sábado, 5 de março de 2016

Comunistas petistas atacam para rasgar a bandeira nacional.

Nossa bandeira, símbolo da pátria, é desrespeitada por petistas.
"Vim apoiar o presidente porque há uma tentativa de impedir que ele seja presidente me 2018", disse Moisés Selerges, 50 anos, funcionário da Mercedes Benz e filiado ao Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo. Segundo ele, a mobilização dos apoiadores foi feita pelo sindicato, que telefonou para casa dos manifestantes.
Com tais alegações dezenas de pessoas se juntaram aos militantes de CUT, MST e demais segmentos comunistas que apoiam líderes petistas, se manifestaram contra a 24ª fase da operação lava jato que ouviu Luiz Inácio Lula da Silva como investigado.
Muitos dos manifestantes se excederam e partiram para a agressão contra os que apoiavam a Operação da Polícia Federal, 
Os vândalos petistas/comunistas, inclusive chegaram a rasgar bandeiras do Brasil num claro desprezo ao símbolo nacional.

sexta-feira, 4 de março de 2016

César: Ou o MP ou o ministério.

A juíza federal do Distrito Federal Solange Salgado acatou pedido feito pelo deputado Mendonça Filho (DEM) e derrubou a nomeação do novo ministro da Justiça, Wellington César. 
Ao conceder a liminar, ela considerou ser incompatível o exercício do cargo no Executivo para um integrante do Ministério Público. 
Segundo a juíza, nada impede que caso ele faça a exoneração ou se aposente no MP, seja novamente nomeado ministro. 
                    *Por Severino Motta-Radar On-Line

Delcídio será desmoralizado e com medo de morrer, vai desmentir tudo e ficar calado?


Segundo o dito popular: quem tem, tem medo e com Delcídio não deve ser diferente.


O Senador Delcídio Amaral, homem de confiança do Governo Petista, pois até pouco tempo era o líder desse mesmo governo, entrou no processo de desmoralização pública. Falou Dilma, falou Jaques Wagner, falou Eduardo Cardoso e o que se observa é que as palavras tem o objetivo claro de desmoralizar o senador.
Pois é! Taxado, inicialmente, de imbecil pelo ex presidente Lula, no momento em foi preso, Delcídio está perdido e, provavelmente, nunca mais terá o apoio do pessoal  do partido a que serviu em processo de liderança, será preso e, envergonhado, poderá até se suicidar.
É possível que a ele, já tenha ter sido  enviado algum emissário para lhe abrir os olhos e mandá-lo dá um possível  nó na língua. A máfia brasileira não perdoa, joga palavras no ar como fumaça, esconde a verdade e pune o  linguarudo, de forma dura e eficaz. Segundo os entendidos, a politica da máfia é: amigo é amigo, Fdp é Fdp e, portanto, tem que se lascar.
Delcídio, ao que parece, depois dessas declarações é carta fora do Baralho, assim como foi também o Publicitário Marcos Valério que, sem que ninguém saiba explicar, o cara enfiou a língua em algum lugar e foi para o sacrifício, pegando, sozinho, quase 40 anos de prisão. Covardia? Ou medo? Só o tempo dirá.
Porém, o que se observa é que: se o senador vivia dentro do governo alguma coisa ou tudo que disse deve ser verdade, mas a  máfia trabalhará para desqualificá-lo.

Nada disso adianta, pois o nosso povo é adepto de parada Gay e/ou Carnaval, as Forças Armadas estão num processo de aparelhamento comunista e jamais tomarão alguma atitude contra um aliado e como somente esses dois poderiam dar um novo rumo ao Brasil, chega-se a conclusão que: só Deus, abreviando o processo da morte, nos livrará desses bandidos 

terça-feira, 1 de março de 2016

Andrade diz ter pagado ilegalmente dívida de campanha de Dilma em 2010.


Foto:Daniel Marenco - Folhapress. 
Na foto acima, Dilma Rousseff durante campanha à Presidência, em 2010, em Fortaleza.
A Andrade Gutierrez, segunda maior empreiteira do país, afirma ter pago despesas com fornecedores da campanha eleitoral de Dilma Rousseff em 2010. O pagamento, ilícito, foi feito por meio de contrato fictício de prestação de serviço. 

A revelação foi feita no acordo para a delação premiada de 11 executivos da Andrade, segundo a Folha apurou, e é a primeira citação direta de irregularidade apurada pela Lava Jato que envolve uma campanha da presidente da República. 

O fornecedor conhecido até aqui, segundo pessoas que tiveram acesso aos detalhes do acordo no Ministério Público Federal, é a agência de comunicação Pepper –que trabalhou para Dilma em 2010. 

O pagamento foi feito, segundo delatores, a pedido direto de um dos coordenadores da campanha do PT. 

Para dar um aspecto de regularidade ao pagamento em sua contabilidade, a Andrade produziu um contrato fictício com a Pepper, segundo o relato. O valor, segundo o mesmo relato, superava os R$ 5 milhões à época. 

Em 2010, a Andrade Gutierrez fez três doações oficiais para o comitê financeiro da campanha de Dilma, entre agosto e outubro, que somam R$ 5,1 milhões. Já a campanha de Dilma declarou gastos de R$ 6,5 milhões especificamente com a agência Pepper. 

De acordo com ministros do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), esse tipo de triangulação representa caixa dois. Como se trata da campanha de 2010, na Justiça Eleitoral não haverá implicações diretas em caso de comprovação do crime, como perda do mandato, porque o governo se encerrou em 2014. 

Cabem, contudo, ainda ações criminais sobre o episódio. 

Procurado pela Folha, o tesoureiro da campanha presidencial de 2010, José de Filippi Júnior, negou irregularidades apontadas pela Andrade Gutierrez. Segundo ele, "tudo foi feito de maneira legal, legítima e não houve fraude". 

A Pepper informou que não tem conhecimento da delação da Andrade e que só vai se manifestar no momento e no foro apropriados. A empresa afirmou ainda que fechou contrato com a empreiteira e que entre os serviços prestados estavam o monitoramento de redes sociais e apresentação sobre as ferramentas para diretores da empresa. 

MAIS REVELAÇÕES 

Além de informações sobre a campanha de 2010, o roteiro acertado com os procuradores inclui ainda revelações sobre irregularidades cometidas nas obras da usina nuclear de Angra 3, da hidrelétrica de Belo Monte, na Petrobras e em três estádios da Copa do Mundo (Arena Amazonas, Maracanã e Mané Garrincha, em Brasília). 

Segundo o que os delatores acertaram com o Ministério Público, a propina nesses casos iria para o PT e para o PMDB na forma clássica apurada pela Lava Jato: doações eleitorais legais, mas com a origem dos recursos em acordos irregulares em obras públicas. 

O acordo entre a Andrade Gutierrez e o Ministério Público envolve o pagamento, pela construtora, de uma multa de R$ 1 bilhão e determina que 11 executivos que trabalham ou trabalharam na empreiteira contem o que sabiam sobre o pagamento de propina pela empresa. 

REAÇÃO NO PLANALTO 

As acusações dos executivos da Andrade Gutierrez foram recebidas com preocupação pelo Palácio do Planalto, que considerou mais um fator de desgaste à imagem da presidente e que empurra novamente o governo federal para o centro das investigações da Polícia Federal. 

Os auxiliares e assessores da petista reconhecem que as suspeitas serão exploradas pelos partidos de oposição para defender o impeachment da petista, mas avaliam que não terão impacto direto no processo de cassação da chapa presidencial na Justiça Eleitoral, uma vez que ele analisa supostas irregularidades na campanha de 2014, não de 2010. 

Do ponto de vista político, a informação emerge em momento de grande fragilidade do governo, que acaba de anunciar a troca do ministro José Eduardo Cardozo (Justiça), um dos coordenadores da campanha de Dilma em 2010, por pressão do PT e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Quem assume a pasta é Wellington César Lima e Silva

Cardozo, que permanecerá no governo à frente da Advocacia-Geral da União, era escalado para ajudar a blindar o Planalto sempre que a Lava Jato ou outra investigação batia às portas do governo. 
                    *Foto:Daniel Marenco - Folhapress - Brasília. 

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Lula admitiu que o sítio de R$ 4,5 milhões foi um "presente-surpresa". Bumlai desmente tudo.

O ex-presidente Lula da Silva resolveu edulcorar um pouco mais a complicada história sobre o sítio de Atibaia. No discurso que fez na festa dos 36 anos do PT, Rio, ele por pouco não admitiu que o sítio foi um "presente" de R$ 4,5 milhões, tudo a partir da iniciativa de um velho amigo sindicalista petista, Jacó Bittar.
O que disse Lula:
"Ele inventou de comprar uma chácara para que eu pudesse utilizar quando eu deixasse a Presidência. Fizeram uma surpresa para mim até o dia 15 de janeiro".
Para levantar os R$ 4,5 milhões que custou o sítio adquirido,reformado e montado, onde estão até presentes que Lula ganhou na presidência, além dos pedalinhos e um barco comprado por dona Marisa, foi preciso mobilisar muita gente:

- R$ 1,5 milhão para comprar a propriedade, em nome do companheiro Jonas Suassuna e do companheiro Fernando Bittar.

- R$ 1,5 milhão para reconstruir o imóvel, uma surpresa paga pela Odebrecht, OAS e José Carlos Bumlai.

- R$ 1,5 milhão para instalar uma antena de celular, Otávio Azevedo, da Camargo Corrêa.(Via Blog do Políbio Braga)
...
Para examinar reportagem do Jornal Nacional, na qual a defesa de José Carlos Bumlai desmente Lula e afirma que reforma no sítio de Atibaia foi pedida pela família do líder do PT e não foi presente nenhum. Clique neste link: http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2016/02/familia-de-lula-pediu-bumlai-para-reformar-sitio-diz-defesa-do-pecuarista.html

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

A guerrilha virtual de Dilma no TSE.

Sobre a DCO, fornecedora de Dilma que será investigada a pedido de Gilmar Mendes, O Antagonista escreveu o seguinte:
Se você, assim como o antagonista veneziano, passou o dia esquadrinhando as contas de Dilma Rousseff, aqui vai uma atualização de nossas apurações.

A DCO, que recebeu 4,8 milhões de reais da campanha petista, foi contratada às vésperas do segundo turno para enviar mensagens eletrônicas, como mostra a nota fiscal disponível no site do TSE:

A guerrilha virtual não é uma especialidade da DCO. De fato, o cadastro da empresa diz que sua atividade econômica principal é o conserto de computadores:
Já reproduzimos ontem a imagem da sede da empresa, mas vale a pena reproduzi-la novamente, porque é claro que se trata de uma sede fantasma:
* Via O Antagonista

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Impeachment e cassação de Dilma voltam a ter força com a prisão do marqueteiro.

Ontem, segunda-feira (22), foi deflagrada mais uma fase das operações de combate à corrupção, "Operação Acarajé", braço da Operação Lava-Jato, da Polícia Federal. O que caracteriza a mais nova fase de investigações é a decretação da prisão do marqueteiro das campanhas eleitorais petistas, João Santana, que atuou no comando publicitário das campanhas à presidência do ex-presidenteLuiz Inácio Lula da Silva e da atual mandatária do País, Dilma Rousseff.
A prisão aguardada de João Santana, tem poder devastador sobre os processos de impeachment e de cassação da presidente Dilma, pois o publicitário recebeu repasses ilegais de recursos provenientes dos cofres públicos da Petrobras, através de empreiteiras envolvidas no esquema de distribuição de propina, como por exemplo, a empresa Odebrecht

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Operador pagou milhões em propina de 2003 a 2013.

A Lava Jato já comprovou que o operador Zwi Skornicki pagou mais de uma dezena de milhões de dólares em propinas ao PT, a João Santana e a ex-dirigentes da Petrobras, como Renato Duque, Pedro Barusco e Eduardo Musa.
Segundo a força-tarefa, os pagamentos foram feitos em benefício de contratos bilionários feitos pela empresa Keppel Fels com a Petrobras e Sete Brasil. 
Eis o que diz o MPF:

"No período compreendido entre 25/09/2013 a 04/11/2014, especificamente, há evidências de que Zwi efetuou a transferência no exterior de pelo menos US$ 4.500.000,00, por meio de nove transações, para conta mantida no exterior pelos publicitários João Santana e Mônica Moura, profissionais então responsáveis pelo marketing da campanha eleitoral do Partido dos Trabalhadores (PT). A conta dos publicitários, em nome da offshore panamenha Shellbill Finance SA, não foi declarada às autoridades brasileiras." 
"Verificaram-se ainda evidências de que o Grupo Odebrecht, por meio de contas ocultas no exterior em nome das offshores Klienfeld e Innovation, já investigadas por pagarem propinas para Renato Duque, Paulo Roberto Costa, Jorge Zelada e Nestor Cerveró (cf. documentos anexados à Ação Penal nº 5036528-23.2015.404.7000), transferiram para a Shellbill US$ 3.000.000,00, entre 13/04/2012 e 08/03/2013, valor sobre o qual pesam indicativos de que consiste em propina oriunda da Petrobras que foi transferida aos publicitários em benefício do PT."
                   *O Antagonista 

E o marqueteiro cínico do PT, irá para o cadeia.

Batizada de Acarajé, 23ª fase da operação mira relação do ex-marqueteiro do PT com a Odebrecht; mandado contra o publicitário não foi cumprido porque ele está no exterior.

Por Rodrigo Rangel e Laryssa Borges
Veja.com
(Foto: Felipe Cotrim/VEJA.com)

João Santana, ex-marqueteiro da campanha da presidente Dilma Rousseff e do ex-presidente Lula.

A Polícia Federal deu início nesta segunda-feira a mais uma fase da Operação Lava Jato - a 23ª - e mira a relação do marqueteiro João Santana, responsável pelas campanhas do ex-presidente Lula e da presidente Dilma Rousseff, como esquema de corrupção instalado na Petrobras. A PF expediu um mandado de prisão contra o publicitário, mas ele não foi detido porque está no exterior, onde trabalha na campanha à reeleição do presidente da República Dominicana, Danilo Medina. Também são alvos da 23ª fase da Lava Jato a empreiteira Odebrecht e o lobista e engenheiro representante no Brasil do estaleiro Keppel Fels, de Singapura, Zwi Skornicki, que também já havia sido alvo das investigações do petrolão por suspeitas de atuar como operador de propinas. 

A 23ª fase da Lava Jato, batizada de Acarajé, cumpre 51 mandados judiciais na Bahia, Rio de Janeiro e São Paulo e atinge em cheio as campanhas presidenciais de Lula e Dilma. Santana trabalhou como marqueteiro nas corridas presidenciais petistas e sua prisão, quando consolidada, deve ampliar ainda mais as discussões sobre o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. Ao todo, foram expedidos 38 mandados de busca e apreensão, dois de prisão preventiva e cinco de condução coercitiva. A Polícia Federal identificou pelo menos 7 milhões de dólares enviados ao exterior e com relação direta com João Santana. Segundo nota da PF, o termo Acarajé se refere ao nome que alguns investigados usavam para designar dinheiro em espécie. 
 
Conforme revelou VEJA, durante a nona fase da Lava Jato, investigadores detectaram indícios de que subsidiárias da empreiteira Odebrecht repassaram dinheiro a contas no exterior controladas por João Santana, marqueteiro responsável pelas campanhas que levaram Lula e Dilma a vitórias nas últimas três eleições presidenciais. Os indícios são de que o publicitário recebeu secretamente dinheiro por meio de contas que o Grupo Odebrecht mantinha no exterior para quitar despesas de campanhas do PT. 

VEJA também mostrou que, ao analisarem o material apreendido ainda na nona fase da Lava Jato, os investigadores encontraram uma carta enviada em 2013 pela esposa de João Santana, Mônica Moura, ao engenheiro Zwi Skornicki com as coordenadas de duas contas no exterior. Sócia do marido, Mônica indicava uma conta nos Estados Unidos e a outra na Inglaterra. 

O envolvimento direto de um marqueteiro em suspeitas de corrupção não é novidade nos mais de 13 anos de governo petista. No auge do escândalo do mensalão, o publicitário Duda Mendonça, que dominava as campanhas petistas na época, admitiu à CPI dos Correios que recebera no exterior o pagamento pelos serviços prestados durante a eleição de Lula. 

Propinas - Em acordo de delação premiada, o ex-gerente de Serviços da Petrobras Pedro Barusco havia apontado Skornicki como responsável por fornecer quase 40 milhões de dólares para abastecer contas de diretores da Petrobras e o caixa do PT entre 2003 e 2013. Segundo o depoimento de Barusco, ao deixar a diretoria de Serviços da Petrobras, em 2013, Renato Duque fez um "acerto" com Skornicki para o recebimento de propinas atrasadas. O montante pago a Duque alcançou 12 milhões de dólares apenas naquele ano, que teriam sido transferidos de uma conta do operador no banco suíço Delta. Skornicki também teria dado 2 milhões de dólares a Barusco.
                    *Por Rodrigo Rangel e Laryssa Borges, na Veja.com 

domingo, 21 de fevereiro de 2016

Auxílio reclusão, um estímulo ao crime.

O governo do PT, através do Ministério da Previdência Social, promove o auxílio reclusão e mostra que está de mãos dadas com a criminalidade.
*Jair Bolsonaro.