sábado, 19 de julho de 2014

Um governador que não governa?

A indagação acima pode parecer até uma ofensa, mas não é. Trata-se de uma frase baseada em um fato ocorrido em Maceió, Estado de Alagoas, quando da ocasião de uma reunião entre representantes dos Fiscais de Tributos estaduais ( ainda popularmente conhecidos como “Fiscais de Rendas”) e o Governador do Estado Teotonio Vilela Filho.
Na reunião os Fiscais propunham um acordo para que fosse implantados, na folha salarial, seus direitos trabalhistas negados pelo Chefe do Executivo Estadual, mas conquistados Classe Fiscal na Justiça ( inclusive no STF), que autoriza e determina a implantação dos direitos, mas o Governador  ainda se nega a cumprir.
Sem razão e sem argumentos, o pífio Gestor Público, por voto equivocado levado à condição de Chefe do Executivo Estadual, afirmou:
“Meu Governo acabou. Aguardem o novo Governador!”
Decepcionados, mais uma vez, com o Governante, os Funcionários Públicos saíram sem dar uma só palavra, com o semblante de quem se viu diante de uma nulidade.
Como não participei da reunião, indaguei do resultado de um colega Fiscal, também aposentado, que esteve presente ao ato e ele, prontamente, me respondeu:
“Este Governador disse que o Governo dele acabou e que não resolveria nada! Porquê esse bosta não entrega logo o Governo a quem tem vontade de trabalhar e obedecer à Lei?”
Também decepcionado, acenei para o colega confirmando que ele estava com a razão. Não sem antes lembra-lo que a maioria da Equipe de Comando da SEFAZ é ocupada por Funcionários Fiscais que, durante os últimos 8 anos, nada contribuíram para que fossem obedecidas às Leis e a Jurisprudência que dá suporte aos nossos direitos.
Ele me responde:
“ Também são uns bostas. Iguais a esse “Governador que não governa”!”
E o Jornal “Extra Alagoas” desta semana, coincidentemente, em uma simples notinha, faz referência ao episódio, dando enfoque a astronômica dívida ainda existente no encargo, 
“restos à pagar”, do Estado de Alagoas.

Aécio em empate técnico com Dilma.

A pesquisa Datafolha encomendada pela Folha e pela Globo é muito ruim para a presidente Dilma Rousseff, do PT, candidata à reeleição.  

Se a disputa fosse hoje, ela teria 36% das intenções de voto no primeiro turno. O tucano Aécio Neves aparece com 20%, e o peessebista Eduardo Campos, com 8%. Há 15 dias, o instituto conferia 38% à petista. Aécio tinha os mesmos 20%, e Campos, 9%. 


Mas o que há de tão ruim nisso? A péssima notícia para a presidente não está no primeiro turno, mas no segundo. No levantamento de agora, ela aparece com 44%, e Aécio, com 40%. Como a margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos, há uma situação de empate técnico. Em fevereiro deste ano, há cinco meses, a distância era de 27 pontos: 54% a 27%. Há duas semanas, de 7 (todos os gráficos que aparecem foram publicados pela Folha Online



Também a distância que separa a petista do peessebista caiu drasticamente. Contra o ex-governador de Pernambuco, ela teria hoje 45% contra 38%, só sete pontos a mais. Em fevereiro, a distância era de 32 pontos: 23% a 55%. Há duas semanas, era de 35% a 48% — 13 pontos viraram sete. É feia a coisa. E pode piorar: a rejeição a Dilma também cresceu 3 pontos em relação ao começo do mês: de 32% para 35%. Em seguida, vem Pastor Everaldo, com 18%, seguido por Aécio, com 17% e por Campos, com 12%. 


Observem: como é que um candidato com 8% das intenções de voto, ainda desconhecido por muita gente, como Campos, consegue 38% quando confrontado com Dilma, no mano a mano? Para quem está empatado com a presidente no segundo turno, Aécio mantém um índice ainda modesto no primeiro. Também ele é bem menos conhecido do que ela. O conjunto dos dados parece indicar que cresce a massa de eleitores que não quer mesmo saber de Dilma. 





Avaliação do governo

A reprovação ao governo e a aprovação empataram, uma situação sempre temida pelos candidatos à reeleição: hoje, acham seu governo ótimo ou bom 32% dos entrevistados — há duas semanas, eram 35%.
Consideram-no ruim ou péssimo, 29% (26 na pesquisa anterior). 
E os mesmos 28% o avaliam como regular.
Dilma, definitivamente, não tem por que se alegrar. 

*Por Reinaldo Azevedo

Parlamentares custarão R$ 228 milhões no “recesso branco”.


Os eleitores brasileiros, babacas como sempre, assumirão o valor que será repassado a congressistas no período em que estarão em campanha.
Essa bolada, tirada dos nossos impostos,  daria para sustentar 1 milhão de pessoas com o Bolsa Família por um ano. 
Eles só vão trabalhar em quatro dos próximos 79 dias.
Vida boa, dinheiro à rodo e impunidade: Tudo que a maioria dos políticos brasileiros, quer.

Porque hoje é Sábado, uma bela mulher.

A bela atriz, Fernanda Takai

sexta-feira, 18 de julho de 2014

O "esquema" e a farsa dos comunistas!

Polícia Federal descobre grande quantidade de diplomas falsos entre médicos cubanos do "Mais Médicos"
NUNCA cursaram medicina! Polícia Federal descobre esquema de FRAUDES no Mais Médicos.Existem "médicos" inscritos no programa que nunca sequer cursaram medicina!
A Polícia Federal deflagrou na manhã de hoje (18) operação contra um esquema de fraude na emissão de diplomas falsos de medicina que eram revalidados para o exercício da profissão no Brasil e participação noprograma Mais Médicos.
Durante a Operação Esculápio – em referência ao deus da medicina e da cura na mitologia greco-romana, foram expedidos 41 mandados de busca e apreensão pela 7ª Vara Criminal da Justiça Federal no Mato Grosso. Os mandados estão sendo cumprindo em 14 estados – Mato Grosso, Acre, Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Paraná, Paraíba, Pernambuco, Roraima, Rio Grande do Sul e São Paulo.
De acordo com a PF, as investigações tiveram início depois que a Universidade Federal do Mato Grosso entrou em contato com universidades bolivianas (Universidad Nacional Ecológica, Universidad Técnico Privada Cosmos e Universidad Mayor de San Simon), que confirmaram que entre os inscritos no programa de revalidação, 41 nunca foram alunos ou não concluíram a graduação nessas instituições. 
Na análise dos documentos, a Polícia Federal constatou que desses 41 inscritos, 29 foram representados por advogados ou despachantes que fizeram a inscrição dos supostos médicos no Programa Revalida. Ainda de acordo com a PF, os acusados vão ser intimados a prestar esclarecimentos e poderão ser responsabilizados pelos crimes de uso de documento falso e falsidade ideológica. 
Perguntado sobre a operação, após participar do programa Bom Dia, Ministro, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, disse não ter conhecimento da operação, mas considerou positiva qualquer atitude para coibir fraudes. "Uma ação como essa é muito bem-vinda", frisou. 
"Quando o ministério recebe a documentação do Mais Médicos, ele repassa a lista para a Polícia Federal para que ela faça algum tipo de checagem e não só da documentação, mas dos antecedentes das pessoas que procuram se inscrever. Essa checagem feita pela Polícia Federal e também uma operação como essa podem contribuir fortemente para que não exista qualquer tipo de fraude ou tentativa de inscrição no programa de profissionais que não seja médicos. Estamos sendo muito rigorosos", acrescentou o ministro.

Ivan Richard
Denise Griesinger
Agência Brasil

Via: Folha Política

A Copa e o uso político.

Realmente a Copa foi um sucesso no que dependeu do povo, cordial e alegre, que encantou os gringos, e do pessoal da área de segurança, que, como cães de guarda, fazem sempre o que mandam seus donos sem examinar se é certo ou errado. Mas os grandes  e seríssimos questionamentos que milhões de brasileiros fizeram nas ruas, sob a forma de veementes protestos, continuam sem resposta (mesmo porque não há resposta possível):
1 – O superfaturamento em todas as obras. Estima-se o roubo e os gastos desnecessários em mais de 35 bi !!!!! ...
2 – O porque de não ter faltado dinheiro para a construção de suntuosas arenas, Padrão FIFA (também, por quê arena e não Estádio ? Arena vem do latim areia e caracterizava o piso do Coliseu), empreiteiros e os políticos corruptos (desculpe o pleonasmo) comemorando os generosos repasses de dinheiro públicos, enquanto a saúde, a educação, a mobilidade urbana e as deficiências que fazem deste país, sempre uma sempre BELÍNDIA, clamavam por atenção do setor público ?
3 - Por último, mas não menos importante: o DVTC nos estádios, a ausência e o silêncio de lularápio, o responsável, junto com a quadrilha que levou a Genebra em 2007, por essa versão moderna do circensessem o panis ...
* Por Fernando Batalha, por e-mail, via Grupo Resistência Democrática.

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Efeitos copa na candidatura da Dilma.


Clique na gravura para ampliá-la
SE A DERROTA HISTÓRICA DA SELEÇÃO BRASILEIRA PARA A ALEMANHA já fazia os analistas apostarem na queda da presidente DILMA nas pesquisas eleitorais, o ambiente pode ficar ainda pior para o atual governo após a tensão que se instalou com a CBF (Confederação Brasileira de Futebol) por causa do vexame.

Segundo informações apuradas pela ESPN, por causa de diversas discussões ocorridas entre dirigentes e políticos, a partir do próximo mês a CBF deve intensificar uma campanha pró-Aécio Neves para as eleições. Tudo começou com a declaração do Ministro do Esportes, Aldo Rebelo, que sugeriu que o governo poderia intervir no futebol para iniciar uma reestruturação.
Por causa dessa declaração, o chefe da delegação brasileira, Vilson Ribeiro de Andrade, rebateu o político e classificou como oportunista essas possíveis mudanças e intervenções que Rebelo sugeriu. Em entrevista para o ESPN.com.br, Andrade disse que as falas do ministro vieram em um momento inadequado.
"É o tipo de solução que não resolve nada. Gostaria de perguntar apenas o que este governo do PT fez pelo esporte amador. Quantas medalhas ganhamos na última Olimpíadas? Geralmente, onde o estado põe a mão, 99,9% não dá certo, o retorno é ZERO".
Vexame da seleção aumenta tensão e CBF deve fazer campanha pró-Aécio nas eleições - InfoMoney.

terça-feira, 15 de julho de 2014

Os comunistas fazem as pazes...

Barraco desarmado: Dilma e Franklin se acertam
A presidente Dilma Rousseff e o ex-ministro Franklin Martins se acertaram e afinaram o discurso depois de um entrevero havido após a eliminação do Brasil, nas semifinais da Copa do Mundo. O motivo foi um texto publicado no siteMuda Mais, capitaneado por Franklin, com críticas à Confederação Brasileira de Futebol e ao seu atual presidente, José Maria Marin.
Dilma considerou o ataque desnecessário por dois motivos. O mais importante é o fato de ela e Marin estarem trabalhando juntos para um bom encerramento da Copa do Mundo, neste domingo, no Maracanã, onde ambos estarão presentes na cerimônia de premiação. Além disso, Dilma não pretendia dar munição aos que a consideram intervencionista, como se houvesse a intenção de estatizar a gestão do futebol - o que, aliás, a Fifa proíbe. Na semana passada, justamente por intervir na entidade que comanda o futebol local, a Nigéria e seus clubes foram excluídos de todas as competições internacionais.
Segundo Franklin, não há mais qualquer crise na campanha. 'Não teve estresse algum entre eu e a presidente', disse ele ao jornal Estado de S. Paulo, embora alguns colunistas tenham afirmado que ele cogitou deixar a campanha de Dilma. De todo modo, o Muda Mais publicou ontem um novo texto sobre o tema, bem mais conciliador, e que esclarece a posição de Dilma sobre o tema.
* Ana Lima, via facebook

Em nome do Rio Grande do Sul: Governo do PT.

O meu estado foi, na sua tradição de bipolaridade, a incubadora ideal dessa organização criminosa chamada Partido dos Trabalhadores.
Em toda minha vida jamais achei que fosse escrever um texto com esse título. Sempre me senti,em primeiro lugar, brasileiro. Jamais frequentei nenhum tipo de movimento tradicionalista gaúcho e quero dizer, logo no início, que não penso fazer parte de uma elite entre os demais cidadãos do país. 
Nasci e cresci no Rio Grande e tenho Porto Alegre como a cidade do meu coração. É aqui que vivo e aqui que quero morrer, aqui me formei em medicina, me casei e tive meus filhos, servi à Força Aérea e me tornei funcionário público. Hoje chegou a minha vez de escrever um pouco sobre esse protagonismo do Sul na política nacional. É com essa sensação desagradável de quem não quer ser porta-voz de coisa alguma, mas não sabe como evitar o clichê, que inicio esse pequeno artigo.
Para minha vergonha, e para de todos os gaúchos que considero pessoas de bem, a chegada do PT ao governo federal em 2003 colocou uma série de conterrâneos nossos em evidência. 
Ministras histéricas que têm mais respeito por bandidos do que por policiais, poetas do sêmen derramado, governadores que recebem as FARC com honras de chefe de Estado, colunistas de jornais de circulação nacional que gastariam muito melhor seu tempo tentando tocar saxofone, enfim... são vários os gaúchos despontando no cenário nacional e tomando decisões que vêm levando o Brasil a um caminho sem saída.
Governado por uma ex-guerrilheira nascida em Minas Gerais, o Brasil teve no Rio Grande do Sul o início da carreira política da atual presidente.
Não me declaro admirador de Getúlio Vargas, Leonel Brizola ou Pedro Simon. Jamais defenderia João Goulart ou qualquer outro governante gaúcho que tenha surgido na cena brasileira, mas não vou deixar de dizer, sem meias palavras – nós nunca estivemos tão mal representados!
Despencou o nível dos nossos homens públicos e calaram-se os nossos pensadores. Os chamados "intelectuais" do Rio Grande do Sul celebram em coro dentro das universidades a apologia do aquecimento global, do casamento gay, das cotas raciais e da liberação da maconha. 
No estado que tem fama de ser o mais "machista" do Brasil os "gayuchos de bombichas" e a marcha das vadias são recebidos como heróis. Se esses são os nossos valores, se essa é a nossa virilidade, que vergonha ser gaúcho!
O Rio Grande tem na sua história uma tradição de luta e de oposição que chegaram inclusive ao conflito armado no século XIX mas hoje, independente do alinhamento com o governo federal, duvido que exista um estado mais acovardado em toda nação brasileira. Isto aconteceu porque uma aberração política nascida em São Paulo foi amamentada com carinho e com leite do rebanho do Sul. 
O meu estado foi, na sua tradição de bipolaridade, a incubadora ideal dessa organização criminosa chamada Partido dos Trabalhadores. Aqui ela teve espaço para se expressar nas formas mais radicais possíveis e para fazer o chamado "ajuste de tiro", procedimento conhecido daqueles que, atuando na artilharia, precisam conhecer bem a posição e as capacidades do inimigo. Longe do centro do país, conhecido pela sua história belicosa, e culturalmente distante do resto Brasil, nós organizamos o Foro Social Mundial, recebemos terroristas do resto da América Latina, implantamos políticas radicais de controle social e adestramos uma imprensa medíocre num plano que, uma vez executado no Rio de Janeiro ou São Paulo, impediria que a serpente chocasse seu ovo em paz e o MST se sentisse "em casa".
De tudo isso sobra uma lição a ser deixada para o resto dessa nação continental – não esqueçam mais do nosso Rio Grande, não lembrem desse estado só na hora do churrasco e do Grenal, das suas mulheres bonitas e da sua geografia, às vezes, europeia. Daqui sai também muita coisa perigosa, aqui se escreve muita porcaria e se canta com um orgulho ridículo um tempo de honestidade e coragem que há muito já vai longe.
Tudo isso pode não passar do desabafo de um gaúcho simples e com vergonha daquilo que viu seu estado fazer com a política, mas vem de alguém que pretende, talvez uma única vez, escrever de todo coração - em nome do Rio Grande do Sul.
* Texto por Milton Simon Pires é médico cardiologista.

"Quando todas as armas forem propriedade do governo e dos bandidos, estes decidirão de
quem serão as outras propriedades" (Benjamin Franklin).

Dilma recebe Putin com honras de Estado.

A presidente Dilma Rousseff e o presidente russo, Vladimir Putin


        Antes da Cúpula dos BRICS, a presidente recebeu o seu colega russo, Vladimir Putin, para uma reunião bilateral
A presidente Dilma Rousseff recebeu nesta segunda-feira seu colega russo, Vladimir Putin, para uma reunião bilateral prévia à participação de ambos na VI Cúpula do fórum BRICS, que esses países integram junto com China, Índia e África do Sul.
Ambos socialistas e com comprovada tendência à Gestão Pública em Regime Ditatorial, podem ter abordado "outros assuntos" que envolvem o apoio da Rússia aos objetivos de Dilma e cia, de implantar o socialismo e posteriormente estabelecer uma ditadura de esquerda de viés comunista.

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Maradona diz que Messi não merecia a Bola de Ouro da Copa.

Messi, atuação medíocre na Copa/2014, recebe "prêmio de consolação"
Após Messi ter sido eleito o melhor jogador da Copa, Maradona afirma que seu compatriota só levou a premiação por questões comerciais.
O maior ídolo do futebol argentino, Diego Maradona, afirmou que Lionel Messi não merecia ganhar a Bola de Ouro após suas atuações na Copa do Mundo.
A estrela Barcelona superou nomes como Thomas Muller, Arjen Robben e James Rodriguez, que também se destacaram individualmente nesta competição, após marcar quatro gols em sete apresentações no mundial e guiar sua equipe até a final, mas Maradona sente que seu compatriota recebeu a indicação por razões comerciais.
"Messi? Eu lhe daria o céu, se possível. Mas não é certo quando alguém ganha alguma coisa que ele não deveria ter vencido, apenas por causa de algum plano de marketing."
*Fonte: http://esportes.br.msn.com/copa-2014/

Os BRIC's

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Mirian Leitão procurava, no Globo de domingo, definir o que são os BRICS, cujos presidentes estão aí, reunidos com dona Dilma.
A primeira definição que lembrou é a do embaixador Marcos Azambuja que diz que os BRICS são "uma tribo que só tem caciques". Fez, então, a mesma pergunta para o embaixador Jose Alfredo Graça Lima, nosso representante nos contatos com esse grupo, que não soube responder afirmativamente; preferiu dizer o que os BRICS não são e mencionou uma lista de coisas vagas.
A definição de Azambuja carrega mais significados do que parece à primeira vista. Na verdade é uma síntese perfeita da realidade.
Na sua extensa lista de "nãos" Graça Lima não se lembrou do mais definidor entre eles, que é o que mais aproxima os BRICS uns dos outros: nenhum dos países membros do grupo é uma meritocracia. São todos Estados que se encontram a distâncias variadas da democracia, mas estão todos longe dela.
O que eles têm em comum -- embora em dosagens diferenciadas -- é recusar a abordagem da economia e do comércio exterior exclusivamente por critérios objetivos. Em todos eles o que realmente vale é a vontade dos caciques, que tratam com igual dose de casuismo voluntarista -- ou por razões alegadamente ideológicas ou por outras -- tanto os seus próprios produtores e empreendedores quanto os seus parceiros comerciais.
Uma palavra de Vladimir Putin, Xi Jiping, Jacob Zuma, Dilma Rousseff ou Narenda Modi (o novato do grupo e meio diferentão de seus pares) vale mais do que tudo o que está escrito, seja nos contratos, seja nas leis e até nas constituições vigentes nos seus próprios países.
Isso naturalmente tem um custo pesado para suas economias, que se traduz nos handicaps sociais do costume. Mas, naturalmente os donos dessses poderes ilimitados não admitem essa relação de causa e efeito. Por isso têm de procurar "culpados" por essas doenças crônicas fora de suas fronteiras.
Eis porque, mais do que tratar de facilitar o comércio entre eles, as reuniões dos BRICS concentram-se em atacar os acordos comerciais e, especialmente, as instituições das democracias com que concorrem -- onde, sim, a lei vale mais que a vontade do cacique da hora (porque não os ha perpétuos) -- e os organismos economicos multilaterais atuam segundo regras pre definidas que estão acima da vontade ou das conveniências eleitorais de momento de seus líderes. São eles que têm de se adaptar aos fatos e não os fatos a eles.
A segurança jurídica e regulatória é o único elemento essencial ao desenvolvimento econômico. Se isto estiver garantido, o empreendedor saberá se adaptar a tudo o mais, inclusive às diferenças entre diferentes sistemas estáveis.
Mas a insegurança jurídica e a instabilidade das regras do jogo são mortais.
No dia em que regras economicas estáveis passarem a prevalecer nos BRICS, entretanto, terá sido porque o regime de caciquia de que fala Azambuja, e os sistemas de privilégio alimentados por esse voluntarismo tão caro que sustenta esses caciques no poder, acrescento eu, terão sido removidos para a lata de lixo da História.
Desenvolvimento econômico sustentável e caciquia são coisas que não podem conviver uma com a outra. Quando parece o contrário é porque ha um forte elemento distorsivo -- excesso de mão de obra barata ou de disponibilidade de alguma commodity essencial, como petróleo, minérios ou bens da agricultura -- compensando com vantagens ohandicap da caciquia.

*Publicação by fernaslm - O que são os BRICS? - Em O Vespeiro.

A Alemanha triunfa e Dilma é vaiada, mais uma vez!

Dilma entrega a taça ao capitão alemão, Philipp Lahm (foto: Kamil Krzaczunski/EFE)
Dilma entrega a taça ao capitão alemão, Philipp Lahm (foto: Kamil Krzaczunski/EFE)
Acabou! A melhor seleção da Copa ficou com o título, e essa é, sem dúvida, uma boa notícia para o futebol. A Alemanha mereceu! À diferença do que previram aquelas pessoas com quem Gilberto Carvalho andou dialogando à socapa, “teve Copa”, sim, e o evento, em si, foi um sucesso. A infraestrutura necessária para o evento funcionou. O que os brasileiros, como povo, lucraram com isso? Nada! E, pra começo de conversa, vamos parar com essa cascata de sair dizendo por aí que os brasileiros surpreenderam ao receber bem os estrangeiros. Por quê? Quando foi que o nosso povo tratou mal os turistas? Tenham paciência! O vexame da equipe em campo só não foi maior do que o do governo petista, que tentou usar o torneio para se promover e para demonizar a oposição e os críticos do oficialismo. Deu-se mal! Dilma Rousseff teve de contar com a boa vontade da Fifa, que a manteve no ar o mínimo possível. Nas raras vezes em que a presidente apareceu no telão, o estádio explodiu numa vaia inequívoca. Cadê os bocas de bagre do puxa-saquismo oficial para acusar a “elite branca carioca”?
Dilma foi hostilizada cinco vezes, com mais intensidade quando entregou a taça para o capitão alemão, Philipp Lahm. Os apupos cederam, então, àquele xingamento que já se tornou um clássico: “Ei, Dilma, vai tomate cru” se fez ouvir com uma intensidade e uma clareza que rivalizou com a da abertura do torneio, no Itaquerão. O jornalismo a soldo, cuja pança é alimentada pelas estatais, inventou a tese de que tudo era coisa da “elite branca de São Paulo”. A quem culpar desta vez?
Nunca antes na história destepaiz um tiro saiu tão espetacularmente pela culatra. E não pensem que Dilma foi vaiada porque o Brasil levou aquele nabo de 7 a 1 da Alemanha. Ainda que Thiago Silva estivesse no lugar de Lahm, aposto que a reação do público teria sido a mesma. A população rejeitou a tentativa do Planalto de se apropriar do espetáculo. Quaisquer que tenham sido os sacrifícios para realizar o torneio no Brasil, eles foram feitos pelo povo brasileiro, não pelo oficialismo. Este, ao contrário, reitero, não cumpriu o que prometeu à população.
O Planalto tentou manipular o espetáculo de todas as maneiras. Se dependesse de Franklin Martins, até a derrota teria servido à exploração vigarista. O país ainda vivia seu luto futebolístico quando se plantou na imprensa a informação de que o governo queria intervir na CBF. O site “Muda Mais”, comandado por Franklin, lançou a tese de que a derrota deveria ser jogada nas costas da confederação – que certamente tem suas responsabilidades. Mas pergunto: devemos atribuir as vitórias de 1994, 2002 e a Copa das Confederações, em 2013, à corrupção da CBF? Ou será que ela só serve de argumento quando o time perde? Lugar de corrupto de qualquer área é a cadeia, claro!, mas vamos parar de conversa mole. Ainda voltarei a esse tema, usando a lógica como instrumento.
O PT sonhou usar a Copa do Mundo para esmagar seus adversários. O partido criou até uma lista negra de jornalistas, da qual, gloriosamente, faço parte. Tive a honra de ser o primeiro da lista. Não obstante, quem não consegue sair às ruas é Dilma Rousseff. Quem não pode dar as caras no estádio é Dilma Rousseff. Quem consegue falar apenas a plateias rigidamente controladas pelo Planalto é Dilma Rousseff.
Para o futebol brasileiro, foi um fim melancólico. Para o petismo, foi um desfecho melancólico. Para os oportunistas, foi um epílogo melancólico. O povo brasileiro, ah, meus caros este é, sim, vitorioso. Resistiu à máquina bilionária de propaganda e mandou comer tomate cru os que tentaram sequestrar a sua vontade.  
*Por Reinaldo Azevedo

A lição de Merkel.


Mais uma lição vinda dos dolorosos 7 x 1.

Nunca pensei que pudesse ouvir tais reflexões desse apresentador (na realidade, de seu diretor, através do ponto) e nesse programa, mas até me empolguei com o que ouvi.

O que veio me servir como (mais uma) lição sobre preconceitos. Não digo que vou passar a assistir o programa, mas ele, a direção, e o canal de TV estão de parabéns, pois estão usando suas capacidades de formadores de opinião para dizer umas verdades. E para um público que precisa ouvi-las. 
Tente não dar importância a alguma autopromoção, passe por cima de pequenas discordâncias, esqueça esse ou aquele ponto criticável. Faça uma força e tente ouvir até o final porque vale a pena.
No fundo, não é sobre futebol e é (até certo ponto) suprapartidário.

*Dilermando, via Facebook

domingo, 13 de julho de 2014

Na copa e na política, que vença sempre o melhor!

A copa do mundo de futebol/2014, sediada no Brasil, chegou ao fim, com a vitória da equipe da Alemanha, numa vitória de 1 x 0 sobre a equipe da Argentina.
O jogo teve uma característica indiscutível: Coroou duas equipes que tiveram equilíbrio, raça, força, técnica e, principalmente a tática que o jogo requer.
Foi uma partida onde qualquer um dos oponentes poderia ter vencido. 
Eu odeio a arrogância e a empáfia dos argentinos, mas reconheço, com respeito, que ao contrário e a revelia da sua tresloucada presidente socialista, eles montaram uma seleção decente, que honrou seu povo e seu país.
A vitória teria que acontecer...e aconteceu para o time alemão, disciplinado taticamente e tecnicamente. E quem brilhou no time não foi um membro da "elite branca" mas o afrodescendente JÉRÔME BOATENG.
A equipe argentina valorizou a conquista alemã, lutando e mostrando que possui excelentes atletas e jogadores. Talvez tenha faltado o brilho de Messi que, contundido, ainda não em plena forma física, lutou, mas não brilhou.
A grande lição que tiramos desta copa é a consciência de que a verdade estava com os jornalistas e brasileiros decentes que sempre diziam: "A seleção brasileira é um engodo com conotação política". 
Eles estavam absolutamente certos!
Mas o engodo acabou. O time brasileiro nos envergonhou e atuou mal durante a Copa e foi humilhado por Alemanha e Holanda.
Nós brasileiros, pagamos caro, em dinheiro, para sediar a Copa, e pagaremos muito mais caro moralmente e politicamente se permitirmos a reeleição dos mentirosos, ardilosos, covardes e perdulários que ocupam o poder executivo deste país.
Também não podemos esquecer os que os apoiam no Congresso Nacional e nos Estados deste país. Os partidos que chamados de "base aliada" se tornaram cúmplices o coautores da bandalheira e iniquidade instalada na República.
Não ganhamos a copa do mundo de futebol, mas quem sabe a verdade, a honra e a capacidade de gestão vença a copa das eleições em 5 de Outubro próximo.
Não reelejamos os que apodrecem a República ao praticar ou se omitir diante da corrupção e falta de respeito ao bem público e que hoje ocupam importantes cargos eletivos neste país.
Tenhamos vergonha da seleção brasileira, que foi humilhada pela falta de capacidade, mas, acima de tudo, tenhamos vergonha na cara e elejamos candidatos com compromisso com a democracia e a boa administração dos bens públicos.
Diga não ao socialismo bolivariano, ao comunismo. Proteja a liberdade, paz, união e harmonia da família brasileira.
Que na Copa e na política, vença sempre o melhor, mais capaz, mais sério, mais decente e que engrandeça  a nossa Pátria.

Muda agora Brasil!

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Que os deuses digam amém!