sábado, 29 de janeiro de 2011

Acredite, Lula é doutor!

Com a presença de seis mil pessoas, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi agraciado ontem pela Universidade Federal de Viçosa com o título de Doutor Honoris Causa.
Viçosa é uma cidade essencialmente universitária, fica na Zona da Mata mineira, a cerca de 230 quilômetros de Belo Horizonte. A honraria foi entregue pela reitora Profa. Dra. Nilda de Fátima Ferreira Soares e equivale a um doutorado acadêmico."Vocês não têm dimensão de como um homem que já passou por todas as emoções que um homem pode passar se sente emocionado ao receber hoje o meu quarto diploma: o primeiro diploma do primário, o segundo diploma do Senai, o terceiro diploma de presidente da República e o quarto diploma, de Doutor Honoris Causa aqui da Universidade Federal de Viçosa", afirmou Lula. "Vocês não imaginam o que vai acontecer neste mundo agora, quando as pessoas olharem para mim com desdém, porque eu não tenho diploma universitário, e eu vou mostrar aquela foto, vestido como Doutor Honoris Causa de Viçosa".
O ministro da Educação, Fernando Haddad, que assistiu à solenidade, informou que Lula só aceitou receber o título depois que deixasse a Presidência da República.
Outras universidades já manifestaram intenção de conceder o título de Doutor Honoris Causa ao ex-presidente.
O grande e inesquecível presidente Lula é merecedor, sim, destas honrarias, pois tem uma inteligência extraordinária, reconhecida por importantes intelectuais e estadistas, fez um governo excepcional e é Doutor em Política, em Comunicação, em Solidariedade, em Cidadania, em Povo, em Brasil.
Parabéns, Doutor Lula!!!
*Fonte: tucanalha@uol.com.br
ATUALIZAÇÃO: O preço de um doutorado
Querem saber por que o ex-presidente velhaco recebeu o título de doutor honoris causa pela Universidade Federal de Viçosa? Fernando Haddad, o esbirro do ex-cara no MEC, acaba de pagar a prenda. Nomeou o reitor da instituição, Luiz Cláudio Costa, como Secretário de Ensino Superior. Sacaram a jogada? Favor com favor se paga. Até com título de doutorado.(Blog Coturno noturno ás 19:04Hs)

Alerta vermelho no Egito

A polícia egípcia não está mais patrulhando a fronteira com a faixa de Gaza, o passo do Rafah. Homens armados do Hamas estão entrando e saindo livremente do Egito e há uma estreita colaboração do grupo palestino com a IME. A irmandade islâmica se engajou completamente nas manifestações de rua pedindo a saída de Osni Mubarak, e o grupo parece satisfeito com a queda do gabinete de governo. Ambos, Hamas e IME insistem num novo gabinete de governo que não inclua membros do partido governista, o Partido Nacional Democrático.
As forças de segurança à paisana estão empenhadas em destruir propriedade pública, a fim de dar a impressão de que muitos manifestantes representam uma ameaça pública. A IME está, enquanto isso, formando comitês de proteção das propriedades públicas e também coordenando as atividades dos manifestantes, inclusive fornecendo-lhes alimentos, bebidas e primeiros socorros.
Tudo leva a crer que a irmandade islâmica, juntamente com o Hamas, tem como objetivo transformar o Egito numa república islâmica nos moldes do Irã ou da Síria. Com isso, o contrabando de armas e peças de foguetes nunca foi tão livre e intenso do Egito para a Faixa de Gaza pelo Passo de Rafah.
Se tal situação se agravar, Israel poderá tomar de volta a Faixa de Gaza pela força das armas, mesmo na eventualidade de uma guerra contra um futuro e eventual estado clerical islâmico no Egito. Os EUA e a União Européia monitoram a situação no Cairo com atenção e apreensão redobradas.

Porque hoje é Sábado, uma bela mulher

A bela modelo e atriz Bruna Linzmeyer

Governo egípcio apresenta renúncia formal

Cairo, 29 jan (EFE).- O Governo do Egito, liderado pelo primeiro-ministro Ahmed Nazif, apresentou sua renúncia formal neste sábado, após o anúncio antecipado na noite passada pelo presidente do país, Hosni Mubarak, informou a televisão pública.
Mubarak, que está no poder desde 1981 e cuja renúncia está sendo exigida em protestos públicos desde terça-feira passada, anunciou pouco após a meia-noite local (20h de Brasília) que, para superar a crise, um novo Gabinete seria nomeado.
Apesar da dissolução do Governo, a Presidência é mantida sem alterações, diante da resistência de Mubarak. Em seu discurso da última noite, o líder não expressou nenhuma intenção de abandonar o poder e disse que tinha pedido ao Governo que renunciasse e que um novo fosse formado.
Esta medida é a única solução política que Mubarak propôs para superar a crise que atinge o país, onde nesta sexta-feira ocorreu a jornada de protestos mais violenta dos últimos dias.
Até hoje, de acordo com números dos serviços de segurança, 20 pessoas morreram nas manifestações e cerca de 1.500 ficaram feridas, mas alguns dados divulgados pela imprensa elevam para pelo menos 50 a quantidade de vítimas fatais. ( Agência EFE )

Nova prisão de Adriana Villela

A filha e acusada na morte do ex-ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE),José Guilherme Villela, e Maria Carvalho Mendes Villela, a arquiteta Adriana Villela, foi presa, nesta quinta-feira (27/1), no Rio de Janeiro por determinação da Justiça.
O pedido de prisão foi feito pelo Ministério Público no dia 17 de janeiro é assinado por três promotores de Justiça do Tribunal do Júri.
Em nota divulgada agora a pouco, o MP informa que "condutas irregulares praticadas por policiais civis, todas com o objetivo de beneficiar Adriana Vilela, obrigaram o MPDFT a rever seu posicionamento anterior que permitia que a acusada respondesse o processo em liberdade".
Na terça-feira (25), o juiz do Tribunal do Juri, Fábio Francisco Esteve acatou a solicitação que foi cumprida hoje pela manhã.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Alckmin disfarça e tenta amenizar a relação com Serra


Aliados do ex-governador José Serra entraram em campo nesta quinta-feira, 27, para tentar neutralizar a moção provada por parlamentares tucanos que defendia a reeleição de Sérgio Guerra à presidência do PSDB. Numa ação articulada com serristas, o governador Geraldo Alckmin veio a público negar que apoiasse a manobra.
Logo pela manhã, Alckmin afirmou que apoiará Serra caso ele decida se candidatar à presidência do partido. "Nem sei se o Serra quer ser o presidente do partido, mas, se ele quiser, terá o meu integral apoio", afirmou. Segundo aliados, Serra gostaria de presidir o PSDB.
O documento defendendo a recondução de Guerra, assinado por 54 parlamentares tucanos na quarta-feira, foi visto por serristas como uma articulação dos aliados do ex-governador Aécio Neves. Militantes ligados a ele recolheram as assinaturas. Alckmin também foi acusado de ter apoiado a articulação.
Aécio, que pretende disputar a Presidência em 2014, é entusiasta da manutenção de Guerra na presidência, como forma de evitar que Serra ocupe o cargo, no qual poderia articular a sua própria candidatura para 2014.

Kassab já age como parceiro do PT

Marco Maia, Gilberto Kassab e Geraldo Alckmin- Foto de Juliana Cardilli/G1
Confirmando os comentários de que já se sente em casa em relação ao governo Federal, o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, declarou na manhã de ontem, quinta-feira (27), seu apoio pessoal e de seu partido, o DEM, à candidatura do deputado federal Marco Maia (PT-RS) à presidência da Câmara dos Deputados em eleição que deverá será realizada na próxima segunda-feira (31).
Maia, atual presidente da Câmara, foi recebido por Kassab na sede da prefeitura da capital nesta manhã, ao lado de outros deputados. De acordo com Kassab, a visita foi protocolar.
Disfarçando o adesismo, o prefeito declarou: “Eu manifestei o meu entusiasmo com a forma com que ele se habilitou como candidato, somando todos os partidos, obedecendo a proporcionalidade dos números de deputados por bancada. Eu, como integrante do DEM, torço por sua eleição, o meu partido está apoiando”.
*Informações Portal G1

Fala Sarney, que eu acredito!

Sobre a reeleição à presidência do senado:"estou fazendo um grande sacrifício",,,
O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), afirmou na tarde de ontem, quinta-feira, que a decisão de tentar a reeleição não veio dele, mas do partido. Segundo o senador, ele nunca apresentou candidatura alguma.
"Não desejava ser presidente do Senado. Estou fazendo com grande sacrifício, mas apenas porque busquei que encontrassem outra solução e, em face do partido não ter encontrado, comuniquei ontem que ele podia e tinha concordância para submeter meu nome à bancada."
A eventual reeleição daria ao peemedebista sua quarta rodada na presidência do Senado.
"É uma convocação. Nunca fui presidente do Senado senão por convocação. Nunca por vontade própria", diz.
O senador está em seu quinto mandato parlamentar. Em 1971, assumiu uma vaga na Casa, de onde saiu em 1985 para ser presidente de República. Posteriormente, voltou ao Senado eleito e reeleito pelo PMDB do Amapá.
Em um balanço sobre a legislatura que se encerra, Sarney disse que houve "luta pela sobrevivência".

Para o governo, o trabalhador que se esfole e pague mais imposto

Segundo a Folha online, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, que retornou ontem, quinta-feira (27), de férias, afirmou ao chegar ao ministério que a correção da tabela do Imposto de Renda não está em estudo. Ontem, o governo admitiu que esse ponto poderia ser negociado com as centrais sindicais.
Questionado a respeito da possibilidade de correção da tabela, Mantega foi lacônico. "Não está sendo estudado isso".

Cacciola já pode sair da prisão

A  juíza Roberta Barrouin Carvalho de Souza, da Vara de Execuções Penais do Rio, concedeu a progressão  de regime para o ex-banqueiro Salvatore Cacciola, mas ele nçao sairá imediatamente da prisão.
De acordo com a decisão da juíza, para que ele possa trabalhar, estudar ou visitar a família será necessário que seus advogados de defesa peçam na Justiça a concessão de tais benefícios.
O advogado de Cacciola, Manuel de Jesus Soares, afirmou que não há previsão para que seu cliente saia da prisão.
Para desfrutar do regime semi-aberto, um dos requisitos a ser cumprido é a apresentação de uma promessa de emprego.
Como a decisão saiu ontem, o advogado ainda vai avaliar as condições impostas pela Justiça para decidir o que será feito.