sábado, 18 de janeiro de 2014

Ainda "Assassinato de reputações", ou o PT prepara golpe em São Paulo.

 O livro  Assassinato de  Reputações  um crime de  Estado do Romeu  Tuma  Jr , dá testemunho do  modo de operação  do núcleo  duro     do  PT  , parte  do qual está na  Papuda. Começando  ( o livro)  com a  atuação de  Lula  como informante  do  sistema. O    Barba   (  apelido  do informante)  nunca  ficou no cárcere  no período  que  ficou detido.   Dormia  no  sofá  do  Tumão.  Foi uma encenação.  Um livro do Mário Garnero já  havia  revelado o caráter  das greves  promovidas  por  Lula  para atender  necessidades da industria  automobilística .  O livro revela  que degravações são somente  parcialmente liberadas, pois  do  contrário  revelaria  detalhes indesejáveis, incluindo nomes  de  agentes  duplos  infiltrados no terrorismo. O assassinato de reputações é  feito com vazamentos  parciais e  controlados para  a mídia  que  é  cúmplice deste processo. Mas  nunca  se chega  ao  final: vai até onde  é necessário para abalar  as  reputações.  No caso do Marcos  Perillo  ( que denunciou  a  Lula  o mensalão um ano antes  da  coisa  estourar) pararam a tempo de  evitar a revelação indesejável  de  conexões  com o  próprio  PT.
* Nelson S Oliveira, por e-mail, via Grupo Resistência Democrática.

E na China, não tem "bolsa família"...

Camponês é quase morto. Seu “crime”: ser pai de três filhos

          Zhang Futao, camponês de Jiangsu,foi golpeado quase até a morte por ter três filhos
Zhang Futao, camponês da província de Jiangsu, foi surrado quase até a morte por mais de 20 agentes da planificação familiar socialista.
A causa da agressão foi o fato de ele e sua mulher terem três filhos, violando assim política oficial chinesa de filho único, informou a organização China Aid.
Ele foi hospitalizado em condições críticas na cidade de Xinyi, pois sofreu várias feridas na cabeça durante o espancamento.
Os agentes socialistas irromperam em sua casa, o sequestraram, o levaram para um quartel, e ainda exigiram a família pagar um resgate. 
No hospital, verificou-se que sofreu fraturas cranianas e hemorragia cerebral.
Ele perdeu tanto sangue que só não morreu porque a família o levou logo para o hospital. 
Zhang e sua mulher têm três crianças: duas meninas de doze e quatro anos, e um menino de seis.
* Fonte: pesadelochinnes

Porque hoje é Sábado, uma bela mulher.

A bela cantora Pink 

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

É mesmo chocante...

A portuguesa Catarina de Albuquerque, relatora especial das Nações Unidas sobre o direito humano à água e ao saneamento, esteve em missão no Brasil durante dez dias e se disse "chocada" com as desigualdades regionais no tratamento de esgoto.
Não é preciso que um estrangeiro constate aquilo que todos nós já sabemos, mas as palavras de Catarina resumem bem a vergonha que esse estado de coisas deveria inspirar em nossas autoridades. Não se pode falar em fim da miséria e outros slogans eleitoreiros quando se depara com a situação que chocou a enviada da ONU.Catarina observou que houve melhorias nos últimos anos e também elogiou os investimentos no setor e o Plano Nacional de Saneamento Básico (Plansab). No entanto, Catarina destacou as profundas diferenças entre as regiões mais e menos desenvolvidas do País. 
O tratamento de esgoto chega a 93,6% em Sorocaba (SP) e a 92,6% em Niterói (RJ),enquanto Macapá (AP) tem apenas 5,5% e Belém registra 7,7%.No geral, 52% dos brasileiros não têm coleta de esgoto, e apenas 38% do esgoto é tratado. Segundo Catarina, o Brasil está entre os dez países do mundo onde mais faltam banheiros.Com isso, cerca de 7 milhões de brasileiros defecam todos os dias ao ar livre.Na Região Norte, menos de 10% da população dispõe de coleta de esgoto.O problema é maior em áreas rurais e comunidades tradicionais isoladas, onde apenas 36% dos moradores têm acesso à água tratada e menos de 25% têm acesso à coleta de esgoto considerada adequada.
A relatora constatou ainda que 21% da população do Nordeste não consegue satisfazer adequadamente suas necessidades hídricas - ademais, diz Catarina, os projetos de irrigação para agricultura em larga escala no semiárido estão secando poços de água para consumo das famílias. No Norte, 100% da população enfrenta falta de água ao menos uma vez por mês. Mesmo em cidades desenvolvidas, como o Rio de Janeiro, há regiões com graves deficiências. 
No Complexo do Alemão, segundo observou Catarina, a água chega apenas duas vezes por semana, e a população fica com pouca água por mais de um mês durante o verão. Com isso, os moradores são obrigados a armazenar água quase sempre em más condições de higiene.As diferenças são igualmente significativas quando o fator de comparação é a rendaNos domicílios cujas famílias ganham até um quarto de salário mínimoo abastecimento de água é 35% inferior ao necessário, enquanto nos domicílios onde a renda é superior a 5 salários mínimos o déficit é de menos de 5%. 
Mesmo em cidades onde supostamente a água é tratada, a qualidade não é a recomendada. Segundo números apresentados por Catarina, 52 milhões de brasileiros recebem água desse tipo. Ela disse ter ouvido vários relatos de pessoas que, ao ingerirem a água "tratada", tiveram várias doenças. "No Brasil", constatou Catarina, "a esmagadora maioria das pessoas que têm meios para fazê-lo bebe água engarrafada."
Para ela, o Plansab deveria ter maior ênfase na redução dessas desigualdades. O grande desafio, segundo Catarina, é a incapacidade da maioria dos municípios mais pobres de apresentar projetos de saneamento para obter o financiamento federal.
Catarina criticou também a enorme quantidade de órgãos do governo envolvidos nos empreendimentos de saneamento. Ela contabilizou nada menos que 7 Ministérios e 14 programas federais nessa área, o que, em sua visão, gera falta de coordenação. Além disso, vários municípios não dispõem de regulação sobre saneamento, gerando conflitos legais e políticos.
As deficiências de saneamento resultam em prejuízos para o sistema de saúde pública e geram impacto direto na capacidade do País de gerar riqueza. , "O investimento no saneamento faz sentido não só em termos de direitos humanos mas igualmente de uma perspectiva econômica e de desenvolvimento",comentou Catarina. Ela enfatizou que, apesar da melhora, encontrou muitos brasileiros "para os quais o direito humano à água e ao esgoto tratados ainda constitui uma realidade distante". Para ela, tal situação "não condiz com os avanços do Brasil de hoje". Difícil de discordar.

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Coisa de "comuna"?

Um tal senhor Gilberto Carvalho, que participava de um evento chamado Congresso Nacional da Juventude Camponesa, e que não se sabe porque é o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, disse, segundo O Globo, nesta quinta-feira (16), no Recife, que “não convém nenhuma atitude repressiva aos rolezinhos”. 
 E ainda teria dito que " pode notar de imediato é que o “rolezinho” é “uma manifestação clara da juventude que não tolera mais a limitação de espaços, a segregação de espaços só para aqueles que são bons consumidores, não aceita mais a discriminação por raça, por orientação social, seja o que for”... 
Putz! Como é inocente este senhor! Seria conveniente que ele levasse os "sem terra" para invadirem " pacificamente" e "sem segregação de espaços" a sua "Fazendinha". 
Que tal Ministro? Não seria uma boa idéia? 
O senhor abre a sua casa para os tais "sem teto", a sua Fazenda para os tais "sem terra", e então todos passaremos a concordar, pelo menos em parte, com o senhor! 
Sei que o senhor é muito inocente, nada disse por mal, mas este seu discurso ( alguém deve ter lhe ensinado errado, por certo ) é coisa de comunista, de gente irresponsável, não de alguém que preza a democracia, o direito a propriedade, a liberdade do exercício da atividade econômica, aos bons costumes e a paz social.

Os tucanos, quem diria? Poderão salvar o Maranhão ( dos Sarney) do caos no Sistema Penitenciário.

Maria Tereza Uille Gomes, Secretária de Estado da Justiça e da Cidadania do Estado do Paraná.
José Sarney, quando barganhou com o PT e  deixou de apoiar o PSDB por ganância que se traduz por poder político e econômico à custa do Erário, jamais imaginaria que sua filha Roseana e seu Estado, o Maranhão, precisasse da ajuda tucana para sair do caos em que se encontra o Sistema Carcerário Maranhense.
A governadora foi orientada pelo próprio Governo Federal a pedir ajuda ao Governo Tucano do Paraná, que, prontamente, colocou à disposição sua secretária de Justiça, Maria Tereza Uille, para repassar o modelo de um premiado programa implantado no estado.
A Governadora Maranhense, diante do caos que o próprio Governo Federal não teria condições imediatas de fazer, por falta de recursos humanos, prontamente aceitou.
O Ministro Cardozo, da Justiça, disse que Roseana devolveu aos governo federal quase R$ 22 milhões que deveriam ter sido usados para um presídio. 
Segundo um funcionário do ministério, o dinheiro teve que retornar aos cofres federais porque o projeto apresentado pela equipe de Roseana não atendia as exigências técnicas. E ainda não há outro projeto aprovado para substituir a proposta anterior. Levantamento feito pelo GLOBO a partir do Portal da Transparência do Maranhão mostrou que os gastos com o Fundo Penitenciário Estadual em 2013 foram 65,5% menores que os de 2012.
Beto Richa, Governador do Paraná, se mostrou solidário e quer ajudar ao Estado do Maranhão
O governador tucano, além da secretária de Justiça, também se colocou à disposição para ir ao Maranhão e fornecer toda a ajuda possível. — Encontramos um sistema prisional em uma situação delicada e refizemos o modelo. Criamos mais de 7 mil novas vagas, acertamos uma parceria com o Ministério da Justiça para construção e ampliação de outras 20 unidades prisionais. E fizemos a revisão dos processos de 30 mil presos no Paraná através de mutirões da Defensoria Pública. Também implantamos um programa de gestão prisional avançado, que já foi colocado à disposição do Superior Tribunal de Justiça — disse o governador Beto Richa.
É sempre assim: Onde há governo tucano há gestão pública de qualidade. É claro que os sindicatos, principalmente os ligados à CUT e aos partidos vermelhos tentam atrapalhar, mentem, difamam, mas a verdade sempre aparece.

Caixa Cala Imprensa Com Verba de Publicidade de R$ 1 Bilhão.

Não tem Rede Globo. Não tem Folha. Não tem jornalão nem jornaleco. Não tem portalão nem portaleco de internet. A verba de publicidade da Caixa, com mais de R$ 600 milhões para mídia e outros mais de R$ 200 milhões para patrocínios de atletas e equipes, que podem ser aditivados em mais 25% calaram a imprensa do país. 
A Caixa confiscou a poupança de quase 500 mil brasileiros. Desviou mais de R$ 700 milhões de contas de pequenos poupadores para a sua coluna de lucros. 
A oposição pede explicações. A imprensa simplesmente parou de noticiar o escândalo. Uma verba de mais de R$ 1 bilhão para publicidade é a razão do silêncio. Pobre democracia brasileira. Pobre pequeno poupador da Caixa.

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Crise no âmbito carcerário: Os políticos, sempre os mais culpados.

Após 4 anos, nenhuma proposta da CPI carcerária virou lei

Boa parte dos projetos fica na gaveta e perde prazo regimental; nem estatuto avança no Congresso Nacional.
Quatro anos após a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Sistema Carcerário elaborar um diagnóstico sobre os presídios brasileiros e em meio à atual crise no setor com a violência no Complexo de Pedrinhas, em São Luís, nenhuma das 12 propostas sugeridas pelo órgão avançou no Congresso Nacional.
A mais ambiciosa delas, que pretendia criar o Estatuto Penitenciário Nacional, foi arquivada no início de 2011 e, mesmo reapresentada em seguida, continua emperrada na Câmara. Dentre os diversos pontos, a proposição estabelece normas para a separação dos presos por tipo de delito e pena. Exige ainda inspeções mensais às carceragens de juízes de execução, do Ministério Público, da Defensoria e da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).
"O estatuto uniformiza as regras em todos os presídios do País. Hoje, cada estabelecimento penal segue regras próprias", avaliou o deputado Domingos Dutra (SDD-MA), relator da CPI à época, quando era do PT.
O descalabro no Presídio de Pedrinhas, onde 62 pessoas morreram desde o início do ano passado, até mesmo com casos de decapitações, colocou mais uma vez em evidência internacional a precariedade do sistema prisional.
Boa parte das propostas apresentadas pela CPI à época foi arquivada por não avançar no prazo estipulado pelo regimento. As que continuaram em tramitação não são prioridade. "O Congresso tem responsabilidade, até porque quase toda a legislação processual e penal é fabricada lá", disse Dutra. "Como não há uma sintonia entre quem faz a lei, quem julga e quem guarda (os detentos), que são os governadores de Estado, essa falta de sintonia acaba contribuindo com histórias como a do Maranhão."
Na gaveta. Os projetos propostos priorizavam penas alternativas - instrumentos capazes, para os parlamentares, de reduzir a superlotação. "Com a pena alternativa não é necessário afastar o indivíduo da sociedade nem exclui-lo do convívio social e familiar e, principalmente, evita expor o sentenciado aos males do sistema carcerário", diz o relatório da CPI.
Os projetos também tratavam do financiamento do sistema penitenciário, com propostas que permitiam até dedução da base de cálculo do Imposto de Renda de empresas que realizassem doações ao Fundo Penitenciário Nacional (Funpen).

"Bolsa crack"

Agora é fato: Haddad criou o “Bolsa Crack” em São Paulo e decreta que o Centro não será revitalizado — não enquanto ele for prefeito ao menos…

Quando o governo de São Paulo criou o “Cartão Recomeço”, a rede petralha na Internet inventou a cascata de que se tratava do programa “Bolsa Crack”. Ignorava-se o fato óbvio de que o pagamento pelo tratamento é efetuado diretamente à comunidade terapêutica. O governo de São Paulo não dá dinheiro aos dependentes.
A Prefeitura de São Paulo, sob o comando do petista Fernando Haddad, lançou nesta terça um suposto programa de combate ao crack. Voltarei ao assunto mais tarde com mais vagar. A quantidade de despropósitos impressiona — além de um truque vulgar.
O principal absurdo: Haddad dará dinheiro e hospedagem a viciados — e não cobrará deles a adesão a um programa de tratamento. Se eles não quiserem, não se tratam. O programa vai atender apenas a um pequeno grupo de consumidores.
Na verdade, à diferença do que acaba de noticiar o Jornal Nacional, não se trata de um programa para tentar acabar com a cracolândia. Como vou demonstrar mais tarde, o que Haddad acaba de fazer é oficializar a região como área permanente do crack. Assim, esqueçam qualquer possibilidade de revitalização da região.
Volto ainda ao assunto, reitero. Mas noto que setores importantes da imprensa brasileira demonstram simpatia pelo despropósito porque o programa seria pautado pela tal “política de redução de danos”, um conceito porcamente aplicado no Brasil por aqueles que, de fato, defendem é a descriminação das drogas.
Mais tarde, outros aspectos deletérios de mais uma ideia estupefaciente de Fernando Haddad, que transforma o consumo de crack numa vantagem comparativa.
*Por Reinaldo Azevedo

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Depois de anos de inércia, Justiça determina construção de novos presídios em 60 dias no Maranhão.

Feridos de pedrinhas. Até quando?
Depois de anos de inércia e de pouco caso, a Justiça determinou nesta segunda-feira a construção de novos presídios no Maranhão no prazo de 60 dias, em resposta à crise carcerária que afeta as prisões do Estado. A decisão foi tomada pelo juiz Manoel Matos de Araújo, titular da Vara de Interesses Difusos e Coletivos da Comarca de São Luís. De acordo com a decisão, as prisões também deverão contar com o número de alojamentos suficientes para atender a demanda e assim fazer frente à aglomeração registrada atualmente nas prisões.
Presídio de Pedrinhas, briga de facções, poiuco caso, superlotação...a cara do Maranhão e do Brasil