sábado, 7 de maio de 2011

Perguntar não ofende?

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Um povo, tão safo, de repente, sifu!

Esta semana nos trouxe, oficialmente, a notícia de que nestes primeiros meses de governo, dona Dilma - a presidenta - nos "presenteia" com um IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) de 6,51% no acumulado dos últimos 12 meses, segundo pesquisa divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
O resultado, óbvio, extrapola a meta do governo, embora saibamos que sob a batuta torta de Mantega, meta é chute e o chute é sempre para fora.
Mas o ministro, escorregadio como quase sugere seu sobrenome, nos vem com uma "estória" de que "sua meta" prevê dois pontos de tolerância (6,5%).
Mas este nosso país é o paraíso da tolerância. Toleramos as mentiras ( ele chama de bravatas ) de Luiz da Silva, toleramos o abuso de poder dos petistas, toleramos o mensalão petista ( o maior escândalo da história republicana ), toleramos os constantes superfaturamento e desvios em obras do governo ( segundo o TCU )  e, por fim, lembremos, toleramos a imposição de uma candidatura, politicamente inapta e administrativamente inexpressiva, à presidênca da República.
Taí o que nos legou Luiz da Silva. Um país mal administrado, que se segura graças às exportações para China e a postura profissional e punjante do agronegócio, tão combatido pelos petistas.
O povo parece já estar se acostumando com convera fiada de político e da imprensa esquerdista.
Esta semana também proclamou-se como histórica uma decisão do STF sobre a relação estável homoafetiva, como se fosse esperar outra decisão de um Tribunal sempre em harmonia com o executivo, poder este que através dos seus expoentes de nulidade, a exemplo de Marta Suplicy, incluem-se na claque e patrocinam a causa no legislativo.
Que histórica que nada! Históricas foram as decisões dos magistrados que em diversos Estados do Brasil, decidiram com coragem, em primeiro grau, o que o STF o fez, agora, em última instância. Ao STF coube a pompa e circunstância, com direito a transmissão ao vivo e "desmunhecadas" mil.
A semana termina com protestos, em todo país, contra o aumento exorbitante dos combustíveis. É incrível, mas é verdade: o preço da gasolina no Brasil é o dobro do Paraguai, com o agravante de que o país vizinho não produz uma só gota de petróleo.
Mas os protestos são brandos. Daqui a pouco todos estarão adaptados aos novos preços dos combustíveis, sacrificando suas economias pessoais, mas com as atenções voltadas para o desarmamento da população ordeira em razão do novo programa de desarmamento do governo.
O governo não lança um programa de desarmamento dos bandidos. Não efetua uma política de efetivo controle e policiamento nas fronteiras visando coibir o contrabando de armas, mas quer desarmar a qualquer custo ( vide Fux ) o cidadão decente que não dispõe da proteção do Estado haja visto os indíces de crimes, em todo território nacional, contra o cidadão e seu patrimônio.
Mas para muitos, sobretudo para grande parte da imprensa, dos políticos e da classe artística,  onde predominam o boiolismo e o esquerdismo, o importante "é ser feliz" e usufruir do sabor e da frescura do poder.
Quanto ao povo?  Ah, este já não se entende. Outrora, tão safo, de repente, sifu!

Aliados estão contra PT na campanha para lista fechada

Cândido Vaccarezza cumprimenta Henrique Eduardo Alves: disputa na reforma política
(Foto Renato Araújo/Agência Brasil)
O PMDB já sinaliza a primeira grande queda de braço com os petistas no Congresso Nacional no que se refere à votação de projetos. Nesta terça-feira a bancada do partido na Câmara dos Deputados deve fechar sua proposta de reforma política, favorável ao voto majoritário para vereador e deputados federais e estaduais – o chamado distritão. O sistema permite que os candidatos mais votados em cada estado sejam eleitos independentemente do desempenho dos partidos. Já o PT tem feito campanha para adoção de lista fechada - em que eleitor vota no partido, e não no candidato individualmente.
O distritão é defendido com vigor pelo vice-presidente, Michel Temer, e vem sendo discutido há cerca de um mês na comissão interna de reforma política do PMDB. Para evitar uma indisposição ainda maior com o PT, os peemedebistas devem incluir parcialmente a lista fechada na proposta de reforma. Ou seja, metade das cadeiras da Câmara seria preenchida com base na lista fechada, e a outra metade, por meio do distritão.
“Nem um caminho, nem outro tem força suficiente para aprovar, sobretudo se for por meio de emenda constitucional. Queremos conciliar as duas tendências”, avalia o líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN). “A grande crítica da lista fechada é o caciquismo. O eleitor filiado ao PMDB é que vai escolher em votação interna do partido três ou quatro candidatos para ficarem no topo da lista”, completou.
Pela proposta, os candidatos integrantes da lista fechada terão financiamento público para a campanha eleitoral. Já os candidatos do distritão receberão recursos de empresas privadas que realizarem doações ao partido. 
*Leia mais em VejaAbril.com

Salada de siglas

Esta salada de siglas, composta de, por exemplo, PSD, PC, NOVO, CON, PEN podem não dizer nada à maior parte dos eleitores, mas poderão, num futuro próximo, estar participando da corrida por cargos eletivos.
O PSD, para onde devem acorrer conhecidos nomes da política nacional,  é só um exemplo (o mais poderoso) entre dezenas.
O partido de Gilberto Kassab deverá ser registrado até setembro, a tempo de se inscrever para disputar as eleições municipais de 2012.
Fora dos holofotes, mais de 30 grupos políticos enfrentam uma batalha inglória pelo mesmo objetivo.
Dentre as legendas que brigam pelo reconhecimento, há de tudo: o Partido do Esporte (PE), o Partido Cristão (PC), o Partido Comunista Revolucionário (PCR), o Partido Conservador (CON), o Partido Ecológico Nacional (PEN), o Partido do Terceiro Setor (P3S). Dois assinam como PMB: o Partido Militar Brasileiro e o Partido da Mulher Brasileira. (VejaAbril.com)

Lula: o palestrista milionário.

Agora ser hetero é quase que um...insulto!

Abaixo o mundo da fornicação, da procriação e da propriedade privada dos heterossexuais!
Depois que os homoafetivos leram estas palavrasde Lewandowski — faço questão de repeti-las —, tomaram uma decisão histórica:
“(…) estão surgindo, entre nós e em diversospaíses do mundo, ao lado da tradicional família patriarcal, de base patrimoniale constituída, predominantemente, para os fins de procriação, outras formas deconvivência familiar, fundadas no afeto, e nas quais se valoriza, de formaparticular, a busca da felicidade, o bem estar, o respeito e o desenvolvimentopessoal de seus integrantes.”
Descobriram que a verdadeira “homoafetividade” émuito diferente da sujeira que junta “sexo, propriedade e procriação” — essascoisas que praticam os heterossexuais, vocês sabem, e que acabaram dando origemao Estado e ao capitalismo, a todas essas coisas que nos oprimem. A verdadeira“homoafetividade” deveria dispensar a carne, abrindo mão de toda posse,inclusive a do outro, em nome da busca da felicidade.
Assim, comunidades gays decidiram montar templosnas montanhas em que os “homoafetos”, muito puros, pisando em nuvens, quaselevitando, podem exercer essa forma superior de amor…
A coisa toda é de um ridículo incurável. Aquantidade de bobagem que vai na imprensa a respeito é uma coisa espantosa!
Parece que a homoafetividade é um neobudismo,alguma nova manifestação de ascetismo. Quando um homoafeto sente lhe ferveremos hormônios, começa a repetir algum mantra atépassar a comichão…
*Texto por Reinaldo Azevedo

Querem reescrever a história.


Por Arthur Virgílio:
O lulopetismo intenta "reescrever" a História recente do País. Começa com a apropriação do Plano Real, sem lhe citar o nome, e da estabilidade econômica dele advinda. Passa pela demonização das reformas estruturais do período Fernando Henrique Cardoso, mesmo sabendo que foi à custa delas e da conjuntura internacional benigna que Lula surfou nas ondas da popularidade. Desemboca na tentativa de convencer a opinião pública de que não houve mensalão nem desvio ético algum do "comissariado".
As trapaças de Erenice Guerra, braço direito de Dilma Rousseff na Casa Civil, caem no esquecimento. A atual presidente certamente sabe que, no seu gabinete anterior, foi elaborado torpe dossiê contra Ruth Cardoso, e não inexplicável "banco de dados".
Cristovam Buarque, por suposta incompetência, foi demitido por telefone da pasta da Educação. José Dirceu, acusado pelo Ministério Público de ser o chefe da "quadrilha do mensalão", jamais deixou de frequentar rodas palacianas ou de ser atendido, pelos diversos escalões da administração, em seu mister de "consultor".
Não tenho Cristovam como incompetente. Mas se o julgamento do Planalto é esse, o que dizer de Fernando Haddad, que desmoralizou o Enem? E dos executores do PAC, a começar por sua "gerente", que gastaram absurdos em propaganda de obras incompletas ou que nem saíram do papel? E do monte de ministros, cujo nome a população ignora?
Beneficiam-se da Lei de Responsabilidade Fiscal, contra a qual votaram e que questionaram no Supremo Tribunal Federal (STF). Criticavam a dívida pública interna deixada por Fernando Henrique, como se não houvesse preço a pagar pela estabilidade: resgate de esqueletos, como o BNH da ditadura; renegociação das dívidas de Estados e municípios; saneamento dos bancos estatais estaduais, que, na prática, até moeda emitiam em favor do clientelismo e da corrupção; duas capitalizações num Banco do Brasil quebrado e uma na Caixa Econômica Federal, que foi profissionalizada e despolitizada.
Hoje a dívida pública é mais que o dobro da que herdaram: R$ 1,7 trilhão, sem desencavar nenhum esqueleto. Eleitoralismo, "esquerdismo" pelego, falta de espírito público.
Mistificam, confundem, mentem. Comparam o medíocre crescimento que obtiveram nos anos da bonança internacional com os números da luta contra a inflação e do enfrentamento de uma dezena de crises externas sistêmicas que danificaram a economia brasileira, recém-saída da hiperinflação. Esquecem-se de cotejar a evolução do PIB brasileiro, entre 2003 e 2010, com a de países vizinhos nossos, com os Brics, com o mundo desenvolvido. Olvidam que o "brilhante" 2010 (crescimento de 7,5%) nasceu da artificialização do crédito, do incremento assustador dos gastos públicos, coroando a crise fiscal, que se foi tornando mais aguda a cada ano do segundo mandato de Lula. Não tomam a América do Sul e a América Latina como parâmetros, opondo a evolução de seus respectivos PIBs aos períodos 1995-2002 e 2003-2010: aí o Brasil praticamente não alterou sua participação porcentual.
Lula melou as mãos de petróleo, alardeando autossuficiência que jamais houve. Mágico de circo, "trouxe" o pré-sal para o presente, dando a impressão de que os benefícios seriam para o hoje, quando mil dúvidas, a começar pelo marco regulatório, rondam o êxito das operações.
Apropriou-se da rede de proteção social, que visava à emancipação dos beneficiários, criando o Bolsa-Família. Jamais reconheceu méritos: procurava constranger Fernando Henrique ("ex-presidente não deve falar"), ao mesmo tempo que se beneficiava de palavras e votos congressuais de Collor e Sarney.
Gramsciano que não leu Gramsci, planejou minimizar a democracia, pelo aparelhamento da máquina pública e pela desmoralização das instituições. Um parasita de cargo comissionado de cota partidária se satisfaz com seus "proventos" e fica à disposição da "chefia" para gritar palavras de ordem nas ruas do Brasil. O cérebro do lulopetismo pretende mais. Seu espelho é o que foi o PRI mexicano. Sonha com amordaçar a imprensa e reinar sem oposição.
A desenvoltura palaciana de Dirceu, a fraternidade com Delúbio e a imposição de João Paulo Cunha para presidir a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados não são obra do acaso. A ideia é apresentar fato consumado ao STF, intimidar a Corte, desmontar o processo do mensalão.
Fascistas enquistados no Ministério da Educação foram denunciados por imporem livros didáticos que criticam Fernando Henrique e endeusam Lula. Lavagem cerebral. Tentativa criminosa de "miliciar" a juventude, pondo-a a serviço de projeto de poder que jamais quis ser projeto estratégico de Nação. Fizeram isso na Argentina e deu em ópera cinematográfica; no getulismo do Estado Novo, em deposição do ditador; na Itália e na Alemanha, guerra e fim funesto para os ditadores.
Desde o início foi assim. Os discursos atrasados de Lula e do PT levaram os mercados à desconfiança em 2002 e os números da economia se deterioraram. Felizmente, souberam seguir as políticas macroeconômicas com que se depararam. Foi quando nasceu a "herança maldita", mil vezes repetida até a culpa sair dos vencedores e cair nas costas de quem deixava o poder.
Agora, às voltas com renitente inflação gerada pela farra fiscal que fez Lula popular e elegeu Dilma, vivem momento difícil e não têm bode expiatório para execrar. Tergiversam. Candidatam-se a delirante Nobel de Economia falando em conter a inflação sem reduzir o ritmo de crescimento. A que ponto não chegarão quando a dura realidade lhes bater à porta?!
Temo turbulências. Que a democracia saia vencedora de qualquer desafio que se anteponha à sua consolidação plena.

Porque hoje é Sábado, uma bela mulher.

A bela atriz Vanessa Giácomo

Imprensa esquece do fracasso do Bolsa Família de Lula e Dilma

A cobertura da imprensa brasileira, vergonhamente petista ou muito simpática ao petismo, sobre o programa de Dilma de combate à miséria, é indecorosamente desmemoriada. A então candidata Dilma Rousseff afirmou que faria um programa de erradicação da miséria.
Criou até um lema discutível: “País rico é país sem pobreza”.
Quem poderia imaginar que, neste imenso País, ainda existiam 17 milhões de pessoas com renda per capita de até R$ 70,00 por mês, aí incluídas quase 5 milhões que teriam renda igual a zero?
Então houve uma brutal incompetência na implementação do Bolsa Família.
Dizer que alguém sai da miséria absoluta com R$ 75,00 por mês, por exemplo, já que a linha de corte é R$ 70,00, é coisa de poetas nefelibatas.
Dilma está sendo exaltada estaria cumprindo promessa de campanha.
Então, por que o governo Lula, de que ela foi a chefona, lhe deixou como herança, a despeito de toda aquela discurseira, 17 milhões com renda per capita de até R$ 70,00?
Mas o que andou fazendo o tal Bolsa Família nos governos dela e de Lula?

sexta-feira, 6 de maio de 2011

PT começa a destruir a Vale.

A Vale informa que lucrou R$ 11,291 bilhões nos três primeiros meses de 2011 -alta de 12,9% ante o quarto trimestre de 2010 e de 292% em relação ao primeiro trimestre do ano passado.De janeiro a março, o faturamento alcançou R$ 23,6 bilhões, avanço de 81% ante igual período de 2010. Ontem, Roger Agnelli, que será substituído na direção da Vale por Murilo Ferreira, disse que governo e empresa têm "missões" e "prazos" diferentes. Mas afirmou "entender" a posição do ex-presidente Lula de cobrar mais compras no país -o que nem sempre, diz, é possível, dado o custo alto em alguns casos. "Cada um tem uma visão e uma missão. A missão da companhia é gerar os resultados para ela poder gerar capacidade e investimentos. A missão do governo é diferente da de uma empresa. Completamente diferente."
O executivo foi demitido por Lula e Dilma. Ele deixa o cargo no dia 21. Lula que a encomenda de 19 navios cargueiros de grande porte fosse feita no Brasil, e não na China e na Coreia. Agnelli não aceitou dar prejuízo para a empresa. O primeiro foi entregue ontem. Saiu por US$ 120 milhões.
No Brasil, o valor seria praticamente o dobro: US$ 236 milhões, segundo a Vale. E ainda não teria sido entregue.
O governo petista já determinou que a Vale entre com dinheiro em Belo Monte e no trem-bala. Podem criar um "Valeômetro" para medir a queda dos lucros da empresa, nos próximos cinco anos. Menos lucro, menos valor, prejuízo para o acionista minoritário. Não tenho conta no Bradesco, acionista majoritário. Se tivesse, fechava. (Blog Coturno Noturno)
* http://adireitabrasileira.blogspot.com/

Justiça apura "doação em excesso" para o líder do governo.

A Procuradoria Regional Eleitoral (PRE) ingressou com representação no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) em São Paulo contra o empresário Benedito Cavallieri Sobrinho por “excesso de doação”. Na campanha de 2010, ele doou, como pessoa física, R$ 1 milhão a mais que o permitido para o caixa do candidato Cândido Vaccarezza (PT-SP), líder do Governo na Câmara. Estima-se em R$ 5 milhões o montante a ser desembolsado a título de multa pelo empresário, do Grupo Imetame Metalmecânica, sediado em Aracruz (ES), potência no ramo de usinagem e caldeiraria, empregador de 4 mil trabalhadores.
Na representação 9.433, o procurador regional eleitoral Pedro Barbosa Pereira Neto pediu redução de um terço da sanção. O relator no TRE é o desembargador Alceu Navarro, que deverá submeter a demanda ao colegiado da corte. O procurador enquadrou Cavallieri no Artigo 23 da Lei 9.504/97, a Lei Eleitoral. Pereira Neto sugeriu o benefício da redução da multa porque o próprio Cavallieri, de 77 anos, se apresentou espontaneamente ao Ministério Público Eleitoral e admitiu ter feito repasse muito acima do permitido - para doar R$ 1 milhão, ele deveria ter auferido rendimento de R$ 10 milhões no exercício anterior.
A conduta de Cavallieri surpreendeu o procurador. É a primeira vez que um doador de campanha se apresenta, confessa o equívoco e aceita ser punido com multa tão pesada, sem contestação - por meio de seu advogado, Pedro Dallari, ele apenas requereu o parcelamento da dívida e decidiu não questionar a representação ao TRE.
“Todas as contribuições que recebi estão estritamente dentro dos marcos legais”, declarou Vaccarezza. “Não cometi nenhum erro, nenhuma ilegalidade. Trata-se de mero erro administrativo, não é um erro político. Ele (Cavallieri) não sabia desse limite para doação, nem eu.”
*Publicado no jornal O Estado de S. Paulo.
COMENTO: Eis aí um caso que deve ser observado pela Justiça em todo o Brasil. Existem rumores que muitas pessoas ( os chamados laranjas ) doam valores "quase no limite" para evitar problemas. Mas a questão não reside na doação, simplesmente, mas sim no fato de que não se demonstra de onde vem a quantia. São doações, em dinheiro, depositadas em conta especial da campanha.
Outro fato que deveria ser apurado seria a relação desse empresário ( ou suas empresas )  com o governo, principalmente, com empresas estatais.
É preciso exigir do doador a origem dos valores da doação e sua relação com o Estado.

O terceiro mandato de Lula

O ex-presidente Lula tem visitado Brasília sigilosamente, em geral à noite, para manter reuniões privadas com a presidenta Dilma Rousseff, a quem encaminha “demandas” que vão do preenchimento de cargos à fixação de prioridades, como no caso do projeto que pretende revisar o tratado internacional de Itaipu.
Frequentemente, Dilma discorda de Lula, como no caso do tratado de Itaipu, mas sempre o atende.
A assessoria da Presidência da República informou que só toma conhecimento da agenda oficial de Dilma.
Ignora a “extraoficial”. (Coluna CH)
COMENTO: É isso que dá eleger poste. Jamais tive dúvidas sobre quem manda mesmo neste governo. O próprio Lula já declarou que tem almoçado, pelo menos uma vez por semana, com a presidenta.
A prova do terceiro governo está aí. Nos oito anos Lula não trabalhou. Trabalharam para ele. Ele nada criou. O governo anterior se encarregou de criar e ele de renomear projetos e ações de governo. 
É Lula quem comanda o governo. É ele quem determina o que deve ser feito. Dilma apenas executa, oficialmente, as ordens de Luiz da Silva.
Assim, o governo continua incompetente.

Por unanimidade, Supremo reconhece união estável de homossexuais.

O que o Supremo une, o homem não separe?...
Texto de Maurício Savarese - UOL Notícias:
Em um julgamento histórico e por unanimidade, o STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu nesta quinta-feira (5) reconhecer as uniões estáveis de homossexuais no país. Os dez ministros presentes entenderam que casais gays devem desfrutar de direitos semelhantes aos de pares heterossexuais, como pensões, aposentadorias e inclusão em planos de saúde.
Foram analisados dois pedidos no julgamento: um deles do governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB), para que funcionários públicos homossexuais estendam benefícios a seus parceiros, e o outro da Procuradoria-Geral da República (PGR), para admitir casais gays como “entidade familiar”. A decisão do Supremo terá efeito vinculante, ou seja, será aplicada em outros tribunais para casos semelhantes.
Na sessão de hoje não votou apenas o ministro José Antônio Dias Tóffoli, que se declarou impedido de participar, já que atuou no processo quando era da Advocacia-Geral da União. O ministro Carlos Ayres Britto foi o relator, acompanhado pelos demais colegas para definir a vitória dos movimentos homossexuais.
O julgamento começou na quarta-feira (4), quando falaram o relator e cinco defensores da iniciativa, além de dois adversários –um deles representante da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil). Os ministros, no entanto, evitaram listar todos os benefícios que os casais gays passariam a receber.

Polícia do Senado tenta expulsar Danilo Gentili por abordar Renan

Por Gabriela Guerreiro:
Policiais do Senado tentaram nesta quarta-feira expulsar uma equipe do programa humorístico CQC, da TV Bandeirantes, depois que o repórter Danilo Gentili abordou o senador Renan Calheiros (PMDB-AL) nos corredores da Casa.
O repórter, um cinegrafista e um produtor foram convidados a se retirar do Senado depois que perguntaram a Renan se a sua indicação para o Conselho de Ética da Casa é semelhante à escolha do traficante Fernandinho Beira-Mar para o Ministério de Combate às Drogas.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

A recompensa pela inércia e conivência.

A CUT ganhou um representante na sede do governo federal. O vice-presidente da maior central sindical do país, José Lopes Feijóo, foi nomeado anteontem assessor do ministro da Secretaria Geral da Presidência, Gilberto Carvalho.
A nomeação ocorre em meio a negociações do governo com as centrais sindicais e é uma forma de o Palácio do Planalto sinalizar que pretende valorizar as conversas com os sindicalistas. Amanhã, as centrais voltam a se reunir com Carvalho para discutir o fator previdenciário.
Feijóo foi presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC entre 2005 e 2008. A indicação dele para o cargo partiu do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, de quem é amigo. Para exercer a função no governo, ele deverá se licenciar da vice-presidência da CUT. Sua função será ajudar Gilberto Carvalho nas negociações com as centrais sindicais.
Depois de um início de governo turbulento com os sindicalistas, sobretudo por conta da queda de braço para aprovação do salário mínimo de R$545 - as centrais insistiam em R$560 -, a presidente Dilma Rousseff ganhou o apoio deles ao recebê-los em audiência no Palácio do Planalto e ao convidá-los para o almoço oferecido em homenagem ao presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, em março.
Depois que Dilma afagou as centrais, elas tornaram-se mais palatáveis para o governo, que prometeu fazer reuniões periódicas para discutir uma pauta de reivindicações. (O Globo)

Até agora, silêncio (suspeito) sobre o Mensalão

A apenas quatro meses da possível prescrição de um dos crimes, o STF e o relator não esclarecem se procede a interpretação no caso da quadrilha
Agosto de 2006 a agosto de 2011. Naquele mês daquele ano foi destapado o maior episódio de corrupção da história brasileira, o desgraçado Mensalão que todos conhecemos, que resultou na denúncia, pela Procuradoria-Geral da República, de 38 pessoas por formação de quadrilha, peculato e lavagem de dinheiro. Como parte dos denunciados tinha foro especial, foi encaminhada ao Supremo Tribunal Federal, que a aceitou e processa, sob o relato do ministro Joaquim Barbosa, aquele da crônica dor nas costas. Pois bem, em agosto próximo, dentro de quatro meses, a acusação de formação de quadrilha poderá prescrever, segundo o entendimento de juristas divulgadas na imprensa. Até hoje, na antevéspera do que seria o ponto alto da impunidade na responsabiliza& #231;ão de criminosos que caracteriza a Justiça no Brasil, nem o tribunal nem o relator confirmaram se procede a interpretação sobre o prazo prescricional de cinco anos. O silêncio a respeito é altamente suspeito.
Não há esclarecimento sobre a questão, enquanto avoluma-se na imprensa a insistência na tese mentirosa de que a roubalheira nunca antes vista neste país foi apenas um caso de caixa 2, em que os milhões de recursos desviados fraudulentamente serviram para pagar contas de campanhas eleitorais. Esta farsa foi posta a circular pelo então chefe do Executivo, Luiz Inácio, aconselhado pelo seu ministro da Justiça e advogado esperto, Márcio Thomaz Bastos. A respeito, se fosse necessária outra prova, basta ler a recente investigação complementar da Polícia Federal, realizada a pedido do ministro-relator, que mapeou as fontes de financiamento do Mensalão. Nelas , avulta o assalto aos fundos da Visanet (hoje Cielo, empresa que registra e transmite transações dos cartões e vouchers Visa), controlada e gerida pelo Banco do Brasil. Dali saíram pelo menos R$ 220 milhões. O dinheiro pode até ter saldado contas de eleições (como as do PT em 2004), mas o grosso serviu para o governo comprar o apoio de parlamentares e partidos na Câmara dos Deputados. (Enrico Valduga)

Autossuficiência em conversa fiada.

Em abril, foram comprados 1,5 milhão de barris. Nesta quarta-feira, a empresa confirmou a encomenda de 1 milhão de barris para a segunda quinzena de maio.
São 2,5 milhões em dois meses.
Isso no país em que vivem os brasileiros.
Na maravilha que Lula registrou em cartório e Dilma jura enxergar, continuam os festejos pelo 5° aniversário da Proclamação da Autossuficiência em Petróleo, consumada no outono de 2006 pelo maior dos governantes desde Tomé de Souza.
Na última segunda-feira de abril daquele ano glorioso, ele próprio tratou de cumprimentar-se pela façanha.
“Agora somos donos do nosso nariz”, gabou-se no programa Café com o Presidente, transmitido em cadeia nacional pela Radiobrás.
A Petrobras havia alcançado tal grau de eficiência, prosseguiu o palanqueiro compulsivo, que apenas garantir a gasolina dos nativos já não bastava: a produção excedente permitiria que, até o Natal, as exportações superassem as importações em US$ 3 bilhões. Não é pouca coisa.
E não era tudo.
Por ter pressentido antes de qualquer outro estadista que “o mundo caminha para o desenvolvimento de energias renováveis e menos poluentes”, Lula também havia transformado o Brasil num colosso da energia alternativa.
“Nisso somos imbatíveis”, avisou.
“Nós temos todas as condições.
Nós temos terra, nós temos trabalhadores, nós temos conhecimento científico e tecnológico”.
Ao som da lira do delírio, como atestam os dois áudios surreais, a discurseira comemorou o sucesso do Pro-Álcool, zombou dos céticos profissionais, aplaudiu a gastança da Petrobras com comerciais ufanistas e inaugurou com pompas e fitas outros assombros que ninguém mais viu.
Neste começo de maio, o sonho de milhões de brasileiros castigados pela inépcia federal é morar no país do cartório.
 Por aqui, passados cinco anos, só há combustível farto e barato para abastecer os motores da inflação.
*Texto de Augusto Nunes

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Deputado que chamou ministro de "moreno escuro", vai responder por crime no STF

De volta à Câmara 20 anos após ter concluído seu último mandato na Casa, o deputado Júlio Campos (DEM-MT) virou destaque nacional ao se referir ao ministro Joaquim Barbosa, do Supremo Tribunal Federal (STF), como “aquele moreno escuro”.
Três semanas após aquela declaração, Júlio Campos passou à condição de único congressista brasileiro a responder atualmente pelo crime de homicídio qualificado na mais alta corte do país.
Tramita desde o último dia 15 no Supremo Tribunal Federal um inquérito (Inq 3162) que apura o envolvimento do deputado em dois assassinatos ocorridos em 2004. Segundo as investigações, o empresário Antônio Ribeiro Filho e o geólogo húngaro Nicolau Ladislau Ervin Haraly foram assassinados em São Paulo por causa de uma disputa por terras em Mato Grosso. O caso é relatado pelo ministro Marco Aurélio Mello. ( Congresso em foco)

Cabeça de vento.

Homem de ideias...



“Um dos componentes da inflação é a expectativa futura. Ficar batendo que o governo vai perder o combate contra a inflação, ou que a inflação fugirá do controle, gera expectativas negativas. No segundo semestre haverá acomodação de preços”.

Rui Falcão, presidente do PT, no Globo desta terça-feira, explicando que a inflação só irá embora quando todo mundo deixar de chamá-la pelo nome e fazer de conta que nem sabe quem é. ( Augusto Nunes )

Melhor que a encomenda

Como se fosse uma encomenda preciosa, o professor do Centro de Politica Social da FGV (Fundação Getúlio Vargas), Marcelo Neri, divulgou que a pobreza no Brasil caiu 50,64% entre dezembro de 2002 e dezembro de 2010, justo no período em que Luiz Inácio, que dizem ser seu ídolo, esteve na Presidência da República.
O critério da FGV para definir pobreza é uma renda per capita abaixo de R$ 151. Por este critério, "seu" João Nivaldo da Silva que pede esmola, diáriamente, no semáforo do primeiro retorno do condomínio onde moro, não é mais pobre a muito tempo.
O critério tido como louvável pelo eminente professor Marcelo Neri, faz do "seu" João um homem quase de classe média.
Segundo o próprio, nos dias de semana, ele apura de esmolas uma média de 50 reais por dia, o que não ocorre nos finais de semana quando tem que perigrinar por outros lugares e a média cai para 40 reais.
Pela FGV de Marcelo Neri, "seu" João "está bem na fita". Ele não é pobre, não senhor!
O estudo toma como base dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicilio (Pnad) e Pesquisa Mensal de Emprego (PME).
Eu, sinceramente jamais respondi uma pesquisas destas, nem recebi a visita de um pesquiador e, porisso, tenho minhas dúvidas e um conceito sobre estas pesquisas "lulistas". Acho-as muito "arrumadas" para parecer verdadeiras. Ademais, os critérios são tão simplórios que parecem encomendadas.
E esta pesquisa da FGV me parece melhor do que uma encomenda.

A porqueira geral.

Nunca vi nada mais adequado em toda a minha vida. Onde cabe Renan, claro que cabe Delúbio também. Pernambuco trocou Marco Antônio Maciel por Humberto Costa. Deveria ir para lá também. Tem o perfil adequado. Ética no PT significa exatamente isto: Renan, Sarney, Humberto Costa, Delúbio e por que não dizer: Lula, Dirceu, Dilma, Genoino e etc., A lista é grande.
*Ester Azoubel, por e-mail, via resistência democrática

terça-feira, 3 de maio de 2011

Isto é Brasil...

Delúbio será assessor do Conselho de Ética do Senado

CASA DA MÃE JOANA – O ex-tesoureiro do PT, Delúbio Soares, foi chamado para integrar a assessoria do Conselho de Ética e Decoro Parlamentar do Senado. O convite partiu de Renan Calheiros, nomeado esta semana titular do conselho. “Não podemos prescindir do notório saber de Delúbio em arrecadação e recursos não-contabilizados”, justificou o senador alagoano.
Questionado por um repórter sobre qual poderia ser a contribuição do novo assessor, o senador João Alberto, presidente do Conselho de Ética, afirmou: “Delúbio vem para somar, é claro, mas vem sobretudo para dividir comigo e com os outros 14 integrantes da comissão”.
O convite marca a volta triunfal de Delúbio Soares à política. Expulso de seu partido há cinco anos e meio, ele pediu ontem sua reintegração, dada como certa pelos analistas. Com os olhos marejados, ele disse ter sentido muita falta do convívio com os colegas. “Sou PT de coração e de mensalão”, afirmou. “Foi no partido que me formei e formei o patrimônio de tantos amigos.”
O senador petista Eduardo Suplicy festejou o convite feito a Delúbio. “Não há por que punir uma pessoa indefinidamente”, disse. Num discurso na tribuna do Senado, que começou às 13h e terminou às 18h, o petista elogiou o arrependimento manifesto pelo ex-tesoureiro. “Perdão foi feito pra gente
pedir”, arrematou Suplicy, antes de emendar com o samba Atire a primeira pedra, de Ataulfo Alves.

A maquinista do trem-fantasma também pilota um avião invisível que voa sem sair do solo

Eu cumpro meus compromissos”, repetiu a presidente Dilma Rousseff na reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social. Cumpre nada, reitera o vídeo de cinco minutos e meio gravado em 18 de outubro de 2010 e reproduzido na seção O País quer Saber. Embalada pela campanha eleitoral, a candidata promete garantir a segurança nas fronteiras com os sobrevoos de um Vant (Veículo Aéreo Não-Tripulado) e a mobilização de uma Polícia Federal de Primeiro Mundo. Nesta semana, constatou-se que os dois deslumbramentos só existem no Brasil Maravilha registrado em cartório.
No mundo real, a Polícia Federal foi empurrada para longe das fronteiras pelo corte de R$1,5 bilhão no orçamento anual do Ministério da Justiça. Com o sumiço do dinheiro, ficaram para quando Deus quiser a ampliação dos efetivos da Polícia Federal e a fiscalização das rotas do narcotráfico e do contrabando de armas. E o Vant só decolou na imaginação de Dilma Rousseff. Continua em terra por falta de combustível, revelou nesta quarta-feira a Folha de S. Paulo.
Até que a PF consiga alguém disposto a fornecer 12 mil litros de gasolina de aviação por ano, a bandidagem estará livre desse espião eletrônico que, guiado por controle remoto, dispensa pilotos e consegue, a 5 mil metros de altitude, fotografar a placa de um carro em alta definição. O lote de 15 Vants e quatro estações de controle, comprado por R$ 540 milhões de um fabricante israelense, chegará em fatias até 2015. Por enquanto, só chegou o aparelho que segue estacionado num galpão do aeródromo de São Miguel do Iguaçu, a 40 quilômetros de Foz do Iguaçu.
Em fevereiro, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, pousou na região para anunciar que a decolagem inaugural ocorreria em março. De volta a Foz do Iguaçu nesta semana, preferiu conversar sobre a importância da integração dos mecanismos de combate aos narcotraficantes e aos comerciantes de armas. Nada sobre as verbas que sumiram. Nem sobre o colosso tecnológico.
Quem conhece Dilma Rousseff não tem o direito de surpreender-se. Em vez de honrar compromissos, ela prefere fingir que o imaginário existe. No momento, brinca de maquinista de trem-fantasma e, simultaneamente, flutua sobre as nuvens na cabine de um avião invisível. ( Augusto Nunes )

segunda-feira, 2 de maio de 2011

A volta do eficiente Delúbio

Delúbio Soares, ex-tesoureiro do PT e personagem especial do mensalão, está de volta ao partido. aliás, dizem que ele, embora formalmente fora, nunca esteve tão "por dentro".
Segundo a revista Época, o "consultor", tão útil ao PT, conta que sua vida financeira já começara a melhorar após ter passado "momentos difíceis...mas eles estão me ajudando muito”, afirmou Delúbio, apontando com um aceno de cabeça três torres que se erguiam em frente à ampla janela da sala 320, construídas pela incorporadora Brookfield.
Egami, seu amigo e lobista de empresas de informática, deu mais explicações: “Ele (Delúbio) está prestando consultorias para a Brookfield”. Um ano antes, em 2009, a Brookfield vendera duas das torres para a Previ, o bilionário fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil. A Previ não investia em novos imóveis havia nove anos. Valor do negócio: R$ 342 milhões.
É a volta da efciência. Nunca antes na história deste país alguém foi tão eficiente na arte de "costurar" negócios milionários.

Ofugitivo, o ministro e a PF

Em menos de um mês, investigado pela PF encontra-se com o ministro da saúde, tem a prisão decretada, esconde-se da polícia na sede do PT em Brasília e consegue um habeas corpus para continuar livre.
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No início de fevereiro, a Polícia Federal deflagrou uma operação que desbaratou um esquema de fraudes e lavagem de dinheiro na Prefeitura de Barra do Corda, no Maranhão. Como ISTOÉ revelou, a quadrilha, formada por membros da família do prefeito Manoel Mariano de Souza, o Nenzim, desviou R$ 50 milhões dos cofres públicos, boa parte dinheiro do Fundeb que deveria ser aplicado nas escolas. Agora, a PF está concluindo um novo inquérito sobre desvios milionários nas contas do Incra maranhense. As duas investigações, embora independentes, têm em comum um mesmo personagem: o lobista João Batista Magalhães, comerciante maranhense, conhecido de políticos e empresários, que nos últimos anos acumulou prestígio e riqueza, tornando-se figura carimbada nos gabinetes de Brasília. No início deste ano, Magalhães chegou a ser recebido pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, em seu gabinete, na Esplanada dos Ministérios.
Para a Polícia Federal, o lobista é peça importante para entender e desbaratar os esquemas de corrupção perpetrados por prefeitos do Estado. Por isso, ainda em fevereiro, pediu a prisão preventiva de Magalhães, que, mesmo diante de tantas denúncias, continuava na ponte aérea entre São Luís e Brasília. Foi na capital, aliás, que Magalhães se refugiou ao saber da ordem de prisão. Ao descobrir que poderia ser detido a qualquer momento, fez uso de sua rede de contatos no mundo político e conseguiu “asilo” na sede nacional do Partido dos Trabalhadores. Magalhães disparou telefonemas dali mesmo para advogados e amigos, um deles informante da PF. “Vimos no bina do telefone aquela sequência de três números 13. Quando pesquisamos, descobrimos que se tratava de uma linha do PT”, revela o delegado responsável pelo inquérito, Victor Mesquita.
As pistas com base nos telefonemas voltaram a esquentar no sábado, mas a sede do PT não abre nos fins de semana. Como não tinham mandado judicial, os federais tentaram lançar mão de um ofício chamado “consentimento de busca”, pelo qual o responsável pela sede do PT autorizaria a entrada dos agentes. Quando parecia que finalmente conseguiriam prender Magalhães, uma ligação da sede da Polícia Federal em Brasília suspendeu a ação. “Mandaram abortar a missão”, afirma uma fonte ligada à investigação. O chefe da Divisão de Combate a Crimes Financeiros da PF, delegado Marcelo Oliveira, que comandou a busca, nega a versão.
Na segunda-feira 7, Magalhães foi beneficiado por habeas corpus concedido pelo Superior Tribunal de Justiça. O mesmo ato suspendeu a prisão preventiva do prefeito de Barra do Corda, Manoel Mariano de Souza, e de sua mulher, Francisca Teles, que também estavam foragidos. O inquérito sigiloso, obtido por ISTOÉ, indica que Magalhães movimentou em sua conta e na de sua empresa quase R$ 10 milhões, entre 2007 e 2010. “Aproximadamente 50% destes depósitos são oriundos de cheques da Prefeitura de Barra do Corda”, diz a PF.
*Claudio Dantas Sequeira, na Revista IstoÉ

Encontrada uma das caixas pretas do vôo da Air France

A Força Aérea do Brasil informou neste domingo (1º) que foi encontrada uma das caixas-pretas do Airbus da Air France que caiu no Oceano Atlântico ocorrido em 1º de junho de 2009, deixando 228 pessoas mortas. Entre as vítimas havia 72 franceses e 59 brasileiros. Um coronel brasileiro que investiga acidentes aéreos está a bordo do navio francês que está em alto mar participando da retirada dos destroços da aeronave acidentada.
Em seu site, o BEA (Le Bureau d'Enquêtes et d'Analyses), órgão de investigação de acidentes aéreos francês, divulgou nota confirmando a localização. "A equipe de investigação localizou e identificou o módulo de memória que registra os parâmetros do Flight Data Recorder (FDR) às 10h desta manhã GMT (7h, no horário de Brasília) e foi rebocado pelo robô-submarino às 16h40 GMT (13h40 em Brasília)".
O gravador FDR contém os dados de voo. Outra caixa-preta, que ainda não foi encontrada, contém as informações do Cockpit Voice Recorder (CVR), que possui a gravação de voz na cabine.
"A caixa-preta parece estar em bom estado físico. Nossos especialistas nos dizem que podemos conseguir ler esses dados", explicou Jean-Paul Troadec, diretor do BEA. (Portal G1)

Bin Laden está morto.

O presidente Barack Obama, afirmou, agora a pouco, pela TV americana, que o terrorista Osama Bin Laden foi morto no Paquistão.
A rede de TV CNN já havia anunciado na noite deste domingo (1) que Osama bin Laden, líder da organização terrorista Al-Qaeda, estaria morto, fato confirmado por três fontes norte-americanas e também foi reproduzida pela agência de notícias Reuters.
Segundo a CNN, o corpo do terrorista estaria em poder das autoridades dos Estados Unidos.

domingo, 1 de maio de 2011

Bananal Brasil.

Nada mais difícil, nestes "novos tempos" do que fazer oposição no Brasil. Nós que resistimos, bravamente, o avanço vermelho que traz consigo as armas da disfarçatez e da mentira, sentimo-nos sós. Não só por termos como armas apenas a verdade dos fatos e da palavra, mas porque nos deparamos com a fraglidade de caráter e covardia daqueles que investidos de mandatos eletivos, diminuem-se diante do poder dos canastrões da política brasileira.
Nada mais difícil do que apontar um político decente  neste país. Nada mais fácil do que definir uma nação órfã de oposição e decência: Isto é Brasil.
O governo brasileiro aparelhou a máquina pública e quebrou o Estado. Agora, faz uma lavagem cerebral no povo ao mesmo tempo em que leva as nossas crianças uma estória do Brasil ( com "e" sim senhores ) deturpada em seu aspecto sócio-político.
Estão querendo construir um país de tolos. Uma nação de imbecís. Criando heróis inexistentes e fatos positivos de autoria indevidamente apropriada.
O governo sobrevive de mentiras. O povo, de teimoso, de promessas vâs e do velho e cansativo discurso que endeusa apedeutas e constrói castelos no ar.
Estamos dando uma guinada à esquerda e destruindo o país que construimos com tanta luta e dificuldades.
Quando chegamos ás portas do primeiro mundo, teimamos em recuar.Já não temos homens de fibra a nos nortear. Ás vezes nos parece que já não temos uma Justiça independente e confiável.
Estamos, aos poucos, forjando uma geração de uma pequenez terrívelmente deplorável. Tão pequena quanto a capacidade e inteligência daqueles que hoje governam este país.
Mas não se vê esboçar reação. São raros os focos de resistência democrática. Paira em quase todos os níveis, sobretudo no Congresso Nacional e nos meios de comunicação social, uma letargia maligna, que leva o país a uma condição de reles pátria sul americana, onde preponderam o pão e o circo, este último cada vez mais, e o silêncio dos covardes.
"Ah, os petralhas ainda vão cumprir seu ideal. Ainda vão transformar esta terra, num imenso bananal!"...