sábado, 19 de maio de 2012

O lulo-petismo inventa raça e promove "guerra" entre pessoas.

O lulo-petismo inventa raça e "guerra" entre pessoas que buscam um lugar ao sol.
Com o advento do lulo-petismo, surgiu a idéia típica de gente vazia e retrógrada, de fomentar guerra entre pessoas de cor de pele diferentes.
Sob o argurmento energúmeno de equalização e correção de "injustiças" causada a negros e índios, pela sociedade, lançaram mão de medidas legais inconstitucionais, visivelmente na contramão da razão e do bom senso, promovendo discórdia e dissensões nas relações sociais.
Conferir privilégios a negros e índios às expensas do prejuízo de outras "raças" é impingir a esses "outros"  a obrigação de conformar-se em perder suas vagas em universidades e em concursos considerando, digamos, as qualidades somáticas alheias. 
Assim, na saudável competição por uma vaga nas Universidades ou no Serviço Público, quem se declarar Indio ou Negro usurpará a vaga de um candidato branco, ou amarelo, melhor colocado. 
Está definido, portanto, com o aval do STF, que o Princípio Constitucional da Isonomia não passa de perfumaria e que o critério do mérito, que classifica quem tiver mais conhecimento e lograr melhor pontuação é pura balela para o governo da mentira, da hipocrisia, da demagogia e da injustiça.

Boris Casoy comenta a comissão da verdade.

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PT, fraudes e mentiras...tudo a ver!

Ja perceberam que depois que esta bandidagem do PT (gente da pior especie, sem nenhum preconceito, apenas uma constataçao) assumiu varios fundos de pensao a coisa piorou, lembra daquela briga no BB, nunca tinha visto algo igual e o engraçado de tudo isso é que a sociedade (refiro-me aqueles que tem acesso a midia) nada fazem, nao é assustador isso?

Estes bandidos (marginais a maioria pé de chinelo, oriundos dos sindicatos) estao brigando a luz do dia (é tanta ousadia que nem ligam mais para as consequencias, sinal que a boquinha é boa e a festa, mesmo depois do escandalo do mensalao, continua), pela partilha do roubo, da corrupçao do dinheiro publico.

Só tem uma coisa nessa historia, torço para que eles morram pela boca ou seja, eles vao acabar sendo entregues por eles mesmos, este tipo de cartaz (autodoor), ja é um sinal de que entre eles a coisa esta fedendo.

*Texto por Rui Marangoni, por e-mail, via Resistência Democrática.

Porque hoje é Sábado, uma bela mulher.

A bela e eclética atriz Claudia Abreu

Nem tudo é uma "brastemp"

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sexta-feira, 18 de maio de 2012

O pacto dos sujos.

"A acusação contra a imprensa foi desmoralizada de maneira até vexaminosa. Subsiste hoje apenas na pena de alguns aloprados, que têm de continuar a fazer o serviço pelo qual são pagos — com dinheiro público! E, ora vejam, surgiu uma Delta no meio do caminho, com a sua, digamos assim, força avassaladora. Na mesma corrente em que o PT sonhou arrastar Marconi Perillo, também podem rodar Agnelo Queiroz (PT), governador do Distrito Federal (e esse é apenas um de seus problemas), e a figura até então ascendente da política (eu, ao menos, nunca entendi por quê…) Sérgio Cabral (PMDB), governador do Rio. E isso pode ser apenas o começo. Imaginem, então, se Luiz Antônio Pagot resolver falar. Os que se assanharam na esperança de “destruir a mídia” — e se destaque, em nome da precisão, que esse ímpeto foi de Lula e José Dirceu, não do Planalto — certamente ignoravam o grau de intimidade entre a Delta e o esquema de Carlinhos Cachoeira. Aí tudo ficou, de fato, enrolado demais! PT e PMDB fecharam ontem uma espécie de pacto para deixar os governadores fora da investigação — e o PSDB não vai reclamar se as coisas caminharem por aí. Ficariam, assim, fora da CPI Marconi Perillo, Agnelo Queiroz e Sérgio Cabral. Com isso, pretende-se, também, afastar Fernando Cavendish, o dono da Delta, do imbróglio.”
* Texto por Reinaldo Azevedo

Collor recebeu Dossiê Cayman.

Investigações da PF, do FBI e da Interpol sustentam que Collor recebeu Dossiê Cayman e que sua família pagou US$ 2,2 milhões por papéis fraudulentos.
O senador Fernando Collor de Mello (PTB-AL), aquele que já caçou marajás um dia e que se dedica hoje a caçar jornalistas, acusa fanaticamente um profissional da VEJA de ter-se unido a bandidos etc. e tal. Ele finge não saber a diferença entre conversar com quem quer que seja em busca de informações e, de fato, se associar à bandidagem. E parece não saber a diferença faz tempo!
Lembram-se do Dossiê Cayman — aquilo, sim, uma picaretagem armada contra os tucanos?
 O caso foi investigado pela Polícia Federal, pelo FBI e pela Interpol.
Conclusão: Collor recebeu o papelório.
E sua família, segundo as investigações, pagou US$ 2,2 milhões por eles.
Quem mesmo, senador, negocia com bandidos?
 Ou não eram bandidos os que armaram aquela tramoia?
O que Vossa Excelência queria de posse daquela falcatrua?
Por certo, não era fazer reportagens, ainda que muitos repórteres tenham sido pautados, não é mesmo?
Leiam o que informou a Folha no dia 12 de dezembro do ano passado. Eis que, cinco meses depois, temos o valente senador posando (Emir Sader, seu neoamigo do PT, escreveria “pousando”) de grande moralista, a acusar gente decente de se envolver com bandidos.
Por José Ernesto Credendio:"Investigação da Polícia Federal afirma que a família do senador e ex-presidente Fernando Collor (PTB-AL) pagou em 1998 pelo dossiê Cayman, conjunto de papéis forjados para implicar tucanos com supostas movimentações financeiras no exterior.
 Segundo o inquérito, o senador teria recebido pessoalmente a papelada das mãos de um envolvido, em Maceió. As conclusões são baseadas em investigações da Polícia Federal, do FBI (nos Estados Unidos) e da Interpol. Collor não foi indiciado por não ter participação direta no pagamento nem na elaboração dos papéis, mas é citado como beneficiário do caso.
De acordo com a investigação, o dossiê custou US$ 2,2 milhões em valores da época, pagos a partir de uma conta controlada por Leopoldo Collor, irmão do senador, no paraíso fiscal das Bahamas.
Os irmãos Collor caíram em um engodo, diz o inquérito, já que na prática pagaram uma fortuna por papéis grosseiramente falsificados.
A investigação rastreou as viagens feitas pelos envolvidos na produção e na difusão do dossiê. Eles transitam por EUA, França e Salvador, onde houve escala do avião. Por fim, chegam a Maceió.
Os documentos mostram como uma “offshore” no Uruguai, em nome de um laranja de Leopoldo Collor, controlava uma conta nas Bahamas.
E como foi a negociação para que o dinheiro fosse depositado em um banco em Coral Gables, uma cidade na Flórida (EUA), sem deixar rastros. Mas o FBI entrou no caso e conseguiu, ao lado da Interpol, apurar as conexões.
O valor da venda apareceu em uma agência do Eurobank na cidade norte-americana, conforme autorização de transferência bancária de 31 de agosto de 1998. Parte da trama foi relatada à investigação por Raymundo Nonato Lopes Pinheiro, então diretor internacional de comercialização da Rede Globo e réu no processo. “Laranja” de Leopoldo, ele confirma que é autor do documento que permitiu a transferência bancária, por meio de procuração.
Nonato disse à PF que conhecia Leopoldo desde os 17 anos. A existência da empresa “offshore” foi confirmada pelo irmão de Collor.
A conta em Coral Gables era, no papel, de Martha Volpato, indicada para receber o pagamento pelo dossiê e, assim, evitar que o negociador surgisse na transação.
O principal negociador é Luiz Claudio Ferraz da Silva, amigo de Leopoldo. Ele teria entregue os papéis a Fernando Collor em 5 de setembro de 1998, em Maceió.
Martha, que recebeu US$ 20 mil, chegou a ser presa em outra operação da PF. As investigações estão em processo na 10ª Vara de Justiça Federal de Brasília, quase pronto para julgamento."
Encerro
Como se vê, o lobo pode mudar de pelo, mas não de hábitos. (Por Reinaldo Azevedo)

PT quer proteger Cabral na CPI.

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quinta-feira, 17 de maio de 2012

CPI é Cachoeira que já deu cacho.

Petistas que integram a CPI do Cachoeira pediram apoio dos peemedebistas para convocar e quebrar o sigilo de jornalistas da revista "Veja", mas o partido aliado disse não topar a ideia.
Sabem por que toda a movimentação desesperada dos protetores de mensaleiros?
Porque a Veja vai cobrir com muita atenção este julgamento, levando informações para 9 milhões de leitores, dos mais qualificados do país
Acordão entre governo e oposição decide deixar de fora a investigação de governadores tucanos, petistas e peemebebistas. Ao que tudo indica, o esquema era maior do se imaginava.
E a vontade de investigar menor do que o pobre cidadão pagados de estradas, pontes e estádios superfaturados, além de funcionários públicos e políticos corruptos, supunha.
É Cachoeira que já deu cacho.
* Folha de São Paulo e CoroneLeaks

Babaquices de Haddad.

Haddad, o babaca, aquele do kit gay, sem argumentos que possam alavancar sua carreira política, fez acusações levianas ao Governo de São Paulo.
O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), rebateu suas acusações eleitoreiras.
O governador foi enfático ao afirmar que aproveitar um acidente para benefício político "é muita baixeza". "É uma questão eleitoreira da parte deles (petistas)".
Alckmin afirmou que 98% dos investimentos em metrô na Capital são feitos com verbas estaduais. Segundo ele, praticamente não há dinheiro federal no sistema. "Temos quatro linhas sendo construídas
simultaneamente, com unicamente nossos esforços", afirmou.
O governador disse que as falhas ocorridas na quarta-feira, que resultaram em um acidente na Linha-3 (Vermelha), estão sendo investigados.
Até o momento há indícios de que um problema no sistema automático de freios teria ocasionado a colisão.
Questionado se o fato da Linha-4 (Amarela) ser totalmente automatizada preocupa, o governador defendeu o sistema utilizado. "Temos mais seguranças com sistemas (informatizados). Para casos excepcionais, há outras formas de trabalho. Os metrôs mais modernos do mundo utilizam esse sistema."
*Fonte original: GUILHERME WALTENBERG - Agência Estado

A grande falha lógica do discurso de Dilma.

Caras e caros, de braços dados com a história e a lógica, acho que escrevi o meu melhor texto sobre a Comissão da Verdade. Avaliem.
A presidente Dilma Rousseff realizou a solenidade de instalação da dita “Comissão da Verdade”.
Escrevi nesta manhã um longo texto a respeito. Também a mim não me moveu o revanchismo! Até porque tomei algumas bordoadas na luta pela redemocratização do país e tive de aguentar um “agente do regime” no meu pé quando tinha meros 16 anos…
Não fui torturado como Dilma nem me tornei o burguês das lutas alheias, como o companheiro “ApeDELTA”, que nunca sofreu, felizmente, um arranhão, embora receba pensão permanente por ter sido “molestado” pela ditadura. A grana deve andar, aí, em torno de R$ 6 mil por mês.
Continuo o apaixonado de sempre pelos fatos — aos 16, a minha perspectiva era certamente outra, mas já me incomodava a ideia de que o Estado pudesse sufocar os indivíduos com as suas verdades, a despeito dos… fatos!
Por isso me fiz, vamos dizer assim, um “rebelde”.
Por isso continuo, vamos dizer assim, um “rebelde”.
Eu me dei conta esses dias de que fui crítico, a cada hora numa trincheira, de todos os governos de Geisel pra cá. E, hoje, costumo bater boca, ainda que indiretamente, com sumidades que apoiaram todos os governos — de Geisel pra cá!!! São mais inteligentes do que eu, claro! O “progressismo” já fez verdadeiros milionários no Brasil. Fui de esquerda quando dava prejuízo. Deixei de sê-lo quando passou a dar lucro! Sujeito burro!!!
Sim, o tempo foi me convencendo, e já há muito é uma convicção da qual não abro mão, de que a democracia é mesmo o pior regime de governo possível, com a exceção de todos os outros, como disse aquele do uísque com charuto… Não é o modelo perfeito, mas é o que permite, ao menos, tratar as diferenças sem ter de avançar no pescoço alheio. Na democracia, “pacta sunt servanda“. E fim de papo! Vale o combinado. Os acordos têm de ser cumpridos. Os contratos não podem ser desrespeitados.
É o contrário do que pensa boa parte — se é que não se fala da totalidade — das esquerdas. Costumam apelar à chamada “dialética da história” para sustentar que leis, mesmo democraticamente instituídas, podem e devem ser desrespeitadas se essa for “a vontade da sociedade”.
Chamam de “vontade da sociedade” a pauta que elas próprias definem. Dos 16 aos, mais ou menos, 21, também cheguei a acreditar nisso.
Quando descobri que era a porta de entrada de todos os males do mundo; quando me dei conta de que essa perspectiva correspondia à morte do humanismo — à medida que ela não comporta qualquer princípio inegociável —, caí fora!
Constatei que se tratava de um mal superior àqueles outros que eu combatia (e que continuo a combater) porque, em nome da resistência e de um mundo alternativo, então tudo era possível. Se me era dado combater o que considerava “imoralidade alheia” com a ausência da moral (coisa de “burgueses”), então a diferença entre “nós” e “eles” é que o mal que preconizávamos não tinha limites.
A nossa vantagem comparativa estava em surpreendê-los usando seus métodos detestáveis e indo muito além. É claro que passei a repudiar essa visão de mundo de modo absoluto.
Pois bem. Dilma instalou nesta quarta a Comissão da Verdade. Negou a perspectiva revanchista, embora as declarações de pelo menos três membros do grupo — Maria Rosa Cardoso da Cunha, Paulo Sérgio Pinheiro e Maria Rita Kehl — afrontem de forma clara o texto da lei. Dizem com todas as letras — e contra a letra legal, reitero — que o objetivo da comissão é apurar as transgressões aos direitos cometidas apenas por um dos lados.
A Comissão da Verdade não reconheceria (e não reconhecerá), assim, as mais de 120 vítimas que as esquerdas também fizeram no país. É mentira, mentira absoluta, que toda a cadeia de comando que resultou nessas mortes tenha sido identificada. Ao contrário até: assassinos notórios, ou seus partidários, passaram a receber, diretamente ou por meio de familiares, indenização do estado.
Não adianta me xingar, me ofender, nada disso. Se puderem, neguem a evidência. Se não puderem, tenham ao menos a coragem de defender que alguns são maus assassinos, e outros, bons assassinos.
No discurso de instalação da comissão, afirmou a presidente:
“Ao instalar a Comissão Nacional da Verdade, não nos move o revanchismo, o ódio ou o desejo de reescrever a história de forma diferente do que aconteceu, e sim a necessidade imperiosa de conhecê-la em sua plenitude, sem ocultamentos, sem vetos. É a celebração da transparência da verdade de uma nação que vem trilhando um caminho da democracia. O Brasil deve render homenagens a mulheres e homens que lutaram pela revelação da verdade histórica. O direito à verdade é tão sagrado quanto o direito de famílias de prantear pelos seus entes queridos. Reverencio os que lutaram contra a truculência ilegal do estado e também reconheço e valorizo os pactos políticos que nos levaram à redemocratização”.
Parece bom, mas é a esquizofrenia histórica se fingindo de dialética. Se é mesmo uma história “sem ocultamentos”, então a verdade sobre alguns grupos tratados como defensores da democracia tem de ser devidamente caracterizada.
Não é possível que organizações como Colina, VPR e VAR-Palmares, que a presidente conhece muito bem, sejam alçadas à condição de heroínas do regime democrático.
Atenção!
Nada, nada mesmo, justifica que um agente do estado resolvesse fazer “justiça” com as próprias mãos!
Condenar esse expediente, no entanto, não muda a convicção daqueles que queriam uma ditadura socialista no Brasil. E, em nome disso, também mataram. Se a inocência não era um limite para os torturadores e agentes dos porões, foi, por acaso, limite para muitos daqueles militantes?
Dilma diz reverenciar os que “lutaram contra a truculência legal”.
Certo!
Quando Larmarca, volto ao caso, esmagou o crânio de um tenente da Polícia Militar, depois de um “julgamento” feito no meio do mato por seus pares de terror, ele estava lutando “contra a truculência legal”?
Quando uma associação de grupos de esquerda decidiu jogar um carro-bomba contra um quartel, fazendo em pedaços um jovem de 18 anos — Mário Kozel Filho —, tratava-se tal ação de “luta contra a truculência legal”?
Quando os próprios esquerdistas assassinaram alguns dos seus, suspeitos de colaboracionismo, era “luta contra a truculência legal”?
A linguagem trai
Como é mesmo? As palavras fazem sentido!!! A gramática existe não apenas para expor a ignorância do JEG. Também é um instrumento para aclarar pensamentos.
Prestem atenção a este trecho da fala da presidente:
“Reverencio os que lutaram contra a truculência ilegal do estado e também reconheço e valorizo os pactos políticos que nos levaram à redemocratização”.
Sabem os gramáticos — e preciso sempre tomar cuidado porque tenho um dos melhores entre meus leitores, Luiz Antônio Sacconi, dono de vastíssima obra na área — que a conjunção aditiva “e” pode ser empregada como conjunção adversativa, pode valer por um “mas”, a exemplo do que faz Dilma. Sua fala pode ser reescrita assim, sem que mude o sentido do que disse:
“Reverencio os que lutaram contra a truculência ilegal do estado, mas também reconheço e valorizo os pactos políticos que nos levaram à redemocratização”.
Resta evidente em sua peroração a existência de uma contradição entre “os que lutaram contra a truculência” e “os pactos políticos que nos levaram à redemocratização”.
Ao optar por esse discurso, ela se revela e se trai também na esfera da linguagem. Ela se revela ao admitir que entende a Lei da Anistia como algo que caminhou no sentido contrário aos interesses daqueles supostos heróis “que lutaram contra a truculência”.
Mas ela também se trai ao assumir que, satisfeita a visão de mundo daquela turma, certamente não se alcançariam os “pactos políticos que nos levaram à redemocratização”.
Vale dizer, por dedução lógica inescapável: se a Lei da Anistia era incompatível com aquela turma, aquela turma era incompatível com a Lei da Anistia.
Não posso fazer nada: eu opero com categorias lógicas. Eu me nego a me deixar enrolar pela retórica oca, pela grandiloquência do… ocultamento!
Algum retórico do Planalto emprestou um coquetel de figuras de linguagem à presidente, que afirmou:
“A ignorância sobre a história não pacifica. Pelo contrário, mantém latentes mágoas e rancores. A desinformação não ajuda a apaziguar. O Brasil merece a verdade. As novas gerações merecem a verdade. Merecem a verdade factual também aqueles que perderam amigos e parentes. O Brasil não pode se furtar a conhecer a totalidade de sua história. Se tem filhos sem pais, túmulos sem corpos, nunca pode existir uma história sem voz”.
Perfeito!
Se é o Brasil pacificado que instala essa “Comissão da Verdade”, então, por definição, toda a verdade tem de ser contada, também a das vítimas dos grupos terroristas — ainda que a “comissão” queira chamá-los “revolucionários” ou “amantes da democracia” (o que é mentira!).
À diferença do que dizem os petralhas, aceito, sim, pontos de vista diferentes dos meus.
Desde que se apontem as falhas lógicas ou as falsidades deste texto.

Cabral e o "código de conduta".

Cabral reescreveu o código de conduta após a revelação de que descobriu o Brasil na caravela emprestada por Érico Batista.
VERA CRUZ – Três caravelas aportaram ontem à tarde no Rio de Janeiro numa expedição vinda de Paris. Assim que avistou a possibilidade de uma parceria público-privada para recuperar o setor portuário, o capitão Sérgio Álvares Cabral bradou “Terra à vista”.
Para analisar a prosperidade do terreno, primeiro, desceram os comissários Fernão Cavendish e Érico Batista. Em poucos minutos, retornaram à embarcação fulgurantes de alegria. “Em se licitando, tudo dá”, exclamaram, em uníssono, num brado retumbante.
Assim que desembarcou, em seguida, Cabral promoveu escambos para agradar os nativos. “Amigos, trago a Copa e as Olimpíadas. Em troca, quero uma carta branca”, proclamou, assinando a seguir o pergaminho de concessão da Baía da Guanabara a Érico Batista.
Coube ao escrivão Pezão Vaz de Caminha redigir um código de conduta para nortear as permutas pelos próximos 500 anos.
“A fim de respeitar a soberania dos costumes locais, os guardanapos não mais serão pendurados à cabeça, conforme o costume europeu.
As celebrações em banquetes só poderão ser feitas com lencinhos umedecidos, os mesmos utilizados para a higiene dos nossos brasileirinhos, como prova da pureza de nosssas intenções nessa terra fértil”, diz o trecho inicial.
Mais adiante, Pezão de Caminha limita o empréstimo de caravelas privadas para fins políticos. “Há que se manter distância social dos comerciantes de além mar”, escreve.
Contrariada com a apropriação das areias fluminenses pela tropa de Cabral, a tribo nativa dos Maias se aliou aos jesuítas.
“O PFL manda nessa terra há 500 anos.
Vamos resistir!”, assegurou o líder dos Maias, Cesar. ( The i-piauí Herald )

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Gabriel Chalita pode perder o mandato.

Procuradoria defende perda de mandato de Chalita por infidelidade partidária
A vice-procuradora-geral Eleitoral, Sandra Cureau, enviou ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) um parecer defendendo que o deputado Gabriel Chalita (PMDB-SP) perca seu mandato na Câmara por infidelidade partidária.
Chalita, que é pré-candidato à prefeitura de São Paulo, trocou de partido em maio do ano passado -- do PSB para o PMDB. Uma resolução do TSE, já julgada constitucional pelo Supremo Tribunal Federal, proibiu o troca-troca partidário, mas abriu algumas exceções, como a criação de novo partido ou perseguição pessoal.
Em sua defesa, Chalita argumentou, entre outras coisas, que foi perseguido pelo PSB.
Segundo ele, o partido teria se comportado da seguinte maneira: prometeu apoiar sua candidatura ao Senado em 2010, mas não cumpriu com o combinado; depois de eleito deputado, não foi escolhido para ocupar a liderança do PSB na Câmara; enão foi indicado para presidir a comissão que cabe ao partido.
Para Cureau, no entanto, tais fatos não configuram perseguição. "O fato de o recorrido não ter sido agraciado com posições que considera de destaque decorre da existência de disputas políticas normais no ambiente partidário, principalmente considerando que o partido em questão possui uma bancada de 29 deputados federais em exercício".
A vice-procuradora-geral também rebate o argumento de Chalita de que ele obteve expressiva votação, "superior ao quociente eleitoral".
"No direito eleitoral brasileiro não existem candidaturas autônomas. Não há possibilidade de que um candidato se eleja, sem estar vinculado a partido e sem que seja nominalmente escolhido em convenção".
O pedido contra Chalita foi feito pelo primeiro suplente do PSB na Câmara, Marco Aurélio Ubiali, e o relator do caso é o ministro Gilson Dipp. Não há definição sobre a data do julgamento.
*Por Felipe Seligman, na Folha.com

O louco, o idiota, o sonânbulo...e as eleições!

Gabriel Tarde
1. Gabriel Tarde (1843-1904) é o pai da microssociologia e da micropolítica. Suas ideias anteciparam em 100 anos a lógica da formação de opinião pública na sociedade (eletrônica) da informação. Ele ensina que a opinião pública é um processo construído por fluxos de opinamento individuais, na base, que se fortalecem nos contatos de cada um com alguém que, para este, a opinião é importante.
2. Os meios de comunicação, políticos, intelectuais, artistas, líderes locais, propaganda, etc., distribuem informações. As pessoas acolhem uma e outra e as testam com a opinião de quem respeitam. Uma vez coincidente com sua opinião, ele/a firma convicção e repassa boca a boca. Como a informação distribuída é geral, quando muitas pessoas priorizam, testam e repassam, muitos fluxos de opinamento ocorrem ao mesmo tempo, em pontos distintos. São esses fluxos que, em um prazo -maior ou menor-, podem formar opinião.
3. A TV introduziu um elemento acelerador nesse processo. Ela não forma opinião, pois seu foco é a audiência, que é opinião formada. Mas quando repete um mesmo fato –como na cobertura de escândalos ou grandes crimes- ela acelera estes fluxos e, portanto, acelera a formação de opinião. A TV é um acelerador. A formação de opinião depende dos fluxos na base da sociedade.
4. Gabriel Tarde destaca três personagens-símbolo: “o Louco, o Idiota e o Sonâmbulo”. O “Louco” é a pessoa que inicia ou estimula um fluxo de opinião. O “Sonâmbulo” é aquele que simplesmente repassa um fluxo recebido. O “Idiota” é quem interrompe um fluxo que chega a ele. Quando uma informação inicia seu fluxo, seus prazos são variáveis e inclusive pode desaparecer antes de formar opinião pública. Uma pesquisa de opinião pode destacar um fluxo que desaparecerá em breve ou um fluxo de baixa intensidade hoje, que poderá ser de alta intensidade amanhã.
5. Um candidato com baixo índice em pesquisas promove uma blitz para aparecer nos meios de comunicação. E se frustra quando a pesquisa não mudou sua intenção de voto. Deveria conter sua ansiedade e pensar que a informação distribuída e –mesmo que chegue na prioridade de muitas pessoas- o tempo para que o fluxo vá se transformando em opinião, nunca é instantâneo. Ele deve pensar menos em tempo e espaço que ocupou na imprensa e mais na informação que pode ativar e intensificar fluxos de opinamento.
6. Na pré-campanha, a proporção de “Idiotas” tardianos, ou seja, aqueles que não dão nenhuma importância à eleição vindoura é muito grande. A dos “Loucos” depende de seu alcance de influência direta. E a dos “Sonâmbulos” é muito pequena. Quando começa a campanha e, em especial quando a TV entra, a proporção de “Idiotas” e “Sonâmbulos” se inverte. Mas, assim mesmo, a intensidade do fluxo dependerá da informação que o candidato conseguirá distribuir.
7. Numa pesquisa em eleição com reeleição, o nome do governante-candidato na pré-campanha faz memória a uma proporção bem maior de “Sonâmbulos”, pois aquele está presente na mídia. No caso, os “Sonâmbulos” ainda se misturam com os “Idiotas”. Mas o ambiente de fluxos eleitorais ainda não está ativado pela presença majoritária de “Idiotas” em relação ao processo político. Quando a campanha começa e há a inversão entre “Idiotas e Sonâmbulos”, e os “Loucos” de apoio a uma candidatura crescem, só aí então se poderá avaliar a força efetiva de cada candidato.
8. Mas tudo isso se pode antecipar em pesquisas que priorizem os cenários futuros e busquem identificar os “Loucos” potenciais e de que forma se entrará no crescimento dos “Sonâmbulos”, despertando interesse para que repassem as informações que cheguem a eles a favor do candidato.
9. A Internet –ainda sem a força da TV- é também um acelerador onde a proporção de “Loucos” que a frequenta é muito maior que na TV.
* Cesar Maia

Novas regras de trânsito.

terça-feira, 15 de maio de 2012

Dilma vaiada.

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A presidente Dilma Rousseff foi vaiada nesta terça-feira (15) pelos prefeitos que participavam da 14ª edição da Marcha dos Prefeitos, em Brasília.
A vaia ocorreu no momento em que a presidente decidiu falar sobre a redistribuição dos royalties do petróleo.
Ao final do discurso de Dilma na abertura do evento, os prefeitos pediram que a presidente se manifestasse sobre o assunto e Dilma respondeu: "Vocês não vão gostar do que eu vou dizer".
Em seguida, a presidente declarou: "Não acreditem que vocês conseguirão resolver a distribuição de hoje pra trás. Lutem para resolver a distribuição daqui pra frente".
Os prefeitos não gostaram da fala de Dilma e vaiaram a presidente. (Folha poder)

Um exemplo.

Falcão, o babacão vermelho.

Sob o comando de Falcão, o babacão vermelho, como todo comunista retrógrado (sic), patrulheiros virtuais do PT seguem os passos de China, Irã e Venezuela.

Leiam, baixo, a reportagem de Bruno Peres:
O presidente do PT é o grande pregador da supressão da liberdade de imprensa e patrono de certa militância on-line. Agora, conta com a ajuda de métodos condenáveis para agir nas redes sociais.
A internet aceita tudo. Chantagistas contrariados fazem circular fotos de atrizes nuas (vide o caso Carolina Dieckmann), revelam características físicas definidoras (“minimocartaalturareal1m59cm”), apelidam sites com artigos do Código Penal (“171”, estelionato) e referenciam-se em doenças venéreas -- por exemplo, na sífilis (grave doença infecciosa causada pela bactéria Treponema pallidum) -- para formar sufixos de nomes. É lamentável sob todos os aspectos que uma inovação tecnológica produzida pelo engenho, pela liberdade criativa e pela arte, combinação virtuosa só possível sob o sistema democrático capitalista, baseado na inovação, na economia de mercado e na livre-iniciativa, tenha nichos dominados por vadios, verdadeiros limbos digitais onde vale tudo -- da ofensa pura e simples a tentativas de fraudar a boa-fé dos usuários. Cidadãos que se sintam atingidos por epítetos como esses acima, que vagam pela internet, infelizmente, não têm a quem recorrer.
Infográfico: saiba como a milícia virtual frauda o Twitter
A rede mundial é descentralizada, não possui um comando único nem um mecanismo de regulação. Falta-lhe uma cabeça como, talvez, a do atual presidente do PT, Rui Falcão, alguém com estatura moral, motivações nobres, enfim, mão forte para fazer baixar, em nível planetário, um pouco de ordem e respeito sobre esse reino virtual tão vulnerável. Enquanto não houver uma governança mundial centralizada sobre a internet, nos moldes que propugnam Falcão e outros acipitrídeos, pandionídeos e falconídeos partidários, será essa indecência -- atrizes com fotos íntimas circulando sem o consentimento delas, cidadãos vendo suas características físicas caricaturadas, empreendedores com suas iniciativas associadas a artigos do Código Penal ou vendo sua notoriedade duramente construída tisnada por sufixos que lembram horrendas e deformadoras moléstias do corpo e da mente. Em algum momento, essas diatribes precisam ser atenuadas, pois nem os filtros disponíveis nos programas de mensagens são capazes de impedir essas distorções que tanto atrapalham a funcionalidade e minam o gigantesco potencial civilizatório da fenomenal invenção nascida das melhores cabeças científicas e comerciais dos Estados Unidos da América.
Um dos grandes biólogos vivos, o britânico Richard Dawkins deu também uma contribuição duradoura às discussões sobre comunicação e internet quando sugeriu que ideias e genes têm algo em comum. Da mesma forma como os genes procuram se replicar na natureza, produtos do pensamento que Dawkins chamou de “memes” sobrevivem ou não na memória das pessoas. Uma lógica semelhante à da seleção natural valeria para os memes, de modo que alguns conceitos, imagens, metáforas ou estilos musicais subsistiriam, enquanto outros seriam descartados. É útil para quem acompanha a vida da internet raciocinar dessa forma. No Twitter, rede social que em março teve 12 milhões de visitantes brasileiros, todos os dias despontam milhares de memes na forma de hashtags, que são slogans ou temas para discussão antecedidos pelo sinal #. Essas palavras de ordem competem por atenção. A maioria é ignorada. Algumas despertam um interesse genuíno, são replicadas por um grande número de pessoas e acabam na lista de Assuntos do Momento organizada pelo serviço. Mas, assim como a engenharia genética pode modificar aquilo que surgiu espontaneamente na natureza, a computação pode alterar o destino de uma ideia lançada na rede. Nesse caso, o produto é invariavelmente um monstro, porque esse processo não apenas viola regras explícitas de uso das comunidades virtuais, mas também corrompe os princípios da livre troca de informações e opiniões na internet. É virtualmente impossível saber quem programou um robô malicioso -- e isso envenena ainda mais as águas e mina as bases da comunicação de boa-fé na rede. Mas é possível flagrar o seu uso. A situação se torna preocupante quando os robôs que fraudam um serviço como o Twitter são postos a serviço da propaganda ideológica. E piora ainda mais, ganhando os contornos da manipulação política, quando eles trabalham para divulgar teses caras ao partido que ocupa o poder. Isso, infelizmente, começa a acontecer no Brasil.
Nas últimas semanas, o vazamento de informações da Operação Monte Carlo, da Polícia Federal, e a subsequente instauração de uma CPI para investigar o contraventor Carlinhos Cachoeira puseram sangue nos olhos de certa militância petista. Adversários históricos do partido e desafetos do ex-presidente Lula, como o senador Demóstenes Torres e o governador tucano de Goiás, Marconi Perillo, podem sofrer graves punições políticas por sua proximidade com operadores do esquema de Cachoeira. Eles se tornaram alvo da artilharia de esquerda, que também se voltou contra outro alvo de longa data: a imprensa independente, e VEJA em particular. Uma das estratégias adotadas foi a organização dos chamados tuitaços, uma espécie de passeata virtual em que slogans, em vez de ser gritados nas ruas, são postos para circular na rede. Em pelo menos quatro desses episódios ocorridos em abril, ou militantes e simpatizantes petistas marcaram data e horário de cada evento ou registraram em inglês o significado das hashtags utilizadas ou mandaram as mensagens iniciais dos tuitaços. Até aí, cabe repetir a máxima atribuída a Voltaire (mas na verdade criada muito mais tarde por uma estudiosa que procurava resumir o pensamento do filósofo francês sobre liberdade de expressão): “Posso não concordar com suas palavras, mas defenderei até a morte seu direito de dizê-las”.
Mas a análise aprofundada desses episódios -- e em especial daquele identificado pelo marcador #vejabandida -- mostra que dois artifícios fraudulentos foram usados para fingir que houve adesão enorme ao movimento. Um robô, que opera sob o perfil “@Lu-cy_in_sky_”, foi programado para identificar mensagens de outros usuários que contivessem os termos-chave dos tuitaços, replicando-as em seguida. Além disso, entraram em ação “perfis peões”, ou seja, perfis anônimos, com pouquíssimos seguidores e muitas vezes criados de véspera, que replicam sem parar mensagens de um único tema (ou melhor, replicam-nas até atingir o limiar de retuítes que os tornaria visíveis aos mecanismos de vigilância de fraudes do Twitter.
Essas manobras para ampliar artificialmente a visibilidade de uma manifestação na internet já ganharam nome no marketing e na ciência política: astroturfing, palavra derivada de AstroTurf, marca americana de grama sintética que tenta se vender como natural. O objetivo é sempre o mesmo: passar a impressão de que existe uma multidão a animar uma causa, quando na verdade é bem menor o número de pessoas na ativa. Uma amostragem de 5 200 tuítes recolhidos durante um dos tuitaços recentes revelou que 50% das mensagens partiram de apenas 100 perfis -- entre eles robôs e peões, que ajudam a fazer número, mas não têm convicções.(Bruno Peres/CB/DA Press)

segunda-feira, 14 de maio de 2012

A "oposição" adverte!

Da Agência Senado:

(…)
O presidente do PSDB, deputado Sérgio Guerra, afirmou...que está em curso uma “tentativa de desvirtuamento” da CPI do Cachoeira. Em nota, o tucano afirma que o objetivo é prejudicar o julgamento do mensalão, com vazamentos seletivos, blindagem de autoridades envolvidas com Cachoeira, e tentativa de calar a imprensa. Ele também aponta a negociação da empreiteira Delta, que teria ligações com o contraventor por meio de seu diretor no Centro-Oeste.Guerra qualifica a operação de venda da empreiteira como tendo “transparência duvidosa e com o apoio do governo federal”. “Trata não apenas de favorecimento à referida blindagem, mas é também de interesse de seus acionistas, que deveriam estar expostos à devida investigação.
Em dura crítica aos petistas, Guerra afirma que está “clara” a estratégia de atentar contra a liberdade de imprensa, para proteger os envolvidos no mensalão.“Na CPMI, os propósitos dos petistas são rigorosamente de tumultuar o julgamento — que, aliás, o povo faz fez e que a imprensa, certamente, o fará também — deste deplorável episódio do mensalão, que é a marca de práticas condenáveis e são a síntese da ação desestruturante e antidemocrática do PT”, afirmou Guerra, em nota divulgada nesta sexta-feira.O líder do PSDB no Senado, Álvaro Dias (PR), saiu em defesa do procurador-geral da República, Roberto Gurgel, e disse que a legislação proíbe sua convocação.“Querer convocá-lo é uma tentativa de desgastá-lo. É da lei, ele não pode comparecer. Isso é afrontar a legislação. Seria demiti-lo da função de denunciar os criminosos que estão sendo acusados agora”, disse o líder do PSDB no Senado, Álvaro Dias (PR), que se encontrou recentemente com Gurgel.
O senador Aloysio Nunes (PSDB-SP) defendeu também, no Senado, que Gurgel não pode ser chamado a depor. Para ele, o pedido é uma “manobra para desviar as atenções do foco principal da CPI e em relação ao julgamento do Mensalão, que se aproxima”. De acordo com Aloysio Nunes, se, em 2009, o processo fosse aberto, Cachoeira e seu grupo poderiam ter conhecimento de que os aparelhos Nextel por eles utilizados eram vulneráveis ao monitoramento da policia, e imediatamente teriam buscado outro meio de comunicação. Com isso, não haveria o desdobramento da operação que hoje trouxe a público o esquema montado em torno do jogo ilegal.
*Por Reinaldo Azevedo

A estranha venda do Hotel Nacional.

Marcelo Limírio é um empresário não apenas ligado ao contraventor Carlinhos Cachoeira e ao senador Demóstenes Torres (sem partido) como também sócio de ambos e teria usado o esquema do grupo para se beneficiar no leilão do Hotel Nacional, desativado desde 1995.
O prédio em São Conrado foi leiloado pelo Ministério da Fazenda através da Superintendência de Seguros Privados (Susep) em 2009. Naquela ocasião, o empresário Marcelo Limírio arrematou o hotel por R$ 84,9 milhões, R$ 33 milhões a menos do que o lance inicial do leilão anterior.
Principal acionista individual do grupo Hypermarcas, Marcelo Limírio é sócio direto tanto de Carlinhos Cachoeira quanto de Demóstenes. O contraventor e o empresário são sócios pela empresa ICF, responsável por fornecer testes para laboratórios. Entre eles, está o Vitapan, que pertence a Cachoeira. Já o senador Demóstenes é sócio de Limírio numa universidade em Contagem, Minas Gerais.
A proximidade de Limírio com Cachoeira e Demóstenes coloca outro político na roda: o deputado federal Armando Vergílio (PSD-GO). Ele era o superintendente da Susep em 2009, mesmo ano no qual o órgão leiloou o Hotel Nacional por duas vezes, baixando seu preço de R$ 118 milhões para R$ 84 milhões em função da falta de compradores na primeira tentativa de venda. Meses após a venda, Vergílio deixaria a Susep para se candidatar à Câmara Federal e um dos seus principais doadores foi a SS Comércio de Cosméticos, que contribuiu com R$ 100 mil através de uma doação eletrônica. A Hypermarcas, a mesma da qual Limírio é o principal acionista, adquiriu naquela ocasião algumas das linhas de produto da SS Comércio de Cosméticos por R$ 25 milhões. Vergílio concorreu pelo cargo de deputado federal justamente no estado no qual a quadrilha de Cachoeira exercia maior controle: Goiás.
Estranhamente, antes do leilão, Eduardo Paes, com a desculpa de tornar o negócio mais atraente, anunciou a alteração de mudanças: quem arrematasse o Hotel Nacional poderia construir um segundo prédio sobre o centro de convenções. Na época muitos estranharam essa interferência do prefeito Eduardo Paes no negócio. O que teria levado Paes a se envolver diretamente nesse leilão criando vantagens extras e mudando até a legislação da cidade para permitir a construção de um segundo prédio?
O fato é que o empresário Marcelo Limírio, sócio de Cachoeira e de Demóstenes foi beneficiado com um projeto do prefeito Eduardo Paes permitindo a construção de uma segunda torre, com dez pavimentos de salas comerciais sobre o centro de convenções do Hotel Nacional.
Diante da estranha postura de Eduardo Paes mudando até a legislação para beneficiar o novo proprietário do Hotel Nacional e sabendo-se que o beneficiado, por coincidência, foi um sócio de Carlinhos Cachoeira e de Demóstenes Torres, conhecendo hoje os métodos da quadrilha pra prosperar nos negócios fica uma pergunta óbvia no ar:
Eduardo Paes teria facilitado a negociação por influência de quem? De Demóstenes Torres? De Carlinhos Cachoeira?
O prefeito Eduardo Paes precisa dar essa resposta à sociedade e que não venha com a conversa fiada de que está preocupado com a falta de leitos nos hotéis para a Copa e as Olimpíadas, porque uma coisa não tem nada a ver com a outra. Com a palavra Paes, o “cachorrinho de madame” de Cabral.
*Fonte Portal G1

domingo, 13 de maio de 2012

Abolição da escravatura.


PRINCESA ISABEL - DEVERIA SER REVERENCIADA PELOS NEGROS - MAS NÃO O É.

13 de maio é a data comemorariva da assinatura da Lei Áurea e muitos pensam que o papel da Princesa na Causa Abolicionista foi apenas o de assinar a Lei Áurea, em 13 de maio de 1888.

Contudo, D. Isabel foi uma das mais ferrenhas combatentes em favor da causa. Ia discursar para deputados e senadores sobre a importância de se acabar com a escravidão no Brasil, e por muitos, não era bem recebida. Pode-se até dizer, sem medo de errar, que se não fosse sua ação pacificadora, talvez a Lei de libertação total não se teria feito sem sangue.

Foi D. Isabel quem incentivou os defensores da Lei do Ventre Livre quando estes achavam a causa enfraquecida; foi ela quem preparou o ambiente para a Lei dos Sexagenários; e também foi a Princesa quem apressou a vitória total dos cativos, atitude que sabia que comprometeria, muito possivelmente, o seu futuro trono imperial. Sua atitude em favor da abolição a fez sacrificar um possível Reinado.

A petralhada ataca a imprensa livre.

A petralhada e seus asseclas e prepostos, que estão espalhados nas redações dos Jornais e Revistas comprometidos com o desgoverno vermelho, estão atacando a imprensa livre do Brasil.

Primeiro é a VEJA, uma revista que tem em suas páginas a História do Brasil contada à luz da verdade. Depois, aguardem, serão todos os veiculos que não se quedarem à máfia da política suja brasileira.

Os petralhas e arautos do caos democrático usam a imprensa marrom, patrocinada pelo governo e seus asseclas, e assim tenta destruir o que resta de credibilidade de um dos principais instrumentos que a democracia dispõe: A imprensa livre, sem amarras.

Alguns jornalistas que se travestem de imbecís úteis para os vermelhos são tão burros que não percebem que se encontram a mercê do jogo de interesses daqueles que, ora no poder, não querem "largar o osso" e se locupletam a cada dia e não pensarão duas vezes na hora de cercear o direito de livre expressão, seja de quem for.

Quem apoia a podridão ética, a desonestidade política e a intenção nefasta dessa gente suja de esquerda que manda e desmanda, que aparelha o Estado, que desmoraliza as instituições e desrespeita as leis e até a Constituição, tem o valor destas mesmas excrescências no poder.

O relatório do mensalão.

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa divulgou seu relatório com um resumo do processo do mensalão. O relatório de Joaquim Barbosa, que acolhe a denúncia da Procuradoria Geral da República contra 38 réus envolvidos com o esquema, tem 122 páginas e descreve como agiu a “sofisticada organização criminosa”, como classifica a denúncia do procurador-geral da República, Roberto Gurgel, para “garantir a continuidade do projeto poder do Partido dos Trabalhadores, mediante a compra de suporte político de outros partidos”.
Veja quem são os réus apontados na denúncia do mensalão e os crimes a ele imputados lendo, na íntegra, o resumo do mensalão feito por Joaquim Barbosa (AQUI)