sábado, 14 de setembro de 2013

A alegria dos mensaleiros.

Já é tido como "favas contadas" a aceitação dos "embargos infringentes" por Celso de Mello.
Qualquer que seja o jornalista ou político militante em Brasília não diz o contrário. Suas manifestações apontam para um novo julgamento dos mensaleiros.
Será uma nova etapa sem data para ser encerrada. 
Ao contrário do que muitos dizem, este "imbróglio" não acabará tão cedo, e antes que algum desatento perca o "fio da meada" lembrem-se: Quem votou a favor dos embargos, possivelmente votará pela absolvição das principais figuras envolvidas na ação.
Tudo muito bem engendrado. Dizem até que "tudo muito bem acordado". Não sei. Apesar do belo contrato de 2,05 milhões tendo como beneficiário o escritório de Roberto Barroso, não me consta nada em relação aos demais Ministros, senão a amizade fiel e gratidão ao Luiz da Silva, o ex-presidente, e ao "poste" que hoje preside o país.
É lamentável, mas quando tudo parecia que a o Brasil ia melhorar, sobretudo na lição que seria dada pela alta corte, surge um momento em que paira no ar uma sensação de impunidade.
Rogo à Deus, que não perdure tal "status quo".

Se não...o Brasil virou Venezuela!

Presidente do PSDB chama Dilma de mentirosa.

Leiam abaixo a nota oficial do PSDB, assinada por seu presidente, o senador Sérgio Guerra (PE), e que circula pela internet:
“Dilma Rousseff mentiu no passado sobre seu currículo e mente hoje sobre seus adversários. Usa a mentira como método. Aposta na desinformação do povo e abusa da boa fé do cidadão.
Mente sobre o PAC, mente sobre sua função. Não é gerente de um programa de governo e, sim, de uma embalagem publicitária que amarra no mesmo pacote obras municipais, estaduais, federais e privadas. Mente ao somar todos os recursos investidos por todas essas instâncias e apresentá-los como se fossem resultado da ação do governo federal.

Apropria-se do que não é seu e vangloria-se do que não faz.
Dissimulada, Dilma Rousseff assegurou à Dra. Ruth Cardoso que não tinha feito um dossiê sobre ela. Mentira! Um mês antes, em jantar com 30 empresários, informara que fazia, sim, um dossiê contra Ruth Cardoso.

Durante anos, mentiu sobre seu currículo. Apresentava-se como mestre e doutora pela Unicamp. Nunca foi nem uma coisa nem outra.
Além de mentir, Dilma Rousseff omite. Esconde que, em 32 meses, apenas 10% das obras listadas no PAC foram concluídas – a maioria tocada por estados e municípios. Cerca de 62% dessa lista fantasiosa do PAC – 7.715 projetos – ainda não saíram do papel.
Outra característica de Dilma Rousseff é transferir responsabilidades.

A culpa do desempenho medíocre é sempre dos outros: ora o bode expiatório da incompetência gerencial são as exigências ambientais, ora a fiscalização do Tribunal de Contas da União, ora o bagre da Amazônia, ora a perereca do Rio Grande do Sul.
Assume a obra alheia que dá certo e esconde sua autoria no que dá errado.

Dilma Rousseff se escondeu durante 21 horas após o apagão. Quando falou, a ex-ministra de Minas e Energia, chefe do PAC, promovida a gerente do governo, não sabia o que dizer, além de culpar a chuva e de explicar que blecaute não é apagão.

Até hoje, Dilma Rousseff também se recusou a falar sobre o Plano Nacional de Direitos Humanos, com todas barbaridades incluídas nesse Decreto, que compromete a liberdade de imprensa, persegue as religiões, criminaliza quem é contra o aborto e liquida o direito de propriedade. Um programa do qual ela teve a responsabilidade final, na condição de ministra-chefe da Casa Civil.
Está claro, portanto, que mentir, omitir, esconder-se, dissimular e transferir responsabilidades são a base do discurso de Dilma Rousseff. Mas, ao contrário do que ela pensa, o Brasil não é um país de bobos.”

Roberto Barroso e as coincidências no governo petista.

Por Rodrigo Constantino

Quando recebi de um leitor, custei a acreditar. Como circula pela internet e redes sociais muito hoax, é bom sempre tomar cuidado. A primeira fonte foi do Twitter de Ari Kara. 

Eis a imagem:

Clique na imagem para ampliar 

Segue o texto:

EXTRATO DE INEXIGIBILIDADE
DE LICITAÇÃO Nº 103/2013 – UASG 910809

Nº Processo: IN-011-3-0103 . Objeto: Contratação de serviços de
consultoria jurídica na celebração do compromisso arbitral com relação
aos pleitos do CETUC no âmbito do Contrato SUP2.0.5.2000.
CI de Caracterização: CI – PCJ – 396/13, de 29.07.13. Parecer Jurídico:
CI – PCJL – 656/13, de 29 .07.13. Aprovada pela RD -
0400/13, de 06.08.13. Total de Itens Licitados: 00001 . Fundamento
Legal: Art. 25º, Inciso II da Lei nº 8.666 de 21/06/1993. . Justificativa:
Contratação de serviços tecnicos especializados em arbitragem.
Declaração de Inexigibilidade em 29/07/2013 . ANDREI
BRAGA MENDES . Consultor . Ratificação em 06/08/2013 . JOSIAS
MATOS DE ARAUJO . Presidente . Valor Global: R$
2.050.000,00 . CNPJ CONTRATADA : 39.093.331/0001-59 LUIS
ROBERTO BARROSO E ASSOCIADOS- ESCRITORIO DE ADVOCACIA.


Então é isso: o escritório do ministro Luis Roberto Barroso ganhou, sem licitação, mais de R$ 2 milhões em agosto desse ano. Sério? Não acreditei. Fui checar no site do Diário Oficial da União. E está lá! É verdade mesmo. Não tem montagem, photoshop, nada disso!


Não faria acusações levianas, naturalmente. Claro que o escritório renomado e respeitado no mercado pode ter merecido tal montante por seus serviços prestados e tudo mais. Só fica aquela dúvida no ar. 
Puxa vida, coincidências existem. 
Mas que desempenho do “novato” no julgamento dos embargos infringentes, não é mesmo?

Quando o Ministro se limitava à Lei para fazer Justiça.

                                       

Relembrando o voto de Celso de Mello  

Foi de Celso de Mello o voto mais incisivo pela condenação dos mensaleiros, na primeira fase do julgamento. Voto este proferido em outubro passado, do qual destacamos um trecho:

O fato é um só, Senhor Presidente: quem tem o poder e a força do Estado, em suas mãos, não tem o direito de exercer, em seu próprio benefício, a autoridade que lhe é conferida pelas leis da República.

A gravidade da corrupção governamental, inclusive aquela praticada no Parlamento da República, evidencia-se pelas múltiplas consequências que dela decorrem, tanto aquelas que se projetam no plano da criminalidade oficial quanto as que se revelam na esfera civil (afinal, o ato de corrupção traduz um gesto de improbidade administrativa) e, também, no âmbito político-institucional, na medida em que a percepção de vantagens indevidas representa um ilícito constitucional, pois, segundo prescreve o art. 55, § 1º, da Constituição, a percepção de vantagens indevidas revela um ato atentatório ao decoro parlamentar, apto, por si só, a legitimar a perda do mandato legislativo, independentemente de prévia condenação criminal.

A ordem jurídica, Senhor Presidente, não pode permanecer indiferente a condutas de membros do Congresso Nacional - ou de quaisquer outras autoridades da República - que hajam eventualmente incidido em censuráveis desvios éticos e reprováveis transgressões criminosas, no desempenho da elevada função de representação política do Povo brasileiro.

Sabemos todos que o cidadão tem o direito de exigir que o Estado seja dirigido por administradores íntegros, por legisladores probos e por juízes incorruptíveis.

O direito ao governo honesto - nunca é demasiado reconhecê-lo - traduz uma prerrogativa insuprimível da cidadania.

Celso de Mello enfrenta o seu momento decisivo. Será dele o voto de desempate, ao que tudo indica, para virar ou não esta página tenebrosa e escandalosa da História do Brasil. Que a sua alma seja leve e a sua mão seja pesada. Que os mensaleiros, estes ladrões dos cofres públicos, estes canalhas que enlameiam o país, paguem pelos seus crimes. Força, decano! O futuro do Brasil está em suas mãos.

*Enviado por: "gracias ala vida" dgferraz@terra.com.br en_gracias

E morre um petista...

O petista  Luiz Gushiken, que foi Ministro  de Lula e Deputado Federal, morreu nesta sexta-feira no Hospital preferido pelos petistas ricos, o Sirio-Libanês, em São Paulo, aos 63 anos, não resistindo ao câncer de estômago que o consumia há anos.
Dizem as "más línguas" que foi por sua doença que ele teria se safado da acusação de peculato (delito cometido por servidor contra a administração pública).
A acusação surgiu através do depoimento de Henrique Pizzolato, ex-diretor de marketing e Comunicação do Banco do Brasil, que disse ter agido a mando de Gushiken no esquema que teria desviado, entre 2003 e 2004, R$ 73,8 milhões do Fundo de Investimento da Companhia Brasileira de Meios de Pagamento (Visanet), cujo dinheiro teria sido uma  fontes de recursos públicos do chamado "valerioduto", esquema pelo qual eram repassado dinheiro a parlamentares como pagamento pelo apoio político ao governo Lula em votações no Congresso, segundo o STF.
Gushiken, de simples bancário, passou a sindicalista e ao se engajar no lulopetismo tornou-se influente e, dizem, muito rico. Era fiel seguidor de Luiz Inácio e com ele aprendeu até o "não fui eu, nada sei, nada sabia"...Agora vai prestar contas ao criador, se é que ele se arrependeu dos males, ou pecados, que teria praticado.

Estatuto do Desarmamento não contribui para reduzir a violência.

O Estatuto do Desarma­men­to (lei 10.826, de dezembro de 2003) está perto de completar dez anos de vigência. Um dos atos que a “esquerda revolucionária” conseguiu cometer contra a liberdade no Brasil foi a aprovação dessa famigerada lei, que na prática inviabilizou a defesa pessoal do cidadão contra a marginalidade. A promessa de que a lei viria a diminuir a criminalidade, pregada como certeza pelo governo e por boa parte da imprensa (a comprometida ideologicamente ou financeiramente com ele), só merecia crédito por parte de quem nada conhecia de segurança pública.

Hoje, como se avisou à época, temos uma criminalidade maior, e aumentando, e mar­ginais mais confiantes na impossibilidade de defesa do cidadão. O referendo, feito em 2005, mostrou que a população, ma­ciçamente, se insurgia contra a proibição de venda de armas. Nada adian­tou. O go­verno, sem outra justificativa que não a ideologia (uma po­pu­lação armada sempre será uma ameaça para um governo co­munista), na prática inviabilizou a comercialização de ar­mas de defesa, im­pondo custos elevadíssimos para as permissões e criando entraves burocráticos absurdos para as compras.

Mas há ainda o pior: vendo que o brasileiro, na necessidade de se defender de uma marginalidade crescente, e vista com beneplácito pelo poder público, enfrentava as dificuldades e mesmo assim desejava adquirir a sua arma, o que fez o governo: tomou, também ele, sua dose de marginalidade, e passou a adotar um comportamento ilegal. O Ministério da Justiça determinou à Polícia Federal dificultar ao máximo as permissões para compra de armas, ainda que isso viesse ao arrepio da lei, o que está ocorrendo no Brasil inteiro.

Uma fonte policial informou-me que dormem, nas gavetas dos superintendentes da Polícia Federal, em cada unidade da Federação, centenas de requerimentos, por meses, com o que muitos pretensos compradores de armas desistem. Um despachante, que trabalha com os processos de compra e seus penduricalhos, como obtenção dos atestados de capacidade técnica e psicológica, confirmou-me na íntegra a informação. Só o seu escritório aguarda, há meses, mais de uma centena de permissões. Os cofres das lojas de venda estão repletos de armas encomendadas, cujos compradores ainda não tiveram seus requerimentos despachados na Polícia Federal.

Tal proceder é ilegal, pois o próprio Estatuto do Desarma­men­to o proíbe. Reza o monstrengo, em seu Artigo 4º, parágrafo 6º, que a autorização para compra de armas deve ser concedida ou negada com justificativa, no prazo máximo de 30 dias úteis. Esse proceder, sendo desobedecido — e está sendo — sujeita os policiais federais responsáveis às cominações legais, o que não deixa de ser uma injustiça que comete o Ministério da Justiça (!), órgão político, aliás ultimamente desvirtuado, com um órgão técnico subordinado, e de credibilidade alta, que é a Polícia Federal.

Caminho igual seguem os pedidos de porte de arma, que são engavetados independentemente da real necessidade demonstrada pelo requerente. Nesse caso, o Ministério da Justiça submete os superintendentes regionais a um constrangimento maior. Negando o porte, podem estar sujeitos, caso o requerente sofra atentado, fatal ou não, previsto no seu requerimento, a processos e pedidos de indenização por parte dos interessados ou suas famílias. Estes dez anos mostram que o Estatuto do De­sarmamento é uma lei equivocada, aprovada sem estudos à época, no auge da compra de votos pelo mensalão, e que precisa ser amplamente revista. Revisões que, aliás, têm sido propostas, mas esbarram numa maioria que tem o go­verno na Câmara dos De­pu­ta­dos e no Senado.
*Irapuan Costa Junior – Jornal Opção – Edição 1988 

Porque hoje é Sábado, uma bela mulher.

A bela atriz Margarita Levieva

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Um julgamento político?

Joaquim Barbosa suspende a sessão e o STF adia a festa dos mensaleiros para Quarta-feira,18/09
Ministro Joaquim Barbosa sempre atento e fiem à Lei
Antes do voto de decano Celso de Melo, Ministro que já deixou transparecer sua opinião em favor dos embargos infringentes, o Ministro Presidente, Joaquim Barbosa, suspendeu a sessão de ontem objetivando a liberação de Ministros que não poderiam deixar de comparecer à sessão do TSE.
O Decano Celso Mello, surpreendeu a muitos ao deixar transparecer que votará em favor dos mensaleiros
O Ministro Celso de Mello, que seria o último a proferir seu voto, teve que adiá-lo para a próxima sessão que se realizará na quarta-Feira, dia 18/09.
Mas o seu voto é considerado por especialistas e jornalistas como "favas contadas" em favor da recepção dos embargos infringentes, o que beneficiará os "mensaleiros" que, em razão disso, já poderão se considerar não condenados.
O mais interessante é que os Ministros que acataram e o que acatará a procedência dos "tais embargos infringentes" não se basearam ou se basearão em nenhuma lei para fazê-lo já que nenhuma Lei, posterior a Constituição de 1988, autoriza tais embargos no âmbito do STF em decisões de natureza penal.
Considerando que um colegiado chega a um placar de 5 x 5 numa votação sobre a não condenação e consequente novo julgamentos de políticos e empresários que se associaram para a suposta prática de crimes, é óbvio que alguém deduza que o julgamento, ao contrário dos princípios legais e jurídicos fora, meramente, político.
É de se lamentar que um Tribunal Supremo optem por uma decisão de natureza política, contrária à lei.
Apenas para lembrar, mais uma vez, segundo a Constituição Federal vigente:
Título II  
Dos Direitos e Garantias Fundamentais
Capítulo I  
Dos Direitos e Deveres Individuais e Coletivos

Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:
        I -  (...)
        II -  ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei;
        III - (...)

Ainda há gente inteligente e consciente no STF.


Numa demonstração de conhecimento jurídico, e inexistência de compromisso com o crime e a falta de ética na política, os ministros Marco Aurélio Mello, Gilmar Mendes, Cármen Lúcia, Joaquim Barbosa e Luiz Fux  votaram contra a possibilidade de o Supremo Tribunal Federal (STF) analisar os chamados embargos infringentes, recursos que dão direito a um novo julgamento para 12 dos 25 condenados no processo do mensalão. Seus votos determinaram empate em cinco a cinco.
O Comentário é que a bancada de juristas empataram com a bancada do Governo. Isto mais parece uma brincadeira, mas depois de notícias de que o ex-presidente Lula teria agido nos bastidores convencendo os Ministros indicados por ele e Dilma ( o que dá no mesmo) , e/ou os  que gozam de sua amizade pessoal de que um novo julgamento dará mais chance para a defesa dos mensaleiros, não se pode deduzir outra coisa senão a espontânea falta de autonomia do Judiciário.
Foto  André Coelho / O Globo
Os ministros Cármen Lúcia e Gilmar Mendes votaram contra a análise dos embargos infringentes

Ministro Celso de Mello
Placar fica em 5 a 5, e a decisão sobre os recursos recai agora sobre o ministro Celso de Mello, que votará na quarta-feira. 
A expectativa é que o nobre Ministro, Decano do STF, não manche sua admirável trajetória como juiz e jurista renomado, com uma decisão que beneficia Quadrilheiros e Corruptos.
Mas não custa nada lembrar:

CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL
Título II
Dos Direitos e Garantias Fundamentais
Capítulo I
Dos Direitos e Deveres Individuais e Coletivos

Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:
        I -  homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações, nos termos desta Constituição;
        II -  ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei;
        (...)
Daí resta-nos uma pergunta: 
Senhores Ministros. Qual a Lei que autoriza os embargos infringentes em decisão, em Ação penal, no âmbito do STF?

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Mais um factóide de Dilma Roussef.

Dilma indignada com espionagem dos Estados Unidos? Era o que faltava. Em 1993, na CPI dos Anões, os petistas José Dirceu, Aloisio Mercadante e tutti quanti viviam brandindo extratos bancários, contas telefônicas e declarações de renda como “provas de corrupção”, e todos nós aplaudíamos.

Mas aquela papelada era a confissão de um crime; o PT desde aquela época já estava infiltrado na máquina do Estado, espionava e quebrava o sigilo bancário, telefônico e fiscal de quem quisesse, sem ordem judicial, sem nada.

É a técnica (em)pregada por Lênin: "Acuse-os do que você faz". O caseiro Francelino foi só uma amostra do que é feito com qualquer um, hoje no Brasil. 

O stalinista José Dirceu não ficou treinando dar tiro em Cuba, ele fez o dever de casa: aprendeu na DGI, o Serviço Secreto cubano, a montar no Brasil o Serviço de Inteligência nos moldes da KGB. O PT hoje tem dossiê sobre todo mundo. Ou alguém acha que o mensalão funcionava só na base da persuasão financeira? Que nada, muitos parlamentares eram encostados na parede, com um dossiê esfregado no seu nariz. A alternativa era capitular.
*Postado por Mirian Macedo, via Grupo resistência Democrática.

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Os curiosos fornecedores do deputado Assis Carvalho.

O deputado federal Assis Carvalho (PT-PI) mantém, desde o início do atual mandato, contrato com uma assessoria jurídica em Teresina pelo valor mensal de R$ 6 mil. O serviço é pago com o dinheiro da cota parlamentar da Câmara. Já foram repassados assim pelo menos R$ 126 mil desde fevereiro de 2011. No entanto, de acordo com informações da Receita Federal, no local onde deveria estar o escritório de advocacia, funciona a loja New Way Cosméticos. Já a locadora, recém-criada e que recebeu R$ 50 mil pelo aluguel de uma Hillux e um Doblô, declara ter como sede endereço onde funciona uma padaria .
Procurada pelo Congresso em Foco, a assessoria do deputado defendeu a contratação: As assessorias técnicas terceirizadas, geralmente, pela maneira que são estruturadas, saem mais econômicas que a contratação de um profissional capacitado, com dedicação exclusiva, para prestação dos mesmos serviços. Além disso, a demanda parlamentar é complexa e exige recursos que um profissional isolado e lotado em um gabinete não teria à sua disposição .
O gabinete do deputado acrescenta que o escritório Fontes & Damasceno Sociedade de Advogados faz o trabalho de estudo, criação e acompanhamento de propostas e projetos a serem apresentados pelo deputado, como a PEC do ICMS eletrônico e a PEC do IPVA sobre aeronaves e embarcações de luxo. Hoje, o escritório, além de fornecer profissional que eventualmente acompanha o parlamentar em Brasília, também oferece, de maneira permanente, profissional para, durante um turno, prestar os serviços no escritório parlamentar , explicam os assessores de Assis Carvalho. Como a Câmara tem excelentes profissionais de carreira, selecionados por concurso, para prestar assessoria aos deputados, que também podem contratar funcionárioscomissionados diretamente, o argumento utilizado pela assessoria de Assis Carvalho é curioso. Mas está longe de ser a única curiosidade encontrada em seus gastos com o chamado cotão.
Locadora na padaria
Em apenas cinco meses, Assis gastou R$ 50 mil para alugar dois carros da Fontes Locadora, de Teresina. Sua assessoria informou ao Congresso em Foco que foram alugados dois veículos, por R$ 5 mil mensais cada um. Uma caminhonete Hillux é usada em Brasília e, na capital piauiense, o deputado roda com um Fiat Doblô. As despesas contrastam com o comportamento que o deputado teve no ano passado, quando alugou carros somente em três ocasiões, tendo gasto R$ 15 mil durante todo o ano de 2012. Mas, no endereço indicado como sede da Fontes Locadora, há apenas uma padaria. A dona de casa Ingrid Oliveira afirmou que sua mãe comprou o imóvel há cinco anos e desde então a família mora lá. Aqui já funcionou uma loja de roupa, uma lan house e, agora, uma padaria e um restaurante. Uma locadora, não , disse Ingrid à TV Globo, que desde o último domingo passou a cobrir os problemas verificados no uso da cota parlamentar tema ao qual o Congresso em Foco tem se dedicado há várias semanas.
A Fontes Locadora foi fundada em 28 de janeiro de 2013. A assessoria do deputado não respondeu por que o deputado escolheu uma empresa recém-criada para alugar automóveis, mas informou que o contrato seria imediatamente encerrado. Assis Carvalho afirmou à TV Globo que conhece o dono da Fontes Locadora, mas que não fiscaliza os locais de funcionamento da empresa. Os documentos apresentados pelo parlamentar indicam que os carros estão em nome de pessoas físicas e não da locadora.

Brasil reduz expectativa quanto a resposta dos EUA sobre espionagem.

O governo brasileiro já começa a reduzir suas expectativas sobre o teor resposta oficial dos Estados Unidos em relação às denúncias de espionagem prometida para esta terça.
Nos bastidores, auxiliares da presidente Dilma Rousseff alertavam ontem que não necessariamente a Casa Branca fará uma manifestação "satisfatória" na quarta-feira após reunião do chanceler brasileiro, Luiz Alberto Figueiredo, com a conselheira nacional de segurança dos EUA, Susan Rice.
Se o pronunciamento "satisfatório" não ocorrer amanhã, a visita de Estado a Washington em outubro permanece indefinida. Segundo assessores, Dilma quer uma posição definitiva de Barack Obama antes de sua viagem a Nova York, em 23 de setembro, para a assembleia-geral da ONU.
Ontem, ela contou, em caráter reservado, como foram os 40 minutos de conversa com Obama na última quinta-feira, em São Petersburgo. Conforme interlocutores, Dilma disse ao homólogo dos EUA não ter encontrado na legislação daquele país nada que justificasse o monitoramento de seus dados, citando terrorismo e posse de armas nucleares como exemplos.
Ainda segundo relatos, a presidente disse ao mandatário norte-americano que seu país colocou o governo brasileiro em uma situação "muito difícil" para a relação bilateral, e que precisa de "condições políticas" para manter a visita de outubro de pé.
Dilma contou, ainda, que Obama alegou desconhecer a dimensão da espionagem e pediu que a presidente "acreditasse nele". No encontro, o norte-americano teria explicado que, nesse caso, não haveria benefício no monitoramento, apenas custo.

“Chuva sólida” pode tornar a seca um problema do passado.


“Profetas” do apocalipse verde – ONU, ONGS e até Campanha da CNBB – martelam que a água doce está se tornando escassa e poderá acabar.
A culpa é sempre da civilização ocidental, de seus progressos e de seu “consumismo”. 
Se chover torrencialmente e vales, cidades, países forem alagados, a culpa é do aquecimento global provocado pelo homem, e a civilização ocidental é a grande responsabilizada. 
Também a irrigação sofre do mesmo apriorismo ideológico dos “verdes” e seus acólitos, pois tal recurso conduz – por culpa do homem ocidental ávido de consumo – a um desperdício de água que provocaria desequilíbrio no planeta.
Entrementes, estes e outros chavões anticivilização passam por desmentidos ou são minimizados ora pela natureza, ora pelos avanços tecnológicos. 
Ainda há pouco surgiu um produto que pode permitir o cultivo em terras áridas, conforme noticiou a BBCFoi batizado de “chuva sólida”.

Trata-se de um pó que absorve enorme quantidade de água e depois a vai liberando aos poucos, permitindo que as plantas sobrevivam durante o período de estiagem. 

O material superabsorvente é um polímero criado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos nos anos 1970.
Bastam 10 gramas para absorver um litro de água. 
Originariamente foi utilizado na fabricação de fraldas. O químico mexicano Sérgio Jesus Rico Velasco desenvolveu uma versão do polímero que pode ser misturada no solo para reter a água.
"Chuva sólida": o produto comercializado
A “chuva sólida” – como vem sendo chamada – está sendo utilizada no México há 10 anos. 

O governo daquele país concluiu que a colheita poderia ser ampliada em até 300% com a sua utilização. 
Segundo Edwin González, vice-presidente da empresa Chuva Sólida, “o produto encapsula a água e pode durar de 8 a 10 anos no solo”. 
Trata-se de um produto natural que não prejudica o solo, inclusive pode ser usado durante vários anos. Não é tóxico e ao se desintegrar é assimilado pelas plantas.
A quantidade recomendada é de 50 kg/ha, mas a “chuva sólida” ainda cara poderá cair de preço se fabricada em escala. 
Mas nem todos estão convencidos de que a Chuva Sólida seja uma solução para a seca. A professora Linda Chalker-Scott, da Universidade do Estado de Washington, critica o produto e recomenda outro, aliás, bem conhecido: lascas de madeira, que produzem o mesmo efeito e bem mais barato. 
O responsável pela Chuva Sólida afirma que sua empresa vem recebendo milhares de pedidos provenientes de locais áridos, incluindo Índia e Austrália, e mesmo do Reino Unido, onde as secas não constituem problema. 
Com efeito, o engenho humano pode amenizar ou solucionar problemas que o catastrofismo verde agita com estardalhaço a fim de indispor a opinião pública contra a vida civilizada no planeta. 
Na luta entre o bom senso e a ideologia neocomunista, esta anda sempre à procura de pretextos para ocultar seus sinistros desígnios.

Deputado Bolsonaro fala sobre a redução da maioridade penal...

Rede Globo pauta o governo do PT...

Assim o PT via a Globo
Há espionagem, diz a Globo, e todo mundo no PT sai correndo acreditando. Ué, mas não era o PT que dizia que a Globo só mentia, que era só ideologia? Por que agora não param de ver o Fantástico? Por que agora acreditam em tudo?

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Deputado socialista...mas não muito!

Dep. Camarinha: Mercedes e rádio pagas pela Câmara. Parlamentar destinou R$ 160 mil à rádio de sua propriedade. Também usou cota parlamentar para rodar de Mercedes em Brasília. 
A empresa escolhida foi a favorita dos deputados, a ARL Barros . Apesar de ficar em Brasília apenas durante os dias da semana em que trabalha no Congresso, o deputado Abelardo Camarinha (PSB-SP) não abre mão do conforto na hora de percorrer as largas avenidas da cidade. Ele possui um carro próprio na capital, mas, quando o seu automóvel quebrou, no início do ano, optou por alugar uma Mercedes por dois meses, ao custo de R$ 12 mil. O pagamento foi feito com recursos da Cota para o Exercício da Atividade Parlamentar (Ceap), o chamado cotão. Dentre outras despesas, ele serve para pagar gastos com aluguel de veículos.
Segundo informações prestadas pelo seu gabinete, o carro era o único que estava disponível na locadora contratada, a ARL Barros Serviços Executivos Rent a Car. Excluindo as companhias aéreas, as telefônicas e os Correios, a empresa  que funciona em uma casa simples na periferia de Brasília   é a que mais recebe recursos do cotão, como o Congresso em Foco mostrou há duas semanas.
A cota é um benefício a que parlamentares têm direito para cobrir despesas essenciais ao exercício do mandato. Desde o início do ano passado, a ARL Barros Serviços Executivos Rent a Car Ltda. já faturou mais de R$ 500 mil com o aluguel de carros apenas para deputados valor integralmente ressarcido aos parlamentares pela Câmara.
Rádio
No ano passado, o deputado federal Abelardo Camarinha (PSB-SP) usou a cota parlamentar para financiar uma emissora de rádio de sua propriedade. A Rádio Clube de Vera Cruz fica em Vera Cruz, município a 430 quilômetros de São Paulo.
Dados da Câmara dos Deputados mostram que Camarinha fez sete pagamentos mensais à rádio no valor de R$ 18 mil e outros dois de R$ 17 mil, totalizando um repasse de R$ 160 mil no período. Os pagamentos foram considerados divulgação da atividade parlamentar, um dos gastos previstos pelo chamado cotão. No entanto, de acordo com as normas da Casa, os parlamentares não podem contratar empresas das quais sejam donos ou que tenham parentes até o terceiro grau na sua administração.
Na campanha de 2010, Camarinha declarou à Justiça eleitoral possuir R$ 24.492 em ações na rádio para a qual destinou verbas públicas. Reportagem do portal iG informou que documentos da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e da Junta Comercial de São Paulo não deixam dúvidas sobre a propriedade da rádio: ela é do deputado. Segundo o portal, Camarinha tem metade das ações da emissora, que opera na frequência 950 AM.  À época, o deputado disse ao iG que não tinha participação na administração nem na programação da rádio e que financiou seu próprio negócio por ser o melhor canal de comunicação da região entre o parlamentar e a comunidade .
O gabinete do deputado se recusou a colocar o Congresso em Foco em contato com Camarinha ou a fornecer o telefone em que ele poderia ser encontrado. Após tentativa de contato por e-mail e de telefone, o site falou apenas uma vez com a assessoria de imprensa do parlamentar, que foi prefeito de Marília por duas vezes e está no segundo mandato de deputado. Na ocasião, a reportagem a questionou apenas sobre a questão da Mercedes. Quando voltou a procurar a assessoria para ouvi-la sobre os repasses feitos à Rádio Clube de Vera Cruz, não obteve êxito.
congressoemfoco

Quem poderá nos defender?

Eles estão por todos os lados
Agora é definitivo: os agora "muy" pacatos e ordeiros sindicalistas, o grupo social da Igreja do Grito dos Excluídos pela "paz" ( qual paz e para quem?), os comunistas radicais bem articulados do Movimento Passe Livre, os mascarados e violentos dito anarquistas do Black Blocs e os participantes mascarados do Anonymous retomaram a posse das ruas. Graças à violência sempre manifesta, o povo ordeiro foi intimidado  e convencido a não comparecer às manifestações do 7 de setembro. 
Ponto para o governo lulopetista de Dilma Rousseff, para os intelectuais e artistas , e principalmente para Caetano Veloso, o "muso" dos Black Blocs. As ruas do país são deles e o Brasil é do PT e ponto final, pois nem as urnas nos garantem , visto não comprovarem o voto mediante simples impressão do mesmo. Tal como Chapolin Colorado, eu pergunto: quem poderá nos defender?

*Mara Montezuma Assaf, por e-mail, via Grupo resistência Democrática

Brasil perdeu 40.000 leitos nos hospitais no governo do PT.


segunda-feira, 9 de setembro de 2013

A ascensão de Rose.

Ao longo dos quase cinco anos em que comandou o escritório da Presidência da República em São Paulo, Rosemary Noronha conheceu o céu e o inferno.

*Por Robson Bonin, na VEJA desta semana:
Ex-secretária do Sindicato dos Bancários de São Paulo, ela nunca foi uma mulher de posses. 
Mas mudou radicalmente nos últimos tempos. Com um salário de quase 12.000 reais, comprou dois apartamentos, trocou de carro, criou uma empresa de construção civil e rodou o mundo em incontáveis viagens, até ser apanhada surfando na crista da onda de uma quadrilha que negociava facilidades no governo. Rosemary escapou da prisão por um fio. Talvez estivesse no lugar certo, na hora errada. Talvez o contrário. Um fato, porém, é indiscutível: ela conhece e tem acesso a quem dá as ordens, conta com amigos influentes que se preocupam com seu destino. Desde que foi flagrada traficando interesses no gabinete presidencial, Rosemary vem sistematicamente conseguindo driblar os processos a que responde. Para isso, a ex-secretária dispõe do apoio de três grandes bancas de advocacia do país. 
Escritórios que têm em sua carteira de clientes banqueiros, corporações, figurões da República, milionários dispostos a desembolsar o que for preciso para assegurar a melhor defesa que o dinheiro pode comprar. Rosemary, apesar do perfil diferenciado, faz parte desse privilegiado rol de cidadãos. 
Desde que a polícia fez uma busca em seu escritório e colheu provas contundentes de que a ex-secretária levava uma vida de majestade, ela cercou-se de um batalhão de quase quarenta advogados para defendê-la. São profissionais que, de tão requisitados, calculam seus honorários em dólares americanos, mas que, nesse caso, não informam quanto estão cobrando pela causa, muito menos quem está pagando a conta. 
Acostumado a cuidar dos interesses de empresários como o bilionário Eike Batista, o criminalista Celso Vilardi defende Rosemary na esfera penal. Já no processo disciplinar em andamento na Controladoria-Geral da União (CGU), atuam dois pesos-pesados do direito público, que têm entre seus clientes banqueiros e megacompanhias como a Vale. 
O advogado Fábio Medina Osório cuidou da formulação da defesa de Rosemary e agora atende apenas a empresa da família, a construtora New Talent. Já o advogado Sérgio Renault foi escalado para acompanhar o desfecho do caso – prestes a chegar à mesa do ministro Jorge Hage – na CGU. 

"Genoíno nunca trabalhou..."

"Você nunca trabalhou, Genoino, e sempre viveu da politicalha (a política dos canalhas) praticada pelo seu partido."

(...)
Você nunca trabalhou, Genoino, e sempre viveu da políticalha (a política dos canalhas) praticada pelo seu partido. Logo cedo em sua vida você se engajou numa luta inglória para implantar o comunismo modelo cubano no Brasil. Perdeu e teve sorte, porque se o regime militar que o prendeu fosse semelhante à ditaduta que você e as pessoas que pensam como você tanto admiram, você e essas pessoas não teriam ficado vivas para contar a história. Teriam sido todas fuziladas ou encarceradas em masmorras infectas para morrer sob o efeito da tortura e dos maus tratos. Não é assim que Fidel Castro e agora seu irmão Raul sempre se livraram de seus adversários políticos? Caso vocês tivessem saído vitoriosos e conseguido seus intentos satânicos, com certeza teriam feito o mesmo com todos os seus adversários e hoje o Brasil seria um país tão aruinado quanto é Cuba e a Coréia do Norte.
(...)
Título e Texto: Otacílio M. Guimarães

domingo, 8 de setembro de 2013

Manifestantes petralhas extrapolam o limite e partem para a agressão a polícia.

Moto de policial militar é depredada na região da Praça da Sé, em São Paulo, e a rede Globo, através da GloboNews, mostra ao vivo e não faz a mínima crítica a violência dos manifestantes.

*Veja o vídeo AQUI


Afinal, quem paga o milionário exército de advogados mobilizado para defender a amiga de Lula?

Rose sabe muito. Seu silêncio é precioso.

Neste sábado, Lula completou 288 dias de mudez sobre o escândalo que protagonizou ao lado de Rosemary Noronha. Ele continua tentando acreditar que o Brasil acabará esquecendo as bandalheiras que reduziram a esconderijo de quadrilheiros o escritório da Presidência da República em São Paulo. No mais cruel dos dias para quem tem culpa no cartório, VEJA tratou de reiterar que a memória da imprensa independente é imune a surtos de amnésia conveniente.

As revelações contidas na reportagem de Robson Bonin tornaram mais encorpada e mais cinzenta a pilha de perguntas que exigem respostas e repelem álibis mambembes. Por exemplo: quem está bancando os honorários do exército de advogados incumbido de livrar de punições judiciais a vigarista de estimação do ex-presidente? A defesa de Rose inclui três grandes escritórios que têm na carteira de clientes banqueiros, figurões da República e patifes milionários dispostos a desembolsar qualquer quantia para manter o direito de ir e vir.

“Ela cercou-se de um batalhão de quase quarenta advogados para defendê-la”, informa um trecho da reportagem de quatro páginas. “São profissionais que, de tão requisitados, calculam seus honorários em dólares americanos, mas que, nesse caso, não informam quanto estão cobrando pela causa, muito menos quem está pagando a conta”. Rose foi indiciada por formação de quadrilha, tráfico de influência, corrupção passiva, e também acabou processada pelo próprio governo por suspeita de enriquecimento ilícito. Graças à tropa de bachareis, continua impune.

VEJA apurou que, “nas estimativas mais conservadoras de especialistas, uma estrutura semelhante não assinaria uma única petição por menos de 1 milhão de dólares”. No ano passado, em depoimento à Polícia Federal, Rosemary Noronha declarou que sua única fonte de renda era o salário de 12 000 reais. Ao perder o emprego na representação paulista da Presidência, a fonte secou de tal forma que, para sobreviver, Rose reiterou a ameaça de contar tudo o que se sabe se fosse abandonada pelos amigos dos bons tempos.

Deu certo. “Para necessidades mundanas do dia a dia”, revela a reportagem, “ela costuma sacar o celular e telefonar para o “P.O.”, como prefere se referir a Paulo Okamotto, braço-direito e faz-tudo de Lula no instituto que leva seu nome”. Encarregado de resolver emergências financeiras, é provável que P.O. tenha providenciado os R$ 20 mil que permitiram à ex-Primeiríssima Amiga distrair-se, nas últimas semanas, com a redecoração do apartamento em São Paulo. Falta saber quem patrocina a multidão de doutores.

Lula sabe. Não vai demorar a saber também que, no Dia da Independência, ficou ainda mais dependente do silêncio cúmplice de Rosemary Noronha.