sábado, 8 de novembro de 2014

O perigo de uma comunista no poder.


Parece que Dilma anda mais nervosa e grossa do que nunca. E anda com rompantes cada vez mais de esquerda.
E tem que se preocupar mesmo. NÃO VAMOS DAR TRÉGUA! O povo está de olhos abertos!
Fernando Francischini, via Facebook

Pura enganação.

Os #Brasileiros têm na memória o destino de governantes que se elegeram enganando o povo. Dilma logo verá que, ao contrário do que sustenta seu marketing, o vale-tudo tem limites. 
São expedientes que a #Sociedade não aceita. 
Principalmente quando percebe que foi #Enganadahttp://goo.gl/3nc3Z2 .
* Duarte Nogueira, via Facebook

Depois de Reinaldo Azevedo, mais um blogueiro da Veja pede que manifestações defendam a democracia e as instituições.

Ontem, Reinaldo Azevedo fez um apelo aos manifestantes para que tenham cuidado com a pauta dos protestos marcados para o próximo 15 de novembro. Leiam aqui. Agora é Rodrigo Constantino, também da Veja, que escreve um post intitulado "No dia 15 de novembro, todos nas ruas contra a República de Bananas". Cliquem aqui. Abaixo reproduzo, com grifos, parte do post de Constantino.

Indivíduos indignados com os rumos de nosso país pretendem se reunir nesse feriado do dia 15 de novembro, que celebra nossa República, para protestar contra o atual governo, a roubalheira impune, o abuso de poder, o autoritarismo, o desejo de controlar a imprensa etc. A mobilização é necessária e muito bem-vinda. O governo teme gente nas ruas, e o PT perdeu esse monopólio.

Por isso mesmo tenta desqualificar essas milhares de pessoas que espontaneamente se manifestam. Quer associar essa gente toda a “movimentos golpistas” ou antidemocráticos, reacionários que não aceitam as regras do jogo. É o contrário! Justamente por desejarem as regras do jogo é que protestam contra o PT, que fez o “diabo” para vencer. Querem investigações para comprovar a lisura do processo, e querem punições para os corruptos.

Todo cuidado é pouco. Sabemos do que essa turma é capaz. Podem até mesmo infiltrar seus agentes nas passeatas para destruí-las de dentro, acusando-as de demandar golpe militar ou algo do tipo. Não! As manifestações devem clamar pelo respeito aos valores republicanos e democráticos, pelo fortalecimento de nossas instituições, e não sua substituição.

Que todos lotem as ruas nesse feriado de nossa República, de forma ordeira e pacífica, com uma mensagem de resgate de uma democracia sólida. Que protestem contra essa “República de Bananas” que o PT vem instalando em nosso amado Brasil!

Vejam que Constantino não está pregando um impeachment da Dilma, mas investigações que certamente, ao serem comprovadas, levarão ao devido processo legal. Tampouco está pedindo para que as eleições sejam anuladas, pois está em andamento um auditoria concedida pelo TSE ao PSDB, maior prejudicado. A lei está sendo seguida, de alguma forma. Defender que a lei seja atropelada é dar munição para a imprensa atacar as manifestações e para o PT tentar desqualificá-los. Foi o que ocorreu com a  presença de meia dúzia de estúpidos que pediam a volta do regime militar, como se nele tivesse existido eleições, fraudadas ou não.  

Nós, os 51 milhões, não somos iguais a eles. Eles defendem golpes, nós defendemos a democracia, o estado de direito e as instituições, mesmo que elas estejam, hoje, tão aparelhadas. É preciso ir para a rua conquistar corações e mentes. Isso só ocorrerá se as pautas levadas pelos manifestantes expressarem o desejo não só dos que estão ali, mas dos cidadãos que devem ser encorajados a voltar para as ruas para defender um país melhor.

Esconder, camuflar, virou rotina desse governo.

“Esconder, camuflar, virou rotina desse governo. Todo o esforço feito nessa casa para inibir a CPI foi em vão. Agora, os que foram intolerantes nesses anos, falam em diálogo. Pois bem, qualquer diálogo tem que estar condicionado ao aprofundamento das investigações daqueles que protagonizaram o maior escândalo de corrupção, já chamado de petrolão”

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

A campanha mais suja da história do Brasil.


A intervenção do governo nos institutos de pesquisa só ocorre quando os dados não lhes são favoráveis. Primeiro foi no IBGE e depois no IPEA. Esse aparelhamento, intervenções e a manipulação de dados são características de governos autoritários e, por isso, colocam nossa democracia em risco. 

Ganhar a qualquer preço tem um preço. Talvez por isso a "derrota" de Aécio tenha muito mais brilho que a "vitória" da Dilma.( Otávio Leite, via Facebook).
http://goo.gl/JR7y2Z
http://goo.gl/xjja74

Cuidado com os agentes provovadores e com tolos! Ha uma agenda bem maior do que o sai ou fica Dilma.


Vocês já perceberam que há forças empenhadas em transformar protestos justos e pacíficos em manifestações golpistas. Como vimos aqui, até Rodrigo Janot, procurador-geral da República, andou a falar sandices. Não fez diferente João Otávio de Noronha, corregedor do TSE. Amplos setores da imprensa, imantados pela mística petista, vão pelo mesmo caminho. Já fiz este alerta aqui uma vez e o faço de novo: os democratas, os que defendem uma sociedade aberta, formada por cidadãos livres, que não subordinam a sua consciência a um partido ou a um ente de razão qualquer, precisam tomar muito cuidado com os provocadores e com os tolos.
Tudo o que se anuncia no horizonte indica que não experimentaremos dias tranquilos, até porque, basta olhar, Dilma Rousseff vive em meio a forças que a empurram em sentidos contrários. Se a presidente precisa desesperadamente da credibilidade dos agentes econômicos, ou o país vai à breca — e isso quer dizer que está obrigada a fazer um governo mais responsável do ponto de vista fiscal e, portanto, menos generoso na gastança —, sofre a pressão do PT, que pretende atraí-la para uma agenda de esquerda. O resultado tende ao imobilismo. E não é só. Os esqueletos se agitam no armário de 12 anos de mandarinato petista. Já está claro que essa gente, para citar Dilma, fez o diabo não apenas para se eleger e reeleger, mas também para se manter no poder.
Dito isso, voltemos ao ponto principal. Impeachment de Dilma, sim, mas só se ficar comprovado que ela sabia da roubalheira na Petrobras. Atenção! Não se trata de matéria simples: não basta exigir que ela saia. Para tanto, é preciso que haja o devido processo legal. ANTES DE MAIS NADA, AS DENÚNCIAS TÊM DE ESTAR ANCORADAS EM PROVAS. Não faz sentido, por exemplo, pedir a anulação das eleições sem que se evidencie, de maneira inequívoca, que houve fraude na votação. Não tendo havido, o governo que se reelegeu, a despeito dos métodos a que recorreu — e que merecem repúdio —, é legítimo.
No embate com o petismo — na rua, na chuva, na fazenda ou numa casinha de sapé —, é preciso ficar claro quem fala em nome do estado de direito, das leis, da Constituição, da moralidade pública. A mobilização é, sim, necessária: isso sempre faltou, e falta ainda, a amplas parcelas da população, cuja agenda não se confunde com a dos militantes de esquerda ou com a dos petistas. MAS É PRECISO TOMAR CUIDADO COM PROPÓSITOS FINALISTAS COMO “QUEREMOS DILMA FORA DO PODER”.
O que quer que se faça tem de ser feito, insisto, dentro da lei e da ordem, segundo as regras do estado democrático e de direito. Sim, eu sei que muitos dos que chamam a si mesmos de “companheiros” não nutrem grande apreço por esse valor. Mas é preciso que seus adversários, então, se diferenciem por isso.
O mais provável, vamos ser claros, é que Dilma fique até o fim do mandato. Ora, até lá, muita coisa estará em disputa: os petistas querem uma reforma política autoritária, pensada para que se eternizem no poder; será preciso resistir. Os petistas, desta feita, querem mesmo transformar o Supremo numa extensão do partido; será preciso resistir. Os petistas querem fazer uma reforma tributária hostil a São Paulo, que identificam como palco principal do antipetismo; será preciso resistir. Os petistas insistem em censurar os meios de comunicação; será preciso resistir.
O que quero dizer com isso? Há uma agenda importante a ser combatida e a ser defendida, que é bem mais ampla do que o “sai ou fica Dilma”. É importante não cair na cilada de achar que basta bater bumbo para ela cair fora. É necessário que as provas apareçam e que elas ganhem importância política.
E finalizo lembrando, uma vez mais, que é preciso tomar cuidado com os provocadores — que vão se imiscuir em protestos com palavras de ordem extremistas para desvirtuá-los — e com alguns poucos tolos, minoritários, que pedem intervenção militar quando, de fato, é hora de o espaço público ser ocupado pela sociedade civil.
A luta para recuperar valores da democracia é longa, contínua, cotidiana. Não se esgota em um dia nem prevê atos de força.
Por Reinaldo Azevedo.

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Pronunciamento de Aécio Neves, no Senado, ontem 05.11.2014


O senador Aécio Neves (PSDB-MG) fez seu primeiro pronunciamento na Tribuna do Senado Federal, nesta quarta-feira (05/11), após a campanha eleitoral pela Presidência da República. Aécio Neves agradeceu o apoio de cerca 51 milhões de brasileiros à sua candidatura e disse que estará à frente das oposições para fiscalizar, cobrar, denunciar e combater a corrupção que se instalou no governo federal do PT.
COMENTO: Nada foi deixado de dizer para o bom entendedor. Aécio foi claro no posicionamento democrático e com um olhar para frente, completamente contrário ao modelo de viés comunista adotado pelas antas que estão nos poderes da República.
Aécio não é hoje apenas mais um defensor da democracia mas, acima de tudo, o líder político dos que amam e lutam pela democracia no Brasil.
A hora de lutarmos juntos pela democracia, pela liberdade, pela Justiça, pelo respeito ao país e a nação brasileira.

Doleiro confirma pagamento a ex-ministra!

O doleiro Alberto Youssef afirmou em sua delação premiada que deu R$ 1 milhão para a campanha de 2010 da ex-ministra da Casa Civil Gleisi Hoffmann (PT-PR), que foi eleita senadora naquele ano. Alvo central da Operação Lava Jato, o doleiro disse que o valor foi entregue a um empresário, dono de shopping em Curitiba (PR), em quatro parcelas: três no centro de compras e outra na casa dele, em um condomínio de alto padrão da capital paranaense.
A afirmação de Youssef confirma o que disse o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa, também em delação premiada, de que em 2010 recebeu pedido “para ajudar a campanha” de Gleisi. Segundo ele, foi o marido da senadora, o atual ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, quem fez a solicitação. Youssef confirmou esse pedido e disse ter viabilizado a entrega do valor.
Gleisi e Bernardo negam o pedido e o recebimento dos valores. A ex-ministra sustenta não conhecer o doleiro nem nunca ter tido contato com ele ou com o esquema sob investigação da Justiça Federal.

E por falar em saber perder...

Os brasileiros vão perder o dinheiro desviado da Petrobrás, para o "petrolão" como os mensaleiros não pagaram o dinheiro desviado para o "mensalão"?

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Bolsa voto.

Mil funcionários e ex-funcionários públicos recebiam irregularmente o Bolsa Família em Ilhéus-BA.

Uma fiscalização em Ilhéus-BA descobriu cerca de mil funcionários municipais, ex-funcionários e cônjuges de servidores recebendo irregularmente Bolsa Família na cidade. Segundo o secretário de Desenvolvimento Social Jamil Ocké a iniciativa foi tomada ao perceber que várias famílias que se enquadram nos critérios não estavam recebendo o benefício.


"Todo município tem a obrigação de fazer a fiscalização", explicou Ocké. "Quando assumi a secretária em 2013 a gente começou a fazer essa fiscalização, de maneira tímida, mas conseguimos fazer. Resolvemos fazer por lote, começando pelos servidores municipais e nossa surpresa foi perceber que tem servidores atuais e ex-funcionários, cônjuges, que estavam recebendo Bolsa Família e ao mesmo tempo são assalariados, alguns até com salários altos", diz.


A auditoria continuará sendo feita com servidores estaduais e trabalhadores da iniciativa privada. Os beneficiários irregulares param de receber a Bolsa Família e podem até ter que devolver os valores recebidos. "A primeira coisa que a gente faz é bloquear o recebimento. A gente bloqueia, prepara o relatório social dessas famílias e manda para a Secretaria Nacional de Renda e Cidadania (Senarc), que é ligado ao Ministério de Desenvolvimento Social (MDS), e aí imediatamente é feito uma avaliação para saber se teve má fé, se teve dolo... Averiguada essa questão, se eles acharem que foi má fé, fazem uma notificação à família, que tem prazo de 60 dias para se defender, direto para o MDS", explica o secretário. "Tem gente que declara um dependente a mais que não mora de verdade com eles, outros deixam de declarar alguma coisa. Tudo será avaliado".

"Não é todo mundo que chega e recebe, e nós estranhamos ver famílias pobres que não estavam conseguido o benefício", diz Ocké, explicando porque o município resolveu fazer a fiscalização agora. Ele diz que cada caso deve ser avaliado individualmente pelo Ministério de Desenvolvimento Social. Segundo ele, será investigado como as pessoas em questão conseguiram se inscrever no programa. Ele diz que alguns dos beneficiários podem já ter se enquadrado nos critérios para receber o Bolsa Família, mas não renunciaram ao valor ao melhorar de vida. "Tivemos um caso aqui de uma senhora que devolveu o cartão porque não precisava mais, mas nem todos fazem isso".


Em Ilhéus, são 22 mil famílias atendidas pelo programa, em investimento de quase R$ 3 milhões. 
Representantes do Ministério do Desenvolvimento Social não foram encontrados para comentar o caso.

Fonte: Correio 24 horas

Fraudes e coincidências que ajudaram eleger Dilma.

Uma das maiores surpresas dos brasileiros foi ligar a televisão no final da tarde e perceber que só estava ocorrendo apuração dos votos para governador nos Estados em que havia segundo turno. Nada de apuração da eleição presidencial.
Ninguém estava acostumado com isso. Nunca antes, na História deste país, isso tinha acontecido. Todos estavam acostumados àquela saudável e patriótica emoção de votos virem pingando de todo o país, até ocorrer o desenlace final.
Desta vez, não. As emissoras de TV ficaram embromando, fazendo debates entre intelectuais, enchendo linguiça e aguardando. E aguardando… Até que, depois da 20 horas, chegaram os primeiros resultados oficiais, que já vinham indicando a vitória de Dilma Rousseff, pois faltava apurar apenas 5% dos votos.
Como aconteceu isso? Ora, o estranho fenômeno eleitoral só ocorreu mediante uma série de “coincidências”.
1) O horário de verão, por decreto presidencial, começou dia 19 de outubro, às vésperas do segundo turno. Como atrapalhava a apuração (segundo o Tribunal Superior Eleitoral), bastava baixar um novo decreto adiando-o ou adiantando a hora no Acre, que só tem 500 mil eleitores e praticamente não influi nas eleições presidenciais. Mas por “coincidência”, o governo não fez uma coisa nem outra.
2) Sob esse ridículo argumento do horário da eleição no Acre, por “coincidência” o TSE do ministro petista Antonio Dias Toffoli criou a apuração secreta, que transcorreu numa sala reservada, à qual nem mesmo os ministros do TSE tiveram acesso, e sem fiscalização pelos partidos e pela Polícia Federal.
3) Nas eleições anteriores, os Tribunais Regionais Eleitorais iam transmitindo paulatinamente a apuração, diante da imprensa e sob fiscalização dos partidos e da Polícia local. Foi assim que em 1982 se descobriu a fraude do Proconsult para derrotar Brizola. O delegado Manoel Vidal, chefe da segurança da apuração, percebeu o golpe, simultaneamente denunciado também por nosso colega Pedro do Coutto, que cobria a apuração pelo Jornal do Brasil.
4) Mas nesta eleição estilo 2014, por “coincidência” (ou melhor, pelo efeito Acre), os TREs só divulgavam os votos para governador e iam enviando a apuração presidencial diretamente para a sala secreta do TSE.
5) Também por “coincidência” (digo, ainda pelo efeito Acre), os Estados onde não havia segundo turno para governador não divulgavam nada e também mandavam seus totais para a sala secreta do TSE.
6) E a grande “coincidência” foi saber que a vitória de Dilma Rousseff foi garantida pelos votos de Estados sem eleição para governador em segundo turno, onde não houve fiscalização dos partidos, nada, nada.
7) Foi também curioso e intrigante saber que Dilma estava perdendo para Aécio até 80% da apuração (às 19h32me de repente, no finalzinho, também por “coincidência”, ganhou por pequena margem, com base na votação em Estados sem segundo turno, cujos totais foram passados em bloco, diretamente para a sala secreta do TSE: Minas Gerais, Bahia, Maranhão, Pernambuco e outros estados do Nordeste.
8) E por “coincidência”, foi instigante saber que Aécio perdeu até mesmo em Pernambuco, onde o mito Eduardo Campos conseguira fazer o governador no primeiro turno.
9) Ainda por “coincidência”, o dirigente petista Luiz Eduardo Greenhalg adiantou a “vitória”, alardeando-a em sua conta no Twitter e no Facebook às 19h26m,e não adianta dizer que foi erro por causa do horário de verão, porque ele escreveu “vamos aguardar o final da apuração”. Se estivesse escrevendo às 20h26m, jamais diria isso, pois Dima já estava “eleita”.
10) E na “coincidência”, o site do PT anunciou a vitória de Dilma às 19h35m, com precisão impressionante, dizendo que ela tivera (na verdade, teria) 51,57% dos votos. Um erro de apenas 0,7%, ou seja, precisão de fazer inveja a qualquer “instituto de pesquisa. E não dá para negar, está lá no site do PT.
*Postado em Tribuna da Internet.

Mulher de Toffoli denunciada pelo MP por participar de falcatrua de R$ 25 milhões contra cofres do Distrito Federal.



Roberta Rangel, esposa do presidente do TSE e ministro do STF, Dias Toffoli
O Ministério Público do Distrito Federal denunciou à Justiça a advogada Roberta Rangel, o deputado distrital Alírio Neto, do PEN, o advogado Ibaneis Rocha Júnior, presidente da OAB-DF, e outras três pessoas pelo pagamento irregular de indenizações a funcionários da Câmara Legislativa do Distrito Federal. Eles são acusados de facilitar a liberação do dinheiro de “forma notoriamente equivocada”, afirmam os promotores. 

O Ministério Público cobra a devolução de R$ 25 milhões aos cofres públicos, em ação protocolada na 5ª Vara da Fazenda Pública do Distrito Federal na semana passada. Procuradora da Câmara Legislativa, Roberta Rangel casou-se recentemente com o ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, de quem fora sócia numa banca.

Após 1994, funcionários, ex-funcionários e pensionistas da Câmara Legislativas entraram com ações judiciais para contestar a forma como seus salários foram convertidos na implantação do Plano Real. As ações do “caso dos 11,98%” alegam que a data usada para a converter os vencimentos do funcionalismo público resultou em prejuízo para os servidores. Até o início de 2008, a Câmara indenizava somente quem conquistasse esse direito na Justiça. 

Durante a presidência do deputado Alírio Neto, a Câmara do DF cortava gastos para se enquadrar nos padrões impostos pela Lei de Responsabilidade Fiscal. A insatisfação entre os funcionários era grande por causa dos cortes. Para contornar o clima ruim, prevaleceu a política: Alírio Neto contrariou a lógica econômica e pediu a assessores jurídicos um estudo para fazer novos gastos.

A tarefa coube a Roberta Rangel, então procuradora da Câmara. Ela fez um parecer que permitiu o pagamento a todos servidores, não apenas aqueles que ganhassem o direito na Justiça. O Ministério Público afirma que o parecer de Roberta desconsiderou a argumentação jurídica adotada por procuradores anteriores, segundo a qual não era possível indenizar todos os servidores. Até servidores que sequer trabalhavam na Casa na época do Plano Real receberam parte da indenização. 

De acordo com a acusação, a solução administrativa foi feita de forma atropelada. “Curioso é conceber como tantos percalços jurídicos foram ultrapassados num ‘passe de mágica’, não apenas pela completa falta de explicação de como tudo foi realizado, mas também pela agilidade como foi feito”, afirmam os promotores. As autoridades afirmam que até mesmo o prazo de prescrição da dívida – que reduziria o valor bancado pelos contribuintes - foi desconsiderada na decisão.
 
Roberta Rangel afirma que não houve pagamento irregular. "O parecer, opinativo, foi pela possibilidade de a Casa deliberar o assunto por resolução", disse. "Este parecer foi submetido à deliberação superior." Em última instância, foi o superior de Roberta, o deputado Alírio, que encomendou o trabalho a ela, de olho nesse resultado. Em valores atualizados, o MP pede que os acusados sejam condenados a devolver R$ 25 milhões, dinheiro liberado aos servidores em cinco parcelas em 2008. Parte dessa quantia, R$ 3 milhões, deve ser ressarcida pelo advogado Ibaneis Rocha Júnior, pelos honorários que recebeu. 

Na ocasião, ele defendia os interesses da associação dos servidores, que formulou pedido para que a saída “administrativa” fosse construída por Alírio. Hoje, Rocha Júnior é presidente da Ordem dos Advogados do Brasil no Distrito Federal (OAB-DF). Procurado por ÉPOCA, ele não quis se manifestar sobre o assunto.

O deputado Alírio nega qualquer irregularidade no pagamento dos valores. Afirma ter elaborado uma solução administrativa no caso, para conter a insatisfação dos servidores na ocasião. “A Câmara foi sendo enquadrada (na LRF), e benefícios foram tirados dos servidores”, afirma. “A associação (de servidores) entrou com esse pedido. A única alternativa que encontramos para compensar a dificuldade dos servidores foi buscar essa solução.” 
Segundo Alírio, houve precedentes à decisão da Câmara Legislativa, caso do Tribunal de Contas da União e o Superior Tribunal de Justiça. Ele afirma ainda que o Tribunal de Contas do DF não considerou irregular a decisão da Câmara. "O Ministério Público pode até tentar, mas eu ganho todas deles", afirmou (Época)

PT levou o país em direção ao abismo financeiro apenas para vencer as eleições.

Governo escondeu o rombo do país
Menos de uma semana após o final da campanha eleitoral, o governo da presidente Dilma passou a fazer tudo aquilo que atribuíam como intenção perversa dos adversários.
No pacote de "medidas impopulares" de Dilma reeleita já temos elevação da taxa de juros (que, segundo o PT, tira a comida do prato dos mais pobres), sinalização de aumento dos combustíveis, e uma série de ações a serem anunciadas para tapar o até então camuflado rombo gigantesco nas contas públicas.
Ficou claro quem falou a verdade e quem falou a mentira na última campanha eleitoral. Infelizmente tinham razão aqueles que afirmavam que o governo petista tinha colocado a nação em enormes dificuldades financeiras que só serão resolvidas com sacrifício de grande parte dos brasileiros, principalmente os mais pobres. Foram irresponsáveis.
Agora é oficial: o déficit nas contas públicas brasileiras chegou a R$ 15 bilhões em setembro, o pior resultado desde o Plano Real. Já o endividamento do país subiu de 33,6% para 35,9% apenas em 2014.
A deterioração das contas públicas veio com a expansão das despesas que cresceram até setembro 13,2%. Já as receitas se elevaram apenas 7,2%. Para resolver o descompasso, o Brasil precisará fazer o que Dilma diversas vezes negou que fosse necessário: um ajuste fiscal.
Antes disso, três dias após ganhar as eleições, o governo aumentou a taxa de juros numa clara sinalização que a inflação não estava sob o controle. Também o contrário do que disse a presidente Dilma em toda a campanha eleitoral.
Resta claro que o PT levou o país em direção ao abismo financeiro apenas para vencer as eleições. Não tinham como prioridade o interesse da população, mas apenas a obcessão em se manter no poder à custa do rombo no erário.
A campanha de infâmias, marcada por acusações pessoais seja contra Marina Silva, seja contra Aécio Neves, era apenas uma vertente de um projeto eleitoral. Pelo jeito, não importa que o país ficasse quebrado. O que importava era ganhar a eleição, a qualquer custo.
Após eleita, consciente de suas dificuldades, Dilma pediu "diálogo" a todos. Ora, como dialogar com quem há poucos dias difamou e atacou injustamente e, pior, escondeu dos brasileiros a real situação do país. Melhor continuar do lado de fora da porta. Pessoas que agem dessa maneira não merecem conversa séria.

terça-feira, 4 de novembro de 2014

TSE aceita auditoria das eleições de 2014.


O Tribunal Superior Eleitoral acaba de aceitar, por unanimidade, a auditoria nas eleições presidenciais.

Pois é… 
Quem disse que não vale a pena lutar? 
Eu não espero que se mude o resultado. 
Eu quero que se apurem os indícios de irregularidade.
É um direito.
Ainda voltarei ao tema.
                    *Por Reinaldo Azevedo
COMENTO:TRANSPARÊNCIA, MAS NEM TANTO...
Por unanimidade, o Tribunal Superior Eleitoral aceitou nesta terça-feira liberar ao PSDB acesso aos arquivos eletrônicos e demais documentos referentes à totalização dos votos da eleição presidencial. A corte, porém, negou o pedido da sigla para criar uma comissão a fim de auditar o resultado do pleito. O plenário seguiu o voto do presidente do TSE, José Dias Toffoli. Ele ressaltou que todos os procedimentos deferidos constam em resoluções da corte que tratam da transparência do processo eleitoral e estavam disponíveis antes da eleição. O partido, derrotado pela presidente Dilma Rousseff por uma diferença de três pontos, quer que a corte crie uma comissão especial formada por representantes indicados pelos partidos políticos para avaliar a fiscalização dos sistemas utilizados no pleito. (...)"

Eduardo Cunha lança campanha à Presidência da Câmara com discurso anti petista.

*Via Josias de Souza

O plebiscito e a arte de iludir

DITADORES - Caracas (2009) e Alemanha (1935). Chávez e Hitler iludem as massas com plebiscitos
DITADORES - Caracas (2009) e Alemanha (1935). Chávez e Hitler iludem as massas com plebiscitos 
(Ariana Cubillos/AP e Getty Images/VEJA)


Napoleão, Hitler, Mussolini, Chávez, Evo Morales, Lula e, agora, Dilma. Quando o objetivo é levar o povo ao autoengano, o truque clássico é convocar um plebiscito.

A Constituição Brasileira de 1988 prevê, no artigo 14 do capítulo dedicado aos direitos políticos, que o povo poderá exercer a democracia direta de três maneiras: plebiscito, referendo e iniciativa popular. No plebiscito, as pessoas respondem sim ou não às perguntas. Em caso de vitória do sim, o Congresso faz leis para materializar o veredicto popular. No referendo, primeiro a lei é feita e aprovada pelo Congresso, mas só entra em vigor se a maioria dos eleitores do país disser sim a ela. “No referendo, o povo endossa um cheque do Parlamento. No plebiscito, o povo dá ao Parlamento um cheque em branco”, resume magnificamente Carlos Ayres Britto, ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF).
A iniciativa popular é um projeto de lei que vai de baixo para cima. Mas ela só pode ser apresentada por, no mínimo, 1% do eleitorado nacional, distribuído pelo menos por cinco estados, com não menos de três décimos por cento dos eleitores de cada um deles. A iniciativa popular foi o único desses instrumentos constitucionais a produzir no Brasil efeitos realmente transformadores, caso da Lei da Ficha Limpa, de 2010, proposta pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), que impede condenados pela Justiça de se candidatar nas eleições.
O mais recente plebiscito realizado no país, o do desarmamento, em 2005, no primeiro mandato de Lula, foi uma farsa. Quase 70% dos eleitores brasileiros disseram não à pergunta “O comércio de armas de fogo e munição deve ser proibido no Brasil?”. O povo, assim, recusou aos parlamentares de Brasília o direito de transformar em lei um artigo do Estatuto do Desarmamento. Foi então meio referendo, meio plebiscito. Mas a farsa não se deveu a essa particularidade, e sim ao fato de os eleitores terem sido submetidos a uma pergunta enganosa.
VEJA
NÃO, NÃO E NÃO - Lula tentou tirar a atenção do caso do mensalão com um plebiscito que proibia apenas os cidadãos honestos de portar armas: perdeu
​Como escreveu VEJA na reportagem de capa “7 razões para votar ‘não’ ”, de 5 de outubro daquele ano, o plebiscito estaria fadado ao fracasso, uma vez que a proibição seria respeitada apenas pelas pessoas honestas, e não pelos bandidos, que, por definição, são fora da lei. O plebiscito de Lula foi um fiasco também por não ter atingido dois de seus objetivos ocultos — tirar a atenção da opinião pública do escândalo do mensalão no momento em que se falava do impeachment do presidente e testar a aptidão do eleitorado para essa modalidade de consulta. O povo brasileiro deu a Lula um triplo não.
Preferido por demagogos e manipuladores da vontade popular desde os tempos da República Romana, passando por Napoleão, Hitler, Mussolini, chegando a Hugo Chávez e Evo Morales, o plebiscito virou conversa frequente da presidente reeleita Dilma Rousseff. Confrontada com Renan Calheiros, presidente do Senado, Dilma, taticamente, recuou da proposta de fazer reforma política por plebiscito, aceitando, por enquanto, o referendo.
É empulhação do mesmo jeito. Empulhação por quê? Porque tudo o que o governo quer agora, a exemplo de Lula com o mensalão, é desviar a atenção do escândalo do petrolão. Reforma política requer discussões profundas, técnicas, sobre temas complexos que não são resumíveis a decisões em preto e branco, pelo sim ou não. Uma das perguntas que o PT faria seria esta: “Você é favorável ao financiamento público de campanhas?”. É impossível responder sem mais detalhes, a não ser que o objetivo seja manipular o povo, tachando de “bêbado”, “drogado”, “nazista” e “espancador de mulheres” quem ficar contra a proposta oficial. O certo seria perguntar: “Além de trabalhar cinco meses por ano apenas para pagar impostos e taxas, você é favorável a tirar ainda mais dinheiro da sua família e dá-lo aos candidatos a cargos públicos?”. Mas...
A ideia do plebiscito é bolivariana. O governo da Venezuela, em 2009, propôs ao povo a seguinte questão: “Está de acordo em deixar sem efeito o mandato popular outorgado mediante eleições democráticas ao cidadão Hugo Rafael Chávez Frías?”. A pergunta honesta seria: “Aceita que Chávez nunca mais saia do poder?”. Honestidade não combina com bolivarianismo. No Brasil, a ideia tomou corpo no PT por diversas razões. Uma delas é a genuína vontade do partido de truncar as atuais regras eleitorais, agora que suas vitórias na democracia representativa estão se dando por margens cada vez menores. Para o PT, é vital um método menos arriscado de se perpetuar no poder. Outro objetivo é fazer do plebiscito a regra e dar uma banana para as instituições.
Ditadores são os maiores adeptos da consulta plebiscitária — não por amor à democracia, é óbvio, mas pela facilidade de manipulação. Hitler ganhou plenos poderes na Alemanha em 1934 em um plebiscito em que ficou com 90% dos votos. Em 1936, Hitler obteve 98,8% de aprovação em um plebiscito em que perguntava ao povo se concordava com a militarização da margem oeste do Rio Reno, o que lhe era vedado desde a derrota na I Guerra Mundial. Já sob as botas nazistas, 99,7% dos austríacos disseram sim à unificação com a Alemanha. Mussolini, o fascista italiano aliado de Hitler, consolidou o totalitarismo com 99,8% de votos favoráveis. Napoleão Bonaparte venceu por 90% o plebiscito com o qual sepultou a Revolução Francesa e em que só três em cada 100 franceses votaram. Dilma rebateu críticas à proposta de fazer reforma política por plebiscito com um argumento esfumaçado: “É estarrecedor que se considere plebiscito algo bolivariano... Então a Califórnia faz bolivarianismo”. Hello! A Califórnia é um estado, não um país. Por essa lógica, se a Califórnia tem terremoto e o Japão também, a conclusão deve ser que os californianos falam japonês. Então, à luz da experiência histórica, fica combinado o seguinte: plebiscito com o PT no poder, não, não e não!

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

A estupidez de um tucano.

Vice presidente do PSDB desaprova impeachment de Dilma.
Fico pasmo como o presidente nacional de um partido, grande como o PSDB, pode ser tão desinformado. A manifestação não aconteceu porque a eleição foi acirrada. Ela aconteceu porque o brasileiro que produz riqueza para o país está cansado de ser tributado de maneira elevada para que o governo federal use esse dinheiro (que é nosso e não deles) para comprar votos com programas assistencialistas que não visam retirar o povo da pobreza, mas sim, deixa-lo cada vez mais dependente do Estado.
O manifesto ocorreu porque, apesar de sabermos que todos os partidos possuem quadros corruptos, o PT ultrapassou todos os limites, usando, inclusive, a corrupção para comprar o Congresso como no episódio do Mensalão (o que pode ser caracterizado como um golpe de Estado). A manifestação ocorreu porque, além de um Congresso comprado temos um judiciário aparelhado.
Onde já se viu o cidadão não puder confiar no sistema eleitoral e o TSE fazer pouco caso disso?
Se não se pode afirmar que houve fraude também não se pode afirmar que não houve. Graças ao TSE a impressão do voto foi ridicularizada e os argumentos apresentados pelo mesmo beiram a má-fé.
Nosso governo vem, há tempos, ajudando ditaduras sanguinárias como a cubana, as africanas e a venezuelana o que, por si só, já é um atentado contra os princípios democráticos. Se o Sr. acha que essas razões não são suficientes, por favor, explique-me o impeachment do Collor que, por muito menos, saiu, merecidamente, da Presidência da República.
Além da revolta de ler uma declaração estúpida vem a tristeza de ver que no Brasil, o que deveria ser o maior partido de oposição ao governo, é na verdade um partido de mentirinha. Aliás, esse alerta foi dado por Joaquim Barbosa, que se referiu a todos os partidos brasileiros como sendo partidos de mentirinha.
O PSDB deveria querer ser exceção mas prefere a omissão. O senhor Alberto Goldman deveria pedir desculpas aos milhões de brasileiros que estão indignados e que, por falta de opção, votaram em Aécio para tentar derrubar o governo mais nefasto que tivemos depois da ditadura militar. 
¨* ROBSON FILGUEIRAS -  http://linkis.com/portalvox.com/5uBZw

Pior do que está fica!

Dilma Rousseff terminará seu primeiro mandato exibindo, em praticamente todas as áreas, indicadores piores do que recebeu. Trata-se de feito único desde que o país reencontrou o caminho da estabilidade monetária e da responsabilidade fiscal.

O rol de promessas não cumpridas é extenso. Começa pela inflação, passa pelos juros e culmina com contas públicas em pandarecos. Nem a geração de empregos - que o PT usa como marca do "sucesso" de sua política econômica - resistiu.

Com a alta da Selic determinada anteontem pelo Banco Central, a taxa básica já está em 11,25% ao ano. Um novo aumento deve ocorrer na reunião do Copom marcada para início de dezembro, elevando o juro brasileiro em mais 0,25 ponto percentual, campeão absoluto no ranking mundial da usura.
Desta maneira, Dilma descumpre uma de suas mais caras promessas:
a de baixar a taxa real a 2% ao ano. Usando seus peculiares conhecimentos de teoria econômica, a presidente tentou fazer isso na marra, mas fracassou redondamente. Não só não conseguiu reduzir os juros, como terminará os quatro anos com taxa mais alta do que recebeu.
Sua política também alimentou a inflação.
Em nenhum dos 45 meses de seu mandato decorridos até agora, a petista conseguiu cumprir a meta de inflação de 4,5% ao ano. A taxa acumulada em 12 meses esteve sempre acima deste patamar e em 13 ocasiões estourou o limite máximo de tolerância - como acontece com os 6,75% atuais.
Os resultados fiscais são outro fiasco. 
Hoje pela manhã foram conhecidos os números do Tesouro relativos a setembro, trazendo o primeiro déficit acumulado nos nove primeiros meses do ano desde 1997. O rombo até setembro é de R$ 15,7 bilhões.
Apenas no mês passado, as despesas superaram as receitas em R$ 20,4 bilhões, uma enormidade nunca antes vista neste país. Foi o pior resultado já observado na série histórica, pior até do que o verificado em setembro de 2008, quando o país mergulhou em séria crise econômica.
Para completar, também no mercado de trabalho a situação degringolou com Dilma. Nos nove primeiro meses da atual gestão, em 2011, foram geradas 2,08 milhões de novas vagas, número que caiu agora para apenas 904 mil no acumulado entre janeiro e setembro deste ano. A indústria continua a pôr trabalhadores em férias e as montadoras ampliam as licenças a seus empregados.
No fim de seus quatro primeiros anos de governo, Dilma Rousseff está numa encruzilhada: perseverar no caminho que produziu esta penca de maus resultados ou trair tudo o que disse e prometeu na campanha eleitoral e mudar totalmente os rumos de uma política fracassada. 
O risco é ficar pior do que já está.
*Este e outros textos analíticos sobre a conjuntura política e econômica estão disponíveis na página do Instituto Teotônio Vilela.

Da Série: Entendendo os votos do PT no Nordeste!


Como nordestina e sempre consciente de toda realidade social dessa terra, de todo o Brasil. Ontem soube de mais uma sobre o Nordeste : perdemos DEZ PONTOS no índice de empregos em todo Brasil!

Essa região foi á que MENOS cresceu em termo de novos empregos. Com uma maior dificuldade em se conseguir trabalhadores com qualificações para o competente mercado de trabalho.
Como será possível essa realidade humilhante vergonhosa mudar ??
Maioria recebendo Bolsa VOTO sem Família!
Uma outra parte nos "PRONOTEC "da vida"; apenas matriculados e saindo SEM qualificações alguma. Tenho uma amiga que administra cursos pelo Senai, que fica desesperada e desmotivada em ir para esses cursos. Maioria das alunas que ficam com seus celulares de última geração. Pagos com prestações á perder de vista. Outras que simplesmente DORMEM na sala de aula. Por conta das noitadas e farras!
Estão "produzindo" mais "cabeça" por voto para o Bolsa Família!
Afinal de contas, cinco filhos nesse Brasil, se tornou uma "pequena empresa" e das mais "seguras".
Sei bem de uma pequena parte que fazem esses cursos com seriedade e desejos de mudarem suas realidades. Sei que toda regra tem exceção!
Mas, nesse desmando do PT, à regra é SAFADEZA!
Falta de SERIEDADE e COMPROMISSO SOCIAL em TUDO que fazem nesse pais!
Esse é o "pagamento" de vocês, irmãos nordestinos : CADA ANO MAIS ATRASADOS E PASSADOS PARA TRÁS, POR DILMA, LULA E PT!
"Chupem" mais essa. petistas MENTIROSOS de uma "figa" !!!!
FORA ESCÓRIAS !!!
VÃO PARA CUBA QUE PARIU !!!
Tirando MINHAS crianças, quero mais que vocês se EXPLODAM !!!
VERMES !!!
Ratos traiçoeiros !!!
*Raquel Santana, em Revoltados ON LINE  

E o PT demonstra sua incapacidade de gerir o Estado.

O grande vilão da história é o Estado, ora tripulado pelo poste sem luz do Lula, com a mais estridente incompetência e acobertamento do mega-roubo da Petrossauro (dez bilhões de reais em doze anos). Fora as mega-obras  superfaturadas no Brasil e no exterior, estas  ilegais, pois sem licença obrigatória do Congresso, o que vai causar impeachment da falsa “gerentona” desastrada e agora reeleita.

"O que estamos fazendo é a favor do Brasil", diz Carlos Sampaio, sobre pedido de auditoria do PSDB.

Coordenador jurídico da campanha presidencial do tucano Aécio Neves, o deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP), diz considerar necessário um esclarecimento para a população brasileira sobre a segurança do sistema eleitoral. Esta é a justificativa dada por ele para o pedido de auditoria apresentado ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). “Não tem terceiro turno. Estamos fazendo um favor para o Brasil”, afirma o deputado.
Alegando que o PSDB não contesta o resultado da eleição, ele afirma que o objetivo é fazer frente ao sentimento de uma “parte significativa da nação”, de que pode ter havido fraude no processo eleitoral.
O PSDB provocou polêmica nesta semana ao apresentar um pedido de auditoria do processo eleitoral. Isso alimentou muita especulação de que o partido tenta fazer uma espécie de terceiro turno. Como o senhor responde?
O que nós apresentamos foi um pedido de auditoria do sistema, tendo em vista que existe no Brasil, neste momento, uma parte significativa da nação que alimenta um sentimento de que teria havido uma fraude. Mas não houve um pedido nosso de recontagem dos votos, não houve um pedido de impugnação, não questionamos o resultado da eleição. Em hipótese alguma.
Mas isso não alimenta uma repercussão que vai exatamente nessa linha?
Quem entende de Direito Eleitoral sabe muito bem que não impugnamos e que não houve motivo para isso. Eu coordeno um time de advogados que cuidou da campanha do senador Aécio Neves que inclui nada menos do que três ex-ministros do TSE. Todos eles, assim como eu, temos a clareza de que o sistema eleitoral brasileiro é seguro.
Se o senhor sabe que é seguro, o que motiva a ação então? Pode ter havido uma ação do PT, na avaliação do senhor?
Em momento algum nós dissemos isso. Olhe, eu, assim como você, recebo 1 mil mensagens de Whatsapp por dia de brasileiros que afirmam que poderia ter havido uma fraude. Se alguém em eleições passadas já viu alguma coisa parecida com isso, eu nunca vi. É assustador para o Brasil esse sentimento de que poderia ter havido uma fraude. Estou afirmando: não houve fraude, o sistema é seguro e o presidente do TSE agiu em todo o processo com a isenção e imparcialidade que se espera da mais alta Corte do país. Ele foi isento, foi um conciliador.
O que o PSDB ganha com isso? 
Em momento algum esse pedido traz algum tipo de ganho ao PSDB. Estamos apenas dividindo com o TSE uma proposta para dissipar esta dúvida que existe em todo o Brasil, propondo que sejam selecionados três técnicos do próprio tribunal e três indicados pelos partidos. Estamos afiançando ao Brasil que o sistema é seguro. Essa nossa tese é em defesa do TSE, não contra. Não há motivo para ninguém se contrapor a isso. Não tem terceiro turno. O que estamos fazendo é a favor do Brasil. Onde é que poderia haver um jogo de cena aqui?
Outra polêmica jurídica que marcou a reta final da campanha foi a capa da revista Veja, que motivou um direito de resposta concedido à campanha do PT. Como o senhor avalia essa decisão da Justiça Eleitoral? Há informações que sugerem que a fala do doleiro Alberto Youssef poderia ter sido distorcida. 
Eu acho que a liberdade de imprensa deve ser preservada, sempre. Até quando a imprensa tem uma interpretação equivocada sobre uma determinada informação. Este também é um direito. Foi um erro brutal o que houve, na minha opinião. Não tem como cercear a imprensa quando há informações claras, áudios. Sem contar que esta questão toda da Petrobras teve uma dimensão enorme por si só. A revista Veja pode ter dado um fecho a isso, mas não foi a revista que suscitou essa crise.
Que avaliação geral o senhor faz da ação jurídica na campanha deste ano? O impacto nas redes sociais e a repercussão criaram um desafio maior para a Justiça Eleitoral?
O que eu acho que os ataques pessoais e mentiras do PT foram desmedidos. Eles sabem que nós afrontamos a candidatura deles na nossa propaganda, mas não com mentira.
Mas no acordo final firmado entre as campanhas e o TSE para neutralizar as ações, havia aproximadamente o mesmo número de representações dois dois lados.
Mas nós agimos na qualidade, não na quantidade. Tanto é que tivemos mais minutos assegurados por decisão da Justiça. No nosso caso, não importou o quantitativo, e sim o qualitativo. Mas posso dizer sem sombra de dúvida que o presidente do TSE mostrou que tem a estatura necessária para comandar um processo eleitoral desta envergadura. Ele foi absolutamente imparcial. Minha posição aqui é de rasgados elogios a ele, embora eu seja um deputado de um partido de oposição.

Pesquisas: ainda o ajuste de contas; dados da discórdia.

Ricardo Guedes, diretor do Sensus -- instituto de pesquisa que, como o Veritá, ambos de Minas, foi usado no último programa eleitoral de Aécio Neves para mostrar vantagem do tucano no segundo turno -- diz que seus 'resultados indicaram empate técnico'. Enquanto o Veritá alega que seus dados teriam sido manipulados, Guedes declara que os dele 'sempre foram corretamente veiculados'.
Em parceria com a revista 'IstoÉ', o Sensus apontava Aécio com 52,1% dos votos e Dilma com 47,9%.
(Mônica Bergamo - Folha de S.Paulo)

domingo, 2 de novembro de 2014

Fraude eleitoral: Isto seria uma prova?


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Acima um boletim do site da Justiça Eleitoral, com observação de detalhes ainda não vinculados na imprensa, e abaixo, imagens da denúncia feita por um mesário de Campina Grande (PB), veiculada neste domingo em seu perfil público no Facebook, durante o processo de votação. Ele alertara a todos que a urna de sua seção chegou com extrato inicial já computado 400 votos para Dilma Rousseff. Motivado pela revolta que sentiu no momento, ele tirou uma foto de um extrato eletrônico da urna custodiada por sua seção eleitoral. Teria tentado chamar a Polícia, mas foi impedido por “forças maiores”.
Simples assim! Urnas chegaram, em todo o Brasil, já com votos pré-computados. Estatisticamente, é quase impossível que, precisamente, houvessem 400 votos para Dilma e nenhum para o Aécio, ainda mais numa eleição em que os dois estavam praticamente empatados. Considerando que uma fraude dessa é tarefa para gente grande, somos levados a crer que dezenas ou centenas de milhares de urnas, Brasil a fora, passaram pelo mesmo processo fraudulento. [Fonte]

Não é de hoje que é fácil de compreender o processo de fraude nas urnas eletrônicas, é algo simples mesmo para alguém com pouco conhecimento de sistema. E assim o brasileiro mais uma vez acha que está fazendo o certo, que está ajudando na democracia, mas novamente, é feito de palhaço. Entendam, eles não colocam quem o povo quer, é quem eles querem. E mesmo assim quem estiver lá, está apenas obedecendo ordens. Seja Dilma, seja Aécio.

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*Com site http://verdademundial.com.br/fraude-nas-eleicoes-2014-saiba-mais/

Ironia.


Sinceramennte, eu gostaria de ver essa mensagem reproduzida em todas as páginas do FB e por toda parte.
Se enviados do sr. Maduro, aliados do PT no Foro de São Paulo, estão abertamente treinando brasileiros para a guerrilha, que é que falta para as Forças Armadas entenderem que o governo brasileiro está em conluio com uma nação estrangeira CONTRA a soberania nacional?
Sim, as Forças Armadas não devem interferir, o Brasil tem uma democracia em perfeito funcionamento e tudo deve ser resolvido por meios legais. 
Em vez de incomodar os militares, os cidadãos, quando se sentem oprimidos pelo Foro de São Paulo, podem usar dos seguintes meios democráticos de ação:
a) Votar em eleições controladas pelo TSE petista, quer dizer: pelo Foro de São Paulo
b) Apelar a tribunais controlados pelo STF petista, quer dizer: pelo Foro de São Paulo.
c) Pedir socorro a deputados e senadores que preferem antes matar a própria mãe do que dizer "Foro de São Paulo".
Com todos esses meios à disposição, o povo tem de ser mesmo muito autoritário e fascista para preferir uma intervenção militar.

*Olavo de Carvalho