terça-feira, 25 de outubro de 2011

A ponte do bilhão

Com apenas 3% de sua área comsaneamento básico, Manaus  comemora inauguração da #pontedobilhão. Parabéns, Manaus!
Para a inauguração da ponte sobre o Rio Negro,  nesta segunda-feira, o   governador Omar Aziz convidou 700 personalidades de todo o País, do Poder Judiciário, do Legislativo e representantes de entidades empresariais
A ponte teve um custo total de R$ 1,099 bilhão e levou quase quatro anos para ser construída. O valor licitado foi de R$ 547 milhões, mas a obra sofreu aditivos, (APOSTARAM QUEM ROUBAVA MAIS) reajustes e acréscimos (DE MAIS POLÍTICOS E  EMPRESÁRIOS NA BOQUINHA), como o sistema de proteção dos pilares e a iluminação, que elevaram o valor para além de R$ 1 bilhão.
A ponte já é conhecida como a "ponte do bilhão"

Solução para o Obama: Seja um dublê de Reagan.

Obama, seja um dublê de Reagan. Democrata conseguirá a reeleição se seguir os passos do republicano, que recuperou o ânimo do eleitorado nos anos 80.
Antigamente Barack Obama entendia o poder de um boa narrativa. Seus slogans de campanha, “Sim, nós podemos” e “Podemos acreditar na mudança”, inspiraram os eleitores, especialmente os jovens, negros e latinos, e o levaram à Casa Branca. Uma vez na presidência, Obama perdeu o fio da meada. Abandonou sua mensagem original e se conformou com o bipartidarismo em vez de promover grandes mudanças. O que não funcionou com um Congresso recalcitrante, especialmente os republicanos, que têm seu próprio lema para promover: simplesmente dizer não para Obama.
Na campanha para a eleição presidencial de 2012, Obama sem dúvida vai se voltar para a esquerda de Hollywood em busca de dinheiro e endossos, mas também estaria bem servido se olhasse para a direita de Hollywood – especialmente o legado de Ronald Reagan, para aprender algumas lições sobre como contar a sua história, a importância de se ater a ela e revigorá-la quando governar se tornar algo problemático.
De Louis B. Mayer a Arnold Schwarzenegger, a direita de Hollywood criou uma trama simples, mas convincente: os EUA são a maior nação do mundo. Os filmes da família Hardy, de Louis B. Mayer, a série mais bem sucedida na história da MGM, prometiam às plateias da era da Depressão que qualquer coisa era possível desde que acatassem o que era considerada a santa trindade da vida americana: família, Deus e o país.
Algumas décadas mais tarde, jornalistas atribuíram a surpreendente eleição do ator George Murphy para o Senado, em 1964, ao seu bom uso do enredo otimista de Mayer. Murphy, democrata que se tornou republicano, “faz as pessoas se sentirem bem”, explicou um jornalista. “Ele não tem nenhuma dúvida e as suas próprias dúvidas podem ser solucionadas”.
Schwarzenegger usou sua própria narrativa heroica na campanha para o governo: tornou-se um populista generoso e compassivo que prometeu dizer aos políticos republicanos e democratas: “Façam o seu trabalho para as pessoas e o façam bem, do contrário, hasta la vista, baby”.
A história nos mostra que poucos cidadãos desejavam ouvir Jane Fonda, Warren Beatty ou Sean Penn apontando para o que estava errado nos EUA. Eles queriam ter a segurança de que, em tempos aterradores, seus líderes conseguiriam derrotar todos os inimigos e propiciar um fim basicamente feliz.
Ronald Reagan, em particular, compreendeu essa necessidade e criou um enredo que foi eficaz para sua campanha e seu governo. Quando disputou o governo, em 1966, e a presidência, em 1980, ele utilizou um roteiro simples constantemente repetido – cujo objetivo era não só obter a confiança dos republicanos, mas também dos eleitores independentes que conseguiram mudar o rumo das eleições e garantir o mandato necessário para uma revolução conservadora no governo.
Ronald Reagan fundiu o triunfalismo americano com mensagens de medo e tranquilidade: o medo do comunismo e do furtivo socialismo federal e garantias de que ele e conservadores resolutos conseguiriam salvar a nação derrotando a União Soviética e derrubando as conquistas sociais do New Deal.
Ele fez sua campanha para a presidência apresentando propostas simples, mas poderosas: reduzir os impostos, retornar o poder para o Estado e governos locais e lutar contra todos os inimigos dos EUA, externos ou internos.
Ao assumir o cargo, Reagan teve problemas quando abandonou aquelas promessas, elevando os impostos e autorizando aumentos no orçamento federal. Ao deparar com uma campanha difícil para a reeleição, ele revitalizou sua base, acrescentando um novo lema que brilhantemente restaurou o roteiro original: “It´s morning in America” (É manhã na America). Reagan venceu a eleição em 1984 em parte porque conseguiu desviar a atenção das suas promessas não cumpridas para a visão de um “final feliz” para os EUA, a volta a um passado imaginado de dias mais simples e melhores.
Para ter sucesso, vencer e conquistar um segundo mandato, Barack Obama precisa reconfigurar o seu exitoso enredo de 2008, que foi, afinal, uma versão democrática do “It´s morning in America”. Como Reagan, ele convenceu os cidadãos a acreditarem na possibilidade de um futuro melhor. Mas ao contrário do ex-presidente, ele insistiu que a mudança viria somente com um governo federal ativista que trabalharia para melhorar a vida de todos os americanos.
Em 2012, Obama pode aprender com Reagan, olhando resolutamente para um futuro promissor e não para os últimos quatro anos desapontadores. Ele precisa retomar sua promessa original de ação. Recentemente ele prometeu ser “um guerreiro da classe média” – o que tem o tom heroico exato, se conseguir demonstrar que é um líder determinado e não um fraco conciliador.
Obama precisa apelar à imaginação, e até às fantasias, do maior público possível; necessita lembrar seu eleitorado fiel e os independentes do que lhes disse em fevereiro de 2008: “A mudança não ocorrerá se esperarmos por alguma outra pessoa ou por muito tempo”. Somos aqueles que estamos esperando. Somos a mudança que buscamos”.
Uma reafirmação dos seus argumentos de 2008 poderá lhe propiciar novamente milhões de votos? Sim, ele pode. Todas as pesquisas indicam que os americanos querem uma mudança em possam acreditar agora mais do que nunca. Um enredo eficaz muda eleitores e eleitores mobilizados mudam o Congresso – como mostraram os partidários do Tea Party e os ativistas do movimento Ocupe Wall Street esperam mostrar.
Os cidadãos fizeram isso com e para Reagan, e podem fazer com Obama – se novamente os seus argumentos inspirá-los mais uma vez a acreditar, agir e votar.
 *TRADUÇÃO DE TEREZINHA MARTINO É PROFESSOR DE HISTÓRIA NA UNIVERSIDADE DO SUL DA CALIFÓRNIA E AUTOR DE ‘HOLLYWOOD LEFT AND RIGHT: HOW MOVIE STARS SHAPED AMERICAN POLITICS’
*STEVEN J. ROSS, Los Angeles Times - (Estadão)
://blogs.estadao.com.br/radar-global/obama-seja-um-duble-de-reagan/

O nojento fala de sujeira

Fidel Castro chama Otan de "brutal" por seu papel na Líbia
HAVANA (Reuters) - O ex-presidente cubano Fidel Castro condenou nesta segunda-feira a Otan por seu papel na derrubada do líder líbio Muammar Gaddafi, dizendo que a "brutal aliança militar se tornou o mais pérfido instrumento de repressão que a história da humanidade conheceu".
Fidel, de 85 anos, também manifestou indignação pela morte de Gaddafi na semana passada e o tratamento dado posteriormente a seu corpo, dizendo que ele foi "sequestrado e exibido como um troféu de guerra, uma conduta que viola os princípios mais elementares das normas muçulmanas e de outras crenças religiosas".
Os comentários foram publicados na mídia estatal cubana, em uma das colunas de opinião que Fidel escreve desde que ficou doente, cinco anos atrás, e transferiu a presidência a seu irmão mais novo, Raúl Castro, em 2008.
Fidel criticou desde o começo a intervenção da Otan na Líbia e elogiou Gaddafi, seu amigo, por sua resistência.
Ele também qualificou a Otan como um instrumento de seu inimigo ideológico de longa data, os Estados Unidos.
Os comentários de Fidel foram os primeiros vindos de Cuba desde a morte de Gaddafi.
No mês passado, o governo cubano retirou seus diplomatas da Líbia e afirmou que não iria reconhecer o Conselho Nacional de Transição (CNT) líbio ou qualquer governo estabelecido no país com a ajuda da intervenção estrangeira.(Texto da reportagem de Jeff Franks, Reuters)
COMENTÁRIO: Fidel Castro tem toda razão de xingar e condenar o que fizeram ao seu semelhante, o tirano Kadhafi. Ele deve ficar imaginando que ele também merece um tratamento semelhante e congelar até a medula dos ossos. E se o povo cubano acordar?
Não digo que apóio o que fizeram ao genocida da Líbia, se é que ele era mesmo isso. Mas suas vítimas e os parentes de suas vítimas deviam estar sedentos de seu sangue. Não esqueçam que são todos árabes e, como tal, vingativos e cruéis. (Ester Azoubel)

O capitalismo resistirá diante de um horizonte sombrio

O horizonte é sombrio neste momento. Mas não creio que haja base para decretar o fim do capitalismo, seja na sua vertente americana, ou pelo colapso da União Europeia. Parafraseando Mark Twain, os rumores sobre a morte do capitalismo são muito exagerados. Este sistema econômico tem uma imensa capacidade de recuperação. Ao longo da história, o capitalismo sofreu crises piores e revelou uma capacidade de superação enorme. O grande economista austríaco Joseph Schumpeter falava da destruição criativa como a mola mestra do capitalismo. É verdade que assistimos a uma reestruturação mundial do poder relativo, mas não à derrocada do capitalismo. Mesmo porque não há no horizonte, nem em termos teóricos, uma alternativa que se sustente.
Desde o estrepitoso fim da União Soviética em 1991, muitos esperam que o imenso poder dos Estados Unidos também desmorone. E, ainda por cima, acredita-se que a crise americana e a crise europeia terminarão por levar o sistema capitalista a nafragar. Sem dúvida, como disse Armínio Fraga na conclusão de uma recente entrevista à "Veja": "Os grandes blocos econômicos vivem dias dificílimos. É um quadro assustador, há muito risco no ar." Mas as previsões catastróficas estão destinadas a falhar.
......
*Texto por Luiz Felipe Lampreia

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

A organização WikiLeaks está chegando ao fim.

A organização WikiLeaks, que publicou milhares de documentos comprometedores de governos do mundo todo, anunciou nesta segunda-feira (24) que deixará de funcionar por falta de financiamento.
O anúncio foi feito pelo fundador do WikiLeaks, Julian Assange, em entrevista coletiva em Londres. Assange está retido no Reino Unido, aguardando a conclusão de um julgamento de extradição para a Suécia, onde é acusado de supostos abusos sexuais.
O WikiLeaks destacou que suspende a divulgação de documentos secretos oficiais devido ao “bloqueio arbitrário e ilegal” feito por empresas americanas, como Bank of America, Visa, MasterCard, PayPal e Western Union, que dificultaram o acesso a fontes de financiamento.
Segundo o site, o bloqueio destruiu 95% de sua receita e custou bilhões de euros pela perda de doações durante um período de 11 meses. Agora, o site se concentrará em arrecadar fundos.
“Nossos poucos recursos devem se concentrar agora na luta contra o bloqueio bancário ilegal”, afirmou Assange.
“Se não enfrentarmos este ataque financeiro, então haverá um precedente perigoso, opressivo e não democrático, com consequências que vão além do WikiLeaks e seu trabalho”, acrescentou.
O fundador do site também advertiu que outras organizações que denunciam as atividades de grupos poderosos podem correr o mesmo risco que o WikiLeaks.

Tema da redação do Enem 2011 vaza

Uma hora antes do término do prazo mínimo de permanência nos locais de prova, quando os participantes do Enem podem sair e se comunicar com pessoas fora do exame, o site do jornal O Globo publicou o tema da redação do Exame Nacional do Ensino Médio 2011. A proposta, "Viver em rede no século 21: limites entre o público e o privado", foi divulgada pelo site às 13h59. Os participantes poderiam deixar a prova a partir das 15h.
Segundo a nota do site, "os textos de referência são os artigos 'Liberdade sem fio', da revista Galileu e 'A internet tem ouvidos e memória', do portal Terra. Eles ainda citaram uma tirinha da série Quadrinhos dos anos 10, do cartunista André Dahmer". De acordo com o jornal, a informação foi passada à redação por um dos participantes do Enem, o que comprova o vazamento.
Redação - O tema da redação dividiu os estudantes este ano. Alguns estudantes afirmaram ter gostado da proposta, enquanto outros enfrentaram dificuldades para tratar do assunto. Junto com a proposta, o Enem apresentou dois textos de apoio. Um deles citava uma declaração da Organização das Nações Unidas (ONU) que defende que o acesso à internet é um direito básico do ser humano. O outro abordava a relação entre a rede e a reputação das pessoas, afirmando que a web pode ser usada tanto para o bem como para o mal.
André Luis Mota Júnior, de 17 anos, considerou difícil a prova de redação. "O tema era capcioso", diz o jovem, que fez prova no campus da Uninove, na Zona Oeste de São Paulo. Luana Conceição de Oliveira concorda. "A redação foi bastante complicada, mas de maneira geral a prova deste domingo foi mais fácil do que a de ontem", diz. Ela chegou atrasada ao local de prova no sábado, mas fez questão de fazer a prova deste domingo.
Já Natiele Bueno acha que se deu bem na dissertação. "Internet e redes sociais são temas que nós, jovens, entendemos bastante. Estava fácil escrever sobre isso." Rafaela Sena, de 17 anos, concorda. "Esse é um tema sobre o qual falamos o tempo todo. Não teve mistério na hora de escrever." Essa é também a opinião de Luiza Louzane. "Gostei tanto do tema que a redação foi a primeira coisa que eu fiz na prova de hoje." Já as outras provas não agradaram tanto. "As questões trazem muito texto e isso é muio cansativo. A prova de linguagens estava extensa e a de matemática exigia muitos cálculos."
Bianca Vilela, era uma das descontentes com a prova. "Para mim, o Enem é um absurdo. Venho de escola pública e grande parte do conteúdo que a prova exige não aprendi na sala de aula", relata a paulistana de 17 anos, concluínte do ensino médio. "A prova de matemática estava especialmente difícil para mim", lamenta. "E a redação também não foi fácil." (Veja.abril.com)

Dilma apedreja a moral dos brasileiros.

Há roubo. Há desvio. Há falcatruas. Há má gestão. Há suspeitas. Há denúncias. Há provas. Há um mar de lama inundando o Ministério do Esporte, há anos, praticamente desde o momento em que o PT loteou o país e entregou este pedaço para o aliado PCdoB. Agora que a tampa do bueiro explodiu e a lama voou para todos os lados, a presidente da República está preocupada com o "apedrejamento moral" do ministro. Deveria estar peocupada com o "apedrejamento moral" de quem trabalha e paga imposto. De quem cria os filhos honestamente, liga o Jornal Nacional e assiste a esta roubalheira instituída. De quem vive com uma aposentadoria miserável e pena nas filas do SUS, porque o dinheiro público é roubado por ONGS como as do Segundo Tempo. Esquecer de um povo sofrido, honesto e decente para acolher corruptos é que é "apedrejamento moral", Dona Presidenta! (Blog Coturno Noturno)

Brasil: Paraiso das ONGs

Por quê Dilma não demitiu Orlando Silva?

O leitor pode escolher entre as diversas alegações do governo para entender o recuo da presidente Dilma Rousseff na demissão do ministro dos Esportes, Orlando Silva – desde a alegada falta de provas de seu envolvimento direto nos desvios de verbas públicas até a perseguição pela mídia, passando pela desqualificação do seu denunciante.
Ou ainda pelo papel histórico do PC do B na luta pela redemocratização do País. Ou pela interferência da Fifa na soberania (sic) brasileira ao tratar Orlando Silva como ex-ministro. Ou por todas elas.
Mas a causa é uma só: a ameaça do partido do ministro em agonia de sair da base aliada para declarar guerra ao PT agravando as denúncias contra o governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, origem do esquema de corrupção no Ministério dos Esportes, ao qual Orlando deu curso.
A presidente sai desgastada do episódio, não só pelo recuo, mas também pela interferência direta do ex-presidente Lula no caso, impondo seu método do "couro duro" para que o ministro resistisse no cargo. Além do poder de tutela exibido sobre a afilhada política, Lula levou o governo a uma inflexão no critério de intolerância com "malfeitos" que fora aplicado aos ministros dos Transportes, da Agricultura e do Turismo.
O que ocorre no Ministério dos Esportes em nada difere do que ocorreu anteriormente nos já citados e que sofreram intervenção do Planalto. Ou seja, o PC do B fez exatamente o mesmo que o PR em relação ao qual pretende ser distinguido virtuosamente: apropriou-se das verbas ministeriais em benefício próprio, via ONGs inidôneas, fazendo-as chegar até mesmo à esposa do ministro.
DF é calcanhar de Aquiles
O governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT), reproduziu na campanha eleitoral o mesmo arco de alianças que seu antecessor, deposto e preso, José Roberto Arruda (à época no DEM). Este costumava dizer que ganhara a eleição "por dentro", ou seja, na base de acordos com seu antecessor Joaquim Roriz (PSC). A tentativa de romper com Roriz lhe custou o cargo e a honra, pois seus passos estavam documentados pelo homem de Roriz em seu governo, o delegado Durval Barbosa, por meio do qual Agnelo viu em primeira mão os vídeos do mensalão do DEM e calou-se até hoje. O governo de Agnelo segue sob o mesmo arco de alianças dos anteriores, refém da corporação policial de Brasília, do qual o soldado João Dias Ferreira é a personagem visível. Ele está na crise de Orlando e na de Agnelo. Por isso, o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, pede a apuração conjunta dos casos – na verdade, um só. É o que o PT teme e de que se vale o PC do B para sustentar Orlando Silva no cargo. Sua saída, porém, continua só uma questão de tempo.
Sem transparência
Há um estoque de 40 mil prestações de contas sem análise nos órgãos competentes. Cerca de 2 mil são de organizações não governamentais (ONGs), segundo cálculo do economista Gil Castelo Branco, do site Contas Abertas. A fiscalização sobre o trabalho de mais de 300 mil entidades é precaríssimo, o que contribui para a proliferação de ONGs de fachada. Segundo Gil, parte da solução seria o acesso geral ao Siconv – Sistema de Gestão de Convênios -, dificultado ao máximo pelo governo. É nessa onda de proteção que partidos e políticos têm surfado e produzido escândalos em série.
*Texto por João Bosco Rabello, em O Estado de S.Paulo

domingo, 23 de outubro de 2011

Arremedo de ditador venezuelano diz estar curado do câncer.

O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, afirma estar totalmente curado do câncer.
A notícia pode ser uma fraude. Uma tentrativa de ele se manter no poder com mais força e confiança de seus seguidores.
Alguns dizem que não. Que Chávez ainda tem muito tempo de tratamento para obter a cura.
Dizem até que um grpo de Médicos Chineses lhe fizeram uma cururgia e tratamento revolucionário. Hugo Chávez se fez de cobaia por confiar nos "camaradas" comunistas.
Outros dizem que ele tratou-se em Cuba com renomados médicos internacionais, mantendo a indetidade destes profissionais da saúde em segredo.
A verdade é que Chávez, doente ou não, quer permanecer no cargo a qualquer preço. Não quer largar o osso.