sábado, 16 de abril de 2011

Ministro quer invadir a casa do cidadão.

Luiz Fux, indicado por Dilma, sugere invadir a casa do cidadão atrás de armas
O mais novo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, disse em entrevista ao G1 que não deve ser feita nova consulta popular sobre desarmamento em razão da tragédia de Realengo, no Rio de Janeiro.
Defensor do desarmamento, ele avalia que o "povo votou errado" ao manter, no referendo de 2005, o comércio de armas de fogo.
Para Fux, que assumiu o posto de ministro do STF em março por indicação da presidente Dilma Rousseff, o desarmamento é "fundamental", mas, para isso, não é necessário plebiscito e sim aplicar a lei e se estabelecer uma política pública de recolhimento de armas.
"Não [se] entra na casa das pessoas para ver se tem dengue? Tem que ter uma maneira de entrar na casa das pessoas para desarmar a população", afirmou nesta quinta (14) ao G1. ( http://glo.bo/hb9I40 )

Conversa fiada

Durante a campanha presidencial, Dilma escolheu como uma das suas principais bandeiras a campanha contra  crack.
A prmessa de erradicar o tráfico do crack, que ainda é uma tragédia no Brasil, foi utilizada como estratégia para se alcançar aos pais e jovens do país.
Prometeu-se realizar "uma guerra" contra o entorpecente. Diziam, até, que o Ministério da Saúde estava acabando um levantamento completo sobre o problema do atendimento ao viciado no Brasil.
Crack? Nem pensar! Era o mote. O slogan caiu como uma luva para Dilma a ponto de se tornar mais uma marca da mediocridade destes primeiros 100 dias.
Ah! e Dilma se Dilma fez algo ara erradicar o crack?
Nem pensar!
* Com base no texto publicado no Blog Coturno Noturno

Governo acena para mais aumento de juros

Totalmente afinado com Dilma Rousseff, que é quem toma as decisões, o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, informou ontem que a instituição vai promover novos aumentos na taxa de juros. Em viagem a Washington, Tombini declarou que estamos somente "no meio de um ciclo de aperto monetário". Traduzindo para o bolso, teremos juros ainda mais altos.  A taxa básica de juros fixada pelo BC subiu três pontos percentuais desde abril de 2010 e hoje está em 11,75% ao ano. A próxima reunião do Copom (Comitê de Política Monetária) está marcada para terça e quarta-feira. Economistas de bancos e consultorias preveem que a taxa será elevada em pelo menos 0,25 ponto percentual na próxima semana, o que a levaria para 12% ao ano. Ninguém duvide se 2011, o primeiro ano dílmico, acabar com os juros em 15%. (Blog Coturno Noturno)

100 dias de conquistas de Dilma Roussef

Imprensa alugada?

Estima-se que existam cerca de 5 mil jornalistas atuando no serviço público, em São Paulo. No Brasil inteiro este número ultrapassa os 15 mil. Há jornalistas trabalhando no serviço público nas fundações, administrações, autarquias, empresas públicas, nos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário.
Recentemente, a Petrobras realizou concurso para contratar jornalistas. O salário base? R$ 4.453,73. A EBC, Empresa Brasileira de Comunicação, estava prestes a lançar um concurso para provimento de cargos, agora em 2011, antes do corte de despesas anunciado, oferecendo cerca de 300 vagas. Para a função de jornalista, o salário inicial seria de R$ 2.801,00. Com ticket alimentação, o valor iria a R$ 3.413,00.
No mês passado, os funcionários da EBC, por intermédio das suas representações sindicais, lançaram um manifesto pedindo a realização de concurso, pois os diversos setores da EBC hoje trabalham com sério déficit de pessoal e porque mais de duzentos terceirizados serão desligados em julho, por determinação do Ministério Público. Leia aqui.
Em 2007, quando foi fundada, a EBC recebeu uma injeção orçamentária de R$ 20 milhões. Em 2010, as suas contas consumiram praticamente R$ 61 milhões. Como Luiz Nassif vai receber R$ 660 mil anuais, vai representar mais de 1% de todo o orçamento da EBC. Coloque aí funcionários, aluguéis, impostos, compra de equipamentos, tudo o que você imaginar.
Na relação salário x faturamento, Luiz Nassif passa a ser o jornalista mais bem pago do país. Na relação salário x audiência, Luiz Nassif também passa a ser o jornalista mais bem pago do país. A diferença que existe é que a TV Brasil não precisa ter faturamento, ela recebe o nosso dinheiro, dos nossos impostos. A diferença é que a TV Brasil não precisa ter audiência, pois ela não tem anunciantes.
Fora a imoralidade, a indecência e a safadeza da contratação, a grande injustiça disto tudo é com os funcionários da EBC. Com algumas centenas de competentes jornalistas, radialistas e comunicadores que ganham um salário miserável para cumprir um importante papel na comunicação do país e vêem um jornalista chapa-branca, que possui um blog patrocinado por empresas públicas, receber mais de 1% de todo o orçamento da empresa, apenas porque é governista e ataca a imprensa livre. Da verba destinada a despesas com pessoal é mais ainda, pois quase 4% vai para o bolso do Nassif. Se os funcionários da EBC estavam procurando um bom motivo para uma greve, para uma paralisação ou para um protesto, ele se chama Luiz Nassif. Ou calem-se para sempre.

Mercadante inventa um boato de US$ 12 bilhões

O improvisado Ministro da Ciencia e Tecnologia, Aloizio Mercadante, esta prestes a se tornar verbete do Guinness por excesso de fanfarronice: espalhou que os chineses da Foxconn iriam investir no Brasil US$ 12 bilhões e gerar 100 mil novos empregos, mas esqueceu de combinar com eles.
O anúncio de que a chinesa Foxconn, montadora do iPad para a Apple, investiria US$ 12 bilhões no Brasil, pela boca do Ministro da Ciência e Tecnologia, Aluizio Mercadante, trouxe euforia e um ar de triunfalismo à visita de Dilma a China.
Segundo o comentarista do "The Wall Street Journal", Jason Dean, a holding Hon Hai, controladora da Foxconn, claramente, “foi pega desprevenida”, com o anuncio sensacionalista divulgado no Brasil e espalhado pelos quatro cantos do planeta.
Na verdade ao que parece, o Ministro confundiu e alardeou, na melhor das hipóteses, uma vaga intenção como um fato consumado.
Diz o Wall Street Journal: “A empresa (Hon Hai) levou a maior parte da quarta-feira para produzir um comunicado de 160 palavras que elogiava o potencial e a localização estratégica do Brasil e falava vagamente em explorar novas oportunidades de investimentos no país.”
Nada nem de longe parecido com as declarações do falastrão Mercadante . Aqui no nordeste
Pode-se perceber, que mesmo fosse verdade, o anuncio do Ministro Mercante, teria sido divulgado, antes mesmo que o “conselho de administração da empresa”, tivesse decidido o que fazer e se vai fazer.”Na verdade esse tipo de precipitação poderia atrapalhar definitivamente qualquer pretensão real de expansão da empresa no país, que tem Ministros tão ... falastrões.
Segundo o comentarista, Jason Dean, do WSJ, o ambiente operário do Brasil e a capacidade produtiva do nosso país, não é vista com bons olhos por Terry Gou, o fundador e chefão da empresa.
Em setembro, durante uma entrevista de quase três horas concedida ao Wall Street Journal, no enorme complexo industrial da Hon Hai na cidade de Shenzhen, no sul da China, Gou ridicularizou a idéia de que o Brasil poderia de alguma forma rivalizar com a força da China em produção industrial.
"Os salários dos trabalhadores brasileiros são muito altos. Mas os brasileiros, assim que ouvem a palavra 'futebol', param de trabalhar. E há toda aquela dança. É louco (...).
Assim, o Brasil é bom [como base de produção industrial] para o mercado local. O Brasil tem ótimos minerais. E tem o grande rio Amazonas, por isso tem boa capacidade hidrelétrica. Mas, se você quiser mandar coisas para os EUA, leva mais tempo e mais dinheiro para mandar do Brasil [do que da China]", disse o bem informado Gou.
O executivo deve acrescentar nas suas próximas entrevistas que o Governo brasileiro e seus ministros não são sérios nem confiáveis.
Os governos petistas tem como característica contar como certo, o ovo ainda situado no interior da galinha. Mas até então era o público interno o alvo dessas invencionices mirabolantes.
O governo Dilma, porém, quer superar essa barreira utilizando a tática do boato otimista, e põe otimismo nisso, para o plano mundial. O tiro vai saiu pela culatra.
Com o desmentido educado da Foxconn e uma analise mais acurado dos fatos, o mercado, as empresas e os governos estrangeiros, vão facilmente constatar que esse investimento de US$ 12 bilhões dos exigentes investidores chineses não passa de um sonho longínquo brotado da cabeça desocupada e luzidia do nosso Ministro Aluisio Mercadante. Os tabletes de Mercadante, “made in Brasil”, tais quais os ovos das galinhas petistas, não eclodirão, nem nesse novembro, nem num futuro próximo, infelizmente.
Chamamos esse tipo de "bucho de piaba".
No delírio de Mercadante os investimentos da Foxconn poderiam gerar 100 mil novos empregos no Brasil. Fosse verdade, estariamos com um problemão: teriamos de no períod de cinco anos, especializar essa multidão de técnicos e pelo menos 20 mil engenheiros da área de eletronicos, apta a assumir esses fictícios postos de trabalho.
Kenneth Rapoza, no seu Blog especializado em questões dos países emergentes, no portal da revista Forbes, vai direto ao ponto dizendo que “Mercadante, um ex-senador e um dos fundadores do Partido dos Trabalhadores, é conhecida por exagerar.”
Vejam como saiu a nota da Foxconn sobre o assunto:
“O Brasil é um país rico em recursos naturais, com um enorme mercado consumidor e tremendo potencial de desenvolvimento econômico. Está também estrategicamente posicionado para atender às necessidades de mercados crescentes na América Latina.
“ Guiados pela estratégia de "estar onde o mercado está", temos há muito estudado oportunidades de investimento no Brasil. Estamos no momento no processo de explorar oportunidades nesse importante mercado e realizar uma análise substantiva do ambiente geral de investimentos do país”.
Em relação à confirmação de quaisquer projetos de investimentos específicos, a política da Foxconn é de apenas fazer um anúncio depois de receber as devidas aprovações do conselho de administração de nossa empresa e de quaisquer autoridades cabíveis”.
Repórteres da Reuters, depois de lerem o comunicado oficial da Foxconn, concluiram que o texto, como se viu, “ não forneceu quaisquer detalhes ou a confirmação de investimentos estrangeiros diretos de qualquer magnitude para o Brasil no futuro próximo.” – comenta ainda Kenneth Rapoza, no Blog da Forbes.

O ministro que pensa que é Deus.

Permita-me tomar seu tempo com uma nulidade. De início, eu me justifico porque tal nulidade ocupa um dos mais altos cargos da república brasileira: ministro do supremo tribunal federal.
A entrevista que o mais novo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, concedeu ao G1 demonstra em cada frase, em todas as declarações, um primarismo constrangedor vindo de alguém que ocupa tal cargo, portador de um currículo que parece indicar capacidade, conhecimento e saber.
“Sobre feto anencéfalo (sic), eu li um artigo e até guardei”. Assim o ministro esclarece sua posição e seu julgamento sobre este tema.
Sobre o assassino de Realengo (RJ), a excelência assim se manifestou: "É um sujeito que não podia estar solto nunca. Tinha que ter uma medida restritiva de liberdade. Será que ninguém viu isso? Porque não acharam antes isso? Esse homem não tinha um pendor para aquilo? Será que ninguém teve oportunidade de denunciar isso?".
Tal declaração demonstra que o ministro diagnosticou, julgou e condenou o indivíduo e ainda se arvora em psiquiatra ao perguntar sobre o “pendor” (que palavra horrível!) do assassino. Ao mesmo tempo demonstra sua falta de conhecimento sobre as políticas públicas relacionadas aos supostos portadores de doença mental. Estas políticas orientam para uma tal de “socialização” destes indivíduos, independente do perigo que possam eventualmente representar para si e para a sociedade. E isto no STF. Que ministro bem preparado, hein?
“Todo mundo sabe que o desarmamento é fundamental”. Estas são palavras do ministro sem explicar de onde adveio sua autoridade para fazer tal afirmação. Na posição que ocupa, não poderia jamais fazer tal generalização. Qual será a fonte em que ele se apoia para proclamar tal afirmação, quando a maioria dos brasileiros optou justamente pelo contrário do que este senhor afirma?
Ele justifica a afirmação anterior, com este absurdo: “Eu acho que o povo votou errado”. Como se vê este homem se considera o próprio Deus, que conhece o certo e o errado e, na posição de ministro do STF já decidiu que ele está certo e o povo, errado.
Culminando o monte de absurdos e demonstrando o quanto respeita a Constituição, o magistrado (?) afirma que “tem que ter (sic) uma maneira de entrar na casa das pessoas para desarmar a população”.
Este indivíduo é ministro do Supremo Tribunal Federal. Foi escolhido pelo presidente da república e aprovado, por unanimidade, pela Comissão de Constituição e Justiça do senado.
É gente assim que garante o cumprimento da Constituição neste país?

Os dias realmente são espantosos!

Do Portal G1, com GloboNews:
O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, afirmou nesta quinta-feira (14) que as obras das usinas hidrelétricas de Jirau e Santo Antônio, no rio Madeira, em Rondônia, terão menos trabalhadores. O objetivo, segundo o ministro, é ter mais “tranquilidade na execução” das obras. Lupi participou de reunião no Palácio do Planalto, com o secretário-geral da Presidência, Gilberto Carvalho, sobre as condições de trabalho em obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
De acordo com Lupi, foi feito um acordo entre sindicatos e empresas para diminuir o número de operários nas obras. “Nós fizemos um acordo com os sindicatos e as empresas para que se diminuísse esse número de trabalhadores na obra, para que se tivesse mais tranquilidade na execução”, afirmou o ministro. “Não era conveniente e eles [representantes das empresas] entenderam. Jirau tem 25 mil trabalhadores. A obra de Santo Antônio, 18 mil. São verdadeiras cidades que se aglomeraram ali e é difícil administrar este contingente”, disse.
COMENTÁRIO: Vocês sabem, né? Aqueles que o governo considera “inimigos” demitem trabalhadores.
Já quando é o PT que toma as decisões, aí não se tem “demissão”, mas “diminuição” do emprego de mão-de-obra.
É a novilíngua.
Vejam que a palavra “demissão” é escrita uma única vez, mas com a concordância dos sindicatos, claro!
( Reinaldo Azevedo )

Porque hoje é sábado, uma bela mulher

A bela atriz Flavia Alessandra

sexta-feira, 15 de abril de 2011

O PT pode tudo

E segue o baile no galpão. Isto é, no Congresso. Manifestantes ligados à União Nacional dos Estudantes (UNE), a movimentos indígenas, negros e religiosos fizeram hoje um protesto na Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados comparando o deputado Jair Bolsonaro a Hitler. No protesto, acompanhado pela ministra da Secretaria Especial de Direitos Humanos, Maria do Rosário, os manifestantes traziam cartazes em que Bolsonaro aparece travestido de Hitler, além de palavras de ordem contra a homofobia e o racismo.
Que falta de memória, a desta gente. Que me conste, o deputado jamais manifestou qualquer simpatia por Hitler. Quem ousou manifestar admiração por Hitler neste Brasil foi um outro senhor, em uma entrevista à Playboy, em 1979: "O Hitler, mesmo errado, tinha aquilo que eu admiro num homem, o fogo de se propor a fazer alguma coisa e tentar fazer". Este senhor chamava-se – e ainda se chama – Luís Inácio Lula da Silva. Jamais ouvi alguém chamá-lo de nazista.
Não bastasse sua admiração pelo ditador alemão, manifestou seu apreço pelo celerado iraniano, o aiatolá Khomeini: "Eu não conheço muita coisa sobre o Irã, mas a força que o Khomeini mostrou, a determinação de acabar com aquele regime do xá foi um negócio sério".
Se foi. O aiatolá levou seu país a uma guerra que gerou um milhão de cadáveres. Quem mata um é criminoso, quem mata muitos é conquistador, quem mata todos é Deus — dizia Jean Rostand. Líderes cujas matanças vão de três a cinco dígitos são abomináveis. Toda glória aos genocidas de sete ou mais dígitos.
Não bastasse isto, Lula é fanzoca de Fidel Castro, o mais antigo tirano da América Latina. E considera Kadafi “amigo, irmão e líder”. O homem manifesta seu apreço pela escória da humanidade e o Bolsonaro é acusado de nazista. A senadora petista Marta Suplicy pode acusar seu adversário político de homossexual – como se ser homossexual fosse crime. A ministra petista Matilde Ribeiro pode afirmar que não é racismo quando um negro se insurge contra um branco. O ex-presidente petista pode manifestar seu apreço por Hitler, Khomeini, Kadafi. Mas quem não for do PT – esta santa sigla que absolve de todo pecado – não pode sequer manifestar a opinião de que não quer ver seu filho casado com uma negra.
"A sociedade brasileira não aceita que um representante eleito por vias democráticas pratique crimes e incite o preconceito e reforce a opressão. Pressionaremos os congressistas pelo aprofundamento do processo de investigação por quebra de decoro parlamentar que já está em andamento na Câmara", afirma nota dos manifestantes da UNE.
Ora uma coisa é proferir uma besteira. Bolsonaro foi estúpido em sua afirmação. Está condenando uma boa metade da nação, que não viu mal algum em miscigenar-se. Mas proferir uma besteira é uma coisa. Outra – a meu ver bem mais grave – é meter a mão em dinheiro público. Não vi nenhuma manifestação da UNE contra os representantes petistas eleitos por vias democráticas que se locupletaram com o mensalão. A petistas, tudo é permissível. Chamar adversário de bicha, defender o racismo e até mesmo roubar.
Na crônica de ontem (5/4), comparei a affaire Bolsonaro ao escândalo em torno a Berlusconi, condenado por gostar de prostitutas, enquanto Martin Luther King, que pagava profissionais com dinheiro de suas campanhas em prol dos direitos dos negros, mereceu o prêmio Nobel da Paz. O pecado de Berlusconi, pelo que se lê, parece ter sido pagar a Ruby, porque é crime pagar uma prostituta menor de idade. Se a Ruby nada recebesse não seria crime. Mas ser prostituta menor de idade não é crime. Não poucos países contemporâneos estão participando desta legislação hipócrita. Prostituir-se é legal. Mas pagar por uma prostituta é crime.
Leitor atento me observa um outro fato:
“Outra categoria de gente livre para fazer e dizer qualquer coisa é a dos gays: lembra do Tiger Woods, quando foi execrado e perdeu contratos milionários por ter arrumado amantes e transado com prostitutas? Na época pensei que se ele tivesse sido descoberto com homens e declarado aos gritos ser gay ninguém trataria do caso como escândalo e ele, por certo, não perderia nem um centavo de publicidade, afinal quem "descontrata" um gay? Lembro de um artigo, creio que do Ancelmo Góis, relatando, com a maior naturalidade, a visita de um costureiro estrangeiro a uma sauna gay do Rio e o preço que o mesmo pagou a um michê, dizendo que tal valor, 300 dólares, inflacionou o mercado, já que o referido teria ficado extasiado com os dotes amorosos de seu contratado”.
Tem razão o leitor. Homossexual algum será acusado por deitar-se com dezenas de homens. Mas ai do coitado que gosta de mulheres em profusão. Quanto a Bolsonaro, milita no partido errado, o PP.
Militasse no PT, teria o sagrado direito de chamar adversário de bicha, de defender racismo e admirar Castro e Kadafi, Hitler e Khomeini.

Política e artimanhas

Ollanta Humala / Keiko Fujimori
Com o resultado final da recente eleição presidencial no Peru, realizada no passado 10 de abril, disputarão o segundo turno no próximo 5 de junho o candidato esquerdista Ollanta Humala (31,7% dos votos), manipulador de sentimentos e ressentimentos primários das populações do interior, e a filha do ex-presidente Alberto Fujimori, Keiko (24%), cujo movimento “Força 2011” pode ser definido como populista e vagamente de direita.
No camino ficaram os improvisados movimentos liberal-centristas, que concorreram com programas quase idênticos e, devido aos ataques recíprocos entre seus candidatos, acabaram muito desgastados junto ao público. Esse desgaste, somado ao virtual desaparecimento dos partidos políticos tradicionais, é um reflexo da crise que o sistema dito representativo, artificialmente imposto pela Revolução Francesa, atravessa no mundo inteiro.
Ainda é cedo para um comentário mais detido e preciso sobre a eleição peruana do ponto de de vista do luminoso ensaio de Plinio Corrêa de Oliveira, “Revolução e Contra-Revolução“. Entretanto, desde já podemos adiantar uma observação muito substanciosa de fonte insuspeita, a ultra-liberal agência de notícias BBC.
Um dos candidatos derrotados é o ex-presidente do Peru de 2001 a 2006, Alejandro Toledo, que até poucas semanas antes da eleição liderava comodamente as pesquisas, mas acabou despencando para um humilhante quarto lugar, bem longe dos três primeiros.
Ao se referir à queda vertiginosa nas intenções de voto sofrida por Toledo nos últimos dias antes do pleito eleitoral, a BBC assinala: “o ex mandatário equivocou o caminho, coincidem analistas, ao se dedicar aos ataques ao presidente Alan García, e ao introduzir propostas, por exemplo, sobre o matrimônio homossexual ou falar do aborto”
O ímpio mas inteligentíssimo Voltaire dizia que “a opinião pública é a rainha do mundo“. Toledo tocou num ponto nevrálgico da opinião pública, um “fio de alta tensão” de natureza moral relacionado com a família, e literalmente foi eletrocutado. Mansamente, sem ruído, depois de suas declarações, o majoritário público católico peruano foi lhe dando as costas sem remédio.
Sirva isso de alento para todos aqueles, no Peru como no Brasil e em tantos outros países, meritoriamente se empenham na batalha pela defesa da família. Eles contam com a arma decisiva, a opinião pública. A questão é saber utilizá-la.
* Texto por Alejandro Ezcurra Naón - http://www.ipco.org.br/home/

Quem defende o desarmamento...repete a história.

Fazer oposição...Basta fazer oposição.

O movimento capitaneado pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso de refundar a oposição ao governo federal ganhará um braço digital a partir de junho. Com a contribuição de tucanos e intelectuais, o ex-presidente organiza o lançamento de uma comunidade virtual para a discussão de propostas políticas e econômicas para o Brasil.
O portal que pretende adotar um padrão de rede social, com a extensão de conteúdos para o Twitter e Facebook, tem a meta de reunir até um milhão de usuários e deve contar com um amplo time de blogueiros. Até o momento, foram convidados para colaborar com a iniciativa Francisco Weffort, Soninha Francine, Gustavo Franco, Pedro Abramovay e Paulo Renato Souza, entre outros.
O ex-deputado federal Xico Graziano, assessor do ex-presidente, tem idealizado o projeto que, segundo ele, vai receber o nome de Observador Político e terá como mote o princípio de acompanhar, participar e espalhar a informação. O lançamento oficial do site está programado para 18 de junho, dia em que o ex-presidente completa 80 anos, mas ele deverá entrar no ar em maio.
"O objetivo é oferecer uma plataforma para a discussão de temas atuais, partindo do ponto de que essa discussão é feita pouco pelos partidos políticos. Ela será aberta, transparente e apartidária, como em qualquer rede social. É um convite para que as pessoas criem páginas, discutam e se tornem observadores", explicou Graziano, complementando que o papel atual da oposição deve ser um dos temas discutidos na nova rede. "A ideia é aproximar temas atuais, como a discussão sobre a democracia e a questão das drogas, da juventude, promovendo um debate amplo entre gerações", acrescentou.
O portal surge num momento em que é discutido o futuro do PSDB. No centro do debate, há a tese de criação de um conselho político no partido, instância formada por líderes da sigla, sem funções administrativas, para discutir a atuação nacional da legenda. Uma outra teoria sugerida, e defendida inclusive pelo governador Geraldo Alckmin, é sobre a implantação de um rodízio anual para o comando nacional da agremiação.
Entre as propostas, o ex-presidente sugeriu em artigo divulgado na terça-feira, para a revista Interesse Nacional, que a oposição se aproxime da classe média e pare de disputar com o PT a influência sobre o "povão", opinião que gerou comentários tanto positivos como negativos de membros do PSDB.
*Do portal da revista Veja

Só mesmo no país do carnaval…

O atual ministro da justiça José Eduardo Cardoso, do PT de São Paulo, fez uma daquelas declarações tipicas de petistas. Cardoso fez uma declaração em relação a polêmica que envolve o deputado federal Jair Bolsonaro do Rio de Janeiro, a respeito de racismo e homofobia. Cardoso é daquela turma do PT especializado em tirar a atenção do foco principal de quaisquer assuntos, isso somado à outra arte dos politicos: se fazer de vitima, sempre. Declarou ele: “imunidade parlamentar tem limites”. Logicamente que, nesse caso, para Cardoso, cabe pleitear o fim da imunidade parlamentar. Estamos bem, um ex-ministro da justiça defende maconha livre para estudantes, outro quer fim da imunidade para palavras e pensamentos. Nos casos que envolvem muitos ladrões do PT e outros partidos, não. Não porque os companheiros 171 roubaram e roubam para usar em campanhas politicas, inclusive a que reelegeu Lullla da Silva, e só para essa finalidade. Óbvio que só ele, Cardoso, acredita que eles, os companheiros de partido, roubam somente para usar em campanha politica. Já o deputado, apenas externou aquilo que todo brasileiro pensa com relação à homofobia. Mas dois fatos são claramente perceptíveis em relação a essa questão especifica que envolve temas como racismo e homofobia. Um, qualquer um observa que já existe uma rusga entre Jair Bolsonaro e Preta Gil, anterior aos fatos. Dois, é perceptível no video que Bolsonaro esperava uma pergunta óbvia de Preta Gil (o que voce faria se seu filho casasse com um gay?), que não veio. Em seu lugar veio outra pergunta (o que voce faria se seu filho casasse com uma negra?). Não podemos afirmar que Preta Gil jogou bem com situação que envolve ela e o deputado, mudando a pergunta de forma proposital. Ou se mudou a pergunta ao acaso. Fato é que Bolsonaro é casado, pela terceira vez, com uma negra, pois apresentou até uma foto de um cunhado seu, negro. Esse fato, por sí só, desarma qualquer acusação de racismo contra ele, Bolsonaro. Já com relação à homofobia, ainda não existe lei especifica. Ainda.
*Postado por Blog Partido Alfa

TCU apontou desvios em contratos de publicidade na gestão Lula

O Tribunal de Contas da União confirmou superfaturamento e pagamento por serviços fantasmas em contratos firmados pela Presidência para a impressão de 5 milhões de cartilhas de propaganda do governo Lula, entre 2003 e 2005.
O montante desviado, entre itens superfaturados e não entregues ao governo, segundo o TCU, é de cerca de R$ 10 milhões. Foram aplicadas multas de R$ 2,6 milhões a gráficas, agências de publicidade e a parte do núcleo que comandava a área de comunicação do governo, então dirigida por Luiz Gushiken. A decisão do TCU é do dia 29 de março. Agora, o acórdão e cópias do processo seguem à Procuradoria da República, que irá avaliar se houve improbidade administrativa e desvio de recursos.
- “A justiça atrasada não é justiça, senão injustiça qualificada e manifesta” (RUI BARBOSA, Oração aos moços)
- “O cinema e a literatura inventaram o herói sem causa. O parlamento brasileiro consagrou o canalha sem jaça”. – Millôr Fernandes
- "A popularidade, esta grande mentirosa." - Victor Hugo

Os suiços e suas armas

Uma velha anedota suíça reza que o príncipe alemão Wilhelm Hohenzollern certa vez, quando em visita a Suíça, foi convidado a assistir um dos inúmeros treinamentos militares a que os cidadãos desse país são submetidos. A um dado momento perguntou ao comandante do exercício: Quantos homens em armas você possue? Foi-lhe respondido: Um milhão. O príncipe, posteriormente Kaiser da Alemanha, então indagou: O que você faria se cinco milhões de meus soldados cruzassem sua fronteira amanhã? Ao que o comandante suíço replicou: Cada um de meus homens daria cinco tiros e iria para casa!
No debate sobre o direito a posse e uso de armas, aqueles favoráveis apontam para a Suíça onde a quase todo adulto do sexo masculino é legalmente permitido a posse de armas de fogo. Uma das poucas nações com taxa per capita de armas mais alta do que os Estados Unidos, a Suíça praticamente não ostenta crimes com armas de fogo. Assim sendo, argumentam os que são a favor, o controle governamental de armas não é necessário.
Contudo, os que são contrários , apontam a Suíça como uma das nações desenvolvidas que apresentam controle mais rigoroso sobre armas. Afirmam que todas as armas são registradas e que a compra de armas curtas requer inspeção prévia e uma licença. Crimes com armas de fogo realmente são praticamente inexistentes na Suíça, portanto, concluem, é necessário um rigoroso controle sobre as armas.
Quem está certo? Como sempre os anti-armas estão errados, mas isso não torna o grupo favorável necessariamente certo. A posse de armas na Suíça desafia as simplificações e os chavões dos debates alhures.
* Traduzido e adaptado da revista American Rifleman de fevereiro de 1990 por autorização da National Rifle Association dos EUA.

Recado de Francisco Vianna

Vejam o que eu mandei colocar no Parque dos Eucaliptos, aqui em Jacareí, bem no centro da cidade
"O SOCIALISMO É UMA DOENÇA SOCIAL QUE PRECISA SER ERRADICADA!"
Saudações,
Francisco VIANNA

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Oposição: Lerda e conveniente

Encontrem uma só declaração de Antônio Anastasia(PSDB-MG), Geraldo Aclkmin(PSDB-SP), Beto Richa (PSDB-PR), Raimundo Colombo(DEM-SC), Marconi Perillo (PSDB-GO), Rosalba Ciarlini(DEM-RN) ou qualquer outro governador e prefeito de um partido de oposição, no exercício do cargo, contra o governo federal ou contra a presidente da República. Depois, crucifiquem Gilberto Kassab(futuro PSD-SP) por não exercer uma oposição ferrenha e agressiva, sendo prefeito da maior cidade do Brasil. E não esqueçam, por exemplo, que Aécio Neves, quando governador de Minas Gerais, orgulhava-se do excelente relacionamento que possuía com Lula.
Agora olhem o tamanho da base aliada do governo federal na Câmara e no Senado para ver se Dilma Rousseff precisa aliciar o novo PSD para continuar aprovando o que bem entender, rigorosamente dentro da lei. E para não aprovar, por pura birra, projetos que possam favorecer estados como Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Goiás, Rio Grande do Norte e a cidade de São Paulo, se algum destes governantes resolver peitar a governanta. Trancara repasses. Não autorizar empréstimos. Estas pequenas coisas que não atrapalham a gestão pública nos estados e municípios. Ontem, no Senado, a votação do trem-bala foi Dilma 44 x Oposição 17.Uma vitória acachapante. Uma tratorada histórica.Um exemplo, não acham?
Por favor, quem achar um membro do executivo, de partido da oposição, malhando a presidência da República, publiquem na área de comentários. Será o furo do dia deste Blog. Mas o melhor mesmo é, em vez de ficar procurando pelo em ovo, pensar em novas formas de fazer oposição ao dilmopetismo que está recém começando.
*Postado por O EDITOR

Desarmar para subjugar e destruir.

Um pouco de história para quem esqueceu ou nunca soube:
Em 1929, a União Soviética desarmou a população ordeira. De 1929 a 1953, cerca de 20 milhões de dissidentes, impossibilitados de se defender, foram caçados e exterminados.
Em 1911, a Turquia desarmou a população ordeira. De 1915 a 1917, um milhão e quinhentos mil armênios, impossibilitados de se defender, foram caçados e exterminados.
Em 1938, a Alemanha desarmou a população ordeira. De 1939 a 1945, 12 milhões de judeus e outros "não arianos", impossibilitados de se defender, foram caçados e exterminados.
Em 1935, a China desarmou a população ordeira. De 1948 a 1952, 20 milhões de dissidentes políticos, impossibilitados de se defender, foram caçados e exterminados.
Em 1964, a Guatemala desarmou a população ordeira. De 1964 a 1981, 100.000 índios maias, impossibilitados de se defender, foram caçados e exterminados.
Em 1970, Uganda desarmou a população ordeira. De 1971 a 1979, 300.000 cristãos, impossibilitados de se defender, foram caçados e exterminados.
Em 1956, o Camboja desarmou a população ordeira. De 1975 a 1977, um milhão de pessoas "instruídas", impossibilitados de se defender, foram caçados e exterminados.
Efeito do desarmamento efetuado nos países acima no século XX: 56 milhões de mortos.
Com o recente desarmamento realizado na Inglaterra e no País de Gales, os crimes a mão armada cresceram 35% logo no primeiro ano após o desarmamento. Segundo o governo, houve 9.974 crimes com armas entre abril de 2001 e abril de 2002. No ano anterior, haviam sido 7.362 casos. Os assassinatos com armas de fogo registraram aumento de 32%. Segundo as Nações Unidas, Londres é considerada hoje a capital do crime na Europa.
Tudo isso é óbvio, pois marginais não obedecem às leis.
Com o desarmamento, só gente honesta como você não poderá ter uma arma.
*Jorge Serrão (Alerta Total)

China chuta a cadeira do Brasil na ONU.

O Brasil novamente não obteve o respaldo chinês a vaga permanente no Conselho de Segurança da ONU. Em um comunicado conjunto durante a visita da presidente Dilma Rousseff ao país, Pequim limitou-se a apoiar "a aspiração brasileira de vir a desempenhar papel mais proeminente nas Nações Unidas".
Trata-se de posição semelhante à adotada há cerca de um ano, quando o dirigente máximo da China, Hu Jintao, visitou o Brasil.
No comunicado assinado com o então presidente Lula, falou-se em "compreensão e apoio" a papel maior do Brasil na ONU.
A China, um dos cinco membros permanentes do CS, mantém o discurso de que a reforma da ONU tem de ser mais ampla e consensual. Na prática, trabalha contra as candidaturas de Japão e Índia, países com quem mantém disputas históricas e que são aliados do Brasil no G4 -grupo que inclui a Alemanha e busca ascender no CS. (Da Folha de São Paulo)

Deputado faz confissão de culpa

Foto:Robson Bonin
Ou bem era uma missão oficial, ou o deputado Marco Maia (PT-SP) deve explicações mais convincentes do que as dadas ao anunciar que pagará suas despesas da viagem à Espanha.
Se havia uma missão oficial e o jogo entre Barcelona e Real Madri era uma feliz coincidência no caminho do grupo parlamentar, que incluía Romário, não faz sentido a renúncia ao direito de ser custeado pelo Tesouro, como anunciou o presidente da Câmara.
A questão é que foi providenciada uma “missão oficial” para justificar a viagem paga pelo erário para uma tarde futebolística. Há mais de um elemento claro para essa afirmação.
O encontro de Maia com seu par na Espanha, Bono Martinez, aconteceria num domingo, dia 17, sinal evidente de uma agenda forçada imposta ao colega espanhol.
Na pauta de Maia, dois temas para constar: energia eólica e entrada de brasileiros na Espanha. Nenhum desses temas se encaixa numa agenda parlamentar, mas na do Executivo.
A menos que alguém imagine que Maia tem uma preocupação profunda com a energia eólica a ponto de não poder esperar uma data mais oportuna para tratá-la com os deputados espanhóis.
Mas a viagem tinha de acontecer entre 14 e 17 porque o clássico que Romário sugeriu como programa é o real objetivo da viagem.
Uma pena que o Congresso não perceba – senão por virtude, por esperteza eleitoral, pelo menos -, que a deterioração gradativa da imagem dos políticos conspira a favor dos expedientes da chamada democracia direta – ou seja, aquela que dispensa intermediários.
Ou suas senhorias, os representantes eleitos.
Tudo isso favorece o clima plebiscitário tão ao gosto do chavismo, que diminui a importância do parlamento como fórum legítimo dos debates e decisões políticas.
O controverso projeto da Ficha Limpa, que tanto problema jurídico causou, é um sinal claro da impaciência e do descrédito da sociedade com o Congresso Nacional.
A sociedade começa a assumir o bordão “quem sabe faz a hora”

Políticos tem armas e capangas...e você?

quarta-feira, 13 de abril de 2011

O golpe da China

A China falsificou em grande escala moedas de euro que Alemanha engoliu. Um golpe multimilionário foi aplicado pela China na Alemanha e descoberto por investigadores alemães, foi noticiado largamente pela imprensa internacional.
Trata-se de um grande esquema de reaproveitamento ilegal de moedas retiradas de circulação por estarem danificadas.
O “negócio da China” teria causado um prejuízo de pelo menos 20 milhões de euros ao Bundesbank.
O golpe partia do fato que o BC alemão todo ano retira de circulação toneladas de moedas danificadas. As peças são desfeitas tendo apenas seus anéis externos separados da parte interior, no caso das moedas de 1 e 2 euros. A sucata era vendida à China para reciclagem. Tudo muito ecologicamente correto.
Porém, na China eram remontadas antes de serem rreenviadas à Alemanha, como dinheiro normal.
Funcionários da companhia aérea Lufthansa que têm limite de peso de bagagem maior teriam passado pelos controles de segurança com mais facilidade.
As moedas eram depois trocadas por notas no Bundesbank que as aceitavam ingenuamente como verdadeiras.
O Ministério Público de Frankfurt que investigou o caso, explicou que o Bundesbank é a única entidade europeía que aceita trocar moedas danificadas sem custos. O dinheiro era recebido em bolsas de mil euros e, geralmente, em vez de contado, só era pesado.
As autoridades germânicas julgam que, entre 2007 e 2010, os falsários chineses trocaram quase 30 toneladas de moedas fajutas. O golpe só foi descoberto quando seguranças de um aeroporto notaram um peso excessivo na bagagem de um dos funcionários da Lufthansa e encontram as moedas.
Em comunicado de imprensa o Bundesbak ( http://bit.ly/dX9paG ) se limitou a informar que nenhum funcionário do banco é suspeito e que as autoridades estão conduzindo um inquérito, reconhecendo a existência do esquema.
Falsificar moeda é um delito praticado desde que há moeda. Porém, a grande escala desta falcatrua sugere que não é só à moeda que se restringem as manobras comerciárias e econômicas chinesas... e a ingenuidade ‒ ou cumplicidade ‒ ocidentais.

A demagogia e o engodo do desarmamento.

A foto vale mais que mil palavras...
Além da corrupção outra praga que assola o país é a demagogia!!!
Das armas que aparecem nesta foto quantas foram registradas ou compradas legalmente em lojas especializadas?
Dentre os políticos favoráveis ao cerceamento do direito do cidadão defender-se ou ter uma proteção potencial para si, sua família e seu patrimônio, pontifica uma maioria governista.

São os que torcem pela possibilidade de enfraquecer a sociedade subjugando-a e fragilizando o cidadão de bem.
A legislação vigente, que rege o porte e registro de armas, já é bastante exigente. Tão exigente que nenhum outro país democrático possui uma legislação similar.
A demagogia advinda dos partidários do chamado “desarmamento” chegaram ao ponto de, numa demonstração de oportunismo exagerado, aproveitar-se do episódio da escola e Realengo para instituir um plebiscito para questionar a população brasileira sobre o uso do desarmamento.
Esta iniciativa nada mais é do que uma cortina de fumaça para encobrir o resultado de uma gestão pública temerária que nos está empurrando para o abismo da inflação que já penaliza o trabalhador brasileiro.
A atual gestão pública da União demonstra, claramente, que não dispõe do devido conhecimento e capacidade de administrar a economia de um país que lhes foi entregue, a oito anos atrás, com sólidos alicerces econômicos e a devida regulação dos serviços públicos.
O que foi saneado no país, após o plano real, está indo a bancarrota, pelo aparelhamento do Estado, hoje sob gestão de gente de visível incapacidade técnica-administrativa, pelo populismo irresponsável, pelos gastos públicos descontrolados e pela corrupção que caracteriza as ações de governo , desde que os socialistas de botequim, e seus aliados, estão frente do poder.
O desarmamento da população decente é o primeiro passo para premiar os bandidos que, sem o devido apreço pela lei e com a contumaz facilidade de adquirir armas, encontrarão o cidadão fragilizado e fácil de ser vitimado.
Será o primeiro e objetivo passo para a implantação de uma ditadura de esquerda que não terá o menor pudor em desrespeitar as liberdades individuais, a democracia, o patrimônio e o estado de direito.

terça-feira, 12 de abril de 2011

Corrupção sem tamanho

José Ernesto Credendio - Folha de São Paulo:
O Tribunal de Contas da União confirmou superfaturamento e pagamento por serviços fantasmas em contratos firmados pela Presidência para a impressão de 5 milhões de cartilhas de propaganda do governo Lula, entre 2003 e 2005.
O montante desviado, entre itens superfaturados e não entregues ao governo, segundo o TCU, é de cerca de R$ 10 milhões.
Foram aplicadas multas de R$ 2,6 milhões a gráficas, agências de publicidade e a parte do núcleo que comandava a área de comunicação do governo, então dirigida por Luiz Gushiken.
A decisão do TCU é do dia 29 de março. Agora, o acórdão e cópias do processo seguem à Procuradoria da República, que irá avaliar se houve improbidade administrativa e desvio de recursos.
A partir de 2003, a Secretaria de Comunicação de Governo adquiriu cartilhas para divulgar ações do governo. Normalmente, o material deveria ter sido entregue ao governo e depois distribuído.
Mas cerca de 1 milhão de cartilhas, segundo a Secom, teriam sido distribuídas aos diretórios do PT sem passar por controle oficial.
Segundo o TCU, os investigados não conseguiram comprovar que as cartilhas tenham sido entregues ao PT.
A decisão ainda levanta a suspeita sobre o PT ao dizer que "o procedimento adotado [...] não permite atestar que tenham sido entregues exemplares da revista, nem [...] permite afastar a possibilidade de que os documentos fiscais tenham constituído apenas crédito do partido para com as gráficas".
Parte do dinheiro do contrato foi parar nas contas das agências Duda Mendonça, do ex-marqueteiro de Lula e réu no mensalão, e Matisse, de Paulo de Tarso Santos, antigo amigo do ex-presidente.
Além de ter de devolver o dinheiro, as agências foram multadas em R$ 300 mil (Duda) e R$ 290 mil (Matisse).
Gushiken foi absolvido porque, para o tribunal, ele não teria que manter controle direto sobre essas compras. Foram multados seus ex-subordinados Jafete Abrahão (ex-subsecretário de Publicações, Patrocínios e Normas), Expedito Carlos Barsotti (ex-subsecretário de Publicidade) e Luiz Antônio Moretti e Lúcia Maria Mendes (ex-assessores).
As gráficas Burti, Pancom, Kriativa, Takano e Web foram punidas com multas e devolução do dinheiro.
O processo se arrasta no TCU desde 2005, quando o caso foi descoberto e investigado na CPI dos Correios, durante o escândalo do mensalão. Cabe recurso no TCU.

A que leva o comunismo.

Crise alimentar na Coreia do Norte afeta 6 milhões de pessoas

Por Mônica Villela Grayley, da Rádio ONU em Nova York:
As Nações Unidas alertaram sobre a crise alimentar que está afetando 6 milhões de pessoas na Coreia do Norte. Deste total, cerca de 1 milhão são crianças com menos de cinco anos de idade.
O número equivale a 25% da população do país asiático. A avaliação foi organizada pelo Unicef, pelo Programa Mundial de Alimentos, PMA, e a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, FAO.
Isolamento
A comida é racionada na Coreia do Norte. Segundo autoridades do país, se nada for feito, os centros de distribuição de alimentos deverão ficar vazios até o fim deste mês ou início de maio.
Uma das razões para a escassez de alimentos na Coreia do Norte é o isolamento político-econômico do país, além dos efeitos das mudanças climáticas.
No ano passado, enchentes destruíram grande parte das plantações de arroz afetando as colheitas. A situação piorou com um surto de febre aftosa que colocou em risco a produção de carne.
Muitas famílias que só fazem duas refeições por dia estão com insuficiência de calorias necessárias para a nutrição. Carne e gordura são elementos que faltam na mesa de muitos norte-coreanos.
*Texto publicado originalmente no site da Radio ONU.

Finalmente, um discurso tucano de oposição no Senado.

"A administração de Dilma Roussef, nos seus cem dias vive situação surrealista. Herdeira dos erros e danos gerados pelo Governo anterior, encobertos pelo marketing propagandístico, ufanista, não pode enfrentar com transparência a verdadeira herança maldita recebida, primeiro porque foi responsável e ativa geradora, já que era considerada a administradora geral dos programas governamentais.
Segundo, porque a sua eleição deveu-se à acachapante popularidade fabricada pelo festival de irresponsabilidades fiscais do Governo Lula. É, portanto, herdeira sacramentada e fiel depositária do descontrole das contas públicas, que vem penalizando danosamente os seus cem dias de Governo.
Recolhida ao silêncio palaciano, ela é compelida a sorver os equívocos do seu antecessor. Em vez dos comícios públicos diários, da inauguração de obras inacabadas, de lançamento de projetos ilusórios, o seu Governo vem cultivando o mutismo, não por respeito à liturgia presidencial, mas para evitar confronto com o antecessor. Sua postura tem exibido inegavelmente um contraponto ao comportamento açodado e atropelador da liturgia do cargo do mandatário anterior."
*Trecho do discurso, no Senado, do Senador Alvaro Dias

Video da copa do mundo...na Russia em 2018.

E nós, brasileiros, o que estamos fazendo para 2014? Vocês viram algum vídeo nosso... promovendo 2014 ?
Olhe que espetáculo de video:

Nós, brasileiors,ainda não sabemos todos os locais da competição, a forma de financiamento dos estádios necessários, o que fazer com os aeroportos e como diminuir a fragilidade do sistema elétrico, etc...!!!
Já na Rússia...
Assista o vídeo promocional do Mundial de Futebol 2018 na Rússia.
Veja os estádios e quando ficarão prontos! Veja os meios de transporte: aviões, trem bala. E os aeroportos!!!
E aqui???

Negócio da China

Por Sergio Leo:
Duas empresas chinesas, a China Southern e a Hebei Airlines, aproveitarão a viagem da presidente Dilma Rousseff à China para anunciar a compra de jatos EMB 190, fabricados pela Embraer, em resposta à reivindicação brasileira de vendas de maior valor agregado ao país asiático.
A Hebei, lançada no ano passado, comprará 25 jatos, e a China Southern, que já havia anunciado em janeiro a compra de dez EMB-190, por intermédio da chinesa CDB Leasing, confirmará a aquisição de mais dez. O jato tem capacidade para transportar até 114 passageiros. Dilma chega hoje e fica na China até o dia 18. É a terceira viagem internacional da presidente e a primeira à Ásia.
O Brasil negocia ainda a transformação da fábrica da Embraer na China, para que ela possa montar no país o jato executivo Legacy 600. A unidade está ameaçada de fechamento, por causa da decisão dos chineses de não comprar mais os jatos EMB 145, de 50 lugares, fabricados lá pela associação entre a chinesa Avic e a Embraer. Os contratos com a Embraer fazem parte de um pacote de cerca de 20 acordos e memorandos de entendimento, que devem ser assinados durante a visita de Dilma.
Entre os gestos de aproximação feitos pelos chineses, estará o credenciamento de dez frigoríficos, que serão autorizados a exportar, pela primeira vez, carne de porco do Brasil diretamente à China. Com a medida, a associação dos exportadores de carne suína do Brasil estima que a China, em cinco anos, poderá absorver cerca de 200 mil toneladas anuais, 37% das exportações brasileiros do produto em 2010.
A Petrobras, como antecipou o Valor, assinará contratos com as chinesas Sinochem e Sinopec, para, respectivamente, recuperação de petróleo em reservas de difícil extração e para iniciar exploração de dois blocos no litoral dos Estados do Pará e Maranhão. A Eletrobras e a chinesa State Grid assinarão parceria, o que deve facilitar a entrada da empresa da China nos leilões de energia no Brasil.
A fabricação dos Legacy na China, para aproveitar o crescente mercado de aviação executiva, é o principal objetivo das negociações entre Embraer e chineses, com apoio do governo brasileiro. A retomada das compras de aviões brasileiros, após um período de incerteza, em que a concorrente canadense Bombardier começa a produzir também na China, é, porém, a primeira demonstração concreta dos chineses no interesse em prestigiar a relação bilateral.
Os dois países assinarão, ainda, acordo de defesa, que prevê troca de tecnologias e informações, ações conjuntas e intercâmbio de especialistas. No comunicado conjunto a ser assinado amanhã pela presidente e pelo presidente chinês, Hu Jintao, a China deverá acompanhar o Brasil na defesa de uma reforma nos mecanismos de decisão da Organização das Nações Unidas (ONU). Mas rejeitava, até ontem, qualquer menção específica ao Conselho de Segurança, em que o governo brasileiro reivindica um assento permanente.
Os últimos gestos chineses, contrários a mudanças nas Nações Unidas por temor de abrir espaço para maior influência de Índia e Japão, concorrentes asiáticos, fazem com que o governo brasileiro já considere uma vitória a concordância em mencionar favoravelmente a reforma na instituição.
Brasil e China devem firmar, também, acordos para instalação de um centro de pesquisas em ciência e tecnologia, com ênfase em nanotecnologia, acordos de troca de informações e experiências entre seus institutos de metrologia, além de cooperação em biocombustíveis e para maior uso do bambu como material em setores como têxtil e construção civil. A Embrapa firmará dois acordos, para projetos de agricultura sustentável e intercâmbio de pesquisadores.
Dilma visita a China acompanhada por uma comitiva de ministros e de 250 empresários, que representam distintos setores da economia. Para os empresários brasileiros, o mercado chinês é fundamental, mas eles também cobram limites para as importações oriundas da China.
Na semana passada, o porta-voz da Presidência da República, Rodrigo Baena Soares, disse que a expectativa da viagem é que as conversas levem à abertura de oportunidades em vários setores do comércio na China.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Fala sério: Entrevista com Jair Bolsonaro


* http://adireitabrasileira.blogspot.com/2011/04/fala-serio-entrevista-de-jair-bolsonaro.html

O retrocesso no Peru

O Peru, país da América latina que vem sendo administrado por um governo de direita, tendo o maior crescimento econômico da América latina nos últimos anos, com percentuais de crescimento que chega ao dobro dos demais países vizinhos, poderá, nestas eleições estabelecer um retrocesso à esquerda, dependendo do que o provável candidato vitorioso Ollanta Humala, um ex-militar de esquerda, escolher ou aceitar como apoioadores no segundo turno.
Em três pesquisas de boca de urna já haviam dado como certa a vitória de Humala e a ida ao segundo turno.
Segundo as pesquisas, Fujimori ficou em segundo lugar com pequena vantagem sobre o terceiro colocado, o ex-primeiro-ministro Pedro Pablo Kuczynski.
A sondagem Datum deu a Humala 33,8% dos votos, seguido de Fujimori com 21,3%. Pedro Pablo Kuczynski teve 19,5 %, e o ex-presidente Alejandro Toledo, 15,%.
Pesquisa do instituto Ipsos mostrou Humala com 31,6%, Fujimori com 21,4%, Kuczynski com 19,2% e Toledo, 16,1%.
Sondagem CPI deu Humala com 33%, Fujimori com 22% e Kuczynski em terceiro com 19%.
Se de fato nenhum candidato obtiver 50% dos votos, os dois líderes disputarão o segundo turno em 5 de junho.
A contagem rápida das eleições presidenciais peruanas neste domingo (10), que representa um resultado preliminar do pleito, confirmou que o ex-militar de esquerda Ollanta Humala lidera com comodidade, à frente da parlamentar Keiko Fujimori, que o acompanharia no segundo turno, previsto para o dia 5 de junho.
*Informações do Portal G1

Burrice de Estado

Tributar a exportação de minério concederá uma vantagem aos concorrentes estrangeiros da Vale.
Derrubado o presidente da Vale, o governo estuda o próximo passo para impor seus interesses e suas concepções econômicas à maior empresa privada do Brasil, segunda maior mineradora do mundo e líder mundial na extração de minério de ferro. O Palácio do Planalto mandou o Ministério da Fazenda examinar uma forma de tributar a exportação do minério, para reduzir os embarques de matéria-prima e aumentar as vendas externas de aço, produto de maior valor agregado. Para isso a empresa teria de ampliar seu investimento em siderurgia. A decisão só será tomada depois dos estudos, informou ao Estado uma fonte ligada ao poder central. Segundo a mesma fonte, a presidente se mostraria sensível ao que era uma das obsessões do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Durante mais de metade de seu segundo mandato, o presidente Lula se esforçou para mandar na Vale e, diante da resistência do presidente da empresa, passou a manobrar para derrubá-lo. Esta parte da tarefa já foi cumprida pela presidente Dilma Rousseff. O afastamento de Roger Agnelli foi anunciado oficialmente pela companhia na sexta-feira. Uma agência foi contratada para buscar e sugerir nomes para a substituição, mas alguns possíveis sucessores já têm sido mencionados por pessoas envolvidas no processo.
O novo presidente da Vale terá um mau começo, se aceitar previamente a interferência do governo. Se estiver disposto a receber ordens do Palácio do Planalto ou de qualquer Ministério, o governo nem precisará tributar o minério para forçar a empresa a investir mais em siderurgia. Ao mostrar submissão, esse presidente iniciará sua nova carreira já enfraquecido e enviará uma péssima informação ao mercado e aos acionistas particulares.
As manobras do governo para comandar a Vale têm sido motivadas por uma combinação de ideias estapafúrdias e de impulsos perigosos. É estapafúrdia, em primeiro lugar, a ideia de forçar maiores investimentos em siderurgia, quando o setor está com uma enorme capacidade ociosa - no País e no exterior. A presidente Dilma Rousseff saberia disso, se tivesse o trabalho de consultar os profissionais do setor. A Vale já investe na produção de aço, mas em ritmo compatível com uma estratégia racional.
Em segundo lugar, é um desatino a ideia de tributar a matéria-prima para forçar a exportação de produto de maior valor agregado. Essa tolice reaparece, de tempos em tempos, sob nova roupagem - estimulada, às vezes, por interesses privados. Há anos, empresas do setor calçadista convenceram o governo a tributar a exportação de um tipo de couro.
O governo cedeu à esperteza de alguns e cometeu a bobagem. Um dos efeitos foi o desvio das exportações de couro brasileiro pelo Uruguai. O resultado poderia ter sido pior - a perda de mercados para os concorrentes.
Tributar a exportação de minério concederá uma vantagem aos concorrentes estrangeiros da Vale. Ninguém forçará uma grande potência importadora, como a China, a pagar mais pelo minério ou a comprar mais aço do Brasil por causa dessa manobra ridícula. Depois, a mera ideia de tributar matéria-prima para aumentar a exportação de bens de maior valor agregado é uma infantilidade. No máximo, a medida poderia ter algum efeito se o país tivesse o monopólio da matéria-prima. Não é o caso e, mesmo que fosse, o expediente seria discutível.
Se houvesse alguma inteligência nessa proposta, valeria a pena aplicá-la de forma radical. Por que não tributar também a exportação de aço, para favorecer a venda de automóveis, tratores e outros produtos fabricados com esse tipo de insumo? Por que não taxar o milho, a soja e a ração, para ampliar as vendas de carnes? Ou, ainda, por que não dificultar os embarques de café em grão - o Brasil é o maior exportador do mundo -, para multiplicar as vendas do produto instantâneo e do torrado? O desatino seria o mesmo em todos esses casos.
Mas o governo pode ter outros motivos, também, para mandar numa empresa como a Vale. Orientar seus investimentos para este ou aquele Estado ou município pode ser uma forma de distribuir enormes favores. E, se a ordem é conceder benefícios à custa de uma grande companhia, por que privar os aliados de mais alguns bons empregos?
* Artigo Desatinos contra a Vale, no O Estado de S. Paulo - 03/04/2011 - http://bit.ly/ffYUtj )

O discurso ameno dos tucanos só ajuda a petezada

O PT, se estivesse no lugar do PSDB, faria o seguinte discurso:
"O governo da Dilma e do Lula gastaram demais no cartão corporativo, nas viagens, nas diárias e no empreguismo na máquina pública. Agora é você que está pagando o preço desta gastança sem controle. A inflação está de volta. O mês está maior do que o seu salário. Em vez de aumentá-lo, a Dilma aumenta a gasolina, o álcool, a comida no supermercado e já está falando até em diminuir o número de prestações para que você não possa comprar o seu fogão, a sua geladeira, o seu carrinho. Os juros já dispararam e o banco está cobrando mais impostos de você. Sabe como é que o governo quer que os preços baixem? Impedindo que você compre! Dificultando o crédito! Com isso, as lojas não vendem e demitem os vendedores. As indústrias não produzem e demitem os operários. Quem tem que parar de gastar é a Dilma, não você que trabalha duro para comprar o que precisa".
Este é o discurso politicamente correto para quem está na oposição e almeja voltar ao poder. Não era este o discurso do Lula? Resumo: os tucanos aprendem a falar com o povo ou, de novo, vão falar com as paredes. Oposição não tem obrigação de dar solução. Oposição tem o dever de meter o dedo na ferida e mostrar o quanto o eleitor está perdendo em função da incompetência do governo. Entenderam ou precisa desenhar? ( Blog Coturno noturno )

A distribuição de renda

Dizem que se se dividir todo o dinheiro disponível que há no mundo para os pobres dará muito pouco para cada um. Sem contar que os pobres não investem em atividades produtivas, especialmente porque não têm experiência ou porque não faz parte do seu horizonte; num primeiro momento gastarão com produtos básicos de consumo e supérfluos: não vão investir em abertura de empresas.
O que gera riqueza são as empresas (entes produtivos) que empregam mão-de-obra e recolhem impostos aos cofres do governo. A mão-de-obra remunerada pelas empresas fará o dinheiro circular junto a diversas empresas de consumo que também empregarão mão-de-obra.
Conclusão: se se distribuir todo o dinheiro que há no mundo aos pobres a pobreza aumentará, pois só os muito ricos podem tocar certos projetos de grande magnitude porque têm capital. Os pobres, gastando todo o seu dinheiro em produtos básicos de consumo e supérfluos não recolherão impostos para o governo que... falirá.
Os Estados Unidos é um país especial porque recebe pessoas de todo o mundo. Hoje em dia, por causa do 11 de setembro e das medidas de segurança que eles adotaram, pode ser que esteja entrando menos imigrantes.
Mas imagine! um país que recebe para morar muitos estrangeiros ter que dar conta de empregos para todos eles. Creio que ainda não é possível, mesmo nos EUA.
Dos 45 milhões de pobres que há nos EUA, creio que a sua grande maioria deve ser de imigrantes que não conseguiram se colocar no mercado. Mas há uma porcentagem que não se adapta ao trabalho ou ao meio-ambiente em que vive.
Ai! Será que tenho o dom para ser economista?
*Texto de Carmen Gomes, por e-mail, via resistência democrática

Identidade para crianças

Foto de Edson Santos
Proposta, da deputada Andreia Zito (PSDB-RJ), através do Projeto de Lei 278/11, em tamitação na Câmara, determina que toda criança tenha documento de identidade civil, com foto e impressão digital, a partir dos 6 anos e estabelece ainda que a certidão de nascimento da criança deverá conter, além dos dados de filiação e do local de nascimento, sua impressão plantar e a impressão digital dos pais.
Projeto idêntico (PL 7995/10) já fora apresentado pela Comissão Parlamentar de Inquérito destinada a investigar as causas de desaparecimento de crianças e adolescentes no período de 2005 a 2007.
Andreia Zito foi relatora da CPI, encerrada em novembro do ano passado. A matéria proposta pela comissão foi arquivada ao final da legislatura passada, mas agora vem com mais força em razão dos últimos acontecimentos.

Aécio acabou com o DEM. Agora vai acabar com o PSDB com a ajuda de Sérgio Guerra.

É fato notório que Aécio Neves(PSDB-MG) foi o principal responsável pela implosão do DEM. Lembram de Rodrigo Maia(DEM-RJ), presidente do Democratas, atacando José Serra durante a campanha presidencial, a mando do então candidato ao Senado por Minas? A interferência de Aécio foi tamanha no DEM que o partido implodiu. Pois agora o aparelhamento aecista também chega ao próprio PSDB. O atual presidente e candidato à reeleição, Severino Sérgio Estelita Guerra (PSDB-PE) declarou, na semana que passou:
"Eu não tenho nada pessoal contra o Kassab, mas aparentemente ele teve seus objetivos bloqueados no partido em que estava, aí decide fazer um partido que desbloqueie para ele os caminhos. E lança um projeto que reúne quem está sobrando em todos os outros partidos". E continuou: "Alguém pergunta se é partido de direita, de centro, de esquerda, e ele não tem certeza de qualquer posicionamento. Lança projeto que soma ressentimentos, isso não dá futuro, isso não é partido. A democracia deve acabar com partidos como esse. Lançar um partido assim é andar contra a história."
O PSD caminha para ser maior do que o DEM. E o presidente do PSDB ataca a nova legenda de oposição. O seu projeto pessoal é, depois de trair vergonhosamente Jarbas Vasconcelos na última eleição e botar os prefeitos tucanos a trabalharem por Dilma, em Pernambuco, fazer um acordo com o PSB, cujo presidente é daquele estado. Antes disso, os tucanos aecistas vão engolir o que sobrar do DEM. A fusão está negociada. São Paulo, Paraná, Goiás, últimos redutos do PSDB que fiquem atentos. O projeto de Aécio é o Projeto Minas. É único, pessoal e intransferível. Deixem que ele comande o partido para ver no que vai dar. ( Blog Coturno Noturno )
COMENTÁRIO: Esse cidadão...líder da oposição? Acho que ja ouví coisas bem mais duras de representantes do próprio governo.Esta dicotomia São Paulo x Minas Gerais só ajuda ao PT. Os paulistas têm de aprender a fazer politica com habilidade e não com autoridade e os mineiros tem de ser mais pragmáticos, incisivos, objetivos e serem menos polidos.
Com a quadrilha que esta instalada na politica brasileira não pode haver tratamento educado. ( gracialavida)

Mensagem para os entrevistados do Faustão

Assistimos uma psicóloga, um especialista em coisa alguma e dois policiais militares participarem (os que participaram do caso na escola, um deles o responsável pelo tiro no adolescente) do programa do Faustão.
O que mais me chamou a atenção foi que em nenhum momento qualquer dos entrevistados citou o fato de que a segurança pública no país está falida e que as armas que o adolescente esquizofrênico usou para assassinar crianças eram ilegais e não pertenciam a pessoas honestas que possuem armas para defender seu patrimônio e a vida de suas família.
O “especialista” aproveitou a oportunidade para fazer uma insistente propaganda do desarmamento dizendo algumas besteiras e omitindo o fato que um bandido pensa três vezes antes de entrar em uma casa se ele desconfia que lá mora alguém armado. Para completar falou meias verdades sem enfatizar o fato de que é quase impossível hoje alguém comprar e registrar uma arma no país. Fala sério especialista....
O que o PT quer é confiscar as armas que tiveram seus registros renovados na sacanagem preparada pelo desgoverno do Retirante Pinóquio. O pano de fundo desse papel de idiota é servir de cúmplice para que o desarmamento da sociedade civil sirva para o fascismo ditatorial que está em vigor no país assuma a parte de sua face genocida ainda escondida.
Vou dizer para este lacaio do petismo que o PT não está interessado em acabar com comércio ilegal de armas, pois está há mais de dez anos no poder e a criminalidade somente aumenta. O que o PT quer é desarmar a sociedade civil para que seu projeto socialista entre no ar sem volta nos próximos 50 anos.
O que faz o PT ficar cada vez mais próximo de atingir seus objetivos são os esclarecidos formadores de opinião que fazem o papel de canalhas ou de idiotas a serviço de um partido que permitiu que o poder público fosse transformado em um covil de bandidos.
Por que esse especialista não declarou que morrem no país mais de 140 pessoas por dia, a maioria abatida por balas de armas ilegais que somente existem porque a segurança pública do país é incompetente ou corrupta?
A palhaçada vai começar novamente com idiotas declarando que se desarmarem as pessoas de bem as mortes vão diminuir. Essa gente devia ter um pouco mais de vergonha na cara.
*Geraldo Almendra - Por e-mail, via resistência democrática

domingo, 10 de abril de 2011

Mais uma do Ministério do trapalhão

Do blog de João Bosco Rabello:
Secretário de Educação do governo de Minas, na gestão de Israel Pinheiro, na década de 60, José Maria Alkmim, célebre pelas frases de efeito, cercou-se de cuidados ao assumir o cargo.
Prevenido, evitou nomeações políticas para áreas estratégicas, preenchendo os cargos de chefia com candidatos de currículo indiscutível.
Porém, mal sentou na cadeira e teve de enfrentar uma violenta reação a uma portaria da qual jamais tomara conhecimento, assinada por uma jovem e impetuosa auxiliar, que provocou um verdadeiro levante político contra o governo.
Foi informado de que prefeitos, deputados estaduais, diretores de escolas, alunos e professores entulharam de cartas a chefia de gabinete do governador em protesto contra a medida.
De uma escola política mineira que fez fama pela habilidade e sabedoria, Alkmim convocou a funcionária, ainda admitindo a possibilidade de uma explicação razoável que lhe permitisse, mesmo revogando a portaria, mantê-la no cargo.
Do que desistiu após o seguinte diálogo: “Secretário, o senhor me desculpe, mas eu continuo irredutível quanto à nossa portaria”, disse a auxiliar.
“Eu é que peço desculpas”, respondeu o secretário. E arrematou: “A senhora pode ser irredutível com a sua assinatura. Com a minha, não”.
O episódio foi lembrado esta semana por uma raposa mineira a propósito do recente anúncio feito pela diretora nacional de Políticas Educacionais Especiais do MEC, Martinha Claret, do fechamento de escolas centenárias especializadas para surdos e cegos – o Instituto Nacional de Ensino de Surdos (Ines) e o Benjamim Constant, no Rio de Janeiro.
É uma daquelas medidas tomadas em nome do “politicamente correto”, sem consulta aos principais interessados, que não querem freqüentar escolas convencionais despreparadas para recebê-los.
Estas também consideram que esse é o tipo de inclusão social equivocada.
A má repercussão do anúncio levou o ministro da Educação, Fernando Haddad, a desautorizar a funcionária, que manteve no cargo com uma singela explicação: “A Martinha manifestou às escolas uma opinião pessoal e isso gerou um mal entendido”.
A saída salomônica, que caracterizou o governo Lula, do qual Haddad é continuação, pegou mal para o ministro no meio político, onde se interpretou que ou ele tinha conhecimento da medida, e com ela concordava, ou deveria procurar inspiração em Alkmim e dispensar uma auxiliar que vende opinião pessoal como decisão do ministério.
Alguns lembraram que Haddad já hesitara em dispensar os responsáveis pelos sucessivos fracassos na aplicação das provas do Enem e ainda resiste à mudança do modelo seletivo que permanece inviável para um universo de 4 milhões de alunos em busca de vaga nas universidade federais.
No mérito, a inclusão social invocada para justificar o fechamento das duas instituições é questionável. As escolas convencionais, que já têm dificuldades com alunos sem limitações, já disseram não ter estrutura para atender à demanda específica própria do ensino especializado.
* Texto do artigo: O dono da assinatura.

Política com amor

*Arte de Silvane Sabóia - silsaboia@terra.com.br

Nenhum farsante escapa da vala comum reservada aos falsificadores da História

“Não fale uma sandice dessas”, irritou-se o ex-presidente Lula com Denise Chrispin Marin, correspondente do Estadão em Washington. “Conheço as pessoas e sei como me referi a elas”, continuou, decidido a ampliar a coleção de momentos inverossímeis registrados na entrevista coletiva desta quarta-feira. Ao saber que o palestrante aprendiz está pronto para pacificar a Líbia – é só Dilma Rousseff chamar –, a jornalista lembrou que em dezembro de 2003, num jantar em Tripoli, Lula qualificou Muammar Kadafi de “companheiro e amigo”. E então o ator canastrão incorporou o ofendido de araque para garantir que não disse o que disse.
Não parou por aí. “Jamais falaria isso por uma razão muito simples: porque eu tenho discordância política e ideológica com Kadafi”, recitou sem ficar ruborizado. Ou porque é muito gentil ou porque a perplexidade a emudeceu, Denise desperdiçou uma boa chance de emparedar o embusteiro. Deveria ter registrado que os afagos verbais em Tripoli foram confirmados pelo nicaraguense Daniel Ortega e pelo argelino Mohamed Ben Bella, presentes ao jantar. Foram também testemunhados pelo tradutor sem o qual Lula não sabe o que se passa ao redor.
Melhor ainda seria recordar ao amnésico seletivo que as carícias retóricas murmuradas em Tripoli foram reprisadas há um ano e meio em Sirte, na 13ª Reunião de Cúpula da União Africana. E desmontar a farsa com a leitura em voz alta da reportagem do enviado especial Andrei Netto, publicada pelo Estadão em 2 de julho de 2009. Um dos trechos reproduz a derramada saudação a Kadafi feita por Lula: “Meu amigo, meu irmão e líder”, discursou o convidado de honra, mirando com olhar de noiva o psicopata anfitrião.
O restante do palavrório deixou claro que aquilo não fora um escorregão de palanqueiro sem compromisso com a verdade. Lula estava lá para reafirmar a solidariedade do governo brasileiro a estadistas incompreendidos. Elogiou abjeções mundialmente desprezadas, louvou celebrou a generosidade de assassinos, louvou o fervor democrático de liberticidas, festejou o patriotismo de corruptos de carteirinha e reiterou a admiração pela biografia infame do ditador da Líbia.
Mais de sete anos depois de Tripoli, menos de dois depois de Sirte, o companheiro, amigo, irmão e liderado de Kadafi resolveu proclamar inexistentes o acasalamento promíscuo e as cenas de cumplicidade explícita. É tarde. E é impossível. Espertalhões bem mais sagazes que Lula também tentaram substituir fatos amplamente documentados por mentiras convenientes. Nenhum dos farsantes foi muito longe. Todos acabaram vencidos pela verdade. Todos jazem na vala comum reservada aos falsificadores da História.
*Texto de Augusto Nunes