quarta-feira, 23 de julho de 2014

Pesquisa truncada.


Quando a IstoÉ/Sensus vem divulgar esta pesquisa, com uma diferença irrisória entre os comunistas e a oposição, é porque a diferença é pró oposição e eles não podem, por razões óbvias, porém lamentavelmente indecentes, publicar a verdade.

Dilma e o absurdo.

Foto montagem via Facebook de Ana Lima
Momentos depois da tragédia com o Boeing 777 da Malaysia Airlines, abatido por um míssil enquanto sobrevoava a parte do território ucraniano ocupada pelos rebeldes separatistas, Dilma abusou da bizarrice discursiva ao tentar defender o companheiro Vladimir Putin. Disse a presidente que o governo brasileiro não se posicionará sobre a queda do avião malaio até que haja informações mais claras sobre o acidente. Após a reunião da Cúpula China-Brasil e líderes da América Latina e do Caribe, Dilma disse que é preciso ser prudente.

“Tem um segmento da imprensa dizendo que o avião que foi derrubado estava na rota da volta do presidente Putin, que coincidia o horário e o percurso. Eu acho que é importante ter claro que não é um míssil de fácil manejo. Então, nós temos que olhar de fato o que realmente aconteceu. O governo brasileiro não se posicionará quanto a isso até que fique mais claro, por uma questão não só de seriedade, como também de prudência”, afirmou a petista.
A presidente pode dizer o que bem quiser, pois, ainda que em tese, o Brasil é uma democracia que preserva a livre manifestação do pensamento, mas não se pode aceitar uma declaração dessa natureza diante de um atentado terrorista que colocou abaixo uma aeronave comercial e fez pelo menos 298 mortos, apenas porque Vladimir Putin quer recuperar o prestígio político por meio da desestabilização regional e a anexação de territórios que não pertencem ao seu país.
Dilma, sabem os leitores, é adepta confessa de atos terroristas, até porque seu passado fala por si só, mas a mandatária verde-loura perdeu uma grande chance de ficar calada e não destilar a sua essência truculenta, sempre a favor do totalitarismo esquerdista.
É importante que os brasileiros atentem para esse fato absurdo, uma vez que o “vale-tudo” poderá ser adotado em breve caso o PT seja derrotado na eleição presidencial que se avizinha, o que inviabilizará a implantação do projeto de poder da legenda, que vem se espelhando na ditadura bolivariana que há anos consome a vizinha e combalida Venezuela.
* Ana Lima, via Facebook,com Ucho.info

terça-feira, 22 de julho de 2014

E Aécio segue...

Aécio com o Ministro Durão Barroso,em foto de Marcos Fernandes.
Café da manhã com o meu amigo ministro Durão Barroso, presidente do Comissão da União Europeia. Conversa sobre temas internacionais. Reiterei minha convicção de que estamos atrasados com a negociação com a União Europeia, que poderia estar ampliando nossos mercados. Lamento o desinteresse do atual governo pelo tema, adiando mais uma vez, agora para o próximo ano, a conclusão dessas negociações. Enquanto isso, a União Europeia avança seus entendimentos com outras regiões do mundo, em especial com os Estados Unidos. Em um governo do PSDB, esse tema será tratado como prioridade. - Aécio Neves

Guilherme Boulos - O rico menino que resolveu brincar de revolucionário.

Que coisa! Numa cidade de 12 milhões de habitantes, o dito Movimento dos Trabalhadores Sem Teto, o MTST, espalha uns quatro mil em várias manifestações. Nesta quinta, até agora, a manifestação maior ocorreu nas imediações do Itaquerão. O chefão da turma é um sujeito chamado Guilherme Boulos. Atenção para o currículo do rapaz: é professor, formado em filosofia, com especialização em psicanálise. Vem de uma família de classe média alta. Na verdade, rica mesmo. Mas ele decidiu abraçar a causa dos sem-teto. Até aí, problema dele.
Isso, a muitos, parece irresistível. Remete a uma espécie de renúncia religiosa. É o João Pedro Stédile das cidades, para lembrar o chefão do MST, o Movimento dos Sem-Terra. Trata-se de um economista que está a muitas léguas da formação intelectual do povo que ele mobiliza.
Desde Lênin e Trotsky, dois dos líderes da revolução russa, que vinham de famílias ricas — o pai do primeiro era um burocrata do czar; o do segundo, um rico latifundiário —, esses extremistas oriundos da elite econômica assumem certa aura de santidade, de intocabilidade, como se tudo lhes fosse permitido. Afinal, pensam alguns, se eles renunciaram aos bens materiais, então não estão pensando em si mesmos e só no bem do próximo.
Acontece, leitores, que as pessoas podem ser boazinhas e equivocadas. São Francisco de Assis não foi um grande sujeito porque renunciou aos bens materiais, mas porque levou a bondade, a generosidade e a concórdia por onde quer que tenha passado. O fato de alguém decidir viver uma vida humilde não coloca ninguém acima do bem e do mal. Pode-se fazer essa escolha por uma ambição ainda maior do que a de bens materiais: a ambição de reformar o mundo nem que seja na marra, sem atentar para os prejuízos de terceiros.
Não consta que Robespierre, o maior assassino da Revolução Francesa, quisesse algo para si, pessoalmente. Ao contrário até: era inteira mente dedicado à sua causa. E, cegado por ela, respondeu pela morte de milhares, até que a sua cabeça foi cortada pelo sistema que ele mesmo inventou. Stálin não queria ser rico. Queria o poder.

Nesta quinta, Boulos deu um ultimato aos poderes públicos. Segundo disse, eles têm 28 dias para regularizar todas as invasões de sem-teto da cidade, ou ele promete transformar São Paulo num inferno, com a sua minoria de extremistas. Sim, “todas as invasões”, ele disse, inclusive a chamada “Copa do Povo”, nas imediações do Itaquerão. “Os governos federal, estadual e a prefeitura que se entendam para resolver a situação e desapropriar o terreno”, afirmou Boulos, dando de ombros para a democracia. Ele é o dono da verdade, o dono da causa, o dono da bola.
Natália Szermeta, parceira do doutor no movimento, resolveu fazer literatura ruim: “O MTST colocou em campo a seleção dos brasileiros oprimidos, dos que não se contentam com migalhas. A seleção dos opressores pode até entrar em cena, mas não vão dormir uma noite sem que a gente incomode o sono deles”.
A democracia é o regime da maioria e que tem, como um de seus pilares, a tolerância com as minorias. Em nenhum lugar está escrito que essas minorias tiranizam e dão ultimatos às maiorias. A razão é simples: onde quer que isso aconteça, o que se tem é tirania. O senhor Guilherme Boulos é um contumaz violador da lei e só não está na cadeia, se querem saber, porque é um extremista oriundo das elites, que virou herói também de setores da imprensa, apesar de suas práticas truculentas.
Ele é psicanalista? Está na hora de esse rapaz ir para o divã saber por que ele acredita tão pouco na negociação e só escolhe o caminho do confronto. Freud certamente explica.
*Por Reinaldo Azevedo

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Isto é uma verdadeira afronta ao Estado Democrático de Direito!

Este sempre foi o sonho dos terroristas de 64, está realizado, o Ditador cubano de dono das acomodações da presidência da republica do Brasil.Precisam mais para confirmar que já somos uma colônia de Cuba,já temos os escravos cubanos, a única obra de infraestrutura feita pelo governo foi em Cuba,o porto de Mariel, e por ai vai.Nossa ultima esperança esta nas eleições de outubro, do contrario é o prenuncio de um futuro de muita instabilidade institucional,não estando descartada até uma eventual guerra civil,muito embora esta na pratica já exista pela insegurança em que vivemos e os mais de 50.000 mortos por ano no país.
*Ana Lima, via Facebook

domingo, 20 de julho de 2014

A quem interessa esta "falcatrua"?



Postes de Lula em queda livre.


A semana definitivamente não foi das melhores para o PT. Em evento de campanha de Alexandre Padilha ao governo de São Paulo, nesta sexta-feira, o ex-presidente Lula afirmou ter ficado "preocupado" com os números da pesquisa Datafolha divulgados na quinta. Não é para menos: Padilha, seu terceiro "poste", patina com 4% de preferência do eleitorado, e pela primeira vez o instituto apontou empate técnico em eventual segundo turno entre a presidente-candidata Dilma Rousseff (PT), seu primeiro "poste", e o tucano Aécio Neves. E a sexta-feira termina com mais um dado desfavorável aos "postes" de Lula: em queda livre, a popularidade do prefeito Fernando Haddad (PT) atingiu o pior índice desde que assumiu a cadeira, há um ano e sete meses – 47% dos paulistanos reprovam sua administração, ante 36% na sondagem anterior, feita em junho.(Veja).
*Ana Lima, via Facebook

Na política e na imprensa,Edir Macedo cada vez mais forte.



Vista aérea do templo, que terá 74 mil metros quadrados de área construídaAnderson Chaurais/Abril Comunicações SA - 27.05.2014
A Igreja Universal do Reino de Deus (Iurd) prepara um evento político para 17 dias antes do início da campanha eleitoral na TV. Seus dirigentes querem reunir a presidente Dilma Rousseff (PT), os 27 governadores, o prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT), os ministros do Supremo Tribunal Federal e o presidente do Congresso, senador Renan Calheiros (PMDB) para inaugurar um de seus mais importantes projetos religiosos: o Templo de Salomão, instalado no Brás, na região central de São Paulo.
O Palácio do Planalto confirmou ontem que Dilma prevê comparecer à abertura do templo - o governador Geraldo Alckmin (PSDB) e o prefeito Haddad ainda não confirmaram presença, segundo suas assessorias. Com forte presença entre os dirigentes do Partido Republicano Brasileiro (PRB), a Iurd informou que somente o fundador e líder da igreja, o bispo Edir Macedo, vai se pronunciar durante o evento.
O PRB faz parte da base aliada a Dilma e participa do primeiro escalão do governo - ocupa o Ministério da Pesca. Em São Paulo, o partido faz parte da base de sustentação do governador Alckmin e deve apoiar a reeleição do tucano. A sigla ocupa a Secretaria do Desenvolvimento Social do governo Alckmin. No Congresso, o partido elegeu em 2010 um senador - Marcelo Crivella (RJ) - e possui uma bancada de 10 deputados federais.
Além de reunir os representantes dos três Poderes da República, a Iurd quer levar para os 10 mil lugares do Templo de Salomão lideranças da sociedade civil e do empresariado e cerca de 60 delegações estrangeiras - a mais aguardada é a de Israel, País com o qual a igreja procura manter laços estreitos.
O evento será reservado somente para convidados da igreja e não será o único para marcar a abertura da obra, a maior feita pela Iurd em São Paulo. A festa de abertura deve durar 20 dias - o evento com os políticos deve ocorrer no dia 31 de julho, após o término da Copa do Mundo. Por enquanto, o templo está cercado por tapumes, ao longo dos quais os fiéis da igreja começaram a rezar.
Quatro anos. A obra feita pela Iurd demorou quatro anos para ficar pronta. Ela terá 74 mil m² de área construída, dez mil lugares e uma fachada com altura de 56 metros. Para se ter ideia do tamanho do templo, a Basílica de Aparecida, no interior paulista, pode abrigar até 45 mil fiéis. Ela tem 23 mil m² de área construída e sua nave tem 40 metros de altura - a torre, separada do edifício da basílica, atinge 100 metros de altura.
Como comparação, a Basílica de São Pedro, no Vaticano, tem 45 metros de altura na fachada e chega, na cúpula, a 133 metros. Sua área construída é também de 23 mil m².
Mas, ao contrário dos templos católicos, nos quais é possível fotografar e filmar as missas, no Templo de Salomão será proibido fazer fotos ou filme de seu interior. De acordo com Renato Parente, da assessoria da Iurd, o objetivo da igreja com a medida é preservar o caráter sagrado do templo. Feito, segundo a igreja, com pedras trazidas de Israel e segundo o modelo arquitetônico do antigo Templo de Salomão, destruído no ano 70, quando o exército romano esmagou uma rebelião dos judeus. A obra custou cerca de R$ 650 milhões - dinheiro, segundo Parente, obtido de doações de fiéis, obreiros e pastores.
O complexo do novo templo vai ter ainda um edifício para estacionamento de carros e um museu. A fachada não terá a tradicional marca dos templos da Iurd: "Jesus Cristo é o Senhor - Igreja Universal do Reino de Deus". Abrigará cultos da igreja, mas nenhum será transmitido nos programa de TV da Iurd.
Para lembrar. A Igreja Universal do Reino de Deus foi fundada no Brasil em 1977 pelo bispo Edir Macedo. Trata-se de uma denominação neopentecostal ligada à chamada teologia da prosperidade, que procura para os fiéis a realização nesta vida como forma de manifestação da graça divina.
Também acredita em rituais de exorcismo e de cura e mantém algumas posições distantes de setores conservadores religiosos, admitindo, por exemplo, o uso de preservativos em relações sexuais.
Em 1989, o bispo Edir Macedo se tornou controlador da TV Record. Além dele, diversos bispos da igreja detêm o controle de 64 emissoras de rádio - a chamada “Rede Aleluia” e de canais de TV por todo o País. O grupo edita ainda o jornal Folha Universal e tem os “canais de salvação” no Facebook e no Twitter.
*Por MARCELO GODOY - EM O ESTADO DE S.PAULO

sábado, 19 de julho de 2014

Um governador que não governa?

A indagação acima pode parecer até uma ofensa, mas não é. Trata-se de uma frase baseada em um fato ocorrido em Maceió, Estado de Alagoas, quando da ocasião de uma reunião entre representantes dos Fiscais de Tributos estaduais ( ainda popularmente conhecidos como “Fiscais de Rendas”) e o Governador do Estado Teotonio Vilela Filho.
Na reunião os Fiscais propunham um acordo para que fosse implantados, na folha salarial, seus direitos trabalhistas negados pelo Chefe do Executivo Estadual, mas conquistados Classe Fiscal na Justiça ( inclusive no STF), que autoriza e determina a implantação dos direitos, mas o Governador  ainda se nega a cumprir.
Sem razão e sem argumentos, o pífio Gestor Público, por voto equivocado levado à condição de Chefe do Executivo Estadual, afirmou:
“Meu Governo acabou. Aguardem o novo Governador!”
Decepcionados, mais uma vez, com o Governante, os Funcionários Públicos saíram sem dar uma só palavra, com o semblante de quem se viu diante de uma nulidade.
Como não participei da reunião, indaguei do resultado de um colega Fiscal, também aposentado, que esteve presente ao ato e ele, prontamente, me respondeu:
“Este Governador disse que o Governo dele acabou e que não resolveria nada! Porquê esse bosta não entrega logo o Governo a quem tem vontade de trabalhar e obedecer à Lei?”
Também decepcionado, acenei para o colega confirmando que ele estava com a razão. Não sem antes lembra-lo que a maioria da Equipe de Comando da SEFAZ é ocupada por Funcionários Fiscais que, durante os últimos 8 anos, nada contribuíram para que fossem obedecidas às Leis e a Jurisprudência que dá suporte aos nossos direitos.
Ele me responde:
“ Também são uns bostas. Iguais a esse “Governador que não governa”!”
E o Jornal “Extra Alagoas” desta semana, coincidentemente, em uma simples notinha, faz referência ao episódio, dando enfoque a astronômica dívida ainda existente no encargo, 
“restos à pagar”, do Estado de Alagoas.

Aécio em empate técnico com Dilma.

A pesquisa Datafolha encomendada pela Folha e pela Globo é muito ruim para a presidente Dilma Rousseff, do PT, candidata à reeleição.  

Se a disputa fosse hoje, ela teria 36% das intenções de voto no primeiro turno. O tucano Aécio Neves aparece com 20%, e o peessebista Eduardo Campos, com 8%. Há 15 dias, o instituto conferia 38% à petista. Aécio tinha os mesmos 20%, e Campos, 9%. 


Mas o que há de tão ruim nisso? A péssima notícia para a presidente não está no primeiro turno, mas no segundo. No levantamento de agora, ela aparece com 44%, e Aécio, com 40%. Como a margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos, há uma situação de empate técnico. Em fevereiro deste ano, há cinco meses, a distância era de 27 pontos: 54% a 27%. Há duas semanas, de 7 (todos os gráficos que aparecem foram publicados pela Folha Online



Também a distância que separa a petista do peessebista caiu drasticamente. Contra o ex-governador de Pernambuco, ela teria hoje 45% contra 38%, só sete pontos a mais. Em fevereiro, a distância era de 32 pontos: 23% a 55%. Há duas semanas, era de 35% a 48% — 13 pontos viraram sete. É feia a coisa. E pode piorar: a rejeição a Dilma também cresceu 3 pontos em relação ao começo do mês: de 32% para 35%. Em seguida, vem Pastor Everaldo, com 18%, seguido por Aécio, com 17% e por Campos, com 12%. 


Observem: como é que um candidato com 8% das intenções de voto, ainda desconhecido por muita gente, como Campos, consegue 38% quando confrontado com Dilma, no mano a mano? Para quem está empatado com a presidente no segundo turno, Aécio mantém um índice ainda modesto no primeiro. Também ele é bem menos conhecido do que ela. O conjunto dos dados parece indicar que cresce a massa de eleitores que não quer mesmo saber de Dilma. 





Avaliação do governo

A reprovação ao governo e a aprovação empataram, uma situação sempre temida pelos candidatos à reeleição: hoje, acham seu governo ótimo ou bom 32% dos entrevistados — há duas semanas, eram 35%.
Consideram-no ruim ou péssimo, 29% (26 na pesquisa anterior). 
E os mesmos 28% o avaliam como regular.
Dilma, definitivamente, não tem por que se alegrar. 

*Por Reinaldo Azevedo