
De acordo com a reportagem, a Procuradoria suspeita que as doações da Coteminas para candidatos às eleições de 2006 infringiram o teto fixado em lei --que é de 2% do faturamento bruto do ano anterior às eleições para empresas e de 10% da renda das pessoas físicas.
A Coteminas, por exemplo, doou, em 2006, R$ 405,5 mil para a campanha de Cássio Cunha Lima (PSDB), governador cassado da Paraíba. A Coteminas informa que cumpriu a legislação.
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