sexta-feira, 27 de março de 2015

MP vai apurar farsa para blindar governo em CPI.

TEATRO: Parecia uma encenação — e era mesmo. As perguntas que seriam feitas pelos parlamentares ao ex-presidente da Petrobras Sergio Gabrielli foram enviadas a ele antes do depoimento por José Eduardo Barrocas, chefe do escritório da estatal em Brasília, que aparece no detalhe da foto(Geraldo Magela/Ag. Senado)

O procurador da República Ivan Cláudio Marx, do Distrito Federal, determinou nesta quarta-feira a abertura de inquérito civil para apurar o envio prévio de um gabarito com as perguntas que seriam feitas por senadores a depoentes na CPI da Petrobras, no ano passado. Reportagem de VEJA revelou que governistas engendraram um esquema para treinar os principais depoentes à comissão de inquérito, repassando a eles previamente as perguntas e indicando as respostas que deveriam ser dadas. Para o PSDB, que recorreu ao Ministério Público com pedido de investigação, há indícios de que foram praticados os crimes de advocacia administrativa, falso testemunho e violação de sigilo funcional.
O ex-presidente da Petrobras Sergio Gabrielli, por exemplo, recebeu antes do depoimento as perguntas que lhe seriam feitas por meio de José Eduardo Barrocas, então chefe do escritório da estatal em Brasília.
Obtida por VEJA, a gravação mostra uma reunião entre Barrocas, o advogado da empresa Bruno Ferreira e Calderaro Filho para tramar a fraude no Congresso. Barrocas revela no vídeo que um gabarito foi distribuído aos depoentes mais importantes para que não entrassem em contradição. Paulo Argenta, assessor especial da Secretaria de Relações Institucionais, Marcos Rogério de Souza, assessor da liderança do governo no Senado, e Carlos Hetzel, secretário parlamentar do PT na Casa, são citados como autores das perguntas que acabariam sendo apresentadas ao ex-diretor Nestor Cerveró, apontado como o autor do "parecer falho" que levou a estatal do petróleo a aprovar a compra da refinaria de Pasadena, no Texas, um negócio que impôs prejuízo de pelo menos 792 milhões de dólares à empresa. Segundo conta Barrocas, Delcídio Amaral (PT-MS), ex-presidente da CPI dos Correios, encarregou-se da aproximação com Cerveró. Relator da comissão, José Pimentel (PT-CE), a quem respondem Marcos Rogério e Carlos Hetzel, formulou 138 das 157 perguntas feitas a Cerveró na CPI e cuidou para que o gabarito chegasse ao ex-presidente da Petrobras, Sérgio Gabrielli.
De acordo com portaria assinada pelo procurador Ivan Cláudio Marx, "em tese, o vídeo e a reportagem divulgados demonstravam a ocorrência de um esquema de fraude na CPI da Petrobras, em que as perguntas realizadas a três dos principais dirigentes da Petrobrás haviam sido elaboradas por servidores do Governo Federal, os quais haviam preparado também as respostas que deveriam ser dadas as referidas perguntas, tendo em sequência as testemunhas sido instruídas sobre as perguntas que seriam feitas e as respostas que deveriam ser dadas no âmbito da CPI".
*http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/mp-ira-apurar-farsa-para-blindar-governo-em-cpi

No Brasil é assim: o sujeito rouba, a polícia prende, a justiça arma um circo, julga e depois um juiz solta.




No Mensalão foi assim: um bando de esperto roubou; corrompeu foi julgado e preso. O povo acreditou, mas passado algum tempo, quando a imprensa esqueceu um pouco, surge um juiz que, interpretando a lei de forma diferente, solta o bando um por um.
 Atualmente, um ano e quatro meses depois das primeiras prisões, o núcleo político envolvido no esquema de corrupção está fora da cadeia, cumprindo o restante da pena em regime aberto. O último a conquistar o benefício foi o ex-presidente da Câmara dos Deputados João Paulo Cunha (PT-SP), que foi liberado no fim de fevereiro a cumprir o restante da pena em casa, após passar por audiência na Vara de Execuções das Penas e Medidas Alternativas (Vepema).
Também já foram autorizados a mudar de regime o ex-ministro José Dirceu, o ex-tesoureiro do PT, Delúbio Soares, o ex-ministro da Casa Civil, José Dirceu, Valdemar Costa Neto (PR-SP), Bispo Rodrigues e Pedro Corrêa (PP-PE). Na semana passada, Barroso também autorizou o ex-diretor do Banco Rural Vinícius Samarane a progredir para o regime semiaberto. O ex-deputado José Genoino (PT) teve sua pena extinta pelo indulto natalino no início do mês.
A essa altura está todo mundo coçando o saco, vendo TV, tomando banho de piscina, bebendo whisky 12 anos e gastando o dinheiro surrupiado do povo brasileiro.
Este país nunca terá jeito e nem deixará de ser um país corrupto, porém, para os céticos, continuará sendo o país do futuro.

Empresa pagadora de propina na Copa, recebeu R$ 33 milhões do Governo Federal.

A empresa alemã de engenharia e serviços Bilfinger, suspeita de pagar R$ 70 milhões em propinas para obter contratos na Copa, deve ser investigada.
Nos últimos anos, a empresa recebeu mais de R$ 33 milhões do governo federal, em contratos de fornecimento de monitores para os centros de segurança da Copa em 12 capitais.
De acordo com levantamento do Contas Abertas, a Bilfinger recebeu R$ 10,6 milhões em 2013, R$ 21,2 milhões em 2014 e, nos primeiros meses deste ano, já foram R$ 1,4 milhão. O maior contratante foi a Secretaria Extraordinária de Segurança para Grandes Eventos, que pagou R$ 22,5 milhões em todo o período pesquisado.
O Ministério da Justiça informou que outros 15 órgãos e empresas federais, estaduais e municipais aderiram à ata de registro de preços para fechar esses contratos. Contudo, segundo a Pasta, a aquisição de monitores foi auditada pelo Tribunal de Contas da União (TCU) e nenhuma ilegalidade foi identificada.
O pedido de investigação do Ministério surgiu após denúncia de má conduta administrativa da empresa publicada pelo jornal alemão “Bild”. Nela, aponta-se que a empresa pagou propina a funcionários públicos brasileiros para fechar contratos de monitoramento de segurança do mega evento, ocorrido no ano passado.
Segundo a reportagem, a própria empresa está investigando as suspeitas de repasse, que atingiram cerca de R$ 20 milhões de euros. Do que já foi apurado, a investigação chegou a funcionários públicos, políticos brasileiros e a Fifa como receptores da propina.
O Ministério da Justiça já pediu apurações à Polícia Federal, TCU, Controladoria-Geral da União (CGU) a fim de conseguir mais informações sobre a empresa. “A secretaria tem esse único contrato de R$ 24 milhões e se ouve falar nessa propina que ultrapassaria em muito o valor desse contrato. Então, o que reafirma a importância, a análise dos órgãos de controle, da Polícia Federal por meio de inquérito policial, é para apurar a extensão desses fatos”, declarou, ao Jornal Nacional da TV Globo, o secretário da Secretaria Extraordinária de Segurança de Grandes Eventos da pasta, Andrei Augusto Rodrigues.
Também em nota para o jornal, a Bilfinger disse que as suspeitas são concretas, mas que as investigações não terminaram. Ainda não se sabe quem teria recebido o dinheiro nem o valor pago. Se confirmadas as denúncias, a empresa afirma que irá adotar medidas legais. A Bilfinger ainda informa que o custo para equipar os centros de segurança da Copa foi de 6 milhões de euros, R$ 21 milhões. Já a Fifa informou que os centros de segurança nas 12 cidades-sede eram projetos dos governos locais. Nem a Fifa nem seus funcionários estiveram envolvidos com tais contratos. (Informações de Contas Abertas)

quinta-feira, 26 de março de 2015

Desvios na Operação Zelotes podem superar os da Lava Jato.

A Polícia Federal já concluiu buscas nesta quinta-feira, 26, em dois gabinetes do Carf - Conselho de administração de Recursos Fiscais e em residências de funcionários do órgão, responsável pelo julgamento de recursos administrativos de autuação promovidas pela Receita Federal. A investigação já apurou prejuízo de R$ 5,7 bilhões aos cofres públicos, mas os valores, segundo fontes, devem ultrapassar os R$ 19 bilhões, tornando a chamada Operação Zelotes (de zelador), mais vultosa do que a Lava Jato.
Ao todo, foram expedidos 41 mandados de busca e apreensão e determinado sequestro de bens e bloqueio de recursos financeiros dos principais envolvidos. A Receita e a Corregedoria informaram que as operações se estenderam a escritórios de advocacia e a salas de conselheiros do Carf. A operação abrange o Distrito Federal, São Paulo e o Ceará, e conta com a participação de 180 policiais federais, 60 servidores da Receita e três servidores da Corregedoria Geral do Ministério da Fazenda.
O Carf julga processos na esfera administrativa, em que contribuintes questionam a cobrança de tributos. É um colegiado formado por funcionários do Ministério da Fazenda e por representantes da sociedade. Ele é composto por três seções de julgamento, cada uma especializada em um grupo de tributos. Assim, por exemplo, a primeira seção julga casos relacionados ao Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). Na segunda, vão os questionamentos sobre o Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) e contribuições previdenciárias. Na terceira, estão os processos referentes ao PIS/Cofins, Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), Imposto de Importação (II) e Imposto de Exportação (IE).
http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/economia/20150326/operacao-zelotes-pode-superar-lava-jato/245466.shtml

Mais um golpe do PT: O rombo de R$ 5,6 bi no fundo dos funcionários e pensionistas dos Correios.


O rombo de R$ 5,6 bi no fundo dos funcionários e pensionistas dos Correios, Postalis é mais um escândalo a ser investigado no governo do PT. Reportagem do jornal O Estado de S. Paulo revelou que funcionários dos Correios tentam evitar que os participantes do Postalis tenham uma redução de até 25,98% em seus contracheques a partir de abril de 2015 pelo período de 15 anos e meio para cobrir o rombo. 

Difícil mesmo é explicar como os gestores do fundo, controlado pelo PT e PMDB, optam por fazer política com países vizinhos com credibilidade questionável, como é caso do governo da Venezuela, e com empresas "amigas" utilizando recursos dos trabalhadores. "Há um petrolão inteiro e talvez muito mais ainda não investigado no setor de fundos de pensão. Isso sem falar no BNDES", afirmou o líder do DEM, senador Ronaldo Caiado
Também sob influência dos dois partidos políticos, o Funcef, dos empregados da Caixa Econômica Federal (CEF), e a Petros, da Petrobras, contabilizam prejuízos bilionários. http://bit.ly/1FtWjZS

quarta-feira, 25 de março de 2015

Pacote anticorrupção de Dilma é uma "farsa" e pode incentivar corrupção.


*http://www.folhapolitica.org/2015/03/pacote-anticorrupcao-de-dilma-e-uma.html

Venezuela vendia passagens fantasmas para o "aeroterror".

Criado em 2007 como parte de um acordo bilateral entre o Irã e a Venezuela, o voo VO-3006 fez a rota Caracas-Damasco-Teerã até 2010 e era operado em conjunto pelas estatais Conviasa, venezuelana, e Iran Air, iraniana. Segundo altos funcionários chavistas ouvidos por VEJA, e que atualmente vivem exilados nos Estados Unidos, o apelido "aeroterror" deixava claro o propósito do voo: transportar dinheiro sujo ou criminosos procurados pela Interpol.
Inicialmente operando com voos semanais, o aeroterror passou a ter uma regularidade quinzenal. Embora formalmente houvesse passagens à venda no site da companhia, cidadãos comuns nunca conseguiam fazer reservas. Só quem tinha autorização governamental conseguia viajar no VO-3006. Na maioria das vezes, o avião decolava com quase todas as poltronas vazias.
A rota era deficitária, mas foi mantida assim mesmo. Segundo uma planilha do Ministério das Indústrias Básicas e Mineração da Venezuela, o voo custou 45,3 milhões de dólares entre 2007 e 2009. Só o governo venezuelano torrou 36,6 milhões de dólares na operação. O faturamento com a venda de passagens, no mesmo período, foi de apenas 15 milhões de dólares (confira o documento acima).
O voo quinzenal se pagava, na realidade, com atividades ilícitas. O serviço de inteligência americano sempre suspeitou que a rota era usada para o tráfico de armas entre Teerã e Damasco e para o trânsito de militares iranianos, cuja presença cresceu significativamente na América Latina, segundo relatórios oficiais. Em 2010, o Departamento de Estado e o Departamento de Defesa dos Estados Unidos manifestaram preocupação em relação ao voo. No relatório anual sobre terrorismo, o Governo Americano afirmou que a Guarda Revolucionária do Irã usava o voo para fins militares.
Há duas semanas, uma reportagem de VEJA revelou como a Venezuela e o Irã faziam uso do aeroterror. Segundo os chavistas exilados nos Estados Unidos, os voos foram utilizados para transportar dezenas de extremistas islâmicos que precisavam viajar para o Ocidente, a partir do Irã e da Síria, sem serem percebidos.
Segundo essas fontes, a embaixada da Venezuela em Damasco mantinha uma rede de fabricação e distribuição de passaportes venezuelanos autênticos que eram fornecidos para ocultar as identidades verdadeiras dos terroristas.
A operação em Damasco era comandada pelo então adido comercial Ghazi Nasseraddine. Libanês com cidadania venezuelana, Nasseraddine é um conhecido membro do Hezbollah. Antes de ser nomeado diplomata, ele cuidava dos interesses do grupo libanês em Caracas.
Nasseraddine, segundo os chavistas ouvidos por VEJA, atuava em sociedade com o então ministro do Interior e atual governador do Estado de Aragua, Tareck El Aissami, e tem contra ele um pedido de captura por parte do FBI por envolvimento com o terrorismo.
El Aissami, afirmam os mesmos chavistas que denunciaram Nasseraddine ao FBI, usava o aeroterror para despachar drogas para a Síria. A cocaína produzida pelas Farc, na Colômbia, era levada para a Venezuela e depois despachada no compartimento de carga do voo VO-3006 até Damasco.
*http://veja.abril.com.br/noticia/mundo/venezuela-vendia-passagens-fantasmas-para-o-aeroterror

terça-feira, 24 de março de 2015

Um piscinão de 1,5 bilhão de reais.



Maracanã vira piscinão e clássico Flamengo e Vasco teve que ser interrompido.
A reforma do Maracanã custou R$ 1,5 bilhão e a drenagem do gramado não funciona direito. Anteontem, o Flamengo e Vasco teve que ser interrompido por 50 minutos. É vergonhoso! 

Retirar a tal "presidenta" do poder também é uma questão de respeito a nós mesmos, aos nossos filhos e à pátria. Basta!

“Porque água é vida, e uma cidade – e aí que eu vou encerrar minhas palavras – uma cidade, ela vive de pessoas que sempre as pessoas procuraram construir as cidades onde havia oferta de água”.
Dilma Rousseff, em Goiânia, internada por Celso Arnaldo Araújo ao insinuar que nunca ouviu falar em Dubai e Las Vegas.
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“Já que eu falei de transporte eu vou falar, ao mesmo tempo, do aeroporto. O aeroporto que é uma outra forma de transporte. Aliás, outra infraestrutura, me desculpe, outra infraestrutura de transporte, para uma outra forma que é a forma dos aviões que são essenciais nesse país continental”.
Dilma Rousseff, durante a assinatura de implantação do BRT em Goiânia, capturada por Celso Arnaldo ao demonstrar mais uma vez que o dilmês é sempre um voo cego no espaço aéreo das decolagens mentais.
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“Foi muito, houve uma procura imensa, tinham 6 empresas que apresentaram suas propostas, houve um deságio de quase… foi um pouco mais de 38%, mas eu fico em 38% para ninguém dizer: “Ah, ela disse que era 38”, mas não é não. É 39, 38 e qualquer coisa ou é 36. 38, eu acho que é 39, mas vou dizer 38. Também não tem ser humano que guarde todos os números”
Dilma Rousseff, economista-presidente , em coletiva após inauguração de unidade de secagem no Rio Grande do Sul, internada por Celso Arnaldo Araújo quando tentava adivinhar o deságio do leilão da Ponte Rio-Niterói com a mesma precisão com que já afirmou que 13 menos 4 dá 7 e que 1 em cada 4 é 20%… (Em tempo: o deságio da Ponte não foi de 38 nem 39%, mas 36%)

A melhor definição da militância petralha veio- pasmem!- do próprio governo petralha.

"Bloqueiros progressistas" ou zumbis da tecnologia?
“A partir de novembro, as redes sociais pró-Dilma foram murchando até serem quase extintas. Os robôs que atuaram na campanha foram desligados”.
Thomas Traumann, secretário de Comunicação da Presidência da República, disfarçado de documento reservado do Palácio do Planalto, confessando que por falta de verbas e leitores o governo desativou vários robôs que se apresentavam como “blogueiros progressistas”.