sábado, 1 de agosto de 2015

A entrevista e o imbróglio...

Conforme antecipei aqui, a advogada Beatriz Catta Preta concedeu uma entrevista — no caso, ao repórter Cesar Tralli, da Globo — em que diz ter desistido dos seus clientes porque estava se sentindo ameaçada pela… CPI.
Ameaçada de quê? Não ficou claro! Falou em ameaças “cifradas, veladas” e só. Não acusou diretamente Eduardo Cunha (PMDB-RJ), presidente da Câmara, mas a sugestão ficou no ar. Segundo disse, a pressão ficou maior depois que Julio Camargo mudou a versão e passou a acusar Cunha.
Voltarei o assunto. Para mim, a história ficou mais enrolada do que antes e direi por quê.
OAB
A OAB entrou com um pedido no Supremo para que Beatriz não tivesse de depor. Ricardo Lewandowski, presidente do tribunal, que responde pelo plantão, não tinha, obviamente, como proibir o depoimento sem cometer uma violência contra o Legislativo. Ele a autorizou a não falar sobre coisas que dizem respeito ao sigilo profissional.
Não mudei de posição: sou contra a convocação da advogada pela CPI — embora não seja ilegal. Mas isso não quer dizer que essa não seja a história mais mal explicada da Lava Jato até agora.
Ainda volto ao assunto.
Não estou acusando Beatriz de nada, mas a sua história não me convenceu. Ela é uma penalista. Fosse espectadora da própria entrevista, acharia tudo muito estranho, não é?

Porque hoje é Sábado, uma bela mulher!

A bela Ronda Rousey, a bela do UFC

E o desgoverno do PT humilha os aposentados, mais uma vez.

Mais uma vez os aposentados que recebem acima de um salário mínimo são perseguidos e humilhados por este desgoverno do PT!!
Quem disse que o governo do PT não tem tido vitórias nesses 13 anos no poder está totalmente enganado. Só que essas vitórias mais uma vez é contra uma classe que contribuiu e muito para o crescimento e desenvolvimento do país que são os aposentados que recebem acima de um salário mínimo. Como ocorreu nos dois mandatos do ex-presidente Lula, está ocorrendo nos dois da presidente Dilma.

Mais uma vez ela vai usar dois pesos e duas medidas, como diz o dito popular, para ajustar as aposentadorias dos trabalhadores que se aposentaram pela iniciativa privada no INSS. Agora o que não dá para entender é que se trata da mesma instituição e que contribuíram como manda a Lei e ela como o seu padrinho Lula, usaram dois pesos e duas medidas, como já falei, para conceder o reajuste das aposentadorias e o pior mesmo se tratando da mesma instituição e os mesmo contribuíram dentro da Lei, por sinal, os que recebiam mais sempre contribuíram em termo de valor durante a sua vida de trabalhador do que os que recebiam menos, então é mais do que justo que os mesmos recebam mais nas suas aposentadorias.
Por isso, presidente Dilma mais uma vez o governo do seu partido, que um dia disse que defendia os trabalhadores, mas odeia os ex-trabalhadores aposentados, está sendo injusto com essa classe de trabalhador que contribuiu para a Previdência Social, dentro da Lei como já falei, por 35 anos e muitas vezes por 40 anos, como foi o meu caso. Agora eu lhe pergunto é justo esses 13 anos de perseguição em cima dessa classe de aposentados?
Eu sei presidente Dilma que a senhora não acredita em Deus e que Deus não existe para a senhora, como a senhora falou para o Datena no programa dele quando ele lhe perguntou se a senhora acreditava em Deus. Eu presidente Dilma acredito em Deus e que Deus existe e que a justiça dele é completamente diferente da justiça do homem, a palavra de Deus diz na Bíblia que “a justiça do homem são trapos de imundices”. E a justiça dele já está caindo sobre o seu governo e os resultados aí estão, a inflação galopante, os preços dos alimentos nas alturas, os hospitais públicos sem médicos e remédios para atender justamente os pobres que mais necessitados do nosso país. Deus não é mau não, ele só está mostrando a sua maldade e incompetência.
Agora presidente Dilma, uma coisa que a imprensa comprada pelo o seu governo não divulgam e que todas essas consequências na economia do país que estamos vendo, primeiro no governo do ex-presidente Lula e agora no seu, devido ter seguido as orientações dele e continuou com os mesmos erros, foi de usar o dinheiro público indevidamente concedendo empréstimos secretos milionários para vários países comunistas africanos e da América Latina a perder de vista pelo BNDES. Agora presidente Dilma para dar um reajuste digno para os aposentados que recebem acima de um salário mínimo não tem dinheiro?
A pior consequência de todas essas perseguições nesses 13 anos de governo do PT contra os aposentados que recebem acima do piso é que os que se aposentaram com cinco salários mínimos, hoje recebem no máximo dois e meio e as consequências no achatamento das aposentadorias, temos aposentados que têm dificuldades até para comprar os remédios que necessitam. Presidente Dilma, como eu acredito na justiça de Deus, ajustiça dele já está sendo providência contra esse seu desgoverno e DIA 16 DE AGOSTO O BRASIL, irá de Norte ao Sul e de Leste ao Oeste para as ruas das nossas cidades, dar um basta nesse desgoverno do PT!!

sexta-feira, 31 de julho de 2015

A babaquice, ingenuidade ou safadeza dos governadores da oposição?

A cafajestada a que se submeteram os governadores tucanos, ontem à tarde, rendeu a Dilma Rousseff uma falsa manchete.
Quem relata o caso é Josias de Souza:
"Às 23h23 da noite passada, a Presidência da República divulgou em seu blog uma ótima notícia para a inquilina do Palácio do Planalto:
Os governadores das cinco regiões do país, que estiveram reunidos com a presidenta Dilma Rousseff, nesta quinta-feira (30), em Brasília, fizeram uma defesa clara da democracia, do Estado de Direito e da manutenção do mandato legítimo da presidenta Dilma e dos eleitos em 2014. Na ocasião, os representantes dos 27 Estados brasileiros deixaram clara sua posição de unidade em favor da estabilidade política do país.
Quem lê o texto fica com a impressão de que Dilma arrancara dos governadores que se reuniram com ela no Palácio da Alvorada, inclusive os de oposição, uma manifestação unânime contra o impeachment. O único problema é que essa notícia é falsa.
A falsa notícia veiculada no blog do Planalto realça uma declaração feita pelo governador do Maranhão, Flávio Dino, do PCdoB".
Geraldo Alckmin desmentiu Flávio Dino, dizendo:
“Isso não foi tema da reunião nem está em discussão. Não há nenhuma discussão em relação a isso [o mandato da presidente]. Nós defendemos o quê? Investigação, investigação, investigação e cumprir a Constituição. Nosso dever é cumprir a Constituição.”
Mas é claro que o Palácio do Planalto ignorou Geraldo Alckmin e se concentrou na mentira pronunciada pelo apaniguado comunista.
Geraldo Alckmin, assim como Beto Richa, é "desnecessário".
*Texto via O Antagonista
COMENTO:  Seria muita ingenuidade os Governadores da oposição acharem que gente como Dilma e cia, não iriam buscar tirar proveito da reunião que eles, "tão bonzinhos", compareceram no Planalto.
Se realmente "encarnam" a oposição porque compareceram? 
Como sabemos que político ingenuo não existe, sobra a babaquice ou safadeza...Quem escolherá o que atribuir às tais excrescências?

Campanha de Dilma pagou R$ 6 mi à gráfica presidida por motorista.

Além disso, Rede Seg não tem funcionários registrados – o que levantou suspeitas durante análise das contas da campanha petista pelo Tribunal Superior Eleitoral, segundo jornal. (Da redação de Veja.com
)
(Evaristo Sá/AFP)

Gráfica contratada pela campanha eleitoral da presidente Dilma Rousseff, em 2014, também não tem funcionários registrados.
Pagamentos a uma gráfica sem funcionários registrados e presidida por um motorista levantaram suspeitas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) durante análise das contas da campanha da presidente Dilma Rousseff à reeleição. Segundo reportagem da edição desta quinta-feira do jornal Folha de S. Paulo, a Rede Seg Gráfica e Editora, em São Paulo, recebeu 6,15 milhões de reais - o que a coloca na oitava posição entre os maiores fornecedores de campanha da presidente. As suspeitas de que a gráfica não tem estrutura para prestar os serviços pelos quais recebeu tiveram início quando técnicos do TSE cruzaram a prestação de contas da petista com dados do Ministério do Trabalho. Algumas notas da gráfica entregues ao tribunal informam que a empresa produziu folders para a campanha eleitoral. 

Leia mais: 
O jornal visitou o endereço da gráfica e foi informado por Rogério Zanardo que a empresa pertence à família dele, e não ao motorista Vivaldo Dias da Silva. Zanardo não soube, contudo, informar por que a empresa está registrada em nome de Silva. Ele afirmou também que as máquinas estavam desligadas porque a gráfica estava sem serviço. Já o irmão de Rogério, Rodrigo, saiu-se com outra explicação: afirmou que Silva é mesmo o dono da empresa, embora também trabalhe como motorista para a própria Rede Seg. Aos irmãos caberia, segundo Rodrigo, administrar o local. A família Zanardo teria sido procurada por Silva porque já tem experiência no ramo, uma vez que é dona da gráfica Graftec. Em relação a inexistência de funcionários, Rodrigo afirma que o serviço para a campanha contou com terceirizados. 
Silva dirigiu-se ao local mais tarde, afirmando que é mesmo o dono da gráfica, além de motorista. "Eu gosto de trabalhar, e é um rendimento a mais que tenho", afirmou à Folha. Segundo o TSE, Silva manteve vínculos empregatícios com a Graftec entre 2006 e 2007, como eletricista. De 2009 a 2013, ele foi registrado como motorista em uma empresa chamada Artetécnica Gravações, com salário mensal de 1.490 reais. 
Esse não é o primeiro motorista a receber uma fortuna da campanha petista. Reportagem do jornal revelou no ano passado que a Focal Confecção e Comunicação Visual, segunda maior fornecedora da campanha da presidente - recebeu 24 milhões de reais do PT -, tem como um dos sócios Elias Silva de Mattos, que até 2013 declarava ser motorista e recebia salário de cerca de 2.000 reais mensais. 
A Secretaria de Comunicação Social da Presidência informou ao jornal que selecionou as empresas que apresentaram preços mais baixos. A secretaria não informou qual serviço foi prestado pela Rede Seg. "A elaboração do material foi auditada pela campanha e a documentação que comprova a elaboração e entrega do material foi auditada pelo TSE", diz a nota. As contas da campanha de Dilma foram aprovadas com ressalvas, o que levou o TSE a seguir com as análises. 

PT faz barraco na Espanha.

A temperatura da festa Flower Power, na boate espanhola Pacha, em Ibiza, em que os notívagos dançam de branco ou com flores no cabelo, estava mesmo para lá de alta na noite da última terça-feira (28.07). E não foi apenas por causa da presença do jogador Neymar num dos camarotes.
Lá pelas tantas, uma mulher que estava no grupo do senador Delcídio do Amaral, do PT do Mato Grosso do Sul, notou que uma frequentadora brasileira presente havia tirado foto do político aproveitando a festa.
Os ânimos exaltaram-se, seguranças foram chamados para apagar a foto e o barraco, que terminou com a mulher jogando o celular da fotógrafa amadora no chão, despertou curiosidade entre os muitos brasileiros presentes, que, até então, nem tinham notado a presença do senador antes do estresse. Resultado? Muitos gritos de 'ladrão' no meio da confusão.

Mas o "mal" estava feito. A foto já havia sido publicada nas redes sociais.

A oposição somos nós.

O País desceu muitos degraus na escala moral e da compostura pela baixa qualidade da política exercida pelos seus dirigentes e aliados, portanto, tem que reagir com energia e repulsa, para impedir que o indecoroso conceito de impunidade que regula a filosofia da pior estirpe de velhacos de nossa história, venha a ditar as normas pedagógicas da "nova escola".
Cuidemos de tirá-los do trono, destruindo o seu projeto de poder indefinido. Essa gente, durante o governo militar, articulou-se em guerrilhas para instituir a "democracia comunista", a tão "justiceira sociedade igualitária". Hoje, no poder, a igualdade existe, mas entre eles próprios, na divisão do dinheiro da Nação em que o montante das cotas indica o preço de cada um.
A presidente sempre teve arroubos por cofres. Mas, a parcela do povo tutelada, os "famosos" artistas repetidores de roteiros, os intelectuais de bares e a mídia escamoteadora da verdade, entregaram-lhe a chave do erário, como se entrega o mapa do tesouro a um pirata. A festança foi grande até o momento.
O cobertor emporcalhado, que agasalhava o Executivo, cobriu as Casas do Congresso e o STF. Se os Três Poderes engajaram-se na proteção dos interesses partidários, seus integrantes, com raríssimas exceções, já estão contaminados e é necessário urgência na limpeza geral do centro do poder.
Destaca-se nessa aliança entre o partido vermelho e seus aliados a identidade de ações no jogo da baixa política na qual o que menos importa são as questões nacionais. Tanto que nomes representativos das Casas participam da lista como beneficiários de substanciais somas para manter providencial desinteresse em fiscalizar os vários golpes do Executivo e acordos por ele assinados sem que passassem pelo Congresso e recebessem ou não o seu aval.
Isso não significa harmonia entre Poderes, mas cumplicidade de interesses, em detrimento do interesse maior que é o da Nação. Foram eleitos para servi-la, mas em troca deixa-lhe arruinada.
Esses mesmos parlamentares citados pela Justiça acusam-na, atacam a PF, o MP, o íntegro juiz Sérgio Moro, por terem descobertos as falcatruas em que se meteram. Legisladores que ofendem, quando acusados, as instituições que zelam pela execução das leis que eles mesmos elaboraram, é uma prova de que o País não poderá mais contar, na defesa de sua soberania, com decisões idôneas, cívicas, isentas, porque poucos nomes não estão manchados.
Acrescente-se à já conhecida deficiência intelectual da presidente, os gracejos do emproado vice que não se coadunam com a seriedade da situação, classificando-a de "crisezinha" (1), numa linguagem aquém de seu cargo, expressada a jornalistas estrangeiros, no exterior, de maneira pejorativa, comprovando a qualidade da política brasileira sempre apoiada em mentiras. Demonstrou desapreço por si mesmo, pelo País que deveria bem representar e pelo povo que lhe paga a viagem.
Foi assim com Collor, com FHC, que não desperdiçava momento, nos países em que ia dar conta de seu serviço de apátrida, para descrever o Brasil à sua maneira e semelhança: acanalhado. Agora, aproveitando o País fragilizado, deita falação aos que ainda desconhecem as suas ligações transnacionais. Finge-se indignado, porque há objetivos obscuros que devemos impedi-lo de pôr em prática. Foi assim, também, com Lula, "o honoris causa" da malandragem e da corrupção.
Não podemos cair na armadilha da falsa oposição, que FHC pensa em liderar para tumultuar.
Nós somos a verdadeira oposição, apartidária, sem muletas parlamentares, que somente se prendem a nossos braços para tirar proveito da situação caótica que ajudaram a implantar.
Esta é a hora da extrema limpeza. Não percamos mais tempo. Encontremos o nosso líder fora dos quadros políticos comprometidos.
*Por Aileda de Mattos Oliveira - Dr.ª em Língua Portuguesa. Vice-Presidente da Academia Brasileira de Defesa - Via  www.emdireitabrasil.com.br

quinta-feira, 30 de julho de 2015

E os "absurdos" dos governos petistas continuam...

E os "absurdos" ocorridos nos governos petistas continuam...70% do crédito de um banco é o valor que a Odebrecht totalizou em contratos com o BNDES para operações no exterior entre 2007 e 2015, segundo dados divulgados pelo banco no último mês de junho. 
Foram US$ 8,4 bilhões, cerca de R$ 28,3 bilhões na cotação atual, em financiamentos só para a empreiteira Odebrecht...
Os empréstimos foram feitos com taxas, em média, muito abaixo do mercado. Em alguns casos, os valores são inferiores até à meta de inflação e possuem prazos para pagamento que se estendem, literalmente, por décadas. Não é preciso ser um gênio para perceber que esse é um ótimo negócio para as empreiteiras e um péssimo negócio para o banco, que por ser público, repassa esses prejuízos para o seu bolso, meu caro brasileiro!
É mole ou quer mais???

quarta-feira, 29 de julho de 2015

Exército agiliza obras no país e irrita construtoras.

Exército Brasileiro tem se destacado por agilidade em obras públicas como a transposição do Rio São Francisco. Os trechos a cargo da instituição estão quase concluídos.

A eficiência, honestidade e a rapidez do Exército na execução de obras de construção e reforma pelo país estão incomodando as empreiteiras, que se queixam de “concorrência desleal” por parte da corporação.
O presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic), Paulo Safady Simão, reclamou esta semana da participação do Exército Brasileiro em obras desenvolvidas pelo governo federal. “O setor da construção civil não vê com bons olhos a atuação do Exército em obras como duplicação de estradas e construção de aeroportos. Não há necessidade de os militares assumirem obras desse tipo”, disse. “O Exército é hoje a maior empreiteira do país”, reclama também João Alberto Ribeiro, presidente da Associação Nacional das Empresas de Obras Rodoviárias. Segundo ele, poucas construtoras no país têm hoje uma carteira de projetos como a executada pelos batalhões do Exército. No PAC, há 2.989 quilômetros de rodovias federais sob reparos, em construção ou restauração, com gastos previstos em R$ 2 bilhões. Destes, 745 quilômetros – ou R$ 1,8 bilhão – estão a cargo da corporação. “Isso equivale a 16% do orçamento do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes neste ano”, disse.
O general Jorge Ernesto Pinto Fraxe, da Diretoria de Obras de Cooperação (DOC), do Departamento de Engenharia e Construção do Exército (DEC), rebateu as declarações dos representantes das empreiteiras e afirmou que “a atuação dos militares só ocorre quando é bom para o país e para a instituição”. O general declarou que “algumas das obras assumidas pelos militares eram consideradas prioritárias e estavam tendo problemas para serem tocadas pela iniciativa privada”. “A gente não pleiteia obras. Elas são oferecidas e aceitamos quando elas são importantes para o desenvolvimento do país e para nosso treinamento”, destacou. No auge das obras, 12 mil soldados atuaram na construção civil para o governo.
Ele lembra, por exemplo, que havia uma briga no consórcio vencedor da licitação para a duplicação da BR-101 e que as empresas fugiam do início das obras da transposição do São Francisco. A alegação para o retardamento do início das obras era que o canteiro ficava no polígono da maconha. O general conta que o Exército fez um trabalho social na área e que dois hospitais chegaram ser montados na região, para atendimento à população.
Obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) estão sendo conduzidas pelos militares. Os militares receberam R$ 2 bilhões nos últimos três anos para executar duplicações de estradas, construção de aeroportos, preparar novos gasodutos e iniciar a transposição do Rio São Francisco. No total seriam 80 obras.
A transposição do São Francisco é o caso mais emblemático. Enquanto os trechos que ficaram sob a responsabilidade do Exército estão quase prontos, a parte que cabe às empresas privadas está atrasada ou paralisada. Em Floresta (PE), onde o percentual de execução não passa de 13%. Em outros lugares chega só a 16%. Nos trechos feitos pelo Exército, a obra avançou 3 vezes mais que os das empreiteiras no Eixo Norte (80% está concluída) e 5 vezes mais no Eixo Leste. Por sua vez as empresas privadas estão pedindo mais dinheiro para continuar as obras.
As empresas privadas, algumas delas organizadas em cartéis, depois de retardarem obras importantes para o país, de exigirem reajustes absurdos nos preços, criticam quando o Exército é acionado para garantir as obras prioritárias. Elas alegam uma suposta “concorrência desleal’. Segundo os empreiteiros, a participação expressiva dos militares “inibe o investimento e impede a geração de empregos”.
“O Exército não é um construtor. Quem pensa que vamos concorrer com as empresas está equivocado. Só atuamos para treinar nosso pessoal”, disse o general, que afirma que contrata empresas privadas para a construção de pontes e viadutos.
Os militares também fizeram obras para estatais – como as clareiras na selva para a construção do gasoduto Coari-Manaus, e para outros níveis de governo, como a atual construção do Caminho da Neve, estrada que Santa Catarina quer abrir para unir Gramado (RS) a São Joaquim (SC), favorecendo o turismo de inverno.
Estima-se que, quando concluídas, as obras entregues ao Exército terão um custo até 20% menor para os cofres públicos. “A corporação não pode lucrar com os serviços que presta”. Como emprega os próprios oficiais e soldados, já remunerados pelo soldo, o custo da mão de obra deixa de ser um componente do preço final da empreitada. Por tudo isso, o Exército está desempenhando um papel fundamental na infraestrutura necessária para o Brasil.
*Confira o artigo original no Portal Metrópole: http://www.portalmetropole.com/2015/06/exercito-agiliza-obras-no-pais-e-irrita.html#ixzz3hJHEtuFx

Assim, é exigir demais!!!


Não digam que não foram avisados!


Ricardo Pessoa, da UTC, disse que pagava para o TCU liberar obras
Auditores do Unidade Técnica do Tribunal de Contas de União chegaram a recomendar a suspensão do edital de pré-qualificação, em 2011, lançado pela Eletronuclear para as obras da Usina Nuclear Angra 3, mas os ministros do TCU mandaram continuar a licitação, agora alvo da Operação Lava Jato. A investigação culminou com a prisão do presidente da estatal, almirante Othon Luiz Pinheiro da Silva.
Em depoimento sob acordo de delação premiada, o empreiteiro Ricardo Pessoa, da UTC Engenharia, chefe do clube vip das empreiteiras que se apossaram de contratos bilionários da Petrobrás, afirmou que pagava R$ 50 mil por mês ao advogado Tiago Cedraz, filho do presidente do tribunal, Aroldo Cedraz, para ter acesso a informações privilegiadas sobre assuntos do seu interesse. A UTC e outras empresas enroladas na Lava Jato integravam o Consórcio Una 3, interessado no contrato.
Pessoa também afirma haver contratado Tiago Cedraz para atuar em um caso sobre a Usina de Angra 3, que discutia licitação para obras de R$ 2 bilhões, e disse que repassou ao escritório dele R$ 1 milhão para supostamemte serem entregues ao ministro Raimundo Carreiro, relator do processo em que a área técnica do TCU recomendava a suspensão do edital. O relatório de Carreiro recomendou a continuidade da licitação pública, que na prática excluiu os concorrentes da UTC.
Também em delação premiada, o ex-presidente da Camargo Corrêa Dalton Avancini afirmou que o edital de pré-qualificação de Angra 3 continha cláusulas "propositalmente restritivas à concorrência com o intuito de restringir a competição às empreiteiras mancomunadas com o Othon Luiz, as quais prometeram o pagamento de vantagens indevidas ao gestor público".
O Ministério Público Federal estima que os pagamentos de propina podem ter chegado a R$ 30 milhões, valor corresponde a 1% dos contratos de cerca de R$ 3 bilhões, firmados pela Eletronuclear com empresas consorciadas, entre as quais a UTC e a Andrade Gutierrez.
*Via Diário do Poder

segunda-feira, 27 de julho de 2015

Lula teme que Zé Dirceu faça acordo de delação premiada.

Após haver abandonado José Dirceu desde os tempos do julgamento do mensalão, o ex-presidente Lula recomendou à cúpula do PT, esta semana, “dar atenção” ao “Zé”, seu ex-ministro da Casa Civil. Ele teme que Dirceu feche acordo de delação premiada para não voltar à cadeia. Até lulistas “religiosos” concordam: eventual delação de Dirceu pode levar Lula a conhecer o significado de um longo período na Papuda.

Vocação para ‘mártir’ - Lula e a cúpula do PT confiam que Dirceu é “guerreiro” e que, como no mensalão, pode mofar na cadeia, mas não entrega a “companheirada”.

Outra prioridade - Hoje a maior prioridade de José Dirceu não é a “causa”, mas preservar a liberdade de conviver com a alegria da filha, garotinha de 6 anos.

Mau sinal - Após a Justiça negar habeas corpus preventivo para José Dirceu, acendeu a “luz vermelha” na cabeça, disse Lula a dirigentes do PT.

Rebate falso - Na tarde desta sexta-feira (24), houve momento de pânico, no PT, com os rumores de prisão iminente de José Dirceu. Mas era rebate falso.

A vaca premiada e a dura missão de Dora Cavalcanti de explicar o inexplicável.

Dora: dura missão
Dora Cavalcanti, advogada de Marcelo Odebrecht, ao tentar rechaçar em sua entrevista coletiva de anteontem as interpretações que a PF fez das anotações do seu cliente nos oito celulares que possuía (repita-se: Marcelo usava oito celulares), afirmou que “Vaca 2,2 milhões?” referia-se a uma nota publicada no Radar.
Beleza. Em 1º de junho de 2013  foi publicada aqui uma informação sobre a compra feita por Maurício Odebrecht, irmão de Marcelo, de uma vaca nelore por um valor inusitado de 2,2 milhões de reais. (leia a nota aqui ). Marcelo poderia estar, de fato, interessado em detalhes sobre o leilão, como disse Dora.
O problema é que agora cabe à advogada da Odebrecht explicar as outras referências a um certo Vaca que constam das anotações de Marcelo – e que nada têm a ver com um animal (citações, aliás, próximas de outras em que ele fala de “Vaccari” e “Vaccarezza”). Por exemplo:
*”40 para Vaca (parte para Feira)
*Liberar p/Feira pois meu pessoal não fica sabendo.Deixar prédios com Vaca.
Chama a atenção que entre mais de 500 anotações de Marcelo Odebrecht, a defesa consiga apontar apenas um erro de interpretação dos agentes da PF. (leia mais aqui  )

Marcelo Odebrecht: mensagens cifradas
Nas explicações que deu na sexta-feira, além das obviedades que faltaram explicar (leia mais aqui  ), Dora Cavalcanti costumeiramente tão atenta aos detalhes, como todo advogado, relevou um outro ponto fundamental que joga por terra sua defesa.
De acordo com o relatório da PF, a mensagem de Marcelo Odebrecht foi escrita no dia 16 de janeiro de 2013, quase seis meses antes do leilão em que o seu irmão arrematou a vaca nelore – e portanto, também, da nota publicada no Radar.
Como Marcelo conseguiu prever o resultado de um leilão com essa antecedência? Independentemente de suas qualidades como homem de visão empresarial, é uma previsão impossível de ser feita.
Mais: por que a advogada da Odebrecht nem sequer supôs que a sigla LJ poderia ser de Leonel Jardim, executivo da Odebrecht que já atuou no braço agropecuário do grupo?
*Por Lauro Jardim, na Veja.com

domingo, 26 de julho de 2015

Lava Jato: STF pede a Janot parecer sobre laços de Toffoli com empreiteiro.

Teori Zavascki envia Ao procurador-Geral da República Relatório da PF com mensagens que mostram proximidade de ministro do Supremo com réu da OAS.

O ministro Teori Zavascki, relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), enviou para o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, o relatório da Polícia Federal com mensagens telefônicas que mostram a proximidade dos ministros Dias Toffoli, do STF, e Benedito Gonçalves, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), com o empreiteiro Léo Pinheiro, ex-presidente da OAS e réu do petrolão. Léo Pinheiro estava preso até a semana retrasada. Foi solto por uma decisão apertada da 2ª Turma do STF - e, para isso, contou com o voto decisivo do amigo Dias Toffoli. De acordo com a Procuradoria Geral da República, Janot vai decidir até a semana que vem quais providências vai adotar no caso.
Reveladas por VEJA, as mensagens descobertas pela Polícia Federal nos telefones celulares de Léo Pinheiro mostram que o empreiteiro frequentava a residência de Dias Toffoli. Léo Pinheiro era convidado para as festas de aniversário de Toffoli, e aparece pedindo a um funcionário que providenciasse um presente para o ministro. As mensagens também citam uma reunião entre Pinheiro e Toffoli em 2013. Apesar da proximidade com o réu, Dias Toffoli não viu nenhum problema em participar do julgamento que o libertou.
Os arquivos coletados nos celulares de Léo Pinheiro foram reunidos em um relatório de 26 páginas, enviado sob sigilo a Teori Zavascki. Na semana retrasada, Zavascki encaminhou o documento para que Rodrigo Janot se manifeste sobre as providências a serem adotadas tanto em relação a Dias Toffoli quanto a Benedito Gonçalves.
Segundo a Secretaria de Comunicação da Procuradoria Geral, Janot está analisando o material. "A resposta deve ser encaminhada ao STF em até 15 dias", informou a Procuradoria-Geral da República em nota na semana passada. O procurador-geral pode, por exemplo, questionar a participação de Dias Toffoli nos julgamentos relacionados à Lava Jato. Também cabe a ele solicitar a abertura de investigação sobre as relações tanto de Toffoli quanto de Benedito Gonçalves com o ex-presidente da OAS. Outra opção de Janot é engavetar o relatório: ele pode simplesmente propor o arquivamento do material.
No caso de Benedito Gonçalves, Janot pode sugerir a remessa do material ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O ministro do STJ trocava mensagens diretamente com Léo Pinheiro e costumava pedir favores diversos, inclusive para parentes. Benedito estava em campanha para ocupar a vaga deixada por Joaquim Barbosa no STF e, para realizar o que chama de "projeto pessoal", chegou a pedir a "ajuda valiosa" do empreiteiro, amigo do peito de Lula. Gonçalves era um dos preferidos do ex-presidente para o posto.

A VEJA, Dias Toffoli afirmou por meio de nota que conhece Léo Pinheiro, mas que "não tem relação de intimidade e não se recorda de ter recebido presente institucional dele ou da empresa OAS". O ministro não respondeu à pergunta sobre as visitas do empreiteiro a sua residência. Benedito Gonçalves, por sua vez, não se pronunciou.

* Por: Rodrigo Rangel, na Veja. 

Lula é investigado em Portugal.

video
O vídeo acima mostra a reportagem do canal português SIC sobre o inquérito criminal contra Lula por tráfico de influência em favor da Odebrecht, além da prisão de seus comparsas pela Operação Lava Jato.
O Ministério Público de Portugal colabora com as autoridades brasileiras e também investiga o envolvimento de políticos dos dois países no meganegócio ocorrido em 2010, com a venda das ações que a Portugal Telecom possuía na empresa brasileira Vivo para a espanhola Telefônica e com a compra de ações da Oi pela Portugal Telecom.
Há uma série de suspeitas de irregularidades na operação, que teria sido concretizada graças à influência política de José Dirceu e de Lula sobre o ex-primeiro ministro português José Sócrates, atualmente em prisão preventiva.
Em outubro de 2013, Lula viajou a Portugal em avião privado pago pela Odebrecht e participou da apresentação do livro de Sócrates.
O canal SIC mostra um trecho do discurso do Brahma na ocasião, com toda a sua velha desenvoltura para elogiar corruptos do mundo inteiro.
Assista, ó pá.

Cunha discute impeachment com ministro do Supremo.

Foto: Pedro Ladeira /Folhapress
O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), reuniu-se com o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Gilmar Mendes e com o deputado Paulinho da Força (SD-SP), dirigente da segunda maior central sindical do país, para avaliar, entre outros temas, cenários da atual crise política, incluindo um processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff.
O encontro, um café da manhã na residência oficial da Presidência da Câmara, se deu na última quinta-feira (9).
Segundo a Folha apurou, o agravamento da crise foi discutido em detalhes. Os presentes fizeram uma primeira avaliação do cenário no TSE (Tribunal Superior Eleitoral), onde a chapa de Dilma é investigada por suposto abuso de poder e financiamento irregular de campanha.
Chegaram à conclusão de que um pedido de cassação dificilmente será aprovado no tribunal, cuja corte está dividida sobre o tema.
No encontro também foi feito um diagnóstico sobre as dificuldades de abertura de um processo de impedimento na Câmara contra Dilma. A Constituição exige 342 votos a favor para que um pedido do gênero seja aberto.
Diante disso, Paulinho da Força afirmou, conforme relatos, que um processo de impedimento da presidente só iria para frente por meio de um acordo que passasse por quatro pessoas: Cunha, o vice-presidente Michel Temer (PMDB), o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e o presidente do PSDB, Aécio Neves (MG).
Um arranjo desses, segundo os desenhos projetados, resultaria em um "parlamentarismo branco" a partir de um eventual impeachment: Temer compartilharia o poder com os presidentes da Câmara e do Senado e governaria em uma espécie de triunvirato até as eleições de 2018.
Um parlamentar disse à reportagem que o clima político para isso só estará "mais maduro" depois que o TCU (Tribunal de Contas da União) julgar as contas de 2014 do governo. A tendência é que a corte as reprove, o que abriria caminho para o Congresso analisar o caso.
O julgamento no TCU estava previsto para a próxima semana, mas a análise foi adiada para agosto.
Sob condição de anonimato, um parlamentar afirmou à Folha ter feito parte de um movimento para pressionar o TCU pelo adiamento. Assim, quando as contas forem julgadas, o Congresso já estará na ativa –o recesso parlamentar vai de 18 a 31 de julho.
DIVISÃO
Procurado, o peemedebista negou ter tratado do assunto. Já Mendes, hoje presidente interino do TSE, confirmou que as condições de permanência de Dilma no cargo foram discutidas –porém, diz ele, de forma lateral.
"O tema central da conversa foi o Código de Processo Civil, mas esses assuntos correram. Ele [Cunha] falou dos problemas de impeachment, esses cenários todos", afirmou o ministro.
INTIMIDADE
Mendes também disse que a divisão do plenário do TSE sobre o tema entrou na pauta. "O que tenho dito é que é preciso ter provas quanto ao abuso de poder econômico e político. Havendo provas, muito provavelmente se chega a uma votação de expressão", explicou.
"É possível que se tenha falado da contagem de votos, coisa do tipo. É possível que eu tenha dito que, dependendo das provas do processo, pode até ter unanimidade". "Caso haja provas substanciais, minha expectativa é que haja unanimidade, mas não disse que só se poderia cassar por unanimidade", concluiu o ministro.
Já o presidente da Câmara deu versão distinta: "Eu não tenho intimidade com ele [Gilmar] para tratar de um assunto assim. A frase do Paulinho foi a seguinte: se, com 513 [deputados na Câmara], as pessoas ficam na dúvida, imagine com sete [ministros do TSE]", disse Cunha à Folha.
"Tratamos do Código de Processo Civil. Longe de ter passado essa conversa comigo", afirmou.
*MARINA DIAS e NATUZA NERY DE BRASÍLIA - Crise no Governo/Editoria de Arte/Folhapress