sábado, 14 de maio de 2011

O crime de Aldo Rebelo.

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Crime é a ação ou omissão, imputável a pessoa, lesiva ou perigosa a interesse penalmente protegido...

A linguagem do molusco.

A degeneração de um povo, de uma nação ou raça, começa pelo desvirtuamento da própria língua.(Ruy Barbosa)
Livro didático de língua portuguesa adotado pelo MEC (Ministério da Educação) ensina aluno do ensino fundamental a usar a “norma popular da língua portuguesa”.
O volume Por uma vida melhor, da coleção Viver, aprender, mostra ao aluno que não há necessidade de se seguir a norma culta para a regra da concordância.
Os autores usam a frase “os livro ilustrado mais interessante estão emprestado” para exemplificar que, na variedade popular, só “o fato de haver a palavra os (plural) já indica que se trata de mais de um livro”. Em um outro exemplo, os autores mostram que não há nenhum problema em se falar “nós pega o peixe” ou “os menino pega o peixe”.(Ig)
COMENTÁRIO: Tenha em mente que o partido é errado - o governo Lula foi errado - nem no continente africano há (houve) presidente analfabetos. Tenha que após a queda dos militares, essa gentalha, começou a reverter os valores, a denegrir as famílias e após terem assumido o governo estão colocando em prática o que são - errados - inversos - em todas as áreas. Viraram tudo: roubar é o natural, valorizar o analfabeto e o vadio é corriqueiro e até milagres eles querem com o casamento de pessoas do mesmo sexo gerar famílias e, quem sabe, procriar. Pior é, que quem deveria preservar aquilo que é estabelecido o certo - a magistratura, os corpos docentes - ajudam a puxar a corda para o lado contrário. Ontem ouvi a entrevista da responsável pela adoção da cartilha, numa entrevista no JN. Tenham, que muito mais virá.  (Paulo Sérgio )

Porque hoje é Sábado, uma bela mulher.

A bela atriz Bruna Linzmeyer

Apesar do PT e MST, o agronegócio brasileiro exporta US$ 80 bi anual

Sempre combatido pela esquerda brasileira, cujo discurso arcaico e contraproducente tem o apoio do governo brasileiro, o agronegócio no Brasil superou a marca de US$ 80 bilhões em exportações no acumulado dos 12 meses, de maio de 2010 a abril de 2011.
Com um aumento de 20,4% em relação a um ano atrás, o valor atingiu US$ 81,3 bilhões, de acordo com o Ministério da Agricultura. As importações no período somaram US$ 14,7 bilhões, o que resultou num saldo de US$ 66,6 bilhões. Apenas em abril, as exportações chegaram a US$ 7,9 bilhões, com crescimento de 24,4% em relação ao mesmo mês do ano passado e superávit de US$ 5,3 na balança comercial do agronegócio.
Segundo o Ministério, o resultado de abril foi possível graças ao bom desempenho de algumas culturas, com destaque para o complexo soja (grão, farelo e óleo), carnes, complexo sucroalcooleiro (etanol e açúcar), produtos florestais (madeira, celulose, papel, borracha) e café. Os três setores foram responsáveis por 65,7% do valor total exportado.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

PT perde disputa para liderança do governo no Senado

O PT perdeu a queda de braços com o PMDB em torno da liderança do governo no Senado. A presidente Dilma Rousseff decidiu que o novo líder será o deputado Mendes Ribeiro (PMDB-RS). Quem articulava para ganhar o cargo era o senador José Pimentel (PT-CE).
Foi a terceira derrota do petista. Ele também disputou e perdeu a vice-presidência do Senado para Marta Suplicy (PT-SP) e a ofensiva para conseguir o Ministério da Pequena Empresa não foi bem sucedida. Com a decisão, a presidente Dilma evitou abrir novo foco de conflito com o PMDB, uma vez que os últimos líderes governistas no Congresso foram peemedebistas.
O último a ocupar o posto foi a senadora Roseana Sarney, hoje governadora do Maranhão.

Aos flamenguistas, com carinho...

Charge de Sinfrônio - Diário do Nordeste

Roubobrás

Todas as postagens que realizei ontem, inexplicavelmente, sumiram do blog.
Dizem que houve PANE MUNDIAL NO SISTEMA, mas o fato não foi confirmado por amigos blogueiros.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Supremo banca passagens para mulher de Peluso

O STF (Supremo Tribunal Federal) pagou passagens aéreas, na primeira classe, para a mulher do presidente Cezar Peluso, Lúcia, acompanhá-lo em viagem oficial.
O casal e outros três ministros  foram para Washington (EUA) ontem, onde participarão de encontro de  integrantes das Justiças brasileira e norte-americana, como publicado no jornal "O Estado de S. Paulo".
Além de Peluso, viajaram Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski e Ellen Gracie. Mas nenhum deles foi acompanhado, segundo assessoria do STF.
O pagamento da passagem aérea para acompanhantes é previsto em resolução da corte de 2010. Pelo texto, "nas viagens ao exterior, a categoria de transporte aéreo a ser utilizada será  (...) primeira classe: ministros e acompanhante dependente, quando  indispensável sua presença, nos afastamentos para representação do tribunal em eventos de caráter protocolar ou cerimonial".
De acordo com  a corte, Lúcia estará ao lado de Peluso em jantar oferecido pela embaixada       brasileira em Washington para ministros brasileiros e da Suprema Corte dos  EUA. O motivo principal da viagem, no entanto, é o US-Brazil Judicial Dialogue, que ocorre entre hoje e sexta-feira.
Além da passagem, cada ministro receberá diária de US$ 485. A mulher de Peluso não receberá o       benefício.

Caixa vai financiar casas na... Venezuela.

Chávez não veio ao Brasil. Não matou suas saudades de Dilma. Mas, mesmo assim, seu chanceler Nicolás Maduro não sairá do Brasil de mãos abanando.
Em reuni]ao com o ministro Patriota, foram acertados vários acordos. A questão da habitação é o grande foco da nova fase nas relações bilaterais sob o governo Dilma Rousseff. O projeto Minha Casa, Minha Vida vai ser implementado na Venezuela, com financiamento da Caixa Econômica Federal, no âmbito de um programa local para construir 2 milhões de casas nos próximos sete anos. “A moradia é o principal assunto na agenda bilateral. Temos de suprir um deficit e formar uma equipe para aumentar a cooperação na construção de casas”, afirmou o chanceler Venezuelano Maduro. O Ministro Patriota acrescentou que será feita “uma restauração fronteiriça”, para melhorar o comércio entre o norte do Brasil e o sul venezuelano.
COMENTÁRIO: Como vimos, "nossa" Caixa Economica Federal não salva apenas o Silvio Santos. Agora vai salvar Chávez que está com a popularidade lá embaixo e com uma administração pra lá de sofrível leva a Venezuela ao caos.
Agora a Caixa vai financiar casas populares na Venezuela, sem nem mesmo resolver a questão habitacional no Brasil. Além disso Chávez jamais pagará os investimentos que serão feitos por lá. Ele não costuma ser tão "bonzinho" assim.

Quando o mal tende a continuar.

Líder da Al Qaeda no Iêmen ameaça, diz que pior está por vir 
DUBAI (Reuters) - O chefe do braço da Al Qaeda no Iêmen prometeu continuar lutando após a morte de Osama bin Ladem. Ele afirmou, em comunicado divulgado na Internet nesta quarta-feira, que "o que vem pela frente é maior e pior".
"Vocês têm de combater uma geração após a outra, até que sua vida esteja arruinada, seus dias estejam perturbados e vocês enfrentem a desgraça. A luta entre nós e vocês não era liderada somente por Osama", disse Nasser al-Wuhayshi, em mensagem aos inimigos da Al Qaeda.
"O que vem pela frente é maior e pior, e o que vocês enfrentarão é mais intenso e nocivo", disse o líder da Al Qaeda na Península Arábica (AQAP, na sigla em inglês).
A AQAP é vista como um dos braços regionais mais violentos da Al Qaeda. O grupo já tentou vários ataques contra alvos dos Estados Unidos e da Arábia Saudita.
Forças dos EUA mataram Bin Laden em operação no esconderijo em que ele estava no Paquistão na semana passada, após quase 10 anos de caçada pelo principal mentos dos ataques de 11 de setembro de 2001.

O Rio na vida real

"RIO DE JANEIRO – Uma cruz branca no topo do Morro dos Macacos marca o local onde pessoas são queimadas vivas. Um cavalo faminto, com suas costelas saltadas, está próximo dali, amarrado por uma corda. Um campo de futebol nas proximidades está repleto de restos de borracha queimada. Ninguém joga ali. A facção criminosa Amigos dos Amigos, que comanda a favela, utiliza o local para um ritual: Seus membros empilham pneus ao redor de um inimigo, despejam gasolina e ateiam fogo. Chamam isto de “microondas”. Uma coluna de fumaça preta sobe pelo ar. Em uma escola no sopé do morro, próxima ao famoso estádio de futebol onde as Olimpíadas de 2016 serão abertas, os estudantes ouvem os gritos da vítima e tapam seus ouvidos.
Isto é o Rio na vida real"
*Wright Tompson, no site www.espn.com

Os Ministros da "Presidenta".

Do G1, em Brasília :
O plenário do Senado aprovou nesta terça-feira (10) os nomes de três advogados indicados pela presidente da República, Dilma Rousseff, para vagas de ministro no Superior Tribunal de Justiça (STJ). Antônio Carlos Ferreira, Ricardo Cuêva e Sebastião Alves Júnior foram aprovados pela CCJ.
A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) da Casa havia aprovado os nomes pela manhã, após sabatina de três horas.
A indicação dos três advogados foi publicada pelo “Diário Oficial da União” em abril deste ano. A escolha da presidente Dilma foi feita depois que três listas tríplices foram encaminhadas ao governo pelo próprio STJ, há cerca de dois meses.
Antônio Carlos Ferreira é advogado de carreira da Caixa Econômica Federal, Ricardo Cuêva é ex-conselheiro do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), e Sebastião Alves Júnior é ex-advogado da Eletronorte e consultor jurídico do Ministério da Integração Nacional.
Eles vão substituir os ministros Nilson Vital Naves, Antônio de Pádua Ribeiro e Humberto Gomes de Barros, que estão se aposentando.

Collor é absolvido de acusação de improbidade.

Collor absolvido - Foto Agencia Senado
Os ministros da 1ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) negaram nesta terça-feira (10), por unanimidade, dois recursos do Ministério Público Federal e da União contra o senador Fernando Collor de Mello (PTB-AL).
Ele foi acusado de improbidade administrativa por desvio de dinheiro de sobras da campanha de 1989, em que foi eleito presidente da República. Cabe recurso da decisão.
A defesa do senador negou que tenha havido irregularidade no repasse de recursos doados por empresários à campanha. Segundo a defesa, Collor teria recebido os valores antes de assumir a Presidência.
“Receber restos de campanha não se enquadra na lei de improbidade. O recebimento das elevadas cifras não ocorreu em razão do cargo de presidente da República, mas por causa anterior”, afirmou o advogado de Collor, Fernando Neves.
Segundo o MPF, que apresentou o processo contra Collor em 1993, o dinheiro deveria ter sido encaminhado ao fundo partidário.
Após a renúncia de Collor do cargo de presidente, ele foi absolvido da acusação pela Justiça Federal e pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), em 2008. Nas duas instâncias, ficou decidido que não seria possível aplicar a Lei de Improbidade Administrativa, que entrou em vigor em 1992, a irregularidades anteriores à vigência da lei.
O Ministério Público recorreu ao STJ alegando a lei poderia ser aplicada a fatos anteriores porque a punição para atos de improbidade já estava prevista na Constituiçã Federal, desde 1988.
O relator do caso, ministro Teori Zavaski, manteve a decisão do TRF, que a Lei de Improbidade não deveria retroagir para punir irregularidades anteriores a sua vigência.O tribunal federal tinha decidido ainda que a União seria obrigada a arcar com os honorários dos advogados envolvidos na causa. Nesse ponto, os ministros do STJ aceitaram o pedido da União para evitar o pagamento.

Gestão petista causa déficit tecnológico no Brasil.

 Uma empresa que fabrica válvulas começou a perder mercado para os chineses há dois anos.
“Eu perdi grande parte da minha clientela eu perdi em função de eu não ter condições de manter o preço que os outros concorrentes importam de outros países”, fala o presidente da empresa, Pedro Lúcio.
“Continuar desse jeito que está nós vamos ser um país unicamente exclusivamente revendedor. Não vamos produzir mais nada”, avisa Lúcio.
É um sentimento de muitos setores da indústria brasileira. Os números mostram que há algum fundamento nessa preocupação.
Desde 2007, o chamado déficit tecnológico cresce cerca de 20% ao ano e em 2011 pode chegar a ultrapassar os 100 bilhões de dólares. O prejuízo é o resultado de uma conta simples: o que exportamos de produtos com alguma tecnologia é menor do que importamos.
“Significa o seguinte: que se antes uma indústria fabricava todo o produto até o final, ele começa a dar, a quebrar essa cadeia produtiva, a importar componentes porque o produto chinês é mais barato naquele item e aos poucos vai perdendo a fabricação nacional”, explica Roberto Nicolsky, diretor da Sociedade Brasileira Pró-Inovação Tecnológica (Protec).
O Brasil tem recebido investimentos estrangeiros vultosos. No primeiro trimestre deste ano, foram quase US$ 17,5 bilhões. Mesmo assim o déficit tecnológico não para de crescer. A explicação está no modelo das fábricas que são montadas no país. “Os estrangeiros montam empresas que são montadoras. Elas importam componentes de fora”, explica o economista-chefe do Iedi, Rogério Cezar de Souza.
“Temos que facilitar a nossa abertura no ponto de vista de conhecimento de alta tecnologia. Caso contrário, o Brasil vai ser um país importante, mas não irá liderar o próprio desenvolvimento econômico nacional”, fala o professor de economia da FGV, Ernesto Lozardo. (Portal G1)

Como não acreditar em milagres?

Uma garotinha foi para o quarto e pegou um vidro de geléia que estava escondido no armário e derramou todas as moedas no chão.
Contou uma por uma, com muito cuidado, três vezes. O total precisava estar exatamente correto. Não havia chance para erros.
Colocando as moedas de volta no vidro e tampando-o bem, saiu pela porta dos fundos em direção à Farmácia Rexall, cuja placa acima da porta tinha o rosto de um índio.
Esperou com paciência o farmacêutico lhe dirigir a palavra, mas ele estava ocupado demais. A garotinha ficou arrastando os pés para chamar atenção, mas nada. Pigarreou, fazendo o som mais enojante possível, mas não adiantou nada. Por fim tirou uma moeda de 25 centavos do frasco e bateu com ela no vidro do balcão. E funcionou!
- O que você quer? - perguntou o farmacêutico irritado. Estou conversando com o meu irmão de Chicago que não vejo há anos - explicou ele sem esperar uma resposta.
- Bem, eu queria falar com o senhor sobre o meu irmão - respondeu Tess no mesmo tom irritado. - Ele está muito, muito doente mesmo, e eu quero comprar um milagre.
- Desculpe, não entendi. - disse o farmacêutico.
- O nome dele é Andrew. Tem um caroço muito ruim crescendo dentro da cabeça dele e o meu pai diz que ele precisa de um milagre. Então eu queria saber quanto custa um milagre.
- Garotinha, aqui nós não vendemos milagres. Sinto muito, mas não posso ajudá-la. - explicou o farmacêutico num tom mais compreensivo.
- Eu tenho dinheiro. Se não for suficiente vou buscar o resto. O senhor só precisa me dizer quanto custa.
O irmão do farmacêutico, um senhor bem aparentado, abaixou-se um pouco para perguntar à menininha de que tipo de milagre o irmão dela precisava.
- Não sei. Só sei que ele está muito doente e a minha mãe disse que ele precisa de uma operação, mas o meu pai não tem condições de pagar, então eu queria usar o meu dinheiro.
- Quanto você tem? - perguntou o senhor da cidade grande.
- Um dólar e onze cêntimos, respondeu a garotinha bem baixinho. E não tenho mais nada. Mas posso arranjar mais se for preciso.
- Mas que coincidência! - disse o homem sorrindo. - Um dólar e onze cêntimos! O preço exato de um milagre para irmãozinhos!
Pegando o dinheiro com uma das mãos e segurando com a outra a mão da menininha, ele disse:
- Mostre-me onde você mora, porque quero ver o seu irmão e conhecer os seus pais. Vamos ver se tenho o tipo de milagre que você precisa..
Aquele senhor elegante era o Dr. Carlton Armstrong, um neurocirurgião. A cirurgia foi feita sem ônus para a família, e depois de pouco tempo Andrew teve alta e voltou para casa.
Os pais estavam conversando alegremente sobre todos os acontecimentos que os levaram àquele ponto, quando a mãe disse em voz baixa:
- Aquela operação foi um milagre. Quanto será que custaria?
A garotinha sorriu, pois sabia exatamente o preço: um dólar e onze cêntimos...Mais a fé de uma criancinha.

terça-feira, 10 de maio de 2011

O "mala" peruano.

O Peru nos apresenta um segundo turno das eleições presidenciais que pode significar uma agradável reação popular. Ainda não está claro o que os eleitores querem, mas as projeções não são confiáveis para a esquerda disfarçada.
Se no primeiro turno deu Humala 33% dos votos e Keiko Fujimori, 22, agora a distância que os separa é de apenas quatro pontos.A tendência favorece Keiko. É inevitável recordar as eleições de 2006. No primeiro turno destas eleições, Ollanta Humala venceu 30% dos votos e Alan Garcia ficou em segundo lugar com 24%. Na segunda rodada, apesar das agruras de seu primeiro governo (1985-1990), caracterizado por escândalos de hiperinflação e corrupção, Garcia venceu com 53% dos votos. Por quê Alan ganhou?O povo não teria memória? Ele ganhou porque a maioria dos peruanos viram Humala um tipo de radical chavista, que poderia arrastar o país para o abismo do "socialismo do século XXI", uma maneira caótica de empobrecer a sociedade, as relações humanas e as ligações internacionais.
Humala crer haver aprendido a lição e nesta campanha se apresenta mais como um discípulo de Lula do que de Chávez. Agora ele, é um carnívoro socialista, alega que se tornou manso e vegetariano.
Mas os peruanos, a julgar pela tendência eleitoral, não crêem nisso tanto assim.

Chávez prometeu US$ 300 mi às Farc. E ainda deu calote

O ditador venezuelano Hugo Chávez prometeu 300 milhões de dólares em 2007 às Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), grupo terrorista ao qual forneceu apoio político e acesso territorial. Essas são algumas das conclusões de uma análise do material apreendido com o ex-líder rebelde conhecido como Raúl Reyes, divulgadas nesta terça-feira, em Londres, pelo Instituto Internacional de Estudos Estratégicos (IISS, na sigla em inglês).
O relatório afirma ainda que a chegada de Rafael Correa à Presidência do Equador, em 2007, depois de ele "solicitar e aceitar recursos ilegais das Farc" durante a campanha, foi para a guerrilha colombiana o "clímax" de anos de esforços para infiltrar-se no Equador. Sobre a Venezuela, o documento destaca que, apesar da guerrilha ter chegado à Venezuela muito antes de Chávez, a relação se fortaleceu com o acesso dele ao poder, em 1999.
"Desde 2000, Chávez teve a clara intenção de fornecer apoio financeiro em uma escala calculada para afetar o equilíbrio estratégico da Colômbia", avalia o relatório. Em 2007, por exemplo, ele prometeu ao grupo 300 milhões de dólares", diz o texto, resultado de dois anos de análises dos milhares de arquivos encontrados nos três laptops, dois discos rígidos e três pen drives encontrados no acampamento das Farc em que Raúl Reyes foi morto.

No Brasil é assim: Ganhe mais e receba menos no dia do pagamento.

Ganhe mais e receba menos no dia do pagamento. Não, não há erros no título e na frase acima.
Se você acha um absurdo, saiba que isso é possível no Brasil -no caso de uma parcela de trabalhadores com registro em carteira- por conta do desconto da contribuição mensal recolhida pela empresa ao INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).
Essa situação ocorre com uma parte dos trabalhadores assalariados que recebem, por mês, entre R$ 1.106,91 e R$ 1.844,84.
O motivo para esse aparente absurdo é o desconto da contribuição previdenciária mensal. Diferentemente da tabela do Imposto de Renda, que é progressiva, a da Previdência tem as alíquotas fixas por faixa salarial.
Significa o seguinte: ao mudar de faixa de contribuição -basta ganhar R$ 0,01 a mais-, o assalariado terá o desconto integral pela alíquota maior.
Isso faz com que ele tenha um salário líquido inferior ao daquele que ganha R$ 0,01 a menos e que contribui por uma alíquota menor.
No quadro acima, à direita, estão as diferenças máximas provocadas por essa sistemática de desconto. Essas são as maiores diferenças, conforme o ganho mensal, porque foram usados, como exemplos, os salários que estão no limite de mudança de uma faixa para a outra.
O trabalhador com salário de R$ 1.106,90 pagará 8% ao INSS, ou R$ 88,55, resultando em salário líquido mensal de R$ 1.018,35. Já quem ganha R$ 1.106,91 (ou seja, apenas R$ 0,01 a mais) paga 9%, ou R$ 99,62, valor que reduz o salário para R$ 1.007,29. Resultado: por ganhar aquele R$ 0,01 a mais, ele recebe R$ 11,06 a menos por mês.
A mesma disparidade ocorre com os trabalhadores registrados que ganham R$ 1.844,83 e R$ 1.844,84.
No primeiro caso, a contribuição é de 9%; no segundo, de 11%. Resultado: o primeiro terá desconto de R$ 166,03 para o INSS; o segundo, de R$ 202,93. Nesse exemplo, o segundo trabalhador ganha apenas R$ 0,01 a mais, mas fica com R$ 36,89 a menos.

Ministra Ana de Hollanda vai devolver diárias recebidas indevidamente.

Ministra Ana de Hollanda vai devolver diárias que recebeu sem trabalhar
A ministra da Cultura, Ana de Hollanda, que até hoje não justificou sua nomeação mostrando-se inapta para o cargo que cocupa, terá de devolver as diárias recebidas, indevidamente, por dias de folga no Rio de Janeiro, onde tem imóvel próprio.
O pedido de devolução foi feito pela Controladoria-Geral da União (CGU) e, segundo a assessoria do Ministério da Cultura, será acatado pela ministra. “Chegou-se ao entendimento conjunto de que seria mais conveniente a devolução dos valores correspondentes às diárias recebidas naqueles dias em que não houve compromissos oficiais”, disse a CGU, em nota.( Estadão)
Faço coro com o jornalista Jorge Roriz: "SE O BRASIL FOSSE UM PAÍS SÉRIO, ELA SERIA DEMITIDA".

Brasil perderá privilégios na exportaçao para a Europa.

A União Europeia anunciará amanhã o fim de privilégios comerciais ao Brasil a partir de 2014, com o argumento de que o País já não é uma economia pobre e não haveria justificativa para manter os benefícios. O plano marcará o fim de 40 anos de um sistema que permitia ao Brasil exportar para o mercado europeu em melhores condições. Mas acima de tudo escancara uma nova etapa da inserção do País na economia mundial.
A Europa concedia o privilégio a mais de 150 países, no valor de quase 50 bilhões de euros em produtos que entravam no continente com tarifas aduaneiras menores. A meta era ajudar os países pobres a incrementar sua participação no comércio mundial. Agora, a UE acredita que esses benefícios devem ficar limitados aos países mais pobres.
A meta é de que, a partir de 2014, apenas as 90 economias mais pobres do planeta sejam beneficiadas. Brasil, além de China, Índia, África do Sul e outros emergentes, passariam a ser excluídos. A UE deve usar a classificação do Banco Mundial de países de renda média como base para a exclusão.
Quem perderá mais será a Índia, que tem 50% de suas exportações aos europeus beneficiadas pela redução de tarifas aduaneiras desde 1971. No total, as vendas que não tiveram taxas cobradas chegaram a 13 bilhões de euros. Bangladesh é o segundo maior beneficiário.
Mas o Brasil é o quinto maior beneficiário do sistema, com exportações dentro do esquema avaliadas em 3,4 bilhões de euros. Hoje, 12% das exportações brasileiras aos europeus se beneficiam das isenções, entre eles produtos têxteis, químicos, máquinas, autopeças e mesmo alguns produtos agrícolas.
Nos últimos meses, o Itamaraty fez um lobby para tentar não perder os privilégios. Mas fontes dentro da chancelaria acreditam que se trata de uma briga perdida. Na prática, a UE promove o Brasil a uma nova condição e cria uma diferenciação entre a economia nacional e os demais países em desenvolvimento.
A Europa será apenas a primeira a adotar o fim dos privilégios ao Brasil. O governo japonês já indicou que também suspenderá benefícios e, nos Estados Unidos, o Congresso já revê as preferência que concede às exportações brasileiras.
Ufanismo. Já o governo estima que americanos, europeus e japoneses apenas estão usando a expansão da economia brasileira como mais uma desculpa para manter suas barreiras e frear as exportações nacionais. Diante da nova realidade, a diplomacia brasileira agora é obrigada a reverter o discurso e alertar que, na realidade, ainda enfrenta desafios sociais e econômicos importantes.
O tom ufanista foi trocado por um que tem como função explicitar a falta de competitividade do setor industrial nacional. De tanto anunciar que seria a quinta maior economia do mundo em poucos anos, países ricos passaram a usar justamente esse argumento para alegar que não há mais porque tratar o Brasil de forma diferenciada.
*Extraído do texto de Jamil Chade, no Estadão.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Senado discute politica salarial para aposentados e pensionistas.

Senado discute política salarial para aposentados e pensionistas
A Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado promove nesta segunda-feira (9) audiência pública para discutir a política salarial para os aposentados e pensionistas. A reunião vai tratar também do fator previdenciário e das repercussões do valor salário mínimo, previsto na Lei de Diretrizes Orçamentárias para R$ 616,34 em 2012.
Foram convidados para a reunião o presidente da Cobap (Confederação Brasileira dos Aposentados), Warley Martins Gonçalles, o presidente do Sindicato dos Aposentados da Força Sindical, João Batista Inocentini, e o presidente do Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos da União Geral dos Trabalhadores, Edmundo Benedetti.

Brasil cria empregos na China.

A Azaléia, empresa gaúcha de calçados, está fechando a sua última fábrica no Rio Grande do Sul.
Com o fecehamento da tradicional e conhecida industria dá-se a demissão de cerca de Está demitindo 800 funcionários.
A empresa já empregou até 5.000 pessoas no auge de sua produção. Vendida em 2008 para a Vulcabrás, com recursos do BNDES, configuarado em empréstimo na ordem de 214 milhões de reais(aqui).
A empresa, agora de de Pedro Grandene, vai produzir os calçados na China, com dinheiro do BNDES, que sustenta este tipo de operação fraudulenta, imoral e indecente, típica deste governo podre do PT.
Apenas como registro: na campanha de 2006, Pedro Grendene doou, como pessoa física, R$ 1 milhão para a campanha de Lula.
*Fonte: Blog Coturno noturno

Chávez visita hoje a companheira Dilma.

O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, informou ontem ( Domingo ) que virá hoje, segunda-feira ,
ao Brasil, onde realizará sua primeira visita oficial desde a posse de Dilma Rousseff, e seguirá depois para Equador e Cuba.
"Amanhã vamos ao Brasil. Daqui antecipamos nossa saudação à presidente do Brasil, Dilma Rousseff, e de lá seguimos ao Equador", declarou Chávez em um discurso pela televisão em cadeia nacional.
O presidente venezuelano ressaltou que terá uma reunião "muito importante" com Dilma.
Ele elogiou também a realização do referendo de sábado no Equador - apoiado pelo presidente Rafael Correa -, que busca, entre outros objetivos, reformar o sistema judiciário do país e criar um órgão regulador da imprensa. "Tremenda vitória a do Equador e de Correa ontem", exclamou Chávez.
"Essa é a nova democracia, o socialismo do século 21", destacou o presidente venezuelano, referindo-se ainda ao referendo no Equador.
Chávez disse que deve estar em Havana na quinta-feira, quando irá "trabalhar" com o presidente Raúl Castro e o líder histórico da Revolução Cubana, Fidel Castro.
COMENTO: Chavez não tem o menor pudor em afirmar que "reformar"o judiciário e criar um "órgão regulador da imprensa" significam "uma tremenda vitória".
Vitória por quê? Porque o governo controlará e aparelhará a justiça? Porque controlará e estabelecerá censura a imprensa equatoriana?
Isto é o princípio do estabelecimento de um sistema ditatorial de governo. O tipo de governo que ele faz na Venezuela e que só é exemplo de democracia para Luiz da Silva, o bravateiro.
Chávez conspira para a América latina dar uma guinada à esquerda e afundar de vez. (EFE)

DEM refaz caminho à direita para fisgar eleitor conservador

Senador Demóstenes Torres, quer Democratas à direita.
Por Vera Magalhães, na Folha online:
Após perder um governador, 17 deputados federais, um vice-governador, o prefeito da principal capital do país e dois senadores, o DEM prepara uma guinada à direita para tentar fisgar o eleitorado conservador e estancar a sangria causada pela criação do PSD.
A perda de filiados levou a um momento de desespero em que, além de cogitar a fusão com o PSDB, o partido chegou a discutir uma espécie de "suicídio político".
A proposta era fazer a fusão com um partido pequeno, o que liberaria os remanescentes de cumprir a súmula da fidelidade partidária e causaria uma "diáspora'' pelas siglas já existentes.
"Não vamos cair no jogo do Planalto de ficar discutindo fusão. Não podemos deixar o Brasil virar o México, que ficou 15 anos com partido único e sem oposição", afirma o deputado Pauderney Avelino (AM).
Numa reunião na semana passada, a cúpula da legenda desautorizou qualquer ideia desse tipo e decidiu fazer o caminho contrário ao adotado em 2007, quando trocou o nome de PFL para DEM para tentar caminhar para o centro.
"Existe um eleitorado liberal, de perfil conservador, que precisa de um partido que o represente. Temos de falar a essas pessoas, representá-las no Congresso, com clareza", disse à Folha o líder do DEM no Senado, Demóstenes Torres (GO), um dos mentores do novo discurso.
Numa tentativa de retomar a autoestima abalada com as baixas, os "demos" adotaram um mantra: seus 29 deputados são um "número expressivo", e a saída dos pessedistas foi um "expurgo".
"Vamos exorcizar o fantasma de Jorge Bornhausen", brada o líder na Câmara, ACM Neto (BA).
Ele adota um tom mais cauteloso em relação ao partido se assumir como liberal, como defende Demóstenes. "Não se trata de ser de direita ou de esquerda, até porque o mais direitista era o Bornhausen", alfineta.
O DEM adota o receituário-padrão para momentos de crise: fará uma pesquisa sobre a expectativa do eleitor, investirá numa "redefinição programática" e fala até em lançar candidato próprio à Presidência --embora seus líderes admitam a proximidade do projeto presidencial do tucano Aécio Neves.
No balão de ensaio do "presidenciável" do DEM o nome é justamente o do liberal Demóstenes.
Ele acha que o partido deve "abrir a porta" para todos que quiserem sair. "Temos de lançar candidato e ter plataforma própria", afirma.

Oposição quer ouvir empresário amigo de Zé Dirceu.

PSDB, DEM e PPS deverão tentar convidar o empresário Fernando Cavendish (foto) para depor no Senado. Segundo matéria da revista Veja, o empresário teria dito que "com alguns milhões, seria possível até comprar um senador para conseguir um bom contrato com o governo". Sob título "O segredo do sucesso", Veja publica na edição desta semana matéria na qual empresários acusam o ex-ministro José Dirceu de fazer tráfico de influência junto ao governo.
Uma das propostas da oposição é tentar interpelar judicialmente Fernando Cavendish. A medida depende, no entanto, do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP). "Acho que caberia até uma interpelação judicial do próprio Senado. Ele (Fernando) colocou todo o Senado sob suspeição, quando não diz o nome de ninguém", observou Álvaro Dias (PSDB-PR). "Ele (Fernando) é um irresponsável e ofensivo. Ele desvaloriza as pessoas honestas", completou o Dias.
"O problema é que ele (Fernando) é meio vago, apesar de ser afirmativo. Ele não faz acusação contra uma pessoa", ponderou o líder do DEM, senador Demóstenes Torres (GO). Tanto tucanos quanto democratas observaram que estão "de mãos amarradas" diante da ampla maioria do governo no Senado. A oposição não tem votos para convidar o empresário Fernando Cavendish para depor, por exemplo, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. "O DEM, o PSDB e o PPS vão analisar se há possibilidade de tomar alguma medida. O governo matou as CPI''s e as comissões estão com ampla maioria governista", disse Demóstenes. (Agência Estado)

Mensalão para exportação.

“Vamos aprofundar os programas sociais e implementá-los em outras regiões do mundo. O governo Dilma tem dado continuidade ao que o presidente Lula nos ensinou”.

Delúbio Soares, ao discursar no churrasco que reuniu dezenas de candidatos à cadeia em Buriti Alegre, interior de Goiás, revelando que, para dar continuidade ao que Lula ensinou, a quadrilha companheira está pronta para exportar o mensalão. (Augusto Nunes)

O exemplo do Chile

Na Revista Veja desta semana - 4 de maio - há uma reportagem, O Exemplo do Vizinho, sobre educação no Chile que mostra que este país avançou muito do ano 2.000 para cá, no ranking de ensino da OCDE.
Os chilenos avançaram não só nos indicadores de educação como na produção científica.
No exame de leitura os chilenos no ano de 2000 conseguiram 410 pontos, no ano de 2006: 442 pontos e no ano de 2009: 449 pontos. Enquanto o Brasil conseguiu em 2000: 396 pontos, no ano de 2006: 393 pontos e no ano de 2009: 412 pontos (neste quesito os chineses ficaram com 556 pontos).
Então, o Chile subiu (de 2000 a 2009) 39 pontos no ranking ficando em 44º lugar enquanto o Brasil, nesse período, subiu 16 pontos ficando em 53º lugar.
A Revista detalha em 7 passos o caminhar do Chile para alcançar a eficiência que alcançaram até agora:
1 - Mais tempo na escola : a jornada lá é de oito horas para todos;
2 - Diretores de alto nível: eles passam por severa seleção, em que são entrevistados e precisam apresentar um bom plano de gestão para a escola. Ficam no comando por cinco anos, renováveis por outros cinco;
3 - Os melhores ganham mais: os docentes mais eficazes recebem bônus de até 30% no salário;
4 - Um plano para os piores: As escolas de pior desempenho ganham verba suplementar mediante um projeto para avançar --- e melhorias concretas;
5 - SCRIPT para a sala de aula: o novo currículo indica, aula por aula, os assuntos a ser ensinados;
6 - Tudo é avaliado: professores, diretores, escolas e alunos --- suas médias subsidiam as políticas públicas e o repasse de verbas;
7 - Investimento maciço: o orçamento da educação se multiplicou por sete na última década em termos absolutos. É 6,4% do PIB do Chile, enquanto no Brasil, equivale a 5%.
Com isso o Chile está à frente do Brasil em:
Jovens no ensino médio: Chile é de 71%  -  Brasil é de 51%;
Jovens na universidade: Chile é de 30 %   -  Brasil é de 15%;
Anos de estudo da população (em média): Chile é de 10,4  -  Brasil 7,2;
Patentes (por milhão de habitantes): Chile 1,2  -  Brasil 0,5.
Por isso tudo o Chile é apontado como será a primeira nação desenvolvida da América Latina.
E "vivam" os comuno-petralhas pela sua dedicação ao país!
*Carmen Gomes, por e-mail, via resistência democrática.

Oposição denuncia morte de dissidente em Cuba

O opositor cubano Juan Wilfredo Soto, de 46 anos, morreu neste domingo (8) na cidade de Santa Clara, três dias após ser preso e espancado pela polícia, denunciou a dissidência, sem que ainda tenha sido divulgada a versão oficial do ocorrido.
Soto, cuja morte foi atribuída por médicos a uma pancreatite, faleceu durante a madrugada em um hospital de Santa Clara, para onde foi levado pelos agentes na quinta-feira após ser preso em um parque. A informação foi confirmada pelo também opositor Guillermo Fariñas, que falava em uma funerária dessa cidade, 280 km a leste de Havana.
Segundo o dissidente Elizardo Sánchez, presidente da Comissão Cubana de Direitos Humanos (ilegal), "não há a menor dúvida de que ocorreu uma relação de causa e efeito e que a morte de Soto está relacionada com os golpes que ele recebeu".
O governo, que afirma que os opositores são mercenários financiados pelos Estados Unidos com milhões de dólares, ainda não se pronunciou sobre a denúncia.
Segundo Farinãs, Soto, que sofria de vários problemas de saúde, foi "espancado" e "algemado" pela polícia quando se negou a sair do parque central de Santa Clara.

É tempo de resistir.

A Força e a Moral
O homem constata o fato natural de um lobo poder devorar uma ovelha, pois que o lobo obedece ao seu apetite e é dotado da força necessária para satisfazê-lo. Mas o homem não se limita a essa constatação elementar, ao alcance de qualquer animal inferior. Ele reconhece também que está no seu poder impedir que a ovelha seja devorada pelo lobo. A moral é, justamente, a soma de conquistas obtidas pelo homem sobre a tirania dos seus instintos. Se a força constituísse para o homem um imperativo categórico, não haveria tentativas de resistência contra a força.

* Carlos Malheiro Dias, in 'O Espiritualismo e a Guerra Mundial'

domingo, 8 de maio de 2011

Dia das mães.

DIA DAS MÃES

Por Ester Jaqueline Azoubel

No céu há um luar feito de amor
Estrelas que cintilam em derredor
É tudo uma festa multicor
Em homenagem ao dia de você.

Nos ramos, com trinados de alegria
Um pássaro recebe o novo dia
Num canto de infinita harmonia
Para alegrar o dia de você

Nos campos, com perfume enriquecidas,
As rosas desabrocham comovidas 
E esperam sua vez, embevecidas,
Para enfeitar o dia de você

Em casa, como um anjo, abençoada,
Me dá o seu amor, resignada
E eu vou, por seus braços amparada,
Agradecer a Deus por ter você.

Do livro: “Além do Portão Azul”

Ministro da Inflação.

“O grande vilão de abril foram os combustíveis”.
Guido Mantega, ministro da Fazenda, que há três meses coleciona desculpas para provar que o governo não tem nada a ver com a inflação, agora atribuindo o índice de abril aos combustíveis, cujos preços são controlados pelo governo. (Augusto Nunes)

Aprendiz de petralha?

Chalita, o "bonito", na foto de Eduardo Knapp, da Folhapress.
O deputado federal Gabriel Chalita (PSB por enquanto) é mesmo um homem surpreendente. Ele andou meio bravo comigo porque cotejei uma entrevista sua com uma palestra.
Em uma, seus pais eram amantes do saber; em outra, o pobre menino era esmagado por uma família infensa a seus dotes intelectuais.
Também me espantei um tanto com uma velhinha num asilo, uma professora, que fazia o menino Gabriel, aos oito anos, ainda um anjo, ler Sartre…
Se a minha memória não falha, quando ele devolvia o livrinho à mestra, dizia: “Não entendi nada, mas adorei!”
Não entender, mas adorar, é coisa de quem aprende com o coração, entenderam?
No texto de que ele não gostou, também confronto duas informações: uma dá conta de que um apartamento espetacular em que ele mora, aqui pertinho, avaliado em R$ 8 milhões, foi comprado com parte de uma herança familiar; outra informa que ele era pobre de marré, marré, marré.
Não entendi nada, mas adorei.
Chalita está na Folha de hoje, numa entrevista a Morris Kachani. Aos 42 anos, já escreveu 7.835 livros — 54 para ser mais preciso. Diz estar com “tesão” para ser prefeito. Eu poderia escrever que os paulistanos aguardam apreensivos. Mas diriam que estou sacaneando o deputado neo-socialista, que está de mudança para o velho PMDB.
Chalita se coloca como “o” católico da política. Isso o obrigaria a não mentir, a não levantar falso testemunho, nem para prejudicar seus adversários nem para proteger seus aliados. Leiam o que segue:
Folha - Que pensa do aborto?
Chalita -
Sou contra o aborto. Sou um defensor ardoroso do direito à vida. Há bens inalienáveis, como a vida.
Folha - Acha que Dilma e Serra também são contra ou foi apenas um jogo de cena?
Chalita -
Não sei. Nas conversas com a Dilma, ela dizia que os ricos fazem e os pobres não, daí a injustiça. O Serra acho que era mais favorável.
Se Dilma disse mesmo aquilo a Chalita, falou uma grande besteira. Mas pode ser apenas a aplicação prática de seu método criativo, agora à política.
Pobres e ricos fazem aborto no Brasil — os pobres mais do que os ricos numérica e percentualmente porque têm menos acesso à informação, ao planejamento familiar e a métodos contraceptivos. Mas essa desigualdade não torna o aborto justo ou injusto.
Se Dilma disse mesmo essa tolice a Chalita, não posso asseverar. Em nome da verdade, o soi-disant “católico” Chalita deveria lembrar que a agora presidente fez a defesa explícita do aborto, mais de uma vez, como um “direito” da mulher — e, pois, segundo as palavras do próprio, isso não a caracteriza como uma “defensora ardorosa” da vida.

Chalita tem pela verdade o mesmo rigor evidenciado na sua produção sobre Sócrates: “O Serra acho que era mais favorável [ao aborto]“. Não há uma só declaração do ex-governador — à diferença de Dilma — em defesa da legalização do aborto ou de sua prática. O bom “católico” Chalita está apenas fazendo política mesquinha. Ele tem o direito de se opor a quem quiser, mas, para um pensador da ética, sua prática é lastimável.
Deixo claro que não o considero um escritor de auto-ajuda no sentido tradicional da expressão. Eu realmente não creio que alguém ganhe alguma coisa ao ler um livro seu. Folheei um único num consultório médico, perdido em meio a revistas “Caras” e “Quem”… Era aquele sobre a ética do menino ou algo assim… Tive um ataque de riso logo na segunda página. Os demais pacientes devem ter achado que eu tinha errado de especialista. Chalita e “auto-ajuda”, sim: sabe como ninguém ajudar o próprio autor… Ninguém pode condená-lo por isso se há quem o leia. Chalita tem de se conformar: não é um gênio; trata-se apenas de um rapaz muito esperto.
Na abertura da entrevista, informa a Folha:
” (…) enquanto posava para as fotos, [Chalita] afirmou: “Esses árabes bonitos são fáceis de fotografar”.
Ok. Sua pretensção de ser bonito chega a ser mais justa do que a de ser inteligente.
*Extraído do texto de Reinaldo Azevedo