sábado, 11 de julho de 2015

Encontro secreto de Dilma com Lewandowski e Cardozo.

O ministro da Justiça – Cardozo – vai depor na CPI e com certeza será questionado sobre esse encontro secreto. O comandante da FAB deveria ser convocado para explicar o Plano de Voo do aerolularápio. Das duas uma, ou já previa a escala no Porto ou houve mudança de rota (de Lisboa para o Porto). Se previa o Porto, por que se Lisboa tem mais recursos ?; se houve mudança para o Porto, também por que pois aí fica comprovado que era para despistar a imprensa sobre o encontro secreto. Como afirma Diego Maynard, tem que ter o povo na rua clamando contra mais essa agressão à Democracia. Houve evidente intervenção da presidanta no Poder Judiciário, o que é crime que deve ser punido com impeachment.  O PT desistiu da ação armada com emprego do “ Exército do Stédile “ pois sentiu que o EB reagiria. Optou, então, pela tentativa de golpe branco.
*FERNANDO BATALHA, por e-mail, via Grupo Resistência Democrática

Porque hoje é Sábado, uma bela mulher.

Juju Salimeni, assistente de palco do programa Legendários, na Record.

sexta-feira, 10 de julho de 2015

Procurador da Lava Jato desmascara Dilma, Cardozo, críticos de Sergio Moro e o tamanho do petrolão.

O procurador Carlos Fernando dos Santos Lima, da Operação Lava Jato, bota para quebrar.
Após a prisão do ex-diretor da Área Internacional Jorge Zelada nesta manhã, ele afirmou que o dinheiro roubado da Petrobras é “significativamente maior” do que os 6 bilhões de reais lançados no balanço da estatal.
(Nunca tivemos a menor dúvida disso.)
Antes, em entrevista à Folha, Lima desmascarou Dilma Rousseff, que havia comparado os delatores da Lava Jato a Joaquim Silvério e Judas Iscariotes:
“A comparação é totalmente infundada porque não vivemos nem na Roma imperial nem nos tempos de Maria Louca. Vivemos na democracia”.
Carlos Fernando desmascarou também os que acusam o juiz Sergio Moro de usar a prisão preventiva para extorquir delações:
“É absolutamente inverídico. Dois terços das delações foram feitas por pessoas que não estavam presas. Seria o caso da de Ricardo Pessoa, por exemplo, que se deu no STF. As pessoas optam por colaborar muito mais por medo do processo e da prisão no futuro do que pelo encarceramento preventivo”.
De quebra, o procurador desmascarou o ministro da Justiça (do Foro de São Paulo), José Eduardo Cardozo:
“Fico preocupado quando vejo que alguns advogados considerem o Ministério da Justiça como uma extensão de seus escritórios. O ministério deveria agir como órgão superior do Executivo que tem encargo de providenciar meios materiais para que a Justiça seja feita”.
Pena que Lula e os companheiros do PT não reconhecem os esforços de Cardozo e decidiram derrubá-lo pela incapacidade de melar a Lava Jato.
Segundo a Folha, o ministro “confidenciou a amigos que deseja deixar o governo Dilma Rousseff”.
Ele “tem dito estar ‘de saco cheio’ e lembra que todo ministro tem ‘prazo de validade’”, mas… sempre tem um mas… estaria disposto, segundo os mesmos amigos, a permanecer no governo se Dilma lhe fizesse um afago.
Fofinho, né? Mas o nosso “saco cheio” de Cardozo fica “significativamente maior” com suas confidências – ou “vazamentos seletivos” – à Folha de S. Paulo.
Esperamos que a Lava Jato acabe com o “prazo de validade” de toda essa gente.

quinta-feira, 9 de julho de 2015

PF vê doação como forma de corrupção em inquéritos contra três senadores.


PF diz que há indícios de doação eleitoral como corrupção do senador Lindbergh Farias citados na investigação da Polícia Federal.

No caso de Raupp, delegados e procuradores apuram se o senador recebeu R$ 500 mil através de doação oficial de empresas beneficiadas pelo esquema de corrupção e "cartelização" de contratos da Petrobrás.

Em documento enviado ao Supremo Tribunal Federal, delegada da Polícia Federal apontou "elementos iniciais suficientes" para indicar a existência de doações eleitorais como forma de corrupção nas investigações a respeito dos senadores Humberto Costa (PT-PE) , Valdir Raupp (PMDB-RO) e Lindbergh Farias (PT-RJ). A observação consta nos pedidos de prorrogação de prazo dos inquéritos de políticos supostamente envolvidos no esquema deflagrado na Operação Lava Jato.
"Existem elementos iniciais suficientes que indicam a tipicidade da doação eleitoral como forma de corrupção, em tese (...) sem prejuízo de outras normas penais incriminadoras que porventura venham a ser delineadas no curso da investigação", escreveu a delegada da PF Graziela Machado da Costa e Silva ao Supremo nos três inquéritos. A investigadora escreve ainda que especialmente empresas contratadas pela Petrobrás realizam doações eleitorais de altos valores, conforme levantamento feito pela polícia.
O senador petista Lindbergh Farias
O senador petista Lindbergh Farias: 1 milhão do petrolão.
"Informação policial compilou alguns dados de doações eleitorais que denotam a relevância e protuberância dos valores despendidos por empresas privadas, especialmente as contratadas pela Petrobrás". 
Além de pesquisas de doações eleitorais ao peemedebista, investigadores já colheram depoimentos do parlamentar, do executivo Othon Zanoide de Moraes (Grupo Queiroz Galvão) e realizaram outras diligências no inquérito. Ainda resta, contudo, ouvir a assessora do senador e analisar parte do material produzido.

O senador Humberto Costa (PT PE), lider do PT no Senado, discursa contra o senador Aécio Neves ao lado de senadores da base aliada. Pegou um milhão do Petrolão.

Já o inquérito que investiga Humberto Costa toma como base depoimento do ex-diretor da Petrobrás Paulo Roberto Costa que diz ter sido procurado por intermediário para operar por doação eleitoral de R$ 1 milhão à campanha do petista. Para solicitara prorrogação de prazo, a PF argumentou que, entre outras coisas, precisa checar a agenda de compromissos de Paulo Roberto Costa e ouvir o depoimento do senador. Também foi Paulo Roberto Costa que apontou repasse de dinheiro obtido pelo esquema à campanha de Lindbergh Farias. 
A pedido da PF e também da Procuradoria-Geral da República, o ministro Teori Zavascki autorizou no final de junho o prosseguimento das investigações. Investigadores ganharam novo prazo até o final de agosto para reunirem indícios de participação dos políticos no esquema. (Estadão) 

quarta-feira, 8 de julho de 2015

“Plano de Proteção ao Emprego”: Dilmãe vira a Dilmadrasta da Branca de Neve. Ou: Novilíngua orwelliana.

Que coisa, hein? Dilma Rousseff, que prometeu na campanha eleitoral que, em seu segundo mandato, o Brasil daria início a um novo ciclo de desenvolvimento, assinou nesta segunda uma Medida Provisória que permite a redução de 30% na jornada de trabalho e nos salários. O FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador), no entanto, vai compensar metade da perda de renda do assalariado, desde que esse valor não ultrapasse R$ 900,84.
Assim, quem ganha até R$ 6 mil vai trabalhar 30% menos, mas terá uma redução de apenas 15% no salário. A partir de R$ 6 mil, a redução passa a ser maior de 15%. Quem ganhar R$ 8 mil, por exemplo, terá descontados os 30%, o que resultará em R$ 5.600. O FAT vai reembolsá-lo em R$ 900,84. O salário total será, então, de R$ 6.500,84. Nesse caso, a perda será de 18,74%. A partir de R$ 6 mil, quanto maior o salário, maior o percentual descontado.
O governo chegou a essa fórmula depois de conversar com empresários e com centrais sindicais. É claro que há certas condições. Os trabalhadores poderão ter o salário reduzido por seis meses, renováveis por mais seis. As empresas que aderirem ao programa ficam proibidas de demitir no período. Terminada a fase, o empregado que aderiu à redução não poderá ser dispensado por um prazo correspondente a um terço do tempo da adesão. O objetivo, é evidente, é conter a marcha do desemprego, que tem surpreendido até os mais pessimistas.
Ainda que um programa como esse se faça de modo pactuado, é claro que se está diante de um retrato do que a gestão petista provocou no país. É certo que, para o trabalhador, tomado individualmente, é melhor o emprego com uma renda menor do que o desemprego. Para a economia, tanto faz. O que se vai ter é menos dinheiro circulando, o que ajuda a aprofundar a recessão. O Natal de 2015 não será um daqueles de que o trabalhador sentirá saudade.
Para aderir ao programa, a empresa precisa provar que está sendo afetada pela crise e que não se trata ou de má gestão ou, sabe-se lá, de uma forma de cortar custos. O governo calcula que, num cenário de 50 mil adesões, os cofres públicos podem economizar até R$ 68 milhões porque seria mais barato arcar com as compensações do que com o seguro-desemprego, por exemplo.
O nome da medida vem vazado em novilíngua orwelliana: poderia se chamar PRSJ — Programa de Redução de Jornada e Salário —, mas aí ficaria ruim, né? Então, ironicamente, recebeu o apelido de PPE: Programa de Proteção ao Emprego.
Uma redução na renda de, no mínimo, 15% é uma pancada e tanto. Se o programa der certo, o feito ficará colado à biografia de Dilma. Por mais que o trabalhador considere, sim, que é melhor isso ao desemprego, vai associar o período em que ficou mais pobre ao governo daquela que prometeu ser a Dilmãe e entrará para a história como a Dilmadrasta da Branca de Neve.

Descoberto o verdadeiro culpado pela crise grega.

O leitor vai achar que é implicância minha, mas não é! São os fatos inegáveis. Você encontra algo podre, procura por pistas, e encontra, a olho nu e sem auxílio de lupa, as nove impressões digitais nas cenas do crime! 
Vejam essa notícia do Estadão:
Lula Tsipras
A taxa de erro do Molusco é espantosa: 100%! Como uma espécie de Midas às avessas, tudo que ele toca, em vez de virar ouro, vira lixo. É o toque de Mierdas. O grego foi escutar seus conselhos, deu nisso. Agora aguenta…

terça-feira, 7 de julho de 2015

É golpe Lula?


O pardieiro do PT do Lula e da Dilma desaba por conta das continuadas delações premiadas dos empreiteiros presos. Vem mais! Muito mais! Vem ai o "ESCANDALÃO" do BNDES, o mais escabroso e gigante de todos!!! Na sequência o "ELETROLÃO", PREVI, POSTALIS, entre outros.
Lula não tem mais nenhuma condição de permanecer solto.
Não tem FORO PRIVILEGIADO e a JUSTIÇA é "ERGA HOMINIS".
O que mais falta para engaiolar esse abutre???
CORAGEM???
*Via Alarico Trombeta

Obra que Dilma quer realizar com a China, é inviável.


segunda-feira, 6 de julho de 2015

Governo perdulário: Só de Cargos de Confiança e Comissionados tem o efetivo do EB na ativa.


A insustentável máquina do governo

Os 39 ministérios de Dilma custam mais de R$ 400 bilhões por ano e empregam 113 mil apadrinhados. Só os salários consomem R$ 214 bilhões - quase quatro vezes o ajuste fiscal que a presidente quer fazer às custas da sociedade.

Diante da necessidade imperativa de disciplinar as desordenadas contas públicas, legadas da farra fiscal praticada no mandato anterior, a presidente Dilma Rousseff impôs ao País um aperto de cintos. Anunciou como meta de sua segunda gestão um ajuste fiscal capaz de gerar uma folga de R$ 66 bilhões no Orçamento até o fim do ano. O necessário ajuste seria digno de louvor se as medidas anunciadas até agora pela presidente não tivessem exigido sacrifícios apenas de um lado dessa equação: o dos cidadãos brasileiros. Mais uma vez, a conta da irresponsabilidade fiscal de gestões anteriores sobra para o contribuinte. Ao mesmo tempo em que aumenta impostos, encarece o custo de vida da população, ameaça suspender a desoneração de empresas e retira dos trabalhadores direitos previdenciários e trabalhistas, Dilma Rousseff segue no comando de uma bilionária máquina pública aparelhada, inchada e – o mais importante – ineficiente.


Na semana passada, pressionada por líderes no Congresso, especialmente do PMDB, a presidente sacou mais uma de suas promessas. “A ordem é gastar menos com Brasília e mais com o Brasil”, disse. A despeito do efeito publicitário indiscutível da frase, a presidente dá sinais de que seguirá na toada já recorrente de dizer uma coisa em público e praticar outra bem diferente no exercício do poder. O governo, na realidade, sempre resistiu em cortar na própria carne. Por isso, permanece desde 2010 com uma colossal estrutura administrativa composta por 39 ministérios, a maioria deles criados para acomodar apadrinhados políticos, cujos custos de manutenção – o chamado custeio – consomem por ano R$ 424 bilhões. Desse total, o gasto com pessoal atinge a inacreditável marca de R$ 214 bilhões, o equivalente a 4,1% do Produto Interno Bruto (PIB) do País. Esse universo de servidores soma quase 900 mil pessoas distribuídas pela Esplanada, sendo 113.869 ocupantes de funções comissionadas e cargos de confiança, as chamadas nomeações políticas baseadas no critério do “quem indica. A credibilidade do governo está no fundo do poço, e é impossível imaginar a sociedade acreditando no ajuste fiscal sem que sejam tomadas medidas radicais para reduzir o tamanho dessa monumental máquina. Sem cortar na própria carne, o governo do PT não tem autoridade para pedir sacrifícios ou falar em ajuste fiscal”, afirmou o senador Álvaro Dias (PSDB-PR).



Não bastassem os 39 ministérios com seus milhares de cargos de indicação política, o que se vê hoje na Esplanada em Brasília é o claro desperdício do dinheiro público, facilmente ilustrado pelo excesso de regalias e benesses à disposição dos ocupantes do poder. A principal função do ministério da Pesca, por exemplo, é distribuir o seguro-defeso – espécie de seguro-desemprego pago a pescadores. A pouca expressividade da pasta não limita as vantagens e os benefícios de quem garantiu um cargo executivo no órgão provavelmente chancelado por algum partido aliado de Dilma. 



Segundo apurou ISTOÉ, há carros de luxo com motoristas disponíveis aos sete integrantes da cúpula do ministério para deslocamento em Brasília. O custo estimado com a regalia é de R$ 1,5 milhão por mês. Embora o ministério esteja constantemente ameaçado de extinção, a pasta vem se mantendo com estrutura que chama a atenção. São mil servidores em exercício, sendo 440 indicados políticos.



O benefício de ter carros e motoristas à disposição não é uma exclusividade do ministério da Pesca. Segundo gestores públicos ouvidos por ISTOÉ que já atuaram em diferentes órgãos do governo petista, pelo menos 28 das 39 pastas permitem a benesse para quem está até cinco níveis da hierarquia abaixo do ministro. Isso sem contar os celulares, os cartões corporativos e uma dezena de assessores cujas funções frequentemente coincidem. No ministério do Turismo, que tem uma estrutura mais enxuta e apenas 268 cargos de confiança, o que causa espécie é a quantidade de garçons e copeiras disponíveis para atender a cúpula da pasta. Segundo um dos servidores, há 16 funcionários para servir água e cafezinho aos executivos do ministério.



No ministério do Turismo, 16 garçons e copeiras foram contratados para servir os executivos do órgão.
Embora prometa cortar despesas, Dilma e sua equipe econômica não querem ouvir falar em redução de pessoal, que consome muito mais do que os principais programas sociais do governo. O Bolsa Família, por exemplo, receberá R$ 27 bilhões – o correspondente a 12% do que o País gasta com servidores federais. Já a Saúde, considerada área prioritária para os brasileiros em todas as pesquisas realizadas, terá investimentos de R$ 109 bilhões neste ano. Custará, portanto, metade do gasto do governo com o funcionalismo. Atualmente, o ministério da Educação é a pasta com maior número de funcionários da Esplanada e serve para mostrar que o tamanho da máquina está longe de ser sinônimo de eficiência. No órgão, há mais de 44 mil cargos de confiança, além dos 285 mil efetivos. Nos últimos anos do governo Dilma, foram criadas 50 mil novas vagas. Em 2015, se a presidente preservar os recursos previstos para a pasta, serão R$ 101 bilhões destinados a cumprir a promessa utópica de campanha de transformar o Brasil em uma “pátria educadora”. Mas até aqui as demonstrações de gestão dadas pelo MEC são da mais completa ineficiência. Um exemplo é o programa de financiamento estudantil, o FIES. O governo flexibilizou as regras relacionadas aos fiadores dos estudantes e reduziu as taxas de juros. Mas falhou no controle dos preços das mensalidades e forçou a ampliação do programa sem analisar os reflexos financeiros. Um exemplo típico de má gestão em um órgão aparelhado por servidores.



FARRA DOS CARROS OFICIAIS



Não é rara a utilização dos veículos oficiais pelos ministros fora do horário do expediente
A Presidência da República figura em segundo lugar no ranking do número de servidores: emprega 6.969 pessoas. Os cargos vêm acompanhados das benesses, o que significam mais e mais gastos com o dinheiro do contribuinte. Em outubro do ano passado, para atender aos seus servidores, a Presidência comprou 130 taças de cristal por R$ 4,5 mil. No apagar das luzes de 2014, além de eletrodomésticos, toalhas de banho e de rosto, o Planalto adquiriu aparelhos de malhação e até roupões de banho. Ao todo, a conta saiu por R$ 262,8 mil. O conjunto de banho completo custou R$ 7,8 mil. Já a aquisição de 20 frigobares, 100 bebedouros e 30 fragmentadoras de papel custou ao órgão R$ 155,7 mil. A Presidência justificou a compra por eventuais atendimentos em cerimônias oficiais. Outros R$ 99,3 mil foram gastos pela Presidência na reposição de aparelhos de ginástica. Na lista, figuram um crossover angular, um banco extensor e outro flexor, um apolete, um crucifixo, duas esteiras eletrônicas e um smith machine (plataforma para a realização de vários exercícios). Segundo o órgão, a aquisição dos equipamentos ocorreu em função da necessidade de manutenção ou melhoria do treinamento de força e do condicionamento físico do pessoal da segurança e para melhoria da qualidade de vida dos servidores.



UNIDOS PELA REFORMA ADMINISTRATIVA



Os presidentes da Câmara e Senado, Eduardo Cunha e Renan Calheiros, propõem a redução dos ministérios.
A criação desenfreada de ministérios é obra recente da democracia do País e se acentuou na era petista no poder. O ex-presidente Getúlio Vargas (1951-54) contava com apenas 11 pastas de primeiro escalão. Juscelino Kubitschek (1956-61, 13. O governo Fernando Henrique Cardoso terminou seu mandato (1994-2002) com 24 órgãos. Lula (2003-2010), para abrigar a aliança que o elegeu, criou mais 11, chegando a 35 – um recorde até então. Dilma o superou: subiu para 39. O cenário de distribuição de poder em Brasília é uma anomalia especialmente se comparado a outros países, como França, Portugal, Espanha e Suécia, que possuem uma média de 15 ministérios. 



Para se ter uma ideia do despropósito do aparelhamento, quem hoje discute corte de ministérios como ocorre atualmente no Brasil é o pobre Moçambique, que possui 28 pastas e está sendo pressionado a reduzir a própria estrutura por países que o apóiam financeiramente. “Essa forma de gestão caminha na contramão da história e de tudo aquilo que seria o ideal para a administração pública, não só no Brasil, mas em qualquer País. A criação desses ministérios é uma forma de abrigar a base aliada do governo e acelera ainda mais as distorções dentro da máquina pública”, afirma José Matias-Pereira, professor de administração pública da Universidade de Brasília (UnB).



A necessidade de enxugamento da máquina administrativa ganhou eco durante a última campanha presidencial. O então candidato à presidência Aécio Neves (PSDB) propôs a fusão de ministérios, de modo a reduzir drasticamente os gastos e a estrutura governamental. Nos últimos dias, foi a vez de o PMDB encampar a bandeira da reforma administrativa. Como se não ocupasse fatia considerável da Esplanada e não exigisse a nomeação de um sem-número de afilhados políticos como condição ao apoio ao governo – a qualquer governo, diga-se – caciques peemedebistas, caso do presidente da Câmara, Eduardo Cunha, querem limitar a 20 o número de ministérios. Um projeto de sua própria autoria já está em tramitação na Casa. 



Na semana passada, depois de discursar para empresários, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), engrossou o coro. Afirmou, em tom de ironia, que o momento exigia o lançamento pelo governo do ​"​P​rograma Menos Ministérios"​, numa brincadeira com o programa Mais Médicos. 



Renan promete apoiar a proposta de Cunha. “Isso vai gerar menos cargos comissionados, menos desperdício e menos aparelhamento. Devemos aproveitar a oportunidade”, disse ele. 



Pressionada pelo Congresso e pelos protestos nas ruas, Dilma pode ser forçada a repensar a estrutura da portentosa burocracia que ajudou a criar. 



No final da última semana, informações oriundas do Planalto deram conta de que um estudo teria sido encomendado à Casa Civil visando à redução no número de pastas. Resta saber se a presidente ficará mais uma vez na retórica ou atenderá ao clamor público.


​" ACORDA BRASIL"

*​Fonte: - Jornalista ​Izabelle Torres (izabelle@istoe.com.br)

A decadência da “educação” pública brasileira em uma imagem (e algumas palavras)...

A UFRJ tem um novo reitor: Roberto Leher. Já comentei aqui sobre uma entrevista que o professor deu, falando sobre “democratização” da universidade, sendo que, se ele realmente levasse a sério tal bandeira, deveria renunciar antes de assumir e colocar em seu lugar um mulato analfabeto, para retratar melhor a média nacional. Quando Leher foi assumir o cargo, uma imagem capturou toda a decadência de nossa “educação” pública, essa que tem em Paulo Freire seu “patrono” e que os “progressistas” insistem ser a solução para tudo, uma verdadeira panaceia, capaz até de salvar monstros que estupram e matam na maior frieza. Eis a imagem:
O branco da elite que quer ver mais negros da periferia na universidade, independentemente das notas e do mérito, veste literalmente o boné do MST, grupo de invasores criminosos que sonham com uma revolução comunista no país. Uma imagem nunca retratou tão bem toda a decadência de um sistema, completamente tomado pelos filhotes de Marx em cruzamento tupiniquim com Paulo Freire. Deu nisso: um reitor que defende bandidos comunistas, com o perdão pelo pleonasmo.
É esse o país que recebe outro invasor criminoso, que além de tudo escreve mal pra dedéu, na Flip. Falo de Guilherme Boulos, líder do MTST, o braço urbano do MST, que já estaria preso em qualquer país civilizado do mundo por seus crimes. No Brasil, ganha uma coluna no jornal de maior circulação do país e é convidado para falar sobre “literatura” em Parati. Novamente: o retrato de nossa decadência em poucos atos.
Roberto Leher foi orientador de uma tese de doutorado na UFRJ que, uma vez mais, expõe a lamentável situação de nossa “educação”pública. Doutor que usa intensa verborragia para justificar os crimes do MST: eis o motivo pelo qual tanta gente decente foge da academia hoje. Falo de uma tese com o título pomposo “Por uma pedagogia da luta e da resistência: a educação como estratégia política no MST”, de Luiz Américo Araújo Vargas. Eis o palavrório todo usado pelo sujeito para defender o indefensável em seu resumo:
Roberto Leher. Fonte: GLOBO
A presente tese examina os processos educacionais e formativos presentes nas lutas do MST no Brasil, identifica seus referenciais político-pedagógicos e metodológicos, objetivando analisar as perspectivas epistemológica, epistêmica, educacional e política praticadas nessas lutas e práticas educativas. A tese pretende contribuir com a produção de conhecimentos sistemáticos que possibilitem compreender as mediações educativas subjacentes às práticas políticas do movimento, examinando seus nexos com a superação das relações sociais capitalistas. Examina a hipótese de que esse sistema de produção e as relações sociais que o movem provocaram e continuam provocando o que Foster (2005) denominou, a partir de Marx, de falhas no metabolismo entre sociedade e natureza fundadas na contradição fundamental entre capital e trabalho. As especificidades do desenvolvimento capitalista dependente (FERNANDES, F, 1972,1975) no Brasil, ainda que reconfiguradas pela divisão internacional do trabalho sob a finança mundializada (CHESNAIS, 2005), tendem a intensificar agudamente estas falhas em virtude dos fundamentos do capitalismo dependente, a saber: a superexploração, a superexpropriação e a heteronomia. A tese tem como referencia metodológica o materialismo histórico dialético, apoiando-nos, sobretudo, em textos de Miriam L. Cardoso (1971, 1990), Ernest Mandel (1977) e J. P. Netto (s/d). 
Holy shit! Quanta baboseira! Alguém precisa avisar a essa gente que o marxismo já morreu, ou por outra: só sobrevive em ambientes insalubres onde a estupidez campeia e os néscios pululam. Uma tese de doutorado sobre isso?! Não tenho dúvida de que o novo reitor, então orientador da estrovenga, deve ter dado nota máxima ao doutorando dialético. É muita parceria entre os camaradas mesmo. Um companheiro ajuda o outro, uma mão lava a outra, e o Brasil segue rumo ao abismo, cheio de doutores e mestres especialistas na seita marxista, prontos para defender, com pompa e linguagem rebuscada, além de muitas citações, criminosos comuns.
O Brasil cansa…
PS: Estaria profundamente envergonhado e indignado se tivesse meu diploma pela UFRJ. Ainda bem que o meu é pela PUC-Rio, e o MBA pelo Ibmec…

Ah, esses rapazes de hoje!!!

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Brasil, "potência mundial", dito por Obama para Dilma.

Quem disse que a viagem da Dilma aos Estados Unidos não teve nenhuma repercussão interessante? Serviu pelo menos para estimular protestos anti-PT e, sobretudo, para gerar piadas.

Depois que o Jô Soares foi para o volume morto, sobrou apenas o programa do Danilo Gentili que detona o pensamento politicamente correto e parte pra cima.
Gentili é uma bênção neste mundo sem glamour e sem humor em que tudo é proibido, menos as iniquidades mais nefastas e as idiotices variadas. Vive-se neste século XXI sob domínio absoluto do kitsch.
*Via http://aluizioamorim.blogspot.com.br/2015/07/obama-gatona-e-gordona-danilo-gentili.html

Ricardo Pessoa entregou R$ 2,4 milhões em dinheiro vivo na mão do Lula.


Ricardo Pessoa contou aos investigadores ter se encontrado sete vezes com Lula e ter entregue R$ 2,4 milhões em dinheiro vivo para a campanha do petista em 2006.
Ainda tentou livrar a barra do amigão.
Segundo o Jornal Nacional, o empreteiro disse não saber se Lula tinha conhecimento que o dinheiro era ilegal.
Lula nunca tem conhecimento de nada.
É o “volume morto” que nunca sabe do dinheiro vivo.

"Atocha" nos brasileiro Dilma!

Dilma Rousseff não comete gafes.
Dilma é uma gafe, que, às vezes, comete frases gramaticalmente corretas, se tiver uma colinha.
Na apresentação oficial da tocha olímpica da “Copa” de 2016 na sexta-feira, em Brasília, ela estava em seu estado natural.
“Cada vez menos”, a petista está “cada vez mais” assim, para que os brasileiros se “sentam” – se “sintam!” – participantes – “partícipes!” – desse processo de mandiocrização do país.
Enquanto a inflação e o desemprego disparam, Dilma confirma que a tocha vai ser sentida no Brasil, de norte a sul e de leste a oeste.
Como dizia meu querido Flavio Morgenstern (embora eu me ‘inclua fora dessa’):
“Seria cômico se não fosse no nosso rabo.”

domingo, 5 de julho de 2015

As provas que Ricardo Pessoa entregou à Justiça.

VEJA desta semana apresenta os documentos e planilhas em que o empreiteiro Ricardo Pessoa registrava as transações do petrolão – entre elas o dinheiro entregue à campanha de Dilma.
Por: Robson Bonin - VEJA

O petista Edinho Silva: achaque muito educado, segundo o empreiteiro Ricardo Pessoa. (Ueslei Marcelino/Reuters)
O engenheiro Ricardo Pessoa, dono da construtora UTC, é famoso por sua grande capacidade de organização - característica imprescindível para alguém que exercia uma função vital no chamado "clube do bilhão". Ele foi apontado pelos investigadores como o chefe do grupo que durante a última década operou o maior esquema de desvio de dinheiro público da história do país. O empreiteiro entregou à Justiça dezenas de planilhas com movimentações financeiras, manuscritos de reuniões e agendas que fazem do seu acordo de delação um dos mais contundentes e importantes da Operação Lava-Jato. O material constitui um verdadeiro inventário da corrupção. Em uma série de depoimentos aos investigadores do Ministério Público, Pessoa detalhou o que fez, viu e ouviu como personagem central do escândalo da Petrobras. Na sequência, apresentou os documentos que, segundo ele, provam tudo o que disse.

Manoel de Araújo: um “funcionário da Presidência” em busca de “doações”(VEJA/VEJA)
VEJA teve acesso ao arquivo do empreiteiro. Um dos alvos é a campanha de Dilma de 2014 e seu tesoureiro, Edinho Silva, o atual ministro da Comunicação Social. Segundo o delator, ele doou 7,5 milhões de reais à campanha depois de ser convencido por Edinho Silva. "O senhor tem obras no governo e na Petrobras, então o senhor tem que contribuir. O senhor quer continuar tendo?", disse o tesoureiro em uma reunião. O empreiteiro contou que não interpretou como ameaça, mas como uma "persuasão bastante elegante". Na dúvida, "para evitar entraves" nos seus negócios com a Petrobras, decidiu colaborar para que o "sistema vigente" continuasse funcionando - um achaque educado. Mas há outro complicador para Edinho: quem apareceu em nome dele para fechar os detalhes da "doação", segundo Pessoa, foi Manoel de Araujo Sobrinho, o atual chefe de gabinete do ministro. Em plena atividade eleitoral, Manoel se apresentava aos empresários como funcionário da Presidência da República. Era outro recado elegante para que o alvo da "persuasão" soubesse com quem realmente estava falando.


O documento em que Ricardo Pessoa registrou a 'doação legal' à campanha de Dilma e os nomes do tesoureiro Edinho Silva e seu braço-direito Manoel de Araujo.
(VEJA.com/VEJA)