
Membros de oposição como Coltart, que ingressaram no governo de Mugabe no mês passado, já obtiveram alguns sucessos, como fazer com que os professores voltem ao trabalho e conseguir a libertação de alguns presos políticos. Mas muitos deles alertaram em entrevistas que o progresso terá vida curta se os países ocidentais, em reunião na sexta-feira em Washington para discutir o aumento da ajuda, não oferecerem os bilhões de dólares em ajuda necessários para a reconstrução do Zimbábue.Os principais doadores de ajuda médica e alimentar emergencial do Zimbábue -os Estados Unidos, o Reino Unido e outros países europeus- enfrentam uma dúvida dolorosa diante dos apelos por mais ajuda.
Como os países mais ricos do mundo podem injetar dinheiro na economia debilitada do Zimbábue sem financiar Mugabe, alimentando sua máquina de favores e prolongando suas desastrosas três décadas no poder?
Fonte: New York Times
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