A bela atriz Morena Baccarin
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sábado, 18 de outubro de 2014
sexta-feira, 17 de outubro de 2014
Cuba infiltra militares comunistas entre os membros do "mais médicos".
Informe reservado “Mensagem Direta de Inteligência” (MDI) ao ministro Celso Amorim (Defesa) atestou que a ditadura cubana infiltrou militares no programa Mais Médicos. A descoberta foi da Base de Administração e Apoio do Ibirapuera, do Comando Militar do Sudeste, em São Paulo, que recebe gente do Mais Médicos. Ouvido, um suspeito confessou ser capitão do Exército cubano, e que não está sozinho. Amorim nada fez.
Militares brasileiros desconfiaram do “médico” por seus hábitos de caserna (cama sempre arrumada, por exemplo). Era o capitão cubano.
A infiltração de militares no Mais Médicos repercutiu na Câmara. O deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) quer convocar Amorim a se explicar.
Bolsonaro avisa que não adianta Celso Amorim negar a existência do informe reservado que lhe foi enviado: ele obteve cópia do documento. Leia na Coluna Cláudio Humberto.
quinta-feira, 16 de outubro de 2014
BRASIL: “represa” da corrupção se rompe, tsunami à vista.
Revelações do doleiro Alberto Youssef vão “CHOCAR O PAIS”,conforme ele mesmo declarou
O doleiro Alberto Youssef começou a depor para procuradores e delegados em Curitiba. Youssef é suspeito de comandar um esquema de lavagem de dinheiro envolvendo a Petrobras. O primeiro depoimento de Alberto Youssef só terminou na noite de quinta-feira (2). Na sexta (3), ele continou a revelar o que sabe sobre a participação de políticos, empreiteiras e os desvios da corrupção na Petrobras.
As revelações fazem parte do acordo de delação premiada. A defesa diz que o doleiro fará confissão total. Ele vai entregar os documentos que guardou em um lugar seguro por mais de uma década e que seriam as provas definitivas contra os corruptos e corruptores que atuavam na Petrobras
Durante muito tempo, o doleiro Alberto Youssef e o engenheiro Paulo Roberto Costa formaram uma dupla de sucesso nos subterrâneos do governo. Enquanto Paulo Roberto usava suas poderosas ligações com os altos escalões do poder e o cargo na diretoria de Abastecimento da Petrobras para desviar milhões dos cofres da estatal, Youssef encarregava-se de gerenciar a bilionária máquina de arrecadação que era usada para abastecer uma trinca de partidos e corromper políticos importantes. Paulo Roberto era o articulador, o cérebro da organização. Youssef, o caixa, o banco.
Alberto Youssef
Um apontava os caminhos para assaltar a estatal. O outro era o encarregado dos malabarismos contábeis para fazer o dinheiro chegar aos destinatários da maneira mais segura possível, sem deixar rastros. Em março deste ano, quando a Polícia Federal deflagrou a Operação Lava-Jato, que tinha o objetivo de desarticular um esquema de lavagem de dinheiro, a dupla caiu na rede. O que ninguém imaginava — nem mesmo os policiais — é que, a partir das informações dadas pelos dois criminosos, uma monumental engrenagem de corrupção, talvez a maior de todos os tempos, começaria a ruir.
VEJA revelou que Paulo Roberto Costa, o primeiro a assinar o acordo de delação com a Justiça, entregou às autoridades o nome de mais de trinta políticos envolvidos no esquema de corrupção na Petrobras, entre eles três governadores, seis senadores, um ministro de Estado e pelo menos 25 deputados federais, além de Antonio Palocci, o coordenador da campanha presidencial de Dilma Rousseff em 2010, que pediu 2 milhões de reais ao esquema.
O ex-diretor forneceu o nome dos corruptos que se locupletavam do dinheiro desviado e das empreiteiras que contribuíam com a arrecadação da propina — um golpe já considerado letal na estrutura da organização criminosa.
Se as revelações do ex-diretor — muitas ainda desconhecidas — já provocaram um cataclismo, o que está por vir promete um efeito ainda mais devastador. Alberto Youssef, o caixa, decidiu seguir o parceiro e contar o que sabe. E, nas palavras do próprio doleiro, o que ele sabe “vai chocar o país”.
Além de confirmar que o dinheiro desviado da Petrobras era usado para sustentar três dos principais partidos da base aliada — PT, PMDB e PP —, Youssef se colocou à disposição para fechar o elo da cadeia de corrupção, fornecendo as contas no exterior, as datas de remessa e os valores repassados a políticos e autoridades que ele tinha como clientes.
Youssef disse às autoridades que, durante o tempo em que operou o banco da quadrilha, por quase uma década, tomou o cuidado de esconder em um local seguro documentos que mostram a origem e o destino das cifras bilionárias que movimentou.
É o que ele garante ser a verdadeira contabilidade do crime — um inventário que está escondido em um cofre ainda longe do alcance das autoridades brasileiras. O acervo é tão completo que incluiria até os bilhetes das viagens que demonstrariam o que os investigadores já apelidaram de “money delivery”, o dinheiro entregue em domicílio.
Os depoimentos de Youssef ocorrem nos mesmos moldes dos de Paulo Roberto Costa, ex-diretor da Petrobras. Dentro da Polícia Federal, o doleiro é ouvido por procuradores e delegados. Reservadamente, eles esperam que Youssef revele detalhes que outros colaboradores não conseguiram esclarecer.
Alberto Youssef e Paulo Roberto Costa também respondem a processo sobre as suspeitas de desvios na Refinaria Abreu e Lima da Petrobras, em Pernambuco. Um laudo da Polícia Federal liga pagamentos do consórcio liderado pela construtora Camargo Correa a empresas do doleiro.
Segundo o documento, entre 2010 e 2013, as empresas Sanko, contratadas pelo consórcio liderado pela Camargo Corrêa para fornecimento de material, receberam R$ 38,75 milhões. A Polícia Federal afirma que quase todo o dinheiro foi repassado a duas empresas do doleiro Alberto Youssef, usadas para lavar dinheiro, segundo as investigações.
De acordo com a Polícia Federal, havia correlação entre o recebimento do dinheiro do consócio Camargo Correa e o repasse que a Sanko fazia às empresas de Youssef.
Em nota, o consórcio CNCC, liderado pela Camargo Corrêa, repudia as acusações de irregularidades. O consórcio afirma que jamais fez pagamentos ilegais e não pode responder por pagamentos de terceiros. Diz ainda que tem o registro de todos os pagamentos feitos aos seus fornecedores, pagamentos esses que só foram feitos após a entrega dos produtos.
O grupo Sanko afirma que as constatações da polícia não são conclusivas. Mesmo assim diz que os pagamentos estão devidamente contabilizados e tributados, e que tem prestado todos os esclarecimentos à Justiça Federal.
*Fontes: http://veja.abril.com. br/ e http://g1.globo.com/
*Fontes: http://veja.abril.com.
Ex-contadora de doleiro envolve Renan e mensalão.
Brasília - A ex-contadora do doleiro Alberto Youssef, Meire Poza, envolveu ontem, em depoimento, o nome do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB), do ex-ministro das Cidades do governo Dilma Mário Negromonte e políticos e assessores de PP, PMDB, PT e SD em negociações com seu antigo cliente. Em depoimento à CPI mista da Petrobras, ela detalhou as relações do doleiro com empreiteiras e disse ter intermediado pessoalmente um repasse de recursos para pagar multa a um condenado do processo do mensalão.
Meire Poza afirmou que Youssef se reuniu na noite do dia 12 de março com Renan Calheiros para tratar de uma operação milionária de compra de debêntures para a Marsans VIAGENS
e Turismo, uma agência de turismo que tinha o doleiro como investidor.
Segundo a contadora, a conversa com o presidente do Senado pretendia garantir R$ 25 milhões do fundo de pensão da Caixa (Funcef). Segundo ela, a outra parte da operação, também de R$ 25 milhões, já tinha sido acertada com o PT e seria feita por meio do fundo de pensão dos Correios (Postalis). “Ele precisava resolver ainda a ponta do PMDB”, disse. A negociação não prosperou porque cinco dias depois Youssef foi preso pela Operação Lava Jato. Posteriormente, a Marsans, empresa que, segundo a contadora, precisava de muito capital de giro, fechou as portas.
Meire Poza disse ainda que o então ministro das Cidades indicou ao doleiro uma empresa goiana de rastreamento de veículos, setor ligado à pasta comandada por Mário Negromonte, filiado à época ao PP. Segundo ela, apenas cinco empresas tinham a homologação doDepartamento Nacional de Trânsito (Denatran) para prestar tais serviços, uma das quais a Controle Monitoramento de Veículos, de Goiânia (GO). No fim do depoimento, ela disse que a empresa foi “comprada” por Youssef.
A ex-contadora do doleiro também citou o fato de que o irmão de Negromonte, Adarico, era uma das pessoas que fazia a “distribuição do DINHEIRO
” por indicação de Youssef. Em um dos casos, de acordo com ela, Adarico viajou ao Maranhão para entregar R$ 330 mil a uma pessoa ligada à governadora Roseana Sarney (PMDB). Meire, contudo, disse não saber quem eram os beneficiários.
Terminada a reunião da CPI, o relator, deputado Marco Maia, avaliou que o depoimento prestado por Meire Poza, ex-contadora do doleiro Alberto Youssef, contribuiu para as investigações e trouxe algumas novidades, como a participação dela própria no esquema. A ex-contadora admitiu ter emitido notas frias, feito pagamentos e recebido recursos do doleiro. Para o deputado, Poza esteve no Senado na condição de testemunha, mas a Polícia Federal deveria investigá-la.
O "bom moço" não ganha eleição.
O bom moço não ganha eleição, não falar a verdade é igual a mentira, mas o efeito na TV é outro.
No debate a elegância parece estar dominando novamente o candidato Aécio.
Aécio, a tal pessoa que não fala a verdade "é mentirosa", se roubou é "ladra", se foi perseguida pela "ditadura", foi por que assaltava bancos, sequestrava e matava.
Ela jamais pensou duas vezes antes de lhe acusar com mentiras na sua cara. De lhe caluniar e difamar em rede nacional.
Então por que elegância e polidez?
Isso só se for extremamente necessário, e quando for o caso.
O senhor esta defendendo o futuro do Brasil. Traz consigo a responsabilidade de proporcionar um futuro melhor para todos os brasileiros.
Está sob sua responsabilidade o futuro da juventude do país.
Portanto, ser direto e incisivo é fundamental.
Já estão agendados 3 debates até as eleições, de dois ela já fugiu, só confirmou o da globo.
A hora de destruí-la será na globo, deixe a sua elegância e polidez de cavalheiro no porta malas do carro que o conduzirá ao programa e acabe de vez com ela, o PT, a quadrilha, Lula e seus asseclas.
Será necessário depois de empossado rever a partidarização do STF e no TSE, além das fraudáveis urnas eletrônicas.
É preciso limpar o Brasil e livrar os brasileiro do mau caratismo que domina as hostes do poder no país.
É o que os BRASILEIROS esperam do seu futuro novo presidente.
No debate a elegância parece estar dominando novamente o candidato Aécio.
Aécio, a tal pessoa que não fala a verdade "é mentirosa", se roubou é "ladra", se foi perseguida pela "ditadura", foi por que assaltava bancos, sequestrava e matava.
Ela jamais pensou duas vezes antes de lhe acusar com mentiras na sua cara. De lhe caluniar e difamar em rede nacional.
Então por que elegância e polidez?
Isso só se for extremamente necessário, e quando for o caso.
O senhor esta defendendo o futuro do Brasil. Traz consigo a responsabilidade de proporcionar um futuro melhor para todos os brasileiros.
Está sob sua responsabilidade o futuro da juventude do país.
Portanto, ser direto e incisivo é fundamental.
Já estão agendados 3 debates até as eleições, de dois ela já fugiu, só confirmou o da globo.
A hora de destruí-la será na globo, deixe a sua elegância e polidez de cavalheiro no porta malas do carro que o conduzirá ao programa e acabe de vez com ela, o PT, a quadrilha, Lula e seus asseclas.
Será necessário depois de empossado rever a partidarização do STF e no TSE, além das fraudáveis urnas eletrônicas.
É preciso limpar o Brasil e livrar os brasileiro do mau caratismo que domina as hostes do poder no país.
É o que os BRASILEIROS esperam do seu futuro novo presidente.
Gente ordinária: PT culpa a imprensa pela subida de Aécio nas pesquisas.
O Secretário Nacional de Organização do PT, Florisvaldo Souza, responsabilizou a mídia pelo resultado das pesquisas Ibope/Estadão/TV Globo e Datafolha divulgadas quinta-feira, nas quais o candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, aparece numericamente à frente da presidente Dilma Rousseff (PT). Florisvaldo afirmou que os meiosde comunicação promovem “denuncismo” e favorecem o tucano no noticiário.
Tanto o Ibope quanto o Datafolha apontaram Aécio com 51% dos votos válidos e Dilma com 49%. Como a margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos, o que significa que ambos estão empatados tecnicamente.
“Só tem notícia ruim para a Dilma e boa para o Aécio. Explorando o resultado de domingo, falando que o PT perdeu em São Paulo, mas não falam que o Aécio perdeu em Minas Gerais”, disse. “Continua o vazamento ilegal e irresponsável, sem ouvir as pessoas”, acrescentou, citando as denúncias de corrupção envolvendo a Petrobras. Para ele, as sondagens não surpreenderam e, diante do que chamou de “massacre da mídia”, a diferença do tucano sobre Dilma poderia ser até maior.
O governo tem sofrido desgastes com as acusações de corrupção na Petrobras que estão sendo reveladas pelos depoimentos à Justiça do ex-diretor da estatal Paulo Roberto Costa e pelo doleiro Alberto Youssef, alvo da operação Lava Jato, da Polícia Federal.
Florisvaldo afirmou que o debate será “equilibrado” com o prosseguimento do programa eleitoral de rádio e televisão do segundo turno, retomado quinta-feira. “Quando o debate ficar mais igual e transparente não tenho dúvidas de que vamos virar e ganhar a eleição”, disse.
*RICARDO DELLA COLETTA - Estadão
quarta-feira, 15 de outubro de 2014
Novas denúncias agitam a CPI da Petrobras.
Partidos de oposição na Câmara e no Senado devem começar, na próxima semana, articulações para tentar marcar uma reunião de emergência da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investiga negócios ilícitos na Petrobras.
Ainda sem data para o encontro, que deve ocorrer em Brasília, parlamentares oposicionistas retomarão as tentativas por mais informações da Justiça, após o vazamento do depoimento do ex-diretor de Abastecimento da estatal, Paulo Roberto Costa, à Justiça Federal do Paraná, confirmando suspeitas levantadas pelo colegiado.
“Estamos tentando uma agenda e, evidentemente, conseguir a cópia do depoimento. Foi uma comprovação e o testemunho mais forte para o processo”, afirmou o líder do DEM na Câmara, deputado Mendonça Filho (PE). Segundo ele, a oposição ainda não definiu a estratégia, mas vai tentar a convocação da CPMI, mesmo com quorum ainda comprometido pelo segundo turno das eleições.
No audio liberado pela Justiça do Paraná, Paulo Roberto Costa afirmou que as empresas contratadas como fornecedoras da Petrobras tinham de pagar 3% do valor do contrato como propina e que, parte desse dinheiro, era direcionada para dirigentes do PT, PMDB e PP.
PT RECLAMA
Em entrevista à Agência Brasil, o ex-líder do PT na Câmara, deputado Henrique Fontana (RS), reagiu às denúncias. Fontana reafirmou declarações feitas desde a instalação da CPMI. À época, ele acusou a oposição de fazer uma “movimentação grosseiramente eleitoral”.
O parlamentar lembrou que as investigações envolvendo a estatal já estavam sendo conduzidas pela Polícia Federal e pelo Ministério Público. Também sem antecipar estratégias, Fontana adiantou que os aliados trabalharão para impedir a marcação da reunião de emergência.
“O ex-diretor da Petrobras é claramente um criminoso, corrompido e que participou de um conjunto de ilícitos e ilegalidades. Agora, faz delação premiada. A utilização pré-eleitoral da delação é algo inaceitável e precisa ser duramente criticado. Evidentemente, faremos tudo que está ao nosso alcance para evitar essa exploração dirigida contra nossa candidata”, declarou o deputado do PT.
Ontem, o presidente nacional do PT, Rui Falcão, divulgou nota repudiando as declarações do ex-diretor da Petrobras, classificando-as de “caluniosas”.
Líder do PMDB, o deputado Eduardo Cunha (RJ), um dos mais cotados para assumir a presidência da Casa, admitiu que a delação premiada “causa preocupação na campanha da candidata do PT”.
Ele manteve a posição de que todas as informações sobre os crimes de corrupção na estatal sejam públicas. “Temos de mostrar quem são os verdadeiros denunciados, quais as provas e se, efetivamente, tiveram participação nesse mar de lama da Petrobras”, ressaltou.
Procurados pela Agência Brasil, o presidente e o relator da CPMI da Petrobras, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB) e deputado Marco Maia (PT-RS), não retornaram até a publicação da matéria. Também não retornaram o líder do PT na Câmara e o vice-presidente da Casa, deputados Vicentinho (SP) e Arlindo Chinaglia (PT-SP).
*Carolina Gonçalves - Agência Brasil
Mas dá gosto ver a petralhada apavorada, aterrorizada, encagaçada...
Dilma, a brejeira, troca autógrafos com PRC, seu subordinado.
Supondo até que amiga do
Paulinho da Petrobrás ganhe a eleição, a sua batata já assou. E o
Ministério Público ainda não chamou a Madame, para não ser acusado
de interferir no processo eleitoral. Bobagem, como se pode ver na
opinião do ministro Gilmar Mendes.
Dilma confessou que
autorizou a negociata da Refinaria Astra em Pasadena (EUA) baseada, segundo ela, num relatório falho.
Isto é e crime de responsabilidade. E a coisa se complicou quando
Paulo Roberto Costa informou no seu depoimento à Justiça Federal em
Curitiba, que recebeu US$ 1,5 milhão para "não atrapalhar o
negócio".
Delator diz que Petrobras é só a ponta do
iceberg,. Organização Criminosa vai das privatizações de estradas,
aeroportos e até o minha casa minha vida....
Você ainda não está complemente indignado, puto da vida com o assalto à
Petrobras superfatura bilhões, comprando sucata de refinarias, enquanto importamos
metade do combustível que consumimos.
Não. A tampa da fossa foi apenas destampada pelo ex-diretor da
Petrobras, Paulo Roberto Costa e pelo que o doleiro do PT, Alberto Youssef
começou a delatar.
"Essas empresas tinham interesses
em outros ministérios capitaneados por partidos. As empresas são as mesmas que
participaram de várias outras obras no Brasil, como ferrovias, rodovias,
aeroportos, portos, usinas hidrelétricas, saneamento básico, Minha Casa Minha
Vida", afirmou Paulo Roberto Costa à Justiça Federal, após a delação
premiada.
@brasilianas
Mais uma verdade nua e crua.
Diogo Mainardi, para Aécio Neves
Aécio, meu velho, vou
votar em você. Não que eu queira, verdadeiramente. Mas sobrou você como a
nossa, talvez, última barreira sanitária contra esse vírus ébola que é o
petismo. Cada vez que vejo nas entrevistas o teu rosto sorridente, penso:
como ele pode se mostrar tão feliz? Você parece que está vivendo
permanentemente dentro de um comercial de TV- enquanto nós ficamos de fora,
nos sentindo tão inseguros, tão sem saída. Deve ser uma estratégia de
campanha você contrastar tua figura "presidenciável" com o daquela
senhora odiável e desprezível que parece sempre estar tão mentalmente
desorganizada, tão alienada do mundo. Mas ela tem a caneta na mão e assina
papéis que compram Pasadena, que importa médicos fajutos, que prefere
investir em Cuba, Venezuela ao invés de nosso tão desesperadamente carente
Brasil. E que sorrateiramente sancionou esse maldito Decreto 8243 que vai
criar os Sovietes, que significa a liquidação do nosso (ainda) regime
democrático. Vou votar em você Aécio.
Pode ser que você
esteja mineiramente quieto e se fingindo de morto enquanto vai costurando
acordos políticos que, no fim, vão virar o veneno que fará o PT entrar em
coma e morrer. Pode ser. Mas reconheça que muitos dos que votarão em você o
farão principalmente para se opor ao PT. Esquecendo, por um momento, dos votos
dos "bolsas", somos nós que faremos a diferença. E nós queremos
botar fé que você seja o cavaleiro de armadura reluzente, que com a sua
espada Durindana vai estraçalhar as hostes inimigas. Nós queremos que você
seja o nosso Campeão.
Sei que não é novidade
o que estou aqui dizendo, e que é inocente quem põe sua vida na mão dos
outros, confiando inteiramente no Líder sob o qual faremos a guerra. Mas que
outra possibilidade temos, além de você? Aécio, fala! são tantos os temas que
estão sendo discutidos por tantos, inclusive aqui no Face. Mas você não fala
e nós ficamos conjecturando o que te faz tão convencional, tão discreto. Você
é neto do Tancredo, que era cheio de manhas, espertezas, tão bom jogador de
poker que foi. Talvez seja assim mesmo que se deve jogar numa eleição como
esta, você deve saber - temos que confiar em teu critério. Mas estamos
ressabiados. Queremos colocar pólvora e bolas de aço em nossas espingardas,
sair das trincheiras e correr contra o inimigo que nos amedronta, e que nos
empurra para a defensiva. Precisamos de tua voz e entusiasmo, Aécio.
O tempo está correndo
contra nós. Desculpe falar tanto em nós, nós. Seria mais apropriado dizer
que, talvez, esta opinião seja só minha.
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