sábado, 26 de abril de 2014

A esquerda quer trazer o "perigo islâmico" para o Brasil.

O PCdoB, o PT, o PSol, enfim, a esquerda política, está fazendo uma campanha para trazer o islamismo para o Brasil, a Câmara analisa projeto de Lei 1780/11 do PT/MG, para o ensino islâmico nas escolas, só que é contraditório em vários aspectos:
• Na faixa notamos o PcdoB apoiando o Islã e o relacionam a causa negra, vale lembrar que o Genocídio no Sudão, foi praticado por islâmicos, onde morreram 400.000 negros sudaneses e 2.000.000 de refugiados, onde muitos morreram de fome e sede pelo caminho ao país vizinho;
• Negros da Mauritânia são levados para países do Golfo como escravos, uma vez nos países em que irão ''servir'', eles tem seus passaportes confiscados e a escravidão é permitida e aconselhada no Alcorão;
• O PT recentemente ''perdoou'' a dívida de bilhões em que o presidente ditador e corrupto do Sudão tinha com o Brasil, e ele está incriminado por crimes de guerra e é sabido de seus inúmeros bens que possui na França, na verdade cada brasileiro ''contribuiu'' indiretamente com uma chacina, pagando cada um cerca de R$ 0,90 centavos;
• Estudo islâmico nas escolas, vai contra o estado Laico;
• O islamismo é contra todas liberdades do indivíduo, todo islâmico tem que obedecer rigidamente o Alcorão e as ordens dada pelo profeta Maomé;
• O islamismo não tolera o homossexualismo;
• O islamismo não tolera feminismo, justamente o contrário, ele prega as mulheres submissão total aos homens, sejam ao pai, marido, irmãos;
• O islamismo é contra Direitos Humanos, ele prega submissão a Alah, se maometanos resolverem eliminar um grupo descontente com preceitos islâmicos, sejam enforcando gays ou apedrejando mulheres adúlteras, nada pode fazer os direitos humanos, pois vão contra a liberdade de crença.

Marco Civil da Internet para controle e restrição da LIBERDADE na Rede Mundial de Computadores.

Marco Civil, Carta da Internet, Constituição, Carta de Princípios ou simplesmente Marco Legal – é uma ferramenta jurídica para garantir a liberdade de expressão, da proteção da privacidade e do respeito aos direitos humanos ou tática novilinguística para controle e restrição da LIBERDADE na Rede Mundial de Computadores.
A Lei n.º 12.965, DE 23 DE ABRIL DE 2014 em seus 32 artigos, estabelece “princípios, garantias, direitos e deveres para o uso da Internet no Brasil”, mas também há as correspectivas responsabilidades dos usuários e provedores da rede mundial de computadores no Brasil.
O fato é que a liberdade de expressão definida pela Constituição é garantida e somente a Justiça pode decidir sobre conteúdos: se é ofensivo e se garante a preservação dos direitos constitucionais, porém os conteúdos inquinados de crimes de racismo e pedofilia, não.
Por outro lado, o Brasil avançou formidavelmente no ranking dos crimes cibernéticos e em ações judiciaispara remoção de conteúdos inquinados de ilícitos veiculados na Internet, fraudes financeiras, envio de vírus, roubo de senhas, crimes contra a honra, calúnia, injúria, difamação, cyberbullying e  pedofilia que continuarão sendo processados e punidos pela legislação penal.
Porém, o Brasil opera com maior desenvoltura no atraso tecnológico.
Confira “El nuevo ‘ranking’ mundial de internet” por ANDRÉS OPPENHEIMER. 

Porque hoje é Sábado, uma bela mulher.

A bela modelo Natasha Barnard

Por milhões de dólares, índios vendem direitos sobre terras da Amazônia.

Por US$ 120 milhões, empresa irlandesa comprou direitos, incluindo biodiversidade, de 16 áreas com o dobro do tamanho de Portugal por 30 anos, proibindo índios de plantar ou extrair madeira; acordo teria sido assinado sem consentimento da maioria

Por US$ 120 milhões, índios da etnia mundurucu venderam a uma empresa estrangeira direitos sobre uma área com 16 vezes o tamanho da cidade de São Paulo em plena floresta amazônica, no município de Jacareacanga (PA). O negócio garante à empresa “benefícios” sobre a biodiversidade, além de acesso irrestrito ao território indígena.


No contrato, a o qual o Estado teve acesso, os índios se comprometem a não plantar ou extrair madeira das terras nos 30 anos de duração do acordo. Qualquer intervenção no território depende de aval prévio da Celestial Green Ventures, empresa irlandesa que se apresenta como líder no mercado mundial de créditos de carbono. 
Sem regras claras, esse mercado compensa emissões de gases de efeito estufa por grandes empresas poluidoras, sobretudo na Europa, além de negociar as cotações desses créditos. Na Amazônia, vem provocando assédio a comunidades indígenas e a proliferação de contratos nebulosos semelhantes ao fechado com os mundurukus. 
A Fundação Nacional do Índio (Funai) registra mais de 30 contratos nas mesmas bases. 
Só a Celestial Green afirmou ao Estado ter fechado outros 16 projetos no Brasil, que somam 200 mil quilômetros quadrados. Isso é mais de duas vezes a área de Portugal ou quase o tamanho do Estado de São Paulo.
A terra dos mundurucus representa pouco mais de 10% do total contratado pela empresa, que também negociou os territórios Tenharim Marmelos, no Amazonas, e Igarapé Lage, Igarapé Ribeirão e Rio Negro Ocaia, em Rondônia. 
Pilantragem.’ “Os índios assinam contratos muitas vezes sem saber o que estão assinando. Ficam sem poder cortar uma árvore e acabam abrindo caminho para a biopirataria”, disse Márcio Meira, presidente da Funai, que começou a receber informações sobre esse tipo de negócio em 2011. “Vemos que uma boa ideia, de reconhecer o serviço ambiental que os índios prestam por preservar a floresta, pode virar uma pilantragem.” 
“Temos de evitar que oportunidades para avançarmos na valorização da biodiversidade disfarcem ações de biopirataria”, reagiu a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira.
*Fonte: Jornal O Estado de São Paulo 

sexta-feira, 25 de abril de 2014

Alexandre Padilha indicou diretor de laboratório fantasma.

Ex-ministro da Saúde é citado nas mensagens trocadas entre o doleiro Alberto Youssef e o deputado petista André Vargas.

Rodrigo Rangel, na Veja.com
O Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, divulga os novos resultados da pesquisa Vigitel 2012 (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico) 
(Elza Fiuza/ABr)

Outras figuras estreladas do PT, o Partido dos Trabalhadores, aparecem em documentos inéditos da investigação que levou para a prisão o doleiro Alberto Youssef, acusado pela Polícia Federal de comandar um esquema de lavagem de dinheiro que movimentou 10 bilhões de reais. Mensagens interceptadas durante a Operação Lava Jato e obtidas por VEJA arrastam para o escândalo o deputado Candido Vaccarezza (PT-SP) e o ex-ministro da Saúde Alexandre Padilha, pré-candidato petista ao governo de São Paulo. Os nomes de Vaccarezza e Padilha aparecem em um relatório enviado à Justiça pela Polícia Federal, detalhando a ligação do deputado André Vargas (PT-PR) com o doleiro Youssef. 
Mensagens interceptadas pelos policiais mostram que Youssef participou, junto com André Vargas, de uma reunião no apartamento de Vaccarezza, em Brasília, para tratar de interesses do doleiro. Também esteve no encontro o empresário Pedro Paulo Leoni Ramos, ex-ministro do governo Collor que já havia aparecido na investigação como sócio oculto de Alberto Youssef no laboratório Labogen. Graças à ajuda dos políticos amigos do doleiro, a Labogen, uma empresa de fachada controlada por Youssef, conseguiu fechar um contrato para fornecer remédios ao Ministério da Saúde. 
Na troca de mensagens, datada de 25 de setembro do ano passado, Youssef avisa André Vargas que acabou de chegar a Brasília e que precisa falar com ele. Diz que viajou junto com PP, como é conhecido Pedro Paulo Leoni Ramos. “Achei que você estivesse aqui na casa do Vacareza (sic)”, escreve o doleiro. “Tô indo”, responde André Vargas. Diz a Polícia Federal no relatório: “Os indícios apontam que o alvo Alberto Youssef mantinha relações com o deputado federal Candido Vaccarezza, inclusive indicando que houve uma reunião na casa do deputado federal Vaccarezza, reunião esta entre Alberto Youssef, deputado federal André Vargas e Pedro Paulo Bergamaschi de Leoni Ramos”. 

Reprodução 
Trecho de relatório da Polícia Federal sobre a Operação Lava-Jato

O telefone do deputado Candido Vaccareza aparece destacado entre os contatos da agenda de um dos aparelhos usados pelo doleiro. No mesmo dia do encontro no apartamento de Vaccarezza, Youssef volta a falar com André Vargas. E diz que o deputado deve “cobrar e ficar em cima”. “Senão não sai”, diz ele. Cinco minutos depois, Vargas escreve: “(Em) 30 dias estará resolvido”. Para a polícia, eles estavam articulando o contrato da Labogen com o Ministério da Saúde, assinado três meses depois. 
Telefone do deputado Cândido Vaccarezza aparece na agende de doleiro

É justamente em torno dos negócios que o grupo buscava para ganhar dinheiro com o Labogen, um laboratório fantasma, que aparecem as referências diretas ao então ministro Alexandre Padilha, agora pré-candidato ao governo paulista. Em 26 de novembro de 2013, André Vargas diz que falou com “Pad”, que a PF relaciona a Padilha. “Falei com Pad agora e ele vai marcar uma agenda comigo”, escreveu o deputado ao doleiro. 
As referências a Padilha aparecem novamente em mensagens trocadas dois dias depois pela dupla. André Vargas conversava com o doleiro sobre a contratação de um executivo para a Labogen. O deputado avisa que o executivo escolhido encontraria Youssef dias depois. E avisa que quem indicou o executivo para a Labogen foi Padilha. Ele passa o número do tal executivo, um celular registrado em Brasília, e na sequência arremata: “Foi Padilha que indicou”. Pelo número de telefone, os investigadores identificaram o “indicado” como Marcus Cezar Ferreira da Silva. “O executivo indicado por Alexandre Padilha”, como os investigadores se referam a Marcus no relatório, trabalhou como assessor parlamentar de um fundo de pensão controlado pelo PT. 
Em 3 de dezembro de 2013, Youssef pergunta se André Vargas tem acesso a um superintendente da Caixa Econômica Federal. Logo depois, o doleiro lembra o deputado da necessidade de marcar uma reunião na Funcef, o fundo de pensão dos funcionários da Caixa, dono de uma carteira de ativos de 52 bilhões de reais. No dia 11 de março deste ano, o doleiro e o deputado combinam de participar, juntos, de um encontro em Brasília com um representante Funcef. De última hora, Vargas avisa que não poderá ir mais e dá as coordenadas para que Youssef se dirigisse para o lugar combinado – a sede da Funcef. Youssef pergunta então se pode usar o nome de Vargas. O deputado prontamente diz que sim. Pelas mensagens, a reunião teria sido com um dos diretores do fundo. Ao final, Youssef dá satisfação a Vargas: “Acabei de ser atendido. Falo com você como foi”.

O sumiço dos dólares.

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Uma auditoria realizada pela própria Petrobras na refinaria de Pasadena, no Texas, descobriu um saque de US$ 10 milhões feito apenas com uma autorização verbal, sem qualquer registro em documento, como mostra relatório confidencial obtido pelo GLOBO. A auditoria estava programada e analisou o controle, a gestão e a comercialização do estoque de óleo da Pasadena Refining System Inc. (PRSI). 
O pente-fino da Gerência de Auditoria de Abastecimento da Petrobras revelou a existência de um saque de US$ 10 milhões em 5 de fevereiro de 2010, sem documento que o autorizasse. Sugestões para a busca dessa dinheirama; 
01 – nas fazendas na região de Presidente Prudente, SP 
02) Banco Espírito Santo em Portugal, 
03) desvios do mensalão, 
04) programa escravo Mais Médicos, 
05) construção do porto de Mariel em Cuba, 
06) construção da Refinaria Abreu e Lima. 
As hipóteses sobre o sumiço de todo esse dinheiro envolvem a mão grande..........menos um dedo. Investiguem......... Brasil um pais de tolos, desmemoriados e ignorantes. Pais rico é pais sem safadeza. 
O Partido Trambiqueiro e os PeTralhas são o cavalo de Troia dos brasileiros. É tudo mentira, enganação e corrupção........

Brasileiros não devem acreditar na decisão do governo Dilma de não atrapalhar CPI da Petrobras.

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– Engana-se quem pensa se tratar de “bom mocismo” o recuo do governo petista de Dilma Rousseff em relação a eventual recurso ao STF para impedir a criação de uma CPI exclusiva para investigar a Petrobras e seus escândalos. Líderes petistas no Senado reuniram-se na manhã desta quinta-feira (24) com chefe da Secretaria de Relações Institucionais, Aloizio Mercadante, e deixaram o Palácio do Planalto com a missão de não dificultar a criação da CPI. A ideia dos palacianos é não passar à opinião pública a ideia de que o governo temeroso e por isso insiste em abafar a investigação.
No contraponto, recoberta pela conhecida malandragem política, a estratégia do governo é deixar a responsabilidade por eventuais recursos ao presidente do Senado Federal, Renan Calheiros (PMDB-Al), que já recebeu a devida parte do butim oficial para endurecer o jogo com a oposição, que no rastro da decisão da ministra Rosa Weber, do Supremo, impôs sonora derrota ao Palácio do Planalto.
Manda a Constituição Federal, lei máxima da nação, que uma CPI deve ter número mínimo de assinaturas, fatos determinados e conexos e prazo fixado. A proposta apresentada pela oposição seguiu à risca as exigências da lei e por isso não poderia ser rechaçada pela instância máxima da Justiça nacional. Querer ampliar o espectro da investigação apenas para atingir adversários do PT nas eleições que se aproximam é oficializar a implantação de uma ditadura de esquerda no Brasil.
Se os governistas desejam investigar o cartel de trens em São Paulo e as obras do Porto de Suape, em Pernambuco, que criem CPIs específicas, até porque a base aliada tem maioria no Senado e na Câmara dos Deputados.
ucho.info, como sabem os leitores, não está a defender que casos de corrupção deixem de ser investigados, mas que isso ocorra dentro do que determina a legislação vigente no País, o que em tese legitima o resultado de qualquer CPI.
Independentemente dessa repentina e falsa lufada de boa vontade do governo, é importante ressaltar que o PT palaciano sabe como melar uma CPI que represente risco ao partido. Não custa lembrar o caso da CPI das Ongs, proposta pelo então senador Heráclito Fortes (DEM-PI), mas que acabou em uma enorme e mal cheirosa pizza por conta do relator, o comunista Inácio Arruda, que agora defende a CPI X-Tudo. 
Devidamente instruído por Lula e seus estafetas de então, Arruda produziu um relatório pífio e vergonhoso, com o estrito objetivo de impedir que a Polícia Federal e o Ministério Público descobrissem os tentáculos do Palácio do Planalto na espúria relação com as Ongs, assunto que certamente esbarraria na Petrobras e abriria a tampa de uma das enormes caixas de Pandora da petroleira.
O esquema de corrupção que foi montado a partir da Petrobras, com detalhes de organização mafiosa, é vasto, quase sem fim. E o PT, assim como muitos partidos da base aliada, está envolvido até o pescoço. Por isso é preciso que os brasileiros de bem estejam diuturnamente vigilantes, cobrando de forma incisiva, os políticos, pois não deve-se descartar de a CPI terminar em nada. 
*Fonte: ucho.info

Os segredos bilionários do PT e o silêncio da "imprensa golpista".



Sempre soube que muita sujeira viria à tona depois que Lula deixasse o poder, mas não esperava tanto. No último dia 15 ficamos sabendo de mais uma aventura do PT no exterior envolvendo U$ 6 bilhões (de DÓLARES!) em “segredo de estado” (ver aqui). 

Oficialmente, trata-se de “empréstimos” a Cuba e a Angola, porém ninguém sabe as condições dos “acordos”, os juros, os prazos e todas as garantias legais comuns a qualquer transação financeira normal e que deveriam ser de conhecimento público, mas não são. 

Infelizmente o PT do poder é bem diferente do “guardião da ética e do patrimônio público” da época da oposição e, mais uma vez, recorreu a práticas comuns a regimes autoritários para encobrir mais esta “caridade” com o nosso dinheiro, a exemplo de episódios semelhantes com alguns vizinhos latino-americanos como a Bolívia, Equador, Paraguai e Argentina que também tiraram umas lasquinhas do nosso cada vez mais apertado orçamento.

A prerrogativa de “segredo de estado” garante o sigilo das operações que só poderão ter seus detalhes revelados a partir de 2027, depois que Lula tiver sido sepultado com todas as honras e glórias de “mito”. 

Este é mais um exemplo da capacidade de criar dinheiro do nada da “contabilidade criativa” do governo do PT, um dos motivos da crise de credibilidade que atinge nosso país hoje. 

A exemplo da Argentina, cujos indicadores oficiais estão na mesma categoria das previsões da Mãe Dinah (ou do ministro “levantador de PIBs”, Guido Mantega), estamos dando passos largos no processo de descrédito, tanto que até mesmo o TCU já tem apontado a “argentinização” da nossa contabilidade. 

Uma semana depois da publicação do artigo do Globo, qual a repercussão que mais este escândalo bilionário teve até aqui? Uma citação no site da Veja e só! Nem mesmo a TV Globo, do mesmo grupo do jornal que publicou o artigo, falou absolutamente nada sobre o assunto. 

Por que isso acontece?

Aliás, não só neste caso, mas em vários outros que envolvem diretamente o inimputável Lula, como, por exemplo, o enriquecimento meteórico do seu filho Lulinha; os desdobramentos do caso Rosemary, abafado assim que veio à tona seu affair com o ex-presidente; as numerosas “intermediações” em negócios envolvendo empreiteiras brasileiras no exterior; assim como o seu próprio meteórico enriquecimento, bem acima do que poderia enriquecer com o salário de presidente ou com suas bem pagas “palestras” para fazer publicidade de si mesmo e, de quebra, queimar ainda mais o filme dos já combalidos tucanos.

E o que dizer de algumas dessas empresas financiadoras de tais palestras receberem empréstimos subsidiados do BNDES? 

Como uma empresa poderia justificar aos seus acionistas o pagamento de R$ 100 mil reais por uma palestra de cinquenta minutos de um ex-presidente semianalfabeto que se vangloria de tal “formação”? 

Tudo legal responderão os petistas. De fato, a nível contábil está tudo justificado. Empresas recebem dinheiro emprestado e palestrantes recebem por suas “sábias” palavras. Mas, e a ética onde fica? Cadê os caras pintadas que derrubaram um presidente por causa de um Fiat Elba e um suposto empréstimo de U$ 3,7 milhões no Uruguai? Será que é por estes desmandos que os blacks blocs estão quebrando tudo? 

Nada mais surpreende. 

Nada mais escandaliza.

Mudamos de patamar.

Dos milhões passamos para os bilhões e nada mais acontece.

Os escândalos não mobilizam nem mesmo a grande mídia. 

Mas afinal, se a imprensa é “golpista”, como dizem os petistas, por que Lula nunca é investigado? 
Por que não foi réu do mensalão, já que suas impressões digitais constam nas cartas enviadas a milhões de aposentados oferecendo os malditos empréstimos consignados do BMG, uma das fontes de financiamento do esquema? 

Por que diabos um presidente iria fazer papel e garoto propaganda de um até então inexpressivo banquinho que em pouco mais de dois anos teve um crescimento de patrimônio de mais de 250% e hoje já faz parte do seleto grupo de maiores bancos do país? 

Tudo absolutamente normal, dirão os fanáticos petistas. Ninguém consegue pegar Lula, assim como no Brasil ninguém pega Maluf, seu novo amigão desde a infância e que, pelo jeito, deve ter dado uma consultoria ao petista sobre como despistar a justiça brasileira. Brasileira, que fique bem claro, pois se botar um pé fora do Brasil, o Maluf é preso pela Interpol.

No mesmo caminho, Lula está prestes a ser convocado pela justiça da Costa Rica para depor sobre outro escândalo bilionário envolvendo uma empreiteira brasileira, cujo negócio contou com o lobby do então presidente (ver aqui). Ou seja, não contente com a corrupção aqui, Lula exportou corrupção para outros países.

E ninguém fala nada. 

E por que nada acontece? 

Porque virou lugar comum a mistura entre negócios privados e canetadas públicas, um pré-requisito básico do chamado “capitalismo de estado”, a nova meta dos esquerdistas, já que o comunismo provou na prática a sua impossibilidade, algo já provado na teoria por Mises desde o início do século passado. 

Os “indícios” de corrupção estão por toda a parte. Nos conselhos de estatais, fundos de pensão, ONGs, licenças para emissoras de rádio e TV, licitações publicas, nas concessões de empréstimos à empresas de amigos do rei e nada acontece. Tudo é justificado com a palavra mágica “empréstimo”. 

O problema é que o emprestador, ou seja, o povo brasileiro, tem levado sucessivos calotes (e ainda levará outros tantos) sem a menor punição dos culpados nem a devolução dos recursos. 

Alguém tem esperança de que Eike devolva aos cofres públicos os bilhões que pegou no BNDES? 

Alguém tem esperança de receber de volta os R$ 8 bilhões investidos na Oi, agora que seu valor de mercado hoje mal chega aos R$ 7 bilhões?

E os bilhões gastos nas tentativas fracassadas de criar os chamados “campeões nacionais”? 

E os elefantes brancos da copa? 

E os mais de U$ 1 bilhão de prejuízo que o petista Sérgio Gabrielli deu a Petrobrás com a desastrosa compra de uma refinaria norte-americana?

Alguém vai ser punido? 

Ou melhor, alguém vai devolver a grana subtraída dos cofres públicos? 

E tudo isso acontece sem causar a menor repercussão. No máximo, uma matéria rápida aqui e ali, dentro dos parâmetros do jornalismo tolerável por Lula e que ele descreveu tão na cara de pau no último Foro de São Paulo. “O jornalista não tem que dar opinião. Tem apenas que noticiar o fato e só!”. 

Ou seja, na visão do novo doutor em jornalismo, não deve mais existir jornalismo opinativo. Não deve mais existir colunistas. Mas, e os blogs “jornalísticos” financiados pelo governo, podem dar opinião? 

E por que a imprensa não fala nada sobre o Foro de São Paulo, uma das mais bem sucedidas conspirações esquerdistas para chegar ao poder (com ligações com os narcotraficantes das Farc) que já fez nada mais nada menos que 14 presidentes latino-americanos, desde a primeira reunião no início dos anos 90? 

Com exceção da Veja, uma das últimas trincheiras contra o petismo no Brasil, os demais veículos de comunicação estão todos acovardados diante do poder do PT. Ninguém quer bater de frente com Lula, afinal são empresas que dependem de audiência (cuja maioria adora Lula) e de verbas publicitárias do governo. 

Não é estranho que a odiada Globo continue recebendo do governo petista a esmagadora maioria do gordo orçamento publicitário?

Não é estranho Lula se reunir com um dos filhos de Roberto Marinho e, dias depois, o Fantástico lançar com exclusividade uma das reportagens que mais contribuíram para a recuperação da popularidade de Dilma? 

O que eles teriam conversado? 

Mas as contradições não param por aí. A mesma Globo que os petistas dizem que quer derrubar o PT, mantém em seus quadros jornalistas como Paulo Moreira Leite, autor do livro “A outra história do Mensalão”, que conta a versão petista do julgamento.

Aliás, se a Globo é de direita, por que diabos ajudou a derrubar Collor? 

Por que tem exibido tantos filmes e minisséries que reforçam o esquerdismo, como, por exemplo, “Lula, o filho do Brasil” e “Anos Rebeldes”? 

Por que diabos manteve Franklin Martins como comentarista político durante tantos anos, a exemplo de tantos outros jornalistas que hoje fazem parte da imprensa chapa branca do PT? 

E os atores globais que não apenas vestiram a camisa do PT em eleições passadas, como ainda vestem hoje, inclusive com filiados de carteirinha, como o José de Abreu, por exemplo? 

E os vários autores de novelas comunistas como Janet Clair e Dias Gomes, por exemplo, que ajudaram a demonizar a direita em pleno regime militar? 

E o que dizer da Folha e da Istó É que, a exemplo da Globo, também têm feito “médias” com o PT? Como é que uma investigação sigilosa do CADE, subordinado ao Ministério da Justiça, vaza apenas os dados que envolvem os metrôs de São Paulo e Brasília, então administrados pela oposição? 

E o resto dos contratos da empresa alemã com o governo federal, não têm também superfaturamento? Será que algum dia saberemos ou este será mais um caso de “segredo de estado”, como os empréstimos aos cubanos e angolanos? 

A revolução permanente 

Ficou confuso? Calma. Existe explicação. Tudo se encaixa perfeitamente na estratégia gramscista de perpetuação no poder, via conquista gradativa da hegemonia da opinião pública. A primeira etapa deste processo aconteceu em meados do século pasado quando o marxismo cultural passou a dominar o meio acadêmico.

As gerações formadas por estes professores chegaram aos jornais já na época do regime militar. Quem viveu a época sabe que as redações passaram a ser também redutos de esquerdistas, sob complacência dos militares que, mesmo nos anos da guerrilha do Araguaia, permitiram que uma revista declaradamente de esquerda, como o Pasquim, por exemplo, alcançasse uma tiragem de 200 mil exemplares. 

Os militares poderiam fechar tal revista? 

Podiam, mas não o fizeram pelos mesmos motivos que o PT hoje tem que tolerar a Veja: a opinião pública. Ações extremas podem desencadear reações também extremas, o que tende a torna o exercício do poder um pouco mais cauteloso que seus ocupantes gostariam de ser. 

E assim como a educação e a imprensa foi dominada pelos esquerdistas, mais recentemente a politica também. Boa parte dos revolucionários esquerdistas dos anos 60 e 70 hoje são deputados, senadores, prefeitos e até presidente da república.

Ninguém quer ser de direita no Brasil, afinal ninguém quer ser identificado com os torturadores militares, mesmo estes tendo evitado uma revolução semelhante à cubana no Brasil que poderia ter multiplicado por mil o número de mortos do regime militar, como aconteceu em Cuba e em todos os países onde tentaram implantar o socialismo. 

Portanto, para a revolução marxista gramscista ser completa, basta agora conquistar os dois redutos mais reacionários da sociedade: a igreja e o empresariado. O marxismo bem que tentou suprimir ambos os setores da União Soviética sem sucesso. Gramsci visitou a Rússia nos tempos áureos do Comunismo e, já naquela época, percebeu que aquilo não daria certo. 

Desde que voltou a Itália e começou a escrever seus Cadernos do Cárcere, Gramsci abandou o comunismo como ideal a ser conquistado, defendendo como alternativa um socialismo “democrático” apoiado numa hegemonia da opinião pública construída por décadas de ações “educativas” em todos os setores da sociedade. Se não conseguir acabar de vez com um setor reacionário, é preciso miná-lo, infiltrar-se entre eles para domesticá-los, ensinaria Gramsci. E tem sido assim desde então. 

A Teologia da Libertação é o braço gramcista marxista da Igreja Católica, apesar do gramcismo e do marxismo pregarem, com toda as letras, a abolição das religiões e da família. Como conciliar tal contradição? Via “igualdade”, o discurso que justifica e legitima todos os esforços dos religiosos esquerdistas na luta para derrubar o grande mal capitalista. 

Com os empresários a luta é mais intensa, afinal são eles os maiores produtores de riqueza que mantém o sistema funcionando e, portanto, são os que mais resistem ao aumento da carga tributária. Se não é possível cooptar todos, então é preciso cooptar os mais poderosos, via concessão de empréstimos, subsídios, incentivos fiscais ou simplesmente dificultando a entrada de concorrentes no mercado, o que pode ser conseguido via aumento de impostos de importação ou modificando a legislação da regulação dos setores monopolizados, como, por exemplo, o decreto assinado por Lula que possibilitou a compra da Brasil Telecom pela Oi, justamente a empresa que um de seus filhos é um dos maiores acionistas. Só este fato já seria suficiente para Impeachment em qualquer país sério. Mas no Brasil, o máximo que este tipo de coisa rende hoje são alguma linhas no noticiário. 

Enfim, são estes alguns dos variados mecanismos que possibilitam a aparente contradição de alguns capitalistas apoiarem governos socialistas. Tais mecanismos de cooptação também são frequentemente usados com grandes conglomerados de comunicação. Quem não lembra do socorro milionário ao Grupo Silvio Santos, às vésperas das eleições de 2010? E o que dizer das relações entre o governo do PT e o Grupo Edir Macedo, dono da segunda maior emissora de TV do país, a mesma que tem como um dos principais âncoras o blogueiro chapa branca número um, o Paulo Henrique Amorim? 

Portanto, ao contrário do que muita gente pensa, as relações de bastidores entre o governo e a chamada “mídia golpista” é muito diferente da guerra declarada que eles tentam passar para os “idiotas úteis”, os militantes inocentes assim definidos pelo próprio Gramsci. 

Mas isso não é tudo. Além dos mecanismos de cooptação citados acima, as empresas de comunicação tem algumas particularidades que, em muitos casos, até facilitam o controle pelo populista do poder. Quanto maior a audiência, maior o potencial publicitário. Acontece que, com exceção dos veículos de nicho de mercado ou aqueles que têm um público fiel, como a Veja, por exemplo, a maioria dos veículos disputam a audiência da grande massa, a mesma que apoia o governo populista. 

E como governos populistas sempre se apresentam como “perseguidos” por poderosos grupos de mídia (mesmo que estes concorram entre si), acabam impondo um autopoliciamento a tais veículos, afinal qualquer viés contrário ao governo em alguma reportagem pode provocar grandes repercussões, dar mais combustível as teses conspiracionistas, além de manchar ainda mais o nome da empresa, o que, por sua vez, pode se traduzir em boicote por parte da massa mais “politizada”. 

Este é o caso da Globo e da Folha hoje. 

Se estes veículos tiverem a oportunidade de divulgar algum furo de reportagem, mesmo que aparentemente contrário a sua linha editorial, eles irão divulgar sim, afinal esta é uma forma de “equilibrar” seu grau de imparcialidade e amenizar a fúria da militância política. 

Além de tudo isso, existe ainda a reputação do veículo dentro do próprio veículo. Vamos tomar o caso da Revista Época, por exemplo, que emprega o jornalista petista Paulo Moreira Leite, ou mesmo a Rádio CBN (também da Globo) que tem como colunistas Valter Maierovitch que também é colunista da Carta Capital. 

O que aconteceria se os comentários, reportagens ou artigos desses colunistas começassem a sofrer censura da cúpula dos veículos? 

No mínimo tais pressões renderiam um fato político. Tais jornalistas pousariam de ídolos para os idiotas úteis da militância política por não se renderem às pressões dos patrões o que lhes renderiam, no mínimo, um emprego em uma empresa concorrente, um financiamento para mais um blog chapa branca, como os Azenhas, PHAs e Nassifs, por exemplo, ou talvez um cargo no marketing do governo, uma candidatura ou talvez um livro “bombástico” revelando os bastidores da “imprensa golpista”. 

No fundo, a maior censura que os jornalistas recebem todos os dias vem da opinião pública e não dos donos dos veículos, muito mais preocupados em garantir a sobrevivência de suas empresas do que com as supostas conspirações que os militantes fanáticos acreditam serem os mentores. 

Muito pelo contrário, quem conhece um pouco dos bastidores da mídia sabe das críticas públicas do falecido dono do Estadão, Ruy Mesquita, em relação ao poder da Globo. Ou seja, Ruy nunca considerou a Globo uma aliada e sim uma ameaça ao seu jornal, aliás como deve acontecer com outros veículos com menor poder de fogo. 

Portanto, ao contrário do que os idiotas úteis acreditam, o mundo real é bem mais complexo do que a guerrinha do “bem contra o mal”, onde eles acreditam serem os “mocinhos”. Entre o preto e o branco existem milhões de tons cinza e uma infinidade de táticas de manipulação que atuam diariamente na vida das pessoas e que, infelizmente, a maioria nem percebe. 

O que acontece no Brasil hoje (e de forma mais adiantada em países como a Venezuela, Argentina, Bolívia e Equador) é a programada Revolução Silenciosa preconizada por Gramsci e discutida e rediscutida todos os anos no Foro de São Paulo, esta sim uma conspiração real, com objetivos claros e com uma poderosa rede de influência que envolve dezenas de organizações que atuam diretamente na mobilização das massas em quase todos os países da América Latina. 

O círculo do silêncio da imprensa que citamos neste post é apenas um sintoma dessa revolução. Ela resulta de uma complicada teia de relações que envolvem chantagens, propinas, cooptação, lobby e, por fim, o estabelecimento da autocensura à própria imprensa, uma vez que tocar em certos assuntos mais delicados (que envolvem diretamente Lula, por exemplo) equivale entrar num caminho sem volta com consequências quase sempre desfavoráveis aos veículos de comunicação, como tem ocorrido nos diversos exemplos recentes nos nossos vizinhos bolivarianos cuja revolução cultural marxista encontra-se em processo mais adiantado. 

Que o digam os principais veículos de comunicação venezuelanos fechados ou forçados a serem vendidos aos amigos do rei, ou mais recentemente na Argentina, onde o Clarin terá que vender várias de suas empresas para se ajustar a nova “Ley dos Medios”, aprovada recentemente pelo governo populista de Cristina Kirchner. 

Para quem não sabe, o PT tem um projeto similar para o Brasil. 

Seria este um dos assuntos discutidos entre Lula e o vice-presidente da Globo?

Brasileiros a um passo de se tornarem um cidadão americano de 3ª classe !

O misterioso projeto de lei segue agora para votação no Senado
Discretamente, já no crepúsculo desta quarta-feira, a Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei do Executivo que não deixa de ser muito estranho, principalmente pelo fato de que quem está no Governo é o PT que, por suas vez, é o dirigente do Foro de São Paulo, a organização que articula o movimento comunista na América Latina e que foi fundada por Lula e Fidel Castro em 1990.
Recentemente, o governo da Dilma repassou mais de R$ 1 bilhão de dólares para financiar o porto de Mariel, em Cuba, com o carimbo de secreto. Nem se sabe exatamente quanto de dinheiro do Brasil está sendo encaminhando para as ditaduras comunistas na América Latina e África. Essa gigantesca movimentação financeira que drena recursos do erário não passa pelo crivo do Congresso Nacional. 
É por isso mesmo que uma pesquisa aberta aos internautas no próprio site da Câmara sobre o assunto mostra que mais de 80%  dos que votaram são contra o projeto que dá poderes imperiais para o Executivo que poderá decidir, por exemplo, sobre o estacionamento de forças militares cubanas em território brasileiro, sem quem ninguém fique sabendo. Um avião cubano ou venezuelano pode pousar no Brasil e desovar as temíveis "Avispas Negras", corpo de combate especial cubano que atualmente age na Venezuela em apoio ao chavismo.
E o incrível é que o projeto foi aprovado por 270 votos a 1. Espera-se agora que a Oposição no Senado analise detidamente o projeto. Caso contrário, qualquer hora dessas a Dilma se transforme na versão brasileira de Fidel Castro, ou na melhor das hipóteses, num tiranete como Nicolás Maduro. 
Vejam o que informa o site da Câmara dos Deputados:
O Plenário aprovou, por 270 votos a 1, o Projeto de Lei Complementar276/02, do Executivo, que permite ao presidente da República delegar ao ministro da Defesa a concessão de permissão para o trânsito e a permanência temporária de forças estrangeiras no Brasil sem autorização do Congresso Nacional, nos casos previstos.
Aprovado na forma de uma emenda substitutiva apresentada pelo deputado Lincoln Portela (PR-MG), a matéria deverá ser votada ainda pelo Senado.
O QUE PREVÊ
O Projeto de Lei Complementar 276/02, do Executivo, autoriza o presidente da República a delegar ao ministro da Defesa e aos chefes das Forças Armadas a permissão para forças estrangeiras transitarem pelo território nacional ou permanecer temporariamente.
Essa permissão vale para os quatro casos em que o presidente da República tem competência privativa para permitir que forças estrangeiras transitem ou permaneçam no território nacional, independentemente de autorização do Congresso Nacional. Esses casos, previstos na Lei Complementar 90/97, são os seguintes:
- execução de programas de treinamento e missão de transporte de pessoal ou carga coordenada por instituição pública brasileira;
- visitas oficiais ou não, programadas por órgãos do governo;
- atendimento técnico, para abastecimento, reparo ou manutenção de navios ou aeronaves estrangeiras; e 
- missão de busca e salvamento.

Fora desses casos, o Congresso Nacional deve sempre ser ouvido para a autorização.
Descentralização
O objetivo do projeto é desburocratizar o andamento dessas autorizações, ao delegar poder ao ministro da Defesa. Essa prática já ocorre em diversos países.

Segundo mensagem enviada pelo Executivo, é frequente a demanda de sobrevoo e pouso de aviões militares de países vizinhos. No início da década passada, época em que o projeto foi apresentado, a média era de 800 pedidos por ano de sobrevoo. Além disso, mais de 50 navios de forças armadas estrangeiras ingressavam anualmente em águas brasileiras.
Tramitação
A proposta foi aprovada pela Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional, em 2002; e pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, em 2003, na forma de substitutivo. Desde então, o texto aguardava votação em Plenário.

*Íntegra da proposta: PLP-276/2002

quinta-feira, 24 de abril de 2014

A Gestapo do PT e o pau de arara virtual.



Artigo no Alerta Total 
Por Félix Maier

O livro recém-lançado de Romeu Tuma Jr., Assassinato de Reputações – Um crime de Estado,em depoimento ao jornalista Cláudio Tognolli (Topbooks, Rio de Janeiro, 2013), tornou-se um dos mais vendidos do Brasil. É um livro-bomba. E a bomba só não explodiu ainda porque o Brasil é uma republiqueta bananeira, com sede política em Havana e filiais em Brasília, Caracas e Buenos Aires.
Os fatos escabrosos narrados no livro, que ainda não acabei de ler, não me causaram nenhum tipo de surpresa, porque há muito tempo eu tenho a exata noção do que seja o PT e seu projeto totalitário fascista em implantação no Brasil. O que causa surpresa é o estrondoso silêncio ouvido na mídia e entre os políticos – com a honrosa exceção da revista Veja. Como não saiu nada no Jornal Nacional, nem no Fantástico, é como se o livro não existisse e ponto final. Já que o livro não existe – embora esteja em segundo lugar entre os mais vendidos da lista deVeja -, nada se fala do seu conteúdo. Lula, envolvido direto nas denúncias de Tuma Jr., sempre tão loquaz, ficou mudo quando surgiu o escândalo “Rosegate” e agora anda ainda mais mudo, surdo e cego, dentro do princípio maroto “não sei de nada”.
Muitas pessoas não conseguem encontrar o livro nas livrarias. A desculpa é sempre a mesma: “está esgotado”. Muitos suspeitam que petistas estão comprando o livro em grande número para destruí-lo.
Foi uma bênção Tuma Jr. ter sido alçado a Secretário Nacional da Justiça. Só assim tomamos conhecimento dos crimes cometidos pelo PT e aliados, onde o Mensalão foi o menor deles. Já Tuma pai cometeu um erro grosseiro, ao mudar de partido, passando para a “base alugada” do PT. Delegado íntegro e de longa vivência no meio político e na Segurança Pública, Tuma deveria conhecer melhor o verdadeiro PT, não aquele candidamente apresentado a ele pelo “Barba”.
Pelo livro, sabemos que Lula nunca foi de fato um preso do DOPS, mas um hóspede com muitas regalias. Mais: Lula foi um importante colaborador (“ganso”) do DOPS, em São Paulo, e tinha o codinome de “Barba”. O “alcaguete e aprendiz do DOPS” tinha estreita ligação com o delegado Romeu Tuma e repassava importantes dados sobre passeatas, greves etc., de modo que o governo militar se antecipasse aos fatos e tomasse providências no sentido de garantir a segurança pública e evitar depredações. Nesse sentido, Lula foi útil ao governo militar.
Todavia, o “Barba” também se valia de sua liderança no meio sindical para, em conluio com os patrões da indústria automobilística, aumentar o preço dos veículos. A desculpa marota era sempre a mesma: aumento do salário dos metalúrgicos. (O que não foi a redução do IPI dos carros, quando o “Barba” se tornou presidente, senão uma autêntica malandragem, que atendia tanto aos metalúrgicos, que mantiveram os empregos e aumentaram seus salários, quanto aos donos das montadoras, que nunca lucraram tanto na vida?)
O livro aborda em detalhe a estratégia petista de alcançar o poder totalitário, desde que Lula, “o ganso que virou pavão”, se tornou presidente da República. Jornalistas amestrados (a “língua alugada” de que fala Tuma Jr.) também se prestam a esse objetivo: “Lula e o PT são mestres em usar a imprensa e o dito jornalismo investigativo como peças de contrainteligência e de condenação avant la lettre: a imprensa acaba sendo levada a fazer o papel de um tribunal de condenação que precede toda a segurança jurídica” (pág. 23). 
“O jornalista publica o que recebe, e tal notícia acaba sendo anexada a um inquérito como verdadeira. Ou vira a peça inicial do inquérito. Tem mais: quando a reportagem de um jornalista é agregada ao inquérito com informações que você mesmo plantou, emprega-se outro truque: ao anexar o texto da reportagem nesse inquérito, você o ‘vitamina’ com altas doses de mentiras. Ninguém vai checar se a reportagem que gerou o inquérito continha ou não essas informações. O truque é muito simples. Coloque pitadas de mentiras ainda mais mentirosas na reprodução, no corpo do inquérito, do que aquilo que foi publicado pelo jornal” (pág. 24-25).
Com as redes sociais, a “falconaria” petista se esmera em assassinar reputações, tanto de revistas, quanto de pessoas: “As redes sociais transformaram-se num instrumento poderoso para a guerrilha virtual na qual o PT tem sido imbatível, pois há muito tempo seus seguidores aprenderam a lidar com essa poderosa arma” (pág. 139).


O livro aborda também temas bombásticos, como o caso ainda insepulto de Celso Daniel (torturado no corpo com cano de arma quente, antes de levar 15 tiros), a Operação Satiagraha, o dossiê Alstom (desde 2008 o PT queria vazar os dados e usou o CADE para isso em 2013, para atingir governos tucanos), o dossiê Ruth Cardoso, o Rosegate, o grampo ilegal contra ministros do STF. O último capítulo aborda em detalhes a Operação Trovão, que tinha como alvo fritar Tuma Jr, Secretário Nacional de Justiça, envolvendo-o com um chinês acusado de ser um mafioso, Paulo Lee, quando na verdade Tuma Jr. tinha em mente promover uma anistia, de modo que estrangeiros conseguissem a naturalidade brasileira, dentro da lei. Segundo Tuma Jr., Lula o usou como fraldão geriátrico, totalmente descartável, e foi essa covardia que resultou no agravamento da saúde de Tuma pai e sua consequente morte:

“Nunca me calei, sempre mandei apurar. Até que chegou a minha vez. Gilberto Carvalho, braço direito de Lula, e ainda de Dilma, tentou negociar o meu silêncio sobre os trambiques e sinecuras que testemunhei, sobre tudo o que sei, como ninguém, a respeito da morte de Celso Daniel, em troca de uma cerveja, você verá. Não aceitei. Veio o refluxo. Fui levianamente acusado e covardemente frito. A história que se segue é a história da tentativa de assassinato da minha reputação. Que, a bem da verdade, como uma estratégia das organizações criminosas, se consumou em boa parte e medida. Além de tirar a vida do meu querido e amado pai, tais estrategos do lulismo atingiram em cheio as outras duas coisas que mais prezo, e que valem muito mais que minha vida: a minha família e a minha honra” (pág. 25). 

“Eu havia sido frito e defenestrado pela mídia depois que o governo Lula resolvera divulgar uma velha e falsa notícia – a de que eu teria favorecido um suposto contrabandista oriental, que sequer foi denunciado por isso. E mais: que eu era amigo do chefe de uma ‘máfia’ que jamais disseram qual era, quem integrava, quais suas atividades. Tudo para atingir a reeleição de meu pai e inviabilizar minha permanência no seu governo, combatendo a corrupção e o crime organizado, que, como o tempo mostrou, nele se instalaram confortavelmente. De resto, eis aí os motivos que levaram meu pai à UTI” (pág. 30).

O PT, desde sempre, se valeu de métodos clandestinos para bisbilhotar e fabricar dossiês falsos contra adversários políticos, principalmente em época de eleição. Foi assim no caso dos “aloprados” - um maroto eufemismo lulano. Foi assim para derrubar Collor de Mello na tal “campanha pela ética”. Foi assim na “CPI dos Anões do Congresso”, quando o senador Esperidião Amin chamou os arapongas petistas de PTPol, a Polícia do PT. Amin estranhava a desenvoltura com que José Dirceu apresentava documentos que só um espião poderia fazer - aliás, José “Daniel” Dirceu, então presidente do PT, é especialista em Informações, Contrainformação, Estratégia e Segurança Militar, com treinamento em Cuba, e fez parte do MOLIPO, grupo terrorista criado pelo Serviço Secreto cubano.

O que me chamou a atenção foi o modus operandi da Polícia Federal, no tocante à indústria de dossiês, à disseminação desbragada de grampos e o uso também ilegal dos Procedimentos Criminais Diversos (PCD) e dos Relatórios de Inteligência (Relints), utilizando-os como peças do processo judiciário. É sobre esse grave assunto que pretendo focar. Assim, faço a seguir algumas transcrições do livro, para que os leitores tirem suas conclusões.

Escreve Tuma Jr.: “80%, para ser bem favorável a eles, são casos que nascem de 'grampos' ou de compartilhamento de relatórios produzidos em inquéritos ou nos anômalos PCDs – Procedimentos Criminais Diversos – iniciados com as tais escutas que a lei diz que só devem ser realizadas em último caso, ou quando não houver outro meio de prova. Mas eu pergunto: quando se escolhe um alvo para se investigar, e não um crime, como usar outro tipo de diligência que não o ‘grampo’ ”? (pág. 72)
“As operações da PF aumentaram quinze vezes durante o governo Lula. Pularam, por exemplo, de 16 em 2003 para 143 até agosto de 2009. De 2003 para 2010, o número de funcionários da PF saltou de 9.231 para 14.575, um crescimento de 58%” (pág. 73).

“Sob Lula, a PF teve tantas e tamanhas operações porque a lógica foi invertida: ela estipulava primeiro o ‘alvo’ e depois passava a gerar supostas informações sobre ele. Sempre com dossiês ou grampos. Só o vocábulo ‘alvo’, em si, já induz que ninguém mira em algo para errar. Sob Lula, tivemos, industriosamente, a juntada de relatórios do bunker da PF em inquéritos, e pior: sem qualquer compromisso cronológico com a realidade dos fatos. Aí, antes de qualquer coisa, você vaza na imprensa esses relatórios, e condena o acusado no tribunal em que os sites de pesquisa se transformaram. Sob Lula, passa-se a investigar alvos, não crimes, e cria-se uma polícia de estado totalitário” (pág. 74).

“Não é para menos que Márcio Thomaz Bastos me sugeria, antes mesmo que eu assumisse, a ideia de se criar a Super Secretaria Nacional de Justiça, absorvendo a Senad, o Coaf, o Arquivo Nacional e, a depender das condições políticas, até a Abin, além de criar o documento único de identidade sob o nome de Registro de Identidade Civil – RIC. Eu não viabilizei as mudanças porque temia a aglomeração e concentração demasiada e absoluta de poder num mesmo órgão. Parece até que eu já pressentia os riscos e acontecimentos futuros” (pág 74).

“Ademais, no meu ponto de vista, alguns deles funcionavam adequadamente e na estrutura correta, e a ideia do RIC, que eu recusei, acabou indo para a PF: CPF, RG, CNPJ, carteira nacional de habilitação, título de eleitor, tudo num número só, num só documento, num único arquivo ou banco de dados” (pág 75).

O Exército Brasileiro está fazendo uma nova identidade para seus militares da ativa, em formato de cartão, onde irá constar o RG, CPF, CNH, título de eleitor, PASEP, tipagem sanguínea, dados do registro de casamento. O banco de dados terá também as digitais eletrônicas dos dedos das mãos dos militares. Esses dados, inclusive a digital do polegar direito, na verdade já constam na identidade tradicional - com espaço do RIC em branco. Bom para os usuários, ótimo para a bisbilhotagem do PT. Se dados pessoais de militares da ativa do Exército, como identidade, CPF, Banco e conta-corrente onde recebem seus vencimentos vazaram recentemente na Internet, por que esses dados do RIC verde-oliva não iriam parar no Data Center da PF para utilização da Gestapo petista?

“Serviços secretos, de inteligência, ou mesmo polícias mundialmente famosas não usam nem nunca usaram os métodos da PF de fazer IP (Inquérito Policial) ou procedimentos similares no setor de inteligência. Cito como exemplos: o FSB (Serviço de Inteligência Russo), a antiga KGB da ex-União Soviética, a CIA americana, o Mossad israelense, e o Serviço de Inteligência Britânico MI5; ou ainda a Direção de Inteligência Militar (DIM) e os Serviços de Inteligência Bolivariana (Sebin), antiga Direção de Serviços de Inteligência e Prevenção (DISIP), da Venezuela. É possível que somente a temida Gestapo tenha se aproximado dessa atuação, mas sem as mesmas tecnologias de hoje. Enfim, uma vergonhosa invenção brasileira, um produto que sequer a ditadura concebeu” (pág. 82).

“Essa DIP, Divisão de Inteligência Policial, é um bunker, onde se coleciona uma série de informes, informações, relatórios e dossiês contra o ‘mundo’ sem que seja dada a necessária e correta difusão. A Polícia Federal usa isso como um bunker, acessado no momento em que interessa atacar ou promover uma investigação contra um novo ‘alvo’, da polícia ou do governo. Fala-se tanto nos tempos da ditadura, em seus arquivos, mas isso ocorre nas barbas desse governo; pior: com sua condescendência, e ninguém toma qualquer providência” (pág 82-83).

“Vejamos o caso do ex-senador Demóstenes Torres. Eles arquivaram um relatório de inteligência feito contra ele e que datava de 2006. Por que não fizeram nada na época? Porque não interessava. O tal relatório ficou cozinhando nas gavetas do bunker. No momento político oportuno, tais papéis saíram do forno para atingir Demóstenes, figadal adversário do governo petista. Tudo isso porque o governo estava operando para Demóstenes migrar para a base petista aliada. E quando definitivamente ele não foi, chegou a hora de o galo cantar; e o relatório de inteligência veio, altissonante, à luz do dia e para toda a mídia” (pág. 85).

“O uso absurdo e excessivo do Auto de Investigação Preliminar – AIP, que, como o Procedimento Criminal Diverso – PCD, não sofre qualquer correição, controle interno e externo, é outra aberração. Esse tipo de procedimento não tem respaldo na legislação penal. Quando a polícia quer ou tem que investigar algum fato típico, o faz no bojo de um inquérito policial, nos termos do Código de Processo Penal. Esse procedimento, uma vez instaurado, não pode ser arquivado sem ordem judicial. Esses PCDs ou AIPs, ao contrário, são procedimentos anômalos que podem se prestar a uma série de arbitrariedades e desmandos de toda ordem. Podem, inclusive, servir como um instrumento muito eficiente para corrupção, na medida em que não sofrem qualquer controle e não possuem qualquer registro. Quem manda começar pode mandar encerrar” (pág. 87).


Uma prática comum nos vazamentos da PF é apresentar apenas a decupagem (resumo) das gravações, escolhida a dedo, e não a degravação (íntegra). Publicado o grampo ilegal na imprensa, é a senha para o início de processo criminal. O “indiciado” passa a ser automaticamente condenado pelo “STG – Supremo Tribunal do Google”, com a exposição de seu nome no site da PF. Segundo Tuma Jr., são operações sistemáticas de desinformação e contrainteligência realizadas pela Gestapo tupiniquim, de modo a destruir o “inimigo”. Como se sabe, o PT trata os adversários políticos como inimigos do Estado, que devem ser eliminados.

“Essa técnica de gravar, editar e vazar, sobejamente usada, é uma nova modalidade de violação dos direitos e garantias fundamentais em forma de tortura psíquico-física. Trata-se do moderno ‘pau de arara’ virtual, um legado desse governo” (pág. 93).

“A DIP, Divisão de Inteligência Policial, e o SIP, Serviço de Inteligência Policial, são áreas reservadas e secretas. Ali nem o Ministério Público entra, nem o próprio pessoal da PF que não for dali entra! Eles não têm cartório; você não pode consultar os registros dos inquéritos porque são inquéritos ‘fantasmas’. O golpe tem vagos fundamentos no direito e nenhum deles na democracia, porque, quando registram o inquérito, fazem no de forma errada, para nos confundir. Vai descrito como um crime para ser apurado na ‘delegacia de Crimes contra a Previdência Social’, mas é possível mandá-lo pra outro lugar, sem declarar. Na DIP ninguém pode entrar, o cara vem te receber na porta. É um órgão que não sofre correição, ninguém vai lá, nem o Ministério Público faz correição lá. Não tem controle externo nem interno. É o diabo à solta. Os advogados estão ferrados, meu caro. Se chegam lá, não têm acesso, não entram na sala, ficam de fora. Eles mandam algum meirinho, ou esbirro, que fala para o advogado: ‘Olha, doutor, aqui não tem inquérito’. O advogado só conseguirá achar o inquérito depois de um mês, na delegacia errada” (pág. 98-99).

“Os relatórios de inteligência de hoje são 99,99% feitos de decupagem, que não é transcrição mas dedução de conversa gravada em telefone. Pior: eles são feitos por agentes, escrivães ou papiloscopistas policiais, contrariando frontalmente a lei, porque não é atribuição desse pessoal da Polícia Federal. O único que tem atribuição para produzir documento de inteligência é o delegado de polícia, conforme o decreto do Ministério do Planejamento que nós temos aqui. Se for produzido por agente, escrivão ou papiloscopista, é ilegal” (pág. 105).

Sobre os veículos aéreos não tripulados (VANT), hoje mais conhecidos como drones, adquiridos para vigiar nossas fronteiras, escreve Tuma Jr. “Descobri que o projeto verdadeiro era outro... Esse avião consegue voar sem ser notado, por exemplo, em cima de Brasília e filmar o que um senador ou ministro do STF está fazendo dentro de casa” (pág. 107).

“Essa é a grande contradição que ninguém explora, esse negócio de transparência que eles continuam pregando, Lei de Acesso à Informação etc. Eles querem dar acesso à informação aos arquivos da ditadura, que são arquivos porque nunca foram usados em processos. Existem relatórios de inteligência para subsidiar a decisão dessas autoridades superiores. Na ditadura servia para isso. Na democracia, esses relatórios de inteligência servem para prejudicar os outros, para usar como peça de polícia judiciária. Em vez da questão de depoimento judicial, se usa isso como peça de inteligência e arquiva-se o relatório. A própria Polícia Federal agora está usando documento de 2004 contra a amiga do Lula, a Rosemary Nóvoa Noronha. Por que ela não foi investigada em 2004? Por que não botou para frente isso? Houve chantagem? Eles prevaricaram na época? Não, era um documento de inteligência e está sendo usado agora como documento de polícia judiciária, um supercrime!” (pág. 107).

“A pergunta que eu faço é: o que era mais importante para o Estadão noticiar? A foto do ‘chefe da máfia’, um chinês, com o secretário nacional de Justiça na China, ou entregando um presente para o presidente Lula numa sala reservada do Ministério da Justiça? Eu respondo: é óbvio que, se não fosse armação do governo com o jornal, se o indivíduo fosse mesmo um mafioso, o Lula estaria na capa do Estadão e não eu. Era só uma questão de raciocínio, mas os demais veículos da mídia preferiram entrar no barulho da ‘Trovão’; não se ligaram que ali também foram uma espécie de ‘fralda’ para o Planalto e para a PF, que, seletivamente, também escolheram as fotos que seriam vazadas” (pág. 115).

“Na PF, o silogismo, para dedução em inteligência, funciona assim: ‘Todo ladrão tem arma em casa; você tem arma em casa; logo, você é ladrão’. Ou ainda, para usar o primeiro exemplo: ‘Todos os homens são mortais; ora, você é mulher; logo, é imortal’ ” (pág. 130).

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Na pág. 151, Tuma Jr. escreve: “Relato tais atrocidades com a profissão de fé de quem bota uma mensagem numa garrafa: alguma autoridade vai sacar a rolha, abrirá tudo e lerá”. Será que ainda existe alguma autoridade com aquilo roxo e abra a rolha da garrafa? Ou já está tudo dominado?


Félix Maier é Articulista. Originalmente publicado no site Usina de Letras.