segunda-feira, 27 de abril de 2015

Corrupção na Petrobras começa a fazer mais vítimas: Os trabalhadores.

Mais um efeito da causa que é a corrupção endêmica, histórica e que se tornou diária nos últimos 12 anos, com diversos capítulos nas páginas policiais e de política de todos os sites, blogues e jornais pelo mundo. (Foto de arquivo)
Juntos das empreiteiras tem um caminhão de terceirizadas quebrando junto e demitindo outros milhares pelo país.
E podem ter certeza que com a recessão técnica na qual estamos se agravando para um quadro de recessão de fato, com PIB quase negativo, arrecadação em queda livre, a coisa vai piorar e muito. Bom mesmo, apenas para os corruptopatas que já entupiram as contas bancárias em paraísos fiscais com os bilhões que nunca mais voltarão para servir o povo brasileiro.
Metro Jornal - Empreiteiras citadas na Lava Jato, algumas com executivos presos em novembro de 2014, já demitiram pelo menos 21,3 mil trabalhadores. O balanço do Metro Jornal, com dados de sindicatos, considera apenas obras da Petrobras ou da Sete Brasil, empresa que prestava serviços para a estatal.
No Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), as empresas dispensaram 8 mil funcionários. Já houve cortes nos consórcios Te-AG (Techint e Andrade Gutierrez) e CCPR (Odebrecht, Mendes Júnior e UTC), além de empresas como a Alumini (ex-Alusa) e a GDK, todas investigadas pela Polícia Federal.
O Sintramon Itaboraí, sindicato que representa os trabalhadores, informa que o quadro das empresas já vinha diminuindo desde antes da Lava Jato, mas a situação piorou em 2015.
“O pico da crise foi no começo do ano, e alguns trabalhadores ainda recebem valores de rescisão. Para a construção civil, temos a sensação de que o pior já passou, mas não vai ser fácil recolocar todos no mercado de trabalho”, avalia Marcos Hartung, vice-presidente do Sintramon.
A refinaria, segundo a Petrobras, estava 82% concluída em fevereiro, mas obras como a da rede de esgoto ainda nem começaram. No Nordeste, o panorama é menos animador, especialmente na Rnest (Refinaria Abreu e Lima), em Ipojuca (PE).
Também citada na Lava Jato, a obra dispensou 6,2 mil empregados, sendo 5 mil da Alumini, segundo o Sintepav-PE, que representa os trabalhadores no Estado. A Alumini e outras cinco citadas na Lava Jato já pediram recuperação judicial, incluindo a gigante OAS.
No caso específico da Sete Brasil, a empresa deve cerca de R$ 12 bilhões a fornecedores e empreiteiras que constroem sondas em cinco estaleiros.
Desde dezembro, o estaleiro Atlântico Sul (PE) já demitiu 2,4 mil pessoas. O Enseada do Paraguaçu (BA), parado desde fevereiro, dispensou 4,7 mil e, segundo o Sintepav-BA, a maioria segue desempregada.
“A gente achou que o caminho natural seria terminar o estaleiro e já começar a construir navios, mas nem temos esperança de retomar o trabalho esse ano”, lamenta Irailson Warneaux, vice-presidente do Sintepav-BA. (Informações de Metro Jornal)

"Dilma está no cargo, não no poder"...

A impopularidade da presidente Dilma Rousseff virou notícia da revista inglesa "The Economist", segundo a qual a petista, apesar de ainda permanecer no Planalto, não está mais no poder. De acordo com a publicação, não é mais Dilma ou o PT que toma as decisões do governo. A reportagem cita, por exemplo, que a condução da economia está nas mãos do ministro da Fazenda, Joaquim Levy, descrito como um economista treinado na escola liberal de Chicago, com perfil agressivamente voltado para a responsabilidade fiscal. 


Já o controle do Congresso está nas mãos do aliado governista PMDB, ressentido com o PT, que retém o comando dos principais ministérios. A vingança, diz a revista, veio na forma do deputado peemedebista Eduardo Cunha, eleito presidente da Câmara.


"Ele conseguiu a cabeça de quatro ministros em dez semanas de cargo", diz o texto. Trata-se de alusão às demissões de Pepe Vargas, que saiu de Relações Institucionais e foi para Direitos Humanos; Ideli Salvatti, ex-ministra de Direitos Humanos; Cid Gomes, que deixou a Educação após um embate direto com Cunha; e Vinicius Lages, que deixou o Turismo para abrir caminho a Henrique Eduardo Alves, aliado de Cunha. 


A reportagem aponta ainda que Dilma, visando se reaproximar do Legislativo, delegou ao seu vice, Michel Temer (PMDB), a articulação política. Para isso, entregou a ele o poder de nomear o segundo escalão do governo.



Até a permanência da presidente no cargo parece incerta, de acordo com o texto. A deterioração da economia, atribuída pela revista aos erros do primeiro mandato, e o escândalo de corrupção na Petrobras acabaram com a popularidade de Dilma. Além de citar os manifestantes, que protestam contra o governo, a "Economist" faz alusão à pesquisa Datafolha de abril, que indicou que 63% da população quer que a presidente sofra um impeachment.



domingo, 26 de abril de 2015

O maravilhoso plano de saúde dos políticos brasileiros.

Para o povo "qualquer coisa".Para os políticos, o melhor!
Enquanto o governo oferece uma saúde padrão SUS para o povo, os parlamentares tem planos de saúde milionários SEM LIMITES DE COBERTURA, isso mesmo, sem limites, e outra coisa, até parlamentar cassado tem direito à mamata paga pelos cofres públicos (diga-se paga pelos mesmos brasileiros que usam o SUS para se tratar)
Enquanto o povo usa o péssimo serviço público, os políticos, com dinheiro do povo, se tratam nos melhores e mais caros hospitais particulares do país e até do exterior.
Como esperar que políticos que não experimentam o que oferecem à sociedade possam entregar serviços dignos aos povo se eles mesmos usufruem do melhor pago pelo dinheiro do povo, mas oferecem um dos piores Sistemas de Saúde do Mundo para o próprio povo?

A fraude.

Isso é dialética marxista, cínica, hipócrita, demagógica, mentirosa, operando para fraudar às ideias e manipular a realidade, mediante afirmativas e negativas e, até a própria identidade (metamorfose ambulante).
 
Para os comunistas e gêneros afins, a realidade é dialética; e dialética é discussão, é luta de ideias, é contestação do pensamento. Não  de dialética lógica,  mas real, a qual quando é superada  é imposta pela violência, violência dialética.
Na verdade, os mentecaptos e sicofantas com essa visão, acreditam naadulteração/reconfiguração da realidade pela dialética marxista, em que supõem que a “fantasia” e o “delírio” deles prevaleça sobre a “realidade”.
E, assim operam até que haja um choque de realidade ...ou seja uma grande epidemia física e/ou moral que avança duplamente no âmbito da organização (a) narco-subversiva denominada  Foro de São Paulo...
* Rivadávia Rosa
video

"Empreiteiro arrasta Lula para o meio do escândalo"


“Preso há seis meses, o engenheiro Léo Pinheiro, ex-presidente da OAS, uma das empreiteiras envolvidas no escândalo da Petrobras, admite pela primeira vez a intenção de fazer acordo de delação premiada. Seu relato mostra quanto ele era íntimo do 
ex-presidente Lula”.
“De acordo com o relato do ex-presidente da OAS, Lula pediu a ele que providenciasse a reforma do “seu” sítio de Atibaia.
O sítio está registrado em nome de Jonas Suassuna, sócio de Fábio Luiz da Silva, filho do ex-presidente”.
“Em 2011, logo depois de ser adquirida, a propriedade de fato foi totalmente reformada. Ganhou campo de futebol, um lago maior para pescaria, suítes e piscina nova.”
“Os operários que trabalharam na obra, como Cláudio Santos, receberam pagamento em dinheiro, não foram registrados formalmente e o máximo que sabiam sobre os contratantes era que se tratava das empresas “que iriam construir o Itaquerão” ”.
“De acordo com o relato do ex-presidente da OAS, também foi a pedido de Lula que a empreiteira incorporou obras inacabadas da Bancoop, a cooperativa ligada ao PT que faliu e deu prejuízo a mais de 3000 mutuários.”
“Entre as obras assumidas pela empreiteira estava a do edifício Solaris, no Guarujá, em São Paulo, que tem como beneficiários o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto e o próprio Lula, dono de um tríplex de 297 metros, com elevador interno, cobertura com piscina e sauna.”
CONTINUAREMOS LUTANDO PELA PRISÃO DO LÍDER !
Fonte: Revista Veja, ano 48, número 17, páginas 50 a 57.

sábado, 25 de abril de 2015

Apenas coincidência?

Documentos revelam que os repasses ao ex-ministro da Fazenda, Antonio Palocci, então coordenador da campanha do PT à Presidência em 2010, aumentaram conforme o avanço das #Eleições. Foram 11 pagamentos, que somaram R$ 5,5 milhões.
*http://goo.gl/gftfxU

Fora do eixo.

Governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, afronta os brasileiros ao comparar, em solenidade, o mártir da Inconfidência aos condenados do PT por práticas de corrupção.

Quando eclodiu o escândalo do mensalão, o governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, então prefeito de Belo Horizonte, tentou se distinguir dos demais colegas do PT. Para se afastar dos dirigentes envolvidos na denúncia que atingia pela primeira vez o coração do partido, Pimentel dizia pertencer à ala defensora da refundação da sigla. Fatos recentes mostram que, dez anos e uma sucessão de escândalos depois, o PT não mudou. Pimentel, sim. Em sintonia com o discurso atual da maioria dos petistas, o governador de Minas Gerais afrontou os brasileiros e a história do País ao comandar a tradicional solenidade de entrega da medalha da Inconfidência, em Ouro Preto, no dia 21 de abril. Em discurso, Pimentel lembrou a história de Tiradentes para defender colegas de partido envolvidos nos diversos escândalos de corrupção que abateram a legenda. Afirmou que Tiradentes “foi punido pela conveniência de não se punir mais ninguém. Foi levado ao altar dos sacrifícios para saciar a sede de vingança dos poderosos da época”, referindo-se indiretamente aos petistas que se colocaram como vítimas das “elites”. “Todo réu é inocente até que sejam esgotadas todas as possibilidades de defesa. Isso é um limite contra os desmandos, como aquele que afligiu Tiradentes”, acrescentou ele numa alusão aos petistas implicados no Petrolão, cujos processos ainda não transitaram em julgado.

“O ministro Levandowski teve a coragem de ir contra os aparentes
consensos, guiado pelo incomparável senso da justiça”
Referência à atuação do magistrado  no julgamento do mensalão,
em que defendeu penas mais brandas.


A manifestação em prol dos companheiros de partido não se limitou ao discurso. Revelou-se também na escolha dos homenageados. A maior honraria, o Grande Colar da Inconfidência, foi conferida ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski. O ministro teve papel de destaque no julgamento do mensalão e ganhou a simpatia dos petistas por representar um dos poucos contrapontos ao ex-presidente da Corte, Joaquim Barbosa, relator do processo e um crítico feroz às práticas de corrupção do partido. A homenagem a Lewandowski poderia se justificar pelo fato de o ministro ocupar atualmente a presidência do tribunal. O governador mineiro, entretanto, fez questão de deixar claro o motivo de ser ele o escolhido para receber a maior honraria mineira: sua posição em defesa de penas mais brandas aos mensaleiros. “O ministro Levandowski já se mostrou fiel a mais sublime e nobre missão de um magistrado. Teve a coragem de ir contra os aparentes consensos, guiado apenas pela solitária e genuína convicção da inocência ou da culpa, mas sem se deixar intimidar pelos clamores de um, de outro, ou de qualquer lado. Guiado, senhor ministro, pelo incomparável senso da justiça e pelo compromisso republicano e democrático que caracteriza Vossa Excelência”, disse o governador.

A VOZ DAS RUAS
Manifestantes protestaram em Ouro Preto contra a decisão de Fernando
Pimentel de conferir a honraria a "apadrinhados do PT de reputação duvidosa"

Entre os demais 140 agraciados com medalhas da Inconfidência havia outras figuras historicamente ligadas ao PT. A principal delas, João Pedro Stédile, líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), que há menos de um mês prometeu, atendendo ao chamado do ex-presidente Lula, colocar seu “exército” nas ruas para confrontar os manifestantes que tomaram as avenidas do País contra a corrupção. “O governador mineiro mancha a história daqueles que realmente fizeram jus a esta homenagem”, lamentou o deputado estadual Gustavo Corrêa (DEM), que vai tentar derrubar a honraria concedida a Stédile na Assembleia Legislativa.

“Tiradentes foi levado ao altar dos sacrifícios
para saciar a sede de vingança dos poderosos”
Comparação com os petistas que se colocaram como vítimas das “elites”


A solenidade ocorreu na Praça Tiradentes, mas não foi exatamente pública. O evento ficou circunscrito a uma área cercada. Os que protestavam contra o governador, Lewandowski e Stédile – cerca três mil pessoas – não puderam transpor a barreira. A maior parte dos manifestantes vestia camisas pretas que representavam luto. Erguia uma faixa onde se lia “A Inconfidência é dos brasileiros. Não do PT”. Dizia protestar contra a decisão de conferir a honraria a “apadrinhados do PT de reputação duvidosa”. O minuto de silêncio que caracteriza a solenidade há décadas foi ignorado para evitar que os gritos de protestos ganhassem força. Mesmo assim, no primeiro grande ato público de Pimentel em quatro meses de governo, foi impossível disfarçar o constrangimento com a lamentável tentativa do governador de transformar Minas em um anexo das convicções do petismo.
“Todo réu é inocente até que sejam esgotadas as
possibilidades de defesa. Isso é um limite contra
os desmandos, como aquele que afligiu Tiradentes”
Alusão aos petistas envolvidos no Petrolão, cujos processos não transitaram em julgado.


*Reportagem de Izabelle Torres, na IstoÉ

·    Fotos: Manoel Marques/Imprensa MG; Alexandre Guzanshe/EM/D.A Press 

Porque hoje é Sábado, uma bela mulher.

A bela modelo Daniella Grace

A nova batalha de Janot.

Para não inviabilizar a Lava Jato, procurador-geral da República precisa resolver a queda-de-braço com a PF, marcada por acusações mútuas
* Por Claudio Dantas Sequeira, na IstoÉ
Nos últimos dias, o procurador-geral da República Rodrigo Janot foi tragado para dentro de uma nova polêmica envolvendo a Operação Lava Jato. A querela decorre do descompasso entre os trabalhos desenvolvidos na primeira instância e no Supremo Tribunal Federal, no que diz respeito aos acusados no Petrolão. Dois relógios que deveriam atuar em harmonia, hoje funcionam de maneiras distintas. Enquanto na primeira instância o juiz Sérgio Moro já decretou a sentença de condenação contra o núcleo administrativo e financeiro do esquema, no STF nenhuma denúncia sequer foi apresentada pelo Ministério Público Federal. Responsável pelas apurações relativas ao braço político do Petrolão, Janot é acusado pela Polícia Federal de travar a investigação, protelando oitivas de pelo menos sete inquéritos relacionados a 40 pessoas e alimentando uma antiga guerra de poderes entre procuradores e delegados. Nos bastidores, delegados se queixam que o procurador-geral quer para si o protagonismo da operação, submetendo a PF a seus desejos. Acusam-no ainda de estar usando a Lava Jato para garantir sua recondução ao cargo. De outro lado, o MP diz que a PF estica a corda de olho em aumentos salariais e numa autonomia orçamentária, administrativa e financeira em relação ao Ministério da Justiça.


Desde que foi alçado ao posto, Janot tem atuado como um equilibrista para evitar incidir em equívocos cometidos por seus antecessores. Ele não quer agir de maneira açodada, para que não incorra no mesmo erro de Aristides Junqueira, responsável pela denúncia contra o então presidente Fernando Collor, que anos mais tarde seria inocentado pelo STF pela inconsistência das provas utilizadas. Nem pretende marcar seu trabalho pela lentidão, para não ser acusado de “engavetador-geral da União”, como Geraldo Brindeiro, conhecido por não dar andamento aos processos contra políticos durante o governo tucano.
O excesso de cuidados, no entanto, não impede o surgimento de problemas com os quais o procurador não esperava se deparar. Conforme apurou ISTOÉ, a contenda começou quando Janot telefonou para o diretor-geral da Polícia Federal, Leandro Daiello, no último dia 15, explicando que precisava adiar os depoimentos dos senadores Fernando Collor e Benedito de Lira, e do empresário Alexandrino Alencar, ex-diretor da Odebrecht, previstos para os dois dias subsequentes. O procurador explicou que aguardava o resultado das diligências que fundamentariam os interrogatórios. Daiello teria concordado em remarcar a data das oitivas e pediu que Janot formalizasse isso por ofício. No dia seguinte, porém, o diretor-geral da PF recuou. Alegou que os delegados não concordavam com o adiamento e que o caso deveria ser levado ao ministro Teori Zavascki, do STF. Assim foi feito e o relator acabou autorizando a mudança na agenda, num despacho em que reafirmou a competência do Ministério Público na condução do inquérito.


Para integrantes do MPF ouvidos por ISTOÉ, a postura do diretor-geral da PF no episódio sugere que ele tem dificuldade em comandar sua tropa, daí o descompasso entre as duas instituições que deveriam trabalhar em harmonia. Essa situação teria se tornado ainda mais flagrante com a presença informal do delegado Luis Flávio Zampronha em diversas oitivas. Procuradores da força-tarefa questionaram a participação de Zampronha, alegando que o policial não foi designado oficialmente para a função. Próximo do ex-diretor da PF Paulo Lacerda, Zampronha integrou a Divisão de Combate a Crimes Financeiros da PF que investigou a fundo o mensalão. A expertise do delegado justificaria sua participação no caso, desde que isso fosse formalizado, alegam os procuradores. Caso contrário, só tende a alimentar a disputa entre a PF e o MPF e as insinuações mútuas de que alguém quer atrapalhar as investigações. “Não há necessidade de um ato formal. Nenhum delegado foi designado oficialmente”, rebateu Zampronha.
Certo é que, após a manifestação de Teori, a PF resolveu reagir por meio do presidente da Associação de Delegados da Polícia Federal (ADPF), Marcos Leôncio Ribeiro. Em nota, disse que os delegados federais estavam preocupados “com os prejuízos à investigação criminal” e com o “atraso de diligências”. Ato contínuo, em blogs surgiram acusações de que a PF estaria usando a Lava-Jato como barganha para aprovar a PEC 412, que prevê autonomia orçamentária, administrativa e financeira para a instituição. Audiências públicas de Leôncio com parlamentares para defender a “PEC da autonomia” foram interpretadas como provas de um “balcão de negócios”. “É uma insinuação ridícula e despropositada”, disse à ISTOÉ. É o que todos esperam.
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*Fotos: Sergio Lima/Folhapress; Marcelo Ferreira/CB/D.A Press ; PAULO LISBOA/BRAZIL PHOTO PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO 

sexta-feira, 24 de abril de 2015

Mais uma derrota de Dilma ✰ Dilma não pode rasgar a Constituição !!!



O PMDB, teoricamente, o principal aliado político do Planalto impôs mais uma humilhante derrota à “governanta' Dilma Rousseff.
Foi aprovada na CCJ, a PEC de autoria do presidente da Câmara, Eduardo Cunha, da redução do número de ministérios no Governo dos atuais 38 para 20 pastas.

PMDB, DEM, PSDB, PPS, PV e Solidariedade votaram a favor do projeto. PSOL, PcdoB, PSB, PR, PRB, PSD, PDT e, é claro, o PT votaram contra a redução dos ministérios.

Apesar do grave momento de crise no país, a presidente Dilma não se intimidou em cortar direitos trabalhistas, mas se nega a fazer uma auto-imolação em prol da economia.

Desde a independência do país, em 1822, não se via tantos lacaios de primeiro escalão na República.
Só para relembrar os governos mais recentes, Collor teve 12 ministérios; FHC, 21; Lula nomeou 35 ministros; e Dilma, a gerentona, formada, pasmem, em economia, inflou o número de ministérios para 39, mas, recentemente, extinguiu um, chegando a 38 ministros – todos, é claro – bancados pelo dinheiro do sofrido e achacado contribuinte.

Tamanho absurdo não se vê nem mesmo em países maiores, mais complexos e desenvolvidos. Na superpotência dos Estados Unidos há, apenas, 15 ministérios. Na abastada e austera Alemanha, o número de ministros não passa de 14.

Estudo feito por pesquisadores na Áustria concluiu que quanto maiores as equipes de governo, mais ineficiente será a gestão.

A gente se pergunta porque, no Brasil, convivem, lado a lado, o ministério da agricultura e o do desenvolvimento agrário. Soa ilógico.

Que utilidade tem duas secretarias com status de ministérios, a dos direitos da mulher e a dos negros – quando já existe o ministério dos Direitos Humanos, que acolhe, ou deveria acolher, todos os grupos humanos?

Mas, para o Governo Federal o excesso de ministérios tem sua função. Esse mega cabide de emprego garante a compra do apoio político no Congresso, geralmente trocado por ministérios e cargos em escalões inferiores. Portanto, é vital para o presidencialismo de cooptação.

Os governistas alegam que a PEC é inconstitucional, mas a própria Constituição contraria os desavisados. O artigo 88 da Carta Magna é clara:
“A lei disporá sobre a criação e a extinção de ministérios e órgãos da administração pública.”
Dilma pode até espernear, mas não poderá jamais rasgar a Constituição.