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sábado, 30 de maio de 2009
Susan Boyle perdeu a final do "Britain's Got Talent"


Onde foi que o Lulinha estudou mesmo, Lulão?

Olhem, como se diz por aí, “na boa”, não sei como Lula consegue se olhar no espelho depois de fazer certos discursos. Tá bom, vá lá, eu sei. Eu mesmo já identifiquei aqui uma possível patologia psíquica: Lula é destituído de superego. Por que isso agora? Ontem, esse gênio da raça descobriu os culpados pela baixa qualidade do ensino: a classe média: “Uma das razões pelas quais a escola pública foi se deteriorando é porque grande parte da classe média se afastou dela. Para não brigar [por qualidade], decidiu colocar os filhos na escola particular. E pagar na mensalidade de 3º ano primário o mesmo preço de uma universidade particular”.
Não está sozinho nessa avaliação. Há alguns teóricos da educação — também de classe média ou acima disso, que jamais pisaram numa escola pública — que acham a mesma coisa. É a velha tese de que os responsáveis por seus problemas são as vítimas. Ora, a classe média se afastou da escola pública porque ela era ineficiente. Claro, claro: o pai e a mãe poderiam ter-se convertido em militantes da causa. Enquanto isso, os filhos ficariam comendo grama; enquanto isso, a esquerdopatia reinante nos sindicatos de professores ficariam promovendo greves. “Ah, os sindicatos só são assim porque as condições são ruins”. Mentira! Em São Paulo, a Apeoesp se opôs a um programa de qualificação do corpo docente. É gente que promove queima de livro. Mas me afastei um pouco.Lula, quando ainda dirigente da oposição, poderia ter dado o exemplo. Poderia ter posto os filhos para estudar na escola pública. Quem melhor do que ele para liderar o movimento, não é mesmo? Pois se preparem para uma revelação. Sabem o Fábio Luiz da Silva, o Lulinha, o Ronaldinho de Lula? ESTUDOU EM ESCOLA PARTICULAR. É, em escola particular. Mais precisamente, no Colégio Singular, em Santo André, uma das mais conceituadas da região. Como eu sei? EU DAVA AULA LÁ.
Mas é claro que a coisa foi feita à moda Lula. Fábio estudou no Colégio Singular, mas com bolsa de estudos, entenderam? Lula, o burguês do capital alheio, pôs o seu prestígio político a serviço da concessão de um privilégio — ou vocês acham que ele não tinha dinheiro para pagar a escola do seu gênio empresarial? Tinha. Mas, vocês sabem, onde há uma mamata, Lula está lá, mamando. “O cara” até recebe pensão por ter lutado contra a ditadura, ora essa!!! Enquanto ele “lutava”, construía o PT, que o faria chegar à Presidência, constituía um patrimônio que nenhum outro trabalhador com o seu nível de instrução tem e garantia a melhor escola para os filhos — sem desembolsar um tostão por isso.
Do Singular, já saíram alunos que se transformaram em profissionais de primeiro time, alguns com renome internacional. Volta e meia, um ex-aluno de lá manda um comentário a este velho professor… Só tenho 47. É que comecei a dar aula muito cedo. Pois bem, não foi o caso de Lulinha. Cursou biologia, vagou aqui e ali etc. Quando o pai alcançou a Presidência, era monitor de Jardim Zoológico: “Lulinha, onde fica a zebra?” Ele indicava. “Lulinha, onde fica a anta?” Ele mostrava. “Lulinha, onde fica o jumento?” Ele dava o caminho. O pai chegou lá, e ele se transformou num empresário de enorme sucesso, não é? A Telemar — atual Oi, de que Sérgio Andrade, o principal financiador das campanhas do seu pai, é sócio — logo descobriu o seu talento para o mundo dos negócios. A fala a seguir é pura imaginação benevolente deste escrita: “Que é isso, Lulinha? Alguém com o seu talento em, bem…, em seja lá o que for, merece ser empresário”. E Lulinha virou empresário. A família Andrade gosta da família Lula. Custeou a educação de Lurian em Paris. Como a gente vê, o Brasil continua mesmo a ser um país injusto. É preciso pôr um fim nesse regime que garante a existência de fidalgos — sejam eles da antes chamada “burguesia”, seja da antes chamada “classe operária”. O que o Brasil ainda não conseguiu ser, de fato, é uma República. É preciso pôr fim ao regime dos aristocratas. E Lula é o seu mais pançudo representante. Mais uma vez, este senhor é flagrado a fazer o exato oposto do que enuncia e anuncia.
http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/
Não está sozinho nessa avaliação. Há alguns teóricos da educação — também de classe média ou acima disso, que jamais pisaram numa escola pública — que acham a mesma coisa. É a velha tese de que os responsáveis por seus problemas são as vítimas. Ora, a classe média se afastou da escola pública porque ela era ineficiente. Claro, claro: o pai e a mãe poderiam ter-se convertido em militantes da causa. Enquanto isso, os filhos ficariam comendo grama; enquanto isso, a esquerdopatia reinante nos sindicatos de professores ficariam promovendo greves. “Ah, os sindicatos só são assim porque as condições são ruins”. Mentira! Em São Paulo, a Apeoesp se opôs a um programa de qualificação do corpo docente. É gente que promove queima de livro. Mas me afastei um pouco.Lula, quando ainda dirigente da oposição, poderia ter dado o exemplo. Poderia ter posto os filhos para estudar na escola pública. Quem melhor do que ele para liderar o movimento, não é mesmo? Pois se preparem para uma revelação. Sabem o Fábio Luiz da Silva, o Lulinha, o Ronaldinho de Lula? ESTUDOU EM ESCOLA PARTICULAR. É, em escola particular. Mais precisamente, no Colégio Singular, em Santo André, uma das mais conceituadas da região. Como eu sei? EU DAVA AULA LÁ.
Mas é claro que a coisa foi feita à moda Lula. Fábio estudou no Colégio Singular, mas com bolsa de estudos, entenderam? Lula, o burguês do capital alheio, pôs o seu prestígio político a serviço da concessão de um privilégio — ou vocês acham que ele não tinha dinheiro para pagar a escola do seu gênio empresarial? Tinha. Mas, vocês sabem, onde há uma mamata, Lula está lá, mamando. “O cara” até recebe pensão por ter lutado contra a ditadura, ora essa!!! Enquanto ele “lutava”, construía o PT, que o faria chegar à Presidência, constituía um patrimônio que nenhum outro trabalhador com o seu nível de instrução tem e garantia a melhor escola para os filhos — sem desembolsar um tostão por isso.
Do Singular, já saíram alunos que se transformaram em profissionais de primeiro time, alguns com renome internacional. Volta e meia, um ex-aluno de lá manda um comentário a este velho professor… Só tenho 47. É que comecei a dar aula muito cedo. Pois bem, não foi o caso de Lulinha. Cursou biologia, vagou aqui e ali etc. Quando o pai alcançou a Presidência, era monitor de Jardim Zoológico: “Lulinha, onde fica a zebra?” Ele indicava. “Lulinha, onde fica a anta?” Ele mostrava. “Lulinha, onde fica o jumento?” Ele dava o caminho. O pai chegou lá, e ele se transformou num empresário de enorme sucesso, não é? A Telemar — atual Oi, de que Sérgio Andrade, o principal financiador das campanhas do seu pai, é sócio — logo descobriu o seu talento para o mundo dos negócios. A fala a seguir é pura imaginação benevolente deste escrita: “Que é isso, Lulinha? Alguém com o seu talento em, bem…, em seja lá o que for, merece ser empresário”. E Lulinha virou empresário. A família Andrade gosta da família Lula. Custeou a educação de Lurian em Paris. Como a gente vê, o Brasil continua mesmo a ser um país injusto. É preciso pôr um fim nesse regime que garante a existência de fidalgos — sejam eles da antes chamada “burguesia”, seja da antes chamada “classe operária”. O que o Brasil ainda não conseguiu ser, de fato, é uma República. É preciso pôr fim ao regime dos aristocratas. E Lula é o seu mais pançudo representante. Mais uma vez, este senhor é flagrado a fazer o exato oposto do que enuncia e anuncia.
Oposição leva as mentiras do PAC ao youtube
Foi ao ar na noite de quinta feira (28), em rede nacional, o programa institucional do PT. Terminada a exibição, a peça foi pendurada no Youtube.Em dez minutos, o partido expôs as linhas gerais do discurso que pretende esgrimir na campanha presidencial de 2010.Baseia-se na comparação dos oito anos de Lula com os dois mandatos de FHC. A era tucana é associada ao apagão, à privatização, ao desemprego, ao arrocho salarial, à vulnerabilidade frente às crises externas e à dependênca em relação ao FMI. A fase petista é vinculada ao desenvolvimento, ao emprego, ao aumento do salário mínimo, à distribuição de renda e à tenacidade no combate à crise global. A peça é permeada pela exaltação de três âncoras: o Bolsa Família, o plano do milhão de casas populares e o PAC. Horas antes da exibição do programa petista, a ONG Contas Abertas divulgara um levantamento incômodo. Traça um quadro desalentador do PAC. Nas avaliações oficiais, que se baseiam nos empreendimentos de maior vulto, 91% das obras do PAC têm andamento “satisfatório”. No estudo da ONG, que inclui as pequenas obras de saneamento e habitação, chega-se a resultados bem menos alvissareiros. Dois anos depois do lançamento do programa, apenas 3% das 10.194 obras do PAC estão concluídas. Pior: 74% das obras nem sequer foram iniciadas. Na noite da véspera, 48 horas antes da veiculação da publicidade do PT, o DEM também levara ao Youtube um vídeo. Corrobora em imagens o que o Contas Abertas expôs em números. Exibe um capítulo de algo os ‘demos’ chamam de “Caravana da Transparência”. Tem a pretensão de “desmistificar” o PAC. Na peça do DEM, o líder Ronaldo Caiado (GO) faz as vezes de repórter. Na abertura, o deputado posta-se defronte da placa de uma das obras do PAC. Estava no bairro de Santa Maria, em Aracaju (SE). Ali, a chegada do PAC prometia resolver o drama do saneamento básico. Caiado aponta para a placa. Realça a data de início da obra: 1º de julho de 2008. Indica a data em que deveria ter sido concluída: 26 de fevereiro de 2009. Depois, sob chuva fina, Caiado desfila por entre manilhas dispostas sobre a lama. Três meses depois da data prevista para o término, a obra é um empreendimento de gogó. No encerramento do vídeo do DEM, irrompe uma frase que Lula pronunciara justamente em fevereiro: "Estejam certos, nenhuma obra do PAC irá sofrer qualquer diminuição por conta da crise econômica...” “...Nós cortaremos o batom da dona Dilma, cortaremos o meu corte de unha. Mas não cortaremos nenhuma obra do PAC nesse país seja do tamanha do que ela for”. Entre os personagens exibidos no programa do PT, há cinco ministros. Dilma Rousseff foi a que teve mais tempo. Falou no meio e no final, logo depois de Lula. Fez menção ao milhão de casas. Garganteou o PAC. Em reunião realizada na última quarta (27), o PSDB prometeu associar-se à cruzada anti-PAC iniciada pelos ‘demos’. O vídeo de Aracaju é o terceiro de uma série que se pretende longa. Os dois anteriores exibiram desacertos do PAC em Pernambuco e em Santa Catarina. Em resposta ao estudo do Contas Abertas, que se baseou em dados oficiais do governo, a Casa Civil de Dilma divulgou uma nota. O texto não desmente a ONG. A equipe de Dilma argumenta que os projetos de saneamento e habitação (90% do programa) são computados à parte. Alega-se o seguinte: "Estados e municípios tinham dificuldades de investir nestes setores, o que resultou na carência de projetos em condições de serem executados em curto prazo". De resto, a nota considera imprópria a comparação feita pela quantidade de obras. Acha que o adequado é considerar o montante dos investimentos. Escreve a Casa Civil: "Pelo critério adotado, uma pequena obra de saneamento no município de Vilhena, em Rondônia (R$ 33,9 mil) tem o mesmo peso da hidrelétrica de Santo Antonio (R$ 4,7 bilhões), por exemplo". Na quarta-feira (3) da próxima semana, Dilma virá à boca do palco para expor mais um balanço do PAC. A oposição já prepara o contraponto.
sexta-feira, 29 de maio de 2009
Deputado envolvido em acidente com 2 mortes renuncia ao mandato

Exame realizado pelo IML (Instituto Médico Legal) do Paraná constatou que Carli dirigia com dosagem alcoólica acima do estabelecido. Segundo o resultado, havia no sangue do deputado 7,8 decigramas de álcool por litro de sangue, cerca de três vezes mais o limite permitido, de 2 decigramas. A chamada lei seca (11.705), sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em junho de 2008, considera que se alguém for flagrado com 6 dg por litro de sangue deve ser detido (de seis meses a três anos). No último dia 14, o advogado da família de Yared havia protocolado um pedido de cassação do mandato de Carli Filho. No pedido, Elias Mattar Assad argumenta que a conduta de Carli Filho é inadmissível para um deputado. "Um deputado deve ter excelente comportamento dentro e fora da Casa. E ele, quebrando as leis de trânsito, mostrou uma conduta incompatível com o seu cargo", disse na ocasião. A direção da Assembleia Legislativa do Paraná abriu uma sindicância no dia 18 para averiguar se Carli Filho quebrou decoro parlamentar. O prazo para apresentar a defesa terminaria nesta sexta-feira. Com a renúncia, a sindicância foi extinta. Em ofício, Carli Filho afirmou que aguardará o processo e julgamento "sem prerrogativas funcionais ou privilégios de qualquer ordem para receber, como cidadão comum, a sentença que as circunstâncias do fato e a sensibilidade da Justiça determinarem".
Leia o documento de renúncia.
* Com informações da Folha On Line
Sete questões sem resposta

Os órgãos de preservação do patrimônio histórico têm como escopo manterem intactos ou restaurarem marcos relevantes de uma cultura.Há ocasiões, no entanto, em que se deparam com conjuntos arquitetônicos nos quais, à míngua de providências tempestivas, o interior se acha inteiramente modificado. Restam apenas aspectos do traçado externo e volume da construção original. Nesses casos, preservam os aspectos remanescentes que passam ao visitante a impressão de se mover, ainda, no cenário original. Coisa parecida, mas com intenção perversa, vem fazendo o bloco de apoio ao governo e os partidos aliados em relação a uma das mais eficazes ferramentas de investigação das oposições.Conserva-se a fachada das CPIs, mas esvazia-se, implacavelmente, o conteúdo das que possam trazer dissabor ao poderoso de plantão.
O conteúdo delas, portanto, nada tem a ver com a aparência externa, até porque os nomes que a constituem, pela banda governista, são indicados para dificultar que se investigue com seriedade e se apure com consistência.Com a reiteração da praxe, a independência e igualdade dos poderes vão passando, da importante função de mecanismo essencial à administração democrática, à inócua condição de fachada.
*Deputado federal Antonio Carlos Pannunzio (PSDB-SP) e membro titular da Comissão de Constituição e Justiça.
**Este artigo foi publicado no Blog do Jornalista Ricardo Noblat
Imprensa fica livre para divulgar nomes e imagens de acusados, mesmo ainda não julgados
BRASÍLIA - No primeiro julgamento sobre supostos danos morais desde o fim da Lei de Imprensa, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) rejeitou o pedido de indenização do empresário Hélio de Oliveira Dórea contra a TV Globo por conta de uma reportagem do "Fantástico" em que ele aparece como suspeito de envolvimento com a "máfia das prefeituras" do Rio de Janeiro e do Espírito Santo. A ministra Nancy Andrighi, relatora do caso, considerou que a TV agiu corretamente ao divulgar, em 5 de maio de 2002, as suspeitas sobre supostos vínculos entre Dórea e a organização criminosa, mesmo que, mais tarde, o empresário tenha se livrado das acusações. Segundo a ministra, naquele período o nome do empresário figurava entre os suspeitos.
O voto da ministra, transformado em acórdão pela Terceira Turma do STJ, terça-feira, deverá servir de parâmetro para outras decisões judiciais sobre casos similares. No texto, Nancy diz que TVs, jornais, rádios e revistas podem divulgar informações sobre investigações em andamento, mesmo que não tenham condições de completar a apuração. A ministra diz que determinadas investigações só podem ser esgotadas por órgãos oficiais. Uma empresa de comunicação só poderia ser punida se divulgasse informação errada, plenamente consciente do erro.
O voto da ministra, transformado em acórdão pela Terceira Turma do STJ, terça-feira, deverá servir de parâmetro para outras decisões judiciais sobre casos similares. No texto, Nancy diz que TVs, jornais, rádios e revistas podem divulgar informações sobre investigações em andamento, mesmo que não tenham condições de completar a apuração. A ministra diz que determinadas investigações só podem ser esgotadas por órgãos oficiais. Uma empresa de comunicação só poderia ser punida se divulgasse informação errada, plenamente consciente do erro.
As mentiras do PT na TV

As peças de resistência foram as maravilhas do PAC (aquele que já executou fantásticos 3% das promessas) e o programa de um milhão de casas (aquele que ainda não saiu do papel e que não tem prazo para ser concluído).
No mais, tome demonização do passado, no estilo de sempre. Um dos “crimes” apontados da gestão FHC foi, calculem, a privatização da Vale do Rio Doce — privatizada, cresceu algumas vezes e gerou milhares de novos empregos. Mas e daí?
Alguns leitores, às vezes até de boa vontade, indagam: “Por que tanta severidade com o PT?” Entre outras razões, por causa desse discurso vigarista. Demonizar as privatizações, a esta altura do campeonato, não é questão de divergência ideológica, mas de pilantragem intelectual.
E o mesmo se diga sobre o, digamos, espírito do programa. Antes, no governo FHC, dizem os petistas, o Brasil sucumbia às crises; agora, sai por cima das dificuldades. Até parece que, quando enfrentou aquelas dificuldades, o país não fez a coisa certa. Fez.
Reitero: um partido e um governo têm todo o direito de exaltar as suas qualidades — ou as que supõe ter — num horário político. Mas não pode fazer da mentira o seu norte moral. E os petistas e o governo fazem. E estou pouco me lixando se a sua popularidade é de 70%, 80% ou 120%… A maioria pode muita coisa. Mas ainda não consegue transformar uma mentira numa verdade.
http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/
PMDB já começou a ganhar.Desta vez no STE

Eduardo Alckmin, advogado de Luiz Henrique, negou em plenário que o peemedebista tenha cometido qualquer irregularidade e sustentou que ele foi o “único governador do país que se afastou voluntariamente exatamente para que não o acusassem de estar usando a máquina pública em favor de sua candidatura”. Defendeu ainda que as propagandas veiculadas não tiveram caráter pessoal, que configurassem benefício ao governador, mas eram publicidades institucionais.
Após dois anos, PAC só tem 3% das obras concluídas.74% nem sairam do papel.

Um dos rombos da Petrobras: Aditivos em contratos multiplicam custos em projetos da Petrobras

Auditorias do TCU apontam, além de estouro em orçamentos, suspeitas de superfaturamento em obras e serviços
Auditorias do Tribunal de Contas da União (TCU) indicam que a Petrobrás, protegida por um regulamento próprio, tem usado com frequência contratos turbinados por termos aditivos que elevam custos de obras e serviços da estatal. A suspeita de superfaturamento de R$ 81,5 milhões nas obras de terraplenagem da refinaria Abreu e Lima, em Recife, que foi incluída entre os contratos a investigar pela CPI da Petrobrás, é apenas um exemplo de como a estatal trabalha com orçamentos elásticos, legalizados por meio de aditivos aos contratos iniciais.Na construção e montagem do gasoduto Urucu-Coari-Manaus, no Amazonas, o custo de uma das fases da obra já passou de R$ 1,2 bilhão para cerca de R$ 1,8 bilhão. Dois dos contratos do gasoduto, que somavam R$ 1 bilhão, foram "aditivados" em mais R$ 612 milhões.O aditivo é uma espécie de anexo ao contrato original. Pode ser usado para multiplicar os valores de obras e serviços e, assim, engordar os pagamentos às empreiteiras contratadas pela estatal, muitas delas sem licitação.A plataforma P-56, com preço inicial estimado em cerca de R$ 2 bilhões, já tinha esse custo excedido em R$ 400 milhões em 2008, quando o TCU avaliou o andamento da obra. Em outro projeto, destinado a modernizar o sistema de produção da refinaria de Duque de Caxias (RJ), ao longo dos 780 dias em que vigorou o contrato foram assinados 24 termos aditivos - praticamente um por mês. Três desses aditivos foram para aumentar o custo da obra. Um deles serviu até para acabar com uma greve des operários. A empresa encarregada da obra é a Iesa Óleo & Gás S.A., investigada pela Polícia Federal na Operação Águas Profundas, destinada a mapear fraudes em licitações na Petrobrás.METODOLOGIAOs documentos do TCU, com valores fornecidos pela própria estatal referentes a cinco grandes projetos, revelam que, apesar da especialização em serviços e obras da indústria do petróleo, a Petrobrás tem sistematicamente seus orçamentos implodidos, alegando emergências e surpresas.Os auditores do TCU não consideram natural que, no planejamento do gasoduto de Urucu-Coari-Manaus, a Petrobrás tenha gasto R$ 384 mil na "qualificação de soldadores". A empresa sabia onde e como a obra seria construída, mas alegou que os aditivos foram feitos porque adotou "uma metodologia inédita para o transporte de tubos", adaptada para a região amazônica, o que incluiu a contratação de "aeronaves especiais vindas do exterior".No caso do gasoduto Cacimbas-Catu, entre o Espírito Santo e a Bahia, os técnicos do TCU apontam superfaturamento de R$ 266 milhões em contratos de R$ 1,2 bilhão - ao todo, o gasoduto foi orçado em R$ 3,8 bilhões. O que chama a atenção é a contratação de serviços de escavadeira em dois trechos da obra: em um deles, de 183 quilômetros, o custo do serviço foi estimado em R$ 1,58 milhão; em outro, menor, com 171 quilômetros, a conta foi de R$ 10 milhões. A diferença é de 534%. Em aplicação de manta asfáltica em dois trechos diferentes do gasoduto, os auditores detectaram diferença de preço ainda maior: 2.400%.Essas diferenças repetem-se na terraplenagem da obra da Abreu e Lima. Os itens relativos a serviços, com drenos fibroquímicos e drenos de areia, tiveram os quantitativos aumentados em 477% e 1.010%, respectivamente. Para os auditores do TCU, esses valores na refinaria e no gasoduto Cacimbas-Catu são evidências de sobrepreço e irregularidades típicas de "jogo de planilha" (leia nesta página).Em nome da competição empresarial, a Petrobrás trabalha, desde o fim do monopólio estatal sobre o petróleo, com um Regulamento de Procedimento Licitatório Simplificado (Decreto 2.745/98), em substituição à Lei das Licitações (8.666/93), seguida por outras estatais e órgãos públicos.A empresa não tem limites para reduzir ou ampliar os valores dos contratos. "A observância do limite de 25% do valor total atualizado do contrato é exigida apenas para os aditivos que tenham por objeto acrescer ou diminuir quantitativamente serviços ou fornecimentos", lembrou ontem a estatal em nota enviada ao jornal.Os valores dos contratos das empresas são tão grandes que a direção da Petrobrás trata a diferença expressa em milhões de reais com naturalidade. No caso da refinaria Abreu e Lima, a empresa mostra alívio ao informar que a última avaliação do TCU considerou que o sobrepreço da terraplenagem é de R$ 53 milhões, e não de R$ 81,5 milhões.
*Reportagem de Christiane Samarco e Rodrigo Rangel no Estadão de hoje.
COMENTO: O que estamos tomando conhecimento, alem do já divulgado pelo TCU, MPF, PF, SRF, demonstra e comprova sem sombras de dúvidas, o pavor do Governo com a CPI, ao ponto em que dentre os 11 membros são 8 do Governo, inclusive de políticos pendurados em processos no fio da navalha no STF por falcatruas anteriores, tipo Romero Jucá, o lider do Governo no Senado. Estamos na era do vale tudo e desespero do Governo em vésperas de eleições Presidenciais. não devemos esquecer que Dilma Roussef, já foi Ministra das Minas e Energia, a quem está subordinada a Petrobrás. Ademais, Dilma, mesmo como Ministra da Casa Civil é, desde 2003, Presidente do Conselho de Administração da Petrobrás.
quinta-feira, 28 de maio de 2009
A realidade, por irreal, exige uma dose de má poesia-ou o tempo é senhor da razão!

Sim, é verdade, reconheço
Já fui oposicionista errante
O Poder tem lá o seu preço
Mas continuo Mercandante
Sem dó, deixaram-me moído
Perdi o mandato de supetão
Não perdi, porém, o collorido
O tempo é Senhor da razão
Ontem, o PC Farias
Hoje, a Petrobras faz
Histórias e alquimias
O destino leva e traz
O cronômetro dá voltas
O reencontro é lisonjeiro
Foi-se a cuba com gelo
Voltou o Logan puro
Nada de dor-de-cotovelo
Chegou a hora do impuro
Foi-se a Cuba com gelo
Retornou o Logan puro
Já fui oposicionista errante
O Poder tem lá o seu preço
Mas continuo Mercandante
Sem dó, deixaram-me moído
Perdi o mandato de supetão
Não perdi, porém, o collorido
O tempo é Senhor da razão
Ontem, o PC Farias
Hoje, a Petrobras faz
Histórias e alquimias
O destino leva e traz
O cronômetro dá voltas
O reencontro é lisonjeiro
Foi-se a cuba com gelo
Voltou o Logan puro
Nada de dor-de-cotovelo
Chegou a hora do impuro
Foi-se a Cuba com gelo
Retornou o Logan puro
- PS.: A foto lá do alto foi clicada pelo repórter Lula Marques na sessão noturna desta quarta-feira (28), no plenário do Senado.
Escrito por Josias de Souza às 19h26
Escrito por Josias de Souza às 19h26
CPI da Petrobras

BRASÍLIA - Informações na edição de hoje do Jornal O Globo, edição de hoje, nos traz a informação de que dos onze senadores escalados para investigar supostos desvios de verba e de conduta na Petrobras, oito respondem a processos criminais no Supremo Tribunal Federal (STF) ou receberam doações de campanhas de empresas ligadas à estatal por contratos ou parcerias. O senador Romero Jucá (PMDB-RR), provável relator da CPI da Petrobras , teve quase metade de sua campanha (R$ 200 mil) para o Senado, em 2002, bancada pela OPP, empresa petroquímica que foi incorporada à Braskem, da qual a Petrobras é sócia.
Além disso, Jucá é acusado pelo Ministério Público Federal, com base em investigações da Polícia Federal, de compra de voto e desvio de recursos federais para obras. O inquérito tramita em segredo de Justiça. A investigação começou a partir de gravação que teria supostamente flagrado o então prefeito de Cantá (RR), Paulo Peixoto, pedindo propina em convênios de obras no estado. O senador teve seu sigilos bancário e fiscal quebrados. As provas embasaram a denúncia do Ministério Público.
A defesa de Jucá alega que os dados não podem ser usados, já que a gravação inicial era ilícita, o que contaminaria as provas subsequentes. O processo está parado há três anos, quando o ministro Gilmar Mendes pediu vista. Já são sete os votos favoráveis à licitude das provas, contra um voto, do relator.
Outra empresa que aparece na lista de doadores oficiais dos titulares da CPI é a Ipiranga, comprada por Petrobras e Braskem em 2007. A empresa contribuiu com R$ 50 mil para Jucá, e com R$ 50 mil para Sérgio Guerra (PSDB-CE), além de R$ 60 mil para a campanha de Antonio Carlos Magalhães, já falecido - seu filho Antonio Carlos Júnior, que era suplente e assumiu o mandato, representará o DEM na CPI.
Já a senadora Ideli Salvatti (PT-SC), que chegou a ser cotada para presidir a comissão, recebeu uma pequena doação eleitoral, R$ 5 mil, da Conenge, empreiteira contratada pela Petrobras por R$ 52 milhões para construir uma estação de tratamento de efluentes em Mossoró (RN). Empreiteiras associadas à Petrobras também doaram
Entre as empreiteiras com vultosos contratos com a Petrobras, surgem como doadoras a Camargo Corrêa e a Norberto Odebrecht. A primeira repassou R$ 100 mil para o senador Inácio Arruda (PCdoB-CE), em 2006. A segunda doou R$ 50 mil para o tucano Álvaro Dias (PSDB-PR).
Além de Jucá, também estão com pendências no STF os senadores Fernando Collor (PTB-AL) e Leomar Quintanilha (PMDB-TO). O ex-presidente é réu em duas ações penais, uma por corrupção ativa e passiva, peculato, falsidade ideológica e tráfico de influência, e outra por crimes tributários. Já o peemedebista responde a inquérito por formação de quadrilha e sonegação.
Paulo Duque (PMDB-RJ), Jefferson Praia (PDT-AM) e João Pedro (PT-AM) são suplentes que exercem o mandato e não têm processos. Oposição obstrui e MP do Fundo Soberano pode cair
A disputa dos postos-chave na CPI da Petrobras, acirrou a disputa entre governo e oposição nesta quarta-feira. PSDB e DEM fizeram uma "obstrução seletiva" nas votações do Senado. É uma mudança de estratégia, já que a oposição já tinha ameaçado impedir todas as votações em plenário . PSDB e DEM pediram a inversão da pauta da Casa para votar a MP que trata do salário mínimo , a MP da distribuição de merenda escolar e deixar, por último, a proposta de criação do Fundo Soberano, de especial interesse do governo.
A oposição, somada à ausência dos senadores da base aliada em plenário, impediu a conclusão no fim da noite de quarta da votação da medida provisória (MP) 452, que trata do Fundo Soberano e altera regras de licenciamento ambiental em rodovias administradas no âmbito do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit). Além da obstrução da oposição, os governistas acabaram deixando o plenário, fazendo com que o quórum fosse insuficiente e a sessão se encerrasse. Como a MP perde a validade na próxima segunda-feira, o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), anunciou que, se a votação não for concluída nesta quinta, o governo editará nova MP sobre o tema, permitindo a emissão de títulos para a capitalização do Fundo. Na prática, a capitalização já foi feita, porque a MP está em vigor desde 24 de dezembro de 2008. A CPI pretende investigar possíveis irregularidades da estatal nas licitações da refinaria Abreu Lima , em Pernambuco, na distribuição de royalties e na contabilidade tributária, para deixar de pagar R$ 4,3 bilhões em impostos . A oposição também quer investigar os patrocínios da estatal e os repasses de verbas da Petrobras a Ongs .
No domingo, reportagem do GLOBO mostrou que a estatal repassou R$ 609 milhões, sem licitação, para financiar 1.100 contratos com ONGs, patrocínios, festas e congressos nos últimos 12 meses . Entre os beneficiados, há desde entidades cujo endereço não existe até outras que pararam de funcionar ou são ligadas a aliados do governo.
Além disso, Jucá é acusado pelo Ministério Público Federal, com base em investigações da Polícia Federal, de compra de voto e desvio de recursos federais para obras. O inquérito tramita em segredo de Justiça. A investigação começou a partir de gravação que teria supostamente flagrado o então prefeito de Cantá (RR), Paulo Peixoto, pedindo propina em convênios de obras no estado. O senador teve seu sigilos bancário e fiscal quebrados. As provas embasaram a denúncia do Ministério Público.
A defesa de Jucá alega que os dados não podem ser usados, já que a gravação inicial era ilícita, o que contaminaria as provas subsequentes. O processo está parado há três anos, quando o ministro Gilmar Mendes pediu vista. Já são sete os votos favoráveis à licitude das provas, contra um voto, do relator.
Outra empresa que aparece na lista de doadores oficiais dos titulares da CPI é a Ipiranga, comprada por Petrobras e Braskem em 2007. A empresa contribuiu com R$ 50 mil para Jucá, e com R$ 50 mil para Sérgio Guerra (PSDB-CE), além de R$ 60 mil para a campanha de Antonio Carlos Magalhães, já falecido - seu filho Antonio Carlos Júnior, que era suplente e assumiu o mandato, representará o DEM na CPI.
Já a senadora Ideli Salvatti (PT-SC), que chegou a ser cotada para presidir a comissão, recebeu uma pequena doação eleitoral, R$ 5 mil, da Conenge, empreiteira contratada pela Petrobras por R$ 52 milhões para construir uma estação de tratamento de efluentes em Mossoró (RN). Empreiteiras associadas à Petrobras também doaram
Entre as empreiteiras com vultosos contratos com a Petrobras, surgem como doadoras a Camargo Corrêa e a Norberto Odebrecht. A primeira repassou R$ 100 mil para o senador Inácio Arruda (PCdoB-CE), em 2006. A segunda doou R$ 50 mil para o tucano Álvaro Dias (PSDB-PR).
Além de Jucá, também estão com pendências no STF os senadores Fernando Collor (PTB-AL) e Leomar Quintanilha (PMDB-TO). O ex-presidente é réu em duas ações penais, uma por corrupção ativa e passiva, peculato, falsidade ideológica e tráfico de influência, e outra por crimes tributários. Já o peemedebista responde a inquérito por formação de quadrilha e sonegação.
Paulo Duque (PMDB-RJ), Jefferson Praia (PDT-AM) e João Pedro (PT-AM) são suplentes que exercem o mandato e não têm processos. Oposição obstrui e MP do Fundo Soberano pode cair
A disputa dos postos-chave na CPI da Petrobras, acirrou a disputa entre governo e oposição nesta quarta-feira. PSDB e DEM fizeram uma "obstrução seletiva" nas votações do Senado. É uma mudança de estratégia, já que a oposição já tinha ameaçado impedir todas as votações em plenário . PSDB e DEM pediram a inversão da pauta da Casa para votar a MP que trata do salário mínimo , a MP da distribuição de merenda escolar e deixar, por último, a proposta de criação do Fundo Soberano, de especial interesse do governo.
A oposição, somada à ausência dos senadores da base aliada em plenário, impediu a conclusão no fim da noite de quarta da votação da medida provisória (MP) 452, que trata do Fundo Soberano e altera regras de licenciamento ambiental em rodovias administradas no âmbito do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit). Além da obstrução da oposição, os governistas acabaram deixando o plenário, fazendo com que o quórum fosse insuficiente e a sessão se encerrasse. Como a MP perde a validade na próxima segunda-feira, o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), anunciou que, se a votação não for concluída nesta quinta, o governo editará nova MP sobre o tema, permitindo a emissão de títulos para a capitalização do Fundo. Na prática, a capitalização já foi feita, porque a MP está em vigor desde 24 de dezembro de 2008. A CPI pretende investigar possíveis irregularidades da estatal nas licitações da refinaria Abreu Lima , em Pernambuco, na distribuição de royalties e na contabilidade tributária, para deixar de pagar R$ 4,3 bilhões em impostos . A oposição também quer investigar os patrocínios da estatal e os repasses de verbas da Petrobras a Ongs .
No domingo, reportagem do GLOBO mostrou que a estatal repassou R$ 609 milhões, sem licitação, para financiar 1.100 contratos com ONGs, patrocínios, festas e congressos nos últimos 12 meses . Entre os beneficiados, há desde entidades cujo endereço não existe até outras que pararam de funcionar ou são ligadas a aliados do governo.
Oposição fará apuração paralela na CPI da Petrobras

Lula e os aposentados

A verdade é que Lula se faz de rogado diante do justo pleito dos aposentados, é bem provável que o seu próximo passo seja afirmar, inocentemente, que nada sabia sobre a reivindicação dos aposentados do Brasil.
Quando a oposição dá bobeira

Comento: A esta altura do campeonato, ser contra terceiro mandato é apenas uma questão de princípios. Voltar-se contra àqueles que, casuísticamente, torcem por um terceiro mandato é marcar bobeira, afinal, qual político brasileiro não gosta do casuísmo ou de aparecer? Esta é uma bela oportunidade de político se mostrar na mídia, ou não?
Um negócio da China

Especialista respeitado, John Forman, ex-diretor da Agência Nacional de Petróleo, fez as contas: a China pagará US$ 2.739.726,02 por 200 mil barris/dia.
Cada barril, hoje cotado em US$ 28,37 (valia US$ 138 há um ano), sairá pela merreca de US$ 13,70.
A Petrobras não comentou os cálculos de John Forman, ex-presidente da Nuclebrás e um dos maiores especialistas em energia do País.Entende-se, desde já, que nessa negociação somente a China sai ganhando.De resto, para o Brasil, sobra o empréstimo firmado desde Fevereiro deste ano, para cobrir o combalido caixa da Petrobrás.
*Com informações do site do Claudio Humberto
Exame de DNA aponta que argentino teve 7 filhos com a própria filha

Arthur Virgílio é o novo relator da CPI das ONGs

Dono da relatoria, o governo vinha conseguindo controlar a apuração. Retiveram-se, por exemplo, pedidos de quebra de sigilo bancário e fiscal de entidades que receberam verbas oficiais.Submetido à relatoria do líder tucano, o governo talvez tenha mais motivos para se preocupar com a CPI das ONGs do que com a da Petrobras.Deu-se algo que o ex-presidente Tancredo Neves costumava resumir magistralmente com uma frase: “A esperteza, quando é muito grande, engole o esperto”.
Ex-deputado Álvaro Lins deixa Bangu 8

*Com informações do Portal G1
Após ameaças, EUA reafirmam compromisso com defesa do Japão e da Coreia do Sul

"Eu quero sublinhar os compromissos que os Estados Unidos têm e pretende sempre honrar pela defesa da Coreia do Sul e do Japão", disse a secretária de Estado. Os EUA possuem tropas nos dois países desde o fim da Segunda Guerra (1939-1945). Mas, seguindo o padrão adotado pela diplomacia americana desde o teste nuclear norte-coreano de segunda-feira, a secretária de Estado disse que a via de negociação continua aberta. "Nós esperamos que haja uma oportunidade para a Coreia do Norte retorne para as diretrizes da discussão dentro do processo de seis partes e que nós possamos começar, mais uma vez, a ver resultados de trabalhar com, os norte-coreanos rumo à desnuclearização [da península coreana]", disse Hillary, referindo-se à negociação entre as duas Coreias, Japão, Rússia, China e EUA que levaram ao compromisso norte-coreano, em 2005, de abandonar o programa nuclear. A Coreia do Norte fez seu primeiro teste nuclear no ano seguinte. Já na Casa Branca, o porta-voz da Presidência, Robert Gibbs, disse que a Coreia do Norte não vai conseguir chamar a atenção do mundo com ameaças que nada farão além de reforçar mais ainda seu "isolamento". "As ameaças não vão dar à Coreia do Norte a atenção que deseja. Suas ações não fazem nada além de reforçar seu isolamento" no cenário internacional, declarou à imprensa o porta-voz Robert Gibbs. Gibbs destacou que seria preferível que a Coreia do Norte voltasse seus esforços para "o cumprimento de suas promessas" sobre o desmantelamento de suas instalações nucleares, e disse que os EUA estão "preocupados" com as ameaças proferidas pelo regime comunista. Em reação à adesão da Coreia do Sul à iniciativa americana contra o tráfico de armas de destruição em massa (PSI, na sigla em inglês), a Coreia do Norte anunciou nesta quarta-feira que não se sente mais vinculada ao armistício de 1953 que pôs um fim à guerra da Coreia (1950-1953). "A península coreana vai voltar a um estado de guerra", avisou Pyongyang. "Isso não vai trazer nada de bom para eles", avisou Gibbs. "Estamos fazendo o máximo para garantir que a Coreia do Norte não divulgue seu conhecimento em matéria nuclear", também afirmou o porta-voz, manifestando-se sobre a preocupação americana de que o regime norte-coreano venda segredos nucleares para outros países ou grupos terroristas.
Deputada quer CPI da dívida pública

quarta-feira, 27 de maio de 2009
Esquema para esconder a sujeira na Petrobras contará com Jucá e Ideli

Segundo líderes governistas que acompanham as articulações, Jucá é o mais cotado para ficar com a relatoria e a líder do governo no Congresso, Ideli Salvatti (PT-SC), para presidir os trabalhos.
"Em princípio, não abrimos mão da presidência e da relatoria. Vamos discutir com os líderes, mas a ideia é que a presidência fique com o bloco de apoio ao governo e a relatoria com o PMDB", disse Jucá.
A relatoria é o cargo mais cobiçado porque cabe ao relator conduzir as investigações sobre supostas irregularidades na administração da CPI. Com a relatoria em mãos, ficará a cargo do PMDB "blindar" eventuais informações que supostamente possam comprometer a diretoria da estatal e constragenr a cúpula do governo.

O líder do PT no Senado, Aloizio Mercadante (SP), indicou os senadores Ideli Salvatti (PT-SC), Inácio Arruda (PC do B-CE) e João Pedro (PT-AM) para ocuparem as vagas de titulares da base aliada governista na comissão. Como suplentes, os governistas escolheram os senadores Marcelo Crivella (PRB-RJ) e Delcídio Amaral (PT-MS).
O PTB e o PDT, que também integram a base aliada do governo no Senado, indicaram os senadores Fernando Collor e Mello (PTB-AL) e Jefferson Praia (PDT-AM) para duas vagas de titulares da CPI. O senador Gim Argello (PTB-DF), vice-líder do governo no Senado, foi indicado pelo PTB para uma das suplências da comissão.
Das 11 vagas de titulares na CPI da Petrobras, oito são de partidos da base aliada do governo contra três da oposição. Já dos sete suplentes da comissão, cinco são governistas e dois do DEM e PSDB.
Diretor da Petrobrás desmente petistas, Lula e Dilma

Estrella disse ainda desconhecer pressão do PMDB pelo seu cargo e lembrou que a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) negou que isso ocorra. "Eu trabalho 12 horas por dia, desconheço absolutamente tudo. A minha preocupação é com o desempenho [do meu cargo]. Exerço um cargo técnico, mas pratico uma política do governo que é o controlador majoritário da companhia", disse. O presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, já declarou que a CPI poderia "imobilizar" a empresa, mas “(Não atrapalha) De maneira nenhuma. Existe um plano estabelecido há muito tempo e que é de longo prazo. Não haverá qualquer tipo de interrupção”, afirmou Estrella, após participar de uma audiência em comissões na Câmara dos Deputados.
Coreia do Norte religa reator nuclear e ameaça guerra

A usina de Yongbyon, remanescente da era soviética, vinha sendo desmantelada como parte de um acordo multilateral que previa ajuda ao país. Mas por enquanto não há sinais de que a Coreia do Norte voltou a separar plutônio no local. Depois do teste de segunda-feira, resta ao país provavelmente material para mais cinco a sete bombas, segundo especialistas. Mas o regime poderia extrair plutônio de cápsulas usadas de combustível, de modo a obter, até o final do ano, material para mais uma bomba. A KCNA disse que o país celebrou o êxito do teste nuclear com um desfile militar na capital. "O teste nuclear foi uma grande realização para proteger os interesses supremos da RDPC [Coreia do Norte] e defender a dignidade e a soberania do país e da nação", disse um dirigente comunista à agência. O próximo passo do regime pode ser retomar as atividades em toda a usina de Yongbyon, e especialistas dizem que o Norte poderia levar até um ano para reverter todas as medidas de desarmamento adotadas. Quando a usina estiver funcionando, ela pode gerar plutônio suficiente para uma bomba por ano. Pyongyang também ameaça lançar um míssil balístico de longo alcance se o Conselho de Segurança da ONU (Organização das Nações Unidas) não pedir desculpas por ter endurecido a fiscalização das sanções, em reação ao disparo de um foguete em abril, que supostamente violou a proibição de teste de mísseis em vigor desde 2006. A Coreia do Norte alega que o foguete serviu para colocar em órbita um satélite com fins pacíficos.
‘Achei que o avião ia cair’ diz vítima de turbulência aérea

*Com informações do G1
terça-feira, 26 de maio de 2009
Jungmann pede a PF informações sobre prisão de membro da Al Qaeda

Cartas marcadas: Romero Jucá recebeu doações de empresas contratadas pela Petrobrás

*Com informações do Jornal O Estado de São Paulo
Aposentados fazem protesto no Congresso contra veto de Lula a reajuste de 16,67%

Justiça acata denúncia contra Protógenes por violação de sigilo e fraude processual

segunda-feira, 25 de maio de 2009
Postos vendem o litro da gasolina a R$ 1,4624 nesta segunda

País não atingirá meta de saneamento, conforme estabelece a ONU

"O atraso deve acontecer, principalmente em esgoto", disse à Reuters o diretor do Departamento de Articulação Institucional do Ministério das Cidades, Sergio Antonio Gonçalves. "Se conseguirmos manter o ritmo de investimento atual, até 2025, 2030, nós conseguiremos fazer a universalização (do serviço) na área urbana", afirmou.Em 2007, o país coletou 42 por cento do esgoto produzido por sua população e tratou 32,5 por cento do total, segundo dados do Ministério das Cidades. Para cumprir as metas estipuladas pelos ODM, o acesso à rede de esgoto no país teria de chegar a 69,71 por cento da população em 2015 -- ou um total projetado de 140 milhões de pessoas.Levando-se em conta os domicílios atendidos com fossa assética, o índice de cobertura no país sobe a 75 por cento. Mas, mesmo assim, o Brasil está atrasado em relação à média registrada na América Latina (82 por cento), da América do Norte, excluindo-se o México (100 por cento) e Europa (95 por cento), segundo dados fornecidos pela ONG Instituto Trata Brasil.
"Nem tem mais tempo para chegar lá. Não dá mais", disse o presidente do Trata Brasil, Raul Pinho. "Nós estamos trabalhando agora com uma meta de universalização em 20 anos, caso o PAC se mantenha. Estamos falando em 2027. Então nós só vamos conseguir chegar ao nosso Objetivo do Milênio (de 69,1 por cento de coleta de esgoto) lá para 2020", afirmou.Pinho aponta a "paralisação dos investimentos" brasileiros em saneamento básico entre 1990 e 2003 -- e os investimentos reduzidos entre 2003 e 2006 -- como os principais fatores para o atraso.
*Com informações da Agência Reuters
TJ-RJ suspende cotas em universidades públicas
O Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro concedeu hoje à tarde uma liminar que suspende os efeitos da lei estadual que estabeleceu cotas em universidades públicas estaduais. A ação contra as cotas para negros e estudantes de escolas públicas foi proposta pelo deputado estadual Flávio Bolsonaro (PP), que entrou na Justiça com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIN). O deputado, que também é advogado, defendeu a ação no plenário do Órgão Especial. Para ele, a lei é demagógica, discriminatória e não atinge seus objetivos. "O preconceito existe, não tem como negar, mas a lei provoca um acirramento da discriminação na sociedade. Até quando o critério cor da pele vai continuar prevalecendo? A ditadura do politicamente correto impede que o Legislativo discuta a questão", disse ele, durante sua defesa. A lei estadual tem o objetivo de garantir vagas a negros, indígenas, alunos da rede pública de ensino, pessoas portadoras de deficiência, filhos de policiais civis e militares, bombeiros militares e inspetores de segurança e administração penitenciária, mortos ou incapacitados em razão do serviço.O relator do processo, desembargador Sérgio Cavalieri Filho, votou contra a liminar por achar que a política "de ação afirmativa tem por finalidade a igualdade formal e material". O Órgão Especial, no entanto, decidiu por maioria dos votos conceder a liminar, suspendendo os efeitos da lei. A decisão definitiva sobre o assunto ainda será analisada pelo Órgão Especial. A Uerj, a primeira instituição a adotar o regime de cotas, informou por meio de sua assessoria de imprensa que deverá se pronunciar amanhã sobre o tema.
Lula e Wagner são vaiados em evento na Bahia

Com informações de http://noticias.br.msn.com
Na milionária obra baiana, o PT manda, a OAS faz

Mutirão retira cerca de 200 toneladas de lixo das ruas do Recife

Cerca de 200 toneladas de lixo acumulado foram retiradas das ruas do Recife durante um mutirão realizado neste domingo (24). O trabalho foi realizado por 15 equipes da prefeitura da capital pernambucana. Segundo Severina Lima, moradora do bairro Beberibe, o lixo tomava a calçada e impedia a ciruclação de pedestres pelo local. “Eles não recolhiam o lixo há mais de duas semanas. Passo por aqui todos os dias e está sempre cheio de lixo, o que dificulta a passagem da gente.”Os locais escolhidos pela administração municipal eram os mesmos onde a coleta de lixo era feita de forma irregular. De acordo com a prefeitura, desde que o edital de licitação para um novo contrato foi suspenso pelo Tribunal de Contas do Estado, em novembro do ano passado, a coleta de lixo vem apresentando falhas. A empresa responsável pelo serviço chegou a ser multada em R$ 1 milhão. A prefeitura espera resolver o problema até o fim do semestre.
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