
É o que diz a reportagem da Jornalista Renata Moraes, na Veja desta semana. Desta vez, a reclamação se deve ao fato de que esse tipo de produto não pode ser feito com papel reciclado. Sua produção exige fibras de celulose virgens, o que significa sacrificar toneladas de árvores. O Greenpeace alega que, nos Estados Unidos, boa parte da madeira usada para fabricar os rolos de papel higiênico é tirada das florestas nativas do norte do Canadá, importantes na absorção do dióxido de carbono (CO2), o principal gás do efeito estufa. E o que dizer das árvores plantadas exclusivamente para a produção de papel, em áreas de constante reflorestamento? Também estão na lista negra dos ambientalistas extremados porque, segundo dizem, áreas de monocultura não servem de habitat para variedades grandes de animais.
Enfim, a tese é que, para estar em paz com o planeta, é preciso usar papel higiênico do tipo áspero. É, no bumbum dos outros....
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