde dinheiro e está com um rombo enorme nas contas externas em razão da crescente importação de gasolina e óleo diesel, vendido no Brasil a um preço menor do que o custo. Perdeu sua capacidade de investimento. Em razão disso, quebrou-se a indústria do etanol que ostenta hoje 42 usinas paralisadas, o que provocou um enorme prejuízo em toda a cadeia produtiva da energia renovável;
3 – O Brasil se transformou num cemitério de obras inacabadas consumindo bilhões de reais sem nenhum retorno. É o tal do PAC-Programa de Aceleração da Corrupção;
4 – A máquina pública brasileira é a mais cara do mundo, inchada, ineficiente e com políticos e funcionários públicos remunerados a peso de ouro e prenhe de privilégios;
5 – O manicômio tributário brasileiro produziu uma carga tributária insana que simplesmente desestimula os empreendedores. Isto, aliado à burocracia infernal, torna o Brasil em um dos piores lugares do mundo para se fazer negócios.
Este, em resumo, é o resultado da política econômica socialista do PT & Asseclas, uma política que só conduz à ruína. As consequências já estão ai para quem quiser ver:
1 – O Brasil se tornou um país incapaz de atrair novos investimentos internos e externos e os dólares investidos no mercado financeiro estão indo embora rapidamente;
2 – Empresas de porte e com capacidade de investimento não estão mais interessadas nas licitações do governo. Dois exemplo recentes comprovam isto: a licitação de trechos de estradas federais recentemente realizadas não atraiu nenhum grupo importante; o próximo leilão da reserva gigante do pré-sal de Libra não atraiu as gigantes internacionais do setor petrolífero, por duas razões: trata-se de uma operação de alto risco sem nenhuma garantia de viabilidade econômica e o modêlo atual de partilha adotado pelo governo não atrai bons investidores. Assim, das onze empresas que se qualificaram, a maioria são estatais asiáticas que não visam lucro, mas sim, garantir reservas de óleo para o futuro;
3 – A indústria nacional está sucateada e sem a menor condição de competir no mercado mundial, hoje dominado pela China e pelos países com maior capacidade tecnológica, como os Estados Unidos;
4 – O Brasil se tornou o país mais caro do mundo onde tudo custa o dobro ou mais do que custa lá fora, da comida ao imóvel, da bicicleta ao avião. Um quitinete no Leblon (Rio) com 18 metros quadrados foi anunciado por R$ 520.000,00. Um apartamento em Copacabana custa mais do que um similar em Manhattan, Nova Yorque.
Estes são apenas alguns dados que demonstram que a bancarrota está próxima e aponta o buraco em que o PT & Asseclas meteu o Brasil. 
Portanto, ainda resta uma esperança de mandar o PT & Asseclas de volta para a sarjeta de onde saíram. Vão cair de podre deixando o Brasil na miséria.
Ah, antes que me esqueça: o Brasil está isolado do resto do mundo tanto economica quanto politicamente. Enquanto novas alianças comerciais são criadas, como a Aliança do Pacífico, o Brasil prefere carregar uma pedra chamada Mercosul amarrada à seus pés.
Abraços,
Otacílio
*Recebido por e-mail, de Álvaro Pedreira de Cerqueira, via Grupo resistência Democrática

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

A baboseira de Dilma na ONU.

BRASÍLIA - Adolescente e trotskista, um dia já enxerguei beleza na Declaração Universal dos Direitos Humanos, um dos pilares da ONU. Foi quando um amigo mais velho do partidão, cheio de sarcasmo, disse: "Não seja ingênuo. A ONU é uma ficção. Não serve para nada. Quem manda lá são os EUA e seus satélites".

Na ONU, Dilma demonstra que não faz o trabalho de casa optando por holofotes e factóides
Na ONU, Dilma demostra que não faz o trabalho de casaN
Anos depois, já como correspondente da Folha em Nova York , em 1988, trabalhei em uma pequena sala que servia de escritório para o jornal dentro do prédio principal da ONU. Convivi com diplomatas e funcionários públicos mundiais por algum tempo. Ineficiência e inutilidade são as duas palavras que me ocorrem para definir o que presenciei de perto.

Paulo Francis, meu chefe à época em Nova York , desdenhava a ONU de maneira ferina. "É um cabide de empregos para vagabundos desfilarem de sarongue para cima e para baixo", dizia ele. Descontado o preconceito, Francis tinha uma certa razão.

Lembrei-me disso ontem ao assistir ao discurso da presidente Dilma Rousseff na ONU. Ela falou contra a espionagem dos EUA no Brasil. Anunciou "propostas para o estabelecimento de um marco civil multilateral para a governança e uso da internet" em nível mundial visando a "uma efetiva proteção dos dados".

Quase tive um ataque de narcolepsia só de pensar em como tramitaria tal ideia dentro da ONU. A chance de algo efetivo prosperar ali dentro é menor do que zero.

Dilma faria melhor se buscasse equipar o Brasil contra ataques cibernéticos. A presidente faz o oposto. Engavetou um projeto de Política Nacional de Inteligência, que cria diretrizes para o Estado brasileiro se prevenir contra ações de espionagem. O texto está pronto e parado, no Planalto, desde novembro de 2010.

É mais fácil ler um discurso feito pelo marqueteiro no teleprompter na ONU do que trabalhar duro em casa. Para azar de Dilma, é possível perceber a distância entre o que ela fala e o que, de fato, faz.


*Texto do artigo A baboseira na ONU de FERNANDO RODRIGUES na FOLHA DE SP 

Governo é contra 10% da receita da União para a saúde, diz ministra.

Em debate nesta quinta-feira no Senado, a ministra Miriam Belchior (Planejamento) disse que o governo é contra a proposta de repasse de 10% da receita bruta da União para a área da saúde. Apesar de tramitar no Legislativo projeto de iniciativa popular com esse objetivo, a ministra afirmou que o Executivo não tem recursos para financiar a proposta.

Belchior apresentou aos senadores planilhas com gastos e despesas do governo federal na tentativa de demonstrar que não há recursos para a aprovação do projeto. Segundo a ministra, o repasse dos 10% da receita bruta para a saúde vai gerar despesa de R$ 39 bilhões --mas o governo só tem R$ 36 bilhões para gastos em todos os seus ministérios e políticas públicas.

*GABRIELA GUERREIRO - DE BRASÍLIA - NA FOLHA.

Primeira medida do novo procurador-geral da República: mais mordomia para os colegas.


 (Foto: Sérgio Lima / Folhapress)
O novo procurador-geral da República, Rodrigo Janot: privilégios para os seus
Um dia após tomar posse, o novo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, garantiu a seus colegas de carreira o direito de viajar ao exterior em classe executiva, espaço com mais conforto aos passageiros nas aeronaves.
A medida foi publicada no Diário Oficial da União na semana passada e diferencia os procuradores dos demais servidores do órgão.
Na maioria dos casos, os funcionários comuns terão direito a viajar de classe econômica, enquanto que os procuradores, de executiva.
Mesmo declarando que nunca viajou para o exterior, o subprocurador-geral da República Brasilino Santos defendeu a possibilidade dos integrantes da categoria de voarem em classe executiva.
Ele comparou a situação de um procurador com a de um ministro de Estado. “Ou é procurador da República ou é descamisado. Tem que separar as coisas”, afirmou Santos, ao destacar que a medida visa a proteger a “dignidade” da função. Ele lembrou que procuradores têm direito a passaporte diplomático.
A portaria, que entra em vigor a partir de 1.º de outubro, contempla procuradores de todos os ramos da União, como o da Justiça do Trabalho e da Justiça Militar.
*Por Ricardo Brito e Andreza Matais, do jornal O Estado de S. Paulo

Mais inutilidades aprovadas pelo TSE.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou nesta terça-feira (24) por maioria - quatro votos a três - a criação do partido Solidariedade, liderado pelo deputado federal Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força (SP), que estava no PDTTrata-se do 32º partido político do país. Mais cedo, o tribunal já havia aprovado a criação de outra nova legenda, o Partido Republicano da Ordem Social (PROS).

terça-feira, 24 de setembro de 2013

O jocoso bolivarianismo lulopetista.

Bem ao exemplo do lulopetismo, que por pura incapacidade costuma mentir, injuriar e criar factóides, o ditadorzinho da Venezuela, Maduro, resolveu acusar em rede de rádio e televisão, o seu principal opositor, Henrique Capriles, de sabotar o país escondendo o papel higiênico... 
Imaginem só: "Esconder papel higiênico!"...E ele fala sério, assim como disse ter falado com Chávez através de um passarinho...
A verdade é que há uma incrível e grave crise de desabastecimento na Venezuela, contraditóriamente, dona da maior reserva de petróleo do planeta.
Lá faltam produtos triviais como café, leite em pó, leite tipo C, produtos de trigo, manteiga, açúcar e... papel higiênico.
E só não venham me dizer que há boicote contra o novo reduto do socialismo bolivariano. É pura incapacidade de gestão e burrice. Algo muito típico aos comunistas.

A censura petista na internet.

Plano de isolar a internet do Brasil não é um erro, é burrice, pois as redes sem barreiras nem fronteiras dependem de tecnologias pulverizadas por todo o Planeta que funcionam de forma integrada. 

Alem disso, se fosse possível isolar o Brasil, o cidadão tupiniquim ficaria a merce da espionagem petista exclusive, o que seria muito pior!

Roubalheira no Ministério do Trabalho.


   Uma quadrilha de funcionários de conluio com uma ONG agia dentro do Ministério do Trabalho, bem nas barbas do Ministro. Alguns trabalhavam no gabinete dele. Desviram R$ 400 milhões nos últimos anos.
   Esse escândalo não é novo. Vem do tempo em que Carlos Lupi , do PDT, era ministro. A presidente Dilma, quando foi descoberta a roubalheira do nosso dinheiro, relutou em demitir o ministro, por razões partidárias, e só o fez devido às pressões da opinião pública inconformada com a bandalheira.
   Carlos Lupi saiu, mas, para substituí-lo, foi designado Manoel Dias, também do PDT. Um político ligado ao Lupi e indicado por ele. Em outros termos: Dilma trocou seis por meia dúzia. E a roubalheira continuou.
   
Desta vez, porém, a Polícia Federal entrou em cena. A bandalheira da ONG, que leva o nome de Instituto Mundial de Desenvolvimento e Cidadania, veio a público. Mesmo com a prisão de funcionários e afastamento de seus auxiliares diretos, o ministro diz que não renuncia e a presidente, por sua vez, promete mantê-lo no cargo. Certamente cedendo às ameaças que ele fez, pois já disse que, se for demitido pela presidente  Dilma, vai sair atirando.
     A presidente  nada fez até agora para mudar esse quadro. Não quer perder o apoio do PDT no ano que vem. Essa atitude equivale a conivência com a bandalheira, pois, se o ministro sabia desta e de outrras bandalheiras, que promete revelar agora, e nada fez para acabar com elas, é responsável  pela corrupção no Ministério do Trabalho e o lugar dele é rua. Para não dizer prisão.
     Deveria ter sido demitido quando o escândalo foi denunciado!

É agir, antes que seja tarde.

Os alertas perdidos
A História é prodiga em alertar os incautos.
Quantas vezes já recebemos a mensagem que nos detalha como prender “porcos selvagens”?
Quantas vezes recebemos o aviso que “um dia fizeram isto ou aquilo nos outros”?“Que colheram as rosas no jardim de um vizinho”? “Que mandaram para a prisão sem julgamento um conhecido de bom coração”, e assim, por diante e nada fizemos. Absolutamente nada?
Vamos protelando qualquer medida e o menor sinal de insatisfação contra a injustiça que nos cerca, não levamos em conta
Tudo bem, até que um dia a injustiça cairá sobre a nossa cabeça.
Infelizmente, a toda hora recebemos alertas, são as barbaridades e as medidas tirânicas que nos cercam e nada fazemos. Muitos nem reclamam, como se estivessem vacinados contra as coisas ruins que nos afligem.
Existe uma predisposição masoquista de suportar as mais terríveis patifarias.
É impressionante o caso dos médicos, cubanos ou não, foi decidido violentar aConstituição e os dispositivos legais, e não existe força no universo que poderá barrar a ordem do desgoverno, por mais sem mérito que ela seja.
As pretensas motivações não resistem aos argumentos do contra.
Este é apenas um pequeno alerta de que a cada dia mais estaremos subordinados aos mandos e desmandos, tudo em geral sob a capa de uma ilegalidade institucionalizada.
É incrível como a massa popular aquinhoada com bolsas de toda a ordem, queda - se inerme, e permite que os porcos selvagens sejam domesticados e o canteiro dos outros seja enxovalhado, e se coloca às margens das patifarias, como se tudo ocorresse alhures, em outro País, em outra dimensão.
Esta incauta gente assiste à aceitação dos embargos infringentes sem a menor compostura, e não vê que o seu verdadeiro significado é a deturpação nojenta dos três poderes, que deveriam ser independentes, mas que em conluio armam - se para o exercício boçal de submeter uma população sem o menor senso de justiça.
Até quando viveremos sob uma frágil redoma que será estraçalhada quando o seu usuário tornar - se incômodo?
Como suportamos o desvirtuamento dos recursos elevados, espoliados dos nossos bolsos e que são doados para as bolsas em troca de votos?
Como assistimos impassíveis às doações para governos aplaudidos pelo Foro de São Paulo? Como admitimos o perdão de dívidas de governos africanos? Em geral tirânicos?
O Brasil sela acordos com laços intensos com países da África, que em troca recebem de braços abertos as grandes empresas nacionais, que lá fazem obras faraônicas com duplo retorno: recebem o financiamento pelo BNDES e em contrapartida concedem o pró - labore financeiro para as campanhas eleitoreiras de seus benfeitores.
É impressionante como descem pelas nossas ventas a idolatria pela falida Cuba e pelos “países bolivarianos”, e recrudesce uma onda de antiamericanismo que apregoam lavar a honra do País.
COM O PT NO GOVERNO, O BRASIL NÃO PRECISA DE INIMIGOS.
Conhecimento é poder e todas as nações têm ou deveriam ter seus serviços de inteligência ou pelo menos de contra - inteligência.
No Brasil, quem não recorda de que a inteligência obtida através das informações e de sua análise foi enterrada pelo ex – presidente Collor, quando assumiu o governo e, por revanchismo, extinguiu o SNI e que o PT, graças ao seu tremendo acesso na mídia, vilipendiou os brasileiros que labutavam na área e que foram alcunhados e desmoralizados como “arapongas”.
Sim, os alertas são contínuos, explícitos e a todos renegamos.
Por tudo, nos próximos anos quando formos buscar os culpados, por favor, tenhamos vergonha, e arrependidos confessemos, “eu fui conivente, eu fui alertado e nada fiz, por isso, mereço a M... em que me meti e ao meu País”.
Brasília, DF, 23 de setembro de 2013

Gen. Bda Rfm Valmir Fonseca Azevedo Pereira

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Racismo asqueroso comprova: o petismo é puro nazismo disfarçado.

ESCALADA DA VIOLÊNCIA E RACISMO ASQUEROSO – “Blog da Dilma” ataca Joaquim Barbosa e associa imagem do presidente do Supremo à de um macaco. A imagem está no ar há quatro dias. Tanto o Planalto como os movimentos negros estão mudos.

Leitores enviaram o link. Custei a acreditar. Mesmo tendo acessado a página, pensei em alguma forma de molecagem, feita à revelia dos organizadores do blog. Mas quê! Era tudo verdade. Um troço chamado “Blog da Dilma”, que se intitula “O maior portal da Dilma Rousseff na Internet”, tinha feito mesmo o que se vê abaixo: uma montagem em que a imagem do presidente do Supremo, Joaquim Barbosa, aparece associada à de um macaco. Vejam imagem da página, com a respectiva URL. Volto em seguida.
O texto reproduz, com todas as crases, um post do site petista “247”, que traz uma opinião — positiva, é claro! — de Luiz Eduardo Greenhalgh sobre o voto de Celso de Mello. O “Blog da Dilma”, no entanto, não se contentou com a simples reprodução porque, sei lá, talvez tenha achado que ainda era pouco, que faltava picardia à coisa. E teve, então, uma ideia: por que não compor a imagem de Joaquim Barbosa com a de um chimpanzé?
Os limpinhos e os sujos
É impressionante o que se verificou neste fim de semana. A Folha traz uma entrevista do dito “direitista” Ives Gandra (ainda volto a ele) assegurando que não há provas contra José Dirceu. No Estadão, o mensaleiro condenado João Paulo Cunha afirma que Barbosa fala “bobagem” e que quer sentar em sua cadeira; na TV Folha, o advogado de Dirceu diz o que pensa do julgamento (adivinhem o quê…); na Folha Online, outro professor da USP faz considerações que tentam minimizar a importância do julgamento, critica a transmissão ao vivo das sessões do Supremo e aproveita a oportunidade para atacar, claro!, Gilmar Mendes.
Não obstante, os petistas propagam aos quatro ventos que a “mídia” persegue o partido e seus líderes. Sabem que a acusação surte efeito. Parte considerável da imprensa tenta, então, provar aos críticos que eles estão errados; torna-se sia refém. Alguém da legenda grita: “Do mensalão mineiro, ninguém fala nada!!!” Pronto! O assunto já entra na pauta. Até as autoridades se sentem compelidas a provar ao STPT — o Supremo Tribunal do Partido dos Trabalhadores — que são isentas. Rodrigo Janot, como vimos, em entrevista ao Estadão, afirmou que “pau que dá em Chico dá no Francisco”, antecipando, parece, o conteúdo do seu trabalho. Escrevi a respeito dessa declaração infeliz de Janot.
A esgotosfera
Observem que a onipresença dos defensores de mensaleiros na imprensa, neste fim de semana, é apenas a face mais “limpinha” do jogo pesado. A sujeira fica por conta de páginas como o tal “Blog da Dilma”, que foi criado durante a campanha eleitoral. O Planalto sempre pode alegar que não tem nada com isso, que o nome da presidente está sendo usado sem sua autorização etc. É mesmo? E por que, então, a soberana não manda que parem de fazer isso?
Eles não têm mesmo limites. O linchamento a que foram submetidas cinco atrizes — Carol Castro, Rosamaria Murtinho, Nathalia Timberg, Suzana Vieira e Bárbara Paz — porque ousaram posar de negro, como sinal de luto pelos seis votos do STF em favor dos infringentes evidenciou quão organizada é a máquina. E olhem que a campanha eleitoral nem começou ainda.
Os sujos acusam a “mídia” — que eles dizem ser antipetista (este fim de semana demonstra que essa é outra mentira escandalosa; ao contrário, no geral, ela é favorável ao PT) — de destruir reputações ao apenas noticiar o que está em curso. O caso das atrizes e, agora, de Barbosa evidencia quem recorre a esse expediente. A verdade é que os criminosos decidiram disputar a opinião pública com os defensores da lei.
Racismo escancarado
Todos sabem que uma das expressões mais estúpidas do preconceito contra os negros é associá-los a macacos. Não há leitura alternativa para isso. Obviamente, não se trata de uma peça de humor. O cantor Alexandre Pires teve problemas com o Ministério Púbico por causa de um videoclipe em que alguns dançarinos caracterizados de gorilas eram exibidos como símbolo de vigor sexual. Não entro no mérito estético da coisa, mas é evidente que não se procurava associar a cor da pele aos animais.
Mas e o que se vê acima? O que se pretende com aquela montagem? Ainda que seu autor fosse um petista negro, o caráter racista não se dissiparia porque é evidente que a montagem estaria a açular o racismo que anda por aí. Até agora, os movimentos negros, PARA NÃO VARIAR QUANDO SE TRATA DE MANIFESTAÇÃO PRECONCEITUOSA ORIUNDA DA ESQUERDA, não disse uma palavra. O Planalto e Dilma também estão de bico fechado. A governanta, aliás, permite que seu nome seja usado nessa página para as piores barbaridades.
O pelotão de fuzilamento do petismo não perdoa a reputação de ninguém: tenta matar mesmo. E conta com uma rede gigantesca para isso, parte dela financiada por estatais e por gestões petistas municipais e estaduais. A Prefeitura de São Paulo, na gestão de Fernando Haddad, diga-se, tornou-se uma notória financiadora de blogs sujos a serviço de mensaleiros. Dá para entender porque tanta gente, de súbito, passou a questionar o crime de formação de quadrilha.
*Texto por Reinaldo Azevedo

Maduro, sob pressão da crise, das dúvidas e da dívida.



 

El Presidente de Venezuela, Nicolás Maduro, habla en un acto en Caracas el 11 de septiembre pasado.
O Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, discursa num ato em Caracas em 11 de setembro último. MIGUEL GUTIERREZ / EFE
Apesar de contar ainda com uma significativa renda petroleira e com o controle quase absoluto dos poderes do estado venezuelano, a liderança de Nicolás Maduro não consegue impedir que a chamada “Revolução Bolivariana” comece a fazer água, com níveis de impopularidade que já superam os 60 por cento, além dos atritos internos que ameaçam a integridade estrutural do regime imposto à população por via do contumaz aproveitamento político das fraquezas institucionais da antes florescente democracia na Venezuela.

Dizem os entendidos que o ex-motorista de ônibus e pelego sindical Maduro perdeu o ‘capital político’ acumulado pelo falecido presidente Hugo Chávez de forma impressionante, numa hora em que a crise econômica e sua escassez cada vez mais aguda de produtos básicos de consumo é grave e acentua a hostilidade venezuelana fortemente convencida de que ele está no poder de forma ilegal por haver fraudado o resultados das eleições e, mesmo assim, ter vencido Capriles por uma diferença desprezível de 300 mil votos e por não admitir uma auditoria externa na contagem desses votos.
Tudo isso faz com que o regime seja suspeito de se caminhar para uma ditadura – que, na prática já é – declarada pelas dúvidas que suscita entre os diferentes setores do chavezismo sobre a sua capacidade de manter em progressão o projeto bolivariano.
Um professor de Relações Internacionais da Universidade de Boston, Carlos Blanco, afirmou que “a deterioração do apoio político a Maduro é realmente impressionante, e ele não tem conseguido conservar a liderança que Chávez, embora fragilizado pela doença nos últimos tempos a mantinha incólume. Trata-se de algo evidente inclusive dentro das próprias hostes chavezistas, que atuam sabendo que já têm seus dias contados”, enfatizou o professor latino. “Já estão funcionando com perspectivas de muito curto prazo, numa espécie de ‘operação de sobrevivência’. O barco bolivariano está fazendo água por todos os lados”, assinalou.
A queda de popularidade do atual governante venezuelano está sendo mostrada pela quase totalidade das enquetes, inclusive as conduzidas pelos institutos controlados pelo governo que apresentam resultados muito parecidos com os independentes, chamados pelo regime como sendo “de oposição”.
A mais recente delas, elaborada pela firma “Alfredo Keller y Asociados”, mostrou que a oposição continua a se consolidar na maior parte do país, com níveis de aceitação de 42 por cento, ao passo que o chavezismo continua a se deteriorar, situando-se em 34 por cento de aprovação.
Tal pesquisa mostra, do mesmo modo, que o pessimismo dos venezuelanos quanto ao futuro do país, aumentou de 53 para 61 por cento, considerando-se que a situação em geral vai de mal a pior e que apenas 39 por cento considera que o país vai bem ou está melhorando. De qualquer modo, a Venezuela continua a ser um país amplamente dividido, mas que apresenta um franco deslocamento do ponto de divisão em favor da oposição.
Quando Hugo Chávez ainda estava vivo, no ano passado, essa tendência era inversa, com o otimismo superando o pessimismo em mais de 15 pontos percentuais. Hoje a coisa virou numa guinada de mais de 180 graus, com um índice de rejeição à Maduro e ao bolivarianismo que se situa em 54 a 43 por cento, com uma tendência de aumentar essa diferença de modo marcante a continuar as medidas autoritárias de Caracas, principalmente as econômicas e a persistir a imensa falta de segurança pública e violência criminal tratada com condescendência e ineficiência pelo poder.
Há enquetes que situam a desaprovação a Maduro e ao regime em mais de 60 por cento, enquanto os entendidos dizem que Maduro e seu regime muito próximo a uma ditadura semelhante à de Cuba estão sendo atingidos de forma dura pela crise econômica que arrasa o país, a qual, no entanto, foi causada pelas decisões socialistas de Chávez, e que Maduro, agora, ao continuar a adotar medidas na linha chavezista, está pagando o preço do custo político dos desacertos de ambos. Tudo isso agravado agora pelo fato de Maduro não ter um décimo da liderança populista e o carisma demagogo que seu antecessor possuía perante as massas ignaras.
As pessoas hoje responsabilizam Maduro pela ‘gestão desastrosa’, o que não ocorria com Chávez, que tinha a habilidade dos caudilhos de despejar um monte de mentiras bem articuladas sobre uma população mal politizada e de baixíssima escolaridade, que se mostrava “hipnotizada” por seu mandatário. Com Chávez a estória sempre foi a de jogar a culpa dos maus resultados em seus ministros e colaboradores, a quem os substituía situando-os em cargos que, na maioria das vezes, era mais uma promoção do que uma punição. Já viu esse filme, aqui no Brasil?
“Pois é, mas, agora, quem está sendo imputado é o próprio Maduro”, comentou o assessor político governista Orlando Viera Blanco.
*FRANCISCO VIANNA (com agência de notícias espanhola EFE)

domingo, 22 de setembro de 2013

Desde 1500, o embargo infringente jamais premiou com um novo julgamento nem livrou da cadeia um único brasileiro pobre.

Durante mais de duas horas, o ministro Celso de Mello ensinou, com a segurança de instituto de pesquisa, que os embargos infringentes teriam de ser examinados pelo Supremo Tribunal Federal porque “ninguém, absolutamente ninguém pode ser privado do direito de defesa”. 

Se prevalecesse a tese defendida por Joaquim Barbosa, Gilmar Mendes, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Marco Aurélio, “estar-se-ia a negar a acusados o direito fundamental a um julgamento justo”, caprichou na mesóclise o decano do STF.

Quem acreditou no latinório do ministro decerto imagina que o escândalo do mensalão foi descoberto há oito dias, não há oito anos. Ou que os advogados dos quadrilheiros, contratados por alguns milhões de reais, foram impedidos de ativar desde 2007 a usina de álibis, chicanas, manobras protelatórias, espertezas legais,  pressões criminosas e notícias plantadas na imprensa, fora o resto. Pelo que disse Celso de Mello, pode-se concluir que o processo que se arrasta há seis anos teria de ser anulado caso rejeitasse o recurso com nome de produto de limpeza.
Para desmontar a conversa fiada, bastam duas constatações. Primeira: de acordo com a Constituição, todos são iguais perante a lei. Segunda: desde o Descobrimento, não se sabe de um único e escasso condenado pobre, sem dinheiro para bacharéis dolarizados, que conseguiu com embargos infringentes ser julgado de novo pelo mesmo tribunal e livrar-se da cadeia.