segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Lula não quer "bater" em Marina.

Ele não quer bater nela
O PT conta com Lula na tarefa de desconstrução de Marina Silva. O problema é que Lula não se mostra disposto – ao menos até agora – a bater em Marina diretamente. Já disse a interlocutores que a biografia de Marina, semelhante à dele, dificulta o ataque.
A propósito de desconstruir Marina Silva, tanto o PSDB quanto o PT vislumbram, nos bastidores, um caminho para desgastar Marina. Encontrar algum desvio de conduta nas gestões de Fábio Lima, marido da ex-senadora. Fábio trabalhou por mais um uma década em governos petistas do Acre.

Como antídoto a esse tipo de ataque, Marina costuma mostrar a interlocutores um pedido de investigação sobre as atividades do marido feito por ela ao Ministério Público.
(Lauro Jardim - Veja Online)

O raquitismo da economia é o legado dos farsantes que se afogaram na "marolinha".

Haja cinismo







“Forçada a enfrentar a crise, Dilma imita Lula e a procissão de bravatas recomeça”, resumiu o título do post publicado em março de 2012. O texto tratou de mais um surto de soberba da doutora em nada que se imagina especialista em tudo: caprichando na pose de quem concluiu aquele curso de doutorado na Unicamp que nem começou, Dilma Rousseff resolveu dar conselhos a países europeus castigados pela crise de dimensões planetárias.

Conseguiu apenas ampliar o acervo de cretinices acumulado desde 2008, quando Lula abriu o cortejo de falácias, fantasias, mentiras e falatórios sem pé nem cabeça produzidos pelos fundadores da Era da Mediocridade. 

Nesta quinta-feira, o país (ainda) conduzido por farsantes soube que encalhou no atoleiro. Depois de encolher 0,2% no primeiro trimestre, o Produto Interno Bruto diminuiu mais 0,6% de abril a junho. Confrontados com a esqualidez do pibinho, os tripulantes da nau dos insensatos trataram de caçar justificativas para o fiasco histórico. Dilma desconfiou que não bastaria dar outro pito no vilão de sempre — a crise internacional que seu padrinho jurou ter derrotado. E então incluiu entre os culpados pela “recessão técnica”a Copa dos 7 a 1. 

“Por causa da Copa do Mundo, tivemos a maior quantidade de feriados na história do Brasil, nos últimos anos, nesse trimestre”, fantasiou a presidente que, convencida de que a vadiagem coletiva melhora o trânsito, decretou a maior quantidade da história do Brasil. A Copa das Copas começou a semana na relação das proezas federais que aceleraram o crescimento econômico. Terminou-a acusada pela presidente de ter acentuado o raquitismo do pibinho. Haja cinismo.

A explicação é tão veraz quanto o palavrório costurado por Lula em 27 de março de 2008, quando a crise nascida nos Estados Unidos já contaminara vários países. “Um dia acordei invocado e liguei para o Bush”, gabou-se o então presidente. “Eu disse: ‘Bush, meu filho, resolve o problema da crise, porque não vou deixar que ela atravesse o Atlântico’”. Como Lula só fala português, Bush decerto não entendeu o que ordenara o colega monoglota. E a crise navegou sem sobressaltos até desembarcar nas praias do Brasil. 

O presidente invocado voltou ao tema só depois de seis meses ─ para comunicar que livrara o país do perigo. “Que crise? Pergunte ao Bush”, recomendou em 17 de setembro. “O Brasil vive um momento mágico”, emendou no dia 21. No dia 22, pareceu mais cauteloso: “Até agora, graças a Deus, a crise americana não atravessou o Atlântico”, ressalvou. Uma semana depois, a ficha enfim começou a cair. “O Brasil, se tiver que passar por um aperto, será muito pequeno”, disse em 29 de setembro. 

A rendição pareceu iminente no dia 30: “A crise é tão séria e profunda que nem sabemos o tamanho. Talvez seja a maior na História mundial”. Em 4 de outubro, o otimista delirante voltou ao palco para erguer com poucas palavras o monumento à megalomania: “Lá nos Estados Unidos, a crise é um tsunami. Aqui, se chegar, vai ser uma marolinha, que não dá nem para esquiar”. No dia 8, conseguiu finalmente enxergar o tamanho do buraco. 

A anemia dos índices registrados de lá para cá mostrou o que acontece a um país governado por quem se nega a ver as coisas como as coisas são, e enfrenta com bazófias e bravatas complicações econômicas de dimensões globais. Essa espécie de monstro é impiedosa com populistas falastrões. Mas o bando de reincidentes não tem cura: três anos depois, a estratégia inaugurada pelo Exterminador do Plural começou a ser reprisada em dilmês. Se Lula acordava invocado com George Bush, Dilma passou a perder a paciência com uma entidade que batizou de “tsunami monetário”. 

Em março de 2012, numa discurseira de espantar napoleão de hospício, a presidente atribuiu a paternidade da criatura a “países desenvolvidos que não usam políticas fiscais de ampliação da capacidade de investimento para retomar e sair da crise que estão metidos e que usam, então, despejam, literalmente, despejam quatro trilhões e setecentos bilhões de dólares no mundo ao ampliar de forma muito… é importante que a gente perceba isso, muito adversa, perversa para o resto dos países, principalmente aqueles em crescimento”. 

Lula vivia recomendando aos americanos que se mirassem no exemplo do Brasil. Dilma se promoveu a conselheira da Europa. “Eu acho que uma coisa importante é que os países desenvolvidos não só façam políticas expansionistas monetárias, mas façam políticas de expansão do investimento”, ensinou em 5 de março de 2012. Concluiu a lição no dia seguinte: “Somos uma economia soberana. Tomaremos todas as medidas para nos proteger”. 

Quatro anos depois de reduzido por Lula a marolinha, o tsunami foi desafiado por Dilma a duelar com o Brasil Maravilha. “Nós estamos 100% preparados, 200% preparados, 300% preparados para enfrentar a crise”, avisou. Como o padrinho em 2008, a afilhada despejou outro balaio de medidas de estímulo ao consumo.Ficou mais fácil comprar automóveis, os congestionamentos de trânsito ficaram maiores nos dois anos seguintes. E o governo acabou obrigado a decretar durante a Copa os feriados que, segundo a presidente, acentuaram o raquitismo do pibinho. 

Lula jurava que o país do carnaval foi o último a entrar na crise e o primeiro a sair. Dilma vinha repetindo de meia em meia hora que o resto do mundo inveja o colosso tropical. Conversa de 171, prova o infográfico no blog Impávido Colosso. Pouquíssimas nações fazem companhia ao Brasil no pântano do crescimento zero. A saúde da economia nativa não será restabelecida tão cedo. E pode piorar até o fim do ano. 

Já na eleição de outubro, contudo, deverão ser extirpados os tumores lulopetistas, em expansão há quase 12 anos. Se continuassem sem controle por mais quatro, o Brasil democrático deixaria de existir.
*Por Augusto Nunes, na Veja.

domingo, 31 de agosto de 2014

Desabafo.

Duas pestes, dois escorpiões da política e da vida. Farinha do mesmo saco ( a facção criminosa PT ) sub-mulheres das quais o mundo ficará livre de vez e para sempre, muitíssimo em breve, em nome de Deus!
*Edson F. Nascimento, via Facebook

A ideologia serial killer.


O comunismo é, disparado, o regime mais tirânico da história contemporânea. Em seu “Livro negro do Comunismo”, Stéphane Courtois, diretor do Centro Nacional de Pesquisa Científica da França, assegura que o crime em massa foi elevado a uma forma de governo pelos regimes marxistas-leninistas. Não há ideologia que tenha banalizado tanto a morte. Foram 65 milhões de vítimas na China, 20 milhões na União Soviética, 2 milhões no Camboja, 2 milhões na Coreia do Norte, 1,7 milhões na África, 1 milhão no Vietnã, 1 milhão nos países comunistas do leste europeu. Na América Latina foram 150 mil mortos, número pequeno – é possível dizer isso? - comparado ao resto do mundo. Na região, o único lugar onde o comunismo se instalou de fato foi a pequena Cuba, que se tornou uma atrasada e carniceira dinastia de dois irmãos. No entanto, guerrilhas comunistas como o Sendero Luminoso (Peru) e as Farc (Colômbia) deixaram um rastro de sangue. E há uma jovem ditadura na Venezuela.
Há quem diga que o comunismo acabou. Os próprios comunistas – muitos enrustidos – propagam isso. Bobagem. Há males que nunca acabam. Pior. Há males que estão mais próximos do que imaginamos.
* (Diego Casagrande - Jornal METRO Porto Alegre)

Venezuela limita compras em supermercados.

Tá chegando ao nível cubano ... parasitário, improdutivo, ineficiente, predador dos recursos naturais e corrupto, mas produtor "eficiente" da fome.
Estabelecimentos terão um mecanismo de controle "biométrico" para limitar as compras de produtos e alimentos nos supermercados e mercados do país

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, decretou na noite desta quarta-feira a instalação de um mecanismo de controle "biométrico" para limitar as compras de produtos e alimentos nos supermercados e mercados do país.
"A ordem já está dada, através da superintendência de Preços, para que se crie um sistema biométrico em todos os estabelecimentos e redes distribuidoras e comerciais da República", disse Maduro durante mensagem em rede nacional de rádio e TV.
*Ana Lima, via Facebook

Diante do enorme rombo de Dilma, pibinho de Mantega cai ainda mais...


Como não poderia deixar de ser, o agourento mês de agosto vai terminando dentro de um cenário sombrio para o Brasil. A economia brasileira recuou 0,6% no segundo trimestre deste ano e o país, tecnicamente, entrou em recessão.
Depois de que se tornou público que praticamente a metade da população adulta do país está operando no vermelho e que grande parte desses devedores não fazem ideia de como sairão dessa situação, o passo natural foi uma enorme retração do consumo das famílias e o consequente corte nos investimentos das empresas, que não conseguem dar escoamento à sua produção, tanto no mercado interno, como no externo. Com isso, o PIB do Brasil sofreu um encolhimento de 0,696 % no segundo trimestre, em comparação com o primeiro deste ano.
Há quem jure que a Copa do Mundo da FIFA tenha tido um impacto negativo que contribuiu para empurrar o país ladeira abaixo.
Se compararmos esse resultado com o obtido no segundo trimestre de 2013, vemos que a economia deste país de “faz de conta” encolheu praticamente 1%, segundo os dados divulgados hoje pelo IBGE.
Com tal desempenho, e ainda tendo o resultado do primeiro trimestre sido “ajustado” pela ‘equipe econômica’ do governo passando de uma queda de 0,2 % para uma alta de 0,2%, segundo a maioria dos economistas, a economia de Pindorama mergulhou numa “recessão técnica” em direção ao fosso socialista...
Um buraco enorme que poderá nos engolir a todos: o fosso socialista...
Embora uma boa parte dos economistas ainda considerem que as pequenas quedas do PIB por dois semestres consecutivos não configuram ainda um estado de recessão técnica, centrando seus argumentos no “baixo nível de desemprego no país” (os que estão vivendo de “bolsas-tudo” e de seguro desemprego não são considerados desempregados por não estarem “procurando emprego'')... Argumentam eles que o mercado de trabalho, já em franca desaceçeração, “ainda não se encontra em crise”!
O investimento externo no país tem sido basicamente especulativo, para faturar em cima dos altos juros básicos da economia estabelecidos pelo COPOM como “política antinflacionária” e de resultado muito duvidoso, pelo menos no longo prazo. São raros os investimentos vindos de fora nos setores produtivos da economia.
O PIB brasileiro fechou neste segundo trimestre de 2014 no valor de R$1,271 trilhões, bem abaixo do valor previsto pelo “establishment” `desgovernamental` e do que esperava o mercado, que sempre se orienta pelos números fornecidos basicamente pelo IBGE, coisa que parece agora estar mudando por falta de credibilidade crescente desse instituto, na era petista. Seus números, vão destoando  progressivamente dos apresentados por instituições internacionais como, por exemplo, o Bloomberg dos EUA.
Segundo a maioria dos analista econômicos, ao final deste ano, o Brasil deverá apresentar um pífio crescimento de 0,7% em seu PIB, o que não é suficiente para sequer fazer cóssegas no enorme rombo na economia causada por mais de uma década de absurdos e descaminhos dos governos petistas e de sua base “alugada”. Se tal projeção vier a ser confirmada no início de 2015, será o pior desempenho da economia tupiniquim desde 2009, quando registrou uma queda de 0,39% do PIB, ocorrida no vértice da crise econômica global.
A queda do PIB verificada em ambos os trimestes do ano em curso foram determinadas por queda de quase todos os setores basicos da economia, com excessão do setor agropecuário. O agronegócio, apesar de todos os percalços enfrentados pela ação petista, ainda conseguiu apresentar uma alta de 0,29%.
Já o consumo das famílias (o ítem de maior peso na composição do PIB), apesar de estar em queda forte, ainda apresentou nestes dois trimestres passados um resultado positivo de meros 0,39%.
No entanto, o Brasil realmente produtivo meteu o pé no freio para valer nos investimentos em máquinas para a produlçao industrial, para o transporte, para a agropecuária, para a produção de energia e infraestrutura, tanto no setor privado como no estatal, com uma retração escandalosa de 5,38% em relação ao mesmo período do ano anterior.
Tal índice é considerado como um dos mais importantes no cálculo do PIB, uma vez que sinaliza até que ponto a economia do país terá a capacidade de crescer nos futuros imediato e mediato, o que depende da expansão de sua capacidade produtiva instalada e da sua infrastrutura.
O govenos, que deveriam centrar seus esforços apenas em infrastrutura e promoção de servilos públicos pelo menos decentes à população, mostraram uma retração de investimentos no setor, da ordem de 7%, quando por outro lado, bateram todos os récordes em arrecadação tributária.   Segundo alguns economistas da FGV, a retração do PIB já era algo esperado em função do “efeito FIFA” durante a copa do mundo de futebol, isso porque porque houve um acúmulo maior de “feriados excepcionais” nas cidades-sedes e dias de dispensa antecipada de trabalhadores. Ora, com menos pessoas a produzir, a economia teria necessariamente que encolher, como relamente aconteceu.
Na verdade, o PIB está estagnado desde o fim de 2013, sofrendo ainda os efeitos da enorme expansão do crédito e sob o efeito de juros indecentes (provocados pelos gastos imoderados do governo Dilma) e uma inadimplência que cresce como uma bola de neve.
Endividadas, as famílias já não tem o mesmo poder de compra e não conseguem manter seus gastos, mostrando dessa forma um empobrecimento progressivo, típico das economias socialistas, como a que vai se desenhando no Brasil. Para agravar mais esse cenário e para mostrar de vez que o “remédio” de juros altos pacra conter a inflação já não funciona mais, vimos que essa inflação cresceu neste ano e se concentrou mais nos alimentos. Isso também corroeu com os rendimentos das pessoas, principalmente das camadas mais pobres da população, freando o consumo de bens mais supérfluos.
Por seu turno, a queda nos investimentos ocorre em função da confiança cada vez menor do empresariado produtivo que enfrenta juros mais elevados e bancos menos dispostos a emprestar diante das incertezas da economia do país, além da diminuição progressiva da segurança jurídica necessária à atividade capitalista. Nos últimos anos, o Brasil tem visto progressivamente uma evasão de capitais e de mão de obra qualificada para o exterior, onde vão em busca de mais segurança e de maiores resultados econômicos.
O setor que mais se ressente dessa espécie cruel de diáspora brasileira é a indústria, que vem sendo compelida a dispensar mais do que contratar profissionais, os mais diferenciados, em função da queda de consumo e da absurda carga tributária, sobretudo a que incide sobre os produtos de maior valor agregado, como por exemplo, os da indústria automobilística e da construção civil.
Dos setores que sustentam ainda esse PIB debilmente positivo, o que mais resiste ainda é o do agronegócio, um dos mais combatidos pela ideologia corrente nos últimos governos.
A grande verdade por trás desses resultados econômicos – e que em breve forçarão também o surgimento de resultados políticos negativos – é que, hoje, no Brasil, existe muita gente que não trabalha nem produz vivendo às expensas de quem o faz com denodo no dia a dia, tendo o estado como elemento estimulador dessa disfunção social e agente distribuidor de benesses, a título de “combate à pobreza”, que qualquer analista imparcial pode perceber que terá um efeito totalmente ao contrário, ou seja, acabará gerando uma pobreza crescente e uma miséria avassaladora e acabrunhante, como soe acontecer nos poucos regimes socialistas ainda existentes no mundo.
*FRANCISCO VIANNA, por e-mail, Via Grupo Resistência Democrática.


sábado, 30 de agosto de 2014

Dilma joga o Brasil na recessão.

O artigo “Chegamos ao fundo do poço ou ainda há poço?”, assinado pelo excelente Rolf Kuntz no “Estadão traz a luz uma perspectiva realmente sombria para a economia brasileira nos tempos vindouros. Lendo-o, mesmo os leigos da economia haverão de temer pelo pior. Ao final de suas linhas, Kuntz lamenta: “Talvez o País tenha chegado ao fundo do poço. Talvez ainda haja alguma descida”. Mais que uma mera formulação retórica, a dúvida sobre a profundidade do poço tem fundamento: todos os indicadores da economia ( agora até mesmo os do trabalho e emprego, até então tidos como bons) estão em franca deterioração, com impacto sobre o consumo; preços administrados deverão sofrer reajustes; o déficit público já aponta para 4% do PIB e o superávit primário, mesmo com as criatividades da Fazenda, é insuficiente para honrar os juros da dívida pública; a inflação, ressuscitada e já no “teto da meta”, poderá chegar a 10% ou mais, já em 2015, impondo novas altas à taxa básica de juros Selic (já, hoje, a mais alta do mundo) e, ainda, o que só alguns poucos enxergam, tem a virtual alta dos juros de Tio Sam, já sinalizada pelo Fed para enxugar a liquidez nos EUA. Quando acontecer, o câmbio vai saltar para R$ 2,50 ou mais e os “swaps cambiais” do Banco Central não conseguirão segurar a cotação do dólar, que baterá asas daqui, fragilizando ainda mais nossas contas. Isso se nada pior acontecer lá fora... Grave é que a dna. Dilma, grande responsável por tudo isso, lidera a campanha eleitoral e uma certa líder messiânica, chefe de tribo ambientalista, hostil ao agronegócio, amiga do MST e simpática ao Decreto 8.243, poderá sucedê-la para ( quem sabe?) terminar o “trabalho”. Qual será a profundidade desse poço ??

PT é um partido narcotraficante, Disse tudo Fernando Chiarelli!

Marina empata com Dilma na corrida presidencial, diz Datafolha.

Pesquisa Datafolha finalizada nesta sexta (29) mostra a presidente Dilma Rousseff (PT) e a ex-ministra Marina Silva (PSB) numericamente empatadas na simulação de primeiro turno da eleição presidencial. Cada uma tem 34% das intenções de voto.
No teste de segundo turno, Marina seria eleita presidente da República com dez pontos de vantagem em relação à rival: 50% a 40%.

Os dados mostram fortalecimento da candidatura Marina. Em relação ao levantamento anterior do Datafolha, ela apresenta melhor desempenho nas simulações de primeiro e de segundo turno - a pesquisa antecedente foi feita imediatamente após a morte de Eduardo Campos, o candidato que encabeçava a chapa do PSB.

No intervalo de duas semanas entre os dois levantamentos, Marina cresceu 13 pontos no teste de primeiro turno. Dilma oscilou 2 para baixo.

No embate final contra a petista, onde antes havia empate técnico no limite máximo da margem de erro, Marina foi de 47% para 50%, enquanto Dilma recuou de 43% para 40%.
O candidato do PSDB, Aécio Neves, caiu de 20% para 15% na simulação de primeiro turno. Num confronto final contra Dilma, ele perderia por 48% a 40%.

Juntos, todos os outros candidatos à Presidência somam 3%. Eleitores que pretendem votar nulo ou em branco totalizam 7%. Outros 7% estão indecisos.

O Datafolha também investigou as taxas de aprovação e reprovação do governo Dilma. Eleitorem que julgam a administração boa ou ótima são 35% ante 38% na pesquisa anterior. A avaliação negativa (ruim ou péssimo) subiu de 23% para 26%. A taxa de regular oscilou de 38% para 39%.

O instituto ouviu 2.874 eleitores em 178 municípios nesta sexta e na quinta (28). A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. Significa que em 100 levantamentos com a mesta metodologia, os resultados estarão dentro da margem de erro em 95 ocasiões. (Ricardo Mendonça)

Dilma promete, mas não cumpre...

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Ela fala, fala, promete, promete, mas não cumpre nada! Esta é a marca da incapacidade política e gerencial.