sábado, 2 de abril de 2011

A liberdade de expressão no Brasil está virando um direito exclusivo da aristocracia de esquerda.

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Já que o segredo de aborrecer é dizer tudo, então vamos lá.  No Brasil, desde que se seja “um deles”, qualquer coisa pode ser dita. Como quem faz o barulho são os movimentos militantes e como os ditos-cujos pertencem todos ao “Partido”, mesmo as maiores bobagens — algumas francamente preconceituosas — passam por iluminações.  Assistam a este vídeo do Apedeuta.
Vocês imaginam o que teria acontecido a um adversário do PT se tivesse dito algo parecido?  Como as palavras foram ditas por Lula, então se entende que ele apenas está afirmando a importância que exerce a comida no embelezamento do povo.
Vivemos uma forma muito particular do “politicamente correto”. Não é que certas coisas não podem ser ditas de jeito nenhum! Por aqui, só certas pessoas teriam pedigree democrático para dizê-las. A liberdade de expressão está se transformando num direito exclusivo da aristocracia de esquerda. Por isso ninguém vai importunar Lula, Matilde Ribeiro ou Luíza Barrios.
*Texto por Reinaldo Azevedo

Máfia da fé age em Porto Velho

Funcionários de uma grande rede de lojas de Porto Velho são obrigados pelos patrões a pagar dízimo para uma igreja evangélica. Segundo denúncia feita a O Estadão, mensalmente, cada empregado tem 10% do salário repassado aos cofres da tal igreja. A contriuição é regra fundamental para que o funcionário se mantenha no emprego.
Um candidato funcionário do grupo, que diz ter sido dispensado ainda na entrevista para emprego por não ser evangélico, relata que por ter um bom currículo foi convocado para passar por um processo de seleção em uma loja de eletrodomésticos. Durante a entrevista com o empregador, segundo ele, a primeira pergunta foi sobre sua religião. Ao dizer que era católico, foi eliminado de imediato. O empregador ainda fez questão de dizer que a empresa contrata, apenas evangélicos.
O candidato diz que esta não é a primeira vez que passa por tal situação. Em outras lojas já foi preterido por causa da religião e por isso resolveu denunciar. "Nos últimos meses a eliminação e as perguntas sobre religiosidade se tornaram frequentes. Na minha opinião os evangélicos estão tomando conta do comércio e discriminam outras denominações", reforça.
*Fonte: Estadão do Norte

Bolsonaro: "Tenho imunidade para falar".

Capitão do Exército, o deputado não reconhece a legitimidade da discussão sobre direitos dos homossexuais
ÉPOCA – Como vê a criação da Frente Parlamentar pela Cidadania GLBT? Jair Bolsonaro – O primeiro passo para desgraçar um país é mexer na célula da família. Eles vão atacar agora o ensino fundamental, com o “kit gay”, que estimula o “homossexualismo” e a promiscuidade. Tem muito mais violência no país contra o professor do que contra homossexuais. Quando eles falam em agressões, é em horário avançado, quando as pessoas que têm vergonha na cara estão dormindo. A regra deles é a porrada e querem acusar nós, os normais, os héteros.
ÉPOCA – O senhor não teme estimular a violência com essa retórica?
Bolsonaro – Negativo. Só quero que a opção sexual se revele na intimidade do quarto, não obrigar um padre a casar um gay. O bigodudo vai dar um beijo na boca do careca, na frente dos convidados, e isso é legal?
ÉPOCA – Como vai ser o diálogo com o deputado Jean Wyllys?
Bolsonaro – Vou ter atrito com ele no campo das ideias e dos projetos, que vamos fazer de tudo para enterrar nas comissões. Se depender de mim, e de muitos outros, não vai para a frente. Em nome da família e dos bons costumes. Eles vão querer o quê? Vamos colocar um espanador na orelha? Vão vender os serviços de “homossexualismo” deles, é isso?
ÉPOCA – Se a homofobia virar crime, o senhor vai parar de criticar os gays?
Bolsonaro – Tenho imunidade para falar. Não vou medir palavras. Eu defendo a pena de morte, que é mais grave que criticar homossexual. O pessoal me chama de retrógrado, dinossauro, mas a verdade é que o Brasil está piorando desde o fim do regime militar.
*Publicado na Revista Época, desta semana, já nas bancas.

PF encontra elo do mensalão com campanha de Lula


A reprodução acima é o pedaço de um documento que pousou sobre a mesa do procurador-geral da República Roberto Gurgel. Tem 332 páginas. Redigiu-as a Polícia Federal, por ordem do ministro Joaquim Barbosa, do STF. O conteúdo vem à luz nas páginas da revista Época.
Antes de prosseguir, abra-se um parêntese. Recorde-se uma passagem de novembro de 2010. Ao sair de um café da manhã no Palácio da Alvorada, José Dirceu disse que, fora da Presidência, Lula se dedicaria a desmontar “a farsa do mensalão”.
Livre da azáfama presidencial há três meses, Lula ainda não se animou a levar aos refletores argumentos capazes de desconstituir o escândalo que sacudiu seu primeiro reinado. O novo relatório da PF talvez o faça rever os planos. Fecha parênteses.
Relator do processo do mensalão, Joaquim Barbosa recorreu à PF para elucidar dúvidas remanescentes do caso. Encomendou três respostas:
1) O mensalão foi financiado com dinheiro público?
2) Houve mais beneficiários do valerioduto?
3) Qual era o limite da influência de Marcos Valério no governo petista?
O texto da PF, que será remetido por Gurgel ao Supremo, responde positivamente às duas primeiras indagações de Joaquim. Quanto à terceira interrogação, atesta que o poderio de Valério no primeiro mandato de Lula não encontrava limites.
Desde 2005, ano em que o escândalo virou manchete numa entrevista de Roberto Jefferson à repórter Renata Lo Prete, o ex-provedor das arcas clandestinas do petismo mudou o visual. Valério forrou a calva com um esboço de implante capilar. No relatório da PF, porém, conserva a mesma imagem de vilão.
Além de corroborar a existência daquilo que Lula e Dirceu chamam de “farsa”, o trabalho ratifica a origem pública das verbas que compraram a lealdade de políticos do condomínio governista e traz os nomes de novos beneficiários. Entre eles Freud Godoy, amigo e ex-segurança de Lula.
Detectou-se a emissão de um cheque da R$ 98,5 mil da SMP&B, agência publicitária da qual Valério era sócio, em favor de Freud Godoy. Coisa de 21 de janeiro de 2003. Inquirido pela PF, o beneficiário disse que o dinheiro pagou serviços de segurança que prestara à campanha Lula-2002 (veja abaixo).
Desde o depoimento em que Duda Mendonça, ex-marqueteiro de Lula, admitiu à CPI do Senado ter recebido valerianas no exterior, é a primeira vez que se estabelece um elo indubitável entre as verbas sujas do mensalão e as arcas eleitorais de Lula.
No pedaço em que esquadrinha a origem dos recursos que untaram o escândalo, a PF anota em seu relatório que houve duas fontes. Uma “fonte primária”, com origem no Estado. Outra “fonte secundária”, que previa o ressarcimento de Valério por meio de contratos de lobby com empresários interessados em obter favores do governo.
O grosso das verbas do mensalão, diz a PF proveio do setor público. As empresas de Valério receberam do governo Lula cerca de R$ 350 milhões. Desse total, R$ 68 milhões foram providos pelo fundo Visanet. Dinheiro liberado pelo Banco do Brasil. Veio daí, repisa a PF, a maior parte do dinheiro que financiou o esquema (confira no texto abaixo).
No capítulo dedicado às “fontes secundárias” do mensalão, a PF dedicou-se a explicar a presença do banqueiro Daniel Dantas na encrenca. Um pedido expresso de Joaquim Barbosa. No alvorecer do primeiro reinado de Lula, Dantas travava uma renhida disputa societária. Pegava em lanças para manter o poder de gestão na telefônica Brasil Telecom.
Precisava do apoio dos fundos de pensão de estatais. Em depoimento à PF, Daniel Dantas disse ter sido convocado para um encontro com José 'É Tudo Uma Farsa' Dirceu, então chefão da Casa Civil de Lula. Segundo o banqueiro do Opportunity, a reunião ocorreu em 4 de maio de 2003, no Planalto.
Nessa conversa, sempre de acordo com o relato de Dantas à PF, Dirceu acenou com a hipótese de conciliação. Chegou mesmo a incumbir o então presidente do BB, Cássio Casseb, de manter entendimentos com o interlocutor.
Decorridos 11 dias da reunião com Dirceu, um sócio de Dantas, Carlos Rodemburg, encontrou-se com a dupla Valério-Delúbio Soares, no hotel Blue Tree. Deu-se na suíte em que estava hospedado o tesoureiro do PT. Inquirido, Rodemburg contou à PF que Delúbio lhe disse estar às voltas com um “déficit” de US$ 50 milhões. Pediu dinheiro.
Ficou subentendido que, se Daniel Dantas abrisse os bolsos, asseguraria o apoio do governo na pendenga societária que arrostava. Dantas disse à PF que se recusou a pagar. Porém, dois anos depois, informa o relatório, a Brasil Telecom, ainda subordinada a Dantas, firmou um par de contratos com a SMP&B e a DNA, agências de Valério. No toral, R$ 50 milhões.
Sobrevieram a entrevista de Jefferson e o escândalo. Valério havia recebido, então, apenas R$ 3,6 milhões relativos aos contratos que celebrara com Dantas. Ficou nisso. Em seu relatório, a PF não deixa dúvidas quanto à natureza dos acertos. Era “fachada” para a “distribuição de recursos" (confira abaixo).

No rol de novos personagens citados no documento da PF, foram à lista de beneficiários do mensalão mais sete deputados federais, dois ex-senadores e um ex-ministro. Desceram à relação também, agora de forma esmiuçada, Fernando Pimentel, amigo de Dilma Rousseff e atual ministro do Desenvolvimento; e Romero Jucá, líder de todos os governos no Senado.
A Pimentel atribui-se o recebimento de R$ 247 mil. Coisa de 12 de agosto de 2004, época em que o agora ministro disputava a prefeitura de Belo Horizonte. O cheque foi às mãos de Rodirgo Barroso, que assessorava Pimentel na campanha. Inquirido, recusou-se a dar explicações. A PF anota que há fortes indícios de que as arcas eleitorais de Pimentel foram irrigadas pelo valerioduto. Procurado, o ministro disse que não se pronunciaria sem conhecer o relatório.
Quanto a Jucá, a PF diz que ele recebeu, em 2003, R$ 650 mil em verbas provenientes do fundo Visanet.
O dinheiro foi repassado à empresa Alfândega Participações. Pertence a Álvaro Jucá, irmão do senador. Interrogado, ele disse que a verba era remuneração por ações culturais. Algo que, segundo a PF, não conseguiu comprovar. Procurado, Jucá preferiu guardar silêncio.
O repórter recomenda vivavemente a leitura da notícia veiculada por Época, cujo link foi acomodado lá no alto e é repetido aqui. A revista dá outros nomes. Menciona negócios firmados por Valério sob FHC e, em Minas, sob Aécio Neves. Até a empresa de um ex-genro do senador Marco Maciel (DEM-PE) manteve, segundo a polícia, relações financeiras com Valério.
Os novos elementos oferecidos pelo relatório conspiram contra a lorota da “farsa” que Lula desmontaria. Vai contra a previsão de Delúbio de que tudo terminaria em "piada de salão". Resta saber o uso que o STF fará do material.
*Publicado na Revista Época, desta semana

Porque hoje é Sábado, uma bela mulher

A bela cantora Maitê Perroni

Se a atitude de Bolsonaro foi homofóbica a de Lula e Marta também...

Não é novidade para ninguém que o cinismo é marca indelével da classe política brasileira, porém alguns petralhas estão extrapolado no nível de cafajestada, ao tentar tirar proveito eleitoreiro do infeliz episódio em que o deputado Jair Bolsonaro (PP/RJ), respondendo uma pergunta de Preta Gil, sobre a possibilidade de seu filho ter um relacionamento gay, afirmou que não discutiria promiscuidade com a cantora. Ávidos em "fazer média" com as ditas minorias, alguns manjadíssimos petralhas resolveram posar de defensores dos negros e dos gays, e caíram de pau sobre deputado carioca, inclusive levantando a possibilidade de que fazer com que ele perca o mandato, por falta de decoro. Estranhamente, estes mesmo petralhas que hoje se arvoram de defensores dos gays, e acusam o deputado Bolsonaro de racismo e homofobia, não foram tão diligentes na representação do papel de "paladinos da causa" quando, em tempos passados, o ex-presidente Lula disse, no ano 2000, em episódio gravado pela TV, que o município de Pelotas-RS, era um "pólo exportador de veados", ou mesmo quando a hoje senadora Marta Suplicy, então em disputa eleitoral pela Prefeitura de São Paulo, em 2008, insinuou que o seu adversário, Gilberto Kassab, era gay, sob o ridículo argumento de que ele, apesar da idade avançada (?), continuava solteiro e sem filhos. Nestas duas ocasiões, os mesmos petistas que hoje estão transbordando de indignação, usaram aquela cínica estratégia lulista de fingir que não sabiam de nada, e partiram, na maior cara de pau, para o "esquema de abafa". Dá para acreditar nessa caterva?

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Bolsonaro e Lula. Tudo a ver?


O deputado Jair Bolsonaro está sendo acusado de preconceito e racismo. Todos sabem que o deputado é um grosseiro e se perde fácil nos debates das questões de homofobia.
Mas os petralhas e a imprensa alugada tenta crucificá-lo.
Mas estes mesmos peralhas ( políticos,artistas,jornalistas e blogueiros)  não crucificaram Luiz Inácio  quando ele camou a população masculina gaucha, de Pelotas, de Viado.
Esta sim, foi uma das maiores demonstrações de preconceito e homofobia.
Nenhum peista levantou a voz para denunciar. Nenhum artista. Nenhum jornalista.
Todos que, agora, levantam a hipótese de punir ou cassar Bolsonaro, mesmo sabendo que a prova que dispõe é uma montagem grosseira e adredemente preparada para pegar o incauto deputado, vestem do manto da hipocrisia para fazê-lo.
Mas neste Brasil dos hipócritas, uma cidade inteira ser chamada de homossexual pode, o que não pode é um opositor ter posição definida sobre esse assunto sem ser chamado de preconceituoso ou homofóbico.
Então, a gentalha hipócrita irá dizer que o Deputado Bolsonaro demonstrou homofobia e o ex-presidente falastrão, semi-analfabeto e bêbado, apenas brincou.
Está óbvio que o ex-presidente teve um comportamento homofóbico, com provas irrefutáveis. Já Bolsonaro caiu numa armadilha com provas frágeis e e adredemente forjadas.
Pura hipocrisia!

O Bolsonaro massacrado esconde uma violência de estado

O deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) fez mais declarações polêmicas nesta quinta-feira. Em entrevista à rádio Estadão-ESPN, Bolsonaro afirmou que não admite “apologia ao homossexualismo”, ao criticar o que ele chama de “kit gay” - vídeos anti-homofobia que o Ministério da Educação estuda distribuir às escolas. Para o deputado, a “briga” entre ele e a comunidade gay não tem nenhuma relação com homofobia. “Atenção pais: os seus filhos vão receber um kit que diz que é pra combater a homofobia, mas que, na verdade, estimula o homossexualismo. Para mim, isso é grave. Eu não admito você fazer apologia ao homossexualismo, idolatrar o homossexual”, disse Bolsonaro.
Na entrevista, Bolsonaro fala ainda sobre um suposto aumento do número de gays atualmente. Para ele, há mais gays hoje por conta de “consumo de drogas, promiscuidade, o meio em que ele [o jovem] acaba vivendo, achando que tudo democrático é bacana, tudo é culpa da ditadura”.
O deputado aproveitou o espaço também para “saudar” os militares pelo 31 de março, data do golpe militar de 1964. (Folha online )
COMENTÁRIO: Ao botar em primeiro plano seu achismo, seus chutes, sua retórica desmesurada, acaba comprometendo o lado sensato do seu combate, que existe, sim: o material preparado pelo Ministério da Educação é inaceitável sob qualquer critério que se queira (ver abaixo). A escola pode e deve debater, já deixei claro, preconceito e intolerância, mas NÃO PRECISA E NÃO DEVE FAZÊ-LO NUMA LINGUAGEM MILITANTE.
Não precisam porque é necessário que os alunos entendam conceitualmente uma questão. E não devem porque exorbitam de sua função e seqüestram uma prerrogativa que é da família. Escola pública é “estado”, e “estado” não deve ter lado em questões que digam respeito à moral privada. Só os estados fascistas entram nessa.
Bolsonaro deve ser combatido na sua ignorância. Mas nenhum estado foi autoritário o bastante até hoje a ponto de proibir que alguém seja ignorante, entenderam?
O Bolsonaro massacrado esconde uma violência de estado. O MEC está tentando assumir o lugar que cabe às famílias, o que é próprio das ditaduras, não das democracias. ( Extraído do texto de Reinaldo Azevedo )

quinta-feira, 31 de março de 2011

Um negro pode ser processado por racismo contra negros?

O Deputado, palhaço, cantor e compositor Tiririca, seria racista?
Leitores pedem que eu comente uma decisão da Justiça que condenou a gravadora Sony por racismo. Leiam o que informa Folha. Volto em seguida:
A 16ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio manteve nesta terça-feira (29) decisão que condena a gravadora Sony Music por causa da música “Veja os cabelos dela”, composta pelo agora deputado Tiririca (PR-SP). A decisão confirma sentença de 2004 que estipulava indenização de R$ 300 mil. A Câmara também determinou ontem a correção monetária retroativa desde 1997, quando o processo foi ajuizado.
A indenização, que deve ser destinada ao Fundo de Defesa de Direitos Difusos, foi calculada a partir lucros obtidos com as vendas do disco na época. A ação foi movida pelas ONGs Centro de Articulação das Populações Marginalizadas, Instituto das Pesquisas das Culturas Negras, Grupo de União e Consciência Negra e Instituto Palmares.
Segundos as entidades, a música gravada por Tiririca é racista.
“Essa nega fede, fede de lascar/ Bicha fedorenta, fede mais que gambá”, diz um dos trechos da canção.
“Embora a expressão ‘nega’ possa realmente ser utilizada popularmente dentro de um contexto afetivo, sem qualquer conotação racial, no presente texto, a combinação de tal expressão com a alusão a cabelos característicos da raça negra, que são pejorativamente comparados a ‘bombril de ariar (sic) panela’, seguidos de referências ao ‘fedor da nega’, comparado a um gambá, caracteriza a ofensa indiscriminada às mulheres da etnia negra”, afirma o desembargador Mario Robert Mannheimer, relator do caso, na decisão de 2004.
A gravadora diz que vai recorrer da decisão e lembra que já depositou parte do dinheiro em juízo. Tiririca não tem mais contrato com a Sony Music. O deputado não foi colocado pelas entidades como parte do processo. Lançado em 1996, o disco de Tiririca vendeu cerca de 250 mil cópias antes de ter 80 mil unidades recolhidas.
Voltei
Procurei esta obra-prima (ironia!!!) na Internet. As fontes todas dizem que a “música” é do próprio Tirica. Aliás, a letra começa assim:
“Alô gente, aqui quem fala é Tiririca/
Eu também estou na onda do axé music
Quero vê os meus colegas tudo dançando”
Parece ser ele mesmo o autor. Além das delicadezas que o texto informa, mais adiante, este mestre da poesia (mais uma ironia) afirma:
“Eu já mandei, ela se lavar
Mas ela teimô, e não quis me escutar”
Parece que ela fede “mais que gambá” por não tomar banho, não por ser negra. Mas isso é lá com os advogados da Sony.
O que chamou particularmente a minha atenção no caso acima foi outra coisa: as entidades processaram a gravadora, mas não o Tiririca.
Por quê?
O agora deputado é mestiço, mas é o que as entidades militantes chamam de “negro”.
Vejam, então, que coisa curiosa: um negro pode ser processado por racismo contra negros ou não?
É claro que isso enfraqueceria a ação. Mas continuemos a pensar: se um negro não pode ser processado por racismo contra negros, não se estaria facultando a esse negro o direito de dizer alguma coisa que ao branco estaria interditado?
Um crime é um crime só a depender de quem comete a ação considerada criminosa?
*Texto por Reinaldo Azevedo

Excrescências políticas

Entre as excrescências que certos políticos pretendem enxertar na Constituição e, sobretudo, estabelecer a chamada "reforma política" está o voto em lista.
Vejamos o que diz o jornalista Reinaldo Azevedo, em seu site:
O caso mais evidente é o chamado “voto em lista”. Vejam que coisa formidável! Esses caras se dizem “movimento social”. Logo, haveríamos de supor que mobilizam a massa, que estão presentes pra valer no dia a dia da sociedade.
Uma ova! A maioria fala em nome dos militantes da causa apenas. É evidente que a esmagadora maioria da população não tem a mais remota noção do que seja “voto em lista”.
Se a proposta for aprovada, a brasileirada terá cassado o seu direito de escolher seus deputados antes que dê uma piscadela.
E o que querem os petistas? Justamente o voto em lista, defendido com ardor pelo Apedeuta e aprovada ontem pelos representantes do PT na comissão do Senado que elabora propostas para a reforma política. Os tucanos se abstiveram e vão apresentar proposta alternativa com o voto distrital misto. É ruim também, mas menos deletério. Para dar um verniz mais “democrático” à tese, os ditos movimentos sociais reivindicam que a lista alterne homens e mulheres, mas se levando em conta também as questões de gênero, raça etc e tal.
Digam-me cá: os líderes dos movimentos negros, se realmente representativos, não teriam como ser eleitos por sua base, o mesmo valendo para os movimentos gays, das mulheres e outros tantos?
Se falam, de fato, em nome de um grupo representativo, por que precisam de uma medida quase cartorial para se eleger?
Será que essa gente não conta e que estou perdendo tempo? Vejo ali entre os promotores do tal site a Abong, a associação das ONGs. Boa parte das entidades, hoje em dia, é financiada por dinheiro público. Outros tantos movimentos acabam recebendo capilé estatal. São franjas do “Partido do Poder” atuando, entendo, em favor de uma tese que frauda a democracia.
Sim, leitores! No fim das contas, a única coisa que interessa para a turma é o “voto em lista”; a única coisa que interessa aos “movimentos” é criar um sistema eleitoral em que seus “representantes” possam passar por representantes do povo também, mesmo que este não saiba disso — mais ou menos como o Congresso da… China!

A última de português

Da leitora Ana Santos no site do lisboeta Correio da Manhã, sobre Lula:
“...não só acolhemos criminosos e prostitutas vindos do Brasil, como ainda oferecemos títulos de doutor a estrangeiros.”
Foi o mais lido. (Coluna CH)

Ministro das Relações Exteriores de Kadafi abandona posto

Depois de desembarcar ontem em Londres vindo da Tunísia, o ministro das Relações Exteriores do regime de Muamar Kadafi, Moussa Koussa, decidiu abandonar seu posto. A informação foi confirmada pela diplomacia britânica.
Segundo a chancelaria britânica, Koussa anunciou que estava desertando ao chegar em um aeroporto na periferia de Londres e estaria "em discussões" com Londres. "Nós encorajamos aqueles que estão em volta de Kadafi a abandoná-lo e abraçar um futuro melhor para a Líbia", completava a nota.
A Líbia negou que o ministro tenha desertado. Em comunicado, o regime disse que ele está "em missão diplomática". Segundo a TV Al-Jazira, Koussa estaria acompanhado de outros funcionários do governo que também teriam desertado.
Ex-chefe da agência de espionagem de Kadafi, Koussa ganhou o apelido de "enviado da morte" por seu envolvimento no assassinato de dissidentes líbios exilados na Europa.
Educado nos EUA, ele foi o principal protagonista da reaproximação entre a Líbia e o Ocidente após o 11 de Setembro. Koussa supervisionou tanto o desmantelamento do programa de armas proibidas de Kadafi quanto a entrega ao Ocidente dos responsáveis pelo atentado de Lockerbie, em 1988 - as duas condições para tirar o regime de Trípoli do ostracismo, em 2003. O chanceler havia sido o único integrante do alto escalão do governo líbio que não foi nominalmente citado no texto da resolução aprovada pelo Conselho de Segurança da ONU, em fevereiro.Ainda não está claro se a aparente omissão tem relação com sua fuga para a Grã-Bretanha. Foi Koussa quem anunciou que a Líbia acataria a resolução da ONU impondo um cessar-fogo, adotada no dia 17. Mas o governo Kadafi não cumpriu sua promessa. / AP

Os operadores não conseguem controlar vazamento na usina de Fukushima Daiichi

A Alemanha ofereceu enviar ao Japão robôs comandados por controle remoto para limpar e consertar os reatores danificados da usina nuclear de Fukushima, que está vazando radiação após ter sido atingida por um terremoto e tsunami.
A chanceler (primeira-ministra) alemã, Angela Merkel, ofereceu ao premiê japonês, Naoto Kan, "equipamento especial controlado por rádio da Alemanha que pode ser usado para limpar e reparar os reatores", disse o porta-voz dela, Steffen Seibert, em comunicado.
O Japão estava considerando a oferta, de acordo com a nota divulgada nesta quarta-feira.
Os operadores da usina de Fukushima Daiichi não estão conseguindo controlar o complexo nuclear, 240 quilômetros ao norte de Tóquio, que continua a sofrer vazamento de radiação. Os riscos à saúde são crescentes devido à presença de elementos radioativos do lado de fora da usina.
O trabalho para reiniciar os sistemas de resfriamento, que são fundamentais para controlar o reator e impedir uma catástrofe ainda maior, é realizado sob condições extremamente perigosas e pode levar meses.
Os Estados Unidos vão enviar alguns robôs que detectam radiação para ajudar o Japão.
*Reportagem de Brian Rohan-Reuters

Preta Gil ameaça Bolsonaro

Preta Gil em foto extraida do : http://clippop.blogspot.com/
Uma resposta equivocada do deputado Jair Bolsonaro, deverá lhe valer um processo por parte da cantora Preta Gil, filha do cantor e compositor Gilberto Gil.
A pergunta, no programa CQC, foi como o deputado reagiria se seu filho namorasse uma negra.
A pergunta não fora bem entendida pelo deputado que diz ter entendido haver sido indagado "como reagiria se seu filho namorasse um gay". A resposta foi bem ao jeito radical de Bolsonaro:
“Preta, não vou discutir promiscuidade com quer que seja. Eu não corro esse risco, e meus filhos foram muito bem-educados e não viveram em um ambiente como, lamentavelmente, é o teu”.
A resposta, amplamente divulgada e criticada pela "imprensa isenta-esquerdista" e demais blogs de adeptos e simpatizantes, qualquer pessoa alfabetizada sabe que não se encaixa na pergunta.
Fica evidente que o deputado incauto se confundiu realmente.
Gilberto Gil, pai de Preta Gil, em foto antiga na internet.
Mas Preta Gil disse que “Não farei (processarei) somente por mim e pela minha familia que foi ofendida e caluniada por ele mas também por todos os Negros e Gays desse País”.
É, a Preta pode processar o deputado,sim.
Mas o óbvio é que ele confundiu-se na pergunta e daí a resposta fora de propósito.
Mas ninguém se preocupou em analisar o acontecimento sob este prisma.
Diversos artistas já se "manifestaram". Aliás, se isso fosse dito por um político de esquerda a manifestação seria outra e com objetivo de minimizar ou negar a "intenção de ofender".
Mas o boiolismo e  o esquerdismo está na moda.
Dizem que até já esteve...

Para refletir

"É um escândalo que obras tão importantes para o país tenham condições de trabalho como as desses acampamentos. Só poderia partir de um governo que desrespeita completamente todos os direitos, com a complacência e a omissão das centrais sindicais brasileiras, todas elas mais preocupadas em apoiar governo do que em defender trabalhadores."

Roberto Freire

quarta-feira, 30 de março de 2011

Até tu, ó Sócrates?

Por Tânia Monteiro, Agência Estado:
O primeiro-ministro demissionário de Portugal, José Sócrates, saiu irritado da Universidade de Coimbra, onde acompanhou a homenagem ao ex-presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva, com as perguntas sobre o possível socorro financeiro do Brasil a Portugal. "Isso não é questão de ajudar ou não. Temos que manter uma boa relação", afirmou José Sócrates. "Não bastassem os (jornalistas) portugueses, agora os brasileiros também?", questionou Sócrates, referindo-se à insistência da imprensa sobre a questão. Sócrates saiu vaiado da Universidade e a polícia portuguesa foi bastante truculenta com os jornalistas e as pessoas que estavam no local. Dilma Com mais de uma hora e meia de atraso do horário previsto, a presidente Dilma Rousseff deixou a Universidade de Coimbra, onde assistiu à premiação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que recebeu o título de doutor honoris causa. O governo português colocou à disposição da presidente um avião para que ela pudesse sair de Coimbra direto para Lisboa, economizando pelo menos uma hora e meia de percurso para embarcar de volta a Brasília e acompanhar o velório do ex-vice-presidente José Alencar. Lula também embarcou no avião cedido pelo governo português até Coimbra.

Ainda sobre Jose Alencar...

Perguntam-me se não considero estar havendo uma superestimação da figura de José Alencar. Bem, é o corriqueiro na morte. De todo modo, respondo: o empresário é digno de todos os méritos. Estamos, sem dúvida, diante de uma história rara de sucesso. O indivíduo que lutou contra a doença com a determinação e a coragem a que já aludi aqui , também merece todos os aplausos. Já quanto ao político, a resposta é “sim”. Parte dessa exaltação excessiva tem a ver com o lulo-petismo. Sim, ele foi figura-chave para mostrar ao eleitor um PT mais amansado. Lula teria vencido com ele ou sem ele. Com ele, a turbulência na reta final de 2002, embora grande, foi menor. O grande empresário ajudava a diluir a imagem do partido que se dizia socialista até havia pouco.
No governo, no entanto, sua atuação foi discretíssima a não ser por um particular: as freqüentes críticas aos juros altos. Mas não exerceu o papel que alguns esperavam porque o PT não deixou. Nunca foi um interlocutor de Lula junto ao empresariado ou aos tais mercados. Ao contrário até: seus dissabores com a política monetária até o afastavam de alguns setores. No primeiro mandato, o enviado especial de Lula à Dona Zelite foi Palocci — até a sua queda ao menos. Depois, foi Henrique Meirelles, justamente um dos alvos do vice. Vale dizer: o político Alencar não teve influência nenhuma no governo Lula.
* Texto por Reinaldo Azevedo
COMENTO: Bem sabemos que Jose Alencar foi um empresário de sucesso. Como político foi apenas mais um no cenário nacional. Apenas um senador. Entrou na história como vice de Lula, e só. Como homem deixou-se diminuir quando afirmou que não reconheceria uma filha, que teve na juventude, em razão de ter sido concebida na relação com uma mulher que ele reputara como prostituta.

Os babacas chiam, Bolsonaro aproveita.

Todos estão adorando o espetáculo: tanto Bolsonaro quanto os que o satanizam! A única vítima, por enquanto, é o bom senso!
Conforme o previsto, o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) virou a estrela do dia. E ele, como de hábito, não se faz de rogado. Mesmo no velório do ex-vice-presidente José Alencar, disparou para todo lado. Vejam o que informa o Estadão Online. Volto em seguida:
No dia seguinte a um grupo de deputados iniciar um movimento pedindo sua punição, Jair Bolsonaro (PP-RJ) voltou a fazer declarações polêmicas ao chegar para o velório do ex-vice-presidente José Alencar no Palácio do Planalto. Desta vez o alvo foi o preferido do parlamentar, o movimento gay. “Estou me lixando para o movimento gay. O que eles têm para oferecer? Casamento gay? Adoção de filho por gay? Nada disso acrescenta nada”, disse Bolsonaro.
Na tarde desta quarta-feira, 30, a OAB-RJ protocolou representação na Câmara por quebra de decoro parlamentar contra o deputado, por considerar as declarações de teor homofóbico e racista. No texto, o presidente Wadih Damous solicita a apuração do episódio e a aplicação de sanções cabíveis, que podem levar à cassação de Bolsonaro.
O deputado voltou a afirmar que houve um erro na sua resposta a Preta Gil no programa CQC da TV Bandeirantes. No programa, o deputado tratou como “promiscuidade” a possibilidade de seu filho se casar com uma negra. “Eu fui entrevistado por um laptop. Minha resposta não foi àquela pergunta. O que eu entendi, por Deus do céu, era o que eu achava de um filho casar com gay”. O parlamentar disse não ter medo da ação de seus adversários que pediram uma investigação contra ele na Corregedoria da Casa. “Soldado que vai a guerra e tem medo de morrer é covarde”.
COMENTO: Já escrevi aqui, e o apresentador Marcelo Tas fez consideração parecida, que Bolsonaro deve mesmo ter-se confundido. O vocabulário e o encadeamento de sua resposta parece não coincidir com a pergunta.
Seja por homofobia ou racismo, acho que será difícil cassar o mandato de Bolsonaro porque há uma diferença entre expressar uma opinião, POR MAIS BUCÉFALA QUE SEJA, e promover, efetivamente, o racismo e a homofobia. A propósito: Veja Online o entrevistou.
A gritaria acaba sendo útil para todo mundo, e só o bom senso sai perdendo. Os que pretendem emplacar teses autoritárias em nome do bem têm no homem o seu improvável, mas muito eficiente, estandarte leiam entrevista que ele concedeu à Veja Online ( AQUI ). Ele próprio e seus seguidores fazem da suposta “perseguição” uma espécie de evidência de seu heroísmo. O deputado atribuiu ainda os protestos todos ao fato de que é detestado pelo “movimento LGBT e pela extrema esquerda ideológica”. Com efeito, faz o serviço completo! O que a “extrema esquerda ideológica” quer é um adversário como Bolsonaro.
Os dois grupos alimentam seus radicais. Os que querem puni-lo dão à sua gritaria mais importância do que tem — como se ele representasse uma tendência a ser combatida no Brasil — porque querem impor a sua “sharia” politicamente correta. E Bolsonaro faz o papel da vítima destemida contra uma espécie de conspiração porque, assim, mantém cativo o seu eleitorado. Como é improvável que perca o mandato por isso, vê reforçada essa condição de suposto paladino da moral.
Um dia, numa dessas, quem acaba pagando o pato é o estado de direito. Ao menos no velório, convenham, ele deveria ter optado pelo silêncio. Mas o show tem de continuar.
*Texto por Reinaldo Azevedo

E se Pimenta Neves fosse deputado?

Faz mais de 10 anos que o jornalista Antonio Pimenta Neves matou a ex-namorada Sandra Gomide com uma bala nas costas e outra na cabeça. Horas depois do crime, contou tudo à polícia e se tornou réu confesso. Em 2006, foi condenado em primeira instância a 18 anos de prisão, reduzidos a 15 pelo Tribunal de Justiça de São Paulo. Não cumpriu nenhum.
No momento, espera em liberdade o julgamento de um recurso encaminhado ao Supremo Tribunal Federal. O caso está com o ministro Celso de Mello, que não sabe quando terá tempo de examiná-lo. Tecnicamente, Pimenta Neves não é culpado de nada: graças às alquimias da legislação e às acrobacias da jurisprudência, tornou-se inconstitucional tratar um matador assumido como assassino antes que a sentença transite em julgado.
O cidadão brasileiro Antonio Marcos Pimenta Neves poderia, se quisesse, ter disputado uma vaga na Câmara dos Deputados em 2010. Não lhe faltariam simpatizantes, sobretudo entre colegas de ofício. O público alvo seria alcançado sem muita despesa, já que a Justiça Eleitoral concentrou o público alvo de delinquentes candidatos em poucos lugares: agora, a população carcerária se vale de urnas instaladas nos presídios para cumprir o dever cívico do voto.
Com alguma lábia e um pouco de sorte, Pimenta Neves hoje estaria festejando, entre uma conversa no cafezinho da Câmara e uma reunião para tratar da reforma política, a vitória da turma do prontuário no STF ─ e os nítidos sinais de que a lei da ficha suja será pulverizada de vez até 2012. A inovação legal torna inelegível gente condenada em duas instâncias. Isso é inconstitucional, já avisaram alguns ministros. É preciso aguardar o julgamento doo último recurso na última instância.
Sandra Gomide agonizava de costas quando levou o tiro de misericórdia. Nunca mereceu uma lágrima do seu executor. Para pelo menos seis doutores do STF, detalhes do gênero são pieguices irrelevantes, coisa de leigos que nem imaginam as altitudes jurídicas alcançadas por uma toga. A lei só retroage em benefício do réu, declamariam em coro. O princípio da anterioridade é sagrado, alertariam aos berros ─ mais de 10 anos depois do assassinato. E todos fingiriam ignorar que o processo dorme numa gaveta do Supremo.
Nada como um caso exemplar para encerrar a conversa fiada: caso virasse deputado, Pimenta Neves continuaria servindo à nação com as bênção do STF e sob as asas da Constituição. Os pimentas neves que agem fantasiados de pais-da-pátria são cada vez mais numeros. Há algo de muito errado com um país que torna possível tamanha afronta à justiça.

Broncas de Dilma podem provocar debandada...

O jeito estúpido de ser da presidenta Dilma pode lhe custar algumas defecções em sua equipe de governo. Pelo menos três ministros que despacham mais assiduamente com Dilma afirmaram a esta coluna temerem que novos desaforos provoquem uma certa debandada. “Há ministros que não fazem a menor questão de despachar com a presidenta”, disse um deles, “exatamente para não ouvir seus gritos”.
A preocupação de ministros mais íntimos é que uma “debandada” pode desarrumar inclusive a composição da base de apoio no Congresso.
Somente não ouviu desaforos da presidenta quem não despachou com ela. Quanto mais assíduos os auxiliares, mais frequentes as broncas. ( Coluna do Claudio Humbrto)
COMENTÁRIO: É bobagem dizer que ela sofre de TPM, já passou da idade. De acordo com especialistas no assunto, pós-menopausa é o período que se segue à menopausa e se prolonga até a velhice ou maior idade. O início da velhice é impreciso. A presidente Dilma, não representa as mulheres de fato, porque mulheres não se comportam como verdadeiros machos mal educados. Não precisa de nada *roxo* para governar um país, é necessário tão somente, competência, estilo e elevada educação, pois um governante é a vitrine de um país, e não ponto de espetáculo para mostrar o "temperamento" da ignorância. (Movcc/Gabriela)

O cinismo

Sempre favorecido pela mudez pusilânime da oposição oficial, o ex-presidente Lula retomou a rotina dos socos e pontapés na verdade, agora para remover da biografia as patifarias e bandalheiras que sublinharam a política externa brasileira nos últimos oito anos. O novo ato da farsa começou em 8 de fevereiro, quando Lula desembarcou no Senegal com pose de conselheiro do mundo. O que estava achando da rebelião que ameaçava o reinado de Hosni Mubarak?, alguém quis saber.
“Há muito tempo, todo o mundo sabia que era preciso voltar à democracia no Egito”, fantasiou o maior dos governantes desde a chegada das caravelas. “O que está acontecendo no Egito é simples: água mole em pedra dura tanto bate até que fura. Chegou uma hora em que o povo falou: ‘Eu existo, quero participar’”. Nenhum repórter cobrou-lhe o falatório despejado durante a visita ao ditador companheiro em dezembro de 2003. “O presidente Mubarak é um homem preocupado com a paz no mundo, com o fim dos conflitos, com o desenvolvimento e com a justiça social”, derramou-se Lula no meio da discurseira.
Como nenhum político oposicionista se lembrou de desmascará-lo publicamente, o farsante entrou em março pronto para comentar a situação na Líbia de Muammar Kadafi com cara de quem conheceu só de nome o psicopata que qualificou de “amigo, irmão e líder”. Era previsível que, na semana passada, a metamorfose malandra começasse a apagar a história dos oito anos de relações promíscuas com o companheiro Mahmoud Ahmadinejad.
Um jornalista perguntou-lhe por que só agora o governo brasileiro resolveu votar a favor da apuração de denúncias de violações de direitos humanos no Irã. “Porque não houve votação, a votação foi só agora”, mentiu o ex-presidente que sempre se curvou à vontade dos aitolás atômicos. Sem ficar ruborizado, interrogou o entrevistador e respondeu por ele: “Por que você não fez essa pergunta antes? Porque só pode fazer agora”.
É muito cinismo...
*Extraido do texto de Augusto Nunes - Veja Online
COMENTÁRIO: Não adianta o execrável e iletrado receber títulos de "doutorado" das Universidades em decadência, ele continuará sendo a síntese da canalhice.( Movcc/Gabriela-http://bit.ly/gwCwRc)

Morre o ex vice presidente José Alencar

Aos 79 anos, Alencar morreu nesta terça-feira, às 14h41, no hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, em razão de câncer e falência múltipla de órgãos, segundo informou o hospital.
O Palácio do Planalto, onde José Alencar atuou como presidente da República interino durante 398 dias entre 2003 e 2010, começou a ser preparado na noite desta terça-feira pelo cerimonial do Planalto para o velório do ex-vice-presidente nesta quarta (30).
Segundo a agenda oficial divulgada pelo Palácio do Planalto, a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Luiz da Silva, que estão em Portugal,devem chegar a Brasília às 19h e seguir diretamente para o velório. Dilma cancelou algumas das atividades que teria em Portugal para participar das homenagens ao ex-presidente.

terça-feira, 29 de março de 2011

Hugo Chávez recebe prêmio de jornalismo de universidade

Você pode não acreditar, mas é verdade.O presidente venezuelano, Hugo Chávez, recebeu, esta terça-feira, na Argentina o prémio de jornalismo Rodolfo Walsh, concedido pela Faculdade de Jornalismo e Comunicação Social da Universidade Nacional de la Plata.
Segundo aquela universidade pública argentina, o prémio será entregue a Hugo Chávez devido ao "seu autêntico e inquestionável comprometimento com a liberdade dos povos".
Todos sabemos que a relação do chefe de estado venezuelano com a comunicação social é marcada pelas críticas à imprensa, assim como, pela criação do canal televisivo Telesur, subsidiada por vários governos sul-americanos.
Hugo Chavéz também persegue a oposição em seu país e prega, abertamente, o controle e a censura dos meios de comunicação.
Declarando estar orgulhoso pela distinção, Chavez teve o cinismo de afirmar que existe liberdade de imprensa na Venezuela, ao contrário do que alegam críticos e organizações internacionais.
"É apenas a burguesia que quer impor a sua voz. Ela não quer ouvir a voz do povo. E nós Cristina, assim como eu, representamos a voz de nossos povos", afirmou Chávez, citando a presidente argentina, Cristina Kirchner.
COMENTO: Se você não acreditava que o impossível um dia acontecesse, aí está a prova mais evidente de que você estava errado. Agora vamos aguardar o premio Nobel de literatura para Luiz Inácio. Talvez um Nobel argentino, quem sabe?

segunda-feira, 28 de março de 2011

Senado vai discutir marco para a internet.

O Ministério da Justiça espera enviar ao Congresso Nacional, um trabalho que fora elaborado com a influência de várias vertentes que se abrigam, ou se abrigavam, no entorno do Palácio do Planalto.
Trata-se do “marco regulatório” para a internet, tido como uma colcha de retalhos eivada de influência ideológica.
Consta que no senado há um clima que tente a colocar o documento a debate público.Como bem conhecemos debates sobre temas entre o Senado e a "sociedade", possivelmente teremos um bla,bla blá onde pontificará a vontade do governo.
Para debater,o tal "marco regulatório", deverão ser "convidados"  representantes da Justiça,de agências reguladoras, de provedores e do comitê gestor de internet.
É preciso lembrar que o Senado já discutiu sobre internet e, da última vez, pontificou a vontade de estabelecer formas de censura à rede, o que não é nada democrático.
Como o governo tem maioria no Congresso, principalmente no Senado, não me admiraria se a tendência do tal marco regulatório traga à baila discussões sobre formas de estabelecer censura de blogs e sites.

Supremo picadeiro

Via Gazeta do Povo

Ficha Limpa. Nem tudo que é legal é MORAL!!!

O Princípio da Aterioridade da Lei pode ser usado como um subterfúgio para proteger corruptos. A intenção do legislador era separar o joio do trigo, o que não pode ser confundido com populismo. Reconheço que nem tudo o que é legal pode não ser moral.
A grande verdade está contida no comportamento do Presidente do STF quando ele desvio-se do julgamento do mérito, que não cabia ser reapreciado pelo STF, já havia sido esgotado no TSE. Neste caso, recurso ao STF só em caso de alegação da inconstitucionalidade da lei, porém a inconstitucionalidade da lei não foi suscitada no Recurso Extraordinário do Sr. Roriz. Quem assistiu o julgamento percebeu que o presidente do Supremo impedia que os demais Ministros se manifestassem, todo instante cortava a palavra de seus pares quando se via em desvantagem argumentativa. Agia muito mais como advogado de defesa do que como um juiz. Travou-se uma disputa entre cinco ministros de um lado e cinco do outro.
O que estavam fazendo dez ministros reunidos se não havia pedido de julgamento da inconstitucionalidade da lei?
As regras devem ser para todos indistintamente. E é fundamental que os julgadores se comportem com imparcialidade e isenção de ânimo.
Do RE do Sr. Roriz não poderia o STF tomar conhecimento.
O STF é um tribunal eminentemente político e como tal, usa desse subterfúgio da irretroatividade da lei, quando deveria se contentar como assunto liquidado pelo Tribunal Superior Eleitoral.
Não vamos reabrir o caso. Porque eu já sabia que não daria em nada e, se não houvesse esse argumento da anterioridade da lei, teriam arrumado outros subterfúgios. A questão não é jurídica, é política.
*O Patriota, por e-mail, via resistência democrática.

Herança maldita


Alguém já disse que inflação é como pasta de dente. Fácil de sair do tubo. Difícil é colocá-la de volta.
Volto das férias. O problema nacional é a inflação.
É a maior herança do último ano de Lula, da farra para eleger Dilma e do crescimento irreal de 7,5% em 2010 --o maior desde 1986, ano da fraude do Plano Cruzado.
Os salários perdem a corrida para a inflação desde outubro/10. Resultado do aquecimento promovido em 2010 para manter a sensação de bem estar e de crescimento: Dilma rumo ao Planalto.
Em outubro de 2010, o rendimento médio real do trabalhadores no Brasil era de R$ 1.564. No fevereiro pós eleição, caiu para R$ 1.540 (-1,5% no período).
Parece pouco. Mas equivale a 6 kg de frango. Pense em uma família de cinco ou seis.
A economia aquecida além da conta na virada 2010/2011 tem dois efeitos: leva trabalhadores a pedir mais aumentos; e empresários a perseguir mais lucros.
É um ciclo vicioso, dentro de um cenário aparentemente virtuoso: a demanda em alta permitirá, por algum tempo, salários e margens de lucro crescendo. Todo mundo parece ganhar.
Mas a inflação vai barrar esse processo. Se não for controlada, descarrilhará a economia.
Na construção civil, aquecida pela política de crédito farto do governo, trabalhadores buscam reajustes salariais de até 15% acima da inflação. Há greves em vários Estados atrás desses percentuais.
Tudo sobe. Nos supermercados, faturas mensais, lojas e restaurantes.
Em menos de um ano, os preços de commodities agrícolas subiram 70%. Os importados já não contêm preços de similares nacionais.
Pelos olhos do passado, de grandes crises, impasses e rombos externos, seria um problema menor. Não é.
O Brasil ainda é atrasado e pobre. A grande promessa é erradicar a miséria e consolidar a classe média.
Contra isso, nada pior do que o movimento inflacionário de hoje.
Pobre não aplica, investe ou especula. O que entra, sai.
*Fernando Canzian na Folha.com

Partido de Kassab, sem grana, quer doações de fornecedores da prefeitura.

Sem estrutura nem verba do Fundo Partidário, o novo PSD (Partido Social Democrático) do prefeito Gilberto Kassab espera manter o caixa com recursos captados pelo vice-governador de São Paulo, Guilherme Afif Domingos, e doações de fornecedores da prefeitura.
Como nasce após as eleições de 2010, o PSD não entra na partilha da maior parte do fundo, dividido de acordo com os votos para a Câmara dos Deputados. O partido só receberá a fatia mínima, oriunda da divisão dos 5% do bolo, distribuídos igualitariamente por todas as siglas (cerca de R$ 40 mil mensais).
Para reverter a falta de caixa, a ideia é apressar na Justiça Eleitoral a formação da figura jurídica do partido para captar doações financeiras.
Segundo aliados de Kassab, ele conta que receberá ajuda de fornecedores da prefeitura e de outras máquinas administradas por futuros filiados, como Mogi das Cruzes (SP) e Manaus (AM).
Em 2008, a campanha à reeleição de Kassab captou quase R$ 30 milhões, especialmente de bancos e empreiteiras que doaram a um comitê financeiro municipal.
O prefeito diz que bancou do próprio bolso a viagem a Salvador, onde fez o anúncio do lançamento do PSD, e fará o mesmo nas próximas viagens, para Goiás e Tocantins. (Folha online)

Brasil vence Escócia e Neymar é atração.


Assista os gols de Neymar

domingo, 27 de março de 2011

100 vezes Ceni

Uma homenagem ao goleiro que mais fez gols na história do futebol mundial.

O "chefe do mensalão" não quer o fim reeleição

"O chefe da sofisticada organização criminosa do mensalão" não está gostando da reforma política.
Quase absolvido do crime de formação de quadrilha, no Mensalão, em função da prescrição, o chefe da sofisticada organização criminosa do PT, segundo expressão eternizada pelo Procurador Geral da República, não quer nem ouvir falar em reforma do Judiciário. Para ele, é assim que está ótimo. Já sobre a reforma política, como entende do riscado, entende que estão "roubando" o PT. Em reportagem do Jornal  Estado de São Paulo,ele opina que acabar com a reeleição prejudica o PT e se configura uma tentativa de evitar que o PT permaneça no Planalto.

O Lula das Arábias

Fantasiado de árabe, Lula faz gracinhas para o xeque Fahad
Um mês antes de presentear Luiz Inácio Lula da Silva com um carro executivo blindado , o empresário libanês Youssef Chataoui apresentou o ex-presidente ao xeque Fahad Al Athel, um magnata saudita que viajou a negócios pelo Brasil.
A visita incluiu audiências com prefeitos petistas e até com o governador da Bahia, Jaques Wagner, em Salvador. Ciceroneado por Chataoui, a última parada do megainvestidor foi em São Francisco do Conde (BA), pequeno município com prefeita do PT, Rilza Valentim, que abriga a refinaria Landulpho Alves, da Petrobras.
A etapa baiana do tour, realizado em seu avião particular, mostrou a estreita relação entre Chataoui e o PT.
O saudita, que atua nos ramos petroleiro, financeiro e de infraestrutura, encontrou-se com deputados e dois prefeitos petistas, das cidades de Maraú e Maragogipe.
A primeira cidade baiana tem uma extensa reserva de gás, e a segunda será posto de fabricação de estaleiros para plataformas de petróleo.
Um dirigente estadual do PT, Marco Resende, negou que Lula tenha intercedido a favor do xeque e de Chataoui.
Como revelou O GLOBO nesta sexta-feira, Chataoui é um empresário que se estabeleceu no Brasil após ser acusado, em 2001, de disseminar a doença da “vaca louca” na França, onde tinha empresas de ração animal.
Chegou a ser preso após uma tentativa de vir para o Brasil, enquanto estava sob supervisão judicial, segundo o noticiário local. Um de seus advogados em Paris informou que ele foi absolvido.
” Sou o advogado dele, mas não posso falar pelo meu cliente. Ele foi absolvido, e o caso está encerrado”, disse François Proust, da firma de advocacia de Jean-Louis Cocusse, que representou Chataoui em 2001.
O carro que Lula ganhou para o Instituto Cidadania, segundo o assessor Paulo Okamoto, é da General Motors, para “uso executivo” e conta com blindagem completa.
Um modelo Captiva blindado, por exemplo, custaria cerca de R$ 130 mil.
Okamoto negou que Lula tenha relação com o libanês, que, por sua vez, sustenta ser “amigo pessoal” do petista.
A audiência realizada em São Paulo para apresentar o xeque saudita aconteceu em fevereiro: Lula foi convidado a participar de uma conferência com empresários árabes no Brasil.
O plano do saudita é reunir os cem maiores investidores árabes na Bahia governada pelo PT.
“Esse empresário não tem relação com Lula. Quem, em tese, deu o presente foi o pessoal que organizou o evento de homenagem a Lula. O carro é da General Motors. É de uso executivo blindado, mas não vamos falar a placa, número e cor”, disse Okamoto.
“Foi dado e não roubado, né? Vamos pegar com o maior gosto. Se é de um empresário que tem negócios lícitos no Brasil, partimos do pressuposto que é uma pessoa de bem”.
O empresário foi orientado a não falar com a imprensa e estaria com receio da divulgação de seu nome. No entanto, subiu ao palco diante de cerca de 500 convidados da comunidade árabe, no jantar em homenagem a Lula na última segunda-feira, para fazer a entrega “simbólica” das chaves do carro a Lula.
Xeque foi primeiro árabe a comprar jato Legacy
O xeque saudita Fahad Al-Athel é um magnata do petróleo, mas atua em diversas áreas econômicas, inclusive administração de aeroportos e bancos.
Uma de suas holdings, a FAL Group, fica em Doha, no Qatar, onde o ex-presidente Lula esteve este mês para um seminário da TV árabe Al Jazeera.
Al-Athel foi o primeiro comprador do mundo árabe de um jato Legacy, fabricado pela Embraer.
*Texto em O Globo, transcrito por Reinaldo Azevedo

Como uma sociedade pode se permitir ser tão medíocre?

O sonho do PT de transformar a Vale em uma estatal com o papel de mais um gigantesco cabide de empregos para sórdida burguesia petista que comanda o país, começa a ser realizado.
Da queda do presidente para o questionamento legal de sua privatização com o suporte jurídico do STF – Tribunal Ficha Suja – vai faltar pouco e somente será uma questão de oportunidade.
O afastamento do presidente da Vale, decidido depois de uma reunião do ministro da Fazenda e o presidente do Conselho de Administração do Bradesco, sinaliza que a ditadura civil fascista não tem mais limites para solidificar o projeto de poder perpétuo iniciado pelo ex-presidente Lula que já tinha questionado muitas vezes a privatização da Vale de olho nos seus milhares de cargos para serem entregues aos seus cúmplices e militantes.
Este fato, associado à desqualificação do Projeto Ficha Limpa pelo STF, e da esperada absolvição da gang dos 40 do mensalão pelo mesmo Tribunal Superior Ficha Suja, lacaio do poder Executivo, sinalizam para a sociedade o tamanho e a complexidade do golpe contra a democracia que está se abatendo sobre o nosso país.
Depois da destruição moral e operacional das Forças Armadas, de sua humilhação definitiva ao prepararem um ex-terrorista envolvido no escândalo mensalão para ser o futuro ministro da Defesa, e da indicação de outro acusado no mensalão para presidir a Comissão de Justiça da Câmara, temos muito pouco a esperar que algum poder consiga estancar o comando do país por um covil de bandidos, corruptos, prevaricadores e ex-terroristas, com a sórdida cumplicidade dos canalhas esclarecidos, públicos e privados.
Não há revolução pacífica possível quando a Justiça do país se transforma em conivente e beneficiária da degeneração moral e legal das relações público-privadas.
O desgoverno petista está destituindo um presidente que possibilitou a Vale ter um crescimento de mais de 590 % em seu valor de mercado e ter um lucro considerado recorde.
À semelhança da Petrobrás, a Vale vai ser transformada em um monstro Estatal sem transparência, ineficiente e ineficaz com seus resultados advindos da exploração monopolista dos consumidores assim como faz a monopolista da exploração do petróleo no país.
O silencio dos canalhas esclarecidos da iniciativa privada, contra essa espúria intervenção no mercado que está sendo praticada pelo desgoverno petista, consolidada o poder do PT através do desgoverno fascista da presidente Dilma de fazer o que quiser e bem entender com o país, sob os cândidos olhares de caras de paisagem apodrecidas dos togados dos Tribunais Superiores e da covardia de um Ministério Público que somente faz o feijão com arroz de investigar, sem promover qualquer consequência jurídica para tirar o país da rota de sua transformação em um Paraíso de Patifes.
Como uma sociedade pode se permitir ser tão medíocre, corrupta e subornável?
*Texto de Geraldo Almendra , por e-mail, via resistência democrática.