Este blog objetiva a publicação de notícias e entretenimento, com base nas publicações jornalísticas nacionais. As de autoria de terceiros terão suas fontes declaradas ao final de cada postagem.
sábado, 8 de agosto de 2009
Senadores do PT querem deixar Conselho de Ética

A divisão na bancada de senadores do PT, partido que deve ser o fiel da balança para o futuro de José Sarney (PMDB-AP), aprofundou-se. Os dois principais defensores do presidente do Senado no partido, Ideli Salvatti (SC) e Delcídio Amaral (MS), tiveram uma tensa reunião com o líder da bancada, Aloizio Mercadante (SP), e pediram para não serem os titulares no Conselho de Ética.
Segundo a Folha apurou, Ideli e Delcídio, suplentes, estão incomodados com o fato de as duas vagas titulares do partido não terem sido preenchidas. Com isso, serão obrigados a votar e assumir a posição pró-Sarney, sofrendo desgaste junto à opinião pública. Ideli é candidata ao governo catarinense, e Delcídio, à reeleição. Na reunião com Mercadante, ambos o acusaram de fazer um "jogo duplo": defende o afastamento de Sarney mas mantém no conselho dois sarneyzistas e não se indispõe com o Planalto. Lula é um dos principais defensores de Sarney.
''Tinha de mostrar ao País que não estava acuado"

Um dos protagonistas da discussão com o líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros (AL), o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) disse que não tinha saída.
Leia abaixo, trechos da entrevista:
Como a situação chegou ao ponto da discussão no plenário?
Desde o recesso, implementou-se um clima de ameaças e de intimidação dos senadores que eles consideram inimigos. A turma do PMDB, a tropa de choque do Renan, não tem nada a perder. Eles têm uma imagem desgastada na opinião pública, muitos não vão disputar reeleição. Não têm história política, estão dispostos a tudo.
Como eram essas intimidações?
Disseram que iam me colocar no Conselho de Ética (em razão da divulgação do uso de jato pago pelo Senado), disseram que tinham munição contra Sérgio Guerra (presidente do PSDB), colocaram notas em jornais, coisas desse tipo.
Quem fazia isso?
A tropa de choque, Wellington Salgado (PMDB-MG), Gilvam Borges (PMDB-AP).
Como está a situação?
Está um clima insustentável. Foi um erro brutal do Sarney. O clima se radicalizou de vez. Não tínhamos outra saída. Ou nos intimidávamos ou íamos para o confronto. Ficou claro que a era Sarney acabou. Sarney decretou o fim dele. Não tem mais condições de presidir o Senado.
O sr. se arrependeu do bate-boca?
Não foi o mais adequado, não foi bom. Mas não tinha saída. Em certas circunstâncias, há coisas que você tem de fazer. Não gostaria que isso tivesse acontecido. Mas tinha que mostrar ao País que não estava acuado diante de ameaças. Não foi dos dias mais felizes da minha vida.
Como a situação chegou ao ponto da discussão no plenário?
Desde o recesso, implementou-se um clima de ameaças e de intimidação dos senadores que eles consideram inimigos. A turma do PMDB, a tropa de choque do Renan, não tem nada a perder. Eles têm uma imagem desgastada na opinião pública, muitos não vão disputar reeleição. Não têm história política, estão dispostos a tudo.
Como eram essas intimidações?
Disseram que iam me colocar no Conselho de Ética (em razão da divulgação do uso de jato pago pelo Senado), disseram que tinham munição contra Sérgio Guerra (presidente do PSDB), colocaram notas em jornais, coisas desse tipo.
Quem fazia isso?
A tropa de choque, Wellington Salgado (PMDB-MG), Gilvam Borges (PMDB-AP).
Como está a situação?
Está um clima insustentável. Foi um erro brutal do Sarney. O clima se radicalizou de vez. Não tínhamos outra saída. Ou nos intimidávamos ou íamos para o confronto. Ficou claro que a era Sarney acabou. Sarney decretou o fim dele. Não tem mais condições de presidir o Senado.
O sr. se arrependeu do bate-boca?
Não foi o mais adequado, não foi bom. Mas não tinha saída. Em certas circunstâncias, há coisas que você tem de fazer. Não gostaria que isso tivesse acontecido. Mas tinha que mostrar ao País que não estava acuado diante de ameaças. Não foi dos dias mais felizes da minha vida.
Ela sabe das coisas

1. Sexo não precisa ser com hora e local marcados: à noite, na cama. Às vezes é legal assim, mas transformar isso em rotina não é bacana.
2. Nada de usar apelidos fofos ou bizarros para se referir ao seu pênis. “Meu amigo” também é meio ridículo. Chame-o de “pau”. A gente não se ofende.
3. Gostamos de elogio. Mesmo que você já tenha elogiado dois minutos atrás. E não são só elogios à bunda. Diga, por exemplo, que estamos com o cabelo incrível. Adoramos nos sentir lindas – especialmente nos dias em que não estamos tanto.
4. Se você pretende transar conosco logo ao acordar, nada de dar beijo na boca com bafo. Se quiser beijar, aproveite aquela hora do xixi matinal e escove os dentes.
5. Você que fez o convite para sairmos? Então pague a conta. Sempre. Do bar, do restaurante, do motel, não importa. Deselegante essa história de dividir.
6. As intimidades do banheiro têm de ficar no banheiro, não precisam ser compartilhadas. Não entendo a razão de todo homem achar que é ok fazer o número 2 na frente da mulher.
7. Ter um blackberry ou iPhone mostra que você é antenado, mas não largá-lo nem quando janta com a gente mostra que você não se importa com nossa companhia.
8. Quando a gente resolve conversar, é para ser um diálogo, e não um monólogo. E não adianta concordar com tudo o que estamos falando porque sabemos que você não está prestando atenção. Pelo menos finja interesse e tente interagir nesses momentos.
9. Repare na nossa lingerie. E diga que ela é linda. Passamos horas escolhendo-a antes de transarmos e vocês arrancam tudo junto com a nossa roupa...
10. Cuidados com seus pelos pubianos. A região não pode estar parecendo a mata Atlântica intacta, mas também não pense em depilar. A solução? Apare....
11.Toda mulher gosta de sexo. Ele tem que ser diário. Nada de uma vez a cada sei-lá-quantos-dias. Melhor que isso só se for como as refeições: três vezes ao dia. E, por mim, ainda teria o lanchinho nos intervalos.
*Em depoimento a Cláudia de Castro Lima na revista VIP de Julho de 2009.
Petição do advogado doidão

Gente que mente II

Dilma disse que não participou da luta armada, que não foi terrorista.
A VERDADE: O também ex-guerrilheiro Darcy Rodrigues testemunha que uma das funções de Dilma era indicar o tipo de armamento que deveria ser usado nas ações e informar onde poderia ser roubado. “Só em 1969 ela organizou três ações de roubo de armas em unidades do Exército, no Rio”.A própria Dilma que contou, em entrevista: “Eu e a Celeste [Maria Celeste Martins, hoje sua assessora] entramos com um balde; eu me lembro bem do balde porque tinha munição. As armas, nós enrolamos em um cobertor. Levamos tudo para a pensão e colocamos embaixo da cama. Era tanta coisa que a cama ficava alta. Era uma dificuldade para nós duas dormirmos ali. Muito desconfortável. Os fuzis automáticos leves, que tinham sobrado para nós, estavam todos lá. Tinha metralhadora, tinha bomba plástica. Contando isso hoje, parece que nem foi comigo”.
Leia mais em http://www.gentequemente.org.br/
Paulo, o duque de Renan, arquiva mais 7 denúncias

Como previsto, o suplente de suplente Paulo Duque mandou arquivar as derradeiras sete acusações que pesavam contra José Sarney no conselho de (a)Ética. Na quarta (5), Duque já havia engavetado outras quatro denúncias. Assim, livrou Sarney de todas as 11 denúncias e representações protocoladas contra ele. No Império Romano, como se sabe, duque era o título dado aos comandantes militares das províncias. No ducado do Conselho de (a)Ética do Senado, Duque comanda as tropas do imperador Renan Calheiros, o bárbaro. Embora aja com destemor inaudito, Duque eximiu-se de descer ao front nesta sexta (7). Confiou ao chefe de gabinete a missão de entregar os pareceres pró-Sarney. O funcionário se chama Zacheu Teles. Indagado acerca do sumiço do Duque, ele disse que o chefe amanheceu “um pouco rouco”. Uma pena. Em plena “Idade Mídia”, o duque de Renan priva a platéia de suas sempre elucidativas considerações. Eis as sete denúncias que o suplente do suplente arquivou: 1. Denúncia de Arthur Virgilio feita em 23 de julho. Acusa Sarney de usar ato secreto para a nomeação do namorado de sua neta 2. Representação do PSDB feita em 28 de julho. Acusa Sarney de obter favorecimentos através de atos secretos 3. Representação do PSDB feita em 28 de julho. Acusa Sarney de favorecer o neto em operações de empréstimo a funcionários do Senado 4. Representação do PSDB feita em 28 de julho. Acusa Sarney de desvio de recursos públicos na Fundação Sarney e de mentir ao negar ter ligações com a administração da Fundação José Sarney 5. Representação do PSOL feita em 29 de julho. Acusa Sarney de omitir casa de R$ 4 milhões da Justiça e de ter conta ilegal no exterior, gerenciada por Edemar Cid Ferreira 6. Denúncia de Arthur Virgilio e Cristovam Buarque (PDT-DF) feita em 29 de julho. Acusa Sarney de vender terras nunca registradas em seu nome, evitando o pagamento de impostos 7. Denúncia de Arthur Virgilio e Cristovam feita em 29 de julho. Acusa Sarney de ter se beneficiado na operação Boi Barrica. A operação da PF investiga seu filho, Fernando Sarney. Agora, as quatro acusações que Duque arquivara há dois dias: 1. Denúncia de Arthur Virgilio (PSDB-AM) feita em 29 de junho. Contém 19 acusações. Entre elas, está a que acusa Sarney de favorecer a empresa de seu neto em operações de empréstimo a funcionários do Senado, e a que o acusa de ser condescendente com a publicação de atos secretos 2. Representação do PSOL feita em 30 de junho. Acusa Sarney de usar os atos secretos para conceder benefícios e aumentar salários 3. Denúncia de Arthur Virgilio feita em 10 de julho. Acusa Sarney de usar o advogado do Senado no Supremo Tribunal Federal em ação envolvendo causas próprias 4. Denúncia de Arthur Virgilio feita em 14 de julho. Acusa Sarney de ter mentido, ao negar ter ligações com a administração da Fundação José Sarney http://josiasdesouza.folha.blog.uol.com.br/
Lula prega apologia ao golpismo

Leia mais em http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
Agredidos e Ultrajados
No blog do Noblat:
O Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, embriagado pelos quase 60 milhões de votos que recebeu em outubro de 2006, achou-se no direito de dar uma bofetada em milhões de famílias brasileiras, vítimas do chamado Plano Collor.
Na última quarta-feira, 21 de março de 2007, ele recebeu, em seu gabinete, no Palácio do Planalto, o senador Fernando Collor de Mello (sic). A mim não me interessa se o senador alagoano cumpriu seus 8 anos de afastamento da vida pública. Muito menos se não foi julgado pelo STF por falta de provas. Nem me venham dizer que ele foi absolvido pelo povo, já que acaba de ser eleito pelos alagoanos para representá-los no Senado Federal. Isso é uma vergonha para o Estado de Alagoas, nada mais do que isso.
O Plano Collor foi o mais sofisticado crime contra um povo que se tem notícia. Não usou tanques para bombardear populações inteiras. Não fuzilou ninguém em praça pública. Não prendeu, nem torturou, nem espancou, nem mandou enforcar. A arma que usou foi uma caneta. Que matou e feriu muita gente.
Leia mais em:http://oglobo.globo.com/pais/noblat/
Na última quarta-feira, 21 de março de 2007, ele recebeu, em seu gabinete, no Palácio do Planalto, o senador Fernando Collor de Mello (sic). A mim não me interessa se o senador alagoano cumpriu seus 8 anos de afastamento da vida pública. Muito menos se não foi julgado pelo STF por falta de provas. Nem me venham dizer que ele foi absolvido pelo povo, já que acaba de ser eleito pelos alagoanos para representá-los no Senado Federal. Isso é uma vergonha para o Estado de Alagoas, nada mais do que isso.
O Plano Collor foi o mais sofisticado crime contra um povo que se tem notícia. Não usou tanques para bombardear populações inteiras. Não fuzilou ninguém em praça pública. Não prendeu, nem torturou, nem espancou, nem mandou enforcar. A arma que usou foi uma caneta. Que matou e feriu muita gente.
Leia mais em:http://oglobo.globo.com/pais/noblat/
Sarney valida 152 atos que tinham sido considerados secretos

Comento: Pizza, e haja pizza. Atos nulos, na forma da lei, editados no "subterrâneo do senado", tornados legais extemporaneamente. E tudo quem paga somos nós.
Senadora usou cota de passagens aéreas para turismo

Suplente do Conselho de Ética do Senado, Rosalba Ciarlini (DEM-RN) usou verba pública para pagar viagens de turismo para ela, marido, filhos, além de outros parentes, amigos, o advogado e a mulher do advogado, no país e no exterior, informa reportagem de Leonardo Souza, publicada nesta sexta-feira pelo Jornal Folha de São Paulo. Segundo a reportagem, custeou passagens e, em alguns casos, até estada em hotéis. Em seu primeiro mandato, ela bancou essas despesas com recursos de sua cota aérea, criada para permitir o deslocamento de congressistas no exercício da atividade parlamentar.
A Folha obteve mais de 320 páginas de cartões de embarque e comprovantes de passagens e hospedagem descontadas da cota da senadora de maio de 2007 a fevereiro de 2008, somando cerca de R$ 160 mil. Foram mais de 240 viagens em menos de 300 dias --quase uma passagem por dia.
Senadores da oposição atribuem a Lula responsabilidade por crise no Senado

Os parlamentares argumentam que Lula, ao apoiar a permanência de Sarney no cargo, tem como objetivo não perder a adesão do PMDB à candidatura da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) ao Palácio do Planalto.
"O chefe, o comandante, é o presidente Lula. Ele foi o responsável. Se não tivesse o presidente Lula, o Sarney não seria candidato e o Sarney teria ido embora. Eu acho que a gente vai pagar caro por isso", disse o senador Pedro Simon (PMDB-RS).
O senador, que trocou acusações com os senadores Renan Calheiros (PMDB-AL) e Fernando Collor de Mello (PTB-AL) no plenário da Casa na última segunda-feira, disse que a oposição vai usar a foto de Lula com os dois senadores favoráveis a Sarney na campanha eleitoral de 2010. "A foto da oposição na campanha vai ser o Lula com o Collor, o Sarney e o Renan", disse Simon.
Para o senador Álvaro Dias (PSDB-PR), há uma orientação do Palácio do Planalto para que Sarney permaneça no cargo. Com a bancada do PMDB como fiel aliada do governo no Senado, Dias argumenta que o presidente não tem interesse na saída de Sarney.
"Há participação do governo nesse episódio. A questão eleitoral teve peso, o desejo de conquistar o PMDB à candidatura Dilma teve peso", afirmou.
Sarney tem o apoio irrestrito da cúpula do PMDB à sua permanência no cargo. A presidente interina do partido, Iris de Araújo, assinou representação encaminhada ao Conselho de Ética do Senado contra o senador Arthur Virgílio (PSDB-AM) --que encaminhou denúncias e representações contra o presidente da Casa ao colegiado.
Renan admitiu, em discurso no plenário, que a representação contar Virgílio era uma represália às ações do tucano contra Sarney. O líder peemedebista também mobilizou os senadores Almeida Lima (PMDB-SE), Wellington Salgado (PMDB-MG) e Gilvam Borges (PMDB-AP) a atuarem no conselho como aliados de Sarney.
Leia mais em http://www1.folha.uol.com.br/
O trio: Lula, Sarney e Collor

Lula, que detestava Collor, que odiava Sarney, que apanhou feito condenado de Lula e Collor. Candidato, Collor foi implacável, até cruel, contra o então presidente Sarney. Na oposição, Sarney aguardou a primeira esquina para tirar a revanche e foi o primeiro líder nacional a apoiar explicitamente o impeachment do já presidente Collor, seu algoz. Mas isso é coisa do passado...
Hoje, Lula e Collor viajam juntos e tramam juntos em palácio para salvar José Sarney no cargo de presidente do Senado. Quem se odiava agora se ama. Inimigos viraram íntimos amigos. Um trio de ouro. Ou de armas.
Nada, evidentemente, é por acaso. Lula precisa de Collor para aniquilar a CPI da Petrobras, já que a bancada do PT, manipulada e fragilizada pelo Planalto, não está dando para o gasto. E Lula precisa também de Sarney para garantir algum controle sobre o Senado e manter o PMDB fiel, a qualquer custo, à candidatura Dilma em 2010.
Sarney agarrou-se a Lula e a Collor por motivos óbvios: de "firmíssimo" (como disse na volta do recesso), ele não tem nada. Fragilíssimo, precisa de Lula como do ar para viver e precisa de Collor para a tropa de choque do plenário contra a oposição (oposição a ele, não apenas ao governo).
E Collor? Ele ressurge vigoroso, com um discurso inflamado, no mesmo estilo "bateu, levou" e aproveitando bem esse trampolim, que é a crise. Crise é o seu ambiente, ele sabe como é. Quanto mais crise, melhor para Collor. É o meio de voltar à luz, ao debate, ao palco nacional. Pelas mãos de Lula e Sarney, quem diria?
Na guerra que o país assiste ao vivo e em cores no plenário do Senado (nos bastidores, nem tudo o que parece é...), temos a tropa de choque de Sarney de um lado, com Collor, Renan Calheiros e Wellington Salgado, aquele neo-político da cabeleira. Do outro, Pedro Simon, Jarbas Vasconcelos, Cristovam Buarque na ofensiva pela renúncia. No meio, pedindo inutilmente bom senso, Sérgio Guerra. E, como alvo direto dos sarneysistas, Arthur Virgílio, com contas a pagar (ou já pagas, como diz) com Agaciel Maia.
A situação está no seguinte pé: o Senado é uma terra de ninguém, uma terra arrasada, onde nada que se plante dá. O Planalto monitorando a situação, com Lula agora agindo mais do que falando. A oposição, como sempre, mais perdida do que barata tonta.
E, enquanto isso, fica uma pergunta no ar: por que raios Lula se esgoela tanto contra a CPI da Petrobras, se quer tirar dela 80% da rentabilidade do pré-sal? Eu, hein! Fica parecendo que a defesa ferrenha não é exatamente da Petrobras. É do seu governo e da candidatura Dilma. Ou seja: dele mesmo, Lula. O presidente se jogou no centro da fogueira.
Hoje, Lula e Collor viajam juntos e tramam juntos em palácio para salvar José Sarney no cargo de presidente do Senado. Quem se odiava agora se ama. Inimigos viraram íntimos amigos. Um trio de ouro. Ou de armas.
Nada, evidentemente, é por acaso. Lula precisa de Collor para aniquilar a CPI da Petrobras, já que a bancada do PT, manipulada e fragilizada pelo Planalto, não está dando para o gasto. E Lula precisa também de Sarney para garantir algum controle sobre o Senado e manter o PMDB fiel, a qualquer custo, à candidatura Dilma em 2010.
Sarney agarrou-se a Lula e a Collor por motivos óbvios: de "firmíssimo" (como disse na volta do recesso), ele não tem nada. Fragilíssimo, precisa de Lula como do ar para viver e precisa de Collor para a tropa de choque do plenário contra a oposição (oposição a ele, não apenas ao governo).
E Collor? Ele ressurge vigoroso, com um discurso inflamado, no mesmo estilo "bateu, levou" e aproveitando bem esse trampolim, que é a crise. Crise é o seu ambiente, ele sabe como é. Quanto mais crise, melhor para Collor. É o meio de voltar à luz, ao debate, ao palco nacional. Pelas mãos de Lula e Sarney, quem diria?
Na guerra que o país assiste ao vivo e em cores no plenário do Senado (nos bastidores, nem tudo o que parece é...), temos a tropa de choque de Sarney de um lado, com Collor, Renan Calheiros e Wellington Salgado, aquele neo-político da cabeleira. Do outro, Pedro Simon, Jarbas Vasconcelos, Cristovam Buarque na ofensiva pela renúncia. No meio, pedindo inutilmente bom senso, Sérgio Guerra. E, como alvo direto dos sarneysistas, Arthur Virgílio, com contas a pagar (ou já pagas, como diz) com Agaciel Maia.
A situação está no seguinte pé: o Senado é uma terra de ninguém, uma terra arrasada, onde nada que se plante dá. O Planalto monitorando a situação, com Lula agora agindo mais do que falando. A oposição, como sempre, mais perdida do que barata tonta.
E, enquanto isso, fica uma pergunta no ar: por que raios Lula se esgoela tanto contra a CPI da Petrobras, se quer tirar dela 80% da rentabilidade do pré-sal? Eu, hein! Fica parecendo que a defesa ferrenha não é exatamente da Petrobras. É do seu governo e da candidatura Dilma. Ou seja: dele mesmo, Lula. O presidente se jogou no centro da fogueira.
Voto do PT vai decidir futuro de Sarney e Virgílio

Os votos do PT no Conselho de Ética do Senado decidirão o futuro de José Sarney (PMDB-AP) e Arthur Virgílio (PSDB-AM), que podem responder a processos que resultariam em cassação de mandato, informa reportagem publicada nesta sexta-feira pela Folha. Sem o PT, a oposição não vai conseguir reabrir as acusações feitas contra Sarney que foram arquivadas pelo presidente do conselho, Parejeitar os recursos contra as decisões de Duque são necessários oito votos. A oposição já conta com cinco. ulo Duque (PMDB-RJ), tampouco os aliados de Sarney terão como avançar na investigação contra Virgílio a ponto de tirar o mandato do líder tucano.
O PT tem três senadores no conselho: João Pedro (AM), Delcídio Amaral (MS) e Ideli Salvatti (SC). Para aprovar ou rejeitar os recursos contra as decisões de Duque são necessários oito votos. A oposição já conta com cinco.
O PT tem três senadores no conselho: João Pedro (AM), Delcídio Amaral (MS) e Ideli Salvatti (SC). Para aprovar ou rejeitar os recursos contra as decisões de Duque são necessários oito votos. A oposição já conta com cinco.
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
Gente que mente I

“Não quero que seja mais um programa que o governo anuncia, mas termina o mandato e as ações não vêm. Quero anunciar o que realmente vamos cumprir”. (Presidente Lula, em Brasília, apresentando o PAC , 17/01/2007).
A VERDADE SOBRE O PAC:
Após dois anos e três meses, apenas 7% das obras do PAC foram concluídas. Cerca de 64%, que equivalem a 7.721 projetos, ainda não saíram do papel, ou seja, estão em fase de “contratação”, “ação preparatória” (estudo e licenciamento) ou “licitação” (desde o edital até o início do projeto), informa o site Contas Abertas.
Ou seja, Lula terminará o mandato dentro de pouco mais de um ano e as ações não virão. A “mãe do PAC”, segundo Lula, é a ministra Dilma Rousseff ou será madrasta?
Virgílio sofre representações no Conselho de Ética

Comento: O PMDB age em favor de Lula e as pretensões do governo federal. Servindo a base aliada, o PMDB troca o apoio pessoal de Lula - e seu empenho junto ao PT - em defesa de Sarney, pelo capricho de Lula em "destruir" o que resta de oposição no Brasil e, enfim, tornar-se uma espécie de Chavez brasileiro. O senador Paulo Duque - um autêntico sem voto - apressou-se em afirmar que as denúncias contra Virgílio são mais consistentes que as de Sarney. Talvez até seja, mas daí inocentar o presidente do senado sumariamente...sei não! Com oposição, e pior, sem oposição, o senado continuará cheirando mal!
Collor afirma sobre Sarney:"Ele é tão inocente quanto eu!"

Sabia-se que Sarney não fez pouca coisa. Mas só se soube agora que fez o suficiente para que um Fernando Collor pudesse considerá-lo um igual.
Sarney o desmemoriado

O primeiro da foto (da esquerda para a direita), chama-se Rodrigo Cruz, no dia em que se casou com a filha de Agaciel Maia, ex-diretor-geral do Senado nomeado por Sarney. Hoje, em discurso no plenário do Senado - quando tentava justificar o injustificável - Sarney disse não conhecer Rodrigo Cruz. E olha que foi padrinho do casamento dele.
Ou Sarney mente descaradamente, ou, do contrário, se encontra desmemoriado e, portanto, sem condições de saúde para presidir o senado.
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Parte da pizza já assou

"O Sarney que subiu à tribuna- disse Josias- é uma caricatura burlesca da burquesia política em decadência no Brasil. O Sarney que foi ao microfone é um político em conflito consigo mesmo. Considera-se um modernizador. Mas mantém os pés no pântano do patrimonialismo".
Para completar a Comissão de ética do senado arquivou quatro representações contra o presidente do senado e, de quebra, arquivou outra contra Renan.
Sarney descarta renunciar à presidência do Senado

Sarney disse: ""Na coerência do meu passado, não tenho cometido nenhum ato que desabone a minha vida. Não tenho senão que resistir, foi a única alternativa que me deram. Todos aqui somos iguais, ninguém é melhor que o outro. Não podem esperar de mim que cumpram a sua vontade política de renunciar."
Disse ainda que as 170 diretorias do Senado não foram criadas por ele. "Isso é um absurdo. É uma herança do passado, mas disseram e consta de uma representação que 70% dessas diretorias foram criadas por mim. Eu criei 23 diretorias para atender novos serviços que servem aos senadores, como TV, rádio, jornal."
Comento: A pizza, meus amigos, já está assada e será digerida em comemoração à cara-de-pau exibida pelos senadores da base aliada do Governo Federal. Quanto a batata...Ah essa vai assar na mão de Arthur Virgílio que será cassado pela comissão de ética- sem ética - do Senado, graças a uma denúncia apresentada pelo PMDB.
Quando Collor odiava e xingava Sarney
Ele vai dizer que fica

No discurso transferido para hoje, José Sarney possivelmente denunciará que “falsas acusações” foram direcionadas contra si. Respaldado pela tropa de choque com respaldo do Presidente Lula, ele se engrandecerá. Poderá dizer, inclusive, que tomou todas as providências necessárias para sanear irregularidades no senado.E talvez, quem sabe, poderá criar mais um "dia do fico" no Brasil.
Vamos aguardar. A qualquer tempo estaremos atualizando o blog sobre a fala de Sarney.
Conselheiro de Obama fala sobre bases na Colômbia

De acordo com Jones, o assunto será tratado com as autoridades brasileiras e "terá uma boa explicação e um desfecho satisfatório". "De nenhuma maneira isso vai interferir no progresso da nossa amizade e da nossa cooperação" com o Brasil, disse.
Justiça condena banco a indenizar cliente barrado por detector de metais

O autor da ação afirma que, mesmo após ter demonstrado que não carregava mais nada que pudesse acionar o detector de metais, o segurança impediu sua entrada na agência. Os desembargadores consideraram que houve "excesso por parte do preposto [segurança] do banco". Mesmo admitindo a necessidade de medidas de segurança para o público em geral, para o desembargador Rogério de Oliveira Souza, da 6ª Câmara Cível, "tal situação não poderá gerar constrangimento e humilhação ao consumidor". A assessoria do banco Itaú foi procurada, mas por se tratar de um processo judicial ainda em andamento, preferiu não se pronunciar.
http://www1.folha.uol.com.br/
PT não assinará nota contra Sarney

Bill Clinton deixa Coreia do Norte com jornalistas americanas libertadas

Leia mais em http://www1.folha.uol.com.br/
Ladrão nu é flagrado por câmeras de segurança

O suspeito está sendo procurado pela polícia de Abington. Uma testemunha disse que viu o homem nu fugindo do apartamento logo depois de o imóvel ter sido roubado. As câmaras de segurança mostram o suspeito entrando no apartamento vestindo uma bermuda e uma camisa sem mangas. Mas, quando deixou o local, ele aparentemente decidiu sair sem nada. Segundo a polícia, o mesmo ladrão nu teria cometido um segundo assalto no mesmo dia. O proprietário da casa disse que sua filha de 14 anos se deparou com o suspeito. Ele contou que o bandido vasculhou gavetas e escreveu obscenidades em um espelho. "Isso é altamente incomum. Ele não fez nada para prejudicar ninguém, mas os crimes parecem ter natureza sexual", disse o detetive Philip Geliebter.
http://g1.globo.com/
Brasil terá papel moderador em relação ao Irã

Garcia acrescentou que o Brasil espera para este ano a visita do presidente iraniano. A reeleição de Ahmadinejad foi questionada por grande parte da comunidade internacional depois que a oposição afirmou que houve fraude na eleição de 12 de junho e grandes protestos nas ruas do país foram reprimidos com violência. "Não há essa questão de reconhecimento. Nenhum país está reconhecendo ou desreconhecendo o Irã", disse Garcia a jornalistas. "Estamos na expectativa de que se configure a visita do presidente do Irã aqui, até porque acreditamos que será uma excelente ocasião de o Brasil transmitir uma série de opiniões, particularmente no que diz respeito ao programa nuclear iraniano."
terça-feira, 4 de agosto de 2009
Lula mantém apoio a Sarney

Em reunião de coordenação, presidente diz que não vai mais interferir em decisões da bancada do PT no Senado. É o que diz a reportagem de Chico de Gois e Luiza Damé, em o Globo:
De forma menos efusiva que em outras ocasiões, o Palácio do Planalto voltou a defender o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), mas não fez prognósticos sobre sua permanência ou não no cargo. Na reunião de coordenação, de manhã, o ministro de Relações Institucionais, José Múcio Monteiro, fez uma análise da crise no Senado e passou o recado de Sarney ao governo: apesar da pressão, não está disposto a renunciar ao cargo. O presidente do Senado está pronto para a guerra, concluíram Lula e auxiliares.
O presidente Lula, que na semana passada sinalizara que não estaria mais tão fechado com o presidente do Senado, ontem reiterou apoio a Sarney, durante a reunião, mas disse que é preciso tomar cuidado para que a posição do Planalto não pareça interferência em questões do Legislativo. E reafirmou que não vai mais interferir nas decisões da bancada do PT no Senado.
Pouco depois da reunião de coordenação, Lula defendeu o Congresso ao sancionar a nova lei da adoção:
- (A lei) É uma dádiva para o Brasil. Isto aqui também mostra que todas as críticas que são feitas ao Congresso Nacional todo santo dia... Eu digo sempre que, se colocar numa balança as coisas boas e as coisas más que foram feitas pelo Congresso, as coisas boas são infinitamente superiores, mas muitas vezes as coisas boas não têm o destaque que a gente gostaria que tivessem.
Na reunião de coordenação, Lula reclamou que o foco das denúncias tem sido exclusivamente Sarney, enquanto, segundo ele, todos sabem que outros senadores que teriam práticas semelhantes não são citados.
A avaliação de Lula é que a saída de Sarney do cargo dificultaria a relação entre o PMDB e o PT, pondo em risco a governabilidade. O presidente não gostou da postura dos senadores petistas que, mesmo depois de uma conversa no Palácio da Alvorada, insistiram em pedir a licença de Sarney do cargo. Mas disse que não conversará mais com os senadores do partido sobre esse assunto.
O presidente Lula, que na semana passada sinalizara que não estaria mais tão fechado com o presidente do Senado, ontem reiterou apoio a Sarney, durante a reunião, mas disse que é preciso tomar cuidado para que a posição do Planalto não pareça interferência em questões do Legislativo. E reafirmou que não vai mais interferir nas decisões da bancada do PT no Senado.
Pouco depois da reunião de coordenação, Lula defendeu o Congresso ao sancionar a nova lei da adoção:
- (A lei) É uma dádiva para o Brasil. Isto aqui também mostra que todas as críticas que são feitas ao Congresso Nacional todo santo dia... Eu digo sempre que, se colocar numa balança as coisas boas e as coisas más que foram feitas pelo Congresso, as coisas boas são infinitamente superiores, mas muitas vezes as coisas boas não têm o destaque que a gente gostaria que tivessem.
Na reunião de coordenação, Lula reclamou que o foco das denúncias tem sido exclusivamente Sarney, enquanto, segundo ele, todos sabem que outros senadores que teriam práticas semelhantes não são citados.
A avaliação de Lula é que a saída de Sarney do cargo dificultaria a relação entre o PMDB e o PT, pondo em risco a governabilidade. O presidente não gostou da postura dos senadores petistas que, mesmo depois de uma conversa no Palácio da Alvorada, insistiram em pedir a licença de Sarney do cargo. Mas disse que não conversará mais com os senadores do partido sobre esse assunto.
Homem apela para a lei Maria da Penha

A decisão foi motivada porque, na avaliação do juiz, a mulher "se utilizava da medida de proteção deferida em seu favor para perturbar o suposto agressor". No dia 16, uma decisão semelhante havia sido concedida determinando que seu ex-companheiro não se aproximasse e nem estabelecesse contato de qualquer forma. O pedido liminar de habeas-corpus apresentado pelo Ministério Público (MP) em favor da mulher, para reverter a concessão da medida ao ex-companheiro, foi indeferido na quarta-feira pelo desembargador Newton Brasil de Leão, da 3ª Câmara Criminal. O habeas-corpus segue tramitando no TJ-RS.
Denúncias contra Sarney serão arquivadas

Reúne-se nesta quarta (5) o Conselho de (a)Ética do Senado.Na pauta, 11 representações e denúncias contra José Sarney. A 24 horas do início da partida, o jogo do conselho está jogado.Os lances estão programados para acontecer assim:
1. Escalado por Renan Calheiros para presidir o colegiado que deveria zelar pela ética, Paulo Duque (PMDB-RJ) empurrará a encrenca com a barriga.
2. Informará ao conselho que, de acordo com o regimento do Senado, dispõe de cinco dias para analisar as representações.
3. Na noite desta segunda (3), Sarney disse a um interlocutor, em privado, que nada será decidido antes da próxima segunda (10).
4. Vencido o prazo, Duque revelará ao conselho e ao país a decisão que Renan e Sarney já tomaram por ele: as acusações serão enviadas ao arquivo.
5. A manobra tem amparo no regimento. O presidente do conselho tem poderes para arquivar denúncias ineptas sem ouvir o plenário.
6. Duque não deve nem mesmo oficiar Sarney para a apresentação de defesa. Dirá que as acusações são ineptas. E ponto.
7. Farejando o cheiro de queimado, a oposição já preparou o contra-ataque. Reza o regimento que as decisões do presidente são passíveis de recurso.
8. Com as assinaturas de cinco dos 15 integrantes do Conselho de Ética, pode-se exigir que a decisão de Paulo Duque seja levada a voto.
9. José Agripino Maia já dispõe de requerimento subscrito por cinco conselheiros –dois tucanos e três ‘demos’.
10. Sarney e Renan estimam que, submetido a voto, o arquivamento a ser proposto por Duque prevalecerá por dez a cinco.
11. O regimento faculta à oposição novo recurso, dessa vez ao plenário do Senado.
12. Esboçada antes do recesso, a tática do grupo de Sarney foi reiterada em reunião realizada na noite do último domingo (2).
1. Escalado por Renan Calheiros para presidir o colegiado que deveria zelar pela ética, Paulo Duque (PMDB-RJ) empurrará a encrenca com a barriga.
2. Informará ao conselho que, de acordo com o regimento do Senado, dispõe de cinco dias para analisar as representações.
3. Na noite desta segunda (3), Sarney disse a um interlocutor, em privado, que nada será decidido antes da próxima segunda (10).
4. Vencido o prazo, Duque revelará ao conselho e ao país a decisão que Renan e Sarney já tomaram por ele: as acusações serão enviadas ao arquivo.
5. A manobra tem amparo no regimento. O presidente do conselho tem poderes para arquivar denúncias ineptas sem ouvir o plenário.
6. Duque não deve nem mesmo oficiar Sarney para a apresentação de defesa. Dirá que as acusações são ineptas. E ponto.
7. Farejando o cheiro de queimado, a oposição já preparou o contra-ataque. Reza o regimento que as decisões do presidente são passíveis de recurso.
8. Com as assinaturas de cinco dos 15 integrantes do Conselho de Ética, pode-se exigir que a decisão de Paulo Duque seja levada a voto.
9. José Agripino Maia já dispõe de requerimento subscrito por cinco conselheiros –dois tucanos e três ‘demos’.
10. Sarney e Renan estimam que, submetido a voto, o arquivamento a ser proposto por Duque prevalecerá por dez a cinco.
11. O regimento faculta à oposição novo recurso, dessa vez ao plenário do Senado.
12. Esboçada antes do recesso, a tática do grupo de Sarney foi reiterada em reunião realizada na noite do último domingo (2).
13. Deu-se numa reunião na casa do próprio Sarney. Participaram, além do anfitrião, Renan Calheiros, Gim Argello e o ministro Edison Lobão (Minas e Energia).
14. Participou da conversa também o advogado Antonio Carlos de Almeida Castro, o Kakay.
15. Acionado por Sarney, Kakay analisara a fundamentação das acusações feitas contra o presidente do Senado.
16. O advogado informou a Sarney e Cia. que, do ponto de vista estritamente jurídico, as representações levadas ao Conselho de Ética têm peso zero.
17. Na noite desta segunda (3), Kakay voltou à casa de Sarney. Saiu de lá convencido de que não terá de redigir memoriais nem fazer a defesa oral do cliente.
18. De resto, Kakay encontrou um Sarney animado para o embate. Nada fazia crer que flertasse com a renúncia.
19. Antes, em diálogos privados que mantivera com milicianos de sua tropa de choque, Sarney já havia se apresentado de lanças em punho.
20. Sarney animara-se com a refrega que eletrificara o plenário do Senado na sessão vespertina.
21. Refugiado em seu gabinete, acompanhara pela TV a refrega entre Renan Calheiros, Fernando Collor e Pedro Simon.
22. Para Sarney, Collor e Renan lograram levar às cordas o desafeto Simon. Planeja-se fazer o mesmo com todos os que se aventurarem a pedir a sua renúncia.
23. Nesta terça (4), deve subir à tribuna o líder tucano Arthur Virgílio. No dizer de Renan, trata-se de um “réu confesso”.
24. O PMDB arma contra Virgílio uma representação no Conselho de Ética. O tucano identifica no gesto uma “chantagem”. Diz que não vai calar.
25. Até que as acusações contra Sarney cheguem ao plenário, a rotina do Senado deve se resumir a isso: discursos de ataque e apartes de defesa.
26. Em meio à anormalidade, a bancada governista tentará retomar a normalidade das votações
14. Participou da conversa também o advogado Antonio Carlos de Almeida Castro, o Kakay.
15. Acionado por Sarney, Kakay analisara a fundamentação das acusações feitas contra o presidente do Senado.
16. O advogado informou a Sarney e Cia. que, do ponto de vista estritamente jurídico, as representações levadas ao Conselho de Ética têm peso zero.
17. Na noite desta segunda (3), Kakay voltou à casa de Sarney. Saiu de lá convencido de que não terá de redigir memoriais nem fazer a defesa oral do cliente.
18. De resto, Kakay encontrou um Sarney animado para o embate. Nada fazia crer que flertasse com a renúncia.
19. Antes, em diálogos privados que mantivera com milicianos de sua tropa de choque, Sarney já havia se apresentado de lanças em punho.
20. Sarney animara-se com a refrega que eletrificara o plenário do Senado na sessão vespertina.
21. Refugiado em seu gabinete, acompanhara pela TV a refrega entre Renan Calheiros, Fernando Collor e Pedro Simon.
22. Para Sarney, Collor e Renan lograram levar às cordas o desafeto Simon. Planeja-se fazer o mesmo com todos os que se aventurarem a pedir a sua renúncia.
23. Nesta terça (4), deve subir à tribuna o líder tucano Arthur Virgílio. No dizer de Renan, trata-se de um “réu confesso”.
24. O PMDB arma contra Virgílio uma representação no Conselho de Ética. O tucano identifica no gesto uma “chantagem”. Diz que não vai calar.
25. Até que as acusações contra Sarney cheguem ao plenário, a rotina do Senado deve se resumir a isso: discursos de ataque e apartes de defesa.
26. Em meio à anormalidade, a bancada governista tentará retomar a normalidade das votações
Collor, Renan Calheiros e Pedro Simon batem boca no Senado

Os senadores Renan Calheiros (PMDB-AL) e Fernando Collor de Mello (PTB-AL) trocaram ofensas nesta segunda-feira com o senador Pedro Simon (PMDB-RS) no plenário do Senado depois que o parlamentar defendeu o afastamento de José Sarney (PMDB-AP) da presidência do Senado. Renan, que é um dos principais aliados de Sarney, acusou Simon de ter como "esporte preferido nos últimos 35 anos" falar mal do presidente do Senado. Simon disse que Renan "inventava" acusações contra ele para defender Sarney.
"Vossa excelência foi à China fazer acordo com o Collor. Agora eu estou falando! Na véspera do Collor ser cassado, Vossa Excelência largou o Collor. Lá pelas tantas, apareceu como ministro da Justiça do Fernando Henrique. Lá pelas tantas, largou o FHC. Agora é o homem de confiança do Lula", disse Simon. Irritado com as menções ao seu nome, Collor também partiu para o ataque contra Simon depois que o peemedebista lembrou que o ex-presidente havia lhe convidado para ser vice-presidente na sua chapa. "São palavras que não aceito sobre mim e minhas relações políticas. São palavras que eu quero que o senhor as engula e as digira como achar conveniente."
Veja o video da discussão através das imagens da Globonews, no youtube:
http://www.youtube.com/watch?v=m7AeBxG_eT0
"Vossa excelência foi à China fazer acordo com o Collor. Agora eu estou falando! Na véspera do Collor ser cassado, Vossa Excelência largou o Collor. Lá pelas tantas, apareceu como ministro da Justiça do Fernando Henrique. Lá pelas tantas, largou o FHC. Agora é o homem de confiança do Lula", disse Simon. Irritado com as menções ao seu nome, Collor também partiu para o ataque contra Simon depois que o peemedebista lembrou que o ex-presidente havia lhe convidado para ser vice-presidente na sua chapa. "São palavras que não aceito sobre mim e minhas relações políticas. São palavras que eu quero que o senhor as engula e as digira como achar conveniente."
Veja o video da discussão através das imagens da Globonews, no youtube:
http://www.youtube.com/watch?v=m7AeBxG_eT0
Senadores reagem à declaração Collor para que Simon "engula" suas palavras

Coube à oposição e ao senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) a defesa pública de Simon. A maioria dos governistas optou pelo silêncio, com exceção dos senadores Cristovam Buarque (PDT-DF), Renato Casagrande (PSB-ES), Flavio Arns (PT-PR) e Eduardo Suplicy (PT-SP).
"Vossa Excelência vai à tribuna falar em paz e é agredido. Não vi manifestação da presidência desta Casa para mandar retirar das notas taquigráficas um senador mandar o outro engolir e digerir da maneira que achar conveniente as suas palavras. Esse é o retrato do Senado que encontramos hoje", reagiu Jarbas.
O covarde ataque bolivariano

Mais cedo, o diretor do canal, Alberto Federico Ravell, disse que o grupo era formado por membros da agremiação chavista Unidade Popular Venezuelana (UPV), liderados pela conhecida ativista pró-Chávez Lina Ron. "Responsabilizamos o presidente pelo que aconteceu hoje. Levaremos as coisas às últimas consequências", disse o diretor, afirmando lamentar que "em plena luz do dia um grupo de partidários [do presidente] se aproxime do canal e o ataque". "Este atentado já não é mais contra a liberdade de expressão, mas contra a vida das pessoas que aí trabalham", disse Ravell. O ministro do Interior da Venezuela, Tareq El Aissami, condenou o que chamou de ação "criminosa" contra emissora e afirmou que os responsáveis serão levados à Justiça, porque o governo, segundo ele, "não aceita que a violência seja o instrumento para resolver nossas diferenças". A Globovisión mantém uma linha editorial de confronto com o governo de Chávez, um ex-líder golpista que chegou ao poder pelo voto há mais de uma década e diz liderar uma revolução socialista.
Ministério Público pede devolução de R$ 300 mi em nova ação contra Maluf

O Ministério Público de São Paulo protocolou nesta segunda-feira uma nova ação civil pública contra o deputado Paulo Maluf (PP-SP) por superfaturamento de obras na época em que era prefeito de São Paulo (1992-1996). Na ação, os promotores Silvio Marques e Saad Mazloum pedem que Maluf devolva R$ 300 milhões que teriam sido enviados ilegalmente ao exterior e utilizados para comprar ações da Eucatex --empresa da família do parlamentar. Além do deputado, também são citados na ação a mulher de Maluf, Sylvia, os filhos Flávio, Otávio, Lígia e Lina e a ex-nora Jacquelline de Lourdes Coutinho Torres, ex-mulher de Flávio, além da Eucatex. A assessoria de Maluf divulgou nota na qual nega que o deputado tenha conta no exterior. "Paulo Maluf não tem e nunca teve conta no exterior. O aumento de capital da Eucatex foi feito em 1997, de forma legal, juridicamente perfeita e aprovada pela Comissão de Valores Mobiliários. Essa ação é mais uma invencionisse do promotor Silvio Marques". A investigação começou em 2001 e já tem 55 mil páginas. Segundo o Ministério Público, os documentos mostram que Maluf desviou cerca de US$ 160 milhões dos cofres públicos, entre 1993 e 1998, por meio de superfaturamento de obras da avenida Água Espraiada (atual avenida Jornalista Roberto Marinho) e do Túnel Ayrton Senna. Segundo a promotoria, Maluf recebeu recursos indevidamente até dois anos depois de ter deixado o cargo.
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
A solidão da resistência

O que falta para a Venezuela ser uma ditadura?
Muito pouco. Quando terminarem de fechar todas as formas de acesso livre à informação, então teremos ingressado em uma ditadura. Chávez quer tirar 240 rádios do ar. Nenhuma das que estão na lista, obviamente, é chavista. Também quer proibir que as estações de Caracas transmitam para o restante do país. Se isso acontecer, somente o presidente poderá falar em cadeia nacional. Nas bibliotecas públicas, todos os livros de direita ou que não estavam de acordo com a ideologia oficial foram jogados fora. Os jornais impressos continuam independentes, mas alguns donos já reclamam que não conseguem importar papel, porque o Cadivi não libera os dólares. Na televisão a cabo, o governo está discutindo uma lei para limitar o acesso aos canais venezuelanos. Em relação à Globovisión, o governo não nos deixa ampliar a cobertura para outras cidades. Temos sinal aberto em apenas três cidades.
Leia a íntegra Aqui
Mais sujeira no PAC

Deu no O Globo:
A Controladoria Geral da União (CGU) assumirá esta semana sindicância interna instaurada na Valec Engenharia, responsável pelo acompanhamento das obras da Ferrovia Norte-Sul, para apurar denúncias de várias irregularidades, inclusive sobrepreço de quase R$ 500 milhões no orçamento da obra. Seriam R$ 595 mil a mais por cada quilômetro construído. Na sexta-feira, o ministro Jorge Hage enviou ofício ao presidente da empresa, José Francisco das Neves, informando-o da decisão. A sindicância interna foi aberta em dezembro do ano passado pela estatal, até agora sem resultados. É o que informa a reportagem do enviado especial ao Maranhão, Chico de Góis, publicada na edição do GLOBO deste domingo.
Inquérito da Polícia Federal, na Operação Boi Barrica, de outubro de 2008, acusa o diretor de Engenharia da estatal, Ulisses Assad, de integrar uma “organização criminosa”, da qual faria parte Fernando Sarney, filho do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP). De acordo com a PF, o grupo teria como objetivo superfaturar e direcionar obras na Valec, além de atuar no setor de energia.
Só em dois trechos da ferrovia, auditores do Tribunal de Contas da União (TCU) detectaram sobrepreço de R$ 466 milhões, cerca de R$ 595 mil por quilômetro. Por isso, em abril conselheiros do TCU referendaram uma decisão que já haviam tomado: a retenção de parte dos pagamentos às empreiteiras.
Planejada pelo então presidente da República, José Sarney, e citada no escândalo que atropela a família por conta de flagrantes de escutas realizadas pela PF, a Ferrovia Norte-Sul teve início em março de 1987 e até 2005 vinha se arrastando vagarosamente. Com o presidente Lula, ganhou impulso. Do traçado original de 1.550 km, entre Açailândia, no Maranhão, a Anápolis, em Goiás, o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) aumentou sua extensão, no ano passado, em mais 1.526 km. Até agora, a obra já consumiu R$ 1,5 bilhão, e a estimativa é que sejam necessários mais R$ 3 bilhões para a conclusão.
Inquérito da Polícia Federal, na Operação Boi Barrica, de outubro de 2008, acusa o diretor de Engenharia da estatal, Ulisses Assad, de integrar uma “organização criminosa”, da qual faria parte Fernando Sarney, filho do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP). De acordo com a PF, o grupo teria como objetivo superfaturar e direcionar obras na Valec, além de atuar no setor de energia.
Só em dois trechos da ferrovia, auditores do Tribunal de Contas da União (TCU) detectaram sobrepreço de R$ 466 milhões, cerca de R$ 595 mil por quilômetro. Por isso, em abril conselheiros do TCU referendaram uma decisão que já haviam tomado: a retenção de parte dos pagamentos às empreiteiras.
Planejada pelo então presidente da República, José Sarney, e citada no escândalo que atropela a família por conta de flagrantes de escutas realizadas pela PF, a Ferrovia Norte-Sul teve início em março de 1987 e até 2005 vinha se arrastando vagarosamente. Com o presidente Lula, ganhou impulso. Do traçado original de 1.550 km, entre Açailândia, no Maranhão, a Anápolis, em Goiás, o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) aumentou sua extensão, no ano passado, em mais 1.526 km. Até agora, a obra já consumiu R$ 1,5 bilhão, e a estimativa é que sejam necessários mais R$ 3 bilhões para a conclusão.
Adeus sigilo bancário

Está implementado pelo Banco Central, sem alarde, o Cadastro de Clientes do Sistema Financeiro Nacional (CCS), software que monitora todas as contas bancárias do Brasil. Ironicamente, o sistema é apelidado de “HAL”, o supercomputador assassino do clássico filme “2001: Odisséia no Espaço”, e facilitao acesso do Judiciário, CPIs, Coaf e “outras autoridades”, segundo o BC, a dados financeiros sigilosos.
Pedidos de quebra de sigilo bancário demoravam meses para obter resposta, mas, com o HAL, o levantamento pode ser feito em minutos.
A ideia do cadastro das contas correntes foi uma sugestão da CPI do Narcotráfico, materializada em Lei, e alegremente adotada pelo BC.
Tanto o Conselho Nacional de Justiça quanto o Superior Tribunal de Justiça têm convênios para utilizar HAL, o supercomputador do BC.
O Banco Central avisa que o sistema foi criado para “guardar as informações dos detentores das contas e não dos valores depositados”.
Somos todos iguais nesta noite...

É aquela festa em que se tocou a música-tema de O Poderoso Chefão. Mas deveria ser tocada, também, a música de Ivan Lins, da qual uma parte da letra está no título desta postagem.
ONG repassa R$ 78,7 mil da CEF a assessora de Roseana Sarney

Segundo a reportagem de Leila Suwwan e Chico de Gois no Jonal O Globo, a Associação dos Amigos do Bom Menino das Mercês (Abom), entidade ligada à Fundação Sarney, repassou R$ 78,7 mil de verbas de patrocínio da Caixa Econômica Federal (CEF) para a empresa de eventos e turismo que pertence a Marizinha Raposo, assessora à época de Roseana Sarney no Senado Federal.
Os recursos, pagos em 2006, 2007 e 2008, eram para o projeto Caixa de Surpresas, que previa apresentações folclóricas juninas no Maranhão.
A Abom, cujo presidente de honra é o senador José Sarney (PMDB-AP), está sob investigação da Promotoria de Justiça especializada em fundações no Maranhão. A promotora Sandra Lúcia Alves Elouf suspeita que exista triangulação de verbas entre entidades da família Sarney, e deu prazo de 30 dias para apresentação da contabilidade da Abom. Ela já solicitou intervenção na Fundação José Sarney.
A Caixa financia o evento junino desde 2004, mas sempre liberou patrocínios em valores inferiores aos que eram solicitados pela Abom. O GLOBO consultou a documentação sobre o repasse. Em 2006 e 2007, a associação pediu R$ 300 mil, mas só recebeu R$ 150 mil. Em 2008, solicitou R$ 800 mil, mas foram liberados R$ 260 mil. Segundo uma técnica que acompanha o processo, a Caixa escolhe bancar determinadas despesas na planilha de custos e rejeita as demais.
As prestações de contas mostram que a maior parte dos recursos teria sido utilizada para pagar grupos artísticos, com cachês que variam de R$ 500 a R$ 18 mil. Entre os documentos enviados ao banco, para comprovar a destinação das verbas, estão notas fiscais em nome das empresas Sacada Eventos e Turismo e Sacada Eventos e Produções, ambas de Marizinha Raposo.
Os festejos também recebiam patrocínio da Eletrobrás e tinham apoio do Sistema Mirante, grupo de comunicação da família Sarney. Como contrapartida do patrocínio, a Caixa de Surpresas e o nome dos patrocinadores eram divulgados em anúncios de meia página no jornal "O Estado do Maranhão", da família.
A Abom, cujo presidente de honra é o senador José Sarney (PMDB-AP), está sob investigação da Promotoria de Justiça especializada em fundações no Maranhão. A promotora Sandra Lúcia Alves Elouf suspeita que exista triangulação de verbas entre entidades da família Sarney, e deu prazo de 30 dias para apresentação da contabilidade da Abom. Ela já solicitou intervenção na Fundação José Sarney.
A Caixa financia o evento junino desde 2004, mas sempre liberou patrocínios em valores inferiores aos que eram solicitados pela Abom. O GLOBO consultou a documentação sobre o repasse. Em 2006 e 2007, a associação pediu R$ 300 mil, mas só recebeu R$ 150 mil. Em 2008, solicitou R$ 800 mil, mas foram liberados R$ 260 mil. Segundo uma técnica que acompanha o processo, a Caixa escolhe bancar determinadas despesas na planilha de custos e rejeita as demais.
As prestações de contas mostram que a maior parte dos recursos teria sido utilizada para pagar grupos artísticos, com cachês que variam de R$ 500 a R$ 18 mil. Entre os documentos enviados ao banco, para comprovar a destinação das verbas, estão notas fiscais em nome das empresas Sacada Eventos e Turismo e Sacada Eventos e Produções, ambas de Marizinha Raposo.
Os festejos também recebiam patrocínio da Eletrobrás e tinham apoio do Sistema Mirante, grupo de comunicação da família Sarney. Como contrapartida do patrocínio, a Caixa de Surpresas e o nome dos patrocinadores eram divulgados em anúncios de meia página no jornal "O Estado do Maranhão", da família.
*Leia mais no Jornal O Globo
Serra visita o nordeste mas nega campanha

"Eu morei na Mooca [zona leste de São Paulo], região onde eles [os nordestinos] chegavam, e na escola, no jardim infantil, eram meus colegas", disse em Exu, a 620 km de Recife.
"Me sinto próximo deles pelo fato de viver na cidade e na região com o maior número de nordestinos fora do Nordeste", declarou Serra. "Muitos dos meus eleitores são de famílias que vieram daqui", disse.
Serra afirmou ainda que, em todos os cargos que ocupou, sempre trabalhou "muito" pela região. Como prova dessa proximidade, citou a homenagem que realizou a Luiz Gonzaga, no mês passado, no Vale do Anhangabaú, em São Paulo.
"Eu condecorei a família dele e acabei até arriscando a cantar junto com o Dominguinhos", disse. "Mas não vou fazer isso de novo porque se não vão achar que eu sou tão bom governador quanto cantor, e aí é perigoso", completou.
Cotado para ser o candidato do PSDB à Presidência, Serra negou, entretanto, que estivesse em campanha. E se esquivou de responder qual seria a diferença entre uma visita sua ao Nordeste e uma da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, possível candidata do PT à sucessão presidencial.
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