terça-feira, 25 de julho de 2017

Depois de oito meses, STF ‘destrava’ processo contra Renan Calheiros.

O senador Renan Calheiros (PMDB-AL) (Foto:Cristiano Mariz/VEJA)

O Supremo Tribunal Federal (STF) destravou um processo envolvendo o senador Renan Calheiros (PMDB-AL) quase oito meses depois de o plenário da Corte aceitar a denúncia contra o peemedebista pelo crime de peculato. O acórdão do recebimento da denúncia, constituído pelo relatório e os votos de todos os ministros que participaram da decisão, deve ser publicado no Diário da Justiça Eletrônico no início do próximo mês, depois de o ministro Celso de Mello concluir a revisão de um voto proferido em 1º de dezembro do ano passado.

Naquela ocasião, por 8 votos a 3, os ministros do STF decidiram tornar Renan réu por peculato – o peemedebista é acusado de desviar recursos públicos de verbas indenizatórias do Senado por meio da contratação de uma locadora de veículos em 2005.

Em dezembro, os ministros do Supremo aceitaram a denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) pelo crime de peculato, mas rejeitaram as acusações de falsidade ideológica e uso de documento falso. Mello foi um dos oito ministros que votaram pelo recebimento parcial da denúncia contra o senador alagoano.

Após a publicação do acórdão, será aberto um prazo de cinco dias para a defesa de Renan apresentar embargos de declaração, recurso para que o tribunal esclareça pontos da decisão.

Julgamento

No processo, que tramita desde 2007 no STF, Renan Calheiros era suspeito de receber propina da construtora Mendes Júnior, que pagaria as despesas pessoais da jornalista Mônica Veloso, com quem mantinha relacionamento extraconjugal. Na época, o peemedebista renunciou à presidência do Senado em uma manobra para não perder o mandato.

Com o desdobramento das investigações, surgiram indícios de que parte da verba indenizatória estaria sendo desviada por Renan – uma das hipóteses levantadas é a de que o desvio teria como finalidade o pagamento da pensão.

O ministro Edson Fachin, relator do processo, destacou no julgamento de dezembro que a defesa de Renan apresentou notas fiscais emitidas em nome da empresa Costa Dourada Veículos, totalizando 89.600 reais. No entanto, depois da análise dos extratos bancários da empresa e do próprio Renan, não ficou confirmado o efetivo pagamento dos valores. A defesa alega que o pagamento foi feito em dinheiro.

Depois do julgamento, Renan Calheiros afirmou em nota que recebia com “tranquilidade” a decisão do STF e “permanece confiante na Justiça”. “A aceitação da denúncia, ainda que parcial, não antecipa juízo de condenação”, dizia o comunicado divulgado pela assessoria de imprensa de Renan na época.

* Com Estadão Conteúdo

Com sobrevivemos ao PT?


O Deputado federal Marco Tebaldi (PSDB) está distribuindo uma nota com resumo dos "números" estarrecedores" deixados pelos governos do PT. A relação das doações, subsídios, benefícios e liberação de bilionários recursos a fundo perdido é a seguinte, constante do documento:

– R$ 40 bilhões com os Jogos Olímpicos
– R$ 30 bilhões com a Copa do Mundo de Futebol
– R$ 121 bilhões desviados da Petrobras
– R$ 12,6 bilhões repassados a 7,7 mil ONGs, governo Lula
– R$ 9 bilhões em publicidade, no primeiro governo Dilma
– R$ 7 bilhões em publicidade, governo Lula
– R$ 1 bilhão ao MST e outros movimentos do PT-Dilma
– R$ 152 milhões repassados ao MST-governo Lula
– R$ 154 milhões com cartão corporativo, gestão Dilma
– R$ 65,9 milhões repassados à UNE
– R$ 50 milhões com cartão corporativo (gastos secretos), Lula
– R$ 11 milhões repassados a blogueiros petistas no impeachment
– R$ 6,5 bilhões em obras na República Dominicana
– R$ 1 bilhão de mesada à ditadura cubana, disfarce "Mais Médicos" 
– US$ 2,9 bilhões investidos a fundo perdido a países africanos
– US$ 1,5 bilhão de prejuízo no falto assalto às refinarias da Petrobras na Bolívia.
–US$1,22 bilhão na 2ª ponte sobre o rio Orinoco, Venezuela
–US$1,5 bilhão na construção de um trem subterrâneo na Argentina 
–US$1 bilhão para o metrô Cidade do Panamá, Panamá
–US$900 milhões de perdão de dívidas a ditaduras africanas
–US$792,3 milhões de prejuízo na compra da refinaria de Pasadena, Texas
–US$ 732 milhões na construção do metrô de Caracas, Venezuela
–US$692 milhões para o porto de Mariel, Cuba
–US$636,8 milhões nos gasodutos da distribuidora Cammesa, Argentina
–US$400 milhões em auxílio para compra de alimentos para Cuba
–US$200 milhões para compra de máquinas agrícolas para Cuba
–US$6 milhões para melhorias no porto de Mariel, em Cuba;

Ex-prefeito de Joinville, Marco Tebaldi indaga:
"Quantos anos os trabalhadores (o povo brasileiro) vai levar para pagar essa herança maldita? E o irônico é que quem criou a crise está querendo se aproveitar dela para voltar ao poder."

domingo, 23 de julho de 2017

O fiasco de Lula.

Está cada vez mais claro que o ex-presidente só está mesmo interessado em evitar a cadeia, posando de perseguido político.


Faltou povo no ato que pretendia defender Lula da Silva, na quinta-feira, em São Paulo e em outras capitais. Apenas os militantes pagos - e mesmo assim nem tantos, já que o dinheiro anda escasso no PT - cumpriram o dever de gritar palavras de ordem contra o juiz Sérgio Moro, contra o presidente Michel Temer, contra a imprensa, enfim, contra “eles”, o pronome que representa, para a tigrada, todos os “inimigos do povo”. 

À primeira vista, parece estranho que o “maior líder popular da história do Brasil”, como Lula é classificado pelos petistas, não tenha conseguido mobilizar mais do que algumas centenas de simpatizantes na Avenida Paulista, além de outros gatos-pingados em meia dúzia de cidades. Afinal, justamente no momento em que esse grande brasileiro se diz perseguido e injustiçado pelas “elites”, as massas que alegadamente o apoiam deveriam tomar as ruas do País para demonstrar sua força e constranger seus algozes, especialmente no Judiciário. 

A verdade é que o fiasco da manifestação na Avenida Paulista resume os limites da empulhação lulopetista. A tentativa de vincular o destino de Lula ao da democracia no País, como se o chefão petista fosse a encarnação da própria liberdade, não enganou senão os incautos de sempre - e mesmo esses, aparentemente, preferiram trabalhar ou ficar em casa a emprestar solidariedade a seu líder. 

Está cada vez mais claro - e talvez até mesmo os eleitores de Lula já estejam desconfiados disso - que o ex-presidente só está mesmo interessado em evitar a cadeia, posando de perseguido político. A sentença do juiz Sérgio Moro contra o petista, condenando-o a nove anos de prisão, mais o pagamento de uma multa de R$ 16 milhões, finalmente materializou ao menos uma parte da responsabilidade do ex-presidente no escândalo de corrupção protagonizado por seu governo e por seu partido. Já não são mais suspeitas genéricas a pesar contra Lula, e sim crimes bem qualificados. Nas 238 páginas da sentença, abundam expressões como “corrupção”, “propina”, “fraude”, “lavagem de dinheiro” e “esquema criminoso”, tudo minuciosamente relatado pelo magistrado. Não surpreende, portanto, que o povo, a quem Lula julga encarnar, tenha se ausentado da presepada na Avenida Paulista. 

O fracasso é ainda mais notável quando se observa que o próprio Lula, em pessoa, esteve na manifestação. Em outros tempos, a presença do demiurgo petista com certeza atrairia uma multidão de seguidores, enfeitiçados pelo seu palavrório. Mas Lula já não é o mesmo. Não que lhe falte a caradura que o notabilizou desde que venceu a eleição de 2002 e que o mantém em campanha permanente. Mas seu carisma já não parece suficiente para mobilizar apoiadores além do círculo de bajuladores. 

Resta a Lula, com a ajuda de seus sabujos, empenhar-se em manter a imagem de vítima. Quando o juiz Sérgio Moro determinou o bloqueio de R$ 600 mil e de bens de Lula para o pagamento da multa, a defesa do ex-presidente disse que a decisão ameaçava a subsistência dele e de sua família. Houve até quem dissesse que a intenção do magistrado era “matar Lula de fome”. Alguns petistas iniciaram uma “vaquinha” para ajudar Lula a repor o dinheiro bloqueado - e a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, durante o ato na Paulista, disse que “essa é a diferença entre nós e a direita: nós temos uns aos outros”. 

* Via Editorial do Estadão - 23.07.2017

sábado, 22 de julho de 2017

Bloqueados bens de Lula, inclusive 9 milhões em investimento VGBL.




BrasilPrev comunica a Moro bloqueio de R$ 9 milhões de Lula. Confisco foi ordenado pelo juiz da Lava Jato que condenou ex-presidente a nove anos e seis meses de prisão.
É incrível como um ex-operário que jamais foi bem remunerado e que nunca, comprovadamente, prestou serviços, disponha de tanto dinheiro em investimento ( que pode ser sacado a qualquer tempo ), em seu próprio nome, disfarçado de Previdência privada.
Imaginem a possibilidade desse homem pode ter por aí, em nome de laranjas, no país e o exterior! 
Isto sem falar nos outros bens que foram bloqueados pela Justiça: R$ 606,7 mil bloqueados pelo juiz Sergio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba, a título de reparação de danos à Petrobras pela condenação por corrupção e lavagem de dinheiro no caso do tríplex do Guarujá, além do valor depositado em quatro bancos — Caixa (R$ 123,8 mil), Banco do Brasil (397,6 mil), Bradesco (R$ 63,7 mil) e Itaú (R$ 21,5 mil) —, foram bloqueados dois automóveis (uma picape Ford Ranger ano 2013 e um Omega CD ano 2010) e quatro imóveis em São Bernardo do Campo (SP), sendo três apartamentos e o sítio Engenho da Serra, no Distrito de Riacho Grande.
É,sem dúvida, um homem rico para os padrões brasileiros e internacionais.

A hipocrisia e vitimização de um farsante.

Lula, a eterna vítima

A trajetória de vida de Luiz Inácio Lula da Silva é marcada pela vitimização. Até certo ponto, a condição lhe teria sido determinada pelas adversidades que afligem tantos milhões de brasileiros como ele. Só mais tarde, quando a malandragem já estava suficientemente desenvolvida para capturar o potencial político daquela condição, é que nasceu a persona pública de Lula, a eterna vítima. 

Ele é o sétimo de oito filhos de um humilde casal de lavradores analfabetos, o menino que passou fome e não teve acesso à plena educação formal. É o sertanejo forte descrito por Euclides da Cunha, o jovem que sobreviveu à inclemência do agreste pernambucano e veio fazer a vida na Grande São Paulo. É o metalúrgico que ousou enfrentar a ganância da burguesia e ascendeu como a maior liderança sindical do Brasil. É o político nato que lutou contra a ditadura e ajudou a escrever uma nova Constituição democrática. É o candidato que passou quatro campanhas presidenciais sendo achincalhado por não ter um diploma universitário, mas triunfou no final. “Fui acusado de não ter diploma superior. Ganho como meu primeiro diploma, o diploma de presidente da República do meu País”, disse ele, chorando, em dezembro de 2002. Agora, é o criminoso condenado injustamente a nove anos e seis meses de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. 

Lula da Silva não existe na esfera pública se não estiver sendo vítima de alguma injustiça ou atacado pela força de uma arbitrariedade. Jamais é o sujeito ativo de seus próprios infortúnios, o único responsável pelas consequências das más escolhas que faz. Quando os fatos contradizem o mito, que se reescrevam os fatos. 

No primeiro pronunciamento após a condenação histórica pelo ineditismo – Lula da Silva é o primeiro ex-presidente da República condenado por um crime comum –, a cantilena da vitimização deu o tom. O que se viu na manhã de ontem, no diretório do PT em São Paulo, foi o personagem de sempre, dizendo as platitudes de sempre. Durante o discurso, que durou pouco mais de meia hora, em nenhum momento Lula da Silva contestou objetivamente as razões de sua condenação, minuciosamente descritas ao longo das 238 páginas da sentença proferida pelo juiz Sérgio Moro. 

Sabedor de que a esmagadora maioria de sua audiência cativa não irá ler a peça condenatória – e aqueles que a lerem o farão com os olhos enviesados pela paixão que devotam ao demiurgo –, Lula se dedicou ao discurso político de candidato à Presidência, um recurso, aliás, que hoje lhe parece ser mais importante do que aqueles que seus advogados, certamente, irão interpor na Justiça. 

O desapreço que Lula demonstra ter pelo Poder Judiciário é tal que o ex-presidente não se limitou a criticar o teor da sentença que o condenou, um direito legítimo que assiste a qualquer réu. No que chamou de “entrevista coletiva” – outra mistificação, pois não abriu espaço para perguntas dos jornalistas –, Lula foi além e questionou a própria legitimidade do Poder Judiciário para julgá-lo. “Só quem tem o direito de decretar o meu fim é o povo brasileiro”, disse ele. 

A fragilidade de Lula da Silva no campo jurídico é evidente. A sentença condenatória divulgada ontem corresponde apenas a um dos cinco processos a que o ex-presidente responde. Para ele e seus sequazes, a alternativa à cadeia é a aposta numa candidatura à Presidência em 2018. “Senhores da Casa Grande, permitam que alguém da senzala cuide deste povo”, disse o pré-candidato, agora condenado, transformando o que deveria ser um ato de contrição em um ato político-eleitoral. 

A sentença do juiz Sérgio Moro expôs ao Brasil o verdadeiro Lula da Silva, não o personagem que ele criou para sua própria conveniência política, envernizado ao longo dos anos por marqueteiros contratados a peso de ouro. 

Mantida a sentença condenatória da primeira instância pelo Tribunal Regional Federal (TRF) da 4.ª Região, Lula estará inelegível. Caso o tempo da Justiça não seja o mesmo da política, que as urnas sejam tão implacáveis quanto a sentença. Para o bem do Brasil e dos brasileiros.

Editorial do Estadão - 14.07.2017

sexta-feira, 21 de julho de 2017

Por que a morte de policiais comove tão pouco os grupos de direitos humanos e a grande imprensa?

Morte de mais um policial em serviço. A maioria da imprensa brasileira ( comunista ) cala-se junto com os organismos de Direitos Humanos( hipócritas ).  Foto internet - Google.

Existe uma verdadeira caça a policiais no Brasil. Quem conhece a realidade, sabe que a farda de um policial militar nunca é posta para secar num varal. Motivo: isso denunciaria a presença de um policial naquela residência, colocando sua vida e de sua família em risco. Também é de conhecimento geral que diversos policiais só vestem sua farda longe de suas casas pelo mesmo motivo. São vários os exemplos desse tipo de comportamento que denota o óbvio: o policial no Brasil está sendo caçado pelos bandidos.

Apenas nesse ano, no Rio de Janeiro, já foram 89 policiais militares ASSASSINADOS. Esse número impressiona a população, causa medo nas famílias de policiais, mas por incrível que pareça parece não despertar maiores simpatias nos grupos de direitos humanos e nem na grande imprensa. Por que isso ocorre?

A primeira explicação refere-se a política de segurança pública adotada pela esquerda. Para os esquerdistas, grande parte deles com postos altos na mídia e nas ONG's de direitos humanos, o crime dificilmente é culpa do bandido. Pelo contrário, o bandido seria ele mesmo vítima do sistema. E um dos principais sustentáculos do sistema é a polícia. Logo, numa brutal inversão de valores, a polícia é geralmente vista com viés negativo. Policiais são perseguidos por traficantes, por assassinos, por criminosos em geral, sob o silêncio covarde de vários "especialistas" em direitos humanos.

Outra explicação é que ao reconhecer que a polícia é perseguida por bandidos resta evidente também que parte da violência policial, que as ONG's adoram denunciar, é legítima forma de autodefesa da polícia contra bandidos desumanos.

O Brasil é um país violento. Em nenhum lugar do mundo se matam tantas pessoas quanto aqui. Apenas no ano passado foram mais de 60.000 pessoas assassinadas. Infelizmente, o establishment prefere criar espantalhos em vez de lidar com problemas reais. Nesse caso, adoram culpar a "cultura machista" do brasileiro para expressarem que isso mata muitas mulheres. Sim, sem dúvida isso é um problema. Contudo, num país onde a taxa de homicídios entre homens é 12 vezes superior a taxa de homicídios entre mulheres, essa dificilmente é a explicação correta. O mesmo vale para a homofobia, certamente alguns homossexuais são perseguidos e sofrem por causa da intolerância. Contudo, fingir que a violência no Brasil decorre da discriminação sofrida por homossexuais está longe de ser verdadeiro. O número de assassinatos decorrentes de homofobia no Brasil estão longe de mostrarem algum padrão distinto da violência enfrentada pelo resto da população.

Basta de criar espantalhos! A violência no Brasil se combate com policias nas ruas e bandidos na cadeia. Se puder liberar o porte de armas para a população melhor ainda. Mas é fundamental lembrar de uma lição básica: na hora do perigo é para a polícia que pedimos socorro. Desmerecer o policial, enfraquecer sua legitimidade, atacar a polícia como a culpada por ser a guardiã do "sistema", só fazem colocar a vida do policial em risco e, em última instância, colocar toda a sociedade sob riscos cada vez maiores associados ao crime e a violência.


terça-feira, 18 de julho de 2017

Quais direitos do trabalhador foram extintos com a Reforma Trabalhista?


Nesse post faço a lista dos direitos trabalhistas que foram extintos com a reforma trabalhista. Segue a lista:

1) Nenhum
2) Zero
3) Nada
4) Atenção: nenhum direito trabalhista foi extinto

Se você ainda não entendeu, vou repetir: a reforma trabalhista NÃO ACABOU COM NENHUM DIREITO TRABALHISTA. Todos os direitos trabalhistas previstos na Constituição Federal foram mantidos. Exatamente por isso a reforma trabalhista só precisava de lei simples para sua aprovação (e não de uma PEC que é exclusiva para alterações na constituição).
O que a modernização da legislação trabalhista fez foi ampliar o rol de direitos do trabalhador. Abaixo seguem os novos direitos trabalhistas criados pela reforma trabalhista:

1) Agora o trabalhador tem o DIREITO de escolher se quer ou não pagar o imposto sindical. Isto é, agora você não é mais obrigado a pagar o imposto para os sindicatos (daí o verdadeiro motivo da revolta dos sindicatos); e

2) Agora o trabalhador tem o DIREITO de fazer acordos (individuais ou coletivos) diretamente com a empresa desde que tais acordos respeitem os direitos trabalhistas previstos na Constituição Federal
Uma legislação trabalhista mais ágil e moderna, que reconhece as novas realidades de trabalho no século XXI, tem o potencial de aumentar a segurança jurídica dos contratos trabalhistas. Além disso, a reforma possibilita mais flexibilidade no contrato de trabalho para ajustá-lo as novas realidades do mercado. Isso tem o potencial de aumentar tanto o salário como o nível de emprego da economia.
*Via bdadolfo

segunda-feira, 17 de julho de 2017

Os 'coxinhas' não foram a rua para por Temer na presidência, foram os petistas que o colocaram no "trono".


Dom Lulone, em um dos seus devaneios, pergunta pelos coxinhas e pelas panelas – fazendo referência aos brasileiros que foram as ruas, de verde e amarelo, pedir o Impeachment de Dilma Rousseff e, também, sobre os panelaços que ocorriam quando ele ou a mulher Mandioca falavam em rede de TV.

Lula, deixa de demagogia! Quem pôs Michel Temer no Palácio do Planalto foram vocês, querendo usar a força e a corrupção do PMDB, para manter a chave do cofre nas mãos. Quem votou em Temer foram os seguidores petistas. Portanto, deixa de ser "cara de pau", assume a merda que você e esse bando de corrupto fez e que levou o Brasil à beira do abismo. Deixa de querer continuar enganando o povo e reconhece a tua incompetência e esperteza à frente desse país o qual um dia, quase te idolatrou.

Ao que parece, Dom Lulone não mudou nada e continua tentando enganar os incautos, principalmente, os “analfabetos Funcionais”, que, na sua maioria, está radicalizada no Nordeste do Brasil

Li na imprensa, que o ex-presidente, ex-palestrante e agora, Condenado, Lula da Silva, em um dos seus devaneios malucos disse: “Quero saber como estão os coxinhas depois de o Michel Temer governar esse país como está governando. Cadê as panelas, ‘acabou’ as panelas?”, questionou. “Cadê o pessoal que pinta a cara para defender eles?”.

Escorregadio, que só ele mesmo, o petista voltou a dizer que o juiz usou de visão política em sua condenação e afirmou nunca ter acreditado que seria absolvido. “Eles não estão julgando o Lula, estão julgando o nosso governo e as coisas boas que fizemos nesse país”, disse Lula.

Lula quer a chave do cofre, para junto com Zé Dirceu e Cia, fazer no Brasil o que Nicolás Maduro tem feito com o povo venezuelano.

domingo, 16 de julho de 2017

Sentença traz fartas provas da corrupção de Lula.

A primeira sentença judicial das inúmeras ações respondidas pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva desnudou com provas cabais um ato de corrupção e lavagem de dinheiro por ele cometido.

Olhando-se o conjunto de fatos trazidos na sentença – no contexto do que já veio à tona na Operação Lava Jato – fica cada dia mais claro que Lula era de fato o líder de uma organização criminosa.  Fica patente que o ex-presidente tinha uma posição de liderança diante de outros membros de seu partido e diretores da Petrobras que orquestraram o desvio de recursos da estatal.

A sentença está calcada em provas documentais e depoimentos que permitiram à Justiça reconstituir de forma detalhada e inquestionável a narrativa da prática criminosa cometida por Lula. Era ele quem mantinha nomeados políticos que faziam a intermediação do pagamento de propina entre empresas e partidos políticos. E ele depois se beneficiou do dinheiro desviado.

As provas são robustas. Documentos apreendidos na casa de Lula, na cooperativa que iniciou as obras (a Bancoop) e na empresa que a sucedeu, a OAS Empreendimentos, mostram que o triplex estava “reservado” ao ex-presidente. Depois que o Condomínio Solaris ficou pronto, o triplex foi reformado a pedido do ex-presidente da OAS, Léo Pinheiro. Mensagens encontradas nos celulares dos envolvidos na obra demonstram que ela foi planejada para atender aos desejos de Lula e de sua falecida esposa, Marisa Letícia. 

Os depoimentos de ex-executivos da empreiteira confirmaram como o apartamento e a reforma foram pagos: com o uso da propina reservada ao PT. Apesar da existência de provas incontestáveis para a condenação, muita gente ainda vai questionar a decisão da Justiça. 

Um político que usou sua função pública para desviar dinheiro e se beneficiar da corrupção. Isso deveria ser suficiente para afastá-lo para sempre da vida pública e para ser rejeitado pelo eleitorado.


COMENTO: Leia na ínegra a sentença de Lula:
 http://media.folha.uol.com.br/poder/2017/07/12/sentenca-lula.pdf


Bandidos acionando a Justiça.

Na inversão de valores por que passa o mundo, uns países são mais afetados que outros. Provarei por a mais b que o Brasil se enquadra entre os segundos. A corrupção em pindorama, por exemplo, chegou a níveis intoleráveis. Dentre os sintomas mais característicos dessa situação está o fato dos criminosos acionarem na Justiça os não-criminosos, por esses denunciarem publicamente os crimes, notadamente jornalistas, numa avalanche de ações judiciais e extrajudiciais sem fim.  

A explicação deve estar na montanha de dinheiro que os bandidos acumularam via corrupção, como fartamente demonstrado no MensalãoLava Jato, e filhotes” afins. Dizem uns que o montante total roubado dos cofres públicos desde 2003 até hoje ultrapassaria o trilhão de reais. Outros garantem que essa soma seria até superior ao Produto Interno Bruto-PIB, que em 2016 foi de 6,2 trilhões de reais. Porventura não seria essa a principal razão pela qual tanto falta aos brasileiros os recursos necessários para uma vida menos apertada?          
                        
Ora, com essa quantia extraordinária à disposição, a corrupção estaria apta, ou teria poder de fogo, para comprar os Tribunais e talvez a OAB inteira para defender seus interesses. A sorte é que nem todos se vendem e respeitam os respectivos códigos de ética. Contudo, essa colocação não está absolvendo e período de 8 anos do Governo FHC, onde muita falcatrua também aconteceu, especialmente nas privatizações das estatais. Possivelmente em menor escala, os governos anteriores a FHC também nãescapam.

Situação semelhante ocorreu na Grécia Antiga, no Séc. IV a.C, época em que a filosofia e toda a sociedade grega, inclusive a sua Justiça, caiu no domínio demoníaco” da Escola Sofista, a partir de Górgias (483 a.C-375 a.C) e Protágoras (492 a.C-422 a.C).  Este último imortalizou a máxima: O homem é a medida de todas as coisas. A mais importante característica dessa escola foi o desenvolvimento das técnicas da argumentação e do convencimento. Os sofistas são considerados por muitos os primeiros advogados.  Esses filósofos não tinham grande dificuldade de transformar uma inverdade em verdade, e vice-versa. Bom é lembrar que a construção de um raciocínio verdadeiro constitui o que se chama SILOGISMO, formado, na sua forma mais simples, por duas premissas (maior e menor), e a conclusão. O exemplo clássico para o silogismo éTodo homem é mortal; Ora, Sócrates é homem; Logo, Sócrates é mortal. Mas os sofistas descobriram que se mutilassem uma das premissas do silogismo, o raciocínio ficaria formalmente perfeito, porém essencialmente falso. É aí que entrava a argumentação. Usando o mesmo exemplo do silogismo clássico e transformando-o na sua forma corrompida, o sofisma: Todo homem é imortal: Ora, Sócrates é homem; Logo, Sócrates é imortal.  Essa é a verdade sofista.                                                                                                                          
A sociedade grega de então imergiu na mentira, que passou a ser a maior das virtudes. Foi quando surgiu Sócrates, disposto a combater os sofistas e as mentiras que pregavam. Mas eram os sofistas que mandavam na sociedade. E nesse funesto período dizer a verdade era proibido, o maior dos crimes. Muito superior aos outros, como matar, roubar e estuprar. A pena de morte era reservada a quem ousasse falar a verdade. E por não abdicar da verdade, Sócrates foi acionado pelos sofistas, preso e condenado à morte, forçado a beber cicuta.

Outro momento em que o mundo adoeceu moralmente, onde o mal prevaleceu sobre o bem, a inverdade sobre a verdade, foi no tempo de Jesus Cristo (2 a 7 a.C- 33 d.C).  Jesus ousou desafiar Roma, pregando a verdade da fé.   Foi preso, julgado, condenado e crucificado, por ordem do Governador Pôncio Pilatos.

A INQUISIÇÃO, também chamada Santo Ofício, foi outra época da qual a humanidade não pode se orgulhar. Era formada pelos Tribunais da Igreja Católica que perseguiam, julgavam e puniam pessoas acusadas de desvio das suas regras de conduta. A Inquisição teve duas fases. A primeira foi a MEDIEVAL (Sec. XIII e XIV); a segunda, chamada MODERNA, se deu na Espanha e Portugal, nos Séculos XV a XIX. Começou com o Papa Gregório IX, que estava preocupado com o crescimento das seitas religiosas, criando um órgão especial para investigar e punir os suspeitos de heresia, que era qualquer prática religiosa diferente das consideradas cristãs. Na fase medieval da inquisição as punições eram mais brandas que na segunda fase.

Mas o período mais cruel da Inquisição ocorreu na Espanha, em 1478. Os principais alvos eram os judeus, os cristãos-novos, os protestantes, os iluministas, os homossexuais e os bígamos. As penas eram severas, sobressaindo-se a morte na fogueira, a prisão perpétua e o confisco de bens. Graças a essa última pena, a Igreja acumulou grande riqueza. E tudo aconteceu sob cobertura da Justiça da época. Por conseguinte, a história comprova que em muitos lugares e tempos diferentes o banditismo preponderou e se confundiu com a AUTORIDADE, política, judicial, ou eclesial.

Também outubro de 1917 deve entrar nessa lista negra. As consequências da Revolução Bolchevique, liderada por Lenin, sob pretexto de implantar o marxismo, ou socialismo científico, deixou um rastro de destruição na sua esteira, onde se estima terem sido mortas mais de CEM MILHÕES de pessoas. E se os Czares antes da revolução tinham a Justiça inteiramente à mão, como narrado por Maximo Gorki, no romance A Mãe, a situação não mudou depois da vitória comunista. Mais tarde  os bolcheviques, que buscavam o poder pela violência ,cederam lugar aos seus antigos concorrentes, os mencheviques, mais políticos e menos violentos, que depois  se misturaram  ao socialismo “ fabiano (aquele do FHC), à  Escola de Frankfurt e ao socialismo desenvolvido pelo italiano Antônio Gramsci, este o mais influente no Brasil ,cuja principal estratégia é a dominação cultural e a  infiltração paulatina  em todas as instituições públicas e privadas ,prioritariamente nos estabelecimentos de ensino.

Essa salada-de-frutas de correntes socialistas deu origem no Brasil ao que antes se denominara na Rússia NOMENKLATURA, e que lá havia se adonado do poder após a revolução de outubro, formada pelos burocratas do Estado, dotados de todos os privilégios, poder e riqueza. Por essa simples razão os nomenklaturistas russos distanciaram-se econômica e socialmente do povo muito mais que a distância que antes separava o dono do capital do trabalhador. A perfeita acomodação entre a Nomenklatura, versão brasileira, e o ESTAMENTO BUROCRÁTICO (a que se referia Raimundo Faoro), uma herança de Portugal, importada” especialmente com a chegada de D. João VI ao Brasil, em 1808, e sua Corte de inúteis almofadinhas, que covardemente fugiam da invasão de Napoleão, germinou de tal modo que daí nasceu a pior escória política que se tem notícia no mundo. Os resultados dessa tragédia, e do azar que teve o Brasil, hoje estão mais visíveis que nunca, especialmente após a posse de Lula na Presidência em 2003.

Com toda a dinheirama que os corruptos roubaram dos cofres públicos, logo sentiram-se no direito de silenciar os que estavam enxergando as suas falcatruas e as denunciavam publicamente. Muito dinheiro rolou nessa tentativa de silêncio. Os alvos prediletos foram os jornalistas que viram-se na obrigaçãética de denunciar o que estava acontecendo.

O Jornal da Cidade Online, do RS, por exemplo, foi alvo de ações judiciais estúpidas. Uma delas movida pela Senadora Gleisi Hoffmann, Presidente do PT, notificando o jornal a retirar a matéria Jornalista revela amante de Gleisi, no momento em que essa notícia já estava batidasurrada na imprensa, e que surgiu após a delação premiada de Alexandre Romano, com detalhes sórdidos, referindo-se ao que constava na planilha da Odebrecht, nos autos de um processo da Lava Jato. O Ministro Gilmar Mendes, do STF, fez o mesmo, processando esse mesmo jornal, num atentado à liberdade de imprensa. Não deixando por menos, o médico Roberto Kalil, Diretor do Hospital Sírio Libanês, aquele mesmo hospital que sempre socorre os endinheirados do Governo, também aciona o mesmo jornal para que retire matéria do ar. Mais parece que esse cidadão quis agradar a seus clientes ricos.

Por seu turno Lula já processou o Juiz Federal Sérgio Moro, o Procurador da República Deltan Dallagnol, a quem chamou de moleque, e outros, sempre pedindo danos morais em torno de um milhão de reais, talvez imaginando que esses trabalhadores ganhem dinheiro tão fácil como ele que nunca trabalhou de verdade. O que ele esquece é que por não ter mais foro privilegiado essas suas ações tramitarão perante os juízes de primeira instância e não pelos Ministros que um dia ele nomeou para o Supremo. Mas se chegar até eles, talvez....

Além do mais, dito cidadão recorre à ONU para fazer as suas queixas sem fundamento com mais frequência do que vai ao banheiro. Parece até que estaria muito seguro que a cumpanheirada tenha tomado conta também da ONU. Não teria sido esse o motivo pelo qual Donald Trump deu um chute no traseiro da Organização das Nações Unidas?


*Por     Sérgio Alves de Oliveira / advogado e sociólogo