
A proposta da CBIC, segundo ele, é que as obras selecionadas sigam alguns critérios para evitar esses problemas, como, por exemplo, a inclusão da obra no Plano Plurianual do município ou Estado, que tenha projetos básicos e o custo benefício social bem definido. Ele também defendeu a necessidade de ampliação dos agentes financeiros para o programa Minha Casa, Minha Vida. Além disso, o presidente da CBIC disse que é preciso ter uma preocupação maior com o planejamento urbano e não apenas atender a habitação individual.
Já o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Armando Monteiro Neto, disse que apresentou, durante a reunião, uma agenda para reduzir a burocracia, desonerar e melhorar as condições de financiamento das exportações. Ele disse que a agenda é antiga, mas que, num cenário pós-crise, é preciso acelerar essas definições. Ele lembrou que o governo já trabalha em medidas para o setor exportador. "Nós estamos na direção correta. O problema agora é 'time' (em inglês)", disse, ao deixar a reunião do GAC, que ainda tem prosseguimento no Ministério da Fazenda.
*Extraído do texto de Renata Veríssimo - Agência Estado
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