terça-feira, 21 de março de 2017

No The Noite, Bolsonaro mostra a humildade que falta aos petistas.

O deputado Jair Bolsonaro foi o entrevistado no programa “The Noite” de Danilo Gentili nesta segunda. Falou bastante do nióbio, que julga ser um recurso inexplorado no Brasil e que mereceria mais investimentos para agregar valor para exportação, e também de segurança, defendendo abertamente o direito individual de posse de arma e o fim da mentalidade que transforma bandido em “vítima da sociedade”.
Essa pegada pela ordem é, sem dúvida, a marca mais forte do provável candidato a presidente em 2018. O povo, cansado da inversão de valores na sociedade, do discurso de vitimização dos marginais e da revolução cultural “progressista”, enxerga em Bolsonaro alguém com a coragem e a determinação de comprar essa briga, de reverter esse quadro.
É na economia, porém, que ele escorrega mais. Ainda carrega um ranço nacionalista que incomoda bastante os liberais, coloca-se contra privatizações e mesmo na questão do nióbio deixa transparecer um viés estatizante não condizente com o liberalismo. Mas tem uma grande vantagem em relação aos esquerdistas estatizantes: humildade para reconhecer que não domina o tema.
*Com Rodrigo Constantino

Tony Ramos fala sobre a Friboi.

O ator Tony Ramos fala a Jovem Pan sobre sua participação nos comerciais da Friboi.

sábado, 18 de março de 2017

Grampo mostra que Osmar Serraglio tratava como "chefe" um dos líderes da Carne Fraca.


O ministro da Justiça, Osmar Serragli, que está em Porto Alegre, apareceu nesta sexta-feira em conversa gravada pela Polícia Federal durante as investigações da Operação Carne Fraca, que apura um esquema de liberação de licenças e fiscalização irregular de frigoríficos, com 309 mandados em 6 estados e no Distrito Federal.

Em uma ligação grampeada, Serraglio, que na época era deputado e não ministro,  chama de “grande chefe” um dos líderes do suposto esquema, o ex-superintendente regional do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa) Daniel Gonçalves Filho.

Delegados da Polícia Federal não acreditam que ele tenha cometido algum crime no caso, mas as informações serão repassadas à Procuradoria-Geral da República.

Veja a transcrição da conversa:

- Osmar Serraglio: grande chefe, tudo bom?
- Daniel: tudo bom
- Osmar: viu, tá tendo um problema lá em Iporã, cê tá sabendo?
- Daniel: não
- Osmar: o cara lá, que... o cara que tá fiscalizando lá... apavorou o Paulo lá, disse que hoje vai fechar aquele frigorífico... botô a boca... deixou o Paulo apavorado! Mas pra fechar tem o rito, num tem? Sei lá. Como que funciona um negócio desse?
- Daniel: deixa eu ver o que acontecendo... tomar pé da situação lá tá... falo com o Senhor (...)
saiba mais

Em evento no Rio Grande do Sul, Serraglio comentou o conteúdo da conversa gravada.
"Esse frigorífico fica a uns 50 km da minha cidade. É o frigorífico que um dia recebeu, eu tô sabendo pelo que eu olhei na imprensa, porque telefonema a gente dá e muito. Eu recebi um comunicado dizendo que iriam fechar o frigorífico", afirmou o ministro."Aí eu liguei pra quem, a expressão que a imprensa tá explorando de alguma maneira porque eu chamei de chefe, ele é o chefe, aquele cidadão com quem eu falei é o superintendente do Paraná da Agricultura."

O país da fraude.

Brasil: a gasolina é álcool, a cerveja é suco de milho, o azeite é óleo de soja, o leite é soda cáustica, o café é cevada, o pão de trigo é feito com polvilho, a mulher que foi capa do ano da Playboy em 1984 era na verdade um homem e a carne fresca é reciclada. Aqui o sujeito é a favor do aborto mas contra a pena de morte, acha que beber cerveja faz mal mas fumar maconha não, denuncia o feminicídio mas apóia a redução da pena por estupro, defende plebiscito pro povo opinar sobre reforma trabalhista mas não pra casamento gay, e acha que cada um deve ter liberdade pra cheirar cocaína, mas não pra se defender usando arma de fogo. E vocês realmente acham que votar a cada 4 anos vai resolver alguma coisa?

sexta-feira, 17 de março de 2017

Autêntica máfia de políticos continua querendo brecar a Operação Lava-Jato.

As delações dos diretores e ex-diretores da empreiteira Odebrecht, a maior do país, serviram para mostrar ao mundo que possuímos uma autêntica máfia cujos principais integrantes são o presidente do Senado Federal, Eunício de Oliveira (PMDB-CE), da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), ministros, governadores e parlamentares, todos sob o comando do ex-governador do Estado do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, hoje atrás das grades, onde também está encarcerada sua mulher Adriana Ancelmo, pelas mesmas razões. Esse grupo hoje tem um mesmo objetivo: desqualificar a Operação Lava-Jato, que nos últimos três anos, sob a liderança do juiz Sérgio Moro, tem mostrado ao mundo o tamanho da roubalheira que vem destruindo o Brasil e colocando no esgoto a credibilidade dos nossos políticos. A lista do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, obriga o presidente Michel Temer a afastar do Governos todos os ministros envolvidos, bem como senadores e deputados deveriam praticar um ato de alguma dignidade, que seria o afastamento de seus cargos até a conclusão dos processos;
Disso tudo se conclui um fato: o Supremo Tribunal Federal (STF) não pode continuar sendo lento. Cabe à Corte aceitar todas as solicitações de Rodrigo Janot. Os cidadãos brasileiros tem necessidade de dar credibilidade ao Governo e principalmente ao Poder Judiciário. Somente assim os homens públicos poderão provar que além de honestos também se parecem honestos. O que não podem mais é ficar tramando soluções sobre a legalidade ou não do "Caixa 2". Eles não podem ser tratados de modo diferente de qualquer pessoas. Basta perguntar à Receita Federal qual seu procedimento quando o cidadão comum é descoberto com um "Caixa 2" na sua contabilidade pessoal ou empresarial. Não pode de jeito nenhum prevalecer aquela tese do ex-presidente Lula lançada em 2005, quando flagrado no "Mensalão do PT" de que o partido fez o que todos os partidos sempre fizeram. Muito menos cabe a um ministro do STF, Gilmar Mendes, defender tal teoria e ainda achar tudo normal. É o que não podemos deixar de gritar contra esse verdadeiro deboche vindo desse time de mafiosos.

http://pontoetvirgula.blogspot.com.br/2017/03/autentica-mafia-de-politicos-continua.html

quarta-feira, 15 de março de 2017

Fogo amigo?

 
MST invade fazenda de Eike Batista em Minas Gerais.
Quando era milionário e amigo do famigerado “Lula Brahma”, Eike Batista, estava blindado e protegido. Hoje, preso e ignorado pelo ex-presidente, teve o desprazer de assisti o Movimento Sem Terra - MST, aquele que o governo Petista sempre sustentou, de uma hora para outra, resolver invadir as propriedades do ex-marido de Luma de Oliveira que, possivelmente, acredita-se, ter obtido a sua grande fortuna no rolo da corrupção desenfreada, que há tempo impera no Brasil
Mulheres integrantes do Movimento dos Sem-Terra (MST) invadiram nesta quarta-feira (8) uma fazenda de Eike Batista em Itatiaiuçu, na região metropolitana de Belo Horizonte (MG). A Fazenda Santa Terezinha tem 3 000 hectares e estaria improdutiva segundo o MST.
De acordo com a Polícia Militar, um advogado de Eike registrou a ocorrência na Polícia Civil para entrar com pedido de reintegração de posse. A reportagem não conseguiu contato com a defesa do empresário.
*Via Veja/Abril.

Prisão faz Sérgio Cabral e Adriana Ancelmo entrarem em crise no casamento.

É a velha história de "na alegria e na tristeza e na saúde e na doença". Cabral quer cair fora de Bangu 8 de qualquer maneira. Vai para o novo presídio onde ficava o antigo Batalhão Especial Prisional, que Pezão mandou reformar, aliás, no momento é a única obra do Governo do Estado em andamento. Só que Adriana Ancelmo sabe que Cabral indo embora de Bangu ela vai perder regalias, que na nota são chamadas de "deferências". Esse é o motivo da briga. Mas Cabral, pelo jeito, quer resolver o problema dele, Adriana que se vire.

quinta-feira, 2 de março de 2017

Odebrecht confirma caixa 2 para campanha Dilma-Temer.


                                                             Foto: Paulo Lisboa|Foto Press
                          Marcelo Odebrecht chega para depor ao TSE 

Brasília e Curitiba - O executivo Marcelo Odebrecht, herdeiro e ex-presidente do grupo que leva seu sobrenome, disse nesta quarta-feira, 1, em depoimento à Justiça Eleitoral, que 4/5 dos recursos destinados pela empresa para a campanha da chapa Dilma Rousseff-Michel Temer em 2014 tiveram como origem o caixa 2. Segundo relatos, Marcelo afirmou que a petista tinha dimensão da contribuição e dos pagamentos, também feitos por meio de caixa 2, ao então marqueteiro do PT, João Santana. A maior parte dos recursos destinados ao marqueteiro era feita em espécie. 
O valor acertado para a campanha presidencial da chapa reeleita foi de R$ 150 milhões. Deste total, de acordo com o empresário, R$ 50 milhões eram uma contrapartida à votação da Medida Provisória do Refis, encaminhada ao Congresso em 2009, e que beneficiou a Braskem, empresa controlada pela Odebrecht e que atua na área de química e petroquímica. 

No depoimento, Marcelo citou um encontro com Dilma no México, ocasião em que lembrou a ela que os pagamentos feitos a Santana estavam “contaminados”, uma vez que as offshores utilizadas por empresários do grupo serviam para pagamento de propina. Conforme relatos, o empreiteiro afirmou, no entanto, que esse assunto era normalmente tratado entre o ex-ministro Antonio Palocci e Santana. 

No depoimento, Marcelo Odebrecht foi questionado sobre o início da relação com o governo do PT e ressaltou que as primeiras conversas ocorreram em 2008, quando foi procurado para fazer doações para as eleições municipais daquele ano, especificamente para as que João Santana estava trabalhando.

Jaburu. Marcelo Odebrecht confirmou ter se encontrado com o presidente Michel Temer durante tratativas para a campanha eleitoral de 2014, mas negou ter acertado com o peemedebista um valor para a doação. Ele informou que não houve um pedido direto pelo então vice-presidente da República para a doação de R$ 10 milhões ao PMDB. 

Segundo relatos, Marcelo afirmou que o valor já estava acertado anteriormente e que o encontro foi apenas protocolar. De acordo com o empresário, as tratativas para a doação foram feitas entre o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, e o executivo Cláudio Melo Filho. Ele admitiu que parte dos pagamentos pode ter sido feita via caixa 2. 

Em anexo de delação premiada que vazou em dezembro, Melo Filho, que é ex-diretor de Relações Institucionais da Odebrecht, mencionou o jantar no Palácio do Jaburu no qual, segundo ele, Temer teria pedido pessoalmente “auxílio financeiro” ao empreiteiro, que se comprometeu com R$ 10 milhões. 

Ao depor nesta quarta em Curitiba na ação que tramita no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Marcelo Odebrecht disse que Temer não mencionou a doação de R$ 10 milhões. 

Ele confirmou que o jantar foi realizado no momento em que o grupo de Temer negociava uma doação da Odebrecht para apoiar candidatos do partido. 

O encontro no Jaburu serviria para selar o acordo de que R$ 6 milhões dos R$ 10 milhões ao grupo do PMDB de Temer seriam encaminhados para a campanha de Paulo Skaf. De acordo com Marcelo, só após a saída do vice-presidente do local, ele conversou com Padilha e com Melo sobre o tema. Ainda de acordo com ele, parte dos R$ 6 milhões não chegou a ser paga. 


Marcelo Odebrecht disse ainda à Justiça Eleitoral que a interlocução com o PMDB era dispersa. Os executivos da empresa tinham relação com os Estados, enquanto Melo atuava dentro do Senado em contato com o atual presidente do partido, Romero Jucá (RR). Na Câmara, o contato era com Padilha – mas também foi mencionado o nome do deputado cassado Eduardo Cunha (RJ), que mantinha relação com o empresariado.
*Erich Decat, Beatriz Bulla e Ricardo Galhardo, em O Estado de S.Paulo

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

A Odebrecht entrega o "chefão".

ACABOU O MITO! ODEBRECHT ENTREGA LULA, O CHEFÃO DO PETROLÃO

Lula recebeu propina em dinheiro vivo no escândalo do Petrolão

A revista IstoÉ vem com uma matéria bombástica que enterra de uma vez por todas o mito Luiz Inácio Lula da Silva. O chefão do Petrolão foi finalmente desmascarado por Marcelo Odebrecht, empreiteiro preso pela Operação lava Jato, que resolveu em acordo de delação premiada mostrar ao Brasil o quanto Lula é ladrão do dinheiro público. A matéria da IstoÉ já está disponível na sua plataforma on-line e é devastadora para o PT e seu líder maior. Outros políticos de vários partidos também serão atingidos pela bomba de Marcelo Odebrecht. Todavia, é sobre a cabeça de Lula que caiu o principal “míssel atômico”. Está provado! Lula é corrupto e recebeu propina em dinheiro vivo! Lula é o maior canalha do Brasil ao posar sempre de santinho quando na verdade estava enriquecendo a si mesmo e a toda a sua família às custas de corrupção da grossa, como bem diz o povo brasileiro.