sábado, 18 de outubro de 2014

Sair do pântano.

(...)
Começa a decidir o futuro do Brasil. São 12 anos de governo do PT, que a todo custo pretende permanecer no poder. Lula em discurso recente, segurando os ombros de Dilma, disse pausadamente: "Eles não sabem o que somos capazes de fazer para ter você por mais quatro anos".
Boa parte da sociedade, cerca de 50%, que votará na oposição ao PT, em Marina ou Aécio, no primeiro turno, com certeza teme o que Lula e companheiros possam fazer, mas creio que jamais imaginariam a adoção, na propaganda eleitoral, das táticas desleais próprias do totalitarismo, não sendo admissível que a presidente, com a responsabilidade do cargo, viesse a desinformar a sua população no processo de desconstrução da adversária.
Hitler considerava, como destaca Domenach em conhecido trabalho (La Propagande Politique, Paris, 1950), ter a grande maioria, a massa, disposição a que suas opiniões e seus atos sejam determinados antes pela impressão causada em seus sentidos do que pela reflexão. A tática da propaganda em regime autoritário consiste em alternar terror e exaltação.
O terror infunde-se, como explica em outro trabalho clássico Driencourt (La Propagande, Nouvelle Force Politique, Paris, 1950), pela ligação de situação que a sensibilidade geral aceita integralmente, sem discussão, com uma ideia que se pretende incutir, relacionando-a falsamente com a situação já acolhida. Para a grande maioria, a percepção do papel dos bancos e dos banqueiros é a de explorar os mais fracos e se beneficiar com sua pobreza, refestelando-se com a desgraça alheia para encher as burras (vejam-se juros do cartão de crédito e do cheque especial).
A propaganda de Dilma valeu-se dessa posição emocional, aceita sem discussão pela sociedade, e aliou falsamente a proposta de independência do Banco Central a uma liberdade de ação dos bancos comerciais cujo resultado seria o sumiço da comida da mesa dos pobres e a falência da educação, com o desaparecimento dos livros de estudo, ante o sorriso triunfante dos banqueiros.
É evidente a desfaçatez, a desonestidade intelectual, como se o Banco Central, uma autarquia responsável pela definição da política monetária, fosse um banco comercial e sua independência não significasse, como em todos os países desenvolvidos, a garantia de condução da economia e de promoção de estabilidade da moeda, longe dos interesses políticos efêmeros.

Pouco importa que Dilma já tenha defendido a autonomia do Banco Central, o que interessa para manter o poder é deslanchar uma artilharia psicológica visando a amedrontar a população, alertando para o desastre da vitória da adversária à qual se atribui, mesmo contra todas as evidências, a instalação do reino dos banqueiros, a desgraça dos pobres com o fim do Bolsa Família. A parcela pensante do eleitorado vê a desgraça em ficar nas mãos de pessoas que mentem descaradamente para assegurar o poder a qualquer custo, como ameaçou Lula.
Hitler, em seu livro Minha Luta, pregava abertamente que a propaganda deve estabelecer o seu nível intelectual segundo a capacidade de compreensão do mais limitado dos seus destinatários. Assim, valeu-se a propaganda dilmista do desconhecimento de boa parte do eleitorado do que seja o Banco Central para unir à proposta de sua autonomia a consequência de plena liberdade dos bancos comerciais, quando a verdade é exatamente o contrário. Sem jamais nenhum candidato ter dito que interromperia o benefício do Bolsa Família, apregoava-se, na propaganda de Dilma, o seu fim iminente com a vitória de Marina ou de Aécio.

Se, de um lado, se cria um clima de terror, de outro se apresenta o Brasil como a Ilha da Fantasia, onde tudo corre às mil maravilhas, com grandes conquistas, num ufanismo graças ao qual se propaga que somos todos felizes e continuaremos felizes se mantivermos Dilma e seu grupo no poder.
O cúmulo da exaltação foi a utilização, sem nenhum constrangimento da presidente, da tribuna da ONU na abertura da Assembleia-Geral para falar ao público interno sobre as conquistas do governo Lula e do seu, visando a aparecer nos noticiários televisivos dando a impressão de se constituir numa consagração universal.
Nesta hora de definição, é importante que a decisão seja no sentido de escolher quem possa derrotar Dilma e tenha condições de liderança pessoal para levar à frente a restauração do País nos planos moral e econômico. Marina, por sua trajetória de lutas, pode vir a cumprir esse papel fundamental. E deverá fazê-lo com o apoio do PSDB, tal como sucedeu no governo Itamar Franco, quando esse partido deu respaldo político e massa crítica com a participação de ilustres peessedebistas em órgãos da administração, assegurando governabilidade e condições técnicas para mudar o País, tal como efetivamente mudou com o Plano Real.

O receio de Marina ter sido do PT e ser um PT2 não pode servir de argumento contra a ex-senadora por parte do PSDB, pois todos os seus próceres saíram do PMDB e com ele não mais se identificam, não sendo o PMDB2, muito ao contrário. A origem não indica a linha política atual, a ser apreendida no caminho ora palmilhado, que o programa de Marina revela em muitos temas.
Neste quadro volátil da eleição (...) Aécio no segundo turno contra Dilma, seu passado como governador de Minas o credencia a bem governar o Brasil, mas Marina e o PSB devem se unir ao PSDB, superando os ataques injustos, para compor maioria de sustentação com o PPS de Roberto Freire e o PV, para enfrentar um raivoso PT na oposição. A união é necessária contra a falta total de ética na política, revelada pelas denúncias do conluio da cúpula petista com os "malfeitos" na Petrobrás.
Enfim, ou saímos do pântano onde viceja o aparelhamento do Estado e a corrupção ou submergimos para um afogamento que desonra.
MIGUEL REALE JÚNIOR, ADVOGADO, PROFESSOR TITULAR APOSENTADO DA FACULDADE
DE DIREITO DA USP, MEMBRO DA ACADEMIA PAULISTA DE LETRAS, FOI MINISTRO DA JUSTIÇA. - EM ARTIGO NO JORNAL "O ESTADO DE SÃO PAULO".

Debate do SBT: Veja o “apagão” de Dilma em vídeo.

Visivelmente desconcertada após levar uma “surra” de Aécio Neves no debate do SBT, a presidente-candidata Dilma Rousseff não conseguiu desenvolver o raciocínio para responder à repórter da emissora e pediu que a entrevista recomeçasse, mas havia um detalhe: era ao vivo. Dilma então se atrapalhou de novo e alegou queda de pressão. 

Veja a cena complet

Porque hoje é Sábado, uma bela mulher!

A bela atriz Morena Baccarin

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Cuba infiltra militares comunistas entre os membros do "mais médicos".

Antonio Cruz ABr - Jair Bolsonaro
Deputado reeleito Jair Bolsonaro. Foto: Antonio Cruz/ABr
Informe reservado “Mensagem Direta de Inteligência” (MDI) ao ministro Celso Amorim (Defesa) atestou que a ditadura cubana infiltrou militares no programa Mais Médicos. A descoberta foi da Base de Administração e Apoio do Ibirapuera, do Comando Militar do Sudeste, em São Paulo, que recebe gente do Mais Médicos. Ouvido, um suspeito confessou ser capitão do Exército cubano, e que não está sozinho. Amorim nada fez.
Militares brasileiros desconfiaram do “médico” por seus hábitos de caserna (cama sempre arrumada, por exemplo). Era o capitão cubano.
A infiltração de militares no Mais Médicos repercutiu na Câmara. O deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) quer convocar Amorim a se explicar.
Bolsonaro avisa que não adianta Celso Amorim negar a existência do informe reservado que lhe foi enviado: ele obteve cópia do documento. Leia na Coluna Cláudio Humberto.

Cale-se!


quinta-feira, 16 de outubro de 2014

BRASIL: “represa” da corrupção se rompe, tsunami à vista.


Revelações do doleiro Alberto Youssef vão CHOCAR O PAIS,conforme ele mesmo declarou
O doleiro Alberto Youssef começou a depor para procuradores e delegados em Curitiba. Youssef é suspeito de comandar um esquema de lavagem de dinheiro envolvendo a Petrobras. O primeiro depoimento de Alberto Youssef só terminou na noite de quinta-feira (2). Na sexta (3), ele continou a revelar o que sabe sobre a participação de políticos, empreiteiras e os desvios da corrupção na Petrobras.
As revelações fazem parte do acordo de delação premiada. A defesa diz que o doleiro fará confissão total. Ele vai entregar os documentos que guardou em um lugar seguro por mais de uma década e que seriam as provas definitivas contra os corruptos e corruptores que atuavam na Petrobras
Durante muito tempo, o doleiro Alberto Youssef e o engenheiro Paulo Roberto Costa formaram uma dupla de sucesso nos subterrâneos do governo. Enquanto Paulo Roberto usava suas poderosas ligações com os altos escalões do poder e o cargo na diretoria de Abastecimento da Petrobras para desviar milhões dos cofres da estatal, Youssef encarregava-se de gerenciar a bilionária máquina de arrecadação que era usada para abastecer uma trinca de partidos e corromper políticos importantes. Paulo Roberto era o articulador, o cérebro da organização. Youssef, o caixa, o banco.
Alberto Youssef
Um apontava os caminhos para assaltar a estatal. O outro era o encarregado dos malabarismos contábeis para fazer o dinheiro chegar aos destinatários da maneira mais segura possível, sem deixar rastros. Em março deste ano, quando a Polícia Federal deflagrou a Operação Lava-Jato, que tinha o objetivo de desarticular um esquema de lavagem de dinheiro, a dupla caiu na rede. O que ninguém imaginava — nem mesmo os policiais — é que, a partir das informações dadas pelos dois criminosos, uma monumental engrenagem de corrupção, talvez a maior de todos os tempos, começaria a ruir.
VEJA revelou que Paulo Roberto Costa, o primeiro a assinar o acordo de delação com a Justiça, entregou às autoridades o nome de mais de trinta políticos envolvidos no esquema de corrupção na Petrobras, entre eles três governadores, seis senadores, um ministro de Estado e pelo menos 25 deputados federais, além de Antonio Palocci, o coordenador da campanha presidencial de Dilma Rousseff em 2010, que pediu 2 milhões de reais ao esquema.
O ex-diretor forneceu o nome dos corruptos que se locupletavam do dinheiro desviado e das empreiteiras que contribuíam com a arrecadação da propina — um golpe já considerado letal na estrutura da organização criminosa.
Se as revelações do ex-diretor — muitas ainda desconhecidas — já provocaram um cataclismo, o que está por vir promete um efeito ainda mais devastador. Alberto Youssef, o caixa, decidiu seguir o parceiro e contar o que sabe. E, nas palavras do próprio doleiro, o que ele sabe “vai chocar o país”.

Além de confirmar que o dinheiro desviado da Petrobras era usado para sustentar três dos principais partidos da base aliada — PT, PMDB e PP —, Youssef se colocou à disposição para fechar o elo da cadeia de corrupção, fornecendo as contas no exterior, as datas de remessa e os valores repassados a políticos e autoridades que ele tinha como clientes.
Youssef disse às autoridades que, durante o tempo em que operou o banco da quadrilha, por quase uma década, tomou o cuidado de esconder em um local seguro documentos que mostram a origem e o destino das cifras bilionárias que movimentou.
É o que ele garante ser a verdadeira contabilidade do crime — um inventário que está escondido em um cofre ainda longe do alcance das autoridades brasileiras. O acervo é tão completo que incluiria até os bilhetes das viagens que demonstrariam o que os investigadores já apelidaram de “money delivery”, o dinheiro entregue em domicílio.
Os depoimentos de Youssef ocorrem nos mesmos moldes dos de Paulo Roberto Costa, ex-diretor da Petrobras. Dentro da Polícia Federal, o doleiro é ouvido por procuradores e delegados. Reservadamente, eles esperam que Youssef revele detalhes que outros colaboradores não conseguiram esclarecer.

Alberto Youssef e Paulo Roberto Costa também respondem a processo sobre as suspeitas de desvios na Refinaria Abreu e Lima da Petrobras, em Pernambuco. Um laudo da Polícia Federal liga pagamentos do consórcio liderado pela construtora Camargo Correa a empresas do doleiro.
Segundo o documento, entre 2010 e 2013, as empresas Sanko, contratadas pelo consórcio liderado pela Camargo Corrêa para fornecimento de material,  receberam R$ 38,75 milhões. A Polícia Federal afirma que quase todo o dinheiro foi repassado a duas empresas do doleiro Alberto Youssef, usadas para lavar dinheiro, segundo as investigações.
De acordo com a Polícia Federal, havia correlação entre o recebimento do dinheiro do consócio Camargo Correa e o repasse que a Sanko fazia às empresas de Youssef.
Em nota, o consórcio CNCC, liderado pela Camargo Corrêa, repudia as acusações de irregularidades. O consórcio afirma que jamais fez pagamentos ilegais e não pode responder por pagamentos de terceiros. Diz ainda que tem o registro de todos os pagamentos feitos aos seus fornecedores, pagamentos esses que só foram feitos após a entrega dos produtos.

O grupo Sanko afirma que as constatações da polícia não são conclusivas. Mesmo assim diz que os pagamentos estão devidamente contabilizados e tributados, e que tem prestado todos os esclarecimentos à Justiça Federal.
*Fontes: http://veja.abril.com.br/ e http://g1.globo.com/

Ex-contadora de doleiro envolve Renan e mensalão.


Durante depoimento, Meire Poza admite participação no esquema e emissão de notas frias
Durante depoimento, Meire Poza admite participação no esquema e emissão de notas frias


Brasília  - A ex-contadora do doleiro Alberto Youssef, Meire Poza, envolveu ontem, em depoimento, o nome do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB), do ex-ministro das Cidades do governo Dilma Mário Negromonte e políticos e assessores de PP, PMDB, PT e SD em negociações com seu antigo cliente. Em depoimento à CPI mista da Petrobras, ela detalhou as relações do doleiro com empreiteiras e disse ter intermediado pessoalmente um repasse de recursos para pagar multa a um condenado do processo do mensalão. 

Meire Poza afirmou que Youssef se reuniu na noite do dia 12 de março com Renan Calheiros para tratar de uma operação milionária de compra de debêntures para a Marsans VIAGENS e Turismo, uma agência de turismo que tinha o doleiro como investidor. 

Segundo a contadora, a conversa com o presidente do Senado pretendia garantir R$ 25 milhões do fundo de pensão da Caixa (Funcef). Segundo ela, a outra parte da operação, também de R$ 25 milhões, já tinha sido acertada com o PT e seria feita por meio do fundo de pensão dos Correios (Postalis). “Ele precisava resolver ainda a ponta do PMDB”, disse. A negociação não prosperou porque cinco dias depois Youssef foi preso pela Operação Lava Jato. Posteriormente, a Marsans, empresa que, segundo a contadora, precisava de muito capital de giro, fechou as portas. 

Meire Poza disse ainda que o então ministro das Cidades indicou ao doleiro uma empresa goiana de rastreamento de veículos, setor ligado à pasta comandada por Mário Negromonte, filiado à época ao PP. Segundo ela, apenas cinco empresas tinham a homologação doDepartamento Nacional de Trânsito (Denatran) para prestar tais serviços, uma das quais a Controle Monitoramento de Veículos, de Goiânia (GO). No fim do depoimento, ela disse que a empresa foi “comprada” por Youssef. 

A ex-contadora do doleiro também citou o fato de que o irmão de Negromonte, Adarico, era uma das pessoas que fazia a “distribuição do DINHEIRO” por indicação de Youssef. Em um dos casos, de acordo com ela, Adarico viajou ao Maranhão para entregar R$ 330 mil a uma pessoa ligada à governadora Roseana Sarney (PMDB). Meire, contudo, disse não saber quem eram os beneficiários. 

Terminada a reunião da CPI, o relator, deputado Marco Maia, avaliou que o depoimento prestado por Meire Poza, ex-contadora do doleiro Alberto Youssef, contribuiu para as investigações e trouxe algumas novidades, como a participação dela própria no esquema. A ex-contadora admitiu ter emitido notas frias, feito pagamentos e recebido recursos do doleiro. Para o deputado, Poza esteve no Senado na condição de testemunha, mas a Polícia Federal deveria investigá-la.

O "bom moço" não ganha eleição.

O bom moço não ganha eleição, não falar a verdade é igual a mentira, mas o efeito na TV é outro.
No debate a elegância parece estar dominando novamente o candidato Aécio.
Aécio, a tal pessoa que não fala a verdade "é mentirosa", se roubou é "ladra", se foi perseguida pela "ditadura", foi por que assaltava bancos, sequestrava e matava.
Ela jamais pensou duas vezes antes de lhe acusar com mentiras na sua cara. De lhe caluniar e difamar em rede nacional.
Então por que elegância e polidez?
Isso só se for extremamente necessário, e quando for o caso.
O senhor esta defendendo o futuro do Brasil. Traz consigo a responsabilidade de proporcionar um futuro melhor para todos os brasileiros.
Está sob sua responsabilidade o futuro da juventude do país.
Portanto, ser direto e incisivo é fundamental.
Já estão agendados 3 debates até as eleições, de dois ela já fugiu, só confirmou o da globo.
A hora de destruí-la será na globo, deixe a sua elegância e polidez de cavalheiro no porta malas do carro que o conduzirá ao programa e acabe de vez com ela, o PT, a quadrilha, Lula e seus asseclas.
Será necessário depois de empossado rever a partidarização do STF e no TSE, além das fraudáveis urnas eletrônicas.
É preciso limpar o Brasil e livrar os brasileiro do mau caratismo que domina as hostes do poder no país.
É o que os BRASILEIROS esperam do seu futuro novo presidente.

Gente ordinária: PT culpa a imprensa pela subida de Aécio nas pesquisas.


O Secretário Nacional de Organização do PT, Florisvaldo Souza, responsabilizou a mídia pelo resultado das pesquisas Ibope/Estadão/TV Globo e Datafolha divulgadas quinta-feira, nas quais o candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, aparece numericamente à frente da presidente Dilma Rousseff (PT). Florisvaldo afirmou que os meiosde comunicação promovem “denuncismo” e favorecem o tucano no noticiário.

Tanto o Ibope quanto o Datafolha apontaram Aécio com 51% dos votos válidos e Dilma com 49%. Como a margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos, o que significa que ambos estão empatados tecnicamente.

“Só tem notícia ruim para a Dilma e boa para o Aécio. Explorando o resultado de domingo, falando que o PT perdeu em São Paulo, mas não falam que o Aécio perdeu em Minas Gerais”, disse. “Continua o vazamento ilegal e irresponsável, sem ouvir as pessoas”, acrescentou, citando as denúncias de corrupção envolvendo a Petrobras. Para ele, as sondagens não surpreenderam e, diante do que chamou de “massacre da mídia”, a diferença do tucano sobre Dilma poderia ser até maior.

O governo tem sofrido desgastes com as acusações de corrupção na Petrobras que estão sendo reveladas pelos depoimentos à Justiça do ex-diretor da estatal Paulo Roberto Costa e pelo doleiro Alberto Youssef, alvo da operação Lava Jato, da Polícia Federal.

Florisvaldo afirmou que o debate será “equilibrado” com o prosseguimento do programa eleitoral de rádio e televisão do segundo turno, retomado quinta-feira. “Quando o debate ficar mais igual e transparente não tenho dúvidas de que vamos virar e ganhar a eleição”, disse.
*RICARDO DELLA COLETTA - Estadão

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Novas denúncias agitam a CPI da Petrobras.

Partidos de oposição na Câmara e no Senado devem começar, na próxima semana, articulações para tentar marcar uma reunião de emergência da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investiga negócios ilícitos na Petrobras. 
Ainda sem data para o encontro, que deve ocorrer em Brasília, parlamentares oposicionistas retomarão as tentativas por mais informações da Justiça, após o vazamento do depoimento do ex-diretor de Abastecimento da estatal, Paulo Roberto Costa, à Justiça Federal do Paraná, confirmando suspeitas levantadas pelo colegiado.

“Estamos tentando uma agenda e, evidentemente, conseguir a cópia do depoimento. Foi uma comprovação e o testemunho mais forte para o processo”, afirmou o líder do DEM na Câmara, deputado Mendonça Filho (PE). Segundo ele, a oposição ainda não definiu a estratégia, mas vai tentar a convocação da CPMI, mesmo com quorum ainda comprometido pelo segundo turno das eleições.
No audio liberado pela Justiça do Paraná, Paulo Roberto Costa afirmou que as empresas contratadas como fornecedoras da Petrobras tinham de pagar 3% do valor do contrato como propina e que, parte desse dinheiro, era direcionada para dirigentes do PT, PMDB e PP.
PT RECLAMA
Em entrevista à Agência Brasil, o ex-líder do PT na Câmara, deputado Henrique Fontana (RS), reagiu às denúncias. Fontana reafirmou declarações feitas desde a instalação da CPMI. À época, ele acusou a oposição de fazer uma “movimentação grosseiramente eleitoral”. 
O parlamentar lembrou que as investigações envolvendo a estatal já estavam sendo conduzidas pela Polícia Federal e pelo Ministério Público. Também sem antecipar estratégias, Fontana adiantou que os aliados trabalharão para impedir a marcação da reunião de emergência.

“O ex-diretor da Petrobras é claramente um criminoso, corrompido e que participou de um conjunto de ilícitos e ilegalidades. Agora, faz delação premiada. A utilização pré-eleitoral da delação é algo inaceitável e precisa ser duramente criticado. Evidentemente, faremos tudo que está ao nosso alcance para evitar essa exploração dirigida contra nossa candidata”, declarou o deputado do PT.
Ontem, o presidente nacional do PT, Rui Falcão, divulgou nota repudiando as declarações do ex-diretor da Petrobras, classificando-as de “caluniosas”. 
Líder do PMDB, o deputado Eduardo Cunha (RJ), um dos mais cotados para assumir a presidência da Casa, admitiu que a delação premiada “causa preocupação na campanha da candidata do PT”.

Ele manteve a posição de que todas as informações sobre os crimes de corrupção na estatal sejam públicas. “Temos de mostrar quem são os verdadeiros denunciados, quais as provas e se, efetivamente, tiveram participação nesse mar de lama da Petrobras”, ressaltou.
Procurados pela Agência Brasil, o presidente e o relator da CPMI da Petrobras, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB) e deputado Marco Maia (PT-RS), não retornaram até a publicação da matéria. Também não retornaram o líder do PT na Câmara e o vice-presidente da Casa, deputados Vicentinho (SP) e Arlindo Chinaglia (PT-SP).
*Carolina Gonçalves - Agência Brasil

Mas dá gosto ver a petralhada apavorada, aterrorizada, encagaçada...


    Dilma, a brejeira, troca autógrafos com PRC, seu subordinado. 

     Supondo até que amiga do Paulinho da Petrobrás ganhe a eleição, a sua batata já assou. E o Ministério Público ainda não chamou a Madame, para não ser acusado de interferir no processo eleitoral. Bobagem, como se pode ver na opinião do ministro Gilmar Mendes. 
Dilma confessou que autorizou a negociata da Refinaria Astra em Pasadena (EUA) baseada, segundo ela, num relatório falho.

      Isto é e crime de responsabilidade. E a coisa se complicou quando Paulo Roberto Costa informou no seu depoimento à Justiça Federal em Curitiba, que recebeu US$ 1,5 milhão para "não atrapalhar o negócio".   
       Delator diz que Petrobras é só a ponta do iceberg,. Organização Criminosa vai das privatizações de estradas, aeroportos e até o minha casa minha vida....
Você ainda não está complemente indignado, puto da vida com o assalto à Petrobras superfatura bilhões, comprando sucata de refinarias, enquanto importamos metade do combustível que consumimos.
Não. A tampa da fossa foi apenas destampada pelo ex-diretor da Petrobras, Paulo Roberto Costa e pelo que o doleiro do PT, Alberto Youssef começou a delatar.
       "Essas empresas tinham interesses em outros ministérios capitaneados por partidos. As empresas são as mesmas que participaram de várias outras obras no Brasil, como ferrovias, rodovias, aeroportos, portos, usinas hidrelétricas, saneamento básico, Minha Casa Minha Vida", afirmou Paulo Roberto  Costa à Justiça Federal, após a delação premiada.
@brasilianas

Mais uma verdade nua e crua.

Diogo Mainardi, para Aécio Neves
Aécio, meu velho, vou votar em você. Não que eu queira, verdadeiramente. Mas sobrou você como a nossa, talvez, última barreira sanitária contra esse vírus ébola que é o petismo. Cada vez que vejo nas entrevistas o teu rosto sorridente, penso: como ele pode se mostrar tão feliz? Você parece que está vivendo permanentemente dentro de um comercial de TV- enquanto nós ficamos de fora, nos sentindo tão inseguros, tão sem saída. Deve ser uma estratégia de campanha você contrastar tua figura "presidenciável" com o daquela senhora odiável e desprezível que parece sempre estar tão mentalmente desorganizada, tão alienada do mundo. Mas ela tem a caneta na mão e assina papéis que compram Pasadena, que importa médicos fajutos, que prefere investir em Cuba, Venezuela ao invés de nosso tão desesperadamente carente Brasil. E que sorrateiramente sancionou esse maldito Decreto 8243 que vai criar os Sovietes, que significa a liquidação do nosso (ainda) regime democrático. Vou votar em você Aécio.

Pode ser que você esteja mineiramente quieto e se fingindo de morto enquanto vai costurando acordos políticos que, no fim, vão virar o veneno que fará o PT entrar em coma e morrer. Pode ser. Mas reconheça que muitos dos que votarão em você o farão principalmente para se opor ao PT. Esquecendo, por um momento, dos votos dos "bolsas", somos nós que faremos a diferença. E nós queremos botar fé que você seja o cavaleiro de armadura reluzente, que com a sua espada Durindana vai estraçalhar as hostes inimigas. Nós queremos que você seja o nosso Campeão.

Sei que não é novidade o que estou aqui dizendo, e que é inocente quem põe sua vida na mão dos outros, confiando inteiramente no Líder sob o qual faremos a guerra. Mas que outra possibilidade temos, além de você? Aécio, fala! são tantos os temas que estão sendo discutidos por tantos, inclusive aqui no Face. Mas você não fala e nós ficamos conjecturando o que te faz tão convencional, tão discreto. Você é neto do Tancredo, que era cheio de manhas, espertezas, tão bom jogador de poker que foi. Talvez seja assim mesmo que se deve jogar numa eleição como esta, você deve saber - temos que confiar em teu critério. Mas estamos ressabiados. Queremos colocar pólvora e bolas de aço em nossas espingardas, sair das trincheiras e correr contra o inimigo que nos amedronta, e que nos empurra para a defensiva. Precisamos de tua voz e entusiasmo, Aécio.

O tempo está correndo contra nós. Desculpe falar tanto em nós, nós. Seria mais apropriado dizer que, talvez, esta opinião seja só minha.

SE VOCÊ CONCORDA COM O TEXTO ACIMA, POR FAVOR, ENVIE-O AO MAIOR NÚMERO POSSÍVEL DE CONTATOS, PARA O NOSSO PRÓPRIO BEM, DE NOSSOS 
FILHOS E DE NOSSOS NETOS.


terça-feira, 14 de outubro de 2014

O que não faz o desespero?

 
Dilma bêbada, saindo de um restaurante em Portugal.

Minha mãe escutou no salão dela hoje duas manicures conversando. Falavam sobre política e eleições. Comentavam sobre um vídeo que circula por aí com Aécio Neves um tanto “alto” por ter tomado umas e outras além da conta. Evangélicas, mostravam-se incomodadas com aquilo. Quando minha mãe me relatou o caso, pensei: é sério isso? 

Nunca devemos subestimar a cara de pau dos petistas, sua canalhice. Mas eles sempre são capazes de nos surpreender. Não pensei que gente do PT, logo do PT de Lula, fosse usar a bebida para atacar um opositor. Ó, céus! O tucano já ficou bêbado uma vez na vida! Não pode governar bem o Brasil! É melhor colocar em seu lugar um “poste” do… Lula. Ops! Um momento! Muita calma nessa hora! 


Será que essa turma acha que a memória do eleitor é tão ruim assim para não lembrar mais que Lula sempre foi cachaceiro? Um jornalista estrangeiro quase foi expulso do país por seu governo apenas por constatar esse fato, conhecido por todos nós: Lula sempre foi chegado a uma caninha (depois ele se “aburguesou”, ficou rico e tomou gosto por vinhos caros). Eis algumas fotos disponíveis na internet: 


Lula,já presidente e embriagado sai de uma farra.

Como podemos ver, o ex-presidente Lula tinha certo apreço pelo álcool. Mas não foi isso que fez dele um presidente ruim, e sim o mensalão, o populismo, a demagogia, etc. Só que aturar petistas espalhando por aí imagens de Aécio um pouco “torto” para prejudicá-lo é realmente um espanto. 


Lula, já Presidente,e esposa. Ele bêbado, ela a caminho...

E para não dizerem que a comparação deve ser apenas entre Dilma e Aécio, podemos ver que a presidente também não parecia em seu melhor estado quando esteve no luxuoso restaurante Eleven em Lisboa, em uma parada estratégia muito suspeita em Portugal sem aviso prévio, justo na terra em que Rose, a amiga íntima de Lula, supostamente levou malas de dinheiro: 

Portanto, petistas, vamos deixar o álcool um pouco de lado, subir um pouco o nível e debater ideias, propostas e trajetória? 


Portanto, petistas, vamos deixar o álcool um pouco de lado, subir um pouco o nível e debater ideias, propostas e trajetória? 

*Por Rodrigo Constantino

Lançado o "mentirômetro" para rebater as mentiras do PT e da Dilma.

Estratégia é a mesma utilizada pela campanha de Marina Silva no primeiro turno, quando foi criado em seu site o 'Boatos x Verdades'.
Elizabeth Lopes, Pedro Venceslau 
e Débora Bergamasco 
O Estado de S. Paulo

São Paulo - O candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, afirmou nesta terça-feira, 14, que o governo de sua adversária Dilma Rousseff (PT) está "assustadíssimo em perder as eleições", por isso está colocando em prática o que classifica de campanha de mentiras, calúnias e difamações. 

"Estou inaugurando um mentirômetro no meu site para rebater tanta mentira, seja no twitter da presidente, seja de seus parceiros. Esta é a campanha com maior número de mentiras, é um vale tudo, parece que eles não podem deixar o poder", disse o tucano, em entrevista concedida na produtora onde grava seus programas do horário eleitoral gratuito. A estratégia do "mentirômetro" é a mesma utilizada por Marina Silva (PSB), no primeiro turno das eleições, quando sua campanha criou Boatos x Verdades, em que rebatia as supostas afirmações falsas feitas contra sua campanha. 

Nas críticas, Aécio disse que o desrespeito deste governo não tem limites porque a mudança chegou. "Estou preparado para o debate olho no olho com minha adversária. Estamos a 15 dias da libertação, vamos tirar o jugo do PT das costas dos brasileiros", emendou. 

O tucano rebateu também as críticas feitas por Dilma sobre a derrota de seu candidato, Pimenta da Veiga, na eleição estadual em Minas Gerais, vencida pelo petista Fernando Pimentel e sobre o fato de ter obtido cerca de 500 mil votos a mais do que o tucano, que governou o Estado por dois mandatos consecutivos. "Houve disputa local em Minas entre dois candidatos, trabalhei pelo meu e ele perdeu, isto é um fato, mas respeito o resultado porque sou um democrata e vamos em frente porque ainda há uma disputa presidencial em curso." 

Ao falar sobre o pleito em Minas Gerais, Aécio partiu para o ataque ao PT, citando a apreensão no aeroporto de Brasília de R$ 116 mil em dinheiro vivo com um colaborador da campanha petista que atuou em Minas. 

"Nunca vimos tanto dinheiro usado em uma campanha pública, em Minas Gerais, sobrou tanto que acabou parte dele sendo apreendido em mala de dinheiro em um jatinho saindo de Belo Horizonte com assessores da campanha do PT." E voltou às críticas com o PT, destacando que o atual governo petista "está nos seus estertores e caminha para o final, para o bem do Brasil". 

Marina. Com relação aos próximos passos da ex-senadora Marina Silva, sobre o apoio que recebeu neste segundo turno, Aécio ponderou: "Outras etapas provavelmente virão, mas não cabe a mim cobrar absolutamente nada, só me cabe agradecer." O presidenciável tucano reiterou que ficou muito feliz com o apoio de Marina e disse que não deve ter sido fácil para ela tomar tal decisão, porque representa uma outra corrente política. "Mas ela tomou essa decisão em favor do Brasil", disse, destacando que é o candidato da mudança. 

A entrevista coletiva foi concedida por Aécio, antes de participar do primeiro debate deste segundo turno, na TV Bandeirantes.

Ele disse que "está de alma leve" e é assim que vai participar do embate com a adversária do PT, Dilma Rousseff. Mas alertou: "Estou pronto para rebater as calúnias e difamações que estão ocorrendo porque este governo já percebeu que o atual ciclo (de poder) está acabando." 

Na saída da produtora, o governador de Pernambuco, João Lyra, falou que a campanha do tucano em seu Estado está crescendo.

A grande teta da Justiça.

Quem passar os olhos pela folha de salário do TSE vai ter muitas surpresas. A maior delas é o contracheque de Oswaldo Gomide, chefe da Assessoria de Segurança e Transporte. Em agosto e setembro, ele recebeu cerca de R$ 50 mil em horas extras.
Dezenove razões o funcionário da Polícia Federal cedido ao tribunal alegou para trabalhar tanto no bimestre, como “realizar contatos externos e a supervisão de eventos”.

Debate.


Governo do PT reduz a indenização do seguro DPVAT para vítimas de acidentes.

STF analisará validade da redução da indenização do seguro DPVAT.
Na última sexta feira, o Supremo Tribunal Federal reconheceu a repercussão geral em recurso contra decisão que julgou válida a diminuição no valor do seguro DPVAT.
Em 2007, o governo federal modificou a forma de pagamento do DPVAT de 40 salários mínimos (hoje R$ 28.960,00) para R$ 13.500,00.
O governo alega que fez pelo meio adequado (lei) e que esta modificação visa atender ao máximo de pessoas possível sem aumento no pagamento anual, enquanto que o recorrente sustenta ter havido verdadeiro retrocesso social e ofensa à dignidade da pessoa humana vítima de acidente grave.
Este recurso pode servir de base para outras decisões de diversos tribunais do país, mas ainda não tem previsão de quando ocorrerá.

Deputados do PMDB já se oferecem para apoiar Aécio.

Integrante da chapa da presidente Dilma Rousseff (PT) e considerado como fiel da balança para a composição de uma maioria no Congresso, o PMDB já sinaliza para uma composição na Câmara com o PSDB, num eventual governo do candidato Aécio Neves “Não vejo dificuldade nenhuma de se posicionar em apoio a um futuro governo Aécio”, afirmou ao Estado o líder do partido na Câmara, Eduardo Cunha (RJ), reeleito no último dia 5 de outubro.

O primeiro sinal nesse sentido será dado nesta segunda-feira, 13, quando a bancada deve se reunir em Brasília para discutir se tomará alguma posição oficial neste segundo turno da corrida presidencial, entre Aécio e a presidente e candidata à reeleição, Dilma Rousseff (PT).
Ao contrário da direção nacional da legenda, presidida por Michel Temer, vice da petista, a opção que deve prevalecer é a da neutralidade. “A bancada está literalmente dividida e por isso não tenho que me posicionar. Eu almejo continuar como líder e, se eu quero isso, tenho que satisfazer a bancada”, ressaltou o deputado. Segundo ele, a divisão da bancada reflete a divisão do PMDB nacional.
*(Da Agência Estado - Erich Decat)