O ministro Tarso Genro gastou no cartão corporativo R$ 7 milhões a mais do que em 2008.É muito dinheiro. De R$ 6 milhões para R$ 13 milhões, até novembro. Os R$ 7 milhões que Tarso Genro gastou a mais (até agora) do que em 2008 no cartão corporativo secreto do Ministério da Justiça dariam para comprar umas dez casas iguais às da governadora Yeda Crusius (PSDB-RS). Tarso duplicou os gastos secretos. Aumentaram em 101% os gastos secretos. Os gaúchos, antes de votarem no Tarso, deveriam perguntar: para onde foi tanto dinheiro secreto, hein ministro? Por que só o Ministério da Justiça dobrou os custos do cartão corporativo da sua pasta em 2009? Será que é só porque não precisa comprovar nada, porque é sigiloso, porque é secreto, porque é blindado por lei? Qual o motivo para tanta gastança secreta, hein ministro? Para onde foi o dinheiro, ministro? Prendemos mais traficantes? Prendemos mais bandidos? Aumentou o número de operações? Por que os cofres aforam abertos, hein ministro? Queremos um relatório, ministro. É uma montanha de dinheiro. Um rio de dinheiro. Para onde foi tanto dinheiro, hein ministro?Este blog objetiva a publicação de notícias e entretenimento, com base nas publicações jornalísticas nacionais. As de autoria de terceiros terão suas fontes declaradas ao final de cada postagem.
sábado, 2 de janeiro de 2010
Assim é feio, Tarso!
O ministro Tarso Genro gastou no cartão corporativo R$ 7 milhões a mais do que em 2008.É muito dinheiro. De R$ 6 milhões para R$ 13 milhões, até novembro. Os R$ 7 milhões que Tarso Genro gastou a mais (até agora) do que em 2008 no cartão corporativo secreto do Ministério da Justiça dariam para comprar umas dez casas iguais às da governadora Yeda Crusius (PSDB-RS). Tarso duplicou os gastos secretos. Aumentaram em 101% os gastos secretos. Os gaúchos, antes de votarem no Tarso, deveriam perguntar: para onde foi tanto dinheiro secreto, hein ministro? Por que só o Ministério da Justiça dobrou os custos do cartão corporativo da sua pasta em 2009? Será que é só porque não precisa comprovar nada, porque é sigiloso, porque é secreto, porque é blindado por lei? Qual o motivo para tanta gastança secreta, hein ministro? Para onde foi o dinheiro, ministro? Prendemos mais traficantes? Prendemos mais bandidos? Aumentou o número de operações? Por que os cofres aforam abertos, hein ministro? Queremos um relatório, ministro. É uma montanha de dinheiro. Um rio de dinheiro. Para onde foi tanto dinheiro, hein ministro?Serra, o desafio
Em comemoração aos 40 anos do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (CEBRAP), Flávio Moura e Paula Monteiro organizaram o livro RETRATO DE GRUPO - 40 ANOS DO CEBRAP. O livro traz, entre outras, uma entrevista do governador de São Paulo e virtual candidato do PSDB à presidência da República, José Serra (foto acima). Seguem trechos da entrevista:
-O senhor foi identificado com o polo desenvolvimentista durante todo o governo Fernando Henrique. E hoje, o que significa e quem são os desenvolvimentistas?
-Essa análise não tem muito sentido, é até cretina. O que há de errado em se desejar o desenvolvimento e batalhar por ele? Nada. O problema é outro. O termo tem sido espertamente utilizado para insinuar que os que se preocupam com o desenvolvimento o querem a qualquer preço, mesmo à custa de mais inflação. Não há necessariamente esse dilema, estabilidade x desenvolvimento. Na verdade, a diferença existe em relação a políticas macroeconômicas, e não à estabilidade. Eu só posso dizer o seguinte: em nenhum dos preceitos do consenso de Washington figura a ideia de que para desenvolver o país você precisa megavalorizar a moeda. Isso é simplesmente um erro, não é ortodoxo nem heterodoxo. (...)
-Por que o Plano Real deu certo?
-Porque concentrou-se, inicialmente, na questão essencial: a quebra dos mecanismos de indexação da economia, e não descuidou de três complementos essenciais: a austeridade fiscal e monetária e o financiamento externo. Eu não acreditava que ele ia dar certo, não porque tivesse alguma coisa errada nele do ponto de vista teórico. Eu achava que o governo não ia dar sustentação a ele, sobretudo porque estávamos num período pré-eleitoral. A eleição para presidente da República era em outubro, e o plano ali, no meio desse processo! Não sentia que o governo daria toda a cobertura necessária. Mas deu certo. Refletiu de maneira enfática o cansaço da sociedade com a inflação, Agora, não acho que para o Plano Real dar certo fosse necessário sobrevalorizar a moeda na escala que aconteceu. Mas aí é outra discussão que fica para outro momento. (...)
-Qual é a agenda de futuro para o Brasil, ou qual é a utopia, digamos assim, para um país como o nosso?
-Temos um problema macroeconômico de curto prazo muito sério, antes de falar em longo prazo. O Brasil está de alguma maneira numa armadilha, que tem três lados: os maiores juros do mundo, já há muitos anos; a taxa de câmbio talvez hoje mais valorizada do planeta; e uma explosão de gastos correntes como nunca houve cm valores reais. Na época do Sarney houve uma explosão, mas a inflação era de dois dígitos ao mês. Esse tripé perverso tem um peso determinante, é a tal da travessia. Agora, a longo prazo, temos de pensar o seguinte: o Brasil deve ter hoje 190 milhões de habitantes, perto disso; daqui a dez anos, teremos dezenas de milhões de pessoas a mais no mercado de trabalho. O modelo primário exportador, para onde o país está caminhando, não é capaz de gerar empregos com o dinamismo que a oferta de trabalho exige. Ele não vai gerar desenvolvimento sustentado (e sustentável) e o país está caminhando para isso. Então é um grande desafio reinventar o desenvolvimento, como se dizia na linguagem da Cepal, "hacia dentro" [para dentro], junto com "hacia fuera" [para fora], porque voltar o desenvolvimento só "hacia fuera", que é o que está acontecendo, não vai dar conta dos problemas principais do país. Esse é o desafio maior: uma economia que simultaneamente se expanda no mercado interno e no mercado externo, até porque se não for assim o desenvolvimento será medíocre.
-E, para finalizar esta entrevista, como, na sua opinião, pode-se encontrar uma nova trajetória que nos permita vislumbrar melhor o futuro?
-Através de um bom debate, algo interditado no Brasil de hoje. Infelizmente esse debate não existe, está obscurecido e até reprimido, não pela força, mas reprimido ideologicamente. E, em segundo lugar, que as forças com maior lucidez política vençam as eleições. (Texto distribuído pela Arko Advice, empresa de consultoria política)
Crise militar: Seu nome é Dilma
No Blog do Reinaldo Azevedo:
Ainda que eu tivesse cometido algumas injustiças com Lula, coisa de que discordo, de uma certamente eu o teria poupado: jamais o considerei um idiota. Nunca! Até aponto a sua notável inteligência política, coisa que não deve ser confundida, obviamente, com cultura. O governo vive, a despeito das negativas, uma crise militar. Que é muito mais grave do que se nota à primeira vista. Ela foi originalmente pensada nas mentes travessas de Tarso Genro, ministro da Justiça, e Paulo Vanucchi, titular da Secretaria Nacional de Direitos Humanos. Mas tomou consistência e corpo nos cérebros não menos temerários da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil), candidata do PT à Presidência, e de Franklin Martins, ministro da Comunicação Social, hoje e cada vez mais o Rasputin deste rascunho de czarina que pretende suceder Lula. O imbróglio não deixa de ser um ensaio geral do que pode ser um governo Dilma. Se vocês acham que a ópera, com o tenor Lula, tem lá seus flertes com o desastre, vocês ainda não sabem do que é capaz a soprano. A crise atual mistura temperamento macunaímico, sordidez e trapaça. Dilma, Franklin e Vanucchi, a turma da pesada que, no passado, optou pelo terrorismo e hoje ocupa posições no alto e no altíssimo escalões da República resolveu dar um beiço nos três comandantes militares. O tiro, tudo indica, saiu pela culatra. E sobrou uma lição aos soldados. Vamos devagar. Tratemos um pouco do que vocês certamente já sabem e um tanto do que talvez não saibam. Na semana passada, a Secretaria Nacional de Direitos Humanos publicou um decreto, devidamente assinado pelo presidente Lula. Entre outras providências, instituía uma tal Comissão Nacional da Verdade para investigar crimes contra os direitos humanos cometidos durante o regime militar. Pois bem. A questão havia sido negociada com os comandos militares do Exército, da Marinha e da Aeronáutica. E olhem que estes senhores tinham ido bastante longe - e fica a lição: com essa gente, ceder um braço corresponde a ceder os dois, mais as duas pernas e também a cabeça. Os militares aceitaram a criação da tal comissão desde que o texto não restringisse a apuração de violações ao governo militar: também as organizações terroristas de esquerda teriam sua atuação devidamente deslindada. É preciso dizer com clareza, não? Dilma Rousseff pertenceu a uma organização terrorista, homicida mesmo: a Vanguarda Popular Revolucionária. Franklin Martins também praticou terrorismo. O seu MR-8 seqüestrava e matava. Vanucchi foi da Ação Libertadora Nacional, o que significa dizer que era um servo do Manual da Guerrilha, de Carlos Marighella, um verdadeiro manual de… terrorismo, que pregava até ataques a hospitais e dizia por que os bravos militantes deviam matar os soldados. Pois bem… Quiseram os fatos que estes três se juntassem, com o conhecimento de Tarso Genro, para redigir - alguém redigiu a estrovenga; falo de aliança política -, aquele decreto. E o combinado com os militares não foi cumprido: além de especificar que a Comissão da Verdade investigaria apenas um lado da batalha, há propostas singelas como estas:- deetermina que as leis aprovadas entre 1964 e 1985 sejam simplesmente revogadas caso se considere que elas atentam contra a tal “verdade”;- deetermina que os logradouros públicos e monumentos que tenham sido batizados com nome de pessoas ligada ao “regime” sejam rebatizados. Vocês entenderam direito: Lula assinou um decreto que não só dá um pé no traseiro do alto comando como, ainda, anuncia, na prática, a EXTINÇÃO DA LEI DA ANISTIA - para um dos lados, é óbvio. É isto: eles tentaram rever a tal lei. Viram que isso não é possível. Decidiram, então, dar uma de Daniel Ortega, que mandou suprimir trechos da Constituição de que ele não gosta. LULA SABIA Já disse: não tomo Lula por idiota - porque só um idiota não saberia. Mas admito: muita coisa tem as digitais do presidente sem que ele tenha a menor idéia do que vai lá. Isso é possível, sim. É por isso que existe uma CASA CIVIL. Não há - NOTEM BEM: NÃO HÁ - decreto presidencial que não tenha a chancela desse ministério. É uma de suas funções - a rigor, é uma de suas principais tarefas. Logo, funcionalmente, a responsável pelo texto é Dilma Rousseff. Que já se manifestou a favor da revisão da Lei da Anistia, ainda que dê outro nome ao que quer fazer. A questão é saber se Lula se comportou como um cretino ou como um irresponsável: se assinou algo dessa gravidade na inocência, sem ter sido advertido pela Casa Civil, então foi feito de bobo e tem de demitir Dilma. Se, como imagino, sabia muito bem o que ia lá e decidiu testar a elasticidade ou complacência dos militares, agiu como um irresponsável. DemissãoTrapaceados, os três comandantes militares decidiram pedir demissão. Os generais de quatro estrelas se reuniram para tratar de um assunto não ligado à profissão pela primeira vez em muitos anos. A tal Comissão da Verdade terá de redigir um projeto de lei para ser enviado ao Congresso dando forma e caráter à tal investigação. Lula tem quatro opções:1 - deixa o texto como está e negocia com os militares um projeto de lei que contemple a investigação dos dois lados;2 - muda o decreto e o devolve ao que havia sido negociado;3 - simplesmente recua do texto na íntegra;4 - a quarta opção é dizer o famoso “ninguém manda nimim” e deixar tudo como está. Pois é… Só que o “tudo como está” pode significar uma crise sem precedentes, grave mesmo, com possíveis atos de indisciplina. “A Lei da Anistia é um conquista do povo brasileiro, é seu patrimônio. E de milhares de pessoas que lutaram pela democracia. Por isso, mudá-la, na forma como querem fazer alguns, ou extingui-la é um atentado contra a própria democracia. É constrangedor assistirmos a cenas como essa”, afirma o deputado Raul Jungmann (PPS-PE), presidente da Frente Parlamentar de Defesa Nacional. Terão os comandantes militares se esquecido do modo como operam as esquerdas, de sua vocação para o ato sorrateiro, para as ações solertes? Só isso pode explicar aquela primeira concordância com a tal Comissão da Verdade. Do conjunto da obra, resta, pois, essa lição. E também há uma outra: em matéria eleitoral e nessa política que precisa de voto, Dilma é uma teleguiada de Lula: sem ele, ela não existe. Mas Dilma é quem é. E também quem foi. Com um simples decreto, que passou por sua mesa de ministra da Casa Civil, criou-se o mais grave incidente militar do governo Lula. O projeto é tê-la agora na Presidência. Vimos como agem com quem tem armas. Dá para imaginar do que são capazes com quem não tem. EncerroO nome da comissão - “da Verdade” - só pode ser coisa de algum piadista infiltrado no grupo. Como não pensar imediatamente em 1984, de George Orwell. Essa gente tem um perfil totalitário de manual; são stalinistas do calcanhar rachado. Querem até rever o batismo de logradouros públicos, num daqueles atos típicos de reescritura da história. Eis um país com Dilma Rousseff no topo. E com Franklin Martins no topo do topo
*Texto original aqui
A conta da festa
De Guilherme Fiuza na Época online:Alguém aí tem 140 bilhões de reais para emprestar? Não é um jeito muito simpático de começar 2010, mas é que o presidente da República deixou essa pendura para vocês. O rombo nas contas públicas em 2009 cresceu módicos 278%. É a fartura postiça do Plano Dilma. Postiça como o próprio plano, como a própria Dilma e suas verdades de ocasião. Mas não haverá problema. O Datafolha acaba de apontar Lula como o brasileiro mais confiável. Emprestem, portanto, esse dinheiro a ele. Deus lhes pague (sem recibo, que isso não se usa mais). Se Deus der calote, não adianta cobrar de Lula. Os dois hoje são praticamente a mesma pessoa. Aí é rezar para Santa Edwiges. Ou então para São Judas Tadeu, padroeiro das causas impossíveis. Ele vai dar um jeito de fazer com que essa conta feche. E com que o filho do Brasil (já em cartaz!) e sua enteada continuem distribuindo dinheiro de graça por aí, empregando a companheirada toda, e anunciando o final feliz mais barato da história. O brasileiro é um povo consciente. Se Lula é aclamado como a pessoa mais confiável do país, provavelmente já está vigorando a lei do almoço grátis. Empanturre-se à vontade. Não precisa enfiar a mão no bolso para pagar o banquete de 140 bilhões. Deixe que Lula faz isso por você, do jeitinho de sempre: aumenta mais um poquinho a Cide, a Cofins e outras sopas de letrinhas que você nem nota no cardápio; segura sua restituição de imposto e aplica no mercado financeiro; diminui o superávit e joga dívida para depois de amanhã, que ele não vai mais estar aí mesmo; deixa as linhas de transmissão de energia como estão e negocia um cessar-fogo com São Pedro. Vai dar tudo certo. A ressaca será grande, mas você também não pode querer tudo. Feliz Ano Novo.
Ganhadores da mega sena gastaram apenas R$ 2,00
De Jailton de Carvalho, de O Globo:Nem bolões, nem apostas altas. Os dois ganhadores Mega-Sena da Virada , que vão repartir R$ 144,9 milhões, o maior prêmio já pago por uma loteria na América Latina, fizeram apostas simples e gastaram apenas R$ 2 cada um. Um dos bilhetes premiados teve aposta registrada na lotérica Fila da Sorte, na rodoviária de Brasília. O outro ganhador fez a aposta na lotérica Avenida, em Santa Rita do Passaquatro, uma pequena cidade do interior de São Paulo. Segundo o vice-presidente de Fundos de Governo e Loterias da Caixa Econômica Federal, Wellington Moreira Franco, tudo indica que os novos milionários do país, principalmente o de Brasília, são de famílias de baixa renda.
sexta-feira, 1 de janeiro de 2010
Ministros em pé de guerra

Rio - O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, embarcou ontem para a folga de fim de ano, na Bahia, e terá de pensar numa saída para a crise instaurada entre os ministros Nelson Jobim, da Defesa, e Paulo Vannuchi, dos Direitos Humanos. Jobim teria até entregue uma carta de demissão a Lula, insatisfeito com a publicação do Programa Nacional de Direitos Humanos (PNRH). O projeto prevê a revisão da Lei da Anistia, que poderia levar a condenações os oficiais da época do regime militar. Ontem, o ministro da Justiça, Tarso Genro, disse que conversou com Lula e que não houve nenhum tipo de pedido de demissão nem problemas entre ministros. “Não há nenhuma conversa insanável”, disse o ministro. “Isso (o problema), o presidente vai resolver com a sua capacidade de mediação na volta das férias”. Tarso Genro, porém, adiantou que Lula deve revisar o programa. O encontro do ministro da Defesa com Lula foi no dia 22, na Base Aérea de Brasília, quando o ministro teria entregue o cargo. Solidários a Jobim, os três comandantes das Forças Armadas, Enzo Peri (Exército), Juniti Saito (Aeronáutica), e Júlio Moura Neto (Marinha) também decidiram que deixariam suas funções, caso a saída de Jobim fosse consumada. A insatisfação dos militares é com a “Comissão da Verdade” do Plano, que pretende apurar torturas e desaparecimentos durante o regime militar. O documento foi classificado por Jobim e pelos ministros militares como “revanchista e agressivo”. Pelo acordo feito com Lula, o texto do programa não será reescrito, mas as propostas da lei a serem enviadas ao Congresso não afrontarão as Forças Armadas e, se for preciso, a base governista será mobilizada para não aprovar textos de caráter revanchista. Para as Forças Armadas, a cerimônia de premiação de vítimas da ditadura também teria sido uma armação para constranger militares, tendo a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, como figura central, não só por ter sido torturada, mas também por ter chorado e escolhido a ocasião para exibir o novo visual de cabelos curtos após a quimioterapia. Os militares também criticam trecho do Plano que proíbe que ruas, praças, monumentos e estádios tenham nomes de pessoas que praticaram crimes na ditadura.
Brasil tem dois novos milionários no início do ano
Dois sortudos, com apostas feitas no município de Santa Rita do Passa Quatro, em São Paulo, e outra em Brasília (DF), acertaram as seis dezenas da Mega-Sena da Virada e vão dividir o prêmio de R$ 144.901.494,91, que já é o maior já pago pela loteria, segundo informou a Rede Globo. O valor é 75% maior que a previsão inicial, que era de R$ 85 milhões. Segundo a Caixa, cerca de 70 milhões de pessoas registraram bilhetes com uma média de três apostas por cartão. As lotéricas receberam as apostas até as 14h (horário de Brasília) desta quinta, último dia do ano. Com o valor do prêmio é possível comprar 5.800 mil carros populares e, se aplicado na poupança, o rendimento mensal passaria dos R$ 725 mil por mês, de acordo com cálculos da Caixa. Antes, o maior valor já pago pela loteria foi de R$ 64,9 milhões, a um apostador de Salvador (BA), em outubro de 1999.O ano começa com festa onde Lula é privilegiado
O "Financial Times" aposta em Dilma 2010, segundo a Folha Onlin
O ano de 2010 começou com festa. No mundo inteiro e, em especial no Brasil, o ano começa com festas, articulações políticas e com novos indícios de que para os gestores do governo federal e seus adeptos, a campanha eleitoral já começou a tempos atrás.
A Folha de São Paulo "aderiu" de vez às pretensões de Luiz Inácio e sua turma. Para começar o ano, tasca na Folha Online manchetes principais 0onde se lê: ...Lula é o brasileiro mais confiável, aponta pesquisa. ( Pesquisa da própria Folha, diga-se de passagem ). O interessante é que nesta mesma pesquisa a Folha apurou que entre os mais ricos o mais confiável é Chico Buarque. Sinceramente: ô pesquisa marôta!!!
Outra chamada, logo abaixo da manchete sobre a "pesquisa", vê-se que o "filme de Lula" será exibido em festival na Espanha. Logo após, outra chamada: "Financial Times" prevê Dilma eleita em 2010.
Começou bem a Folha Online. Acho que Lulou de vez. Estampa no primeiro dia do ano manchete principal, seguida de duas manchetes secundárias - todas em página principal - com elogios velados a Luiz Inácio e assunto favorável as suas pretensões eleitoreiras.
Estivéssemos em um país sério, com meios de tornar atentas a oposição e a Justiça Eleitoral, a imprensa brasileira não seria, digamos, tão objetiva em seus direcionamentos políticos.
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
Para você ganhar um belíssimo ano novo

Para você ganhar um belíssimo Ano Novo...
Não precisa fazer lista de boas intenções para arquivá-las na gaveta.
Não precisa chorar de arrependimento pelas besteiras consumadas nem parvamente acreditar que por decreto da esperançaa partir de Janeiro as coisas mudem e seja claridade, recompensa, justiça entre os homens e as nações, liberdade com cheiro e gosto de pão matinal, direitos respeitados, começando pelo direito augusto de viver.
Para ganhar um ano-novo que mereça este nome, você, tem que merecê-lo, tem de fazê-lo novo.
Eu sei que não é fácil mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo cochila e espera desde sempre.
Um maravilhoso Ano Novo para você!
*Carlos Drumond



