
Duas horas antes, o Módulo Lunar, apelidado de Eagle, que efetivamente levou os astronautas até o solo lunar, havia se separado do Módulo de Comando e Serviço --este continuou em órbita na Lua, com o astronauta Michael Collins a bordo. Enquanto isso, Neil Armstrong e Buzz Aldrin desceram até a superfície.
Quando estava a cerca de 100 metros do solo, os astronautas perceberam que o local de pouso previsto tinha muitas pedras, o que poderia danificar a nave. Armstrong, comandante da missão, passou a pilotar o módulo manualmente, procurando o local mais adequado. Por isso, quando o Eagle pousou, havia combustível suficiente para apenas 30 segundos de voo. Às 23h56, Armstrong deixa a nave e se torna o primeiro homem a pisar na Lua. Ele e Aldrin exploraram o satélite por duas horas e meia, coletando amostras e tirando fotografias --apesar de o comandante ter afirmado que aquele era "um grande passo para a humanidade", os astronautas trataram de fincar uma bandeira dos Estados Unidos no local.
Desde 1972, o homem não põe os pés ali. Oliveira, da Unicamp, minimiza a importância de enviar continuamente astronautas ao local. "O importante foi chegar. O resto das observações pode ser feita por meio de robôs, sem presença humana. Um outro patamar seria construir algo ali, uma estrutura de permanência por um período maior. Aí sim você precisaria de mais gente para essa montagem", diz.
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