sábado, 2 de setembro de 2017

Joaquim Barbosa "inocenta" Lula e demonstra querer ser o plano B da esquerda.

Joaquim Barbosa, em sua entrevista ao Valor, disse que Lula deveria desistir da candidatura presidencial.

Para garantir seu apoio em 2018, porém, ele lhe ofereceu a perspectiva de uma doce aposentadoria, inocentando-o das denúncias da Lava Jato.

Segundo Joaquim Barbosa, Lula enriqueceu apenas com suas palestras, e não com a propina das empreiteiras.

Leia aqui:


“Acho que ele não deveria ser candidato. Vai rachar o país ainda mais. Já está em idade de usufruir da vida e do dinheiro que ganhou com suas palestras. Só que o estão empurrando para ser candidato, com essa cruzada que o coloca contra a parede. É um ódio irracional esse que apareceu no país.”

Joesley Batista, o cínico: "Descobri que eu era um criminoso".

(Foto: Marivaldo Oliveira/Código19/Agência o Globo) 
Conforme a música - Joesley Batista: “Decidi delatar porque vi que as regras do jogo tinham mudado” 

Joesley Batista ainda não tem coragem de sair de casa. Quatro meses depois de ter acusado 1 829 candidatos eleitos (incluindo um presidente e uma ex-presidente da República) de receber propina de sua empresa, a JBS, ele diz não estar prFotoonto para fazer o “teste da rua”. Acha que, hoje, sua imagem é a de alguém que cometeu uma série de crimes e não foi punido. O empresário diz esperar que suas informações ajudem a desmontar novos esquemas de corrupção. “Na hora em que os nossos anexos começarem a revelar outras organizações criminosas, aí talvez a sociedade vá olhar e dizer: ‘Pô, o Joesley teve a imunidade, mas olha como ele ajudou a desbaratar a corrupção’.” Joesley falou a VEJA em seu escritório da JBS, em São Paulo. Na entrevista, ele relata como se deu conta de que levava uma vida de crimes e diz que desconfia que o governo de Michel Temer operava para impedir sua delação. “Esse Temer que você vê na televisão é falso. O Temer verdadeiro é o que eu gravei. Aquele Temer que fala sem cerimônia”, afirma. Segundo o empresário, o presidente “sempre foi muito direto, ele pedia dinheiro mesmo.” Leia abaixo trechos da entrevista: 

Quatro meses depois de assinar um acordo de delação em que o senhor e executivos da sua empresa denunciaram 1 829 candidatos eleitos de 28 partidos, incluindo o presidente da República, o que mudou na sua vida? Ninguém sai de um processo desses como entrou. Esse negócio de virar colaborador da Justiça é muito novo para todo mundo. Um delator não “faz” uma delação simplesmente, ele vira uma chave. Muda sua forma de pensar, de agir. Aqueles amigos que você tinha já não servem mais. Se você mudou realmente, você muda de grupo e passa a enxergar as coisas sob outro ângulo. 

Sob qual ângulo o senhor enxergava antes? 

Nós somos empresários e os empresários estão subordinados ao Estado. Se os mandatários do Estado negociam com você daquela forma, você acaba achando que opera dentro de um padrão de normalidade. A gente vai ficando anestesiado. 

Quando o senhor começou a mudar de ideia?

A primeira vez que a polícia fez busca e apreensão na minha casa foi em 1º de julho de 2016. Graças a Deus eu não estava, tinha acabado de chegar de uma viagem internacional com a minha família. Mas, como tenho câmeras de segurança lá, acessei pelo celular e assisti ao vivo àquele monte de gente andando no meu quarto, pelos corredores. Olhava aquilo parado, congelado. Não é uma coisa com que você esteja acostumado, e eu não estava entendendo o que estava acontecendo. Da mesma forma, acho que a grande maioria dos políticos e dos empresários ainda não entendeu o que está acontecendo.

* Por Thaís Oyama na Veja.com

sexta-feira, 1 de setembro de 2017

Lula já era!

A caravana de Lula mostrou seu encolhimento.O próprio Lula deve ter percebido isso.
Leia um trecho da coluna de Josias de Souza, no UOL:

“Hoje, sem condições de fornecer explicações críveis sobre os episódios inacreditáveis em que se meteu, Lula encolhe. Sua retórica, baseada no ódio à força-tarefa da Lava Jato, cabe numa caixa de fósforos. Seu prestígio, tisnado por seis ações penais e uma condenação, cabe nos 30% do eleitorado que tradicionalmente pende para o PT. Ainda em dúvida sobre o que vai ser quando terminar de decrescer — se presidiário ou presidenciável— Lula realiza uma viagem ao passado (…).
Ao final de sua caravana de 18 dias, Lula terá percorrido 25 cidades de nove Estados nordestinos. E perceberá que, petrificado, viajou de volta para suas origens sem sair do lugar. Notará que campanha política não absolve um réu em seis ações penais, assim como uma condenação de 9 anos e meio de cadeia não elege um presidente”

* Enviado por: diogocw2@netcourrier.com

Ridículo: Esquerdalha do "Movimento Escola sem Partido" reclama do Ministério Público.


Criador do movimento Escola Sem Partido (ESP), o advogado Miguel Nagib apresentou uma reclamação disciplinar no Conselho Nacional do Ministério Público contra dois procuradores da República em Minas Gerais, que, nas palavras dele a O Antagonista, “estão tentando atrapalhar a tramitação do projeto de lei 274/2017”, relativo ao ESP, “na Câmara Municipal de Belo Horizonte”.

Helder Magno da Silva e Edmundo Antonio Dias Netto Júnior encaminharam ao presidente do órgão um ofício datado de 22 de agosto , no qual manifestam, em nome do Ministério Público Federal, um entendimento que aponta para a inconstitucionalidade do PL Escola Sem Partido – ou seja: a de que se pendure uma lista em salas de aulas com deveres do professor, como o de apresentar, com a mesma profundidade, as principais versões concorrentes a respeito de questões políticas.
De acordo com a reclamação de Nagib, “trata-se, a toda evidência, de consultoria jurídica prestada ex officio por membros do MPF a um ente público, o que é expressamente vedado pelo inciso IX do artigo 129 da Constituição Federal, verbis:
Art. 129. São funções institucionais do Ministério Público:
IX - exercer outras funções que lhe forem conferidas, desde que compatíveis com sua finalidade, sendo-lhe vedada a representação judicial e a consultoria jurídica de entidades públicas."
Segundo Nagib, “prestar consultoria significa orientar a autoridade competente sobre a legalidade, lato sensu, do ato a ser praticado”.
“Inconformados com o fato de não possuírem atribuição legal para se intrometer no processo legislativo, mas confiantes no poder de convencimento do timbre do MPF, os signatários do ofício em questão resolveram se intrometer mesmo assim. E, na falta de outro expediente, partiram para a consultoria jurídica ex officio. Ou seja, em vez de opinar como cidadãos, opinaram como membros do Ministério Público Federal, praticando o ato vulgarmente conhecido como carteirada.”
Para mostrar que o objetivo da “ilícita consultoria” foi alcançado, Nagib cita títulos de matérias na internet, como, por exemplo, “MPF diz à Câmara de BH que Escola Sem Partido é inconstitucional”.
Curiosamente, os procuradores mencionaram no ofício a suposta “nota técnica”, de 21 de julho de 2016, da procuradora federal dos Direitos do Cidadão, Deborah Duprat.
Eu, Felipe, comentei na ocasião que Duprat, ao defender “o fato de a escola ser um lugar estratégico para a emancipação política”, confessava e pregava aquilo que o projeto combate: o uso político das escolas para fins de doutrinação dos alunos, nos moldes da “Revolução Cultural” proposta pelo ideológico comunista italiano Antonio Gramsci e seguida pela esquerda brasileira.
Nada havia de “técnico” em pregar o uso das escolas também para “fim das ideologias sexistas”, “racistas” e “religiosas”, definidas pela procuradora sem base em qualquer dado verificável; muito menos em atacar o ESP como “inconformismo com a vitória das diversas lutas emancipatórias”.
É desse ativismo de “uma das últimas moicanas”, como se referiu a ela um blogueiro petista, que decorre o ofício dos dois procuradores, novamente noticiado como posição institucional do MPF.
Enquanto a Lava Jato se mostra apartidária, alvejando corruptos de qualquer legenda ou ideologia, ainda há procuradores da mesma instituição atuando, na prática, em favor de Escolas Com Partido – aquelas nas quais militantes disfarçados de professores abusam do poder de aprovar ou reprovar crianças e adolescentes para doutriná-los de acordo com seus interesses políticos.
É uma “carteirada” servindo à outra.

Record denuncia a Globo,

Lula se vangloriar do que fez na Petrobras, é "cinismo psicopático"!

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O Soros brasileiro.

Quem quer que tenha se preocupado com a liberdade de forma pragmática nos últimos anos sempre defendeu que a direita deveria parar de picuinhas e focar em inimigos comuns.
Mas às vezes é difícil obter o senso de urgência até a hora em que a água bate na bunda, não é mesmo?
Nota-se como alguns eleitores de Doria preferem demonizar Bolsonaro enquanto alguns eleitores de Bolsonaro demonizam Doria. Fica aquela briguinha focada em picuinhas e enquanto isso a elite esquerdista sempre vai comendo pelas beiradas.
Pois agora o homem mais rico do Brasil – Jorge Paulo Lemann – abraçou de vez um projeto político esquerdista muito similar ao de Emanuel Macron na França e de Justin Trudeau no Canadá. Sim, é isso mesmo que você está pensando!
É o esquerdismo globalista do tipo mais perverso, devastador e autoritário, principalmente por ser inteiramente baseado em “caras novas” que no fundo representam o esquerdismo disfarçado (que até chamam de “progressismo”).
Como não poderia deixar de ser, eles se venderão ao público como “centristas”, contando com o suporte da grande mídia nesse jogo de falsas rotulagens. Já até criaram um grupo chamado Acredito, que já se declarou como o MBL de esquerda (que eles chamam de “progressistas”, vale lembrar).
Pessoas como Lemann e Soros não entram na política para brincar. Entram para criar colapso, caos social, jogar uns contra os outros e ganhar muito, mas muito dinheiro a partir da destruição de economias.
A agenda de Lemann e o grupo “Acredito” é exatamente a mesma de Macron, Trudeau e Hillary. Vale a pena conhecer como essa gente se alinha. Em relação ao PT, já temos vários antídotos preparados. Mas e contra essa gente muito mais dissimulada.
No print que está próximo ao fim deste post vemos Lemann comemorando o espaço dado por Pedro Bial a Tábata Amaral de Pontes, do movimento “Acredito”. É o prenúncio de como a grande mídia vai focar nessa agenda.
A agenda deles é clara, e inclui dentre outras atrocidades: desarmamento, impunidade de menores, desmilitarização da PM, perseguição a religiosos, fim da liberdade de expressão, abertura total de fronteiras e daí por diante.
Há um detalhe especial: esse pessoal sabe jogar ainda mais pesado com o uso da violência do que fazem os petistas. Nos Estados Unidos, a cada fim de semana eles promovem agressões em série contra eleitores de Trump. Veja nesse link os vídeos horríveis. Nesse outro link, vemos os black blocs instrumentalizados e financiados por Soros agredindo um senhor de idade no Canadá.
O projeto de Soros, que tem as mesmas raízes do projeto globalista de Lemann por aqui, é implementado com o uso de intimidação, perseguição e violência contra pessoas de direita.
É preciso que a direita, seja ela liberal ou conservadora, comece a se perguntar: será que vale a pena deixar uma tropa de esquerda dissimulada chegar ao poder com esse tipo de intenções? Será que liberais e conservadores possuem algum tipo de masoquismo e vontade de apanhar?
Creio que não. É vital adquirir consciência de que essa tropa de Lemann – que contará com a ajuda da grande mídia e irá incorporar muita gente da Rede e do PSOL – não vem para brincar.
Na hora em que começarem a fazer o que já estão fazendo em outros países onde são bancados por Soros, eles não perguntar se você é do MBL, se vota no Bolsonaro, se apoia o Doria ou daí por diante. Vão chegar batendo, lançando processos, praticando linchamentos virtuais e tudo endossado pelo que há de mais “moderno” em termos de politicamente correto e censura.
Essa é a consciência que a direita brasileira ainda não tem. Esse pessoal a la Soros/Lemann não se preocupa se você é liberal ou conservador. De imediato eles rotulam de “racista”, “neonazista”, “fascista”, “homofóbico” e praticante de “crimes de ódio” e partir daí vão atrás de tirar teu emprego, te agredir e expor isso pro mundo como troféu.
Repetindo pela terceira vez: a direita que ainda acha que esse pessoal pergunta se você é liberal ou conservador no momento de jogar saco de mijo em sua cabeça, jogar spray de pimenta em sua cara, fazer campanha para te tirar do emprego e te encher de processos indevidos a partir de rotulagens como “racista”, “sexista” e “homofóbico” não está estudando os processos de tomada de poder pelo mundo.
A esquerda que mais sabe usar o politicamente correto não vem pra brincar.

Será que a direita vai optar pela picuinha besta e acabar apanhando lá na frente ou vai centrar forças no inimigo em comum?
**Via Graça ferraz - dgferraz@terra.com.br>

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

"O maior assalto a banco da história".


Assista ao comentário de Claudio Dantas sobre como os governos Lula e Dilma torraram R$ 50 bilhões do BNDES em 140 obras de infraestrutura – incluindo hidrelétricas, rodovias, portos e aeroportos – em 12 países da América Latina e da África.
Se a CPI do BNDES quiser investigar de fato, basta pedir ao TCU o compartilhamento das informações sigilosas envolvendo essas operações. O resto é enrolação.
* O Antagonista

segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Caos na saúde do Estado de Alagoas.

Isto a imprensa de Alagoas, governada por Renan Filho e ondeo pai- o Senador Renan - manda e desmanda, jamais mostrou ou mostrará. Renan e Collor "comandam" quase toda imprensa alagoana.

Sergio Moro ainda acredita no STF.

Em São Paulo, o juiz voltou a defender que um condenado seja preso após decisão de segunda instância.

O juiz federal Sergio Moro afirmou que tem esperanças de que os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) serão “sensíveis” ao atual quadro de corrupção do país e irão manter o precedente que garante que condenados sejam presos após decisão da segunda instância, independente de recurso ao próprio STF ou ao Superior Tribunal de Justiça (STJ).
“Tenho um grande respeito pelo STF”, disse Moro durante evento da Casa Hunter, ONG que busca uma vida melhor para pacientes com doenças raras, realizado neste domingo em São Paulo. “Louvo a decisão de 2016 do ministro Teori Zavascki, que foi um passo fundamental para uma mudança mais perceptível no nosso ordenamento jurídico”, afirmou.
Moro falou sobre o assunto quando perguntado sobre as recentes decisões do ministro do STF, Gilmar Mendes, que concedeu habeas corpus a empresários presos após julgamento em segunda instância.
A esposa do juiz, Rosângela Moro, foi homenageada pela Casa Hunter com o prêmio Gente Rara por seu trabalho de destaque em defesa da causa das doenças raras. Moro também participou do evento, com uma palestra sobre corrupção. Durante a exposição, o juiz defendeu a criação de leis mais eficientes, que reduzam as oportunidades para crimes de corrupção, como a redução de cargos de confiança em todas as esferas e instâncias.

Setor privado

Ainda sobre o tema da corrupção, ressaltou a importância de o setor privado resistir ao pagamento de propinas. Para Moro, existem casos em que empresários são extorquidos por políticos, tornando-se vítimas. Porém, lembrou que na maioria dos casos de corrupção investigados pela Lava-Jato, a relação entre políticos e empresários foi de cumplicidade.

Acusações contra Carlos Zucolotto

Durante a sessão de perguntas dos jornalistas, Moro negou as recentes acusações, divulgadas neste domingo pelo jornal Folha de S.Paulo, de que seu amigo íntimo, Carlos Zucolotto, estaria envolvido em negociações paralelas com a força-tarefa da Operação Lava Jato.  “O relato é absolutamente falso”, afirmou, acrescentando que já disse tudo o que tinha a declarar sobre o assunto.
O advogado Rodrigo Tacla Duran, que trabalhou para a Odebrecht de 2011 a 2016, foi quem acusou Zucolotto de intermediar negociações paralelas dele com a Lava Jato. O advogado trabalhista é amigo e padrinho de casamento de Moro e foi sócio de um escritório com sua esposa, Rosângela Moro.
Zucolotto é também defensor do procurador Carlos Fernando dos Santos Lima em ação trabalhista que corre no STJ. De acordo com o jornal Folha de S. Paulo, as conversas de Zucolotto com Tacla Duran envolveriam abrandamento de pena e diminuição da multa que o ex-advogado da Odebrecht deveria pagar em um acordo de delação premiada. Em troca, segundo Duran, Zucolotto seria pago por meio de caixa dois. O dinheiro serviria para “cuidar” das pessoas que o ajudariam na negociação, segundo correspondência entre os dois que o ex-advogado da Odebrecht diz ter em seus arquivos.
*Via http://veja.abril.com.br/