terça-feira, 28 de abril de 2015

Tesoureiro de Dilma repassou R$ 16 milhões a gráfica fantasma de dois irmãos de Kennedy Alencar.

Dilma e Edinho: tesoureiro foi promovido a ministro da Propaganda do governo.
*Por Felipe Moura Brasil

Edinho Silva, tesoureiro da campanha de Dilma Rousseff em 2014, repassou mais de R$ 16 milhões a uma gráfica fantasma de Beckembauer Rivelino de Alencar e Muller de Alencar, irmãos do jornalista governista Kennedy Alencar.


Ao checar as despesas com gráficas da campanha eleitoral de Dilma Rousseff através dos dados apresentados ao TSE pelo PT, chamou a atenção a quantia exorbitante de 16.677.616 reais recebida pela gráfica VTPB Ltda.

O dinheiro foi repassado diretamente por Edinho Silva, como se pode ver neste recibo de 1.401.187 reais:
“Transação efetuada com sucesso por Edson Antonio Edinho Silva”
A VTPB está registrada na rua Atílio Piffer, 29, Casa Verde, São Paulo, como se pode ler numa das notas fiscais apresentadas pelo PT ao TSE:
Neste endereço, no entanto, Mario Sabino encontrou apenas um pequeno galpão deserto.


Fotografia da fachada foi tirada nesta segunda-feira, às 13:06.

Sabino afirmou que “é uma portinha num prédio de dois andares. Nunca houve uma gráfica ali, segundo o vizinho, Cícero. A portinha está cerrada há anos”.

O Antagonista verificou então o histórico da gráfica VTPB na Junta Comercial de São Paulo.

“Ela foi aberta em 21 de julho de 2008, com sede na Avenida Ipiranga, 1071, conjunto 206, no centro de São Paulo. O objeto social era ‘Comércio varejista de jornais e revistas. Agenciamento de espaços para publicidade, exceto em veículos de comunicação.’ O nome popular para isso é banca de jornais.

Os titulares da empresa eram Beckembauer Rivelino de Alencar Braga (domiciliado em Campo Belo, Minas Gerais), e Muller de Alencar Castro Braga (domiciliado em São Paulo, Capital, na rua Dona Ana Barros, 320, Bloco A, apto. 73, Jardim Sônia).”

Repito: ambos os titulares - Muller e Beckembauer – são irmãos de Kennedy Alencar.

“O capital de 50.000 reais era dividido meio a meio.

“Em 4 de junho de 2009, Muller retira-se da sociedade e entra no seu lugar Wilker Correa Almeida – que, atenção, fornece o mesmíssimo endereço de domicílio de Muller.

Em 9 de novembro de 2011, houve uma redistribuição de capital. Beckembauer passa a contar com 49.500 reais. Ou seja, torna-se praticamente o único dono da VTPB.”

Agora é que vem a jogada:

“Pouco antes do início da segunda campanha de Dilma Rousseff, em 25 de julho de 2014, houve uma alteração da atividade econômica da empresa. No objeto social, a VTPB passou a incluir ‘Sede para impressão de material para uso publicitário, edição integrada à impressão de cadastros, listas e outros produtos gráficos.’ O nome popular disso é material de campanha eleitoral. A sede é mudada para a rua Atílio Piffer, 29, Casa Verde, São Paulo. Endereço, por assim dizer, mais adequado para uma gráfica do que a Avenida Ipiranga.”

Ou seja: o objeto social da VTPB foi mudado no período eleitoral, a fim de poder emitir notas fiscais de serviços de impressão de folhetos e afins.

“No dia 14 de agosto de 2014, apenas 19 dias depois da alteração do objeto social, a VTPB emitiu a primeira nota para a campanha de Dilma Rousseff, no valor de 148.000 reais. Só naquele mês, foram emitidas mais oito. No total, foram 2.104.931 reais.”
O Antagonista conclui:
“Em campanha eleitoral, lavar dinheiro com gráficas é fácil. Elas podem imprimir alguns milhares de panfletos (ou nem mesmo unzinho, se a gráfica for só um nome na junta comercial) e emitir notas fiscais registrando que foram impressos milhões. Quem vai controlar? É o Lava Gráfica.”
Eu questiono:
A imprensa não comprada vai questionar Edinho Silva, Beckembauer Rivelino e Dilma Rousseff?
A oposição vai emparedar o PT?
Lava Jato neles!

Lulinha: do caminho das antas ao apartamento de R$ 6 milhões.

"Os Lula da Silva têm mesmo um jeito heterodoxo de viver. Chega a ser estranho que o chefão do PT tenha querido, algum dia, como é mesmo?, mudar o mundo…"
Ora, mudar para quê? A partir de certo momento, vamos admitir, esse mundo só sorriu para ele. E continua a sorrir para a sua família. Reportagem de capa da VEJA desta semana expõe a proximidade entre o agora ex-presidente da República e o empreiteiro baiano Léo Pinheiro, ex-presidente da OAS, um dos presos da operação Lava Jato. Proximidade que pode fazer com que o escândalo do petrolão ainda exploda no colo do companheiro-chefe. É que Pinheiro começou a fazer algumas anotações… Leiam a reportagem da revista desta semana. Quero aqui abordar um aspecto em particular.

A VEJA informa que Fábio Luís da Silva — vulgo “Lulinha” — mora num apartamento, numa área nobre em São Paulo, avaliado em R$ 6 milhões. É isso mesmo que vocês leram. O apartamento do filho do Primeiro Companheiro é coisa de ricaço. Mas parem de ficar imaginando maldades. O dito-cujo não está em nome do rapaz! Não! Oficialmente, o dono do imóvel é o empresário Jonas Suassuna, que é apenas… sócio de Lulinha.

Esse rapaz, note-se, é, desde sempre, um portento. Lula já o chamou de o seu “Ronaldinho”, louvando-lhe as habilidades para fazer negócios. Formado em biologia, o rapaz era monitor de Jardim Zoológico até o pai chegar à Presidência. Cansado de ficar informando ao visitante onde se escondiam as antas, ele decidiu ser empresário quando o genitor se tornou o primeiro mandatário. E o fez com uma desenvoltura assombrosa. Só a Telemar (hoje Oi) injetou R$ 15 milhões na empresa do rapaz, a Gamecorp. Nada além de uma aposta comercial?

Assim seria se assim fosse. Empresas de telefonia são concessões públicas, que dependem de decisões de governo. Aliás, é bom lembrar: Lula mudou a lei que proibia a Oi (ex-Telemar) de comprar a Brasil Telecom (que era de Daniel Dantas). A síntese: o pai de Lulinha tomou a iniciativa de alterar uma regra legal e beneficiou a empresa que havia investido no negócio do filho. Isso é apenas uma interpretação minha? Não! Isso é apenas um fato. Adiante.

Os Lula da Silva formam uma dinastia. O filho repete, em certa medida, o caminho do pai — e não é de hoje. Quando Lula era o líder da oposição, também morava, a exemplo de Lulinha, numa casa que estava muito acima de suas posses oficiais. O imóvel lhe era cedido por um advogado milionário chamado Roberto Teixeira, seu compadre. Se vocês entrarem no Google, ficarão espantados com a frequência com que Teixeira aparece ligado a, digamos assim, negócios que passam pelo petismo. Se clicarem aqui, terão acesso a um grupo de textos evidenciando, por exemplo, as suas interferências na venda da Varig.

Agora o sítio
Jonas Suassuna, o sócio de Lulinha e dono oficial do apartamento milionário em que mora o filho do Poderoso Chefão petista, é quem aparece como proprietário de um sítio em Atibaia, no interior de São Paulo, em companhia de Fernando Bittar, que é, ora vejam, o outro sócio de Lulinha. Até aí, bem…

Ocorre que, no PT, e fora dele, incluindo toda a Atibaia, a propriedade é conhecida como o “sítio do… Lula!”. É lá que ele passa os fins de semana desde que deixou a Presidência. A propriedade foi inteiramente reformada, em tempo recorde, pela empreiteira OAS, a pedido de… Lula! Os pagamentos aos operários eram feitos em dinheiro vivo. O arquiteto que cuidou de tudo se chama Igenes Irigaray Neto, indicado para o empreendimento pelo empresário José Carlos Bumlai, amigão de… Lula! O tal aparece com frequência em histórias mal contadas envolvendo o petismo — inclusive o petrolão.

A OAS, que reformou o sítio que até petistas dizem ser do ex-presidente, também foi chamada para concluir um dos edifícios da Bancoop, a cooperativa ligada ao PT, que era presidida por João Vaccari e que faliu, deixando três mil pessoas na mão. O único prédio concluído é justamente um de alto padrão, onde Lula tem um tríplex, com elevador interno. Quando explodiu o caso Rosemary Noronha, aquela amiga íntima do ex-presidente, a OAS foi mais uma vez chamada para dar uma mãozinha para João Batista, o marido oficial da tal senhora.

Assim se construiu a república petista. Os companheiros têm explicações para essas lambanças? É claro que não! Preferem ficar vomitando impropérios nas redes sociais, acusando supostas conspirações. Definitivamente, o PT superou a fase do Fiat Elba, que foi peça-chave na denúncia contra Collor. Fiat Elba? Ora, Lula, o PT e a tropa toda são profissionais nas artes em que Collor ainda é um amador.
                    *Por Reinaldo Azevedo 

Os favores do empreiteiro.

Preso há seis meses, Léo Pinheiro, ex-presidente da OAS, uma das empreiteiras envolvidas no escândalo da Petrobras, admite pela primeira vez a intenção de fazer acordo de delação premiada. Seu relato mostra quanto era íntimo de Lula.

Segundo Léo Pinheiro, Lula pediu a ele que cuidasse da reforma do “seu” sítio em Atibaia. A propriedade está registrada em nome de um sócio de Fábio Luís da Silva, filho do ex-presidente(Jefferson Coppola/VEJA)
O engenheiro Léo Pinheiro cumpre uma rotina de preso da Operação Lava-Jato que, por suas condições de saúde, é mais dura do que a dos demais empreiteiros em situação semelhante. Preso há seis meses por envolvimento no esquema do petrolão, o e­­x-presidente da OAS, uma das maiores construtoras do país, obedece às severas regras impostas aos detentos do Complexo Médico-Penal na região metropolitana de Curitiba. Usa o uniforme de preso, duas peças de algodão a­­zul-claras. Tem direito a uma hora de banho de sol por dia, come "quentinhas" na própria cela e usa o banheiro coletivo. Na cela, divide com outros presos o "boi", vaso sanitário rente ao piso e sem divisórias. Dez quilos mais magro, Pinheiro tem passado os últimos dias escrevendo. Um de seus hábitos conhecidos é redigir pequenas resenhas e anexá-las a cada livro lido. As anotações feitas na cela são muito mais realistas e impactantes do que as literárias. Léo Pinheiro passa os dias montando a estrutura do que pode vir a ser seu depoimento de delação premiada à Justiça. Pinheiro foi durante toda a década que passou o responsável pelas relações institucionais da OAS com as principais autoridades de Brasília. Um dos capítulos mais interessantes de seu relato trata justamente de uma relação muito especial - a amizade que o unia ao e­­x-presidente Lula.
De todos os empresários presos na Operação Lava-Jato, Léo Pinheiro é o único que se define como simpatizante do PT. O empreiteiro conheceu Lula ainda nos tempos de sindicalismo, contribuiu para suas primeiras campanhas e tornou-se um de seus mais íntimos amigos no poder. Culto, carismático e apreciador de boas bebidas, ele integrava um restrito grupo de pessoas que tinham acesso irrestrito ao Palácio do Planalto e ao Palácio da Alvorada. Era levado ao "chefe", como ele se referia a Lula, sempre que desejava. Não passava mais do que duas semanas sem manter contato com o presidente. Eles falavam sobre economia, futebol, pescaria e os rumos do país. Com o tempo, essa relação evoluiu para o patamar da extrema confiança - a ponto de Lula, ainda exercendo a Presidência e depois de deixá-la, recorrer ao amigo para se aconselhar sobre a melhor maneira de enfrentar determinados problemas pessoais. Como é da natureza do capitalismo de estado brasileiro, as relações amigáveis são ancoradas em interesses mútuos. Pinheiro se orgulhava de jamais dizer não aos pedidos de Lula.


Pinheiro: do trânsito livre ao Palácio do Planalto ao banheiro coletivo na prisão.(Foto: Beto Barata/VEJA)
Desde que deixou o governo, Lula costuma passar os fins de semana em um amplo sítio em Atibaia, no interior de São Paulo. O imóvel é equipado com piscina, churrasqueira, campo de futebol e um lago artificial para pescaria, o esporte preferido do ex-presidente. Desde que deixou o cargo, é lá que ele recebe os amigos e os políticos mais próximos. Em 2010, meses antes de terminar o mandato, Lula fez um daqueles pedidos a que Pinheiro tinha prazer em atender. Encomendou ao amigo da construtora uma reforma no sítio. Segundo conta um interlocutor que visitou Pinheiro na cadeia, esse pedido está cuidadosamente anotado nas memórias do cárcere que Pinheiro escreve.
Na semana passada, a reportagem de VEJA foi a Atibaia, região de belas montanhas entrecortadas por riachos e vegetação prístina. Fica ali o Sítio Santa Bárbara, cuja reforma chamou a atenção dos moradores. Era começo de 2011 e a intensa atividade nos 150 000 metros quadrados do sítio mudou a rotina da vizinhança. Originalmente, no Sítio Santa Bárbara havia duas casas, piscina e um pequeno lago. Quando a reforma terminou, a propriedade tinha mudado de padrão. As antigas moradias foram reduzidas aos pilares estruturais e completamente refeitas, um pavilhão foi erguido, a piscina foi ampliada e servida de uma área para a churrasqueira. As estradas lamacentas do sítio receberam calçamento de pedra e grama. Um campo de futebol surgiu entre as árvores. O antigo lago deu lugar a dois tanques de peixes contidos por pedras nativas da região e interligados por uma cascata. Ali boiam pedalinhos em formato de cisne. A área passou a ser protegida por grandes cercas vigiadas por câmeras de segurança, canil e guardas armados.

O que mais chamou atenção, além da rapidez dos trabalhos, é que tudo foi feito fora dos padrões convencionais. A reforma durou pouco mais de três meses. Alguns funcionários da obra chegavam de ônibus, ficavam em alojamentos separados e eram proibidos de falar com os operários contratados informalmente na região e orientados a não fazer perguntas. Os operários se revezavam em turnos de dia e de noite, incluindo os fins de semana. Eram pagos em dinheiro. "Ajudei a fazer uma das varandas da casa principal. Me prometeram 800 reais, mas me pagaram 2 000 reais a mais só para garantir que a gente fosse mesmo cumprir o prazo, tudo em dinheiro vivo", diz Cláudio Santos. "Nessa época a gente ganhou dinheiro mesmo. Eu pedi 6 reais o metro cúbico de material transportado. Eles me pagaram o dobro para eu acabar dentro do prazo. Era 20 000 por vez. Traziam o envelopão, chamavam no canto para ninguém ver, pagavam e iam embora", conta o caminhoneiro Dário de Jesus. Quem fazia os pagamentos? 
"Só sei que era um engenheiro que esteve na obra do Itaquerão. Vi a foto dele no jornal", recorda-se Dário.

A reforma que falta é a urbana e não a agrária.


Deslizamento de encostas habitadas em Salvador.
O dinheiro - mais de 500 bilhões a preço de hoje - que os governos despenderam nos recentes 25 ou mais anos nesta suposta Reforma Agrária - incluindo a manutenção do "exército de Stedile" - é o dinheiro que falta na reforma realmente necessária: a Urbana, a das periferias precarizadas das grandes e médias cidades; são periferias desprovidas de urbanização (incluindo a CONTENÇÃO DE ENCOSTAS que evita deslizamentos de terra) saneamento, transporte de qualidade, serviços, lazer, etc. Tais obras e serviços assegurariam, paralelamente, muita renda e emprego. 

Dessas periferias procede larga parcela dos chamados sem-terra, gente que nunca antes plantou um pé de feijão ou laçou um boi, como costumo dizer. 
Se, no passado, a Reforma Agrária foi uma necessidade, deixou de ser a partir da revolução do agronegócio, a que inclui, dentre outros, três elementos principais: 1. a abertura de fronteiras agrícolas no Cerrado (Goias, Tocantins, Oeste de MG, Oeste da Bahia, Mato Grosso do Sul e Mato Grosso; 2. A introdução da soja (hoje transgênica) e decorrências, como o desenvolvimento da avicultura, suinocultura e da própria sojicultura; a modernização da pecuária, com base no rebanho Nelore e na tecnologia.
Em tempo: a revolução urbana seria complementada, necessariamente, com a revolução da educação nas mesmas periferias.

*José Valverde Valverde, via Facebook, Com: http://brasil.estadao.com.br/noticias/geral,deslizamentos-de-terra-deixam-aos-menos-14-mortos-em-salvador,1676901

"Será que é só na petrobras?"


segunda-feira, 27 de abril de 2015

O melhor da festa dos 50 anos, a TV Globo não mostrou.

A esquerda que nunca apoiou a Globo, nem quando ela se entregou aos caprichos do “lulopetismo”, protestou na comemoração dos 50 anos da Globo.
Evidentemente que os protestos se concentraram em exibir faixas e gritos em favor, principalmente, do controle da mídia ( sonho de 10 em cada 10 comunistas petistas ).
*A informação e fotos é do Blog do Garotinho.

Corrupção na Petrobras começa a fazer mais vítimas: Os trabalhadores.

Mais um efeito da causa que é a corrupção endêmica, histórica e que se tornou diária nos últimos 12 anos, com diversos capítulos nas páginas policiais e de política de todos os sites, blogues e jornais pelo mundo. (Foto de arquivo)
Juntos das empreiteiras tem um caminhão de terceirizadas quebrando junto e demitindo outros milhares pelo país.
E podem ter certeza que com a recessão técnica na qual estamos se agravando para um quadro de recessão de fato, com PIB quase negativo, arrecadação em queda livre, a coisa vai piorar e muito. Bom mesmo, apenas para os corruptopatas que já entupiram as contas bancárias em paraísos fiscais com os bilhões que nunca mais voltarão para servir o povo brasileiro.
Metro Jornal - Empreiteiras citadas na Lava Jato, algumas com executivos presos em novembro de 2014, já demitiram pelo menos 21,3 mil trabalhadores. O balanço do Metro Jornal, com dados de sindicatos, considera apenas obras da Petrobras ou da Sete Brasil, empresa que prestava serviços para a estatal.
No Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), as empresas dispensaram 8 mil funcionários. Já houve cortes nos consórcios Te-AG (Techint e Andrade Gutierrez) e CCPR (Odebrecht, Mendes Júnior e UTC), além de empresas como a Alumini (ex-Alusa) e a GDK, todas investigadas pela Polícia Federal.
O Sintramon Itaboraí, sindicato que representa os trabalhadores, informa que o quadro das empresas já vinha diminuindo desde antes da Lava Jato, mas a situação piorou em 2015.
“O pico da crise foi no começo do ano, e alguns trabalhadores ainda recebem valores de rescisão. Para a construção civil, temos a sensação de que o pior já passou, mas não vai ser fácil recolocar todos no mercado de trabalho”, avalia Marcos Hartung, vice-presidente do Sintramon.
A refinaria, segundo a Petrobras, estava 82% concluída em fevereiro, mas obras como a da rede de esgoto ainda nem começaram. No Nordeste, o panorama é menos animador, especialmente na Rnest (Refinaria Abreu e Lima), em Ipojuca (PE).
Também citada na Lava Jato, a obra dispensou 6,2 mil empregados, sendo 5 mil da Alumini, segundo o Sintepav-PE, que representa os trabalhadores no Estado. A Alumini e outras cinco citadas na Lava Jato já pediram recuperação judicial, incluindo a gigante OAS.
No caso específico da Sete Brasil, a empresa deve cerca de R$ 12 bilhões a fornecedores e empreiteiras que constroem sondas em cinco estaleiros.
Desde dezembro, o estaleiro Atlântico Sul (PE) já demitiu 2,4 mil pessoas. O Enseada do Paraguaçu (BA), parado desde fevereiro, dispensou 4,7 mil e, segundo o Sintepav-BA, a maioria segue desempregada.
“A gente achou que o caminho natural seria terminar o estaleiro e já começar a construir navios, mas nem temos esperança de retomar o trabalho esse ano”, lamenta Irailson Warneaux, vice-presidente do Sintepav-BA. (Informações de Metro Jornal)

"Dilma está no cargo, não no poder"...

A impopularidade da presidente Dilma Rousseff virou notícia da revista inglesa "The Economist", segundo a qual a petista, apesar de ainda permanecer no Planalto, não está mais no poder. De acordo com a publicação, não é mais Dilma ou o PT que toma as decisões do governo. A reportagem cita, por exemplo, que a condução da economia está nas mãos do ministro da Fazenda, Joaquim Levy, descrito como um economista treinado na escola liberal de Chicago, com perfil agressivamente voltado para a responsabilidade fiscal. 


Já o controle do Congresso está nas mãos do aliado governista PMDB, ressentido com o PT, que retém o comando dos principais ministérios. A vingança, diz a revista, veio na forma do deputado peemedebista Eduardo Cunha, eleito presidente da Câmara.


"Ele conseguiu a cabeça de quatro ministros em dez semanas de cargo", diz o texto. Trata-se de alusão às demissões de Pepe Vargas, que saiu de Relações Institucionais e foi para Direitos Humanos; Ideli Salvatti, ex-ministra de Direitos Humanos; Cid Gomes, que deixou a Educação após um embate direto com Cunha; e Vinicius Lages, que deixou o Turismo para abrir caminho a Henrique Eduardo Alves, aliado de Cunha. 


A reportagem aponta ainda que Dilma, visando se reaproximar do Legislativo, delegou ao seu vice, Michel Temer (PMDB), a articulação política. Para isso, entregou a ele o poder de nomear o segundo escalão do governo.



Até a permanência da presidente no cargo parece incerta, de acordo com o texto. A deterioração da economia, atribuída pela revista aos erros do primeiro mandato, e o escândalo de corrupção na Petrobras acabaram com a popularidade de Dilma. Além de citar os manifestantes, que protestam contra o governo, a "Economist" faz alusão à pesquisa Datafolha de abril, que indicou que 63% da população quer que a presidente sofra um impeachment.



domingo, 26 de abril de 2015

O maravilhoso plano de saúde dos políticos brasileiros.

Para o povo "qualquer coisa".Para os políticos, o melhor!
Enquanto o governo oferece uma saúde padrão SUS para o povo, os parlamentares tem planos de saúde milionários SEM LIMITES DE COBERTURA, isso mesmo, sem limites, e outra coisa, até parlamentar cassado tem direito à mamata paga pelos cofres públicos (diga-se paga pelos mesmos brasileiros que usam o SUS para se tratar)
Enquanto o povo usa o péssimo serviço público, os políticos, com dinheiro do povo, se tratam nos melhores e mais caros hospitais particulares do país e até do exterior.
Como esperar que políticos que não experimentam o que oferecem à sociedade possam entregar serviços dignos aos povo se eles mesmos usufruem do melhor pago pelo dinheiro do povo, mas oferecem um dos piores Sistemas de Saúde do Mundo para o próprio povo?

A fraude.

Isso é dialética marxista, cínica, hipócrita, demagógica, mentirosa, operando para fraudar às ideias e manipular a realidade, mediante afirmativas e negativas e, até a própria identidade (metamorfose ambulante).
 
Para os comunistas e gêneros afins, a realidade é dialética; e dialética é discussão, é luta de ideias, é contestação do pensamento. Não  de dialética lógica,  mas real, a qual quando é superada  é imposta pela violência, violência dialética.
Na verdade, os mentecaptos e sicofantas com essa visão, acreditam naadulteração/reconfiguração da realidade pela dialética marxista, em que supõem que a “fantasia” e o “delírio” deles prevaleça sobre a “realidade”.
E, assim operam até que haja um choque de realidade ...ou seja uma grande epidemia física e/ou moral que avança duplamente no âmbito da organização (a) narco-subversiva denominada  Foro de São Paulo...
* Rivadávia Rosa