sábado, 16 de novembro de 2013

Programa "Minha cela, minha vida"...


Lula revela: a imprensa faz mal à democracia.

As palavras de Lula põem gasolina no fogo dos vândalos que atacam carros da imprensa nas ruas.

Por GUILHERME FIUZA

Discursando no Senado, em comemoração aos 25 anos de promulgação da Constituição, Lula disse que a imprensa “avacalha a política”. E explicou que quem agride a política propõe a ditadura. Parem as máquinas: para o ex-presidente Luiz Inácio da Silva, a imprensa brasileira atenta contra a democracia. É uma acusação grave.
O Brasil não tinha se dado conta de que os jornais, as rádios, a internet e as televisões punham em risco sua vida democrática. Felizmente o país tem um líder atento como Lula, capaz de perceber que os jornalistas brasileiros estão tramando uma ditadura. Espera-se que a denúncia do filho do Brasil e pai do PT tenha acontecido a tempo de evitar o pior.
No mesmo discurso, Lula cobriu José Sarney de elogios. Disse que o senador maranhense, então pr esidente da República, foi tão importante na Constituinte quanto Ulysses Guimarães. Para Lula, Sarney sim é, ao contrário da imprensa, um herói da democracia. É compreensível essa afinidade entre os dois ex-presidentes. Sarney e seu filho Fernando armaram a mordaça contra O Estado de S. Paulo. Proibiram o jornal de publicar notícias sobre a investigação da família Sarney por tráfico de influência no Senado, durante o governo do PT. Isso é que é democracia.
A imprensa é mesmo um perigo para a política nacional. Ela acaba de espalhar mais uma coisa horrenda sobre o governo popular – divulgou um relatório do FMI que denuncia a “contabilidade criativa” na tesouraria de Dilma. Contabilidade criativa é uma expressão macia para roubo, já que se trata de fraudar números para esconder dívidas e gastar mais o dinheiro do contribuinte. Assim, a imprensa avacalha a política petista, cassando-lhe o direito democrático de avacalhar as contas pú blicas.
Lula faz essa declaração no momento em que manifestantes em São Paulo e no Rio de Janeiro, numa epidemia fascista, depredam e incendeiam carros da imprensa, além de agredir jornalistas. Luiz Inácio sabe o que faz. Sabe que suas palavras são gasolina nesse fogo. E não há nada mais democrático do que insuflar vândalos contra a imprensa – já que o método Sarney de mordaça é muito trabalhoso, além de caro.
Do fundo do mar, onde desapareceu há 21 anos, Ulysses Guimarães deve estar quase vindo à tona para tentar entender como Lula conseguiu exaltar a Constituição cidadã e condenar a imprensa num mesmo discurso. Ulysses morreu vendo a imprensa expor os podres de um presidente que seria posto na rua. Ulysses viu a imprensa ressurgir depois do massacre militar contra a liberdade de expressão. Ele mesmo doou parte de sua vida nessa batalha contra o silêncio de chumbo. Ao promulgar a Constituição cidadã, jamais imaginaria que, u m quarto de século depois, um ex-oprimido descobriria que o mal da democracia é a imprensa. E estimularia jovens boçais a fazer o que os tanques faziam contra essa praga do jornalismo
Lula saiu de seu discurso no Senado e foi almoçar com Collor – cujo governo democraticamente conduzido pelo esquema PC também foi avacalhado pelos jornalistas. A união entre Lula e Collor é uma das garantias do Brasil contra a ditadura da imprensa, essa entidade truculenta e abelhuda. E o país se tranquiliza ainda mais ao saber que Lula e Collor estão unidos a Sarney. Com esse trio, a democracia brasileira está a salvo.
Chegará o dia em que a televisão e o rádio servirão apenas aos pronunciamentos de Dilma Rousseff em nome de seus padrinhos, poupando os brasileiros de assuntos ditatoriais como mensalão, contabilidade criativa, tráfico de influência, Rosemary Noronha e outras avacalhações.
Infelizmente Collor se atrasou e não pÃ?de comparec er ao almoço. Lula pÃ?de celebrar seu discurso com outros democratas, como o seu anfitrião, o senador Gim Argello (PTB-DF) – a quem a imprensa golpista também vive avacalhando, só porque ele responde a vários processos e a inquérito no STF por apropriação indébita, peculato, lavagem de dinheiro e corrupção passiva. Com a mídia avacalhando a política desse jeito, não dá nem para almoçar em paz com um amigo do peito.
A Argentina e a Venezuela, que Lula e o PT exaltam como exemplos de democracia, já conseguiram domesticar boa parte da imprensa. Com a reeleição de Dilma, o Brasil chega lá.

Um Congresso que não sabe o que fazer de sério.

A PL 122 é um Projeto de Lei que se aprovado transformará em Lei um conceito exacerbado de Racismo e Preconceito.
É incrível como o Congresso Nacional perde tempo legislando sobre comportamentos bobos da sociedade. Os crimes referentes ao Racismo e atos preconceituosos já foram devidamente definidos em Leis já existentes.
É isso mesmo! Um país que tem um Congresso  repleto de analfabetos políticos e alfabetizados funcionais, não poderia esperar coisa melhor dessa instituição cujos membros não trabalham e vivem nababescamente à custa do erário. 

Mau exemplo.


Grupo tenta invadir STF e é levado para delegacia.

Ontem, 15 de Novembro de 2013, no dia em que o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, decretou a prisão de 12 dos condenados no processo do mensalão, um grupo de 25 pessoas tentou invadir o prédio da Corte. Segundo relatos de policiais civis, os jovens seriam ligados ao black bloc.
Eles quebraram alambrados que cercam o prédio do STF e acabaram presos por policiais militares. Todos foram levados para a 5ª Delegacia de Polícia, onde prestam depoimento.
Parte do grupo usava máscara e a polícia sustenta que alguns deles levavam coquetéis molotov. Segundo a polícia, o grupo não conseguiu entrar no prédio e os manifestantes foram detidos logo que quebraram as cercas de proteção.
A Polícia Civil informou que nem todos os 25 detidos ficarão presos. Parte dos manifestantes deverão ser liberados após prestar depoimento.
* Leia mais em oglobo.globo.com

Porque hoje é Sábado, uma bela mulher.

A bela atriz britânica Naomi Harris

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

O cárcere que liberta a República?

Segundo a Revista Época, com a prisão dos condenados no julgamento do mensalão, pela primeira vez na história do país as algemas servirão ao avanço do princípio que consolida uma democracia: todos são iguais perante a lei.

Na minha opinião, é claro que algemas não serão utilizadas. Os presos, em sua maioria, são pessoas "extremamente comprometidas" com o PT , e como sabemos, ontem, o Ministro Lewandowsky foi claro quanto a isso quando fez de afirmar que o próprio STF estabeleceu quando se deve utilizar algemas. A estes réus tal procedimento, não se aplica.
Vejam, a seguir, parte da reportagem da Revista Época, desta semana, de autoria dos jornalistas FLÁVIA TAVARES E LEANDRO LOYOLA, COM MARCELO ROCHA E MURILO RAMOS.
Capa - Edição 808 (home) (Foto: ÉPOCA):
Capítulo 1
De como um supremo exausto decretou: “e um dia o jogo chega ao fim”
Na tarde da terça-feira (12), as algemas fizeram Justiça em Brasília. A polícia do Distrito Federal prendeu, na periferia da capital, o borracheiro Daniel Martins de Moraes, de 35 anos, acusado de ter estuprado cinco meninas no mês passado. A polícia agiu rápido e de maneira eficiente. Da data dos crimes às algemas no punho do suspeito, transcorreram três semanas. A Justiça também foi ágil. Autorizou num átimo a prisão de Daniel. Ele está detido provisoriamente numa carceragem da polícia, onde divide cela com dez presos. O vaso sanitário da cela é chamado de “boi”: um simples buraco no chão. Daniel deverá aguardar seu julgamento preso na Papuda, o maior presídio de Brasília. Será alocado na ala destinada a acusados de estupro, conhecida como “Ala dos Jack”. Essas são as algemas que, de tão corriqueiras e necessárias, o Brasil nem sequer lembra, conhece – ou de que se recordará.


Na tarde do dia seguinte, a 30 quilômetros do local onde Daniel foi preso, os ministros do Supremo Tribunal Federal apresentaram as algemas que o Brasil nunca conseguiu conhecer – mas de que jamais deverá se esquecer. São as algemas que tardaram a chegar, as algemas tão necessárias quanto as de Daniel, apesar da diferença entre os crimes, as algemas daqueles cujos crimes, por mais danosos e graves que fossem aos demais brasileiros, eram ignorados pela Justiça. São as algemas do estado de direito, que assegura a saúde da República por meio de um princípio tão simples quanto imprescindível: todos são iguais perante a lei. São as algemas do político que, num passado não tão distante, foi o segundo homem mais poderoso do país. Do tesoureiro que organizou o assalto aos cofres do Estado, de modo que uma quadrilha pudesse se perpetuar no poder – e que tinha certeza de que, em vez de algemas, acabaria rindo de tudo num salão. Do lobista que, como tantos outros ainda atuando às franjas do poder, de qualquer poder, agiu com o desembaraço e a tranquilidade que só o desprezo pela lei dos homens permite.

SÍMBOLO O ex-ministro José Dirceu.  O Supremo mandou  executar  sua pena (Foto: Juan Esteves/Ed. Globo)
O Brasil começou a conhecer o significado dessas algemas, ainda que apenas simbolicamente, quando o ministro Joaquim Barbosa, presidente do STF e relator do julgamento do mensalão, adentrou o plenário da corte, perto das 3 da tarde da quarta-feira. Talvez antevendo as longas sete horas que transcorreram até o fim da sessão, talvez ansioso por concluir a missão a que se propusera oito anos atrás – levar o julgamento a um desfecho triunfal – Joaquim tinha pressa. Enunciou o tradicional “Sentemo-nos” antes mesmo de os colegas chegarem a suas poltronas. “Ah, não”, corrigiu-se. Com todos finalmente a postos, sentaram-se e deram início à 31ª sessão plenária do Supremo Tribunal Federal.

Processo do "mensalão" é encerrado para 7 condenados.

Manifestantes fazem ato em frente ao STF em 18 de setembro de 2013 (AFP/Arquivos, EVARISTO SA)
O Supremo Tribunal Federal (STF) declarou o o fim do processo do mensalão para sete condenados, entre eles Roberto Jefferson, delator do esquema. O andamento do processo registrou na noite de quinta-feira (14) que, para os sete, houve trânsito em julgado, ou seja, não cabe mais nenhum recurso contra a condenação.
O processo do mensalão já havia transitado em julgado em maio para 12 que foram inocentados das acusações, como o publicitário Duda Mendonça.
Dos 40 denunciados pela Procuradoria Geral da República em 2006 por integrar suposto esquema de compra de votos no Congresso Nacional, 37 foram julgados pelo Supremo no ano passado - um morreu (José Janene), um fez acordo (Silvio Pereira) e outro teve o processo enviado para primeira instância (Carlos Alberto Quaglia). Vinte de cinco foram condenados e 12 absolvidos.
Nesta quarta (13), o STF determinou a prisão imediata de parte dos condenados para os quais não estão pendentes de julgamento recursos chamados embargos infringentes. Entre os que serão presos estão o ex-ministro José Dirceu, o deputado José Genoino, o ex-tesoureiro Delúbio Soares e Marcos Valério, apontado como "operador" do esquema.
O processo do mensalão terminou para quatro condenados que tiveram os segundos embargos de declaração julgados nesta semana e considerados "protelatórios" pelo tribunal. Ele eles estão os ex-deputados Roberto Jefferson e José Borba; o ex-tesoureiro do extinto PL Jacinto Lamas; e o ex-diretor do Banco do Brasil Henrique Pizzolato.
A ação também terminou para três condenados que não recorreram com nenhum tipo de recurso: o ex-primeiro secretário do PTB Emerson Palmieri, o ex-dono da corretora Bônus-Banval Enivaldo Quadrado e o ex-deputado Romeu Queiroz.
*Via Portal G1

Brasil contra a corrupção.


Sensacionalismo, falsidade e incompetência.


ESSE MAIS ALTO NA FOTO É JOÃO MARCELO (FILHO DE JOÃO VICENTE), NETO DE JANGO QUE ESTUDA MEDICINA EM CUBA, NA ESCOLA LATINOAMERICANA DE MEDICINA DE HAVANA, POR INDICAÇÃO DO PDT. ELE CONVIDOU O PERITO CUBANO PARA EXUMAÇÃO DO CORPO DO PAI. O PERITO CUBANO É O MESMO QUE JÁ PARTICIPOU DAS EXUMAÇÕES DOS RESTOS MORTAIS DE CHE GUEVARA E SIMON BOLÍVAR. FICA TUDO EXPLICADO.....FORO DE SÃO PAULO EM AÇÃO.
*gracialavida por  yahoogrupos.com.br 

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

STF decide por prisão de Dirceu e outros réus do mensalão.

Os ministros do  Supremo Tribunal Federal (STF)  decidiram nesta quarta-feira (13), por maioria (seis votos a cinco), pela execução imediata da pena imposta a vários condenados no processo do mensalão, entre eles o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu; o ex-presidente do PT e deputado licenciado José Genoino; o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares e o operador do mensalão, Marcos Valério.
Após muita discussão e dúvidas entre os próprios ministros, Supremo entendeu que os réus terão de iniciar o cumprimento da pena pelos crimes dos quais não recorreram com embargos infringentes, que só serão julgados no ano que vem.
A decisão foi tomada em questão de ordem apresentada pelo relator do processo, ministro Joaquim Barbosa, que sugeriu que 22 dos 25 condenados passassem a cumprir as penas de prisão ou prestação de serviços. Outros quatro ministros concordaram com essa tese, mas outros seis consideraram que o que foi questionado não pode ter a pena executada.
Pelo menos 16 condenados terão de cumprir a pena de imediato: os sete que não entraram com embargos infringentes em nenhum dos crimes pelos quais foram condenados, além de quem não questionou todas as penas nos infringentes.
O Supremo terá agora de contabilizar quais foram os réus que deixaram de questionar punições por meio dos infringentes. Assim, se um réu recebeu menos de quatro votos favoráveis e mesmo assim apresentou embargos infringentes, ele não poderá ser preso pelo crime que questionou no recurso. Se um réu não questionou alguma das condenações, terá de iniciar o cumprimento da pena por aquele crime.
Ao final do julgamento, o ministro Luís Roberto Barroso afirmou que "cerca de três ou quatro" dos 25 condenados não irão iniciar de imediato o cumprimento da pena. Perguntado se o ex-ministro José Dirceu teria de começar a cumprir a pena desde já - uma vez que questionou por meio de embargos infringentes somente a condenação por formação de quadrilha e não a condenação por corrupção ativa - o ministro respondeu: "Certamente sim".
Barroso explicou ainda que a decisão sobre a expedição dos mandados de prisão ficará a cargo do relator do processo, ministro Joaquim Barbosa. A assessoria de imprensa do Supremo informou que na manhã desta quinta-feira será feita uma verificação de quantos condenados terão de iniciar o cumprimento das penas imediatamente e quantos aguardarão em liberdade o julgamento dos embargos infringentes. Só depois disso serão expedidos mandados de prisão.
*Leia mais no  Portal G1

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

As gambiarras da gerente-presidente.

CÉSAR COLNAGO aponta erros na condução pelo governo federal na gestão do parque energético brasileiro pela presidente que antes foi ministra das Minas e Energia. “De apagão em apagão, o PT vai escurecer a Nação”
Em qualquer país quando se tem uma ministra de Minas e Energia alçada à condição de Presidente da República, o que se espera que ocorra após a sua posse é uma gestão marcada por elogiáveis decisões de cunho técnico e administrativo de forma a possibilitar uma expansão consistente e harmônica do setor que embase o crescimento do  país sustentando seu PIB e fornecendo energia confiável a preços competitivos com o fortalecimento de suas empresas e de sua agência reguladora em benefício de toda a sociedade.
No entanto, no Brasil é diferente.
Dono de um parque hidráulico privilegiado, de gigantescas jazidas de gás natural recentemente descobertas, acionista majoritário de uma empresa estatal com uma história de sucesso – a Eletrobras -, e com uma agência reguladora pioneira e detentora da responsabilidade de garantir um mercado regulado com as menores tarifas, o que se vê é que quase todas as intervenções da ex-ministra de Minas e Energia alçada à Presidente da República são equivocadas, claudicantes, intervencionistas, mas revestidas de um marketing olímpico, digno de medalha de ouro.
Pouco tempo após a posse do governo do PT, em 2004, implantou-se um novo marco regulatório do setor elétrico que os anos seguintes iriam mostrar a obsessão dos governos do PT por marcos regulatórios totalmente desnecessários e intervencionistas como o foram sucessivamente o do gás natural em 2008 – que hoje nos obriga a importar cada vez mais gás natural liquefeito (GNL), o traumático marco regulatório do petróleo em 2009 – que resultou na maior guerra federativa que o Brasil presenciou no Congresso Nacional, o marco regulatório dos portos que segundo especialistas deu um verdadeiro nó jurídico no setor e, por último, a proposta de marco regulatório da mineração, criticado até pela base do governo que o classifica de inexequível.
Desde a implantação do marco regulatório do setor elétrico em 2004, sob o pretexto de estimular a concorrência e implantar a modicidade tarifária, várias foram as intervenções do governo no setor, com destaque para medidas provisórias que trouxeram pesadas injeções de recursos do BNDES no sistema Eletrobras, prorrogações de encargos setoriais e a imposição de renovações das outorgas vincendas em 2015 com perdas às concessionárias e, consequentemente, queda na qualidade dos serviços.
Tudo isso culminou com a edição da Medida Provisória nº 579/12, que para garantir uma pseudo-redução de 18% que vem sendo engolida rapidamente pelo reajuste e recomposição tarifárias das concessionárias garantidas pela legislação em vigor, ao custo para o Tesouro de algo entre RS 20 e R$ 25 bilhões, segundo estudos e dados públicos do Ministério de Minas e Energia, Eletrobras e Aneel.
Quanto à Eletrobras, que desde a edição da Medida Provisória 579/12 perdeu R$ 10,1 bilhões com a renovação forçada de suas concessões, teve seu valor patrimonial reduzido de R$ 65 bilhões para R$ 9 bilhões e caiu 615 posições no ranking da Forbes das 2 mil maiores empresas no mundo (de 320º lugar para 935º colocação).  Hoje tem suas ações com perda de 50% em um ano na bolsa de valores de São Paulo e segue a passos largos o caminho da Petrobras no atual governo: o de uma empresa cada vez mais endividada e com poder de alavancar seus investimentos  extremamente prejudicado.
Pesa ainda sobre a empresa a relutância e a incompetência do governo do PT em sanear e oferecer ao mercado em processo licitatório as seis empresas federalizadas, concessionárias de distribuição de energia elétrica dos estados do Amazonas, Piauí, Acre, Alagoas, Rondônia e da cidade de Boa Vista (RR), que somadas trazem por ano um prejuízo de R$ 1,2 bilhão ao ano. Uma sangria permanente que faz com que, desde a federalização dessas concessionárias, o prejuízo aos cofres públicos chegue a mais de R$ 9 bilhões.
Raios, disjuntores, falta de investimentos, manutenção inadequada e aquém do necessário, ausência de fiscalização da Aneel por carência de recursos, e no último grande apagão, falta de enxada e roçado, constituem o estoque de justificativas do governo e  expõem a população ao risco de interrupção no fornecimento de energia elétrica, desde aqueles de menor alcance – os apaguinhos (150 no governo Dilma) até aqueles acima de 800Mw, como o de 2009 (70 milhões de pessoas em 18 estados), e finalmente o do dia 28 de agosto último que atingiu 18 milhões de pessoas em todo o nordeste.
Foram dez grandes apagões desde a posse da presidente Dilma e o planejamento do setor elétrico do país mostra cada vez mais suas falhas, gritantes, como usinas eólicas instaladas na Bahia e no Rio Grande do Norte, mas impossibilitadas de produzir porque não têm linhas para distribuir a energia (prejuízo de R$ 33 milhões ao mês); as hidrelétricas do Madeira, que só geram 1/3 do que poderiam porque também não têm equipamentos adequados; a linha de transmissão (Tucuruí-Macapá-Manaus) que deveria assegurar o suprimento da região norte, mas não funciona.
Todo esse desatino gerencial, onde as empresas do grupo Eletrobras não conseguem, sem exceção, executar o orçamento que lhes é destinado, custam milhões de reais aos cofres da Nação e, por conseguinte, a todos nós consumidores e contribuintes.
Desde setembro do ano passado, quando a presidente anunciou em cadeia nacional de rádio e televisão que haveria um corte médio de 20% nas tarifas de energia aos consumidores a partir de 2013, o país sofreu seis apagões de grandes proporções que alcançaram praticamente todos os estados brasileiros.
Para exemplificar, a CHESF no fechamento dos seis primeiros meses de 2013, só executou 27,8% do seu orçamento, e assim como em 2011 e 2012, é um bom exemplo da sua incapacidade de prestar os serviços que a população no nordeste necessita e em 2012, mais uma vez a Eletrobras não cumpriu seu orçamento, tendo investido apenas 69% do previsto, a menor execução orçamentária desde 2009. Como um sistema pode ser “robusto e eficiente” nessas condições?
As condições do parque elétrico nacional vêm se deteriorando há alguns anos. É consenso entre especialistas que falta manutenção no sistema, que é gigantesco e muito sujeito a riscos. Mas faltam também investimentos em modernização e expansão.
É justamente o contrário do que a presidente Dilma vem afirmando em diferentes ocasiões – para ser mais preciso, a cada vez que um novo apagão a desmente.
Nunca na história o país esteve tão ameaçado pelos apagões e também refém da geração de energia por termelétricas, mais caras e poluentes.
Num setor em que as ações se planejam com décadas de antecedência, com a insegurança que se abateu sobre as concessões de energia ninguém sabe ao certo se haverá luz amanhã.
Boquirroto emérito, Lula disse certa feita que “de poste em poste o PT está iluminando o Brasil”, numa referência a candidatos inexperientes e incapazes que ele apoiou por aí afora. Quando se observa o que está acontecendo de verdade no país, mais adequado é dizer que, de apagão em apagão, o PT vai escurecer a Nação.
*Texto por  César Colnago, médico e deputado Federal pelo PSDB-ES.

COMENTO: Este país, à beira do abismo, com um governo fraco, ineficaz, incapaz, políticos subservientes, Justiça cega ou inapetente ( em relação à libertinagem política que se ver em Brasília, principalmente) , povo babaca e "deitado em berço esplêndido", ainda recebe a chaga de uma oposição amena, pobre em argumentos e ações, praticamente conivente com a bandalheira que assola o país.
Francamente, que país mal administrado, que povo mal formado, que Congresso decepcionante, que vergonha!

Um sem teto bem viajado.


  • Viagens chamaram a atenção da polícia que investiga ação de ativistas ‘profissionais’
  • Ele é suspeito de atuar com ‘ativista profissional’ desde o início da onda de manifestações
RIO - Suspeito de atuar como “ativista profissional” em atos como o Ocupa Cabral e Ocupa Câmara, Jair Seixas Rodrigues, o Baiano, de 37 anos, esteve três vezes nos Estados Unidos num período de 15 meses, segundo dados da Seção de Fiscalização do Tráfego Internacional da Polícia Federal. A frequência das viagens de Baiano ao exterior despertou a atenção de agentes da Delegacia de Repressão a Crimes de Informática (DRCI) e da Coordenadoria de Informações e Inteligência (Cinpol) da Polícia Civil, que investigam o caso.
*Leiam mais em  oglobo.globo

Dilma vive pior momento e revê abordagens política e econômica.

A presidente Dilma Rousseff, no pior momento de seu governo encurralada por uma economia fraca e ressentimentos na base aliada, terá que adotar um tom ainda mais conservador na política econômica e desencantar as promessas de maior interlocução com os partidos que a apoiam.

Diante de um cenário em que os obstáculos à sua frente parecem se avolumar, o governo Dilma já começou a trilhar um caminho mais ortodoxo na política econômica, embora analistas afirmem que um aperto fiscal ainda é o elo perdido no conjunto de medidas adotadas nas últimas semanas.

No Congresso --terreno pantanoso para a presidente desde sua posse--, o governo tem buscado alterar parte do receituário adotado desde janeiro de 2011, quando a presidente tomou posse. Mas como Dilma acenou com mudanças na relação com os aliados em outros momentos, deputados e senadores ainda estão ressabiados se novamente não estão diante de uma promessa vazia.

Parte da mudança passa por aumentar o ritmo de liberação de emendas parlamentares, negociar previamente com as lideranças temas mais espinhosos e ampliar a dose de carinho com os aliados, levando-os em viagens e inaugurações pelo país, repartindo parte do capital político de Dilma.

"Esse é o pior momento do governo. Se você pegar o bloco dos oito anos do governo Lula e dos dois anos e meio do governo dela, pior do que esse momento só mesmo aquele processo do mensalão", disse à Reuters o cientista político Carlos Melo, do Insper (Instituto de Ensino e Pesquisa).

Após crescer apenas 0,9% no ano passado, a economia está novamente frustrando as expectativas. No primeiro trimestre, a expansão do PIB (Produto Interno Bruto) foi de 0,6% sobre o período anterior. A inflação oficial está no teto da meta do governo, acumulando alta de 6,50% em 12 meses até maio.

Para combater o cenário ruim, a equipe econômica mudou o tom. O Banco Central iniciou um ciclo de aumento do juro e o governo eliminou parte das barreiras cambiais existentes.

As mudanças, no entanto, ainda não foram suficientes para agradar ao mercado financeiro. E mais uma notícia negativa surgiu com a agência de classificação de risco Standard & Poor's rebaixando a perspectiva da nota da dívida brasileira para "negativa", citando preocupações com o afrouxamento fiscal, entre outros motivos.

"Esse rebaixamento da perspectiva da nota do Brasil é um sinal de alerta para o governo de que a opção pela política econômica heterodoxa não deu certo", disse o estrategista-chefe do Banco WestLB do Brasil, Luciano Rostagno.

"O problema é que a gente está a pouco mais de um ano das eleições presidenciais, e o ajuste necessário para restabelecer essa credibilidade junto ao mercado passa necessariamente pela política fiscal, que sofreu forte deterioração nos últimos anos."

Há críticas dentro do próprio governo ao excesso de intervencionismo e estímulos setoriais seguidos, que estariam deixando empresários em compasso de espera para investir, na expectativa de também serem beneficiados.

Na seara política, o governo tem visto a tramitação de matérias que considera prioritárias tornarem-se verdadeiras novelas no Congresso.

A arrastada aprovação da medida provisória que criou um novo marco regulatório para o setor portuário, poucas horas antes de perder validade, e duas outras MPs que perderam o prazo --a que garantia a redução da conta de luz, uma bandeira de Dilma, e a que desonerava a folha de pagamento de vários setores da economia-- acenderam um alerta no Palácio do Planalto.

Os episódios deixaram expostas as feridas abertas nas relações do governo com a base.

As possíveis consequências para o momento ruim do governo já bateram à porta do Planalto. Uma pesquisa que chegou ao governo em abril mostrou perda de popularidade da presidente, principalmente entre as mulheres das classes C e D, um segmento eleitoral importante para Dilma, aumentando a tensão entre os governistas.

Ainda favorita
Até o fim do mês, o Ibope deve divulgar uma nova pesquisa para a Confederação Nacional da Indústria (CNI) sobre a aprovação do governo.

Essa sondagem deve balizar os próximos passos de Dilma e de seus prováveis adversários na eleição do ano que vem --o senador mineiro Aécio Neves (PSDB), o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), e a ex- senadora Marina Silva, que tenta fundar um novo partido.

O cenário atual, embora desfavorável para o governo, ainda indica favoritismo de Dilma na disputa eleitoral. Isso porque o nível de emprego ainda é elevado e os adversários da presidente ainda não mostram força.

"A conjuntura econômica não é boa, não é alvissareira, mas a minha avaliação é que também não é desastrosa, olhando do ponto de vista eleitoral especificamente para 2014", disse o analista Ricardo Ribeiro, da MCM Consultores.

Uma vitória em outubro do ano que vem, no entanto, não será tão fácil como se esperava há alguns meses.

"O que estamos vendo é que 2014 deve ser mais competitivo do que em 2010", disse o analista Rafael Cortez, da Tendências Consultoria Integrada. (Reportagem adicional de Jeferson Ribeiro e Luciana Otoni, em Brasília, e Silvio Cascione, em São Paulo)

*Eduardo Simões-Reuters - São Paulo noticias.uol

Eis a Reitoria da USP depois da invasão.

A minha conversa não é com delinquentes que invadem a USP. Não falo com bandidos.
A minha conversa não é com os delirantes de extrema esquerda, uma minoria que se alimenta da própria estupidez. Não falo com dinossauros.
A minha conversa não é com os que roubaram equipamentos públicos. Não falo com ladrões.
A minha conversa é com um juiz chamado Adriano Marcos Laroca. Ele se diz um “juiz para a democracia”. Ele pertence a uma associação chamada “Juízes para a Democracia”.
É ao juiz Laroca que eu apresento esta foto (todas as imagens são de autoria de Nelson Antoine, da Fotoarena).
educacao-reintegracao-reitoria-usp-20131112-04-original
É ao juiz Laroca que eu mostro esta outra foto.
educacao-reintegracao-reitoria-usp-20131112-06-size-80Invasão USP 2013 5 - Nelson Antoine-Fotoarena
É ao juiz Laroca que eu exponho esta terceira foto.
Invasão USP 2013 4 - Nelson Antoine-Fotoarena
É ao juiz Laroca que eu exibo mais uma foto.
Invasão USP 2013 - 2 - Nelson Antoine-Fotoarena
É ao juiz Laroca que eu revelo uma quinta foto.
Invasão USP 2013 3 - Nelson Antoine-Fotoarena
Essa é a reitoria depois que os invasores do PSOL, do PSTU e de outros grupelhos de extrema esquerda a ocuparam. Já invadi a reitoria. O Demétrio Magnoli também — não custa lembrar, já que estamos na moda. Nunca largamos uma guimba no chão. Refiro-me ao conjunto dos militantes de então. Se o professor deixasse o comando de greve entrar na sala, bem, entrava-se e se dava o recado; se não, então era não. Havia um professor de alemão que não permitia nunca. A gente pedia sempre. Ele sempre dizia não. A gente não engrossava nunca: “Obrigado, professor!”. E ia embora. O Brasil era uma ditadura. Achávamos que era preciso acabar com a ditadura. Mas não com a hierarquia do saber. E para contestar o saber? Há os espaços que reservados pelo próprio… saber.
É com o juiz Laroca “para a democracia” que se tem de conversar. Ao negar uma liminar de reintegração de posse, ele escreveu:“A ocupação de bem público (no caso de uso especial, poderia ser de uso comum, por exemplo, uma praça ou rua), como forma de luta democrática, para deixar de ter legitimidade, precisa causar mais ônus do que benefícios à universidade e, em última instancia, à sociedade. Outrossim, frise-se que nenhuma luta social que não cause qualquer transtorno, alteração da normalidade, não tem força de pressão e, portanto, sequer poderia se caracterizar como tal.”
Ao escrever “nenhuma luta que não cause”, maltratou a Inculta & Bela. Mas quem apanhou mesmo foram as ideias.
Dado o resultado, ele poderia dizer — será? — que o “ônus é maior do que os benefícios” e que isso é muito feio. A ressalva, em sua decisão, parece-me, é apenas prudencial. O certo é que o meritíssimo endossou um método de luta que afronta não uma ordem ditatorial, mas uma ordem democrática.
Quem vai pagar por isso, juiz Laroca?
*Por Reinaldo Azevedo

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Campanha política extemporânea e impunidade.

Dilma, sob os auspícios de seu mentor e do PT, pega pesado e TORRA DINHEIRO PÚBLICO começando campanha publicitária pra se reeleger. 
Principal bandeira: O Bolsa Família que NÓS TAMBÉM PAGAMOS. Além disso usa o horário político ( que termina sendo pago por nossos impostos ) e utiliza suas aparições na mídia conivente.
É uma covardia sem par. É uma falta de respeito às Leis e ao povo.

Mérito..


Socialistas costumam a criticar a meritocracia e a competição. Eles argumentam que isto torna o povo insensível aos problemas sociais. Bem, isto não é verdade. O fato de concordarmos com um sistema que dá valor ao mérito não nos torna insensíveis. Apenas sabemos que os mais pobres poderão enriquecer se suas habilidades forem assistidas em um ambiente de livre concorrência. O que parece, é que no íntimo socialista, eles veem os pobres como incapazes, o que não são. São apenas podados pela demasiada intervenção estatal em sua vida. 

Para entender mais, leiam: http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1381 


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Dilma dá o primeiro passo para estabelecer a censura no Brasil.

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A presidente Dilma Rousseff sancionou na manhã de 01 de novembro do ano corrente a Lei 14.356/2013, que “Trata da regulamentação do uso do humor para fins sociais e dá outras providências”.
Segundo a justificativa, a lei foi sancionada tendo por motivação o “alto número de queixas contra humoristas devido a piadas consideradas preconceituosas e ofensivas a membros de comunidades raciais, étnicas e sexuais, bem como a autoridades do Estado”.
O texto da lei também afirma que “o humor deve ter a função social de divulgar mensagens politicamente corretas e edificantes, não podendo, portanto, ser instrumento para ridicularizar minorias”.
Os principais destinatários do texto legal, conforme o mesmo, são os “humoristas, blogueiros e engraçadinhos em geral”.
PONTOS POLÊMICOS
O art. 1º da lei proíbe “terminantemente” a apresentação, divulgação e propagação, por quaisquer meios, de  piadas vulgares, grosseiras e de mau gosto”.
Já o art. 2º dispõe que piadas com políticos e membros de quaisquer das três esferas da administração pública devem passar pelo crivo de uma comissão que contará com participação do ministro da Justiça, da secretária nacional dos direitos humanos, ONGs, sociólogos, antropólogos, “gente que usa o sobrenome “Guarani-Kaiowá” no facebook” e políticos.
Ainda segundo o dispositivo legal mencionado, “Tal comissão de especialistas encarregar-se-á de analisar a piada em questão e de autorizá-la ou não, segundo parecer por ela preparado e por mim (presidente da república) aprovado”.
Já o Parágrafo único, também do art. 2º, dispõe o seguinte: “Piadas com ministros de Estado ou com petistas estarão submetidas a especial escrutínio, justificável em vista da possibilidade de não serem compreendidas e gerarem ações judiciais de natureza criminal por calúnia e difamação, por serem confundidas com notícias”.
O art. 3º proíbe terminantemente piadas com minorias, já o artigo seguinte libera piadas que ridicularizem as religiões, em especial a cristã.
A publicação do texto da lei causou revolta entre os profissionais do humor, que marcaram um protesto nas imediações do Palácio do Planalto, que deve acontecer durante todo o expediente do dia de hoje.
“Vamos colocar o Renato Aragão repetindo até a exaustão aquela estória da menina que pergunta de no céu tem pão”, informou um dos organizadores.
“A nossa intenção é que a presidente revogue a lei. Pretendemos fazer uma manifestação pacífica, mas caso não haja diálogo, o jeito vai ser mandar todo o elenco d”A Praça é Nossa” e do “Zorra Total” ficar repetindo as mesmas piadas para os assessores da presidente até vencer pelo cansaço”, revelou à nossa equipe o humorista Julinho Jacarandá.

O PT quer mudar? Mudar???

O Partido dos Trabalhadores (PT) elege os seus comandantes para os próximos quatro anos (2014 até 2018) e tem como desafio, segundo a direção, elaborar um programa que desperte o interesse da nova classe média. Na minha opinião o programa não deveria despertar o interesse apenas da "nova" classe média, deveria despertar o interesse de toda a sociedade, afinal o partido está governando a nação e não uma classe.
 Enfim, voltando ao que interessa. Essa meta do partido não é tão difícil de ser alcançada  e deve ter início com a expulsão de todos os ladrões homiziados no partido. Pincipalmente os já condenados pela Suprema Corte do país. Em seguida precisam obedecer a sequência abaixo:
Não permitir a compra de parlamentares corruptos, para serem incorporados à chamada base aliada (comprada), apesar de que eles não faltam no balcão de negócios da Câmara dos Deputados e do Senado.
Não transformar as empresas estatais (BNDES, B. do Brasil, Cx. Econômica) e de economia mista (Petrobrás) em chiqueiros do partido e também esquecer o dízimo de Eike Batista.
Contratar funcionários para cargos de confiança por meritocracia e nunca por apadrinhamento político, gente incompetente (vinte e cinco mil topeiras), que ao logo dos últimos dez anos paralisam o país.
Desatrelar a criação de novos ministérios à formação dos novos partidos (atualmente existem trinta e nove cabides de emprego, verdadeiros ralos por onde some o dinheiro público).
Direcionar nossa política externa para o primeiro mundo e nunca para o que há de mais podre na política internacional, emprestando dinheiro para inadimplentes e premiando ditadores com o perdão de dívidas (Cuba, Venezuela, Bolívia e as cleptocracias  africanas).
Não segregar o país, destruindo os conceitos de família além de criar casta de minorias (índios, brancos, pretos, pobres, ricos, homossexuais) que no final tentam estabelecer regras para serem impostas às maiorias.
Deve continuar sempre falando no dia seguinte a que falou no dia anterior, mesmo contrariando a linha filosófica do Guru (coerência é também sinal de credibilidade) 
Não faltar com respeito nem tentar desmoralizar as classes profissionais (médicos, professores, engenheiros - atuais vítimas) para fazer proselitismo político.
Não contratar trabalho escravo, contrariando tratados internacionais dos quais o Brasil é signatário e às leis vigentes no país (CLT, IR, INSS)  para atender exclusivamente a interesse político e ideológicos jurássicos (da múmia caribenha).
Não apagar nossas fronteiras internacionais (Raposa Serra do Sol), abrindo mão das riquezas contidas no sub-solo da região, criando insegurança para a população e pondo em risco nossa unidade territorial.
Por fim deverão dedetizar a sede do partido e de preferência mudar de nome, porque todos os brasileiros são trabalhadores e nem todos pertencem ao partido. Aliás no partido poucos são trabalhadores. São anônimos beneficiários do sistema (gigolôs do bolsa-ditadura), ou fazem parte dele (vinte e cinco mil cargos públicos), inclusive os que recebem esmola em troca de votos (bolsa-família - 13.8 milhões de famílias, 50 milhões de pessoas)
Humberto de Luna Freire Filho, médico

Justiça do Rio arquiva investigação sobre viagens do governador Sérgio Cabral.

Sessão foi marcada por debates e bate-boca entre conselheiros do MP; em 2009, governador fez a viagem a Paris em companhia do empresário Fernando Cavendish, dono da empreiteira Delta.

Por Wilson Tosta - O Estado de S. Paulo
RIO - Por seis votos a quatro, o Conselho Superior do Ministério Público do Rio de Janeiro homologou nesta segunda-feira, 11, o arquivamento de investigação sobre duas viagens do governador Sérgio Cabral Filho (PMDB) a Paris em companhia do empresário Fernando Cavendish, dono da empreiteira Delta, em 2009. Em sessão marcada por debate intenso e até bate-boca - um conselheiro propôs a impugnação da participação do procurador-geral de Justiça, Marfan Martins Vieira, na audiência -, o órgão decidiu manter a decisão do antecessor de Marfan, Claudio Lopes, de mandar o procedimento para o arquivo, sem novas investigações. As viagens foram reveladas por fotos e vídeos na internet, nas quais o governador e seus acompanhantes apareciam em uma festa e em restaurantes caros.
O conselho debateu dois pontos: as viagens (há acusações, não investigadas, de que Cavendish, detentor de negócios com o Estado, teria bancado despesas do Cabral) e o fato de o deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL), autor de requerimento de informações sobre elas, não ter sido notificado do arquivamento, o que, para alguns conselheiros, exigiria investigação. Também houve críticas a Lopes que, de acordo com participantes da reunião, deveria pela Lei da Ação Civil Pública, ter submetido o arquivamento ao órgão. O então procurador-geral arquivou a investigação pouco antes da posse de Marfan. Este, após empossado, o desarquivou e mandou para o órgão.
Em um momento tenso, o relator, Alexandre Araripe Marinho, responsável por prosseguir com a investigação no conselho após o desarquivamento, disse que o trabalho que conduzira (após ode Lopes) não fora "capenga", expressão usada por outro procurador, Claudio Henrique da Cruz Viana. "Foram feitas todas as diligências que o senhor procurador-geral entendeu apropriadas", disse. Quando Viana tentou falar, rebateu: "Não concedo aparte. Não o aparteei e não concedo aparte." Ele insistiu que a questão em debate era técnica.
"Foi uma investigação, sim, capenga", insistiu Viana, que afirmou que o trabalho feito por Lopes se limitou a enviar um ofício a Cabral, pedindo informações, e receber outro, com algumas respostas, tanto que Marinho tivera de tomar outras providências. Ele também denunciou supostas irregularidades no trâmite do procedimento, como mudança da turma julgadora e inexistência de transmissão pela internet da última sessão sobre o caso.
Viana propôs ainda que Lopes e Marfan fossem investigados por improbidade. "Vossa Excelência só pode estar brincando", respondeu, sorridente e irritado, Marfan, que preside o conselho. "Quem trouxe o feito a este conselho foi o atual procurador-geral. Se existe má-fé, não foi do procurador, mas de algum conselheiro que não digeriu a derrota", declarou, no fim da sessão.
Na votação de uma preliminar - sobre a necessidade de notificar Freixo do arquivamento, que fora publicado no "Diário Oficial" - a divisão ficou mais patente. O placar ficou em cinco a cinco. Como tem, como presidente, direito a voto de qualidade, Marfan votou uma segunda vez, desempatando em favor do entendimento de que o parlamentar não precisava ser notificado.
A corregedora, Maria Cristina Menezes, falou que haveria dificuldade para obter algumas informações do governador, o que dificultaria a investigação. Outro conselheiro, Antônio Carlos da Graça Mesquita, afirmou não se deixar "levar pela mídia". "Tenho de levar em conta que o governador agiu de boa-fé", disse, afirmando que abrir a investigação seria "colocar em risco desnecessário" o mandato.

domingo, 10 de novembro de 2013

Dívida pública federal poderá chegar a R$2,24 tri este ano.

O governo federal terá que emitir 412,6 bilhões de reais neste ano em títulos públicos para financiar a dívida pública federal, que deverá chegar ao fim do ano entre 2,10 trilhões e 2,24 trilhões de reais, de acordo com o Plano Anual de Financiamento divulgado nesta quinta-feira pelo Tesouro Nacional.
Os vencimentos da dívida pública interna somam este ano 493,2 bilhões de reais e, além de novas emissões, o governo prevê utilizar 131,2 bilhões de reais de recursos orçamentários para honrar esses compromissos.
De acordo com o documento, o Tesouro tem em caixa o equivalente a cerca de 5 meses de vencimentos de principal e juros da dívida, que poderão ser utilizados caso encontre "condições de mercado extremamente adversas" para a colocação de papéis no mercado.
O Tesouro também já comprou dólares para honrar os compromissos da dívida externa dos dois próximos anos, segundo o relatório. Neste ano, vencem o equivalente a 10,7 bilhões de reais em dívida externa mobiliária e contratual.
PERFIL DA DÍVIDA
A estratégia de financiamento para este ano prevê o alongamento do prazo médio da dívida para uma faixa entre 4,1 e 4,3 anos, ante 4 anos em 2012, e a troca gradual dos títulos indexados à Selic por prefixados e remunerados por índices de preços.
De acordo com o PAF, a parcela da dívida atrelada à inflação deve ficar entre 34 e 37 por cento este ano, conta 33,9 por cento em 2012. Já a prefixada deverá subir dos atuais 40 por cento, para entre 41 e 45 por cento neste ano.

Com isso, o Tesouro quer reduzir a participação dos títulos indexados à taxa de Selic -- as Letras Financeiras do Tesouro (LFTs)--, para entre 14 por cento e 19 por cento do estoque da dívida. No fim de 2012, esses papéis respondiam por 21,7 por cento do total da dívida mobiliária federal. 
"A indexação que nos gostaríamos de ver diminuída é essa que faz com que qualquer movimento da política monetária se reflita imediatamente no preço dos títulos (...) Por isso que a gente trabalha com os dois títulos: com prefixado e com índice de inflação", disse o secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin, ao divulgar o documento nesta quinta-feira.
Augustin minimizou o efeito da disparada dos preços no apetite dos investidores por papéis atrelados à inflação.
"Tem momentos que o mercado prefere esse título. O mercado tem suas avaliações. Nós consideramos normal esse processo no qual o mercado num determinado momento prefere isso ou prefere aquilo", afirmou o secretário do Tesouro ao apresentar o Plano Anual de Financiamento (PAF).
*Por Tiago Pariz, de BRASÍLIA (Reuters)