sábado, 10 de outubro de 2015

Polícia Federal descobre tentativa de Marcelo Odebrecht plantar notícias falsas.

Marcelo Odebrecht planejava divulgar informações falsas sobre sua empresa (Foto: Reprodução)















A Polícia Federal apreendeu na sede A Polícia Federal apreendeu na sede da Odebrecht e-mails que revelam uma faceta ainda inédita de Marcelo Odebrecht: plantador de falsas notícias. Às 21h40 do 31 de janeiro de 2015 , ele encaminhou e-mail a executivos da empresa propondo a criação de um “dossiê” com informações erradas sobre a empreiteira, que pudessem “destruí-la”. Ato contínuo, os orienta a encontrar alguém que pudesse entregar o tal dossiê a ÉPOCA numa “quinta-feira de manhã (para não dar muito tempo de checar)”. Marcelo Odebrecht queria que ÉPOCA publicasse reportagem com informações do tal dossiê falso. Seu objetivo era “desmoralizar” a revista. Às 21h48, ele encaminha outro email recomendando a produção de informações e contra-informações para proteger a empresa. Marcelo conclama seus funcionários: “Precisamos partir para uma guerra de guerrilha!”. A Odebrecht não negou os emails, mas diz que deles não resultou uma “ação concreta”.

Aonde a Dilma vai, a turma vai atrás.

*http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,delegacao-que-acompanha-dilma-na-colombia-tem-executivos-de-empreiteiras-da-lava-jato,1777101

Relatoria da cassação de mandato de Dilma e Michel no TSE deve ir para Fux ou Gilmar,

A indicação do relator da ação de impugnação de mandato da presidente Dilma e do vice Michel Temer no Tribunal Superior Eleitoral é o centro da disputa, agora, entre governo e oposição na guerra.
Os analistas de ambos os lados excluem do páreo os dois advogados com assento no tribunal. A expectativa é de que o escolhido seja um dos cinco que votaram pela abertura da investigação, o que também excluiria a ministra Maria Thereza de Assis Moura, que foi voto vencido. Como o ministro Herman Benjamim, substituto de João Otávio Noronha, não participou do processo, ele também é considerado carta fora do baralho. Sobram os três representantes do Supremo – Dias Tofolly, Gilmar Mendes e Luiz Fux. Como presidente do TSE, Tofolly também é descartado. A escolha, portanto, deverá ser entre Gilmar e Fux.
O argumento do lobby oposicionista é de que Gilmar Mendes é o juiz natural do caso, por ter sido relator das contas de campanha de Dilma e autor do pedido de investigação. Os governistas alegam que ele já tem posição claramente assumida de que considera a prestação de contas petista uma fraude. Mesmo sem confiar muito, a turma do governo trabalha pela indicação de Fux. 
Como o relator é quem definirá o ritmo, essa escolha é considerada decisiva para as pretensões de governistas e oposicionistas. 
* http://fatoonline.com.br/conteudo/10349/relatoria-da-cassacao-de-mandato-de-dilma-e-michel-no-tse-deve-ir-para-fux-ou-gilmar?or=i-not-facebook&p=bs1&i=0&v=0

Cunha recebeu propina, desviou e lavou dinheiro.

Depois do ritual da cassação Cunha será o´próximo rumo a Papuda.
É claro que a grana veio da propina da PETROBRAS. Até a mulher do sujeito se sujou nessa.
Ele está comprometido até ao pescoço. 
É a bola da vez para imprensa "ALIADA" ( alguns dizem alugada ) tentar fazer o povão esquecer da derrota da Dilma nas pedaladas.
Ele vai para a cadeia logo,logo.
Dilma ainda ficará no poder por mais dois anos graças a um Congresso comprometido e fétido.
Segundo a Revista Época, dos documentos suíços, se depreende que Eduardo Cunha tem pelo menos 2,4 milhões de francos suíços depositados no banco Julius Baer.

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Ou Cunha tem conta ou não tem. A indústria de vazamentos não muda a essência da questão.

Ou uma pessoa tem conta secreta na Suíça ou não tem. Fazendo uma piada, digo que inexiste a categoria quântica nesse caso, que é ter e não ter conta ao mesmo tempo.

Muito bem! Rodrigo Janot, procurador-geral da República, confirmou em ofício enviado ao PSOL que há contas bancárias naquele país em nome de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), presidente da Câmara, e de familiares. Janot atendia a uma solicitação feita pelo deputado Chico Alencar (PSOL-RJ).
Com essa confirmação, o partido pretende recorrer ao Conselho de Ética da Câmara como uma denúncia de quebra de decoro, buscando cassar o mandato do deputado.
Conforme informou a Folha nesta quinta, o banco Julius Baer informou às autoridades suíças que Cunha e seus familiares figuram como beneficiários finais de contas secretas onde estão depositados US$ 2,4 milhões (R$ 9,3 milhões). Os valores foram boqueados.
Cunha se negou a falar do assunto:
“São variações do mesmo tema, contraditórias umas com as outras. Se for notificado, quando for notificado, no conteúdo que tiver, meus advogados vão falar”.
É evidente que não acho elogiável que essas coisas venham a público em razão da indústria de vazamentos. Mas isso não altera a essência da coisa. Cunha tem as contas ou não?
É sim ou não?
Inexiste o meio-termo quântico-malufista.
Se tem, é evidente que sua situação é, moralmente ao menos, insustentável. E ponto.

Eduardo Cunha arquiva pedido de Bolsonaro para impeachment de Dilma.


Bolsonaro apresenta à Câmara pedido de impeachment de Dilma Rousseff
O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), arquivou nesta quarta-feira mais um pedido de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff - desta vez, o formulado pelo deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ). O arquivamento segue a estratégia de arquivar as representações menos contundentes pelo afastamento da petista e garantir força à peça assinada pelos juristas Hélio Bicudo e Miguel Reale. Bolsonaro apresentou o pedido de impeachment contra Dilma em março e acusa a presidente de "omissão", por não conter o esquema de corrupção na Petrobras. "Mais do que despreparo, mostra-se evidente a omissão da denunciada ao deixar de adotar medidas preventivas e repressivas para combater o câncer da corrupção em seu governo, mantendo, perto de si e em funções de alta relevância da administração federal, pessoas com fortes indícios de comprometimento ético e desvios de conduta. Deixou de agir em defesa da sociedade da qual é responsável máxima na administração pública", disse Bolsonaro na ação. Restam sete pedidos de impeachment para serem despachados por Eduardo Cunha. (Abril.com)

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

O verdadeiro retrato da Dilma.

 Retrato falado da Dilma
Resultado de imagem para foto burro que votou na dilma
Essa é sua bandeira vermelha do comunismo. Onde estão as bandeiras verde-amarelas?
Veja o vídeo sobre a descrição de Dilma, numa corajosa fala, sem erro e deixando a desejar.
video

Grande parte deputados já não confiam em Dilma. Já Renan enaltece senadores "fiéis",

*Via Blog do Garotinho

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Justiça manda Mino Carta pagar meio milhão a Gilmar Mendes. Ele caluniou o Ministro do STF.

Ofensas a Gilmar Mendes custam mais de R$ 500 mil à Carta Capital

Representado pelos advogados Alexandre Fidalgo e Michael Gleidson Araujo Cunha, o ministro Gilmar Mendes entrou na Justiça para reclamar de cinco reportagens publicadas pela revista que disse depreciarem sua imagem. Ele afirma que foi apontado como contraventor e réu e que, além disso, teve sua imagem ligada a comportamentos nunca adotados.
O ministro foi colocado como um dos beneficiários da já famosa "lista de Furnas", um rol sabidamente falso de beneficiários de um esquema de pagamento. O fato de o nome do ministro Gilmar Mendes constar dela fez a lista ser noticiada pela Carta Capital. O título de uma das notícias baseadas no documento inventado era: "Juiz? Não, réu".
Na decisão de primeiro grau, o juiz Hilmar Castelo Branco Raposo Filho, da 21ª Vara Cível de Brasília, reconheceu que a jurisprudência do STF entende que o direito à informação se sobrepõe a outros direitos constitucionais. Mas o juiz também lembrou que as reportagens devem se pautar por princípios éticos, como ser fiel à informação e dar oportunidade de os envolvidos se pronunciarem.
Para Raposo Filho, esses princípios não foram observados em três ocasiões. Segundo o juiz, ao dizer que Gilmar Mendes é réu, o jornalista Leandro Fortes insinuou que ele está sendo processado pelos fatos narrados nas reportagens, o que não é verdade.
A sentença afirma que as reportagens deram à lista o caráter de prova irrefutável, sem ouvir os envolvidos. "O autor [Gilmar Mendes], na verdade, foi 'acusado, julgado e condenado' pelas matérias e viu sua imagem pública manchada pela pecha de beneficiário de uma suposta organização criminosa, sem que haja notícia até hoje de seu indiciamento ou denúncia criminal propriamente dita em seu desfavor, mostrando-se evidente a lesão de ordem moral como resultado da conduta imprópria dos réus", concluiu o juiz.
A editora responsável pela publicação e o diretor de redação foram condenados por um editorial publicado em 2012. De acordo com o juiz, a revista tomou o lugar do Judiciário e sentenciou o ministro como contraventor, sem sequer ouvi-lo. "Indiferente à necessidade de ponderar às várias fontes de informações disponíveis, alheio à recomendada oitiva da pessoa que acusa e desprovido até mesmo de algum espírito sarcástico ou irônico tão típico da atividade, o aturo da matéria tomou o lugar do poder competente e pôs, sem tergiversar, o autor [Gilmar Mendes] na posição de contraventor", registroa a sentença.
Ao analisar o caso, em recurso, o Tribunal de Justiça do Distrito Federal manteve o valor das indenizações e ainda condenou a revista e os jornalistas por mais duas notícias que, em primeira instância, não haviam sido motivo da condenação. De acordo com o TJ-DF, "publicações que não se limitam a noticiar fatos ocorridos e que, com críticas ofensivas, utiliza expressões injuriosas e difamatórias, com imputação desabonadora à imagem, honra e dignidade da pessoa, causam danos morais".
Com o trânsito em julgado da condenação, as partes firmaram um acordo para o pagamento do valor devido, que, com correção monetária, chegou a R$ 507 mil — divididos em dez parcelas.

Alguns indícios de fraude nas eleições de 2014.


terça-feira, 6 de outubro de 2015

Reforma não impede novo revés do Planalto: votação de vetos é derrubada no Congresso.

Presidente do Senado, Renan Calheiros, adiou a sessão por falta de quórum. Mudanças na Esplanada não alteram capacidade de mobilização do governo
*Por Ana Clara Costa, de Brasília 
Veja.com
Sessão do Congresso nesta terça: faltou quórum(Antonio Augusto / Câmara dos Deputados/Divulgação)
Quatro dias depois de a presidente Dilma Rousseff anunciar uma reforma ministerial em nome da 'governabilidade' - em que entregou sete pastas ao PMDB -, o Planalto sofreu nesta terça-feira mais um revés no Congresso: a sessão conjunta da Câmara e do Senado que analisaria os vetos presidenciais, entre eles o que barrou o reajuste de até 75% dos servidores do Judiciário, foi derrubada por falta de quórum. Mais uma vez, a decisão tem como pano de fundo uma queda de braço entre o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). 

Se na semana passada Cunha convocou sucessivas sessões ao longo do dia para inviabilizar a reunião do Congresso no plenário da Casa, nesta terça-feira o peemedebista articulou com líderes da oposição para esvaziar a sessão depois de não conseguir incluir na pauta o recente veto da presidente Dilma Rousseff ao financiamento de campanha por empresas e à impressão do voto na urna eletrônica. Para a votação desta terça, era preciso quórum de 257 deputados, mas, até às 13h30, havia apenas 180 parlamentares na Casa. 
Leia também: 

Segundo o líder do governo no Senado, Delcídio Amaral, os senadores fizeram sua parte. "O Senado compareceu e deu quórum. Já a Câmara, não. Há uma expectativa do mercado para a apreciação desses vetos, e o atraso não ajuda", afirmou. Uma nova sessão será convocada por Renan na quarta-feira. 

A falta de quórum desta terça-feira foi entendida por parlamentares como constatação de que a reforma ministerial terá efeito superficial na capacidade de mobilização do governo no Congresso. Apenas um dia após a posse dos novos ministros, num movimento que aumentou o poder do baixo clero do PMDB no governo, as lideranças não conseguiram viabilizar uma votação considerada crucial para o governo, devido ao impacto que pode ter nas contas públicas a partir do ano que vem. O que mais preocupa a Esplanada é o do reajuste dos servidores do Judiciário: 36,2 bilhões de reais até 2019, segundo o governo. Para ser derrubado, cada um dos vetos precisa ter pelo menos 257 dos 513 votos de deputados e 41 dos 81 senadores. 

"A não votação comprovou a desmoralização completa deste governo. Mesmo transformando a Esplanada dos Ministérios em balcão de negócios, um verdadeiro toma lá dá cá, Dilma não conseguiu quórum para votar os vetos. É o agravamento do quadro, é uma situação de ingovernabilidade. Um minuto depois a Câmara reabre a sessão com 297 deputados. Nem a base do governo quer se indispor com a população e assumir o desgaste de um governo como esse", afirmou o senador Ronaldo Caiado (DEM-GO). 

Em reunião na segunda entre líderes da base governista na Câmara e o ministro Ricardo Berzoini (Secretaria de Governo), o Planalto estimava ter os mesmos 200 votos que contabilizava antes da dança das cadeiras. Berzoini fez apelos para que os vetos sejam mantidos aos líderes da Câmara e do Senado, Casa onde a situação é mais favorável ao governo. Na Câmara, no entanto, o recado do Palácio do Planalto não surtiu efeito. Parlamentares da própria base aliada afirmavam que a desarticulação era tanta que a maior parte dos ministros marcou a transmissão de cargos para as 11 horas desta terça-feira, ao mesmo tempo em que daria início a sessão no Congresso.

domingo, 4 de outubro de 2015

E todos nós, que sofremos a precariedade dos serviços públicos, incluindo transporte, pagamos a mordomia.

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Depois do mensalão e do petrolão, agora é a vez do montadão.

O governo Lula vendeu, em 2009, uma medida provisória para as montadoras de veículos.

A reportagem demolidora é do Estadão.
Passo a passo:
1) Empresas do setor pagaram R$ 36 milhões a lobistas para conseguir que Lula prorrogasse incentivos fiscais de R$ 1,3 bilhão por ano.
2) A medida provisória foi aprovada por Dilma Rousseff, então ministra da Casa Civil.
3) Quatro dias antes que o ato normativo fosse editado, um dos envolvidos no esquema tratou do assunto com o “seminarista” Gilberto Carvalho, então chefe de gabinete de Lula.
4) Um dos escritórios que atuaram para viabilizar a medida fez repasses de R$ 2,4 milhões a Luís Cláudio Lula da Silva, filho de Lula.
5) Lula assinou a medida provisória 471, beneficiando a a MMC Automotores, subsidiária da Mitsubishi, e a CAOA (fabricante de veículos Hyundai e revendedora das marcas Ford, Hyundai e Subaru).
* Antonio Palocci, em 2010, recebeu 4,5 milhões de reais da CAOA e já estava sendo investigado pelo Ministério Público sob a suspeita de ter embolsado dinheiro justamente para garantir incentivos fiscais à montadora.
6) Um dos lobistas, Mauro Marcondes, enviou mensagem dizendo que, em troca do acordo, havia se comprometido a entregar R$ 4 milhões a “pessoas do governo, PT”.
Pois é. Os petistas saíram montadinhos do montadão.
Como disse Gilberto Carvalho nesta semana: fomos “criando uma certa empáfia e seguindo a prática que condenávamos nos outros partidos”.
Obviamente, em escala muito maior e de modo institucionalizado, como nunca antes na história ‘dêsti paíf’.

Governo Dilma manda arroz gaúcho e feijão catarinense para aplacar a fome do povo de Cuba.

Este é o socialismo de fome que há 50 anos subjuga o povo cubano, imposição da ditadura dinástica comunista dos irmãos Castro. E que precisa de comida doada pelo povo gaúcho e brasileiro, os que trabalham em liberdade, de modo competitivo e produtivo, palavras desconhecidas na ilha, tudo para não passar fome maior ainda. - 
O povo de Cuba só come o que o sistema de racionamento de libretas permite. Isto já dura 50 anos. Dilma já ajuda os Castro com o Programa Mais Médicos, pagou o novo porto de Mariel e agora manda também comida. A ditadura comunista não conseguiu, em 50 anos, sequer produzir alimentos para seu próprio povo. - 
O editor examinou nesta sexta-feira o edital da Conab que colocou em leilão 625,4 mil toneladas de feijão para que a empresa vencedora ensaque e envie tudo já ensacado para Cuba.
O feijão é de Santa Catarina, que produz excedentes exportáveis, e sairá pelo porto de Navegantes, Itajaí.
É o segundo leilão que o governo Dilma executa em menos de uma semana, tudo para mandar comida para a população que vive há 50 anos sob o jugo da atrasada ditadura dinástica comunista dos irmãos Castro.
Esta semana, 1,3 mil toneladas de arroz gaúcho, que produz mais do que consome, também foi contratado pela Conab para ser embarcado devidamente ensacado para Cuba. A exportação sairá por Rio Grande.(http://polibiobraga.blogspot.com.br)

COMENTO: Enquanto isso o povo nordestino passa fome e sede em razão do descaso do Governo do PT.

Joice Hasselmann entrevista Jair Bolsonaro.