sábado, 13 de fevereiro de 2016

“Escândalo da Petrobras é eleito o 2º maior caso de corrupção no mundo”.


Nesta quarta-feira (10), a imagem da empresa que já foi orgulho brasileiro se transformou em cinzas. O mundo conheceu o resultado de uma enquete que a ONG Transparência Internacional organizou na internet.
Uma posição na qual ninguém queria estar. O escândalo da Petrobras foi eleito o segundo maior caso de corrupção no mundo na votação da Transparência Internacional, ONG que tem sede na Alemanha e é referência no trabalho de combate a esse tipo de crime.
O caso mais votado foi do ex-presidente da Ucrânia Viktor Yanukovich. Ele fugiu do para a Rússia em 2014 depois de acumular uma fortuna, enquanto a Ucrânia enfrentava uma crise financeira.
A campanha começou em outubro e teve a participação de mais de 4,5 milhões de pessoas que indicaram casos de corrupção ao redor do mundo. Entre os nove mais votados, também está  o escândalo da Fifa.
A Transparência Internacional faz relatórios anuais com índices de percepção de corrupção. No último boletim, o Brasil apareceu no posto de número posição 76, entre 169 países. Quanto mais baixa a posição, pior.
No site da campanha os organizadores afirmam em inglês que a corrupção beneficia poucos à custa de muitos.
Com o resultado da votação, a Transparência Internacional pretende promover ações de combate à corrupção no Brasil para evitar que novos casos como o da Petrobras se repitam.
Pela internet, Alejandro Salas, representante da ONG, disse que a organização está pedindo informações em mais oito países da América Latina, onde as empreiteiras investigadas no escândalo da Petrobras têm contratos.
A ONG já manifestou em carta, apoio às dez medidas de combate à corrupção, apresentadas pelos procuradores responsáveis pelos processos da Lava Jato. O projeto ainda precisa de mais 200 mil assinaturas para ser avaliado no Congresso.
“Nós estamos fazendo nosso melhor para levar as pessoas que cometeram esses crimes à Justiça, para responderem perante a Justiça, dentro de um devido processo legal, mas nós precisamos mudar as leis se nós queremos efetivamente promover justiça nesse e em outros casos”, diz Deltan Dallagnol, procurador da República.

Porque hoje é Sábado, uma bela mulher.

A bela Angelina Jolie, com música para cantar e lembrar de coisas boas.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Eu sou a águia!

"QUEIRAM OU NÃO QUEIRAM, OS JUIZES, A NOSSA ESCOLA É DE FATO A CAMPEÃ!"

Eu sou a Águia, fale de mim quem quiser
Mas é melhor respeitar, sou a Portela
Nessa viagem, mais uma estrela
Que vai brilhar no pavilhão de Madureira

Voar nas asas da poesia
Rasgar o céu da mitologia
E nessa Odisséia viajar
Meus olhos vão te guiar, na travessia
E no meu destino sem fim
Cruzar o azul que é tudo pra mim
Enfrentar tormentas e continuar, a navegar

Oh leva eu me leva, aonde o vento soprar eu vou
Oh leva eu me leva, sou livre aonde sonhar eu vou

Quisera ir ao infinito
Sentir lugares tão bonitos
Em terras mais distantes me aventurar
Sem saber se um dia vou voltar

E mais além, no elo perdido cheguei
No vai e vem, a chave da vida encontrei

Vou pedir passagemem
Busca do ouro
O seu brilho me fascina
Quero esse mapa da mina, pra achar tesouros
Abre a janela, pro mundo que Paulo criou
Do outro lado, alguém pode ver esse amor
Meus filhos vem me adorar
O Samba reverenciar

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Aprovação do Governo Dilma "derrete" no Brasil inteiro.


Dilma não escapa da delação premiada da Andrade Gutierrez.

O site antagonista divulgou no início da semana que uma fonte do jornal O Globo informou que, provavelmente, os trabalhos do juiz responsável pela operação Lava-Jato, Sérgio Moro, acabarão em julho.
A partir dessa data, a Operação Lava Jato se concentrará nos “peixões”, que têm foro privilegiado na capital do país.
A fonte, vinculada ao caso da Lava-Jato, disse ao jornal O Globo que “vem muita coisa forte por aí e não vai demorar muito”.
Um dos advogados que atuam na Lava Jato chegou a comentar ao jornal que “teremos mais dois anos de tensão; os efeitos da Lava-Jato ainda poderão se prolongar por mais cinco ou até dez anos”.
O antagonista ainda fez questão de ressaltar que, se a justiça fizer seu trabalho corretamente, Dilma Rousseff não escapará da delação da cúpula da Andrade Gutierrez e Lula será indiciado neste ano.

Treze advogados deixam a defesa de empresário delator ligado ao PT.

Foto: Gabriela Bilo/Estadão
Fernando Moura no dia de sua prisão. 
Treze advogados que formavam a defesa do empresário Fernando Moura, ligado ao PT e delator da Operação Lava Jato, deixaram o caso nesta quinta-feira, 28. Em dois documentos anexados aos autos, os criminalistas não explicaram o motivo da saída.
Fernando Moura foi preso em 3 de agosto, na deflagração da Operação Pixuleco, 17ª fase da Lava Jato. O empresário firmou acordo de delação premiada e foi solto.
“Vimos, por meio desta, notificar Vossa Senhoria da renúncia ao ‘mandato-que nos foi outorgado por procuração “ad judicia”, para o fim de representá-lo na Ação Penal n.º 5045241-84.2015.4.04.7000, bem como no Termo de Acordo de Colaboração Premiada, ambos em trâmite perante a 13ª Vara Federal da Subsecção Judiciária de Curitiba, Estado do Paraná”, diz o documento.
Na sexta-feira, 22, Fernando Moura prestou depoimento ao juiz federal Sérgio Moro, que conduz as ações da Lava Jato na primeira instância. Durante a audiência, o empresário pôs em dúvida trecho de suas próprias afirmações que constavam de sua delação premiada assinada em meados de 2015. Fernando Moura corre o risco de perder seu acordo de colaboração.
Durante o interrogatório, o empresário foi confrontado pelo juiz Sérgio Moro com o que havia dito em sua delação premiada, em agosto. Em determinado momento, o magistrado citou trecho de declaração de Fernando Moura no acordo de colaboração. “O declarante tem conhecimento que esse arranjo entre Etesco e Renato Duque permitiu que a Etesco fechasse diversos contratos milionários com a Petrobrás; que a Etesco, que era uma empresa de pequeno e médio porte passou repentinamente a ficar como um player entre as gigantes da construção.”
“Falei isso?”, questionou Fernando Moura.
“Falou”, respondeu Moro.
“Assinei isso?”, perguntou o empresário, rindo. “Devem ter preenchido um pouquinho mais do que eu tinha falado. Mas se eu falei, eu concordo.”
“Não, não é assim que a coisa funciona”, repreendeu Moro.
“Se eu falo e depois é colocado no papel, eu nem leio. Eu até pergunto para o advogado, ‘é isso aqui?’. Falou: ‘é'”, afirmou.
Assinaram a renúncia os advogado Pedro Ivo Gricoli Iokoi, Adriano Scalzaretto, Bruno Magosso de Paiva, Bruno Lambert Mendes de Almeida, Caio Nogueira Domingues da Fonseca, Ana Carolina Pastore Rodrigues, Marcella Kuchkarian Markossian, Felipe Ferreira de Camargo, Mariana Badaró Gonçalles, Giovanna Zanata Barbosa, Anna Cristina Guimarães Souza, Raul Abramo Ariano e Ligia Lazzarini Monaco.
Segundo o documento anexado aos autos, o empresário tem 10 dias para constituir novo advogado. A reportagem fez contato com o criminalista Pedro Ivo Iokoi. O advogado afirmou que não vai comentar a renúncia.


Chefão da CUT que ameaçou "pegar em armas" para salvar Dilma do impeachment tem apartamento em nome da empreiteira OAS.

Foto Diário do Poder by Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr
Dilma com o sindicalista do PT e chefão da CUT, Vagner Freitas: como Lula, o chefe da central sindical vermelha tem apartamento em nome da OAS. 

Além do condomínio Solaris, no Guarujá, onde o ex-presidente Lula já teve um apartamento, a força-tarefa da Lava-Jato investiga outros empreendimentos que eram da Cooperativa Habitacional dos Bancários de São Paulo (Bancoop) e foram assumidos pela OAS. Os investigadores apuram crimes de sonegação e ocultação patrimonial, além de indícios de que parte dos imóveis tenha sido usada para repasse de propina. 
O apartamento do presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Vagner Freitas, registrado em nome da empreiteira OAS, está entre os imóveis investigados pela força-tarefa da Lava Jato por crimes de sonegação e ocultação patrimonial. O privilegiado sindicalista Vagner Freitas é aquele que ameaçou “pegar em armas” para impedir a destituição da presidente Dilma Rousseff.
A força-tarefa investiga se, além dos crimes de sonegação e ocultação patrimonial, há indícios de que parte dos imóveis tenha sido usada para repasse de propina.
O apartamento do sindicalista, com área total de 100,6 metros quadrados, fica no segundo andar de um bloco do Residencial Altos do Butantã, na Zona Oeste de São Paulo. Por meio de sua assessoria, ele negou qualquer crime e disse que, apesar de ter pagado pelo apartamento "há três ou quatro anos", ainda não alterou o registro em cartório, o que promete fazer nesta segunda-feira.
A pedido do Ministério Público Federal (MPF), no âmbito na Operação Triplo X, o juiz Sérgio Moro determinou a apreensão, nas sedes da OAS e da Bancoop, de documentos referentes a quatro empreendimentos, entre eles o Altos do Butantã, onde Vagner tem seu apartamento, e o Mar Cantábrico, atual condomínio Solaris, no Guarujá, onde a família do ex-presidente Lula era dono de apartamento que atualmente está em nome da OAS e foi o único a passar por uma reforma bancada pela construtora.
Nesse campo, a força-tarefa investigava inicialmente imóveis atribuídos a João Vaccari Neto, ex-presidente da Bancoop e ex-tesoureiro do PT, preso desde abril de 2015 e condenado a 15 anos de prisão na Lava-Jato. No passado, Vagner dividiu com Vaccari funções na Bancoop; em 2007, o atual presidente da CUT era conselheiro fiscal da cooperativa.
A Polícia Federal investiga um imóvel adquirido pela mulher do ex-tesoureiro petista, Gilselda Rousie de Lima, no condomínio Solaris, no Guarujá. Ela declarou o apartamento no imposto de renda, embora ele esteja registrado em nome de uma funcionária da OAS. A suspeita da força-tarefa é que o imóvel tenha sido usado para lavagem de dinheiro e que o ex-tesoureiro o teria recebido como suborno da empreiteira.
Uma cunhada de Vaccari também é investigada sob suspeita de ter usado um imóvel no Guarujá para receber propina da OAS no Solaris. Em 2011, Marice Corrêa de Lima comprou um apartamento por R$ 150 mil. Dois anos depois, a OAS recomprou o imóvel por R$ 432,7 mil. A construtora o revendeu em seguida, amargando prejuízo, por R$ 337 mil. 


"Lula é o retrato do PT, partido envolvido em corrupção", diz Alckmin.

Foto: Givaldo Barbosa/O Globo
 Governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB)
O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), afirmou no sábado (30.01) que o ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva é o retrato do Partido dos Trabalhadores (PT), partido “sem compromisso com a ética”.
“O Lula é o Partido dos Trabalhadores. O Lula é o retrato do PT, partido envolvido em corrupção, sem compromisso com as questões de natureza ética, sem limites”, afirmou o governador ao comentar as recentes denúncias envolvendo o nome de Lula. O Ministério Público de São Paulo intimou o ex-presidente e sua mulher, Marisa Letícia, para depor em investigação sobre um apartamento triplex no Guarujá, no litoral do estado.
Alckmin disse ainda considerar "triste" o cenário. “É muito triste o que nós estamos vendo, e o que a sociedade espera é que seja apurado com rigor e que se faça justiça", disse. As afirmações foram feitas em evento em que Alckmin entregou novos veículos para as polícias Civil e Militar de São Paulo.
O presidente nacional do PT, Rui Falcão, afirmou que, em vez de atacar Lula, "Alckmin deveria cuidar do seu governo, que está tirando comida da boca das crianças”. A declaração seria uma alusão ao recente escândalo de fraude na compra de merenda que atinge prefeituras e o governo de São Paulo.
A assessoria de imprensa do Instituto Lula criticou a imprensa e afirmou que o governador não dá explicações sobre vários temas.
"Seria mais proveitoso para a população de São Paulo se a imprensa perguntasse e o governador explicasse os desvios nas obras do Metrô e na merenda escolar, a violência contra os estudantes e os números maquiados de homicídios no estado, ao invés de tentar desviar a atenção para um apartamento que não é e nunca foi de Lula", disse.
*Do Portal G1

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Seguranças receberam quase mil diárias do Planalto para ficar 283 dias em imóvel que ex-presidente afirma ser de "amigos"...


Relatórios de viagem produzidos pelo Palácio do Planalto revelam que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva contou com sua segurança pessoal por 111 vezes em Atibaia, entre 2012 e 11 de janeiro deste ano. 

É nas matas de Atibaia, no interior de São Paulo, que fica o sítio Santa Bárbara, no qual a Odebrecht gastou R$ 700 mil em reformas. No papel, o sítio está em nome de um amigo de Lula e do sócio de um dos filhos dele - Fábio Luís, aquele que enriqueceu graças à parceria empresarial com a telefônica Oi. 

Lula nega ser dono do sítio e disse, por meio de assessoria, frequentar o local somente em “dias de descanso”. As evidências obtidas por ÉPOCA, porém, confrontam fortemente a versão do ex-presidente.

A cada cinco dias, um segurança de Lula era deslocado para Atibaia. Quem visita sítio de amigos com tamanha frequência?


ÉPOCA mapeou os dados a partir das diárias dos sete servidores que fizeram parte da equipe de segurança do ex-presidente. No total, eles receberam 968 diárias da presidência, custando R$ 189 mil. Os dados mostram que, em muitos casos, os seguranças tiveram de alternar turnos em Atibaia, como forma de garantir que assim sempre estivesse alguém na cidade num determinado período. Se, por exemplo, um segurança ficou de segunda-feira a quinta-feira, e outro chegou na quarta-feira e ficou até sábado, ÉPOCA contabilizou apenas uma viagem, de segunda a sábado. O itinerário é quase sempre o mesmo: São Bernardo do Campo (onde Lula mora), Atibaia e retorno para a mesma cidade. 

A versão de Lula para o caso do sítio é clara. Segundo a assessoria de imprensa de Lula, "o ex-presidente Lula e também Dona Marisa, frequentam em dias de descanso um sítio de propriedade de amigos da família na cidade de Atibaia". ÉPOCA questionou o Instituto Lula sobre as viagens dos seguranças a Atibaia, mas a assessoria não fez comentários. Disse que "tentativa de associá-lo a supostos atos ilícitos tem o objetivo mal disfarçado de macular a imagem do ex-presidente". 

Para fazer essas 111 viagens, os seguranças de Lula pernoitaram um total de 283 vezes em Atibaia. O período total dos documentos é de cerca de 1400 dias _ as datas na cidade representam cerca de 20%. Em junho e julho de 2014, por exemplo, os seguranças de Lula passaram seis finais de semanas seguidos na cidade do sítio. há casos em que as idas a Atibaia representam quase a metade de todas as viagens feitas por um segurança de Lula. 

Fora do país 

Como todo ex-presidente, Lula tem por direito contar com segurança e assessores. A lei, contudo, não estende esse benefício a familiares. ÉPOCA cruzou as viagens dos segurança a Atibaia com dados produzidos pela Polícia Federal sobre entradas e saídas do país por Lula, material que integra a investigação do Ministério Público Federal sobre tráfico de influência internacional. 

Em seis datas, os seguranças de Lula estão em Atibaia enquanto o ex-presidente ou estava retornado ou deixando o país. Às 7h57 do dia 13 de março de 2013, a PF registrou a saída de Lula do país. Ele começava ali um tour pela África. Naquele mesmo dia 13, o militar Elias dos Reis deixava São Bernardo, rumo a Atibaia. Recebeu de diária R$ 265, voltando a São Bernardo no dia seguinte. Enquanto Lula estava na África, o Planalto assim registrou a viagem a Atibaia: “Compor a equipe de segurança do Sr Ex-Presidente da República”. O que um segurança do ex-presidente fazia em Atibaia enquanto Lula estava na África? 

As diárias estão disponíveis a partir de 2012. A primeira ida registrada é em 30 de março de 2012. Naquele ano, as viagens eram curtas. Em 14 ocasiões, foi apenas um bate volta, sem pernoite. A frequência começa a se intensificar ao longo dos meses, chegando ao auge em julho de 2014 _ era a Copa do Mundo. Lá, os seguranças de Lula estiveram presentes nas partidas contra Chile e Colômbia, na fase final do torneio. Depois, ficaram o maior período no sítio. A partir do dia 17 de julho, por onze dias seguidos algum segurança presidencial esteve presente em Atibaia. 


As visitas mais recentes foram no começo do ano. Os seguranças de Lula passaram o réveillon de 2016 em Atibaia e, depois, ficaram por lá de quinta-feira, dia 7, a segunda-feira, dia 11. Nos documentos do Planalto, há casos em que os seguranças tiveram que registrar as viagens depois do ocorrido. Isso porque, segundo os assessores, a viagem foi feita em cima da hora. “O servidor viajou para atender a demanda da agenda do ex-presidente Lula. E devido a urgência no atendimento não foi possível enviar o SCDP [registro] antes da ocorrência da respectiva viagem”, diz um dos registro. 

Os dados denotam que a frequência de Lula em Atibaia pode ser maior do que a visita a amigos donos do sítio, como ele já admitiu em nota à imprensa. Os donos do sítio são dois sócios do filho de Lula, Fábio Luís. Segundo a Folha de S. Paulo, fornecedores da obra disseram que o sítio foi reformado pela Odebrecht.


O segurança Rogério Carlos (de jaqueta preta) recebeu 120 diárias para acompanhar Lula a Atibaia (Foto: reprodução) 

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                    *Por FILIPE COUTINHO, na Revista Época

Mordomia e ilegalidade.

A Época online revela, conforme postagem acima, que seguranças de Lula receberam quase mil diárias do Planalto para ficar 283 dias no sítio em Atibaia.As diárias foram pagas entre 2012 e 11 de janeiro deste ano a sete servidores que integraram a equipe que atende Lula na condição de ex-presidente . A cada cinco dias, um segurança de Lula era deslocado para a propriedade no interior de São Paulo.
Eis o que diz a reportagem:
"Para fazer essas 111 viagens, os seguranças de Lula pernoitaram um total de 283 vezes em Atibaia. O período total dos documentos é de cerca de 1400 dias _ as datas na cidade representam cerca de 20%. Em junho e julho de 2014, por exemplo, os seguranças de Lula passaram seis finais de semanas seguidos na cidade do sítio. Há casos em que as idas a Atibaia representam quase a metade de todas as viagens feitas por um segurança de Lula."