sábado, 4 de janeiro de 2014

Chegou a hora da verdade! Tremam, mentirosos!


REPORTAGEM-BOMBA DE 'VEJA' REVELA AS MARCAS DA MENTIRA E OFERECE UM TESTE PARA DESCOBRIR QUEM SÃO OS MENTIROSOS!


E a revista Veja inicia o ano de 2014 com o pé direito, o que já é um alento, mantendo-se equidistante da ditadura do pensamento politicamente correto. A primeira reportagem-bomba do ano tem uma chamada muito sugestiva: As Marcas da Mentira e, de quebra, traz uma ferramenta de inestimável aplicação neste tempos de lulismo: um teste que permite a identificação de um mentiroso na política e na vida pessoal.

Mas o conteúdo de Veja não se restringe apenas a isso. Revela também a "guerra psicológica" engendrada no DIP (Departamento de Imprensa e Propaganda) sob a direção do baiano João Santana, o ventríloquo da Dilma. 

Tanto é que a "presidenta" de repente passou a usar um conceito da ditadura militar para explicar a fragilidade da economia brasileira. E, como um fantoche gesticula muito, fala pelos cotovelos embora continue a ter dificuldades de memorizar os textos produzidos por Santana.

Entretanto, Veja fez um exercício hermenêutico e conseguiu captar o que afinal o seu discurso cheio de tropeços e estranhos conceitos quer realmente dizer. Trata-se se dúvida dos primeiros ensaios para deixar Dilma "afiada" para a campanha eleitoral deste ano.

É claro que não faltará o "arranca-rabo" de classes como ironiza acertadamente o jornalista Reinaldo Azevedo. 

É hora portando de utilizar o "Teste da Mentira" que Veja em boa hora anexa à reportagem-bomba. Este ano de 2014 promete ferver. Quem viver, verá!

E nada melhor do que começar o ano munido de informações exclusivas que só a maior e melhor revista brasileira oferece aos seus leitores. 

O livro de Tuma Junior.

Tuma Jr. revela os detalhes do estado policial petista. Partido usa o governo para divulgar dossiês apócrifos e perseguir adversários. Caso dos trens em SP estava na lista. Ele tem documentos e quer falar no Congresso. Mais: diz que Lula foi informante da ditadura, e o contato era seu pai, então chefe do Dops.

Romeu Tuma Júnior conta como funciona o estado policial petista
Romeu Tuma Junior conta como funciona o estado policial petista
O “estado policial petista” não é uma invenção de paranoicos, de antipetistas militantes, de reacionários que babam na gravata dos privilégios e que atuam contra os interesses do povo. Não! O “estado policial petista” reúne as características de todas as máquinas de perseguição e difamação do gênero: o grupo que está no poder se apropria dos aparelhos institucionais de investigação de crimes e de repressão ao malfeito — que, nas democracias, estão submetidos aos limites da lei — e os coloca a seu próprio serviço. A estrutura estatal passa a servir, então, à perseguição dos adversários. Querem um exemplo? Vejam o que se passa com a apuração da eventual formação de cartel na compra de trens para a CPTM e o metrô em São Paulo. A questão não só pode como deve ser investigada, mas não do modo como estão agindo o Cade e a PF, sob o comando de José Eduardo Cardozo, ministro da Justiça. As sentenças condenatórias estão sendo expedidas por intermédio de vazamentos para a imprensa. Pior: as mesmas empresas investigadas em São Paulo se ocuparam das mesmas práticas na relação com o governo federal. Nesse caso, não há investigação nenhuma. Escrevi a respeito nesta sexta.
Quando se anuncia que o PT criou um estado policial, convenham, não se está a dizer nenhuma novidade. Nunca, no entanto, alguém que conhece por dentro a máquina do governo havia tido a coragem de vir a público para relatar em detalhes como funciona o esquema. Romeu Tuma Junior, filho de Romeu Tuma e secretário nacional de Justiça do governo Lula entre 2007 e 2010, rompe o silêncio e conta tudo no livro “Assassinato de Reputações – Um Crime de Estado”, publicado pela Editora Topbooks (557 págs., R$ 69.90). O trabalho resulta de um depoimento prestado ao longo de dois anos ao jornalista Cláudio Tognolli. O que vai ali é de assustar. Segundo Tuma Junior, a máquina petista:
1: produz e manda investigar dossiês apócrifos contra adversários políticos;
2: procura proteger os aliados.
O livro tem um teor explosivo sobre o presente e o passado recente do Brasil, mas também sobre uma história um pouco mais antiga. O delegado assegura que o sindicalista Luiz Inácio Lula da Silva — que nunca negou ter uma relação de amizade com Romeu Tuma — foi informante da ditadura. A VEJA desta semana traz uma reportagem sobre o livro e uma entrevista com o ex-secretário nacional da Justiça. Ele estava lá. Ele viu. Ele tem documentos e diz que está disposto a falar a respeito no Congresso. O delegado é explícito: Tarso Genro, então ministro da Justiça, o pressionou a divulgar dados de dossiês apócrifos contra tucanos. Mais: diz que a pressão vinha de todo lado, também da Casa Civil. A titular da pasta era a agora presidente da República, Dilma Rousseff.
Segue um trecho da reportagem de Robson Bonin na VEJA desta semana. Volto depois.
(…)
Durante três anos, o delegado de polícia Romeu Tuma Junior conviveu diariamente com as pressões de comandar essa estrutura, cuja mais delicada tarefa era coordenar as equipes para rastrear e recuperar no exterior dinheiro desviado por políticos e empresários corruptos. Pela natureza de suas atividades, Tuma ouviu confidências e teve contato com alguns dos segredos mais bem guardados do país, mas também experimentou um outro lado do poder — um lado sem escrúpulos, sem lei, no qual o governo é usado para proteger os amigos e triturar aqueles que sio considerados inimigos.
(…)
Segundo o ex-secretário, a máquina de moer reputações seguia um padrão. O Ministério da Justiça recebia um documento apócrifo, um dossiê ou um informe qualquer sobre a existência de conta secreta no exterior em nome do inimigo a ser destruído. A ordem era abrir imediatamente uma investigação oficial. Depois, alguém dava urna dica sobre o caso a um jornalista. A divulgação se encarregava de cumprir o resto da missão. Instado a se explicar, o ministério confirmava que, de fato, a investigação existia, mas dizia que ela era sigilosa e ele não poderia fornecer os detalhes. O investigado”, é claro, negava tudo. Em situações assim, culpados e inocentes sempre agem da mesma forma. 0 estrago, porém, já estará feito.
No livro, o autor apresenta documentos inéditos de alguns casos emblemáticos desse modus operandi que ele reuniu para comprovar a existência de uma “fábrica de dossiês” no coração do Ministério da Justiça. Uma das primeiras vítimas dessa engrenagem foi o governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB). Senador época dos fatos, Perillo entrou na mira do petismo quando revelou a imprensa que tinha avisado Lula da existência do mensalão. 0 autor conta que em 2010 o então ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto, entregou em suas mãos um dossiê apócrifo sobre contas no exterior do tucano. As ordens eram expressas: Tuma deveria abrir urna investigação formal. 0 trabalho contra Perillo, revela o autor, havia sido encomendado por Gilberto Carvalho, então chefe de gabinete do presidente Lula. Contrariado, Tuma Junior refutou a “missão” e ainda denunciou o caso ao Senado. Esse ato, diz o livro, foi o primeiro passo do autor para o cadafalso no governo, mas não impediu novas investidas.
(…)
Celso Daniel, trens, mensalão…
Vejam o que vai acima em destaque. Qualquer semelhança com os casos Alstom e Siemens, em São Paulo, não é mera coincidência. O livro traz revelações perturbadoras sobre:
a: o caso do cartel de trens em São Paulo:
b: o dossiê para incriminar Perillo;
c: o dossiê para incriminar Tasso Jereissati (com pressão de Aloizio Mercadante);
d: a armação para manchar a reputação de Ruth Cardozo;
e: o assassinato do petista Celso Daniel, prefeito de Santo André;
f: o grampo no STF (todos os ministros foram grampeados, diz Tuma Junior);
g: a conta do mensalão nas Ilhas Cayman…
Tuma - grampo Gilmar
E muito mais. Tuma Júnior está com documentos. Tuma Junior quer falar no Congresso. Tuma Junior tem de ser ouvido. Abaixo, seguem trechos de sua entrevista à VEJA.
(…)
Por que Assassinato de Reputações?
Durante todo o tempo em que estive na Secretaria Nacional de Justiça, recebi ordens para produzir e esquentar dossiês contra uma lista inteira de adversários do governo. 0 PT do Lula age assim. Persegue seus inimigos da maneira mais sórdida. Mas sempre me recusei. (…) Havia uma fábrica de dossiês no governo. Sempre refutei essa prática e mandei apurar a origem de todos os dossiês fajutos que chegaram até mim. Por causa disso, virei vítima dessa mesma máquina de difamação. Assassinaram minha reputação. Mas eu sempre digo: não se vira uma página em branco na vida. Meu bem mais valioso é a minha honra.
De onde vinham as ordens para atacar os adversários do PT?
Do Palácio do Planalto, da Casa Civil, do próprio Ministério da Justiça… No livro, conto tudo isso em detalhes, com nomes, datas e documentos. Recebi dossiês de parlamentares, de ministros e assessores petistas que hoje são figuras importantes no atual governo. Conto isso para revelar o motivo de terem me tirado da função, por meio de ataque cerrado a minha reputação, o que foi feito de forma sórdida. Tudo apenas porque não concordei com o modus operandi petista e mandei apurar o que de irregular e ilegal encontrei.
(…)
O Cade era um dos instrumentos da fábrica de dossiês?
Conto isso no livro em detalhes. Desde 2008, o PT queria que eu vazasse os documentos enviados pela Suíça para atingir os tucanos na eleição municipal. O ministro da Justiça, Tarso Genro, me pressionava pessoalmente para deixar isso vazar para a imprensa. Deputados petistas também queriam ver os dados na mídia. Não dei os nomes no livro porque quero ver se eles vão ter coragem de negar.
O senhor é afirmativo quando fala do caso Celso Daniel. Diz que militantes do partido estão envolvidos no crime.
Aquilo foi um crime de encomenda. Não tenho nenhuma dúvida. Os empresários que pagavam propina ao PT em Santo André e não queriam matar, mas assumiram claramente esse risco. Era para ser um sequestro, mas virou homicídio.
(…)
O senhor também diz no livro que descobriu a conta do mensalão no exterior.
Eu descobri a conta do mensalão nas Ilhas Cayman, mas o governo e a Polícia Federal não quiseram investigar. Quando entrei no DRCI, encontrei engavetado um pedido de cooperação internacional do governo brasileiro às Ilhas Cayman para apurar a existência de uma conta do José Dirceu no Caribe. Nesse pedido, o governo solicitava informações sobre a conta não para investigar o mensalão, mas para provar que o Dirceu tinha sido vítima de calúnia, porque a VEJA tinha publicado uma lista do Daniel Dantas com contas dos petistas no exterior. O que o governo não esperava é que Cayman respondesse confirmando a possibilidade de existência da conta. Quer dizer: a autoridade de Cayman fala que está disposta a cooperar e aí o governo brasileiro recua? É um absurdo.
(…)
O senhor afirma no livro que o ex-presidente Lula foi informante da ditadura. É uma acusação muito grave.
Não considero uma acusação. Quero deixar isso bem claro. O que conto no livro é o que vivi no Dops. Eu era investigador subordinado ao meu pai e vivi tudo isso. Eu e o Lula vivemos juntos esse momento. Ninguém me contou. Eu vi o Lula dormir no sofá da sala do meu pai. Presenciei tudo. Conto esses fatos agora até para demonstrar que a confiança que o presidente tinha em mim no governo, quando me nomeou secretário nacional de Justiça, não vinha do nada. Era de muito tempo. 0 Lula era informante do meu pai no Dops (veja o quadro ao lado).
O senhor tem provas disso?
Não excluo a possibilidade de algum relatório do Dops da época registrar informações atribuídas a um certo informante de codinome Barba.
(…)
Tuma imagem mensalão
Encerro
Encerro por ora. É claro que ainda voltarei ao tema. Tuma Junior estava lá dentro. Tuma Junior viu e ouviu. O deputado Ronaldo Caiado (DEM-GO) quer que o delegado preste depoimento à Câmara sobre o que sabe.
O estado policial petista tem de parar. E parte da imprensa precisa deixar de ser o seu braço operativo.
*Por Reinaldo Azevedo

Porque hoje é Sábado, uma bela mulher.

A bela atleta russa MARIA SHARAPOVA

Desembargador causa constrangimento em loja.

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Desembargador Dilermando Mota causando o maior constrangimento na Mercatto por conta de gelo.

Em uma das mesas encontra-se o desembargador Dilermano Mota, futuro presidente do TRE (Tribunal regional Eleitoral), juntamente com sua família e amigos. O filho do magistrado pede água, e o mesmo, gelo.
Aparentemente o garçom não ouviu quando ele pediu gelo, e o mesmo foi atrás do garçom e disse que se não tivesse gelo ele iria quebrar a cara dele.
Um dos clientes tomou as dores e foi defender o garçom, ai a confusão começou...na frente de todos, o desembargador dá um show de autoritarismo, falta de educação, falta de respeito ao próximo e outros requisitos que são indispensáveis a um cidadão e fundamentais a um membro da Justiça.

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Desvios no Bolsa Família chegam a R$ 318 milhões por ano.

Valor é referente a um ano; auditoria do TCU revela que donos de carros, políticos e mortos estão entre os beneficiários. Segundo o Ministério do Desenvolvimento Social, família pode ter patrimônio elevado, mas preencher os critérios estabelecidos. 
Uma família de Sergipe declarou ter renda mensal de R$ 35 por pessoa da família e se credenciou a receber R$ 94 por mês do Bolsa Família, mas foi flagrada por uma auditoria do TCU (Tribunal de Contas da União) como proprietária de sete caminhões avaliados em R$ 756.467. Em outra família, beneficiária do programa em São Paulo, um dos integrantes aparece como dono de motocicleta importada, modelo 2007.
Esses foram alguns dos casos contados no relatório aprovado ontem pelo TCU sobre o mais importante programa de transferência de renda do governo federal, que pagará R$ 11,4 bilhões neste ano em benefícios entre R$ 20 e R$ 182 a mais de 11 milhões de famílias.
Entre os beneficiários do Bolsa Família, que só podem ter renda até R$ 137 mensais por pessoa da família, o TCU flagrou milhares de proprietários de veículos, políticos, pessoas com renda acima do limite e até mortos, além de indícios de pagamentos em duplicidade. O combate às supostas fraudes poderiam fazer o governo economizar o equivalente a 3,4% da folha mensal de pagamentos do programa ou cerca de R$ 318 milhões no período de um ano.
Ao cruzar a lista de beneficiários com os cadastros do Renavam (Registro Nacional de Veículos Automotores), auditores identificaram mais de 106 mil famílias proprietárias de carros acima de R$ 4.000, critério considerado "conservador" pelo tribunal. Entre os veículos identificados, há 713 avaliados em mais de R$ 100 mil.
O tribunal não divulga os nomes dos beneficiários relacionados aos indícios de fraude. Se comprovada, as famílias são excluídas do programa, e é aberto um processo administrativo para a devolução do dinheiro recebido indevidamente.
O Ministério do Desenvolvimento Social, responsável pela gestão do Bolsa Família, ponderou que uma família pode ter patrimônio elevado e, ainda assim, preencher os critérios de renda do programa.
"Patrimônio é um bem utilizável ou não dotado de valor monetário, e não é computado como rendimento financeiro para o orçamento", justificou o ministério, que também levantou a possibilidade de os carros serem "herança ou doação" e de os beneficiários terem tido seus nomes usados de forma fraudulenta, como "laranjas".
Políticos
O TCU também cruzou a lista de beneficiários do Bolsa Família com a relação de políticos eleitos e seus suplentes nas eleições de 2004 e 2006.
O cruzamento revelou a existência de 20.601 políticos que recebem Bolsa Família, a maioria deles na categoria dos extremamente pobres. Na folha de pagamentos de um mês, fevereiro de 2008, os políticos receberam R$ 1,6 milhão.
"Tal situação compromete a eficácia do programa, na medida em que ocorre o pagamento de benefícios a famílias fora do público-alvo pretendido e, consequentemente, a não assistência a famílias desse público", registra a auditoria. O TCU cobra maior controle do acesso ao programa, baseado na renda declarada pelo interessado.
O tribunal identificou 1,1 milhão de famílias com indícios de renda acima do permitido. Elas receberam mais de R$ 65 milhões na folha de fevereiro de 2008. Consideradas só as entrevistadas em 2007, o TCU identificou mais de 195 mil com indícios de omissão de renda.
O cruzamento com o Sisobi (Sistema Informatizado de Controle de Óbitos) revelou a presença de quase 300 mil mortos. Na folha de fevereiro de 2008, foram identificados 3.791 benefícios pagos a famílias com pessoas mortas.

*MARTA SALOMON, DA SUCURSAL DE BRASÍLIA - FOLHA DE SÃO PAULO

Jovem com doença incurável vira símbolo da defesa de testes em animais na Itália.

Caterina Simonsen passou a receber ameaças e insultos na internet após agradecer médicos por permanecer viva.
Reprodução/Facebook

Uma estudante de veterinária se tornou o principal símbolo na Itália pela defesa do uso de animais em testes medicinais após ter sido vítima de uma série de ataques e ameaças de morte de internautas que defendem o contrário.

Caterina Simonsen, de 25 anos, virou alvo de mensagens de ódio quando, no dia 21 de dezembro de 2013, postou uma mensagem em uma página do Facebook onde agradecia e apoiava a realização de testes em animais. Ela credita a esses testes o fato de ter conseguido sobreviver por mais um ano na luta contra quatro doenças pulmonares genéticas que enfrenta desde criança. Segundo a jovem, sem a pesquisa, ela teria morrido aos nove anos. “Vocês me proporcionaram um futuro”, agradeceu ela aos médicos, a quem considera seus melhores amigos.
Ao todo, Caterina recebeu 30 ameaças de morte e cerca de 500 insultos, que estão sendo investigados pela polícia local.
O caso gerou repercussão nacional, fazendo com que ela ganhasse muitos apoiadores, que iniciaram a campanha #Io Sto com Caterina (ou #Eu estou com Caterina), incluindo influentes políticos italianos, como o líder da centro-esquerda Matteo Renzi, do PD (Partido Democrático).
Caterina, nascida em Pádua (nordeste da Itália) e que estuda na Universidade de Bolonha (centro), é obrigada a usar, durante a maior parte de seu dia, tubos de respiração que diluem o muco em seus pulmões, e passou cerca de metade de sua vida internada em hospitais. 
Como se mostrou imune aos efeitos dos tratamentos, ela se tornou uma cobaia humana, com uma série de equipes médicas buscando maneiras de ajudá-la a viver mais tempo. Aos 18 anos, os médicos disseram que ela não podia ser curada.

No último sábado (28/12), uma semana depois de ter sido criticada e ameaçada, teve de voltar ao hospital em razão de uma grave infecção. A família acredita que o stress pelo qual ela foi submetida desde que se manifestou nas redes sociais contribuiu para a piora de seu quadro clínico. Ela passou 12 semanas de 2013 no hospital e 24 semanas em terapia intensiva, um ano considerado bom por ela se comparado aos anteriores.
“Desta vez é um pouco mais sério que o habitual. Os médicos me disseram que terei de passar o Ano Novo no hospital”, disse Caterina ao jornal La Repubblica, em entrevista onde revelou que uma bactéria conseguiu imunidade aos tratamentos mais recentes. “Eles estão usando o antibiótico mais poderoso do que o habitual , a minha guerra com a bactéria está em pleno andamento”, disse ela por  telefone. Na quarta-feira (1º/01) ela disse que se sente melhor e aguarda uma data para colocar um novo catéter, com o qual poderá voltar para casa em cerca de uma semana.
O caso
Tudo começou quando Caterina escreveu, no dia 21 de dezembro, uma mensagem de apoio na página “A Favore Della Sperimentazione Animale” (ou “A favor da experimentação com animais”, em português). Não demorou para que ela começasse a receber uma enxurrada de mensagens de ódio, ameaças e insultos, tanto naquele post como em outros subsequentes da página. "Você pode morrer amanhã, eu não sacrificaria meu peixe de aquário por você", respondeu a internauta identificada apenas como Giovanna. Outro escreveu : "Se você tivesse morrido quando criança, ninguém teria dado a mínima”.
Posteriormente, Caterina chegou a lançar um vídeo pelo La Repubblica explicando as dificuldades de seu dia a dia. No entanto, nem isso chegou a sensibilizar os defensores de animais, que questionaram se valia a pena viver desse jeito e se a vida de um humano é mais valiosa do que as dos animais: "Isso é o melhor que você tem, Caterina? Tenha uma boa vida então. Eu preferiria não viver se minha vida dependesse do sofrimento dos outros ou tomar milhões de vidas só porque a vida de outro vale menos do que a minha. Vergonha!”, escreveu uma internauta.
Resposta
Além de ter de ressaltar não está envolvida em lobbies da indústria farmacêutica ou de grupos políticos, Caterina promete resistir: "Animalistas nazistas não vão me parar. Estou lutando por minha vida", disse a estudante.
"Estou viva graças à medicina. Acordo todos os dias por causa da medicina. Tenho 25 anos graças a pesquisas genuínas que incluem experiências em animais. Graças à medicina e aos animais que foram sacrificados por ela eu posso estar sentada aqui", escreveu, em uma segunda mensagem no último dia 30.
Sobre seus detratores, ela afirma que se tratam, na maioria, de “ignorantes, mas não no sentido de imbecilidade, mas pela forma que ignoram a realidade, as leis e a medicina”. Ela lembrou que até mesmo  alguns dos animais que os ativistas defendem muitas vezes dependem de medicamentos testados em outros para sobreviver. 
(*) com informações do site Daily Beast e do jornal italiano La Repubblica.

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Mentiras, o alimento do PT.


PT deu rombo de R$ 100 milhões no Banco do Nordeste.

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A esquerda abriga a podridão moral dentro de si.

Não existe debate: Quando é manifestação contra eles, é aquela barulheira.
Mas quando sai deles próprios, aí pode...
Ainda no longilíneo 2011 o comediante Rafinha Bastos teve sua vida devastada por uma piada em que dizia que iria a cantora Wanessa Camargo era tão bonita que “comeria ela e o filho”. Na época a cantora estava grávida. O caso ganhou repercussão nacional. Dezenas de entidades se manifestaram contra o ato do comediante. Ocorre que esta “revolta” de entidades da “sociedade civil” organizada é uma grande mentira. Não existe luta por direitos de mulheres, negros ou gays. Eles que se danem! Tudo não passa de um grande circo armado para se fazer política e eu vou provar isso!
Neste fim de ano, repleto de saudações e votos por dias melhores, um professor de Filosofia da UFRRJ, conhecido por Paulo Ghiraldelli, afirmou que esperava que a apresentadora jornalista Rachel Sheherazade, do SBT, fosse estuprada:
Não foi uma piada, não foi uma analogia, não foi uma reação a algo dito pela jornalista. Foram votos por um estupro. Não precisa ser muito inteligente para saber a gravidade que um estupro tem para qualquer mulher em são consciência desse mundo.
Já se passou quase uma semana depois da declaração de Paulo Ghiraldelli. Que, aliás, não pode ser tratado como “qualquer um”. O professor é uma espécie de Marilena Chauí dentro da esquerda. Já se gabou várias vezes de ser um ideólogo dos “movimentos sociais” (estes mesmo que trituraram Rafinha Bastos) e goza de certo prestígio na mídia. Escreve vez ou outra para a Folha de São Paulo e já foi entrevistado por Jô Soares. Ou seja, não foi uma besteira qualquer…
E o silêncio em relação a uma declaração tão forte? Notem: o fato ainda percorre apenas a internet. Não despertou interesse dos tais “movimentos sociais”. Parece que uma piada de um comediante é algo mais agressivo e preocupante que uma declaração séria de uma celebridade da esquerda.
Onde estão as feministas agora? E as tais vadias da tal marcha? E as sexólogas, psicólogas? Onde estão aquelas vagabundas que meses atrás enchiam o saco por todo o país? Onde estão todos os esquerdistas que pregam or aí que defender direitos humanos, igualdade de gênero, igualdade de “raça” e criticam a “opressão da direita”? Porque neste país, na cabeça de quem costuma almoçar no pasto, ser direita é apoiar tortura, machismo, fascismo, opressão e adorar Satanás (mesmo que você seja cristão). Ser de esquerda é ser progressita, apoiar as virtudes do mundo, a paz mundial, a justiça, verdade, bom caráter e ser religioso (mesmo que ache igrejas a merda do mundo). Vejam onde chegou a maluquice desse mundo.
Rachel Sheherazade é cristã, tem opiniões que discordam da forma “esquerdista” de ver o mundo. Já fez declarações que confrontaram diretamente alguns postulados dos tais “progressistas”. Paulo Ghiraldelli, ao contrário, é um vedete. Tem influência na esquerda e defende com unhas e dentes seus postulados.
Logo, os “movimentos sociais” não podem reclamar de um estupro neste caso. O direito de Rachel de reclamar de uma ameaça de estupro só vai adiante de acordo com o autor da ameaça. Se for um Paulo Ghiraldelli, uma Marilena Chauí, um Jean Wyllys, um Datena, um Genoíno ou um Lula, a jornalista não pode reclamar.
Já falei várias vezes aqui neste blog: a esquerda que supera a incompetência política. A esquerda é um câncer moral!
Marta Suplicy acusou Kassab de ser “gay” quando o enfrentou em São Paulo. NINGUÉM DOS “MOVIMENTO SOCIAL” DISSE NADA! E se José Serra fizesse o mesmo?
Joaquim Barbosa foi xingado com palavrões de cunho racista por petistas na internet depois do caso do Mensalão. NINGUÉM DOS “MOVIMENTO SOCIAL” DISSE NADA! E se militantes do DEM fizessem o mesmo com algum juiz que votou contra a condenação?
Desde que começou a criticar a esquerda, Lobão é chamado de “viado drogado”. NINGUÉM DOS “MOVIMENTO SOCIAL” DISSE NADA! E se fizessem o mesmo com algum esquerdista?
Semanas atrás Jean Wyllys chamou, de maneira pejorativa, um internauta que debatia com ele de “gordo negro”. NINGUÉM DOS “MOVIMENTO SOCIAL” DISSE NADA! E se fosse Marcos Feliciano?
Vocês sabem a resposta. Todos  vocês. Os “movimento social” em sua maioria nada mais são o que entidades aparelhadas por esta moral torta da esquerda.
Não existe direitos das mulheres, índios, negros, sem-terra, gays, direitos humanos, lésbicas ou minorias. Existe apenas uma fábrica de proselitismo político criada por hipócritas vagabundos que se banqueteiam com toda a podridão e imundície desse relativismo moral fétido pregado pela esquerda.
Eu não tenho muito pudor, sabem? Espero que Rachel Sheherazade não seja estuprada em 2014. Da mesma forma que rogo a Deus para que desgraçados como Paulo Ghiraldelli e seus “companheiros” tenham em dobro tudo o que desejam aos outros.

Mentiras do PT.

Os argumentos do governo, de que a classe média se tornou maioria no país, são totalmente falaciosos. Classe média não mora em favela nem ganha dois ou três salários mínimos, ou até menos que isso por mês. Aconteceu é que o PT – como se fosse o Ministério da Verdade do livro 1984, de George Orwell – começou a criar novas categorias econômicas para dar êxito a um governo que é um fracasso. Inventou uma nova classe C, que seria uma outra classe média, diferente da classe média tradicional, e construiu a ideia de que o Brasil é um país de classe média. Não é. É um país de miseráveis.
(Marco Antonio Villa).

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

O que o Brasil aprendeu em 2013?



            Foi-se o ano de 2013. Um ano que nos ensinou pelo avesso a ver a desordem institucional petista-peemedebista avançar neste país gigante ‘deitado eternamente em berço esplêndido’ e sem capacidade de fazer nada de digno e de proveitoso.
            Aprendemos, com um amargor estranho na goela, que a corrupção no Brasil parece ser uma maldição incontornável, talvez a nos vitimar para sempre. Esse pecado destrutivo parece já fazer parte da nossa “cultura”, talvez, melhor dizendo, da nossa “falta de cultura”.
            A corrupção está tão em evidência e de tal modo entranhada na alma dos brasileiros, e principalmente daqueles que entram para a rendosíssima profissão de “político”, que parece impossível que um dia possamos dela nos livrar, ou pelo menos tornar a sua incidência apenas pontual.  
            Infelizmente, a corrupção norteou a construção do Brasil de hoje, a partir do eufemismo do “milagre brasileiro”, nos anos 60s, onde erigimos no meio do nada, no ermo do cerrado goiano, uma cidade-monumento a ela: Brasília, onde os políticos rapidamente aprendem a fazer, na vida pública, o mesmo que fazem na privada...  
            Daí nasceu a nossa república clientelista, patrimonialista, antifederativa, que acabou com as ferrovias para favorecer o ‘lobby’ da indústria automobilística, que passou a produzir carroças motorizada para trafegarem em asfalto do tipo “casca de ovo” que se rompem em buracos à passagem do primeiro caminhão.
            JK vendeu a preço de banana todo o manganês que existia na Serra do Navio, no Amapá, para construir Brasília e tornar aventureiros que lá chegaram com um caminhão velho nas grandes empresas construtoras de hoje, trabalhando inclusive com países ideologicamente “afins” com a esquerda encravada no planalto e recebendo recursos do Banco do Brasil e do BNDES.   
            Em 2013 ficamos sabendo que apenas 30 por cento da população brasileira é realmente alfabetizada e que, o resto ou é analfabeto absoluto ou analfabeto funcional que mal sabe desenhar o próprio nome e não é capaz de ler um texto a ponto de interpretá-lo adequadamente. Mas isso é ótimo para eleições, pois um eleitor ignorante é fundamental para perpetuar a escoriocracia em que vivemos ao eleger apenas canalhas e incompetentes populistas e demagogos. E canalhas como esses abundam hoje na política tupiniquim.
            Aprendemos e investir mais em pão e circo, criando belos estádios de futebol e mantendo um enorme contingente de brasileiros na ociosidade remunerada do ‘bolsa família’, ‘fome-zero’, e outros mecanismos de lavagem de dinheiro e compra de votos, do que em infraestrutura, em assistência médica e hospitalar, em educação profissionalizante de qualidade, em segurança pública decente, em transporte público que não existe.
            As cenas de pugilato e vandalismo nos estádios de futebol, nos tornam especialistas em “insegurança pública”, o que será o maior estímulo para que o turista estrangeiro desista de vir ao Brasil assistir a Copa e as Olim...Piadas. Somos hoje uma universidade de renome mundial naquilo que deve ser feito para se desconstruir um país... Até Obama já andou por aqui aprendendo alguma coisa.
            O Brasil parece desenvolver um capitalismo para os ricos e para o politiburo instalado em Brasília, de modo a torná-los cada vez mais ricos, e um socialismo para os pobres, de modo a torná-los perenemente pobres, igualitariamente miseráveis, mesmo que essa enorme maioria venha no futuro englobar a classe média consigo. Quando isso ocorrer, acabará o socialismo, pois acabará o dinheiro... Dos outros.
            Aprendemos a ver que o nosso sistema carcerário é lamentável, indigno e ineficiente, mas isso somente após a condenação e prisão dos mensaloneiros. Nenhum deles quer ficar na cadeia e, para tanto, alegam tudo que podem, desde falsas doenças ‘incapacitantes’ às condições ‘desumanas’ das penitenciárias.
            No Brasil, o idealismo é a primeira vítima da corrupção institucionalizada. A segunda é o bolso de quem trabalha como um cão para sustentar essa joça.
            A Internet concitou as pessoas de bem a irem às ruas protestar contra essa desordem de coisas, e os canalhas petistas e peemedebistas criaram os “black blocs” e os arruaceiros mercenários de sempre para desencorajá-los; e conseguiram.
            O brasileiro que enxerga pelo menos um palmo adiante do nariz, assiste pela TV paga (porque em canal aberto só há programas idiotas para uma audiência não menos, e vislumbra a desconstrução nacional posta em prática pela horda vermelha que invadiu o estado brasileiro. Tem hoje sua esperança arrasada num futuro melhor, mas, por outro lado, vai adquirindo sabedoria e ânimo de lutar por uma ‘cidadania constitucional superior e mais qualificada’.  No rastro da realização dessa esperança, surge a miragem de políticos minimamente qualificados e moralmente aptos a postularem cargos eletivos e de confiança.
            As lições de 2013 estão aí para quem quiser aprender e elas nos indicam claramente o que fazer em outubro desse ano de 2014 que começa, ou seja, o brasileiro parece que começa a crer finalmente que o número 13 é aziago e agourento, embora ainda tenha pouquíssimas esperanças nas outras ‘dezenas’ partidárias.
            A resposta nas urnas aos black blocs, uma horda de punks imbecis contratados pela cúpula ativista petista-peemedebista e pelo Foro de São Paulo para assustar qualquer cidadão de bem que se entusiasme e vá para a rua protestar pacificamente, está cada vez mais clara e evidente. Mas irá se impor?
            Aprendemos ainda que "a infraestrutura caótica ‘desse País’ é obra dos governos anteriores", como disse a nossa hipodotada presidente, com a maior cara de pau, depois de mais de uma década de governo do seu próprio partido.
            Por fim, os pedagogos do planalto nos ensinaram que o Plano Real não foi obra do FHC, como afirma a “mídia golpista” da direita, mas que foi Lula o seu criador, com uma mãozinha do Mantega, o menos respeitado dos economistas tupiniquins.
            Como dizia o melhor presidente que os EUA já tiveram na era atual, Ronald Reagan, “os socialistas são aqueles que leram Carl Marx e Engels, e os antissocialistas são os que, além de lê-los, os entenderam muito bem”... Mas os socialistas, unidos agora pelo Foro de São Paulo – que inacreditavelmente muitos brasileiros simplesmente desconhecem e nunca ouviram falar – tentam decadentemente restaurar aqui na América latina, o que perderam no leste europeu... Seguem agora a tática desconstrutiva de Antônio Gramsci, o comunista italiano que prega que o socialismo deve se estabelecer a partir das fraquezas da própria democracia, de dentro dela, e por um trabalho de desmonte mediante anulação dos princípios morais e civilizacionais judaico-cristãos.
            Há um movimento de esquerda (sinistra) de antinacionalismo, que privilegia as metas do Governo Mundial, e o “entreguismo” e a “privatização”, que antes eram armas dialéticas da nossa “esquerda caviar”, hoje se resumem na palavra ‘concessão’, principalmente daquilo que não temos competência de explorar – como o petróleo ‘offshore’, por exemplo – e o lucro oriundo da “mais valia” passou a ser admitido pelos socialistas tupiniquins, desde que o “partido” – e não necessariamente o estado – leve uma boa fatia dele.
            Aprendemos também que o estado brasileiro é o maior cabide de emprego do mundo e que a camarilha no poder acha que ele deve continuar inchando, para desespero dos que pagam impostos, diretos ou indiretos, em cascata.
            Neste ano, aprendemos que a escola pratica lavagem cerebral marxista em nossos adolescentes e que o importante não é capacitá-los a ter uma profissão profícua para o seu sustento e a geração de sua riqueza, mas para dar a eles o treino da reivindicação e da militância nos ‘movimentos sociais’ que lhes propiciem conseguir bolsas governamentais pagas por quem trabalha e produz para que vivam em seu “dolce far niente”.
            Assim, ficamos sabendo, neste ano que terminou, que a nossa justiça não é capaz de caminhar com seus próprios pés uma vez que os próceres de seu tribunal de mais alto escalão são nomeados diretamente pelo “partido” através da caneta estulta e obediente de seus presidentes da república, ao invés de serem profissionais de carreira representando o que há de melhor no nosso Direito. Com isso, ela é extremamente morosa, prolixa, cheia de brechas especialmente criadas para que advogados espertalhões ludibriem a lei, e o resultado disso se traduz na frase que diz: “uma justiça tarda e incompleta é uma completa e rápida injustiça”...
            Aprendemos que o MERD... Digo, MERCOSUL, nunca foi, de fato, um bloco econômico, mas apenas uma corriola política, em nome da qual estamos metidos no financiamento de ditaduras e no perdão de suas dívidas.
            Aprendemos que o legislativo é um dos mais caros e ineficientes do planeta e só teme, ligeiramente, as ameaças das manifestações populares. Seus elementos, com raríssimas exceções, estão amplamente despreparados para ocupar os cargos que ocupam e a maioria não tem reputação de pessoas de bem. A forma como trataram a chamada “lei da ficha limpa” é uma flagrante demonstração do seu desprezo pela probidade e pela decência.
            Com isso, constatamos ao longo do ano que acabou ontem um rosário de escândalos que a cada ano se torna mais longo e mais pesado para a consciência nacional, se é que ainda existe alguma. Em função dessa triste decadência, os fatos perdem a consistência, e apenas as versões, principalmente as dos implicados, são consideradas.
            A história do país está sendo reescrita ao bel prazer de tais versões espúrias e mentirosas. O Brasil é cada vez menos um país mais rubro de vergonha das mentiras oficiais, porque a vergonha está acabando ou já se esgotou por completo.
            Nossas Forças Armadas têm cada vez menos poder de dissuasão em relação a potenciais inimigos externos, que nos consideram mais “imperialistas”, do que assim considera, os americanos, a esquerda brasileira. A compra de meia dúzia de caças a jato para soltar fumaça em rasantes de comemoração em Brasília se tornou um jogo de política internacional, isso se não esbarrou no entrave usual do “quanto-é-que-eu-levo-nisso”.
            Ou seja, aprendemos em 2013 a viver mais ainda no nosso mundinho subdesenvolvido de “faz de contas”, onde o crescimento é pífio e a roubalheira é galopante e onde as coisas que são preciso ser feitas para que o Brasil emerja de fato como uma grande potência mundial são deixadas de lado, pois isso exige governo de elite real, de meritocracia e de uma cidadania de qualidade que a possibilite.
            A todos um 2014 focado principalmente, não da Copa do Mundo, mas no mês de outubro, onde o país terá mais uma oportunidade – talvez a última – de dar a volta por cima e construir uma nação justa, livre, produtiva, meritocrática, e acima de tudo conservadora de seus valores morais e civilizacionais.
Quarta feira, 01 de janeiro de 2014
*FRANCISCO VIANNA, por e-mail, via Grupo Resistência Democrática

domingo, 29 de dezembro de 2013

E o blogueiro tira uma folga no final do ano.

Merecida folga. Os "petralhas" vão adorar!Quatro dias sem uma postagem falando sobre as falcatruas deles...
Mas eu volto, se Deus quiser!