
Mais cedo, o diretor do canal, Alberto Federico Ravell, disse que o grupo era formado por membros da agremiação chavista Unidade Popular Venezuelana (UPV), liderados pela conhecida ativista pró-Chávez Lina Ron. "Responsabilizamos o presidente pelo que aconteceu hoje. Levaremos as coisas às últimas consequências", disse o diretor, afirmando lamentar que "em plena luz do dia um grupo de partidários [do presidente] se aproxime do canal e o ataque". "Este atentado já não é mais contra a liberdade de expressão, mas contra a vida das pessoas que aí trabalham", disse Ravell. O ministro do Interior da Venezuela, Tareq El Aissami, condenou o que chamou de ação "criminosa" contra emissora e afirmou que os responsáveis serão levados à Justiça, porque o governo, segundo ele, "não aceita que a violência seja o instrumento para resolver nossas diferenças". A Globovisión mantém uma linha editorial de confronto com o governo de Chávez, um ex-líder golpista que chegou ao poder pelo voto há mais de uma década e diz liderar uma revolução socialista.
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