Este blog objetiva a publicação de notícias e entretenimento, com base nas publicações jornalísticas nacionais. As de autoria de terceiros terão suas fontes declaradas ao final de cada postagem.
quarta-feira, 28 de agosto de 2013
terça-feira, 27 de agosto de 2013
Contradição ou malversação do dinheiro público?
O Governo Federal não investe em novos postos de saúde, em novos hospitais, em equipamentos e recursos humanos para a saúde.
O povo fica com carência e à mercê dos parcos serviços que lhe são ofertados pelo governo incapaz.
Mas dona Dilma não economizou em "investir" com dinheiro do povo, do BNDES, na modernização, construção e ampliação do hospital Sírio-Libanês.
A foto acima, demonstra, muito bem, o descaso ao povão e a preferência pelos ricaços do Sírio-Libanês.
E a grana Padilha?
Algo que ninguém fala é sobre o dinheiro que o Brasil mandará para Cuba, em razão da "cessão" dos médicos cubanos, grande parte, ou a maior parte, possivelmente não ficará em Cuba e poderá ser utilizada para fins eleitorais.
Como esse dinheiro voltará ao país, é uma questão de natureza diplomática, e nestas coisas ninguém mete o bedelho.
Há imunidade de todo jeito. E assim, dinheiro vai, dinheiro vem...
Só não pode vir Senador perseguido por Governo comunista cocaleiro e totalitário. Não é D. Dilma?
Quanto a imprensa brasileira, uma coisa já foi provada: as redações de jornais, revistas, rádios e televisão ( isto sem falar nos que estão à frente de microfones e câmaras) estão abarrotadas de partidários do esquerdismo/gayzismo e querem desinformar a sociedade brasileira.
Se é o "fim do mundo" não sei. Mas que é o começo da derrocada da sociedade brasileira, não tenho dúvidas.
Ou os homens de bem deste país reagem, ou nos levarão, a todos, para a vala comum do comunismo escravagista e destruidor de direitos.
Apenas um único culpado: O desgoverno petista.
Não há mais o que fazer. Os cubanos chegaram, vão começar a trabalhar, de qualquer forma nos ajudarão no cuidado da saúde de pessoas carentes nos mais distantes rincões deste país, e seja o que Deus quiser.
Se escravos ou não isto é problema deles. Eles escolheram ser escravizados por Fidel, senão teriam conscientizado a sua população pela mudança do regime comunista.
Eles gostam do comunismo, com raríssimas exceções.
Seus conhecimentos de medicina não se comparam aos nossos médicos, mas no que concerne ao atendimento básico à população eles tem experiência.
Eles não são culpados. Vieram por imposição ou por necessidade.
A culpa é do desgoverno petista que durante quase onze anos nada fez pela saúde pública brasileira.
Não autorizou a abertura de novos cursos de Medicina no país, cedendo a pressão e o bel prazer dos Conselhos de Medicina.
Deixou sucatear postos de saúde e hospitais. Deixou de construir milhares de mini hospitais necessários ao atendimento imediato da população.
Fechou 42000 leitos hospitalares e menosprezou a importância do SUS e não investiu no sistema.
Limitou-se a encher a imprensa com dinheiro das polpudas verbas de publicidade oficial, eivada de mentiras e sonhos de quem navega na maionese.
"Conquistou" a mídia com muita grana ( para alegria dos empresários e dos inúmeros jornalistas de esquerda ).
Enganou o povo brasileiro incauto e agora nos enfia, goela abaixo, uma leva de médicos cubanos para "salvar a pátria".
Resta-nos exigir que se cumpra a lei. Que todos se submetam ao REVALIDA e que a presença destes estrangeiros não se perpetue em território brasileiro.
*MJTF
Uma presidente sem noção.
Expert em DOI-Codi, mas ignorante em VAR, submissa à vanguarda do atraso, Dilma faz comparação absurda para desautoriz
ar seu embaixador -herói.
*Texto por Polibio BragaA presidente Dilma Rousseff rebateu nesta terça-feira afirmação do diplomata Eduardo Saboia de que ele se sentiu na embaixada brasileira em La Paz com um "carcereiro do DOI-Codi", ao manter preso o senador Molina.. O senador Aécio Neves classificou as declarações de Dilma como "deploráveis" e "indignas".. O que disse Dilma:- O governo age para proteger a vida. Nós não estamos em situação de exceção, não há nenhuma similaridade. Eu estive no DOI-Codi, eu sei o que é o DOI-Codi. É tão distante o DOI-Codi da embaixada brasileira lá em La Paz como é distante o céu do inferno. Literalmente isso.. Refém política dos setores duros do PT e do bolivariano Evo Morales, Dilma tenta crucificar o seu embaixador, em vez de condecorá-lo como herói.A fala, em entrevista coletiva após cerimônia solene no Senado, é a primeira declaração pública de Dilma após o episódio que resultou na demissão do ministro Antonio Patriota (Relações Exteriores), na noite de ontem."O senador estava havia 452 dias sem tomar sol, sem receber visitas. Eu me sentia como se fosse o carcereiro dele, como se eu estivesse no DOI-Codi [centro de repressão do Exército durante a ditadura]. O asilado típico fica na residência [do embaixador], mas ele estava confinado numa sala de telex, vigiado 24 horas por fuzileiros navais", disse o diplomata.- Não é a primeira vez que Dilma Roussef relembra fatos relacionados com as prisões e torturas que sofreu durante a ditadura militar, quando empunhou armas e participou de ações do grupo terrorista VAR-Palmares, inclusive da operação de assalto ao cofre da residência da amante do ex-governador Ademar de Barros. A respeito das atividades que exerceu no grupo terrorista, no entanto, a presidente faz questão de nunca declarar nada e nem comparar sua posição atual de presidente constitucional de um regime republicano e democrático e o ideário que seguia na época, que era justamente a substituição do regime republicano e democrático por um regime ditatorial e comunista.. A reclusão por tempo indeterminado de uma pessoa, mesmo num cubículo de embaixada, é, sim, tão dolorosa quanto foi a prisão de Dilma numa cela do DOI-Codi. A diferença básica é que na embaixada nunca houve tortura física, mas sempre houve tortura psicológica promovida pelos esbirros de Evo Morales e reclusão em regime fechado. Além do mais, nem é disto que se trata, mas do respeito à vida humana, inclusive sua dignidade.
segunda-feira, 26 de agosto de 2013
Senador boliviano concederá entrevista no Senado brasileiro.
Em março, Ferraço se encontrou com Molina na Bolívia
O senador boliviano Roger Pinto Molina deverá conceder entrevista nesta terça-feira (27), às 15h, na sala 7 da Ala Alexandre Costa, no Senado. O anúncio foi feito pelo presidente da Comissão de Relações Exteriores, senador Ricardo Ferraço (PMDB-ES) ao programa “Conexão Senado” da Rádio Senado, na manhã desta segunda-feira (26).
Líder da oposição ao governo Evo Morales, Roger Pinto Molina desembarcou à 1h10 deste domingo (25) no aeroporto internacional de Brasília, acompanhado por Ferraço. Pinto deixou La Paz em um carro da embaixada brasileira até Corumbá (MS). Ele estava asilado na embaixada brasileira na Bolívia havia mais de um ano, alegando perseguição política do governo boliviano.
Segundo Ricardo Ferraço, as autoridades diplomáticas bolivianas e brasileiras estão fazendo "tempestade em copo d'água" desse episódio. Ele afirmou que tomou a decisão de ajudar no caso por motivos humanitários, em vista do que chamou de estado de deterioração de saúde do senador boliviano.
4 mil escravos de jaleco.
Os 4 mil escravos de jaleco do Partido Comunista de Cuba custarão ao Brasil R$ 40 milhões por mês. Deve ser o maior escândalo do PT em quase 11 anos de governo.
Nunca, leitores, nunca mesmo!, os subestimem. Quando vocês acharem que eles já chegaram ao limite do tolerável, fiquem certos: eles darão mais um passo, mais dez, mais mil. Não param nunca! Não têm compromisso com a palavra, com os fatos, com a razão, com a decência, com o bom senso, nada! Neste fim de semana, chega o primeiro lote de escravos-médicos de Cuba. Serão 400 de um total previsto de 4 mil. Por enquanto! Uma operação dessa magnitude não se planeja da noite para o dia.
Alexandre Padilha jamais deixou de cuidar do assunto, muito especialmente quando anunciou que o governo havia desistido da ideia. Pasmem! Isso aconteceu no dia 8 de julho — há menos de um mês e meio. Enquanto dizia ao país uma coisa, tramava outra. O que ele quis foi impedir a reação dos críticos. Por isso agiu à socapa, à sorrelfa, por baixo dos panos, transformando um projeto de governo quase numa conspiração.
Já lembrei aqui que o ministro da Saúde não criou um maldito estímulo que fosse para a interiorização dos médicos brasileiros. E não o fez porque seu projeto era outro. A decisão de importar os 4 mil escravos do Partido Comunista cubano, que também serão agentes do petismo, soma interesses de natureza ideológica, política e eleitoral. Esclareço.
Quem são?
Os médicos que chegarão ao Brasil já atuaram em democracias bolivarianas exemplares como Venezuela, Bolívia e Equador. Conheço bem a questão por razões que não vêm ao caso. Se os jornalistas investigativos forem apurar (eu só investigo a falta de lógica), vão descobrir que Cuba tem uma espécie de exército de jaleco para trabalhar mundo afora. Todos eles, sem exceção, são filiados ao Partido Comunista e considerados “quadros” do regime. Não! Não se trata de inferir que, no Brasil, tentarão fazer a revolução ou implantar o comunismo. Isso é besteira. A questão é de outra natureza.
Os médicos que chegarão ao Brasil já atuaram em democracias bolivarianas exemplares como Venezuela, Bolívia e Equador. Conheço bem a questão por razões que não vêm ao caso. Se os jornalistas investigativos forem apurar (eu só investigo a falta de lógica), vão descobrir que Cuba tem uma espécie de exército de jaleco para trabalhar mundo afora. Todos eles, sem exceção, são filiados ao Partido Comunista e considerados “quadros” do regime. Não! Não se trata de inferir que, no Brasil, tentarão fazer a revolução ou implantar o comunismo. Isso é besteira. A questão é de outra natureza.
Em todos os países onde atuam, eles se tornam, aí sim, prosélitos do governo que os importou. Se assim não agem por vontade, fazem-no porque não têm alternativa. Os países que os abrigam não fazem contrato com eles, mas com ditadura cubana. A Organização Pan-Americana de Saúde entra na história apenas para, como direi?, lavar a natureza do acordo indecente. Indecente?
Sim! O Brasil pagará R$ 10 mil por cubano importado — e esse dinheiro será repassado a Cuba. A ilha, então, se encarregará de pagar os médicos. Esse mesmo tipo de contrato vigorou com a Venezuela, Equador e Bolívia. Os médicos chegam sem suas respectivas famílias. Nem sonham, liportanto, em desertar. A atividade, no entanto, rende um pouco mais dinheiro do que permanecer naquela ditadura paradisíaca.
Atenção! Embora trabalhando para o sistema público de saúde no Brasil, os médicos obedecem ao comando de cubanos. Estarão por aqui, mas sob a estrita vigilância de bate-paus do Partido Comunista. Deles se exige que, no contato com as comunidades pobres, sejam agentes de propaganda do governo. É evidente que, caso criasse as condições para interiorizar médicos brasileiros, Padilha não contaria com essa sujeição.
E por que os cubanos se submetem? Ideologia? Não necessariamente. É que não têm alternativa. Para o seu futuro e o de sua família, ficar na ilha é pior. O Brasil não terá nenhum controle dos médicos que vão entrar ou sair. Serão os cubanos a decidir quem fica e quem vai . Como eles não terão o seu diploma validado aqui, não têm como, por exemplo, abandonar o programa e passar a clinicar por conta própria.
ENTÃO VEJAM QUE MARAVILHA! OS CUBANOS SÓ SÃO CONSIDERADOS APTOS A TRABALHAR AQUI SE ESTIVEREM LIGADOS AO GOVERNO DA ILHA. SEM ISSO, NÃO!
Contra a terceirização?
Lembro-me do escarcéu que petistas e outros esquerdistas vulgares fazem contra a administração de hospitais públicos por OSs (Organizações Sociais). Os vigaristas costumam dizer que se trata de privatização do bem público e outras bobagens. E o que faz o PT? Na prática, terceiriza 4 mil postos médicos, entrega-os ao controle dos cubanos e alimenta aquela tirania com R$ 40 milhões por mês. Ora, poderia haver terceirização pior do que essa, com os médicos obrigados — alguns certamente por gosto e ideologia — a fazer proselitismo político, sob pena de ser mandados de volta ao hospício de Fidel e Raúl Castro? É um escândalo, a meu juízo, sem par na era petista.
Lembro-me do escarcéu que petistas e outros esquerdistas vulgares fazem contra a administração de hospitais públicos por OSs (Organizações Sociais). Os vigaristas costumam dizer que se trata de privatização do bem público e outras bobagens. E o que faz o PT? Na prática, terceiriza 4 mil postos médicos, entrega-os ao controle dos cubanos e alimenta aquela tirania com R$ 40 milhões por mês. Ora, poderia haver terceirização pior do que essa, com os médicos obrigados — alguns certamente por gosto e ideologia — a fazer proselitismo político, sob pena de ser mandados de volta ao hospício de Fidel e Raúl Castro? É um escândalo, a meu juízo, sem par na era petista.
A importação dos médicos se dá a pouco mais de um ano da eleição presidencial e para os governos de Estado. Dilma deve tentar um segundo mandato. Padilha vai disputar o Palácio dos Bandeirantes. Em recente encontro do PT, Lula afirmou que o ministro tinha antes de trazer os médicos para, aí sim, anunciar a candidatura.
Vamos ver, insisto neste ponto, o que fará o Ministério Público do Trabalho, sempre tão diligente quando se trata de apontar trabalho semelhante à escravidão em fazendas ou oficinas de costura. E no caso dos médicos? Resta evidente que o governo de Cuba os mantém atrelados ao regime, entre outras razões, porque dispõe de instrumentos para puni-los caso se rebelem — e a família é um argumento bastante forte.
Não sei, não! Tenho para mim que, num exame cuidadoso das leis, não será difícil chegar à conclusão de que esse acordo é ilegal. Numa entrevista, Padilha reafirmou que repassará a Cuba R$ 10 mil por médico, mas que a remuneração dos doutores é decisão daquele país; o Brasil não teria nada com isso. Como não? Então vamos encher as burras de Cuba com os recursos de um programa público de saúde, vinculado ao SUS, e ignorar que boa parte desse dinheiro será surrupiado?
Curioso, não é? Segundo as leis brasileiras, uma loja de departamentos que compre roupas de uma oficina que explore trabalho degradante pode passar a ser corré (essas novas regras do hífen são de matar…) numa ação ainda que ignorasse o fato. E se vai tolerar que a presidente de um país e seu ministro da Saúde sejam beneficiários de um trabalho em tudo similar à escravidão?
No encerramento deste texto, é forçoso que eu lembre: Hugo Chávez evidencia a excelência da medicina cubana, e Lula e Dilma, a da medicina brasileira. Na hora do pega pra capar, os petistas não apelaram nem aos cubanos nem ao SUS. Preferiram o Sírio-Libanês.
*Por Reinaldo Azevedo
domingo, 25 de agosto de 2013
"Maus médicos para um governo mau intencionado!"
Durante a última
década, os Governo Federal brasileiro sucateou os órgãos de Saúde Pública e
desvalorizou os profissionais de Medicina do país.
Por outro lado, os
Conselhos de Medicina, com apoio do petismo, criaram uma "cortina de
ferro" dificultando o surgimento de novas faculdades de medicina e/ou
proibindo o aumento da quantidade de vagas nas escolas já estabelecidas.
O resultado foi
óbvio: Falta de médicos e pior, total falta de estrutura para o atendimento à
saúde.
O petismo é tão
malicioso e mau intencionado que questiona na Justiça se saneamento básico é
sistema preventivo de saúde pública, querendo punir àqueles que
utilizaram verbas da saúde em saneamento básico.
E isto é óbvio. Saneamento básico
evita uma série de doenças e, portanto, é essencial como instrumento de saúde
pública.
O petismo investiu valores
irrisórios do PAC no saneamento básico, optando por obras de fachada ou eleitoreiras.
Também investiu valores irrisórios
em Saúde e Educação, o que determinou o caos em que se encontra estas duas
áreas essenciais a formação e atenção ao cidadão brasileiro.
Agora cria uma atmosfera de
animosidade entre a classe médica e o governo, com uma atitude totalitarista,
eleitoreira e imbecil.
Se o governo tivesse incentivado a
formação de novos médicos, se remunerasse os médicos como remuneram Juízes,
Promotores, Procuradores, Defensores Públicos e outros profissionais do
Judiciário e/ou da área jurídica, poderíamos até exigir de tais médicos que
fizessem jus à remuneração decente que receberiam...
Mas não. O governo preferiu
apostar no caos e exercitar sua tendência ditatorial.
Liquidado, Banco Rural deve R$ 380 milhões ao Fisco.
Peça-chave do núcleo financeiro do
esquema do mensalão, o Banco Rural ainda precisa prestar contas de, no mínimo,
R$ 380 milhões em cobranças de tributos federais que não foram pagos. A
instituição financeira foi liquidada pelo Banco Central no início do mês, por
problemas de insolvência e falta de um plano de recuperação.
A
maior parte desse valor (mais de 87% do total) nem sequer foi provisionada pelo
Rural como forma de cobrir eventuais perdas de ações na Justiça. O motivo é que
os advogados do banco classificaram como possível ou remota a chance de
insucesso nesses casos - não contavam com a cobrança desses débitos.
A
Receita Federal tem mais cinco anos para fazer outras autuações contra o Rural.
Ou seja, até o desfecho da liquidação do banco, as cobranças do Fisco podem
aumentar.
As
pendências tributárias do Rural foram calculadas a partir das contingências
fiscais informadas nas demonstrações financeiras da instituição. Todas as
empresas do grupo tinham reservado R$ 49 milhões para os processos fiscais cujo
desfecho desfavorável foi avaliado como provável pelo setor jurídico do banco.
Os outros R$ 332 milhões não foram registrados contabilmente e dizem respeito a
seis ações que ainda estão em tramitação.
Negócio frustrado
Para o
porte do Rural, o montante de dívidas que os advogados tentam reaver na Justiça
é significativo. A instituição foi liquidada por conta de um passivo a
descoberto estimado na mesma magnitude. O Rural "encolheu" primeiro
pela onda de saques nos bancos médios em decorrência da quebra do Banco Santos
e, posteriormente, por ter seu nome envolvido no mensalão.
A
liquidação do Banco Rural não foi o único revés sofrido por Kátia Rabello,
ex-presidente e integrante da família que controlava a instituição financeira.
Nesta semana, o Supremo Tribunal Federal (STF) negou os recursos da condenada e
de outros dois ex-dirigentes do banco - José Roberto Salgado e Vinícius
Samarane.
Kátia
e Salgado, ex-vice presidente do Rural, foram condenados a 16 anos e 8 meses de
prisão por formação de quadrilha, lavagem de dinheiro, evasão de divisas e
gestão fraudulenta.
Samarane,
ex-diretor da instituição, foi condenado a 8 anos, 9 meses e 10 dias por
lavagem de dinheiro e gestão fraudulenta. Somadas, as multas dos três
ex-dirigentes do Rural fixada pelo Supremo ultrapassaram os R$ 3 milhões.
*As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Assinar:
Postagens (Atom)








