sábado, 28 de janeiro de 2012

Petistas estão sem rumo. Já nem sabem mentir...

Um grupo de petistas infiltrados na desocupação do Pinheirinho inventam cadávares que aparecem e até dão entrevistas....
Inacreditável!
Quando será que estes petistas imbecís perceberão que vivemos na era da informática, da infomação rápida, e que as mentiras e infâmias que eles espalham são desmascaradas com rapidez?
Os canalhas-energúmenos são ignorantes mesmo!!!!

Todos em Davos, menos a Yoni que ficou em Cuba...

Pelo que Antonio Patriota, ministro das Relações Exteriores, deu a entender ontem em Davos, a situação dos direitos humanos em Cuba não é importante e nem preocupa.
Segundo ele, “existem situações muito mais preocupantes, inclusive Guantánamo” e, por isso, Dilma não vai nem tocar no assunto.
É. Guantánamo preocupa tanto que nem a ditadura castrista quer saber dos 116 quilômetros quadrados ocupados pela base naval americana, mas a morte de presos cubanos não é importante, afinal, como disse Lula, eles morreram porque quiseram.
Quem mandou não comer?
*Por Ricardo Froes
COMENTO: Petista quando não é, apenas, de má índole, sabe ser burro e dissimulado como ninguém. Na hora do aperto é para os Estados Unidos que correm. Nenhum país decente do mundo comunga com o pensamento do chanceler "aloprado" e tenho certeza de que o súdito de "fidelidade canina a Dilma" fala da boca para fora.
Perguntem ao energúmeno se ele quer ser um cidadão comum em Cuba?
O falastrão quer é mordomia- paga pelo nosso povo - e gozar da democacia que o permite a liberdade de mentir, difamar, caluniar e dizer as baboseiras que já começa a vomitar em Davos.

Deus, o concurseiro

Pastores da Igreja Universal do Reino de Deus inovam. Pela TV, em Brasília, prometem bom desempenho em concursos públicos. O fiel só precisa levar caneta ou comprovante de inscrição ao templo para ser ungido.
O discurso? “Se Deus te iluminar, te der a direção, nada dá errado.”

O câncer fashion

É claro que eu poderia me abster deste comentário porque há sempre estúpidos incapazes de ler o que está escrito e dispostos a me acusar por aquilo que não escrevi. Ocorre que esses tontos não são meus juízes. Então escrevo. Vejam esta foto:

Foi feita por Ricardo Stuckert, do Instituto Lula. O Apedeuta faz tratamento de radioterapia no hospital Sírio-Libanês, onde Reynaldo Gianecchini também se trata. O ex-presidente decidiu visitar o ator. Até aí, bem! Mas o que faz junto o seu fotógrafo oficial? Aliás, desconheço outro político no mundo, já fora do poder, que tenha um “fotógrafo oficial”!!! Isso é coisa daqueles bilionários das arábias…
Já notaram que jamais se estranhou isso na imprensa? Os leitores muito jovens — e os tenho aos montes, felizmente — talvez não se lembrem, mas uma das críticas em que a imprensa se fartava era a tal “vaidade” de FHC… A acusação era sempre ressentida, meio bucéfala, tentando demonstrar que era uma ilusão ele se achar superior aos demais políticos só porque era intelectual. Ele jamais havia se declarado assim, mas e daí? Imaginem se o tucano carregasse um fotógrafo pra cima e pra baixo… Ao contrário: FHC já declarou que gosta é de privacidade.
Não Lula! Com ele, até o câncer tem de ser um espetáculo e de render flashes. VOCÊS JÁ SE DERAM CONTA DO ABSURDO QUE É CARREGAR FOTÓGRAFO EM SESSÃO DE QUIMIOTERAPIA E RADIOTERAPIA??? Pra quê? Por quê? A única resposta possível é esta: POLÍTICA! Luiz Inácio Apedeuta da Silva usa o câncer para reforçar a mitologia. Se puder aparecer ao lado de um ator querido por muitos, que também leva adiante uma batalha e tanto, melhor!
Alguns tolinhos da sociologia de fancaria vêm com aquela bobagem de que, assim, ele ajuda a desmistificar a doença etc e tal. Uma ova! Ajudaria caso se portasse como um homem comum — ainda que homem comum tratado no Sírio-Libanês. Levando junto um aparato, vivendo vida de artista, ele faz é o contrário. Não serve de exemplo, mas de exceção. Os demais pacientes não podem fazer essa glamorização da doença.
Eu detesto ter de escrever este texto, se querem saber. Acho que as enfermidades têm de ser tratadas com decoro. Jamais permiti, e não permitirei, neste blog, abordagens desrespeitosas com doentes — pode ser até o Chávez. É claro que as moléstias não tornam bons e decentes indivíduos maus e indecentes. Mas não é uma categoria de pensamento e uma categoria política. Ademais, queridos, não tem jeito — sou quem sou! —, acho que a compaixão é um bom sentimento.
Por isso mesmo eu me constranjo com a espetacularização a que Lula submete a própria doença. Stuckert deveria começar a divulgar as fotos dos encontros políticos do chefe, já que ele está articulando as eleições de 2012. Se é para acabar com o preconceito, que se mostre o petista cuidando das relações de poder, sem essa abordagem fashion.
Trata-se de uma cara politização barata da doença.
PS - Pior sorte teve Mário Covas. Doente de câncer, tomou bandeiradas na cabeça dos petistas, até sangrar.
*Texto por Reinaldo Azevedo

Porque hoje é Sábado, uma bela mulher

A bela atriz Carolina Dieckmann

Governo petista espiona todo mundo

Nos meus 72 anos de idade e 57 de jornalista, cobrindo o Palácio do Planalto, ministérios militares, Congresso Nacional, nunca vi o Brasil numa situação tão vergonhosa como esta: órgãos públicos espionando a vida de brasileiros, nos molde da CIA, KGB e Abim (Agência Brasileira de Inteligência).
Pois bem, tudo começou com uma discussão no Fórum de São Paulo, que teve a presença de líderes como: Lula, Dilma Rousseff, José Dirceu, Tarso Genro, José Genoíno, e muitos outros que hoje estão no poder. Para os participantes do Fórum de São Paulo foi transmitido que a espionagem "oficial" é necessária para a consolidação de um governo de esquerda, no qual todo recurso para consolidá-lo deve se usado,  como aconteceu no Iraque, Líbia, Egito, México e Síria.
Com autorização da Justiça, hoje em crise, foram feito, em 2011, cerca de 195.270 grampos em linhas telefônicas em todo o País, inclusive a minha, além de 3.365 e-mails sendo fiscalizados e 11.494 linhas telefônicas que utilizam a internet para transmissão de voz, sistema conhecido como VOIP.
Quando eu era funcionária do governo do Distrito Federal, na época em que Cristovam Buarque exercia o mandato de governador, eleito pelo PT, Erenice Guerra montou um grande sistema de espionagem em uma sala, no governo de Brasília, e depois transferiu a parafernália para o Palácio do Planalto, quando assumiu a chefia da Casa Civil da Presidência da República. Hoje, esse sistema de espionagem funciona no Anexo II do Palácio do Planalto, com todos os blogs sendo monitorados por um grupo de "agentes" do PT, cujas notas são copiadas, analisadas e armazenadas em um banco de dados para consultas futuras.
Todo governo que se preza tem o seu sistema de informações, porém o que está acontecendo no Brasil é algo fora do comum, jamais visto na história deste país. É uma ditadura branca, que nos mete medo e nos assusta pelo que pode vir a acontecer, pois já está em pleno funcionamento. Nada escapa da sanha dos arapongas e espiões do PT.
*LUIZ SOLANO/O Repórter do Planalto- luizsolano@gmail.com

Blogueira cubana acha que Dilma deve ouvir a oposição cubana

Dissidente cubana Yoani Sánchez diz que visita de presidente semana que vem não pode ser só "tapete vermelho"
A blogueira cubana Yoani Sánchez espera que a presidente Dilma Rousseff escute "a maravilhosa diversidade de vozes cubanas" na visita que fará a Cuba na próxima terça e que esteja tão preocupada com os investimentos brasileiros na ilha quanto com os direitos dos cidadãos cubanos comuns.
*Flávia Marreiro - Folha de São Paulo

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Hipóteses do desabamento de prédios no Rio de Janeiro


Um detalhe chamou atenção, em uma recente entrevista feita com uma moradora vizinha aos prédios que desabaram.
Ela disse que quando o Metrô estava sendo construído, em meados dos anos 80, um dos prédios que foi ao chão teria sido interditado pela defesa civil, por apresentar risco de desabamento.
Ocorre que por causa abalos, causados pelas fortes implosões subterrâneas, o edifício havia inclinado e separado um palmo do vizinho.
Sugiro que seja feito um levantamento nos arquivos do CREA ou da Defesa Civil para saber mais detalhes, que podem responder sobre os motivos do desabamento.
Já pensou que a resposta que todos procuram pode estar nesse pequeno grande detalhe?
Ah! O nome da moradora é dona Julieta e foi entrevistada pela Mariana Gross, 26/01, no RJTV 1ª edição. ( http://tvig.ig.com.br/ )
COMENTÁRIO: um comentarista da Folha de São Paulo levantou esta mesma hipótese. Mas, como sempre, vão culpar o mordomo. A tal de TO já está sendo apontada como responsável, devido a obras cosméticas no 9º andar do edifício maior. (Marverde)

Macaco considerado extinto é encontrado no PT

O langur-vermelho foi identificado após aparecer por acaso em imagens feitas no centro da cidade de São Paulo
Família de Max Red Langurs posa para armadilha fotográfica na ilha da Fantasia (BRASILIA).
Ciência acreditava que espécie estava extinta desde a queda do muro de Berlin.

A politização do câncer, típico de políticos indecentes, sem pudor e vegonha.

 É claro que eu poderia me abster deste comentário porque há sempre estúpidos incapazes de ler o que está escrito e dispostos a me acusar por aquilo que não escrevi. Ocorre que esses tontos não são meus juízes. Então escrevo. Vejam esta foto:
Foi feita por Ricardo Stuckert, do Instituto Lula. O Apedeuta faz tratamento de radioterapia no hospital Sírio-Libanês, onde Reynaldo Gianecchini também se trata. O ex-presidente decidiu visitar o ator. Até aí, bem! Mas o que faz junto o seu fotógrafo oficial? Aliás, desconheço outro político no mundo, já fora do poder, que tenha um “fotógrafo oficial”!!! Isso é coisa daqueles bilionários das arábias…
Já notaram que jamais se estranhou isso na imprensa? Os leitores muito jovens — e os tenho aos montes, felizmente — talvez não se lembrem, mas uma das críticas em que a imprensa se fartava era a tal “vaidade” de FHC… A acusação era sempre ressentida, meio bucéfala, tentando demonstrar que era uma ilusão ele se achar superior aos demais políticos só porque era intelectual. Ele jamais havia se declarado assim, mas e daí? Imaginem se o tucano carregasse um fotógrafo pra cima e pra baixo… Ao contrário: FHC já declarou que gosta é de privacidade.
Não Lula! Com ele, até o câncer tem de ser um espetáculo e de render flashes. VOCÊS JÁ SE DERAM CONTA DO ABSURDO QUE É CARREGAR FOTÓGRAFO EM SESSÃO DE QUIMIOTERAPIA E RADIOTERAPIA??? Pra quê? Por quê? A única resposta possível é esta: POLÍTICA! Luiz Inácio Apedeuta da Silva usa o câncer para reforçar a mitologia. Se puder aparecer ao lado de um ator querido por muitos, que também leva adiante uma batalha e tanto, melhor!
Alguns tolinhos da sociologia de fancaria vêm com aquela bobagem de que, assim, ele ajuda a desmistificar a doença etc e tal. Uma ova! Ajudaria caso se portasse como um homem comum — ainda que homem comum tratado no Sírio-Libanês. Levando junto um aparato, vivendo vida de artista, ele faz é o contrário. Não serve de exemplo, mas de exceção. Os demais pacientes não podem fazer essa glamorização da doença.
Eu detesto ter de escrever este texto, se querem saber. Acho que as enfermidades têm de ser tratadas com decoro. Jamais permiti, e não permitirei, neste blog, abordagens desrespeitosas com doentes — pode ser até o Chávez. É claro que as moléstias não tornam bons e decentes indivíduos maus e indecentes. Mas não é uma categoria de pensamento e uma categoria política. Ademais, queridos, não tem jeito — sou quem sou! —, acho que a compaixão é um bom sentimento.
Por isso mesmo eu me constranjo com a espetacularização a que Lula submete a própria doença. Stuckert deveria começar a divulgar as fotos dos encontros políticos do chefe, já que ele está articulando as eleições de 2012. Se é para acabar com o preconceito, que se mostre o petista cuidando das relações de poder, sem essa abordagem fashion.
Trata-se de uma cara politização barata da doença.
PS - Pior sorte teve Mário Covas. Doente de câncer, tomou bandeiradas na cabeça dos petistas, até sangrar.
*Texto e Imagem: Reinaldo Azevedo

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

O PT desmoraliza, aos poucos, o PMDB.

O PT está destruindo, aos poucos, o conceito e a reputação dos indicados e indicadores do PMDB, no sistema administrativo do governo. O objetivo é provar que na base aliada não há tanta gente honesta, e capaz, para assumir cargos no governo, daí precisar, sempre, do aval dos petistas e, se possível, preencher cargos com gente ligada, umbilicalmente, ao partido da estrela vermelha.
Se por um lado mentem e difamam seus opositores, concomitantemente ferem politicamente  seus aliados, a quem devem todo apoio  para manter a estabilidade econômica e as políticas públicas herdadas do PSDB e que tanto alavancaram o prestígio de Dilma e Lula.
Cospem, agora, no prato que comeu e desmoralizam a base aliada utilizando seus órgãos de imprensa patrocinados, blogueiros e jornalistas de aluguel.
A rede de infâmia e difamação do PT, se desta vez “aumenta mas, não inventa”  (ao contrário do procedimento que lhes é contumaz  quando se referem aos membros do PSDB e DEM ), ao divulgar as mazelas da base alugada,  tumultua o processo de apoio e manutenção de sua base.
A maior fonte de informações sobe as “irregularidades” dos indicados pelo PMDB partem dos petistas que formam o sistema de aparelhamento do serviço público. São dados, documentos, informações precisas. Prato feito para imprensa, guloseimas para os blogueiros e jornalistas vermelhinhos.
Mas isto é positivo. Mais positivo seria se eles se encarregassem, também, de revelar as mazelas dos petistas incrustados no poder.
As “cagadas” petistas são sempre, cuidadosamente, escondidas mas, quando surgem, são veementemente desmentidas.
Petistas não são aliados de ninguém senão da mentira, da infâmia, da calúnia, da difamação e da utopia do socialismo falido.

Não agir é indigno

Quando um sistema ou governo produz mais mentias e acontecimentos degradantes dos que os órgãos de comunicação e cérebros humanos têm capacidade de noticiar e assimilar se tem como resultado a anestesia.
Um dia você simplesmente passa a não se importar mais com a degradação, tenta olhar para outro lado e se convencer de haver coisas mais importantes do que se revoltar contra a miséria que lhe é imposta, apesar dessa lhe custar caro materialmente, pois continuará sendo você quem paga a conta.
Você tenta se isolar e refugiar em sua vida particular, mas não há vida particular, há apenas a Vida.
Você raciocina, o mundo é assim mesmo!
Acontece que o mundo não é lá fora, o mundo é sua vida particular também.
A interligação de tudo com tudo nos torna capazes e responsáveis por agir.
Não agir é indigno.
* Quiroga - resistenciademocrática

Justiça nababesca

Charge adaptada de LANE
Os pagamentos milionários a magistrados estaduais de São Paulo se reproduzem no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. A folha de subsídios do TJ-RJ mostra que desembargadores e juízes, mesmo aqueles que acabaram de ingressar na carreira, chegam a ganhar mensalmente de R$ 40 mil a R$ 150 mil. A remuneração de R$ 24.117,62 é hipertrofiada por “vantagens eventuais”. Alguns desembargadores receberam, ao longo de apenas um ano, R$ 400 mil, cada, somente em penduricalhos.
A folha de pagamentos, que o próprio TJ divulgou em obediência à Resolução 102 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) - norma que impõe transparência aos tribunais -, revela que em dezembro de 2010 o mais abastado dos desembargadores recebeu R$ 511.739,23.
Outro magistrado recebeu naquele mês depósitos em sua conta que somaram R$ 462 mil, além do salário. Um terceiro desembargador recebeu R$ 349 mil. No total, 72 desembargadores receberam mais de R$ 100 mil, sendo que 6 tiveram rendimentos superiores a R$ 200 mil.
Os supercontracheques da toga fluminense, ao contrário do que ocorre no Tribunal de Justiça de São Paulo, não são incomuns. Os dados mais recentes publicados pela corte do Rio, referentes a novembro de 2011, mostram que 107 dos 178 desembargadores receberam valores que superam com folga a casa dos R$ 50 mil. Desses, quatro ganharam mais de R$ 100 mil cada - um recebeu R$ 152.972,29.
Em setembro de 2011, 120 desembargadores receberam mais de R$ 40 mil e 23 foram contemplados com mais de R$ 50 mil. Um deles ganhou R$ 642.962,66; outro recebeu R$ 81.796,65. Há ainda dezenas de contracheques superiores a R$ 80 mil e casos em que os valores superam R$ 100 mil.
Em maio de 2010, a remuneração bruta de 112 desembargadores superou os R$ 100 mil. Nove receberam mais de R$ 150 mil.
A folha de pagamentos do tribunal indica que, além do salário, magistrados têm direito a inúmeros benefícios, como auxílio-creche, auxílio-saúde, auxílio-locomoção, ajuda de custo, ajuda de custo para transporte e mudança, auxílio-refeição, auxílio-alimentação.
Os magistrados do Rio desfrutam de lista extensa de vantagens eventuais - tais como gratificação hora-aula, adicional de insalubridade, adicional noturno, gratificação de substituto, terço constitucional de férias, gratificação de Justiça itinerante, correção abono variável, abono de permanência, parcela autônoma de equivalência, indenização de férias.
Recorde
Os desembargadores do Rio estão entre os detentores dos maiores rendimentos do serviço público. A folha de pagamentos do TJ seria um dos principais alvos da inspeção que estava nos planos da corregedora nacional de Justiça, Eliana Calmon.
A liminar deferida no final do ano passado pelo ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), interrompeu as inspeções do CNJ até que informações detalhadas fossem prestadas pela corregedora.
A ordem de Lewandowski atendeu ao pedido da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), símbolo da resistência à ação de Eliana Calmon - a ministra enviou as informações ao STF, mas a liminar será julgada depois que a corte máxima do Judiciário voltar do recesso, no início de fevereiro.
A diferença entre o TJ do Rio e o de São Paulo é que magistrados desta corte receberam quantias excepcionais em caráter antecipado - atropelaram a ordem cronológica interna. Um desembargador recebeu bolada de R$ 1,6 milhão; pelo menos outros cinco levaram montante acima de R$ 600 mil.
Conselheiros do CNJ destacam que os pagamentos vultosos no Rio são possíveis porque o tribunal conta com um fundo próprio de receita para administrar. Uma lei sancionada na década de 90 criou um fundo especial de receitas provenientes das custas judiciais, valores de inscrição de candidatos em concursos públicos, transferência de recursos de cartórios e outras taxas.
*As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Prédios desabam no Centro do Rio e deixam vítimas

Imagem de destroços dos pédios sobre veículos estacionados na rua
Dois corpos foram retirados dos escombros dos prédios, que ficavam na Avenida Treze de Maio 44 e na Rua Manuel Carvalho 16, próximos ao Teatro Municipal, à Câmara dos Vereadores e ao Museu Nacional de Belas Artes.

Vamos filosofar em tupiniquim?


Filósofos do meu Brasil varonil, regozijai-vos: o deputado federal Giovani Cherini (PDT-RS), por falta absoluta do que fazer, resolveu regulamentar a profissão de filósofo e elaborou o Projeto de Lei n.º 2.533, DE 2011, que “Dispõe sobre o Exercício da Profissão de Filósofo e dá outras providências”.
Aliás, providências muito importantes, porque obviamente o burro puxa uma carroça de privilégios, como consta no artigo 3o do PL, que diz que “os órgãos públicos da administração direta ou indireta ou as entidades privadas, quando encarregados da elaboração e execução de planos, estudos, programas e projetos socioeconômicos ao nível global, regional ou setorial, manterão, em caráter permanente, ou enquanto perdurar a referida atividade, Filósofos legalmente habilitados, em seu quadro de pessoal, ou em regime de contrato para prestação de serviços”.
Agora só falta descobrir qual será a função dos filósofos nesses casos.
O pior é que, como disse o filósofo Hélio Schwartsman, como o projeto tramita em caráter conclusivo, se nenhum deputado protestar isso acaba passando.
Ô Brasilzinho...
*Por Ricardo Froes

O assassino festejado

A pergunta que Battisti não respondeu na Guaíba: “Como você se sente por ter estourado a cabeça do pai na frente do filho infante ?”
A conversa a seguir ocorreu entre os jornalistas Rogério Mendelsky e Juremir Machado nesta quarta-feira de manhã, quando ambos participavam do programa “Agora”, da Rádio Guaíba:
Juremir – No meu programa desta tarde, ouvirei Cesare Battisti. Ele já confirmou a entrevista.
Rogério – Eu gostaria que fizesses uma única pergunta a ele, em meu nome.
Juremir – Ah, é: e qual é a tua pergunta?
Rogério – Pergunta como é que ele se sentiu ao assassinar uma pessoa (Battisti matou um açougueiro a sangue frio diante do próprio filho menor de idade).
.Não saiu a entrevista de Juremir Machado com Cesare Battisti, mas se saísse, ele poderia oferecer a mesma resposta de qualquer outro psicopata assassino:
-Não senti nada.
.Esse fugitivo, covarde, canalha e frio assassino italiano, condenado á prisão perpétua, virou personalidade do Fórum Social Mundial que acontece em Porto Alegre e foi recebido com as honras de estilo pelo Governador Tarso Genro, seu benefactor, que franqueou-lhe as portas do Palácio Piratini.
*Recebido por e-mail, via resistência democrática

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

E agora Dilma? Vai dizer que não sabia?

VAI SER MESMO UM TERROR DE TERRORISTA. O PT ENTREGA O OURO NA MÃO  - DA MULHER DO LOBO . VAI SER MESMO UM TERROR DE TERRORISTA. O PT ENTREGAR O OURO AO...SABIDO!

Saiba um pouco mais sobre a nova presidente da Petrobrás:
A maior estatal do Brasil e uma das duas maiores empresas do país troca de Presidente, saindo do cargo o professor José Sérgio Gabrielli. Assume o cargo Maria das Graças Foster.
Conheça um pouco mais sobre ela abaixo:
MARIA DAS GRAÇAS FOSTER = funcionária de carreira da Petrobrás e bastante próxima de Dilma, trabalharam juntas quando Dilma era secretária de Energia do Rio Grande do Sul. As duas cuidaram do Gasoduto Bolívia-Brasil (Gasbol) – negócio que envolveu BP e Shell.          
Casada com Colin Vaughan Foster.
E quem seria Colin Vaughan Foster?
Colin Vaughan Foster, marido de Gaça Foster, leva a vida numa boa dentro da Petrobras. Só nos últimos três anos, a C. Foster, empresa de propriedade de Colin Vaughan Foster, assinou 42 contratos, sendo 20 sem licitação, para fornecer componentes eletrônicos para áreas de tecnologia, exploração e produção a diferentes unidades do rentável nicho governamental.
Conhecida até agora nos corredores das Minas e Energias como Maria Caveirão, ela tem tudo para fazer daquela enorme Casa d'Irene uma grande Casa Bem-Assombrada.
De tudo isso, o que se pode concluir, sem necessidade de qualquer dossiê, é que esse Clã Mac Dilma é muito maior e bem mais abonado do que a vã filosofia pode imaginar.
COLIN VAUGHAN FOSTER = marido da MARIA DAS GRAÇAS FOSTER, dono da C Foster Serviços e Equipamentos, empresário que já recebeu 614 milhões de Reais em 43 contratos com a Petrobrás.
E agora com a empresa na mão da esposa, vai receber mais quanto?
Interessante, não? Conflitos de interesse, o que é isso mesmo?
*Fonte: 48horasdenoticias

As águas só correm para o mar?

Ladrão do Banco Central pagou R$ 200 mil de dízimo à igreja universal
Edilson Cesário Vieira usado como laranja pela igreja para lavar R$ 380 milhões
Em dezembro de 2006, um homem de nome Alexandre entregou a Edir Macedo e Romualdo Panceiro, da Igreja Universal, o valor de R$ 200 mil porque queria se “redimir do crime” de ter participado do furto de R$ 164 milhões do Banco Central de Fortaleza, em agosto de 2005.
Seria uma espécie de dízimo da parte do furto que coube a Alexandre. A informação é do lavador de carros Edilson Cesário Vieira, que na época era fiel da Universal.
Ele contou ao Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), do Ministério Público, que a doação ocorreu em uma sala do 4º andar do templo da igreja da avenida João Dias, Santo Amaro, bairro da zona sul de São Paulo.
“O bispo Romualdo mandou um carro blindado pegar o dinheiro na casa do Alexandre, em Ermelino Matarazzo. Duas horas depois, chegaram com duas pastas pretas. O Alexandre jogou o dinheiro na mesa, ainda com lacre do banco”, disse Vieira.
Vieira disse que Edir Macedo pediu que Alexandre se ajoelhasse sobre o dinheiro e rezasse, citando-o como exemplo. “Todos deveriam fazer como ele”, teria dito Macedo. “Dinheiro a gente recebe, não importa de onde vem.”
Vieira disse que resolveu contar ao Ministério Público que testemunhou a entrega do dinheiro porque ele foi usado como “laranja” pela Universal em lavagem de dinheiro e hoje, por causa disso, tem uma dívida de R$ 380 milhões.
A Igreja Universal negou as acusações. As investigações da Polícia Federal e do Ministério Público prosseguem.
O assalto ao Banco Central de Fortaleza é considerado o maior do país. Até agora, a Polícia Federal recuperou apenas R$ 12 milhões. Foram indiciados 96 suspeitos e entre eles há pelo menos um fiel da Universal.

CGU vê prejuízo de até R$ 312 milhões no Dnocs

Irregularidades constam de relatório obtido pelo jornal 'O Globo'. CGU indica concentração de contratos no RN, estado do diretor geral do Dnocs, Elias Fernandes.
Uma auditoria especial da Controladoria Geral da União (CGU), obtida pelo jornal "O Globo", constatou irregularidades que podem ter causado um prejuízo de R$ 312 milhões no Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs). A Controladoria aponta ainda concentração de contratos no Rio Grande do Norte, estado do diretor-geral do Dnocs, Elias Fernandes.
O Dnocs, autarquia vinculada ao Ministério da Integração Nacional, é a mais antiga instituição federal no Nordeste e responsável por mais de R$ 2,8 bilhões em obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) até 2014. O Ministério da Integração é alvo de denúncias desde o começo deste mês. O ministro Fernando Bezerra (PSB) foi apontado por favorecimento político na liberação de verbas para seu estado, Pernambuco, e por indicação de parentes para postos no governo. Ele negou irregularidades.
Conforme reportagem de "O Globo", a CGU analisou em 2011 contratos, obras e pagamentos de pessoal depois que as contas do Dnocs foram consideradas irregulares por três anos consecutivos, entre 2008 e 2010.
Na auditoria, a CGU verificou julgamentos inapropriados e incompletos de propostas, editais com empresas que desempenham atividades incompatíveis com a prestação dos serviços, licitações dirigidas, além de irregularidades em pagamentos, como liberação de benefícios em nome de aposentados e pensionistas que já morreram e pagamentos considerados indevidos a funcionários. Somente os pagamentos irregulares somaram R$ 120 milhões entre janeiro de 2009 e outubro de 2011.

Serra responde a declaraçõe​s de FHC sobre 2014

Serra:"Não estou de acordo, mas não vou polemizar com um amigo"
O ex-governador de São Paulo José Serra comentou nesta terça-feira, 24, a declaração do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que apontou o senador mineiro Aécio Neves como “candidato óbvio” do PSDB à Presidência em 2014. “São opiniões dele. Não estou de acordo com algumas delas, mas não vou polemizar com um amigo”, disse.
Fernando Henrique manifestou a preferência por Aécio em entrevista concedida para a revista inglesa The Economist. O ex-presidente ainda previu uma “luta interna muito forte” entre o senador mineiro e o ex-governador paulista pela indicação do partido nas eleições nacionais.
Na semana passada, Serra anunciou aos aliados que não pretende entrar na disputa pela Prefeitura de São Paulo e disse que pretende focar nas questões nacionais, visando o projeto de disputar, pela terceira vez, a Presidência da República.
Em nota divulgada nesta terça, Aécio agradeceu a iniciativa de Fernando Henrique e disse que caberá ao partido escolher “o melhor nome” para 2014. “Agradeço a referência do presidente Fernando Henrique. O partido saberá definir o melhor nome, entre os vários de que dispõe, no momento certo, que, acredito, será após as eleições municipais.”
O mineiro acrescentou que o partido deve trabalhar para se fortalecer “para além do alcance do discurso”. “No momento certo, independentemente de quem será o nome, o PSDB estará em condições de apresentar um projeto ao país que faça o contraponto ao modelo de governança representado hoje pelo PT”, concluiu.
Sem pressa. O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, também comentou a declaração de Fernando Henrique nesta terça-feira. Ele disse que existem “grandes nomes” no PSDB, mas o tema precisa “ser amadurecido e não há razão para essa discussão” a dois anos da eleição presidencial.
Alckmin respondeu com bom humor quando foi perguntado se a previsão de Fernando Henrique estava correta sobre o seu distanciamento da corrida presidencial. “A minha modéstia não permite (comentar)”, disse.
O governador participou nesta terça-feira de cerimônia de assinatura de decreto que regulamenta o Programa Paulista da Agricultura de Interesse Social (PPAIS), iniciativa que deve beneficiar cerca de 150 mil famílias de agricultores familiares, estimulando a produção e garantindo a comercialização dos produtos.
*Bruno Siffredi, do estadão.com.br, e Gustavo Uribe, da Agência Estado.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

O Brasil está seguindo o caminho do “socialismo venezuelano”

O Brasil está seguindo o caminho do “socialismo venezuelano”: primeiro a destruição da sociedade e depois a reconstrução sem prazo para ser iniciada.
Não se considerando a existência de uma fraude – uma premissa forçada –, a pesquisa de opinião feita pelo Instituto Datafolha deixa absolutamente claro que o DNA da aceitação e da prática do ilícito realmente estão impregnados na sociedade do nosso país sem mais distinção de classe.
Os feitos ignorantes ou vagabundos dependentes do Estado, a classe média covarde e apátrida, e as burguesias e oligarquias públicas e privadas com seu poderoso núcleo de canalhas esclarecidos, todos vendidos ao projeto de poder do PT, demonstram, com toda a clareza, que a degradação ética e moral do Brasil já foi absorvida como fazendo parte de um comportamento social aceitável e padrão no nosso país.
O recorde de popularidade com 59% de aceitação para a presidente, além do crescimento de 10% em apenas seis meses para um governo cuja única realização foi o agigantamento do assistencialismo, associado com a revelação inquestionável de uma estrutura de poder pública afundada em escândalos de corrupção, poder público estruturado junto com seu padrinho político não deixam mais dúvidas: transformar o Poder Público em um Covil de Bandidos e o país em um Paraíso de Patifes não tem impacto relevante no comportamento coletivo.
Oportuno o artigo da socióloga Maria Lucia Victor Barbosa intitulado “Os Falsários”, do qual destacamos o seguinte trecho:
“Num cacoete stalinista para manter a fachada de esquerda, os petistas se tornaram falsários praticantes. Em dossiês visando acabar com a reputação de adversários, a intriga e a mentira se tornaram suas armas prediletas, em que pese não terem dado nenhum resultado. Os responsáveis pelos falsos documentos são figuras importantes da República Sindicalista, amigos íntimos do ex-presidente, Lula da Silva, ou da atual presidente, Dilma Rousseff. Nada lhes aconteceu e continuam tranquilamente desfrutando as delícias do poder em altos cargos, uma vez que o PT paira acima da lei.”
As comemorações em Brasília devem estar varando noite, tudo pago pela sociedade que está se apresentando como a mais idiota, a mais imbecil, a mais covarde, a mais omissa e a mais corrupta da civilização ocidental, sendo essa é a única justificativa para o sucesso dos bandidos, dos profissionais da prevaricação, dos profissionais do lobismo da patifaria, e dos profissionais da corrupção, em um país que tem seus podres Poderes Republicanos submissos a um único poder, o poder Executivo, já representa as marcas do Regime Ditatorial Fascista que domina o país com uma aceitação de 59% da sociedade.
Mas a grande novidade é que a falência da educação, da segurança pública, da saúde pública, da cultura, a incontrolável degeneração moral das relações públicas e privadas, e o desvio de mais de oitocentos bilhões de reais para o ralo da corrupção nos últimos dois anos dão milhões de votos, nos antecipando o que serão as próximas eleições do país: uma premiação geral e ilimitada para as fichas sujas e seus cúmplices, além do fortalecimento do Regime Fascista comandado pelo poder Executivo.
Meus sentimentos para a sociedade dos patriotas mortos.
*Geraldo Almendra - 23/01/2012

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Por quê os canalhas defendem o PT?

GOVERNO DO PT TEM 22 MIL CARGOS DE CONFIANÇA. FOLHA DE PAGAMENTO DO GOVERNO CUSTA R$ 203 BILHÕES! A presidente Dilma Rousseff bem que tenta promover a austeridade fiscal, mas, nem assim, o governo federal deixou de bater uma nada honrosa marca: a de 22.000 trabalhadores em cargos de confiança. A União vai arcar, em 2012, com uma folha de pessoal e encargos sociais acima de 203 bilhões de reais, mostra reportagem do jornal O Globo desta segunda-feira.

Desde o segundo ano do governo Luiz Inácio Lula da Silva, as funções comissionadas no Executivo federal só crescem. Em 2003, primeiro ano de Lula, houve uma queda no total de cargos de confiança, de 18.374 do último ano do governo Fernando Henrique Cardoso, em 2002, para 17.559 no final do ano seguinte. Depois disso, o número só cresceu. No final de 2011, já na gestão Dilma, foi de 21.870 para 22.000.

O governo diz que atualmente 70% dos cargos de confiança são ocupados por servidores públicos de carreira e que as nomeações políticas são minoria. Podem até ser minoria, mas estão crescendo. A categoria de cargos de confiança geralmente ocupada por indicações políticas englobava 209 pessoas em 2010 e agora inclui 217. A remuneração média deles é de 21,7 mil reais.

Em 2007, a categoria dos comissionados teve reajuste salarial de 139,75%. Agora, eles pressionam por um novo aumento. Como Dilma vetou a inclusão no orçamento de projetos que previam recursos para reajustes -, a intenção dos servidores é retomar as negociações a partir da semana que vem mas só fechar acordo em  2013. Projetos sobre aumentos precisam ser enviados ao Congresso até agosto, junto com a proposta orçamentária de 2013. (Do site da revista Veja)

Escada para resgate de incêndio em Israel

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Aparelhamento da Petrobrás fica mais explícito


Maria "Caveirão" e o marido vão, finalmente, comandar a Petrobras.

O presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, irá deixará o cargo, informou neste sábado o líder do PT na Câmara, o deputado Paulo Teixeira (SP). Segundo Teixeira publicou em seu perfil no Twitter, Gabrielli será substituído por Maria da Graça Foster, que atualmente exerce o cargo de diretora de Gás e Energia da estatal.A estimativa é de que o atual presidente, há seis anos à frente da empresa, deixe a direção da Petrobras em fevereiro, quando ocorre a primeira reunião do ano do conselho administrativo da estatal. A assessoria de imprensa da Petrobras não foi encontrada para comentar a informação. (Da Folha Poder)
COMENTÁRIO: Maria "Caveirão" já fez campanha para Dilma em hora de expediente. Leia aqui.  Além disso, o marido tem empresa de petróleo e já vendeu sem licitação para a Petrobras, além de ganhar poços de petróleo de barbada da companhia. O Blog contou estas histórias em três posts: um, dois,três. Dilma sempre quis trazer Maria "Caveirão" para o governo. Com a popularidade explodindo, agora vai.

Primeiro os meus

Foto: Fernando Bezerra por Valter Campanato/ABr
Canal exclusivo leva água até fazenda de irmão do ministro da Integração
Duas placas, uma apontando a concessão de incentivos fiscais do Ministério da Integração Nacional, e outra, com o nome da empresa UPA - Umbuzeiro Produções Agrícolas Ltda., marcam a entrada da fazenda de propriedade de Caio Coelho, irmão do ministro Fernando Bezerra Coelho, no Perímetro de Irrigação Nilo Coelho. Segundo reportagem do jornal O Estado de S.Paulo, um canal exclusivo de irrigação serve a fazenda de Caio Coelho no local. A propriedade da UPA guarda também uma das 39 estações de bombeamento do maior projeto de irrigação do País, o Nilo Coelho - nome de um tio do ministro da Integração Nacional. O investimento é comandado pela Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e Parnaíba (Codevasf), presidida interinamente pelo irmão Clementino Coelho até 12 dias atrás, e subordinada a outro irmão, o ministro.
*F Bihari fernando.bihari@gmail.com por  yahoogrupos.com.br

Rocha Matttos reabre o caso Celso Daniel

Depois de sete anos na cadeia, o juiz João Carlos da Rocha Mattos revela, em entrevista exclusiva ao 247, que foi preso porque teve em seu poder as fitas do caso Celso Daniel e diz que o prefeito de Santo André morreu porque o dinheiro extorquido das empresas de ônibus não ia só para o PT.
O governo Lula inaugurou uma Polícia Federal devotada a combater inimigos comerciais e políticos do PT – algo que ele, um delegado da PF por sete anos, não viu nem quando serviu sob a ditadura.
 A “Polícia Federal republicana”, frase do ex-ministro da Justiça de Lula, Márcio Thomaz Bastos, é uma falácia: a PF de Lula era a PF dos interesses de Lula.
O desabafo é do ex-juiz federal João Carlos da Rocha Mattos, 62 anos de idade. Rocha Mattos saiu da cadeia há menos de 20 dias. Cumpriu sete anos e cinco meses de prisão. Foi o único réu preso no caso do assassinato do ex-prefeito de Santo André, Celso Daniel – tudo porque, diz ele, tinha posse de fitas comprometedoras, cujo conteúdo a PF de Lula “editou e apagou”.
Rocha Mattos mandou destruir tais fitas, como juiz, por serem ilegais. Mesmo assim, ele sustenta que a PF, quando o prendeu na Operação Anaconda, em outubro de 2003, invadiu sua casa perguntando se havia cópias das fitas.
Acusado por supostamente vender sentenças judiciais, Rocha Mattos falou com exclusividade ao Brasil 247, por duas horas, em seu escritório no centro de São Paulo. Não mede palavras sobre o que sofreu: conclui que sua vida mudou depois que o caso Celso Daniel caiu em suas mãos.
“Basta dizer que há ainda magistrados federais acusados de estupro, de homicídio, de corrupção, de lavagem de dinheiro. Nenhum deles foi preso ou perdeu a função, como eu perdi. Recebi muita pressão por causa das fitas do caso Celso Daniel. Recebi essas ameaças de pessoas que tinham sido seguranças do Lula em todas as suas campanhas, um deles um delegado federal que chegou a ser nomeado superintendente da PF em São Paulo depois que Lula ganhou sua primeira eleição para presidente”.
Ele se refere ao delegado Francisco Balthazar da Silva.
Rocha Mattos ainda se espanta com a “PF republicana” de Thomaz Bastos.
 “Por incrível que pareça, a PF passou a ser muito mais dependente do PT a partir do governo Lula do que ela era dependente dos governos militares nos anos de chumbo. A Polícia Federal jamais foi uma polícia republicana. Ela é uma polícia do governo, ela é comandada pelo presidente da República e pelo ministro da Justiça. O grande chefe da Polícia Federal foi o ministro da Justiça Marcio Thomaz Bastos, embora haja um executivo como diretor da Polícia Federal”.
O ex-magistrado confessa que sua maior curiosidade é saber como funcionava a engrenagem da PF de Lula. “A Daslu, por exemplo, é uma condenação ridícula, chega a quase 100 anos, é uma condenação que nem os maiores criminosos receberam uma pena como essa.
São raríssimos os casos com uma condenação igual a essa.
 Existia sob Lula uma política por detrás da PF.
Há crimes financeiros cujos autores cometeram os mesmos ilícitos que outros e não tiveram tratamento tão duro”.
Rocha Mattos só tem contra ele uma condenação em definitivo, numa pendenga contra o juiz Fausto Martin de Sanctis. Nos outros oito casos pendentes, ainda cabem-lhe recursos. Ele sonha em reaver seus vencimentos de juiz federal e nessa luta seu advogado é o criminalista Nabor Bulhões.
Confira seu depoimento:
247 – Como está a sua vida hoje?
Rocha Mattos – Estou com 62 anos, acordando super cedo. Sempre gostava de acordar cedo. Agora eu acordo cedo, venho para o escritório. Eu já trabalhava aqui quando estava no semi-aberto, só que eu trabalhava e tinha que voltar pra dormir em São Miguel e ultimamente no Belém, já que o presídio de São Miguel acabou. Venho pro escritório, trabalho, fico até tarde. Antigamente ficava até às cinco, tinha que chegar lá às sete, em São Miguel e depois no Belém. E eu acabo indo embora daqui agora mais tarde, nove horas, ou seja, o primeiro a chegar e o último a sair. E doutor Raimundo Oliveira da Costa, que é o dono do escritório é meu advogado há mais de um ano e tem conseguido grandes vitórias pra mim. Ele é uma pessoa que conheço há muitos anos e embora tenha ficado muito tempo sem ver e houve uma aproximação maior mais por carta quando estava lá em Tremembé e ele foi trabalhar lá na Paulista e quando ele saiu de lá acabei vindo com ele pra cá.
247 – O senhor conhece a Justiça de uma maneira privilegiada porque foi delegado federal, procurador, juiz federal, preso...
Rocha Mattos – Até a prisão eu conheço agora! Eu sei o quanto é difícil ficar preso, o quanto é difícil a vida, porque não é só você ficar lá fechado o tempo todo, quando sai pro semi-aberto você sai pra trabalhar, existe essa possibilidade. Mas a gente não sabe das angústias que existem, principalmente no fechado, no regime semi-aberto. E nesse tempo toma bastante tombo. Na verdade, normalmente quem tira esse tempo de prisão é quem tem crime hediondo, que não é o meu caso, quem tem trânsito em julgado, homicídio, sequestro, então eu fiquei muito tempo preso. As penas chegaram a ser bem altas, elas foram caindo com recurso e tal. Ainda tenho uns processos em andamento e foi muito difícil, tive dificuldade até pra comunicar com advogado, mas eu sobrevivi.
247 – O que você mais pensava quando estava preso, o que mais te ocupava a cabeça?
Rocha Mattos – Sempre pensava que eu ia acabar resolvendo algumas situações, ia sair, eu não esperava ficar tanto tempo preso, eu esperava ficar dois ou três anos no máximo, eu nunca imaginei que fosse ficar todo esse tempo. Naquela época o tribunal, quando eu estava livre de um processo, decretava outra coisa mais antiga.
247 – E no que você se segurou?
Rocha Mattos – Ah, filhos, filhos e a filha menor que eu tenho, que tem seis anos e nasceu quando eu estava na Polícia Federal, foi gerada quando eu estava na Polícia Federal. É uma criança que é minha filha-neta e que renovou bastante a minha vida. E mesmo o Caio, que quando eu fui preso tinha 12 anos, era garoto ainda. As mais velhas já estão bem encaminhadas na vida.
247 – Dentro desse sistema, o que você viu de pior?
Rocha Mattos - Olha, não tem uma cena assim que tenha marcado bastante, mas é a angústia dos presos em geral, porque eles ficam às vezes na esperança daquele benefício, e às vezes, muitas vezes aliás, eles são frustrados de justiça, de liberdade, e realmente demora muito pra ver as soluções dos incidentes.
247 – Alguém te pedia muito conselho, sabendo que o senhor era juiz?
Rocha Mattos – Muito, muito.
247 – Fale do que pesa contra o senhor.
Rocha Mattos – Tive mais de vinte acusações, inclusive algumas até repetidas, e isso foi até reconhecido pelos procuradores que trabalham na primeira instância. Existem acusações sobrepostas. A mesma conduta minha deu margem a um processo por prevaricação e a um processo por corrupção. O Ministério Público dizia ora que era corrupção, ora que era prevaricação, ora que era lavagem de dinheiro. Existem hoje em dia talvez umas sete ou oito acusações contra mim. Sei que é um absurdo, mas eu sei que sou eu que fui preso no caso de Santo André, do Celso Daniel. Eu estou agora em liberdade porque já cumpri uma parte da pena, mas eu ainda estou preso no caso da morte de Celso Daniel. Recebi uma pena de três anos e meio em regime semi-aberto. Fui acusado de ter desaparecido com as fitas do caso, quando não fui eu quem despareceu com as fitas do caso. Inclusive essas fitas eram prova ilícita e existe até acórdão do Supremo dizendo que se a prova é ilícita, ela não poderia ser usada como acusação de supressão de documento, ou seja, dela mesma. Foram localizadas segundas cópias dessas fitas meses depois da destruição delas. Embora por distribuição eletrônica, na Justiça, esse mandado de segurança contra mim caiu nas mãos da desembargadora Terezinha Cazerta, que estava à frente de alguns processos da Operação Anaconda, em alguns dos quais ela foi considerada, aliás, incompetente. Jamais houve na Justiça Federal de São Paulo uma rapidez e uma celeridade como essa que houve no meu caso.
247 – Houve política na Operação Anaconda?
Rocha Mattos – Sustento ainda que a Operação Anaconda foi uma operação política contra mim. Sustento porque naquela época a Anaconda foi a segunda grande operação do governo Lula. Houve antes a Operação Diamante, em que foi atingido um ex-ministro do STJ, um juiz, e um juiz de um tribunal regional federal, junto de sua esposa. Mas ninguém foi preso. Comigo, foram muito duros: basta dizer que há ainda magistrados federais acusados de estupro, de homicídio, de corrupção, de lavagem de dinheiro. Nenhum deles foi preso ou perdeu a função, como eu perdi. Recebi muita pressão por causa da fitas do caso Celso Daniel. Recebi essas ameaças de pessoas que tinham sido seguranças do Lula em todas as suas campanhas, um deles um delegado federal que chegou a ser nomeado superintendente da PF em São Paulo depois que Lula ganhou sua primeira eleição para presidente. Mas as provas do caso Celso Daniel eram ilícitas e eu não me arrependo de nenhuma decisão que eu tenha dado. Eu acho que eu poderia ter sido apenas mais cortês com as pessoas do tribunal. Às vezes, quando eu me sentia muito pressionado, eu também reagia. Eu procurava sempre, para reagir a essas pressões, demonstrar que eu sabia de muitas coisas. Eu tenho até exemplo, mas não vou citar nomes: eu acusei um juiz de destruir dois carros do tribunal. Li outro dia, no Consultor Jurídico, que esse juiz agora está respondendo pela destruição desses carros.
247 – O senhor foi acusado na Anaconda de venda de sentenças. Quais são essas sentenças, qual a materialidade da acusação?
Rocha Mattos – Na verdade eu tenho duas acusações sobre isso. Uma o processo está em andamento ainda. O processo está na 10ª Vara. O outro caso que eu fui condenado pelo tribunal é o caso do contrabandista alcunhado de Lobão. Esse Lobão era acusado de descaminho de cigarros e de outras mercadorias. Não fui eu que dei a liberdade provisória ao tal de Lobão, e ele nem era réu. Quem eram réus eram os supostos laranjas dele. Eu jamais soltei os caminhoneiros que estavam transportando essa carga desviada. Quando veio a denúncia contra os laranjas de Lobão, eu nem estava mais na Justiça. Com o parecer favorável do Ministério Público, a única coisa que eu fiz nesse processo, eu liberei, mediante fiel depósito, os veículos transportadores para os proprietários que eram os supostos laranjas, mas eu não sabia disso. E ninguém também recorreu disso. E veja você que eu fui acusado nesse caso de corrupção e até de liberar cigarros. Jamais foram liberados cigarros, nem por mim nem por outro juiz. Esses cigarros continuam apreendidos na Receita, eram fabricados no Paraguai e eu acabei respondendo por corrupção nesse caso. Esse caso não tem julgamento definitivo. Vai ser julgado um recurso especial e vão ser julgados dois habeas corpus. Mas fora esses dois casos, eu não tenho nenhuma outra acusação de corrupção.
247 – Essas acusações, cronologicamente, foram feitas depois que o senhor esteve de posse das fitas do caso Celso Daniel?
Rocha Mattos – Sim, perfeitamente. O caso Anaconda começou errado. Ele começou em Alagoas, com um juiz de Primeira Instância e não pelo Tribunal Regional Federal de lá. Hoje em dia, o STJ não aceita mais isso, que um juiz de outra jurisdição faça gravações de outro. A escuta, agora, tem que ser determinada desde o início pelo tribunal. E contra os juízes de outras regiões, pelo Tribunal Regional da jurisdição específica. A Anaconda começou para investigar uma coisa e acabou investigando outra. Eu e os juízes Casem e Ali Mazloum fomos grampeados por um juiz de Alagoas por um ano e oito meses, e na verdade quando apareceram os nossos nomes esse juiz deveria informar isso imediatamente ao tribunal, e não ficar um ano e oito meses investigando em segredo.
247 – Qual é o seu juízo de valor sobre a Polícia Federal Republicana, como era chamada por Marcio Thomaz Bastos?
Rocha Mattos – Eu fui delegado federal por sete anos, de 1976 até 1982, então eu peguei bastante do período militar. Na época dos militares, a Polícia Federal nunca teve um delegado que fosse diretor-geral, eram só coronéis e generais do Exército, então claro que a PF era ligadíssima ao regime militar. Mas, por incrível que pareça, a PF passou a ser muito mais dependente do PT a partir do governo Lula do que ela era dependente dos governos militares nos anos de chumbo. A Polícia Federal jamais foi uma polícia republicana. Ela é uma polícia do governo, ela é comandada pelo presidente da República e pelo ministro da Justiça. O grande chefe da Polícia Federal foi o ministro da Justiça Marcio Thomaz Bastos, embora haja um executivo como diretor da Polícia Federal. Num HC meu de 2004 eu escrevi isso: a Polícia Federal é uma polícia do governo. A Polícia Federal é uma polícia petista, do governo do PT, como foi do PSDB na época do PSDB. Tanto que o caso da Roseane Sarney foi uma operação comandada contra ela pelo governo Fernando Henrique. Portanto a PF era tucana e passou a ser petista. O que eu acho bom é que no início desse governo Dilma a PF se desvinculou bastante da parte política. A Dilma está deixando a PF ser bastante profissional. Eu acho que a interferência na PF, no governo Dilma, é muito menor. No tempo de Lula e de Marcio Thomaz Bastos, a PF virou uma polícia do PT. Não era uma PF do governo, era uma PF do Partido dos Trabalhadores.
247 – Por que a PF de Lula prendeu alguns empresários e não outros, que concorriam afinal no mesmo tipo de negócio?
Rocha Mattos – Por razões políticas, inclusive tem condenações como a da Daslu, que é uma condenação ridícula, chega a quase 100 anos, é uma condenação que nem os maiores criminosos receberam uma pena como essa. São raríssimos os casos com uma condenação igual a essa. Existia sob Lula uma política por detrás da PF. Há crimes financeiros cujos autores cometeram os mesmos ilícitos que outros e não tiveram tratamento tão duro. Os tribunais deixaram de ser duros também, como se pode ver o caso da Operação Castelo de Areia e como está se vendo no caso da Satiagraha. Ao contrário do que aconteceu na Anaconda, o STJ começou a abrandar mais, ele começou a passar a ser menos tolerante com essas gravações. Ele começou a considerar ilegais as gravações que se perduram por anos e não têm fundamentação.
247 – O senhor acha que tudo teve um breque depois que o ministro Gilmar Mendes foi grampeado?
Rocha Mattos – Não foi só o ministro Gilmar que teria sido grampeado, outros também foram, existem suspeitas seríssimas disso. O próprio Judiciário foi amadurecendo. Num primeiro momento isso não foi visto no nosso caso. Veja você, no meu caso, que eu tinha até uma certa relação de inimizade com os irmãos Mazloum, cheguei a litigar com eles no caso Banespa, já processei os dois e fui processado por eles, e mesmo assim a Anaconda nos acusou juntos. Não há na Anaconda nenhuma ligação telefônica entre eu, o Casem e o Ali. Foram usadas contra mim provas em que a minha ex-mulher Norma, que estava fora de si por causa da separação, me ameaçava com coisas inexistentes. Essas gravações legalmente só poderiam ser usadas para a defesa, e não no ataque contra mim. A própria jurisprudência do Supremo é nesse sentido, Veja que no caso do Carlinhos Cachoeira naquele escândalo do Valdomiro Diniz, do PT, na Casa Civil, o procurador tinha as gravações do Carlinhos, mas queria que ele entregasse, porque pela lei só ele era parte legítima para entregar essas gravações. O Carlinhos foi vítima de extorsão daquele assessor do José Dirceu. O Carlinhos gravou tudo, mas ele nunca entregou para a polícia. Mas no meu caso, o mesmo tipo de gravação foi aceito como prova pelo Tribunal Regional da 3ª Região.
247 – Algum dos seus casos já transitou em julgado?
Rocha Mattos – É um caso que a pena baixou de 4 para dois anos. Esse processo já estava instaurado antes da Anaconda e eu fui acusado nele de fazer uma denunciação caluniosa contra o juiz Fausto de Sanctis. Eu o acusei de abuso de autoridade, não de um crime grave, e acabei sendo condenado a 4 anos de prisão em regime fechado. Cumpri parte dessa pena, sendo que depois o STJ acatou o HC do meu advogado, abaixando essa pena para dois anos em regime aberto. O processo foi totalmente desfigurado.
247 – O senhor diz que no caso do Celso Daniel houve ingerência da PF como polícia de estado e de partido...
Rocha Mattos – Foi a PF do Executivo. Aquilo foi terrível pra mim, embora eu tenha considerado a prova ilegítima. Indevidamente as fitas de Celso Daniel ficaram guardadas em local incerto e não sabido e isso gerou atrito com a desembargadora Terezinha Cazerta, autora do mandado de segurança contra mim. O MP se aproveitou disso para tentar, e conseguiram, me deixar na cadeia tantos anos. Quando o Elias Maluco matou Tim Lopes, ele foi condenado por homicídio e formação de quadrilha. Ele levou uma pena de um ano e oito meses: eu levei uma pena de 3 anos, a pena máxima, pela suposta quadrilha. Não há um caso como esse na Justiça.
247 – Fale da fita do caso...
Rocha Mattos – A apuração do caso do Celso começou no governo FHC. A pedido do PT, a PF entrou no caso. Mas quando o Lula assumiu, a PF virou, obviamente. Daí, ela, a PF, adulterou as fitas, eu não sei quem fez isso lá. A PF apagou as fitas, tem trechos com conversas não transcritas, é uma história insepultável. O que eles fizeram foi abafar o caso, porque era muito desgastante, mais que o Mensalão. O que aconteceu foi que o dinheiro das companhias de ônibus, arrecadados para o PT, não estava chegando integralmente a Celso Daniel. Quando ele descobriu isso, a situação dele ficou muito difícil. Só existe uma pessoa condenada nesse caso: eu. Vão surgir mais co-réus. Eu sou o único punido no caso Celso Daniel. Agentes da PF manipularam as fitas de Celso Daniel. O juiz do caso então, de polícia judiciária, o Dr. Porto, admitiu que as gravações começaram a ser feitas para apurar suposto tráfico de drogas, ele sabia que era para investigar o PT, mas ele não tinha competência territorial para isso. E outra: era crime político, portanto deveria ser apurado pela PF. Esse caso veio parar na minha mão. Eu mandei apreender essas fitas, que nem sei se eram originais, mas já tinham sido adulteradas. Se a PF do FHC queria prejudicar o PT, sob o Lula ela virou e passou a ser uma polícia do governo do PT. O juiz Porto admitiu que autorizou gravações que eram para drogas, mas, no fundo, eram políticas. Por que não constava do processo que ele era contra integrantes do PT? O Dr. Porto parecia estar conivente com essa mentira de que era caso de drogas. Destruí as primeiras fitas. Mas tudo ali era adulterado, veio adulterado, sempre envolvendo Gilberto Carvalho, ex-secretário particular de Lula. A PF fez um filtro nas fitas para tirar o que talvez fosse mais grave.
247 – E o que seria?
Rocha Mattos – Não sei.
* Por Claudio Julio Tognolli brasil247

Popularidade e postura de Dilma dificulta o sonho de Lula de voltar à Presidência.

A presidente Dilma Rousseff atingiu no fim do primeiro ano de seu  governo um índice de aprovação recorde, maior que o alcançado nesse  estágio por todos os presidentes que a antecederam desde a volta das  eleições, informa reportagem de Bernardo Mello Franco, publicada na Folha deste domingo.
Segundo pesquisa Datafolha, 59% dos brasileiros consideram sua gestão  ótima ou boa, enquanto 33% classificam a gestão como regular e 6% como  ruim ou péssima.
Ao completar um ano no Planalto, Fernando Collor tinha 23% de aprovação.
Itamar Franco contava 12%. Fernando Henrique Cardoso teve 41% no  primeiro mandato e 16% no segundo.
Lula alcançou 42% e 50%,  respectivamente.
O Datafolha ouviu 2.575 pessoas nos dias 18 e 19 de janeiro.
A margem de  erro do levantamento é de dois pontos percentuais, para mais ou para  menos.
(Da Folha online)

O PT ganha o primeiro round rumo à Prefeitura de São Paulo

Decisão do tucano José Serra de não se candidatar à Prefeitura de São Paulo e a aproximação do prefeito Gilberto Kassab com Lula abrem caminho para o candidato petista Fernando Haddad na corrida eleitoral.
Nos últimos dias, o xadrez po­lítico da cidade de São Paulo ganhou novos e importantes lances. Três movimentos deixaram claro que, a se confirmar esse cenário, o PSDB terá problemas para se manter no seu principal bunker, São Paulo. O primeiro movimento foi feito pela presidenta Dilma Rousseff ao anunciar a saída de Fernando Haddad do Ministério da Educação, liberando-o para dedicar-se em tempo integral à pré-campanha. Desconhecido do público em geral, Haddad coloca o bloco na rua num momento em que seus rivais democratas e tucanos ainda estão longe de definir seus nomes para a disputa – até agora só o PMDB, com o deputado federal Gabriel Chalita, e Celso Russomano, do PRB, lançaram-se para o embate.
A segunda mexida no cenário político paulistano foi a aproximação entre o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, e os petistas com as bênçãos do ex-presidente Lula. "Se o Lula disse que é bom, quem sou eu para contrariar", argumenta Senival Moura, vereador petista, um defensor entusiasta da aliança. Na contabilidade petista, embora a sigla faça oposição a Kassab na Câmara Municipal, sete dos seus 11 vereadores estariam dispostos a dar as mãos ao prefeito. O terceiro lance político foi a notícia de que o ex-governador José Serra decidiu não se candidatar à prefeitura, cargo que ocupou por dois anos (2005-2006) até abandoná-lo em troca da disputa eleitoral para governador, em 2006. Segundo um aliado de Serra, o tucano comparou uma eventual candidatura à sucessão paulistana a um "enterro". Se vencesse, receberia flores e não poderia sair do posto. Já, numa eventual derrota, seria "colocado em uma vala como indigente". A desistência de Serra, além de dificultar a vida do PSDB numa das principais cidadelas da oposição, produz outros dois efeitos políticos potencialmente desastrosos para os tucanos. Embola mais uma vez o meio-campo para a sucessão presidencial de 2014, já que Serra insistirá em ser candidato, a despeito de a maioria do partido já ter manifestado predileção pelo senador mineiro Aécio Neves, e coloca em xeque a capacidade de outro líder do PSDB, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, de fazer articulações. O maior desafio de Alckmin, agora, é achar um candidato competitivo para a disputa paulistana e, resolvida essa etapa, conseguir fortalecer esse palanque com a incorporação à chapa de legendas aliadas. Restaria a ele somente o PTB e o DEM. Trata-se, indiscutivelmente, de uma missão difícil.
*Alan Rodrigues - Colaborou Pedro Marcondes de Moura - ISTO´É - 21/01/2012

O brasileiro ignora, deliberadamente, a corrupção

Os dados da pesquisa Datafolha provam que o brasileiro é casca grossa contra a corrupção. Não deixa que a corrupção e a roubalheira mudem os seus conceitos. E que conceitos são esses? Bolsa família, comida no prato, carnê no bolso e carteirinha azul assinada, tudo garantido pela presidenta. O resto é o resto. Transporte e escola ruim é culpa do prefeito. Maca no corredor e assalto na esquina é culpa do governador. Roubalheira e corrupção é culpa dos políticos e, mais recentemente, dos juízes. Contra empresas que roubam, o brasileiro tem a livre concorrência, a troca de marca, de loja, de fornecedor. Contra políticos ele só tem um dia, a cada quatro anos. Contra os juízes ele não pode fazer nada. Que os bons políticos abram o olho. Para o povo, político denunciante é igual ao politico denunciado. O que explica a popularidade extraordinária de Dilma Rousseff, em meio a tantos bons motivos para ela estar em queda? Assim como o brasileiro criou uma casca grossa contra a corrupção, ele impede que esta mesma corrupção chegue até a presidenta, para que ela vire, assim como Lula, uma vítima e não a culpada. Esse teflon só não funciona com 6%. Apesar de sermos cada vez menos, ainda é alguma coisa, quando não existe oposição no Brasil que ofereça, com provas e não com trovas, um projeto melhor de pais para o brasileiro.
*Postado no Blog Coturno noturno

O assassinato de Celso Daniel

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Um episódio que não pode ser esquecido nem permanecer impune.

Presidente do Iêmen deixa o país para se tratar nos EUA

O presidente do Iêmen, Ali Abdullah Saleh, afirmou neste domingo que sairá do país para um tratamento médico nos Estados Unidos e voltará para continuar liderando seu partido, mas não deu indicação de quando deixará a conturbada Nação.
"Se Deus quiser, deixarei o país para um tratamento nos Estados Unidos e voltarei para Sanaa como líder do partido Congresso Geral do Povo", declarou à agência de notícias estatal Saba, em um encontro com membros do partido.
No fim do ano passado, Saleh, que concordou em renunciar sob um acordo feito por seus vizinhos, prometeu desempenhar um papel político quando deixar o poder, desta vez na oposição a um novo governo .
*Por Andrew Hammond-Reuters

O que é democracia

domingo, 22 de janeiro de 2012

Ahmadinejad planeja visitar o Brasil para reunir-se com Dilma

O presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, planeja visitar o Brasil neste ano e reunir-se pela primeira vez com o líder brasileira, Dilma Rousseff, anunciou nesta quinta-feira o embaixador iraniano, Mohsen Shaterzadeh.
    "Em um futuro próximo, vocês ouvirão falar e terão notícias da visita do presidente Ahmadinejad ao Brasil", declarou o embaixador à Agência Brasil, sem dar detalhes sobre a possível data.
    Shaterzadeh, que depois de três anos deixará a Embaixada do Irã no Brasil, indicou que será uma visita "exclusiva" ao Brasil, sem passar por outros países vizinhos.
    Na semana passada, o governante iraniano visitou Venezuela, Nicarágua, Equador e Cuba, mas "por problemas de agenda não pôde vir ao Brasil", ressaltou o embaixador, que destacou as relações dos dois países.
    "Observamos a política externa da presidente Dilma como uma continuidade da política de Lula, mas é natural que neste início de governo esteja olhando mais para dentro. Apesar disso, não acreditamos que haja mudanças na relação Brasil-Irã", comentou o diplomata.
    Shaterzadeh lembrou que em novembro de 2009 Ahmadinejad visitou o Brasil e seis meses depois Lula viajou a Teerã, em encontros que promoveram a assinatura de 28 acordos e reuniões de 115 delegações governamentais e privadas. (EFE)

Corruptos nos Estados Unidos

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Brancos e negros

Filho de portugueses, nasci em Moçambique onde morei até 1971. Na altura era uma colônia portuguesa, onde além dos cerca de dez milhões de negros e alguns milhares de indianos, chineses e mestiços, moravam cerca de 250.000 entre portugueses e descendentes. Com a independência, a instalação de um regime ditatorial e a guerra civil, tal como aconteceu aos portugueses de Angola também os de Moçambique tiveram que deixar a África.
Entretanto, milhares de africanos entre angolanos, cabo-verdianos, guinéus e outros mudaram-se para Portugal onde hoje constituem uma importante minoria. Residi cerca de 15 anos na Europa, em Portugal e na Itália, onde me cansei de ouvir e ler comentários em que os portugueses da Africa eram apontados como "colonialistas", "exploradores dos negros", etc. Já no Brasil nos manuais escolares a questão da escravatura vem apresentada como uma barbárie cometida pelos brancos a dano dos negros.
Ora, nestes dias muito se tem falado da imigração em massa de haitianos, na sua totalidade negros, para o Brasil. Considerando o "histórico" de exploração a que os negros foram submetidos na Africa e no Brasil, por que razão eles não escolhem um país africano para viver? Por que não vão para o Senegal que lhes ofereceu asilo? E os afrodescendentes brasileiros por que não se interessam por trabalhar e viver na Africa como fazem os italo-brasileiros que há muitos anos fazem fila nos consulados italianos para se mudar para a Europa?
A razão é simples. Com exceção da Africa do Sul, onde há uma minoria branca digna do nome (10% da população) que mesmo excluída do poder "toca" a economia daquele país, nenhum outro país africano negro oferece condições mínimas decentes de vida. Está na hora pois de rever toda essa literatura esquerdizante que aponta o branco como eterno vilão e o negro como eterna vítima explorada. Ainda que involuntariamente, ao longo dos últimos cinco séculos, as duas etnias têm se complementado: o branco com seu espírito empreendedor e conhecimento técnico, o negro com o auxílio do trabalho braçal, igualmente necessário ao desenvolvimento de um país. Uma complementaridade que não existe, por exemplo, entre africanos e asiáticos.
*Ricardo Martins Soares, no Estadão/forum_dos_leitores

Vada a bordo, cazzo!

O acidente com o navio transatlântico Costa Concordia no Mar Tirreno possui grandes similaridades com a situação do Brasil. À primeira vista, parece estranho ler isso. Entretanto, permitam-me algumas linhas explicativas para elucidar a questão.
Como todos já devem saber, a luxuosa embarcação Costa Concordia chocou-se de lado contra um rochedo perto da ilha de Giglio, o que provocou o rasgo de cerca de setenta metros no casco do navio. Pouco mais de uma dezena de pessoas morreu, e cerca de 20 ainda estão desaparecidas. Considerando que havia aproximadamente 4.200 pessoas na embarcação, qualquer pessoa diria que o acidente não foi tão ruim assim, que poderia ter sido muito pior. A questão é que não deveria ter ocorrido acidente algum se a rota do navio não tivesse sido desviada.
O comandante do transatlântico, Francesco Schettino, decidiu mandar às favas a rota original da embarcação para poder “homenagear” – e a prática parece ser tão comum que há inclusive um termo técnico, “inchino”, utilizado pela marinha italiana – um comandante aposentado, Mario Palombo, e o chefe dos garçons. O gesto de gentileza acabou se transformando em uma grande cagada que, conforme já havia previsto o profeta moderno Murphy, geraria consequências castatróficas: o navio atingiu um rochedo, teve o casco rasgado, estancou e começou a adernar.
Diante da confusão – e, conforme relatos, Schettino não estava na cabine de comando da embarcação no momento do acidente –, qual foi a primeira providência tomada pelo comandante? Salvar o próprio rabo. Sem pestanejar, encarnou o próprio Leão da Montanha e, fazendo uma “saída estratégica pela direita”, meteu-se no primeiro bote salva-vidas que encontrou. Tudo isso seria cômico se não fosse trágico – ainda que, no fundo, não deixe de ser ridículo.
O que isso tudo tem a ver com nós, rebentos da Terra Brasilis? Muita coisa.
É evidente para muitos de nós que nossa rota está fora dos eixos há décadas. Há algo de errado. A paisagem que vemos não é a que deveríamos ver. Estamos navegando por mares revoltos, em meio a vagas atrozes e solavancos terríveis, e os comandantes da embarcação querem fazer-nos crer que tudo não passa de delírio, que não há perigo. E, mesmo aqueles de nós que sabem que não devíamos estar nessa rota – aliás, especialmente esses –, ao invés de fazer algo ativamente contra isso, limitam-se ao seu papel de passageiros e, impassíveis, assistem a tudo de camarote.
Esses são a grande maioria de nossos ditos liberais e conservadores. O máximo que alcançam é uma masturbação egocêntrica coletiva, um circle jerk intelectualóide bizarro, como se o fato de enxergarem que a rota está errada fosse, em si mesmo, meritório, e como se nada além disso fosse necessário. Não alertam os outros passageiros. Não se amotinam legitimamente contra o comando espúrio da embarcação e o forçam a voltar o navio à rota original. Ficam congratulando-se mutuamente ad nauseam por terem grande visão, mas não denunciam de maneira contundente e firme o perpétuo inchino prestado a cadáveres políticos insepultos.
Quando nos chocarmos contra o rochedo da realidade, a água começar a invadir o navio e tudo virar caos, já terá sido tarde. E então, tanta pompa e circunstância transformar-se-á em desespero e auto-preservação, e, como Schettino, pularão para o primeiro bote salva-vidas para ficarem a salvo. Vangloriando-se em suspiros graves, “eu disse que isso acontecer!”, “eu já sabia!”, verão o barco e os outros passageiros sendo devorados pelas águas inclementes. É preciso que, como Gregorio Di Falco, capitão da Guarda Costeira italiana, digamos a esses Schettinos à brasileira, em alto e bom som:
VADA A BORDO, CAZZO!
*Por Juventude Conservadora da UnB