sábado, 16 de maio de 2009

Porque hoje é Sábado, uma bela mulher

Dose tripla da beleza da atriz Maria Fernanda Candido

Sujeira na Petrobrás


Charge Sinfronio-Diário do Nordeste

Está circulando na internet

As voltas que o mundo dá

Em 1949, a maioria dos intelectuais acreditava que o comunismo salvaria a China.
Em 1969, esses mesmos intelectuais acreditavam que a China (com sua Revolução Cultural) salvaria o comunismo (o que, após Stalin e a Primavera de Praga, finalmente começou a ser desacreditado).
Em 1979, o primeiro-ministro Deng Xiao Ping percebeu que somente o capitalismo salvaria a China.
Em 2009, o mundo inteiro acredita que somente a China pode salvar o capitalismo!

A desculpa irresponsável e descabida de Cristóvão Buarque

O senador Cristovam Buarque (PDT-DF) retirou a assinatura da CPI da Petrobrás. O governo dizia que conseguiria demover mais sete da idéia de instalar a CPI. O Governo trata o DEM é como "aliado" nessa batalha, mas os membros do DEM só entrariam nessa se fossem, realmente, muito "ingênuos", é no DEm que petistas, como Mercadante e Ideli, por exemplo, adoram bater. Cristovam Buarque, pelo que se sabe, é da base aliada, não se sabe o porquê de sua assinatura ( logo retirada ). Não se pode dizer que foi para negociar alguma coisa ou não. Se não foi por quê assinou? Isso não se sabe. Mas é lamentável a patetice da argumentação que usou para retirar a assinatura. Segundo disse, procedeu assim porque as oposições descumpriram um acordo de só instalar a comissão depois do depoimento de Sérgio Gabrielli, presidente da Petrobras, a uma comissão do Senado.A desculpa, como diz Reinaldo Azevedo: "é de chorar e só dá conta dos desacertos desse político, que já pareceu bem maior, de uma certa grandeza lírica... "Ele bem o sabe que não houve e não haveria tal acordo. Mas será que ele quer enganar a si próprio??? È, Freud deverá explicar!

"Irresponsável é não investigar"

Segue nota do PSDB:
Brasília (15 de maio)
Sobre os comentários do Presidente da República em relação ao PSDB e a CPI da Petrobras, o partido responde:
1- irresponsável são as diretorias "severinas" de furar poço;
2- irresponsável é lotear cargos;
3- irresponsável é a obsessão de setores não republicanos e estranhos a Petrobras por espaços na empresa;
4- irresponsável é não fiscalizar a Petrobras;
5- irresponsável é não aprender a lição de que, cada vez mais, as grandes organizações empresariais caminham no sentido da máxima transparência;
6- irresponsável é não termos regulação adequada, como mostra a raiz da recente crise econômica mundial que chegou ao Brasil.
Ao contrário será o PSDB, que não fará uma CPI contra a Petrobras. Junto com o Senado, o PSDB quer contribuir com essa empresa que é de todos os brasileiros. As declarações do Presidente Lula demonstram o tipo de diálogo oferecido: quando tudo não sai como o governo quer, voltam os resquícios autoritários.Quem coloca sua própria ética em dúvida inventa pretextos para não ser investigado.
Sérgio Guerra, presidente nacional do PSDB
Arthur Virgílio, líder da bancada no Senado

Saiba o que a CPI quer investigar sobre a Petrobras

O Senado instalou hoje uma CPI para investigar a Petrobras. O requerimento da oposição pede a investigação de possíveis irregularidades constatadas pela Polícia Federal na empresa. A CPI também vai apurar denúncias de sonegação fiscal e supostas irregularidades no repasse de royalties a prefeituras. Em abril, a PF confirmou que abriu um inquérito para apurar supostos desvios no pagamento de royalties de petróleo da Petrobras para prefeituras do Rio. A Petrobras nega. Segundo artigo publicado na revista "Veja", um dos investigados seria Victor Martins, diretor da ANP (Agência Nacional de Petróleo) e irmão do ministro Franklin Martins (Comunicação). A "Veja" diz que Victor Martins é sócio de uma empresa que direcionaria pareceres da ANP sobre a concessão de royalties de petróleo. Com isso, a consultoria favoreceria prefeituras que aceitassem contratar a empresa. À época, o diretor-geral da ANP, Haroldo Lima, defendeu Victor Martins e disse que essa história é "tempestade em copo d'água". "O Victor Martins se caracteriza dentro da ANP como um diretor chato, o cara que fica espezinhando. Ele está longe de ser um diretor liberal, é um diretor muito rigoroso, muito preciosista." Em 2007, a PF deflagrou a Operação Águas Profundas para investigar supostas fraudes nas licitações para reforma de quatro plataformas de exploração de petróleo: P-10, P-14, P-16 e P-22. Os contratos de reformas nas plataformas somam cerca de R$ 200 milhões. Na ocasião, o Ministério Público Federal denunciou 26 pessoas. Entre os presos estavam três funcionários da Petrobras: Carlos Alberto Pereira Feitosa (coordenador da comissão de licitação), Carlos Heleno Netto Barbosa (gerente geral da unidade de serviços e sondagem semi-submersíveis) e Rômulo Miguel de Morais. De acordo com o procurador da República Carlos Alberto Aguiar, em troca de carros, viagens ao exterior, entre outras formas de propina, os funcionários da Petrobras repassavam informações privilegiadas para a Angraporto, o que permitia a fraude nas licitações favorecendo a Mauá Jurong e a Iesa. Reportagem publicada pelo jornal "O Globo" informou que a Petrobras modificou, no último trimestre do ano passado, a forma de recolher os tributos sobre ganhos sobre variação cambial e que isso não poderia ser feito durante o exercício. Essa mudança teria gerado um crédito tributário de R$ 4 bilhões para a estatal que foi compensado em outros tributos, como a Cide (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico), cobrada sobre os combustíveis.

Oficialmente, Governo não consegue abafar CPI da Petrobrás

Apenas os senadores Adelmir Santana (DEM-DF) e Cristovam Buarque (PDT-AM) também retiraram suas assinaturas do requerimento de instalação da CPI para a apuração de desvios de verbas públicas e superfaturamento de obras na Petrobrás. Isto reduz para 30 as assinaturas reunidas pela oposição para que a comissão seja instalada. Para que a CPI não seja instalada, os governistas precisam convencer mais quatro senadores a também retirarem suas assinaturas do texto. A oposição havia reunido 32 assinaturas com o pedido de instalação da comissão, cinco a mais que o mínimo necessário de 27 senadores --como previsto pelo regimento do Senado. Para enterrar a CPI, seis senadores têm que retirar suas assinaturas do requerimento. O regimento do Senado estabelece a meia-noite desta sexta-feira como prazo máximo para a inclusão ou retirada de assinaturas do texto. Ao longo do dia, o ministro José Múcio Monteiro (Relações Institucionais) e líderes governistas representados pelo senador Gim Argello (PTB-DF) deflagraram uma operação de guerra para tentar convencer parlamentares a retirarem o apoio à comissão. Múcio disparou telefonemas para senadores governistas e da oposição na tentativa de reverter a criação da CPI. O ministro procurou, em especial, senadores do DEM para retirarem as assinaturas, uma vez que os democratas haviam concordado em suspender a criação da CPI. O PSDB ficou isolado na defesa da comissão, o que provocou um racha da oposição no Senado. Irritados com a possibilidade de suspensão da CPI, os tucanos forçaram a leitura do requerimento de criação da comissão na manhã desta sexta-feira, com o senador Marconi Perillo (PSDB-GO) na presidência dos trabalhos do Senado. Após a leitura, os governistas deflagraram a "operação abafa" da CPI.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Governo Lula, enfim, admite:Economia pode ficar estagnada em 2009

Não era marolinha: O ministro da Fazenda, Guido Mantega, admitiu nesta quinta-feira que a economia pode ficar estagnada neste ano e que, no melhor dos cenários, espera um crescimento de 2%. Mantega, no entanto, enfatizou que não espera retração do PIB (Produto Interno Bruto). "Eu continuo com a minha projeção de que nós deveremos ter um crescimento positivo este ano, ao contrário da maioria dos países, que ficará entre 0% e 2%", disse. O ministro acredita em um "forte crescimento" da economia no último trimestre de 2009, após uma recuperação gradativa no decorrer do ano. Segundo ele, o crescimento de 0,3% na vendas do varejo em março, indica que "talvez a retração que houve nos meses anteriores tenha terminado". Mantega contou que consultou diversas modalidades de comércio varejista e, tendo essas conversas como base, acredita que o setor "já está em forte recuperação". O ministro falou após um encontro com executivos da Editora Abril, em São Paulo.

Lula, com medo, tenta barrar CPI da Petrobras

Por ordem de Lula, o Planalto deflagrou uma articulação para tentar impedir a abertura da CPI da Petrobras. O presidente irritou-se ao ser informado de que o requerimento da CPI recebera as assinaturas de sete senadores filiados a legendas “governistas”. Irritou-se ainda mais quando lhe disseram que, sem os jamegões dos “Silvérios”, o pedido de CPI não poderia ter sido protocolado na Mesa do Senado. Deve-se a iniciativa ao senador Álvaro Dias (PSDB-PR), o pedido foi protocolado nesta quarta-feira. Agiu com o respaldo da cúpula oposicionista.Para não deixar dúvidas quanto à unidade, os rivais de Lula converteram um ato corriqueiro –a entrega do requerimento de CPI à Mesa do Senado—em ritual solene. O séquito que acompanhou Álvaro Dias incluiu os presidentes das três legendas de oposição: Sérgio Guerra (PSDB), Rodrigo Maia (DEM) e Roberto Freire (PPS). Reza o regimento do Senado que uma CPI só pode ser aberta se obtiver o apoio de pelo menos 27 senadores. Em cinco dias úteis, Álvaro Dias amealhou 32 assinaturas, cinco além do necessário. A oposição só conseguiu esse número de assinaturas porque obteve a adesão de dissidentes notórios e de governistas claudicantes. Toda a bancada do PSDB –13 senadores— assinou. No DEM, dono de uma tropa de 14 senadores, houve duas defecções. Deixaram de assinar: Rosalba Carlini (DEM-RN) e Eliseu Resende (DEM-MG). Na ponta do lápis: 13 tucanos + 12 ‘demos’ = 25 senadores.Ou seja, faltariam duas assinaturas para atingir a marca fatídica de 27. Vitaminada pelas sete adesões pescadas nas logomarcas governisas, a lista foi a 32. O PMDB compareceu ao requerimento de CPI com quatro nomes: Jarbas Vasconcelos (PE), Pedro Simon (RS), Mão Santa (PI) e Geraldo Mesquita Jr (AC).No PTB, a oposição arrebanhou duas assinaturas: Mozarildo Cavalcanti (RR) e Romeu Tuma (SP). O “quinta-colunismo” de Tuma foi o que mais deixou Lula abespinhado. Romeu Tuma Jr., o primogênito do senador, encontra-se empregado na equipe do ministro Tarso Genro. Ocupa cargo vistoso: secretário Nacional de Justiça. Do PDT, pingou na lista de Álvaro Dias a assinatura de Cristovam Buarque (DF). Na guerra da CPMF, ameaçara rebelar-se. Depois, acabou votando com o governo. Como primeira providência, o Planalto vai tentar convencer signatários do pedido de CPI a retirar seus nomes do requerimento da oposição. Confirmando-se o malogro, não restará ao Planalto senão recorrer a um aliado de todas as horas, o presidente do Senado José Sarney (PMDB-AP). A CPI só será formalmente criada no instante em que Sarney fizer a leitura do requerimento no plenário. É algo que ele pode postergar, mas não tem como evitar. Confirmando-se a autenticidade das assinaturas, a leitura é um imperativo regimental.Uma vez oficializada, a instalação da CPI ficará na dependência dos líderes partidários. Cabe a eles indicar os representantes de cada legenda na comissão. A CPI terá 11 membros titulares e sete suplentes. A composição segue a lógica da proporcionalidade das bancadas. O prazo de funcionamento da CPI é de 180 dias. Começando imediatamente, terminaria, em tese, no mês de novembro. Adiada, envenenaria o calendário eleitoral.Argumenta-se que, do modo como foi redigido, o requerimento traz tantos “fatos” que acabou tornando-se uma “genérica”.Inclui, além da Petrobras, a ANP. Fala de fraudes em licitações, desvios de verbas dos royalties e superfaturamento de obras. Trata até do patrocínio da Petrobras a um encontro de entidades negras realizado na Bahia. Um eventual questionamento teria de ser dirigido ao STF.

Caixa Econômica Federal, inicia hoje feirões de imóveis

A Caixa Econômica Federal inicia nesta quinta-feira sua maratona de feirões da Casa Própria pelo país, com oferta total de 109 mil imóveis. A primeira cidade a receber o feirão é o Rio de Janeiro. A partir de amanhã (15), o feirão abre também em Salvador, Belo Horizonte, Curitiba e Uberlândia. Em todas estas as cidades o evento ocorre até domingo (17).Pelo pacote, imóveis de até R$ 130 mil poderão ser vendidos a famílias com renda de três a dez salários mínimos (R$ 1.395 a R$ 4.650).O subsídio do programa a quem ganha R$ 1.395 chega a R$ 23 mil. Ou seja, um imóvel que custa R$ 100 mil poderá ser financiado por R$ 77 mil, a juros que variam de 5% a 8,16% ao ano. Quem tem conta no FGTS há mais de três anos terá juros 0,5 ponto percentual mais baixo nos financiamentos com recursos do fundo. Assim, a taxa mínima passa para 4,5% ao ano.Já para aqueles que planejam comprar um imóvel de maior valor, é possível usar as linhas de financiamento imobiliários que usam os recursos da poupança.