segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

No listão de Paulo Roberto, indícios de políticos influentes.

Anotações em caderneta apreendida pela PF são de 2010
*Por O Globo

O ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, durante depoimento na Comissão Parlamentar de Inquérito da Petrobras.
Givaldo Barbosa / Agência O Globo
RIO - Iniciais que remeteriam a nomes de parlamentares e números que sugerem valores em dinheiro estão entre as anotações da agenda pessoal do ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa, apreendida pela Polícia Federal. A informação é de reportagem do jornal “O Estado de S.Paulo” publicada ontem em seu site. Segundo a reportagem, são anotações manuscritas de 2010, numa caderneta apreendida em março deste ano, na casa do ex-diretor no Rio.

As iniciais escritas na agenda poderiam ser de alguns dos políticos apontados por Paulo Roberto Costa no acordo de delação premiada. De acordo com a reportagem, um dos exemplos é a anotação das iniciais PIZ, ao lado do número 5,5 (seria referência a João Pizzolatti e R$ 5,5 milhões). Há, ainda, as iniciais MN ao lado de 5,0 (seria referência a Mario Negromonte); as iniciais NEL, com o número 4,0 (seria alusão a Nelson Meurer); BL ao lado de 1,0 (seria alusão a Benedito Lira); Tvian ao lado de 0,3 (seria alusão a Tião Viana); e WR ao lado de 0,5 (seria alusão a Valdir Raupp). Além disso, outra anotação é a sigla PP ao lado do número 28,5, o que seria alusão a R$ 28,5 milhões e ao Partido Progressista, que comandava a diretoria de Abastecimento.


Nos 80 depoimentos que prestou ao Ministério Público Federal (MPF), na delação premiada, Costa listou 28 políticos que teriam se beneficiado do esquema de corrupção na estatal. Entre os citados, 16 têm foro privilegiado: dez são senadores (12% da composição do Senado) e cinco, deputados federais que se reelegeram. Uma das novidades foi a inclusão do governador do Acre, Tião Viana (PT). A relação não inclui os nomes listados pelo doleiro Alberto Youssef, que também fez acordo de delação premiada, já homologada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki.



Na lista de Costa, há três ex-governadores, um ministro e cinco deputados não reeleitos. Os presidentes do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e da Câmara, Henrique Alves (PMDB-RN), também estão incluídos, além de líderes de PT, PP e PMDB.



No caso do PSDB e do PSB, os envolvidos já morreram: o ex-dirigente tucano Sérgio Guerra e o ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos. Alguns nomes já eram conhecidos desde setembro. Os que têm foro privilegiado terão, em sua maioria, seus casos tramitando no STF. Viana, por ser governador, deverá ter seu caso apreciado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). Os demais deverão responder na primeira instância, na Justiça Federal do Paraná.

Eterna hipocrisia petista.

PT processa delator da Petrobras por difamação
O presidente do PT, Rui Falcão, disse que o partido ajuizou ação contra o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa. Acusa-o de “difamação”. Em depoimento à Justiça Federal, o petrodelator incluiu o PT entre as legendas que mordiam propinas na estatal petroleira.
Mais: Paulo Roberto informou que o coletor do petismo era João Vaccari Neto, sucessor de Delúbio Soares na administração das arcas partidárias. “Ele fez acusações infundadas contra o PT'', disse Rui Falcão. Quando Roberto Jefferson jogou o mensalão no ventilador, em 2005, dizia-se coisa parecida. Naquele caso, porém, a inocência foi passar uma temporada na cadeia.

Nós temos 12 dias para as eleições, estamos em GUERRA CONTRA O MAL...É chegada a hora de livrarmos o País desta praga chamada PT... Compartilhe essa parte da nossa história... Sinta orgulho de ser decente, honesto, digno, defensor dos príncípos básicos de família !

FORA Dilma ! 
*Confira no link www.prolart.com.br

Depois de subsidiar as empreiteiras do Petrolão e os principais doadores da campanha da Dilma, o BNDES reduz financiamentos e sobe os juros.


Os juros do BNDES para amigos do governo Dilma fizeram nascer, por exemplo, a JBS, que foi a principal doadora das campanhas do PT com mais de R$ 160 milhões e cujo monopólio fez a carne subir 20% em 2015.


Em reunião nesta sexta (19) com Dilma Rousseff, o ministro Guido Mantega (Fazenda) e seu sucessor, Joaquim Levy, decidiram elevar as principais taxas de juros para empréstimos de longo prazo a empresas no país, a TJLP e a do PSI (Programa de Sustentação do Investimento). A TJLP, adotada em 90% dos empréstimos do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), será de 5,5% no primeiro trimestre de 2015. Hoje, está em 5% ao ano.

É a primeira elevação desde outubro de 2003, início do governo Lula (2003-2010), quando os juros de longo prazo estavam em 12% ao ano. Ela foi sendo reduzida até atingir 5%, em janeiro de 2012. No caso do PSI, a taxa final ao tomador está entre 4% e 8% ao ano e passará para uma faixa entre 6,5% e 10% ao ano.

Essa linha, criada na crise de 2009, terá R$ 50 bilhões adicionais em 2015, recursos que já estão com o BNDES. Em 2014, foram repassados R$ 80 bilhões. O saldo hoje do programa está em R$ 378 bilhões. O percentual de financiamento dos bens vai cair de até 100% para até 70%.

Segundo o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Paulo Caffarelli, o governo considerou que era chegado o momento de reduzir o subsídio do governo a esse tipo de crédito e melhorar o resultado das contas públicas. "São taxas atrativas comparadas com as de mercado, mas foram ajustadas para que se mantenha a premissa de subsídios zero", afirmou, acrescentando que as taxas são compatíveis com uma meta de superavit primário de 1,2% do PIB para 2015 e de 2% em 2016 e 2017.

Ao falar em subsídio zero, o governo se refere apenas ao fim da obrigação de o Tesouro remunerar o BNDES pelo risco desse crédito e da margem de ganho do banco. Essa despesa foi de R$ 18 bilhões desde 2009. Segundo Caffarelli, o banco tem outros recursos, como retorno de empréstimos já concedidos, para usar no PSI. O percentual valerá até 31 de março, quando será revisto pelo CMN (Conselho Monetário Nacional), formado por BC, Fazenda e Planejamento.
(Folha de São Paulo)

domingo, 21 de dezembro de 2014

Dilma falando...A hipocrisia é demais!!!

Ao falar sobre o que é preciso para coibir a ladroagem na estatal, disse: “É preciso uma nova consciência, uma nova cultura, fundada em valores éticos profundos. Ela tem de nascer dentro da cada lar, dentro de cada escola, dentro da alma de cada cidadão e ir ganhando de forma absoluta as instituições”.
Com a devida vênia, a presidente enlouqueceu. Retiro. Esse discurso não tem né pé nem cabeça nas nuvens. Tem é os dois pés no chão e as duas mãos também. Quer dizer que há fatores, digamos, antropológicos e socioculturais que explicam os desvios praticados por diretores nomeados pelo PT e uma corja de políticos? Dilma está a dizer que o país todo é corrupto e que o que se praticava na Petrobras é a nossa rotina.
*REINALDO AZEVEDO

PT amordaça imprensa mineira para esconder os crimes de Pimentel.

Quem diria! Durante anos e anos o PT de Minas acusou os governos tucanos de interferir e de censurar os veículos de imprensa do Estado para justificar sucessivas derrotas eleitorais. E para garrotear de forma covarde e ardilosa a liberdade de imprensa. Vejam a declaração do governador Fernando Pimentel ao lixo chapa branca chamado Carta Capital, em agosto passado, usando a velha tática petista de pressionar a imprensa:

Minas tem uma característica de uma mídia muito acanhada. O governo do estado nesses 12 anos acabou construindo uma blindagem muito forte em torno de si mesmo. E a mídia nacional é muito engajada contra o governo federal. Sem comentário de valor, o fato é que a grande mídia nacionalmente é contra o governo federal e aqui em Minas a grande mídia local, com raras e honrosas exceções, é pró-governo.

Menos de dois meses após a eleição de Pimentel, está ocorrendo exatamente o contrário. É o PT, a mando do governador eleito, que amordaça o jornalismo mineiro, que, por sua vez, se curva de maneira vergonhosa, solapando informação sobre os graves problemas que cercam a campanha eleitoral.

A cobertura parcial e truncada dos principais veículos de comunicação são a maior prova de que os  petistas estão interferindo na cobertura e desmanchando a lenda de que os tucanos é que atuavam desta forma. As evidências surgem a cada dia. Há um silêncio ensurdecedor na maioria das redações, que simplesmente calaram diante das graves denúncias que atingem o PT e o futuro governador, conhecidas em todo o Brasil, mas sem a necessária divulgação em Minas Gerais.

Jornais, portais e emissoras de rádio e TV estão ocultando do povo mineiro os sucessivos escândalos que vieram a público nas últimas semanas, tendo como epicentro o próprio governador eleito Fernando Pimentel, sua nova esposa, o empresário Benedito Oliveira e a indicação do deputado federal Bernardo Santana (PR), que responde a diversos inquéritos no Supremo Tribunal Federal (STF), para o comando da Secretaria de Estado de Defesa Social.

A temporada de escândalos envolvendo Pimentel teve início no dia 07/10, quando a Polícia Federal aprendeu um avião em Brasília, saído de Belo Horizonte, levando a bordo uma grande quantia em dinheiro vivo. Junto com o dinheiro foram detidos dois dos principais assessores do governador eleito. O assunto foi registrado com destaque nos principais jornais do país, com destaque até no Jornal Nacional, da TV Globo. Mas, na contramão da repercussão nacional, o assunto não ganhou a devida cobertura em Minas.

Nenhum jornal, rádio ou TV mineiros se interessou em apurar a denúncia. Em aprofundar a investigação. Não se interessaram em verificar a fundo a história mesmo depois de revelado que o empresário brasiliense Benedito Oliveira, o notório Bené, antigo financiador do PT, estava entre os detidos e era, de fato, o dono do avião. Figurinha carimbada de histórias que misturam caixa dois, casa do Lago Paranoá e seus dossiês na campanha de Dilma em 2010, laranjas, Bené enriqueceu obtendo contratos milionários para prestar serviços gráficos aos governos do PT.

Diante da revelação da detenção de Bené, a primeira reação do governador eleito Fernando Pimentel foi manter distância do empresário, apontado por ele como apenas “um fornecedor de serviços” da campanha. Mas a história não resistiu aos fatos. No dia 31/10, a revista Época trouxe reportagem aprofundando as investigações e mostrou a real extensão das relações pessoais e empresariais de Pimentel e sua esposa Carolina Oliveira e Bené. 

A proximidade entre eles é tão grande, segundo a revista, que coube ao empresário alugar as salas onde deveria funcionar a empresa de comunicação criada pela esposa de Pimentel, Carolina Oliveira, que prestava serviços ao PT. E mais, Pimentel chegou a nomear um ex-sócio de Bené para cargo de primeiro escalão no Ministro da Indústria e Comércio. Apesar das informações relevantes publicadas pela revista, os principais jornais, Tv´s e rádios de Minas Gerais fizeram absoluto silêncio.

A indicação do deputado federal Bernardo Santana (PR/MG) para comandar a Secretaria de Estado de Defesa Social é outra evidência de que o cerco petista já se impõe sobre a atuação dos principais veículos de comunicação mineiros. Foi escondido do povo mineiro, pela imprensa amordaçada, que Santana é alvo de umdoistrês inquéritos do STF, que investigam crimes contra o meio ambiente e o patrimônio genético, crimes eleitorais e uso de documento falso.

Reprovação das contas de Pimentel:

A cobertura do jornal O Estado de Minas sobre a reprovação das contas da campanha do governador eleito Fernando Pimentel pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) de Minas Gerais, em 11 de dezembro, fez aumentar a certeza dos observadores mais atentos sobre a escandalosa interferência do PT nas redações. O fato político mais importante do dia em Minas, uma vez que Pimentel corria o risco de ter o diploma ou o mandato cassado, tendo sido multado em 50 milhões de reais por irregularidades na prestação de contas,  recebeu apenas uma minúscula, quase imperceptível, nota no pé da capa. Isso mesmo sendo manchete no Jornal Nacional.

O UAI, portal de notícia dos Diários Associados, do mesmo grupo do Estado de Minas, não chegou sequer a publicar chamada na capa do site. A TV Globo Minas também ignorou a decisão do TRE que reprovou as contas de Pimentel, mesmo com o destaque no principal jornal da emissora em nível nacional. No dia 11/12, a Globo não deu nem mesmo uma nota sobre o assunto, em seu principal telejornal local, o MGTV 2ª Edição. 

No entanto, hoje, quando o TRE-MG negou recurso do PSDB contra a diplomação de Pimentel, a manchete explode nos mesmos veículos que calaram quando os crimes eleitorais aconteceram. Sem dúvida, esta foi a campanha da mentira em Minas Gerais. Uma mentira alimentada por uma imprensa que cai na armadilha do PT e tenta provar o que nunca aconteceu: que esteve a serviço do PSDB, como os petistas mentiram ao longo dos anos. Uma mentira repetida mil vezes se transforma em verdade, já dizia o nazista Goebbels. É o que aconteceu em Minas nos últimos anos e que esta véspera do PT no poder já começa a desmanchar.

Nem religião, nem virgens, nem vingança.



Remetido por: Bereta, via [Grupo Resistência Democrática]

O que move extremistas a se vestirem com explosivos e apartarem o detonador no meio de dezenas de crianças inocentes, como fizeram hoje numa escola do Paquistão?
Terroristas e vítimas parecem concordar com a resposta “religião + virgens”. O objetivo seria espalhar o Islã a qualquer custo e vingar-se do Ocidente, com o benefício adicional de passar a eternidade no paraíso na companhia de 72 jovens intocadas.
Para o psicólogo israelense Ariel Merari, que estuda o assunto há 30 anos, essa resposta não passa de um mito. Merari liderou o primeiro grupo de estudiosos com acesso a terroristas palestinos que tiveram o ataque suicida frustrado – ou porque o equipamento não funcionou ou porque foram presos antes de explodirem. Por meio de testes psicológicos e longas entrevistas, ele chegou a duas surpresas:
- A religião não é a principal motivação dos homens-bomba. Os terroristas que se dispuseram ao suicídio não eram mais religiosos que os não suicidas ou mesmo que a população palestina em geral. Oitenta por cento deles se disseram “moderadamente religiosos”. Eram também mais escolarizados e ricos que a média da população. Com idade entre 15 e 23 anos, 53% tinham completado o Ensino Médio ou começado a faculdade, enquanto só 33% dos terroristas não suicidas estavam nesse nível de escolarização. Para 60% dos homens-bomba, o ataque seria a primeira atividade violenta de resistência.
- Os homens-bomba não buscam vingança. Nenhum dos terroristas entrevistados por Merari revelou ter decidido se tornar homem-bomba para vingar a morte de um parente ou conhecido. Todos os entrevistados tinham a mãe viva; 94%, o pai. Só um terço deles lembrava de algum familiar distante morto nos conflitos com Israel.
Se não lutam por vingança nem por virgens no paraíso, o que, então, os homens-bomba querem? Para Merari, a maioria deles busca realizar um grande ato que possa compensar a falta de habilidade social. Os testes conduzidos pelo psicólogo mostraram que 60% dos terroristas suicidas tinham transtornos de personalidade dependente ou esquiva. É o perfil de quem tem pouca autoconfiança, timidez exagerada, dificuldade em tomar decisões, hipersensibilidade a culpa, necessidade extrema de aprovação dos outros, medo de rejeição e de expressar desacordo, e disposição a realizar tarefas só para agradar os demais.
Um caso exemplar é o de Hamed, preso aos 21 anos. Asmático desde os 10, durante a adolescência preferia ficar em casa vendo televisão que brincar com amigos. Nunca tinha se relacionado com mulheres. Conta o psicólogo:
Nos testes psicológicos, Hamed foi avaliado como uma personalidade esquiva. Ansioso, tímido e introvertido, tinha uma autoestima muito baixa, rigidez e necessidade de agradar os outros, ainda que sem competência social. Abstinha-se de relações social até ter certeza que seria bem-vindo.
No começo, quando perguntado o que o fez participar de missões suicidas, respondeu simplesmente ‘meu objetivo era ir para o paraíso e ficar com 72 virgens’ (apesar de ter se descrito como moderadamente religioso). Depois, no entanto, ele disse: ‘Eu também queria ser famoso, ser visto num pôster, e ajudar minha família a ter mais dinheiro’.
Esse perfil é uma presa fácil do fanatismo. Jovens carentes por pertencer à elite de um grupo social são mais leais, dedicados e dispostos a se sacrificar em nome do grupo. O ataque daria a eles o ingresso ao clube exclusivo dos heróis suicidas, compensando uma vida de fracassos sociais e pouca visibilidade. Mais que uma ideologia maluca, o que motiva os homens-bomba a cometer crimes tão absurdos é a necessidade de se sentirem especiais.

sábado, 20 de dezembro de 2014

Venina Velosa não poupou ninguém. Nem ela mesma!

Venina Velosa da Fonseca: "Todos ( da diretoria da Petrobras ) sabiam dos superfaturamentos!"
"A ex-gerente da Petrobras Venina Velosa da Fonseca prestou depoimento durante cinco horas ao MPF/PR, contou que está sendo ameaçada e entregou milhares de documentos, principalmente cópias de emails e relatórios internos de auditoria, à força tarefa de procuradores que investiga o cartel de empresas e o desvio de dinheiro de obras da estatal. Segundo o advogado Ubiratan Mattos, que representa Venina, ela reafirmou que toda a diretoria da Petrobras sabia das irregularidades, incluindo Graça Foster, e os documentos devem ajudar a força tarefa nas investigações. 
Mattos explicou que Venina manteve cópias dos emails porque sabia que estavam sendo cometidas irregularidades e decidiu ajudar nas investigações depois de ver seu nome incluído entre os responsáveis pelas irregularidades nas obras da Refinaria Abreu e Lima, ao lado de Pedro Barusco Filho, da diretoria de Engenharia e Serviços, que mantinha contas no exterior a serviço do esquema. 
Barusco, que assinou acordo de delação premiada e se prontificou a devolver cerca de R$ 100 milhões mantidos fora do país, era subordinado de Renato Duque. - A vilã não é Venina. Ela está do lado da ética e sempre denunciou internamente. A diretoria toda sempre soube, incluindo a Graça (Foster) - disse Mattos. 
O advogado afirmou que Venina passou a ser intimidada por telefone após a primeira denúncia, com recados como "você está mexendo com gente grande". - Havia um processo de desconstrução da imagem da Venina. Colocar o nome dela ao lado de Pedro Barusco é um absurdo - afirmou Mattos. - Em nenhum momento ela cogitou depor como colaboradora. Ela será ouvida como testemunha de acusação - explicou. 
"Essa foi apenas a primeira conversa com o MPF. Mantivemos o sigilo por segurança. Ela tem sofrido ameaças por telefone" - explicou o advogado, acrescentando que Venina é divorciada, tem duas filhas e teme pela segurança delas. 
"Todos os elementos formais, como documentos e emails, foram entregues. Mas o teor deles e do depoimento vão continuar em sigilo" afirmou o procurador. 

Marido "sortudo", da Presidente, faturou R$ 614 milhões da Petrobras.


Colin Vaughan Foster, com seu modelito Yves Saint Laurent que usa quando tenta ir às vias de fato com Graça. Ela se enrola na bandeira do PT, depois recitam mantras marxistas, cantam o hino da Internal Socialista e, ao olharem um no focinho do outro, desistem e vomitam. Aliás, esse é um traje maçônico. 
A maçonaria já foi bem melhor...

(Cláudio Humberto)

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Um governo de mentiras.

Graça mente!
Governo põe aparato oficial para tentar desmentir as denúncias da geóloga Venina Velosa, mas quem deveria ser desmentida é Graça Foster, que por anos ignorou as falcatruas
Com a Petrobras derretendo, o governo deflagrou ontem uma operação para blindar a atual presidente da empresa, Maria das Graças Foster. É tudo o que a presidente da República e seus auxiliares não deveriam estar fazendo numa hora destas. Cabe a Dilma Rousseff vir a público explicar a catatonia na estatal tragada por corrupção, e não tentar justificar o injustificável.
É cada vez mais evidente que a posição de Graça é insustentável. Suas alegações diante das denúncias de que há anos sabia das falcatruas na companhia não se sustentam. Para piorar, o aparato oficial também é usado para sustentar a mentira, por meio de notas oficiais divulgadas aos borbotões pela Petrobras - agora até de madrugada...
Do outro lado, estão as denúncias cristalinas, límpidas, feitas pela geóloga Venina Velosa da Fonseca. Têm hora, data, destinatários e remetentes claros. Estão registradas. Aconteceram, do que se sabe até agora, nos dias 2 de abril de 2009, 3 de abril de 2009, 4 de maio de 2009, 26 de agosto de 2011 e 7 de outubro de 2011.
As primeiras mensagens vieram a público na sexta-feira pelo Valor Econômico. Desde então, a Petrobras divulgou três notas oficiais para tentar desmentir Venina. Alega que a presidente da empresa só soube poucos dias atrás do que a funcionária tinha a dizer. A cada investida, fica claro que quem precisa ser desmentida é a empresa e, mais precisamente, sua presidente, Graça Foster.
Hoje, o Valor traz novas mensagens enviadas pela geóloga a Graça, então diretora de Gás e Energia da estatal. Uma delas foi expedida na madrugada de 3 de abril de 2009, horas antes de Venina protocolar oficialmente junto ao sistema de documentação da Petrobras denúncia de irregularidades na área de comunicação da diretoria na qual trabalhava, a de Abastecimento. Elas resultaram em desvio comprovado de R$ 58 milhões.
Outro e-mail data de 7 de outubro de 2011. Nele, Venina diz preferir dizer tudo o que tinha a dizer "olhando direto nos olhos" de Graça e pede que a então diretora a receba. Como não conseguiu, optou por escrever a mensagem. Fica claro na correspondência a confiança que a funcionária depositava em Graça, que, no entanto, jamais a retribuiu.
O desfecho das denúncias já é sabido: 
Venina acabou desterrada para um posto em Cingapura e no mês passado foi destituída do cargo que ocupava na empresa. Em contraponto, um dos funcionários por ela denunciado, de umbilicais ligações com o PT da Bahia, demorou quatro anos para ser demitido.

Alguns anos atrás, outro denunciante entrou para a história ao fazer um pungente apelo diante das câmeras, durante depoimento no Congresso :
"Sai, Zé, sai rápido daí". Estava deflagrada a investigação do mensalão e José Dirceu demorou só alguns poucos dias para seguir o conselho de Roberto Jefferson. Hoje é um presidiário. Graça Foster, definitivamente, não precisaria chegar a tanto.

*Este e outros textos analíticos sobre a conjuntura política e econômica estão disponíveis na página do Instituto Teotônio Vilela

Petrolão: Dilma e Lula precisam ser indiciados por patrocinar escândalo de corrupção.

Quando uma empresa vai à bancarrota, pelo crime falimentar respondem seus proprietários, executivos, não o porteiro e o manobrista. Assim determina a legislação brasileira, que não deixa dúvidas a respeito do tema. O mesmo acontece quando a empresa desrespeita alguma lei vigente no País.
No caso da Petrobras, não apenas os diretores executivos devem responder pelos crimes cometidos no rastro do esquema de corrupção que funcionava na estatal, mas também os integrantes do Conselho de Administração e o chefe do Executivo federal, uma vez que a empresa tem a União como acionista majoritária. Sem contar que a Petrobras, nos últimos anos, transformou-se em reduto de indicações políticas, seara de desmandos variados.
Essa forma de interpretar o maior escândalo de corrupção da história nacional tem como base a lógica simplista, pois é inadmissível que os verdadeiros responsáveis pela onda de saques aos cofres da Petrobras fiquem impunes. De tal modo, Luiz Inácio da Silva, o apedeuta Lula, e Dilma Vana Rousseff devem responder no mínimo pelos crimes de responsabilidade e prevaricação, pois ambos sabiam do acontecia na petrolífera e silenciaram diante da roubalheira, até porque só assim a chamada base aliada mantinha-se obediente.
Na edição de 29 de agosto, o UCHO.INFO afirmou, sem medo de errar, que a Operação Lava-Jato em breve subiria a rampa do Palácio do Planalto. Essa certeza decorre do fato de o editor ter sido um dos que denunciaram, no início de 2009, o escândalo de corrupção que desaguou na operação da Polícia Federal. Por conhecer as entranhas do caso, o editor sempre teve certeza do envolvimento do Palácio do Planalto no caso, que desde março passado permanece na mídia, um fato quase que inusitado no âmbito da imprensa nacional, sempre ávida por um escândalo novo.
Diferentemente do que pensa a extensa maioria dos brasileiros, a responsabilidade da presidente da República em relação ao caso é menor do que a do agora lobista Lula, que começa a perceber que a Lava-Jato se aproxima de maneira perigosa. Em 2005, logo depois da eclosão do Mensalão do PT, o UCHO.INFO afirmou que em cena entrara um novo esquema de corrupção para azeitar a base aliada, sempre movida a dinheiro e cargos. Nessa época, o então deputado federal José Janene (PP-PR), já falecido, começava a operar uma organização criminosa que tinha como pano de fundo a Petrobras.
Ciente de que pode ser alcançado a qualquer momento pela Operação Lava-Jato, Lula determinou aos “companheiros” de legenda, em especial deputados federais e senadores, que ataquem sem descanso o PSDB como forma de minimizar os efeitos colaterais no Partido dos Trabalhadores, que sangra a cada novo capítulo do escândalo. A estratégia de Lula é burra, pois funciona como uma confissão do PT em relação à roubalheira ocorrida na Petrobras. O ex-metalúrgico pode até dizer que jamais soube o que se passava na estatal, mas eram dele as ordens para que a base aliada fosse atendida a qualquer custo em seus pleitos bandoleiros. Sendo assim, Lula deveria ser incluído no rol de responsáveis pelo Petrolão.
Crimes da ditadura X roubalheira na Petrobras
Dominada pela esquerda verde-loura, a Comissão Nacional da Verdade, que resolveu passar parcialmente a limpo a história brasileira, concluiu que os crimes cometidos durante a ditadura militar também são de responsabilidade daqueles que comandaram o Executivo federal durante a era plúmbea. Ou seja, os generais que tomaram assento no principal gabinete do Palácio do Planalto devem ser considerados culpados.
*Fonte: UCHO.INFO