sábado, 20 de agosto de 2011

A verdade sobre a sujeira do governo Lula, começa a aparecer.

Petistas temem que “faxina” de Dilma carimbe gestão de Lula como ”corrupta”
Por Vera Rosa, no Estadão:
A “faxina” no governo da presidente Dilma Rousseff, que já derrubou quatro ministros em dois meses e doze dias, causa extremo desconforto no PT. Dirigentes do partido, senadores, deputados e até ministros temem que, com a escalada de escândalos revelados nos últimos meses - especialmente nas pastas dos Transportes, do Turismo e da Agricultura -, o governo de Luiz Inácio Lula da Silva acabe carimbado como corrupto. Todos os abatidos na Esplanada foram herdados de Lula.
Em conversas a portas fechadas, petistas criticam o estilo de Dilma, a “descoordenação” na seara política e o que chamam de “jeito duro” da presidente. Uma das frases mais ouvidas nessas rodas é: “Temos de defender o nosso projeto e o Lula.” Mesmo os que não pregam abertamente a volta de Lula na eleição de 2014 dizem que Dilma está comprando brigas em todas as frentes - do Congresso ao movimento sindical -, sem perceber que, com sua atitude, alimenta o “insaciável leão” do noticiário e incentiva o tiroteio entre aliados.
Na avaliação de petistas, o poderoso PMDB - que na quarta-feira perdeu o ministro da Agricultura, Wagner Rossi - não é confiável e acabará dando o troco a qualquer momento.
Dilma chamou ministros e dirigentes do PT para uma conversa no domingo à noite, no Alvorada. A presidente pediu o encontro para ouvir a avaliação de auxiliares sobre a crise na base.
Ela contou ali sobre a reunião com Lula na semana anterior, admitiu a necessidade de se reaproximar dos partidos que compõem a coligação e avisou que teria um tête-à-tête no dia seguinte com o vice-presidente Michel Temer e com os líderes do PMDB na Câmara e no Senado. Àquela altura, a situação de Rossi era considerada complicada, mas ainda não havia sido divulgada a notícia do uso do jatinho de uma empresa que tem negócios com o governo pelo então ministro, afilhado de Temer.
Com receio da reação de Dilma - conhecida pelo temperamento explosivo -, alguns ministros pontuaram, com todo o cuidado, os problemas de relacionamento no Congresso após as demissões e citaram o PMDB e o PR. As alianças para as eleições municipais de 2012 também entraram na conversa. Diante de Dilma, no entanto, ninguém rasgou o verbo e muito menos criticou o estilo adotado por ela.
Um ministro disse ao Estado, sob a condição de anonimato, que, não fosse a pesquisa CNI/Ibope recém saída do forno - o levantamento fora divulgado na quarta-feira, quatro dias antes da reunião no Alvorada -, a presidente acharia que tudo estava bem. Naquela pesquisa, a avaliação favorável do governo Dilma caiu 8 pontos em relação à sondagem anterior, de março, quando 56% dos entrevistados consideraram o governo Dilma “ótimo ou bom”. Agora foram 48%.
Embora Dilma tenha falado sobre a necessidade de curar feridas em sua base de sustentação no Congresso, em nenhum momento ela mostrou arrependimento na forma como tem agido. Segundo relatos, a presidente disse que precisou fazer uma reformulação no Ministério dos Transportes, administrado pelo PR, por causa de irregularidades descobertas no setor. Mas não seria sua intenção recorrer a uma “faxina geral” na Esplanada, sem motivos concretos.
Uma mudança de estratégia, no entanto, foi acertada no Alvorada. Dilma concordou que o governo precisa divulgar melhor os seus programas e criar uma agenda positiva para reagir à crise. Não foi só: ela também garantiu aos petistas que viajará mais e dará mais entrevistas aos veículos de comunicação do interior. (estadão)

Governo teme PR fora da base de apoio.

BRASÍLIA (Reuters) - Três dias depois de o Partido da República (PR) anunciar que estava deixando a base aliada do governo, a ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti, se reuniu nesta sexta-feira com o líder do partido na Câmara, Lincoln Portela (MG), e pediu uma revisão da decisão.
O PR, que tem 41 deputados e seis senadores, mostrou nesta semana que o anúncio não era retórico.
Durante a votação da medida provisória 532, dos 32 deputados do PR presentes no plenário na quarta-feira, 30 votaram contra o governo, um se absteve e apenas um deu voto favorável, Luciano Castro (RR), que é um dos vice-líderes do governo na Casa.
E, até agora, 14 deputados da legenda já assinaram o requerimento para abertura da CPI da Corrupção proposto pela oposição.
Ideli chamou Portela e Castro ao seu gabinete e disse que o PR sempre fez parte do projeto do governo e que gostaria que a decisão fosse revista.
"Nós ficamos de analisar. Vimos a proposta com simpatia. Mas preciso conversar com todas as instâncias partidárias, porque tomamos uma decisão colegiada", afirmou Portela à Reuters.
Na avaliação dele, existe a possibilidade de volta à base, mas uma mudança na posição do partido deve demorar. "Ficaria feio se a gente voltasse imediatamente. Essa decisão demorou 45 dias para ser tomada. A gente vai ter que conversar muito", comentou.
Na conversa com Ideli, o PR pediu para ser recebido pela presidente Dilma Rousseff, assim como ela fez com todas as legendas aliadas nessa semana, mas não receberam garantias de que o encontro ocorrerá.
O PR deixou a base por ficar irritado com a postura da presidente que promoveu uma faxina no Ministério dos Transportes, incluindo a saída do ex-ministro e presidente do PR, senador Alfredo Nascimento (AM), depois de denúncias de irregularidades.
(Reportagem de Jeferson Ribeiro)

Porque hoje é sábado, uma bela mulher

A bela atriz Lilia Cabral

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

''Corrupção atinge níveis inimagináveis'', dizem delegados.

Fausto Macedo - O Estado de S.Paulo:
Delegados da Polícia Federal, inconformados com ataques que a corporação recebe a cada operação, lançaram manifesto por meio do qual lamentam que "no Brasil a corrupção tenha atingido níveis inimagináveis". Destacam que "milhões de reais, dinheiro do povo, são desviados diariamente por aproveitadores travestidos de autoridades".
"Quando esses indivíduos são presos, por ordem judicial, os padrinhos vêm a público e se dizem "estarrecidos com a violência da operação da Polícia Federal"", afirma o documento, subscrito pela Associação Nacional dos Delegados da PF, uma das principais entidades da classe que detém atribuição constitucional para presidir inquéritos sobre desvios de recursos do Tesouro.

‘The Economist​’: Dilma foi ‘sugada’ pelo ‘pântano político.

Sílvio Guedes Crespo, no Estadão:
A revista “The Economist” desta semana traz uma análise da crise política no Brasil – a queda de quatro ministros em menos de oito meses de mandato – e chega à conclusão de que a presidente Dilma Rousseff está diante de um dilema.
Segundo o periódico, ou Dilma prossegue com sua “faxina” nos ministérios, ou mantém uma base aliada minimamente coesa que não lhe impeça de lidar com questões econômicas, ainda mais no atual contexto de crise internacional.
“Quase oito meses depois de assumir a Presidências, Dilma Rousseff encontrou-se sugada no pântano político que é Brasília”, diz a revista.
Com a demissão de autoridades envolvidas em denúncias de corrupção, Dilma começa a estampar sua marca no governo, segundo a revista, mas ao mesmo tempo “gera tensão em sua coalizão, que está em ruínas”.
Para a revista, Dilma sofre uma “rebelião” de membros da base aliada, que pode, em retaliação, usar o Congresso para dificultar a atuação do governo na economia.
Uma forma de se vingar seria aprovando emendas constitucionais que gerem grandes aumentos de gastos públicos.
Por exemplo, uma que prevê salário mínimo nacional para policiais e bombeiros, ou outra que projeta aumento de gastos com saúde.
Outra retaliação seria acabar com a Desvinculação da Receita da União, mecanismo que, desde 1994, permite ao governo manejar com certa liberdade 20% das despesas federais. Na opinião de assessores de Dilma, sem a DRU o Brasil ficaria indefeso diante da crise internacional.
Para a “Economist”, a faxina torna Dilma mais popular na classe média.
No entanto, mais importante para a popularidade da presidente é manter a inflação sob controle e ao mesmo tempo garantir que a economia resfrie sem gerar estagnação.
Essa é a tarefa que o Congresso pode tentar impedir que ela execute.

Mensalão: Crime de formação de quadrilha e bando prescreverá em 27 de agosto de 2011.

O Ministro Joaquim Barbosado Supremo Tribunal Federal, mantém em inércia  o processo do MENSALÃO. Isto, de certa forma, pode beneficiar os 38 integrantes da referida quadrilha cujo chefe é o José Dirceu ( segundo o Procurador Geral da República ), que na época Ministro da Casa Civil do Governo LULA.
Trata-se do maior escândalo financeiro e moral deste país!
Cabe lembrar que o Ministro Joaquim Barbosa foi nomeado pelo LULA. A seu favor,  por ter faltado sistematicamente as sessões daquele Tribunal, alega ter um problema de coluna.
Argumenta que o referido problema o impede  de concluir o relatório, mas não o impede de ser encontrado pela imprensa, bebericando com amigos em vários bares da capital Paulista.
No caso de ocorrer a prescrição do referido crime, que foi cometido contra a nação brasileira, ficará registrado para a história a grande a inércia deste Ministro e a oficialização da impunidade dos crimes políticos, enlameando a mais alta corte de justiça do país.
Ainda há tempo para se fazer Justiça. Vamos lá Ministro Joaquim?

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Cai mais um ministro de Dilma.

Wagner Rossi acha-se injustiçado...
O ministro da Agricultura, Wagner Rossi, pediu demissão do cargo nesta quarta-feira após uma série de suspeitas de irregularidades na pasta e se tornou o quarto ministro a deixar o governo de Dilma Rousseff.
Em sua carta de demissão (leia aqui a íntegra), Rossi ataca a imprensa e afirma ter sido alvo de "uma saraivada de acusações falsas".
Nesta semana, a Polícia Federal abriu inquérito para investigar as denúncias de suposta corrupção no ministério. Há suspeitas de direcionamento de licitação e pagamento de propina.
Os problemas do ministério começaram desde que o ex-presidente da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), Oscar Jucá Neto, irmão do líder no governo no Senado, Romero Jucá (PMDB), afirmar que "há bandidos" no órgão e sugerir que o ministro Wagner Rossi participava de esquemas de corrupção.
Após nova reportagem da revista "Veja", desta vez sobre a atuação de um lobista no ministério, o então secretário-executivo da pasta, Milton Ortolan, pediu demissão do cargo.
A situação do ministro se agravou após Israel Leonardo Batista, ex-chefe da comissão de licitação da Agricultura, afirmar em entrevista à Folha que o Ministério da Agricultura foi "corrompido" após a chegada de Wagner Rossi à pasta. Segundo Batista, o ministro colocou pessoas no assinar o que não devem".
Outra denúncia que atingiu o ministro foi a revelação, pelo jornal "Correio Braziliense", de que Rossi e um de seus filhos, o deputado estadual Baleia Rossi (PMDB-SP), viajaram várias vezes em um jatinho pertencente a uma empresa de agronegócios.
No final da noite de ontem o PMDB indicou para substituir Rossi, o Deputado Federal Mendes Ribeiro, do Rio Grande do Sul. Ribeiro é amigo de Dilma desde os tempos em que ela atuava no PDT gaúcho, e é ligado a Temer. (Folha.com)
COMENTO: O agora ex ministro, saiu falando sandices. Afirmou que que um certo político brasileiro seria o responsável pelas denúncias.
Crê, o cidadão exonerado do Ministério da agricultura, que o tal político poderia estar pautando a revista Veja.
Wagner Rossi, possivelmente, crê em duendes e papai noel.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

PR tem medo da CPI da corrupção.

O líder do PR na Câmara, Lincoln Portela (MG), anunciou nesta terça-feira (16) que a sigla deixa de integrar a base aliada da presidente Dilma Rousseff no Congresso. A decisão se dá depois de uma devassa no Ministério dos Transportes --pasta comandada pela sigla desde o governo de Luiz Inácio Lula da Silva. Um membro do partido, Paulo Sérgio Passos, continua no comando do ministério, mas sem apoio expressivo dos correligionários.
As denúncias na pasta ligada ao PR causaram a demissão de quase 30 funcionários, incluindo quase toda a direção do Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes).
“Estamos saindo sem nenhum rancor. O partido é maior do que cargos”, afirmou Portela. Segundo ele, a legenda dará “apoio crítico” à presidente e a entrega de cargos no governo é uma posição individual das bancadas dos Estados, ou seja, não há uma norma nacional.
O ex-ministro dos Transportes e presidente do PR, Alfredo Nascimento (AM), já se manifestou e disse que, apesar da saída, a legenda não vai apoiar nenhuma CPI. “Não vamos apoiar CPI contra um governo que ajudamos a construir.”
Nascimento reforçou o discurso de Portela e disse que cabe a cada setor do partido dialogar sobre os cargos. “Ela [Dilma] pode governar com quem quiser”, afirmou.
* Maurício Savarese, do UOL Notícias

Dilma desrespeita os aposentados e nivela por baixo as aposentadorias.

Ao sancionar a Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2012 (LDO) com um número recorde de vetos, ontem, a presidente Dilma Rousseff retirou da proposta aprovada pelo Congresso o artigo que garantia ganhos reais (acima da inflação) em 2012 para os aposentados que ganham mais de um salário mínimo. Esse artigo foi fruto de acordo entre a base aliada e a oposição no Congresso. Com o veto, esses aposentados só têm garantida a reposição da inflação, como determina a lei.
A maioria dos aposentados do INSS recebe o piso previdenciário, que tem o mesmo reajuste do salário mínimo, com aumento real. Na justificativa do veto, o governo diz que "não há como dimensionar previamente o montante de recursos a serem incluídos no Orçamento de 2012, uma vez que até o seu envio (ao Congresso) a política em questão pode não ter sido definida".
Em nota, o Ministério do Planejamento argumentou que quem recebe o piso previdenciário ganha o mesmo reajuste dado ao salário mínimo, mas, para os que têm faixas de aposentadoria acima do piso, é aplicada lei que garante a reposição da inflação (INPC). Para o Planejamento, qualquer mudança " teria que ser quantificada e discutida previamente para que seus efeitos pudessem ser estimados e seus recursos, garantidos".
Paim só soube do veto quando presidia ontem a sessão do Senado. Ele negociou a aprovação da emenda com o vice-líder do governo no Congresso, deputado Gilmar Machado (PT-MG).
- O veto foi desnecessário. Foi uma provocação aos aposentados e sindicalistas. Isso mostra, mais uma vez, que, sem pressão, as coisas não acontecem - disse Paim. ( estadão )
COMENTO: Os petistas desenvolvem uma fórmula, simples, para nivelar por baixo o salário dos aposentados: estabelecer reajuste inferior ao salário mínimo.
O objetivo é mais simples do que se pensa: Nivelar todos os aposentados em um salário mínimo e, assim, fazer sobrar dinheiro e "comprar", com blsa família e outros programas eleitoreiros, o povo que não contribui com a previdência ou não quer grabalhar. Quem trabalhou e contribuiu que se exploda! Não é mesmo, Dona Dilma?

Dilma quer varrer o lixo para baixo do tapete?

A presidente Dilma Rousseff decidiu manter Wagner Rossi no Ministério da Agricultura para não brigar com o PMDB do vice-presidente Michel Temer, mesmo com todas as denúncias de suposto tráfico de influência envolvendo o ministro. Em contrapartida, Dilma vai impor uma faxina nos cargos hoje ocupados por amigos de Rossi. Há 12 pessoas que ocupam cargos hoje na Agricultura, por indicação política e amizade com o ministro, que estão na mira da presidente e devem ser substituídos por nomes técnicos.
Essa é a base do acordo de convivência com a base aliada, que tem no vice-presidente da República - eleito com ela na mesma chapa - um dos seus principais líderes. Temer é o padrinho da nomeação de Rossi.
Segundo informações de auxiliares da presidente da República, Dilma fará o máximo de esforço para evitar repetir com o PMDB a experiência traumática que vive com o PR, alijado do Ministério dos Transportes. O PR na terça-feira, 16, abriu mão dos cargos que ocupa no governo e disse que atuará com independência nas votações no Congresso.
Por causa da tensão na base, a presidente aceitou manter Rossi - pelo menos por enquanto, por não considerar graves as denúncias contra o ministro. Ela sabe que não pode perder o apoio do PMDB, além do agravante de o presidente do partido ser também o seu vice. Temer tem hoje o controle quase absoluto do partido, apesar dos peemedebistas dissidentes, como os senadores Jarbas Vasconcellos (PE) e Pedro Simon (RS).
Apesar das concessões ao PMDB, Dilma demonstra algum controle sobre a pasta da Agricultura. Um dos exemplos é a nomeação de José Gerardo Fontelles para a Secretaria Executiva do ministério, em substituição a Milton Ortolan, que pediu demissão no dia 6 após a revista Veja divulgar a ligação dele com o lobista Júlio Fróes. Fontelles havia sido secretário executivo do ministro anterior, o deputado Reinhold Stephanes. É um técnico com 40 anos de carreira.
Confirmado no ministério pela presidente Dilma, Rossi segurou Fontelles até março na pasta. Aí, o substituiu por Ortolan, seu amigo de 25 anos, que havia sido o seu chefe de gabinete na presidência da Companhia Brasileira de Abastecimento (Conab), cargo para o qual foi nomeado em 2007, também pela influência direta de Temer.
* Estadão