domingo, 1 de março de 2015

Descendo a ladeira da falsa "pátria educadora": Ministério da Educação corta 64,6% das bolsas do programa Jovens Talentos para a Ciência.

Foram aprovados os alunos com nota igual ou superior a 60, embora o critério de corte não constasse no edital.

De acordo com O Globo, o MEC cortou 7.109 das 11.000 bolsas previstas para o Programa Jovens Talentos para a Ciência, o que representa um corte de R$31,4 milhões dos R$ 52,8 milhões previstos para o Programa. O resultado das 3.891 candidaturas foi publicado nesta quinta-feira (26) no Diário Oficial da União. Segundo o texto do DOU, foram aprovados os candidatos com nota igual ou superior a 60 no processo seletivo. No edital do ano passado, não constava a regra sobre a nota mínima. A Capes afirma que não houve corte de bolsas, mas não explica o porquê do critério da nota de corte.

O petismo não aposta no crescimento e desenvolvimento do país.


A bela mulher de Sábado, veio no Domingo!

A bela modelo Cinthia Santos, que foi musa da Escola de Sampa Águias de Ouro.

Acreditem! Só no Brasil: Coordenador jurídico da campanha de Dilma fez ponte entre Cardozo e advogados da Lava Jato.

LIGAÇÃO CASUAL - Flávio Caetano: telefonema a advogados da UTC para tratar de “assuntos acadêmicos”
LIGAÇÃO CASUAL - Flávio Caetano: telefonema a advogados da UTC para tratar de “assuntos acadêmicos” (Fabio Rodrigues-Pozzebom/ABR/VEJA)

Defensores do dono da UTC que se reuniram com o ministro da Justiça foram convidados para o encontro por Flávio Caetano, atual secretário nacional de Reforma do Judiciário.

Robson Bonin, na Veja

Flagrado em conversas impróprias com advogados das empreiteiras investigadas na Operação Lava-Jato, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, tornou­se alvo de um processo na Comissão de Ética Pública da Presidência da República. Os integrantes do órgão deram dez dias para que explique seus encontros fora da agenda com advogados de empreiteiros presos no escândalo de corrupção na Petrobras. Na edição passada, VEJA revelou que Ricardo Pessoa, dono da UTC, preso em Curitiba, ouviu de seus advogados que partiu do ministro a iniciativa de chamar os defensores para uma conversa reservada, ocasião em que foram alertados de que havia uma reviravolta no processo. O ministro também argumentou sobre a inadequação de levar em frente o acordo de delação que Ricardo Pessoa negocia com a Justiça. O empresário é guardião de segredos letais para muitos figurões do governo. Dirigentes da empreiteira confirmaram que, apenas no ano passado, Pessoa entregou 30 milhões de reais para as campanhas do PT e da presidente Dilma Rousseff, dinheiro obtido por meio de propinas de contratos superfaturados da Petrobras.
Ueslei Marcelino/Reuters/ReutersENCONTRO CASUAL - José Eduardo Cardozo: a Comissão de Ética Pública cobra explicações
ENCONTRO CASUAL - José Eduardo Cardozo: a Comissão de Ética Pública cobra explicações











A conversa com os advogados em Brasília criou constrangimentos ao ministro porque, se admitida, caracterizaria uma interferência ilegal de uma autoridade no processo judicial. Cardozo, primeiro, negou. Depois, admitiu o encontro, que teria sido “casual”, mas não confirmou ter falado sobre delações ou investigações da Operação Lava-Jato. Há um novo personagem nessa história. Segundo executivos da UTC, para estabelecer um canal direto e seguro com os defensores da empreiteira, o ministro Cardozo recorreu a Flávio Caetano, secretário nacional de Reforma do Judiciário, que foi coordenador jurídico da campanha de Dilma Rousseff no ano passado. Caetano é velho conhecido dos advogados da UTC, Sérgio Renault e Sebastião Tojal, com quem chegou a trabalhar. Nos dias que antecederam o misterioso encontro de Sérgio Renault com Cardozo em Brasília, Caetano telefonou para Tojal para avisar que o ministro desejava encontrá-los. Procurado por VEJA, o secretário confirmou a ligação, mas negou que tenha repassado recados do ministro. “Flávio Caetano é amigo há mais de quinze anos do doutor Sebastião Tojal, com quem tem mantido ao longo do tempo parceria acadêmica. O telefonema em questão se deveu a um trabalho acadêmico a ser publicado que ainda está em curso”, informou o secretário por meio de uma nota.     

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Cuidado. O PT quer defender a Petrobras.


CPI da Petrobras: cúpula foi financiada por empresas investigadas.

Hugo Motta e Luiz Sérgio: o primeiro teve 60% da campanha bancada por investigadas; o segundo, 40%
Indicados para presidir e relatar a CPI da Petrobras, Hugo Motta e Luiz Sérgio declararam à Justiça eleitoral ter recebido doações de empreiteiras acusadas na Operação Lava Jato de participar de esquema de cartel e propina na estatal.
Indicados por suas bancadas para comandar as investigações da CPI da Petrobras na Câmara, os deputados Hugo Motta (PMDB-PB) e Luiz Sérgio (PT-RJ) receberam doações de empresas investigadas na Operação Lava Jato, que apura esquema de cartel e pagamento de propina a funcionários e políticos em troca de contratos com a estatal.
De acordo com reportagem da Folha de S.Paulo, 60% dos recursos declarados por Hugo Motta em sua campanha à reeleição saíram dos cofres de duas investigadas: a Andrade Gutierrez, que contribuiu com R$ 451 mil, e a Odebrecht, que doou R$ 742 mil. O peemedebista foi indicado pelo PMDB para presidir a CPI. A reunião de instalação da comissão está marcada para esta quinta-feira (26).
Indicado pelo PT para relatar as apurações da CPI, Luiz Sérgio teve 39,6% de sua receita de campanha bancados por empresas investigadas. O petista recebeu R$ 962,5 mil da Queiroz Galvão, da OAS, da Toyo Setal e da UTC, informam os repórteres Aguirre Talento e Márcio Falcão. Executivos da OAS e da UTC já respondem a ações penais por participação no esquema.
Em resposta à Folha, a assessoria de Hugo Motta alegou que o deputado não tem ligação com as empresas financiadoras e que os recursos foram repassados à sua campanha pelo diretório estadual do PMDB. Já Luiz Sérgio disse que não vai se manifestar sobre assuntos da CPI da Petrobras enquanto não tiver seu nome confirmado na relatoria.

Ivar Schmidt é o "cara"!

Ivar Schmidt é o cara. Ele, sim, é representante popular. Não Lula, que faz discurso inflamado contra a elite e depois vai dormir no Copacabana Palace.
O caminhoneiro Ivar Schmidt está fazendo o governo perder o pouco que lhe resta de sono. Líder do Comando Nacional de Transporte, uma entidade que não reconhece os sindicatos pelegos ligados ao PT, ele não quer saber de transigir com o governo petistae diz que a paralisação da categoria vai continuar.
Veja as duas melhores respostas de Ivar Schmidt na entrevista que deu ao site da Veja:
"Nós estamos com lucro zero, aí o governo nos propõe de ficar tendo lucro zero mais seis meses. Eu acho que eles não regulam certo da cabeça. Devem estar com problema."
"O nosso movimento abomina sindicato, associação, federação, confederação. E esses segmentos tentaram nos representar nas últimas décadas e nunca resolveram nosso problemas. Então, a gente está aqui. Vou ficar em Brasília até resolver isso."
*O antagonista

Ameaça de Lula de colocar nas ruas o “exército do Stédile” é um alerta.Ele quer promover uma guerra civil?

Brasília – O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em ato sobre a Petrobras promovido na terça-feira (24) no Rio de Janeiro, chamou a oposição ao governo Dilma para briga ressaltando que conta com o apoio do “exército do Stédile”, em referência ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). João Pedro Stédile é diretor do MST.
“Sabemos ir para rua, ainda mais se o exército do Stédile estiver ao nosso lado”, avisou Lula, após ter de entrar escoltado por policiais na sede da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), logo depois de conflito entre manifestantes que apoiam o governo e os que cobram punição das denúncias de corrupção na Petrobras.
Lula e Stédile foram as estrelas de evento organizado pelo PT e a Central Única dos Trabalhadores (CUT) supostamente em defesa à Petrobras. Mas o ato acabou marcado por ataques à imprensa e aos partidos de oposição.
O deputado federal Domingos Sávio (PSDB-MG) definiu a fala de Lula sobre o “exército de Stédile” como um alerta. “Precisamos ficar atentos. Lembramos que, quando eles estavam na oposição, não vacilavam em defender até mesmo atos criminosos para alcançarem seus objetivos”, afirmou.
Segundo Sávio, as manifestações recentes dos governistas mostram o pouco apreço das lideranças do PT aos valores democráticos. “A máscara de democratas, de defensores do povo e dos trabalhadores, caiu. Surgiu em seu lugar a face dos hipócritas, bandidos e cínicos. Hoje, eles sinalizam que podem subverter a ordem, e adotar o estilo Venezuela para se manter no poder”, apontou.
Relacionamento com a oposição
Domingos Sávio comparou as posturas de PT e PSDB no trato com a oposição. O tucano lembrou que, quando Fernando Henrique Cardoso era o presidente da República, o PT fazia forte oposição e não recebeu, como resposta, ações fora do esperado no regime democrático – algo diferente do que se vê nos dias atuais.

“O PSDB respeitou, quando era governo, a oposição, e FHC entregou a faixa presidencial ao seu sucessor Lula. Como se espera em uma democracia”, disse.
*Fonte: http://www.psdb.org.br/domingos-savio-ameaca-de-lula-de-colocar-o-exercito-stedile-e-um-alerta/

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Acusado de 63 crimes, prefeito de Barueri deixa o cargo.

AFASTADO – Gil Arantes deixou cargo após se tornar réu por 63 crimes
AFASTADO – Gil Arantes deixou cargo após se tornar réu por 63 crimes (Divulgação)

Vice-prefeito Jaques Munhoz (PTB) assume a prefeitura após Justiça aceitar denúncia por lavagem de dinheiro e desvio de verba contra Gil Arantes (DEM).

O vice-prefeito de Barueri (SP), Jaques Munhoz (PTB), assumiu nesta quarta-feira a prefeitura da cidade, um dia depois de o Tribunal de Justiça de São Paulo decretar o afastamento imediato do titular do cargo, o prefeito Gil Arantes (DEM). Nesta terça, Arantes se tornou réu em ação penal, acusado de 63 crimes: cinquenta vezes por lavagem de dinheiro e treze vezes por desvio de verba pública. Ele já deixou o cargo oficialmente.
O vice-prefeito foi notificado na tarde desta quarta-feira do afastamento cautelar de Arantes até o fim do processo criminal a que ele responde. Munhoz comunicou ao oficial de Justiça que "já assumiu a administração municipal", conforme a certidão de mandado judicial. A saída imediata do titular do cargo contraria a expectativa dos defensores de Arantes. Os advogados coordenados pelo criminalista José Roberto Batochio pretendiam entrar com recurso para que o democrata permanecesse à frente do Executivo municipal, já que o afastamento foi decidido por maioria de votos – e não por unanimidade – entre os desembargadores da 4ª Câmara de Direito Criminal do TJ-SP.
Na terça, Gil Arantes passou o dia na capital paulista reunido com seus advogados logo após ter sido afastado do cargo. A informação foi confirmada à Justiça pela primeira-dama, Silvia Arantes, e pelo secretário de Negócios Jurídicos de Barueri, Benedito Fernandes, quando o oficial de Justiça tentou notificar o prefeito em sua residência e na sede da prefeitura. Ele só assinou a certidão para tomar ciência de seu afastamento às 21h13, quando voltou para casa.
A Procuradoria-Geral de Justiça acusa Gil Arantes de arquitetar um esquema de desvio de verbas baseado no pagamento superfaturado de imóveis desapropriados. Com o dinheiro, repassado a empresas do ramo imobiliário em nome de seus familiares e de um laranja – algumas formalmente representadas por um de seus filhos, Ricardo Macedo Arantes – o prefeito teria comprado uma série de imóveis em Barueri, na região nobre de Alphaville e em Ubatuba, no litoral paulista. Em agosto de 2014, a Justiça já havia decretado o sequestro de 31 imóveis, de uma lancha e um jet-ski.
Ao todo, o Ministério Público de São Paulo cobra de Gil Arantes a devolução de mais de 26 milhões de reais aos cofres municipais.
Felipe Frazão e Alexandre Hisayasu, na Veja.Abril.com

FHC e Aécio atuam pelo impeachment de Dilma.

Ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (Foto:Divulgação)
O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) contratou os serviços do advogado tributarista Ives Gandra para avaliar a possibilidade de impeachment administrativo da presidente Dilma Rousseff (PT). A tese seria reeditar no Brasil o “golpe paraguaio”, quando o ex-presidente Fernando Lugo foi apeado do poder em junho de 2012 pelo Congresso e pelo Tribunal Superior Eleitoral do país. Gandra aduz que cabe o impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) por ato de improbidade administrativa, por culpa da presidente. A ideia é culpar a presidente pelos casos de corrupção na Petrobras. Em seu parecer, o jurista cita a lei de improbidade administrativa. Em sua fundamentação, o tributarista diz que o crime de responsabilidade é cabível por culpa da presidência, quando é aplicável apenas por dolo (violação intencional) da chefe do Executivo. Por culpa apenas nos casos previstos expressamente na lei.
* Texto retirado da Internet