sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Geddel Vieira Lima pede a exoneração a Dilma via Twiter.

Provável candidato pelo PMDB ao governo da Bahia em 2014, o ex-ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima fez nesta quinta-feira, 26, um apelo público pelo Twitter para que a presidente Dilma Rousseff (PT) publique no Diário Oficial sua exoneração do cargo de vice-presidente de Pessoa Jurídica da Caixa Econômica Federal (CEF).
"Cara Presidenta Dilma, por gentileza, determine publicação de minha exoneração da função que ocupo e cujo pedido já se encontra nas mãos de Vossa Excelência", escreveu.
Em uma mensagem anterior, Geddel revelou que pediu ajuda do presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), para que entre em cena e ajude a acelerar o processo. "Acabo de fazer novo e dramático apelo, agora ao presidente da Câmara, para que agilize a publicação da minha exoneração. O que está havendo?", questionou o ex-ministro.
Presidente do PMDB baiano, Geddel teme que a manutenção de seu cargo na estatal seja usada por seus adversários na campanha do ano que vem. "Entreguei (o cargo) em setembro e pediram para eu aguradar um substituto. Não fiz isso com a intenção provocar e não quero politizar", disse o peemedebista ao Estado.
Questionado sobre qual dos candidatos à Presidência contará com seu apoio, Geddel afirmou que não repetirá "o erro da eleição passada", quando apoiou Dilma.

Em 2010, a petista prometeu se dividir entre o palanque do ex-ministro de Lula e do governador Jaques Wagner (PT), que dispuatava a reeleição. Na reta final da campanha, porém, Dilma apareceu de surpresa em Salvador, segundo o ex-ministro, e gravou uma declaração de apoio para o governador baiano.
* Por Pedro Venceslau - O Estado de S. Paulo 

US$ 7,735 bilhões saíram do País em 20 dias, segundo Banco Central.


Thinkstock/Getty Images
A principal via de saída de dólares do País no último mês do ano foram as operações financeiras
US$ 7,735 bilhões saíram do País nos primeiros 20 dias de dezembro, apontam dados divulgados nesta quinta-feira (26), pelo Banco Central (BC). Se os números não melhorarem até o fechamento do mês, essa será a maior saída mensal registrada após janeiro de 1999, quando começou a era do regime de câmbio flutuante. Naquele mês, o saldo fechou em US$ 8,587 bilhões negativos.
É até possível que nos últimos dias de 2013 a entrada de recursos seja maior do que a saída, o que diminuiria o volume negativo. Mas especialistas dão como certo que a conta deste ano fechará no vermelho, pela primeira vez desde a crise financeira internacional de 2008.
*Leia mais em economia.ig.com.br

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Troféu Homem Sem Visão 2013.

Alexandre Padilha recebe o troféu de 2013 com a maior votação da história do HSV

“Este troféu não é só meu: é também da presidenta Lula, dos irmãos Castro e dos jalecos cubanos, é do sistema brasileiro de saúde perto da perfeição e de todos aqueles que confiaram na minha absoluta falta de visão”, disse um Alexandre Padilha, rosto banhado em lágrimas, ao ser oficialmente informado da esmagadora vitória na disputa pelo título de Homem sem Visão de 2013. O ministro da Saúde foi eleito com a maior votação da história do HSV, que mobilizou quase 24 mil leitores-eleitores.

Em meio à cerimônia de premiação, Padilha sofreu um acesso de tosse e foi levado às pressas para o Sírio Libanês. “É excesso de emoção”, informou o comunicado da junta médica que o atendeu. Liberado para voltar à festa, o paciente garantiu que continuará o tratamento numa UPA indicada pelo porteiro do Sírio-Libanês. “Ele disse que lá a espera é só de dois anos”, animou-se o HSV de 2013.

Padilha ingressou num seleto grupo de campeões que reúne Dilma Rousseff (eleita em 2009), Franklin Martins (2010), Márcio Thomaz Bastos (2011) e Ricardo Lewandowski (2012). Com 72% dos votos, o ministro da Saúde conseguiu o apoio de 16.655 dos 23.048 eleitores. Segundo lugar, José Eduardo Cardozo (1.675 votos, ou 7%) foi agraciado com a medalha de prata.
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“Nossos sherloques estão fazendo doutorado em técnicas de contraespionagem preventiva e fabricação de dossiês baseados em denúncias anônimas”, revelou um dos 12 espiões diplomados pela Abin. “Em 2014 o chefe quer buscara taça”.
Medalhista de bronze, José Genoíno (1.422 votos, ou 6%) fez questão de telefonar para a Papuda e dividir com os companheiros da cela S 13 a conquista de um lugar no pódio. “O José Dirceu quase morreu de inveja”, revelou um carcereiro. “Ele mandou dizer que não estava, mas o Delúbio disse que a hora é de união, já que todos vão morar juntos muito tempo”.
Descrição: José-Genoíno4 copy
Seguiram-se à trinca de craques Celso de Mello (1.278 votos, ou 6%), Gilberto Carvalho (965 votos, ou 4%), Sérgio Cabral (749 votos, ou 3%), Aloizio Mercadante (714 votos, ou 3%), Marilena Chauí (707 votos, ou 3%), Rui Falcão (669 votos, ou 3%), Maria do Rosário (576 votos, ou 2%), e Marco Aurélio Garcia (347 votos, ou 2%). Amargou a lanterninha o deputado Nazareno Fonteles (135 votos, ou 1%).
Ao saber que perdera até para Mercadante, Marilena Chauí teve um ataque de nervos. Aos gritos, informou que era por coisas assim que odeia a classe média. “A professora acha que só perdeu porque burguês não vota em burguês”, explicou um dos alunos que tentavam controlar o chilique da mestra.
Foi mais uma eleição histórica, leitores-eleitores! Todos cumpriram o dever cívico de escolher o pior entre os piores! A luta continua! E que sempre vença o pior!

Vem pra Caixa você também, vem! Fábio Porchat foi…

Rebati aqui o artigo com tom ufanista publicado no Estadão pelo humorista Fábio Porchat. Segundo o comediante, o Brasil tem problemas sim, mas a Copa vai ser um sucesso, e nossos problemas não seriam tão diferentes assim daqueles de países do primeiro mundo.
Uma visão tão otimista assim, diante de uma realidade tão contrastante, soa um tanto estranha. Teria alguma ligação com o fato de Porchat ser um garoto-propaganda da estatal Caixa Econômica Federal, aquela que fomenta uma bolha imobiliária brasileira?
Deixo a conclusão com o leitor. Pode ser que seja mera coincidência, ou não. Mas aproveito para lembrar um dos pontos que mais bati em Esquerda Caviar, o primeiro dos 20 itens que levantei como possível origem do fenômeno: a simbiose entre artistas e governo.
Quando o estado é o mecenas das artes, os artistas são seus reféns, e perdem a autonomia, a independência, fundamental para o ofício, crítico por natureza. No Brasil, o elo entre tetas estatais e classe artística já virou umbilical. É indecoroso.
O sócio de Porchat no “Porta dos Fundos”, Gregório Duvivier, chegou a escrever um texto defendendo as gordas verbas públicas no setor das artes. O grupo é cada vez mais “mainstream”, o que leva a essa natural, porém condenável aproximação com o governo.
Tenho sérias dúvidas se os humoristas terão liberdade para tecer duras críticas ao governo na frente. Talvez tenham que focar mais em piadas sobre Jesus Cristo, pois no Ocidente é muito fácil meter o pau na Igreja Católica. Há ampla liberdade para isso, e é até visto como “cool” pela esquerda caviar.
Quero ver descer o sarrafo no PT ou no Islã, isso sim. Ou fazer as necessárias críticas à organização e roubalheira da Copa em nosso país. Ufanismo tolo de quem “foi pra Caixa” é fácil. Mas prefiro a liberdade de dizer o que penso sobre os desmandos de nosso governo, a irresponsabilidade na gestão da própria Caixa e os males que assolam nosso país. Isso não tem preço…
* Rodrigo Constantino

quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

E ninguém cai na chantagem de Haddad, o incapaz.

Socialista incapaz e mentiroso é pleonasmo...incontestável é que são péssimos gestores.
(...)
É bem verdade que os socialistas, historicamente, nunca deram muita atenção nem para uns nem para outros. Essa história de que as esquerdas prezam o social é uma das mais espetaculares falácias influentes. 
Notem os leitores: Matarazzo faz sugestões de cortes que me parecem razoáveis. Vá lá… Que não sejam essas, mas outras. Uma coisa é certa: dá para tirar a gordura de outras áreas da administração sem precisar punir os mais fracos. E a Justiça sabe disso.
...nota o vereador: “É relevante ressaltar a fraca execução orçamentária dos primeiros onze meses da gestão do prefeito Fernando Haddad (PT). Por exemplo, apenas 31% dos recursos destinados a investimentos na cidade foram utilizados. De R$ 6,2 bilhões que havia para investir, somente R$ 1,9 bilhão foi executado até novembro de 2013. Essa baixa execução, aliada à boa arrecadação durante o ano, com as receitas correntes, estão provocando acúmulo de dinheiro em caixa. O município começou o ano com caixa de aproximadamente R$ 5,5 bilhões. Este montante, em novembro, girava em torno de R$ 9 bilhões.”
Eis aí! Os números acima evidenciam que a dita urgência e risco de prejuízo social caso a liminar não fosse cassada não passavam de conversa mole, de terrorismo “midiático” (como “eles” gostam de dizer). E olhem que, na lista acima, não está a verba de propaganda propriamente. Vou ver quanto é. Um prefeito que realmente fosse amante do povo, seria capaz de zerar o dinheiro da publicidade, mas jamais puniria criancinhas, não é mesmo?

Haddad só está tentando requentar o discurso surrado de Lula, segundo quem o caos na saúde se deve ao fim da CPMF. Ele ficou cinco anos com o dinheiro do imposto. E fabricou o… caos! Essa história não cola mais, prefeito. Lula já a explorou até o osso.
*Extraído do texto de Reinaldo Azevedo

Famintos que usam o facebook?

Comentei aqui sobre os vagabundos comunistas (com o perdão do pleonasmo) que invadiram um hipermercado em Belo Horizonte “exigindo” 300 cestas básicas. Lamento que a direção do mercado tenha cedido e dado metade do que “demandavam” os criminosos invasores.
Entendo o medo do gerente de expulsá-los à força, como deveria ser feito e a lei permite, pois a imprensa sensacionalista e politicamente correta sem dúvida daria chamadas como “Hipermercado expulsa manifestantes pobres” ou coisas do tipo. Mas premiar esse ato abjeto é incentivá-lo.
Vejam o vídeo feito para divulgar a invasão premeditada:
Notem que nesse vídeo de convocação, o rapaz fala em “trabalhadores” que passam fome. Quais? Quem trabalha e ainda assim passa fome no Brasil, além das esmolas estatais todas? Até quando a esquerda vai usar essa desculpa para pilhar e roubar dos outros? Notem, ainda, que o sujeito faz uma chamada pelo Facebook. A turma tem internet, Facebook, mas passa fome?
Por trás de tanto absurdo, jaz a velha mentalidade esquerdista de riqueza como jogo de soma zero. O moço do vídeo fala em gente passando fome enquanto os mercados estão abarrotados de comida (chama-se estoque), tudo pelo pecaminoso lucro. Não sabe ele que graças a essa busca pelo lucro nós temos tanta comida disponível? Que os regimes socialistas mataram de fome milhões de pessoas por não terem condições de produzir em quantidade suficiente?

Do que rirão de nós daqui a mil anos?


Essa é a pergunta que o filósofo Luiz Felipe Pondé gosta de se fazer e a seus alunos. Segundo ele, não há ciência profética mais científica do que pensar sobre o ridículo de nossas sociedades contemporâneas para nossos distantes descendentes. Em sua coluna de hoje, Pondé arrisca alguns palpites:

Rirão de nossa inútil obsessão pelo povo e sua soberania. Rirão de nossa ciência política e sua consciência histórica. Rirão de nossa certeza sobre o aquecimento dos polos e voltarão à astrologia por ser ela uma ciência mais modesta do que a do clima.
Para eles, nossos descendentes, ideias como as nossas soarão como hoje nos soa alguém crer que trovões seriam os deuses arrastando suas pedras no infinito.
Rirão de nossa obsessão em buscar pureza em civilizações mais pobres como as dos índios, que seriam mais honestos simplesmente porque nunca tiveram opção de sofisticar suas mentiras, como nós temos.
Quando pensarem em nós, esquecerão nossa tecnologia neolítica e farão seus alunos lerem livros sobre como éramos covardes e infantis. E sentirão vergonha, preferindo os gregos e os romanos, por serem mais lúcidos sobre a cegueira do destino.
Tentarão inutilmente acessar a razoabilidade de crermos que inventamos a nós mesmos e de que exista algo como “construção social do sujeito”, ideia interessante, se não engraçada, mas que sustenta outra ainda mais engraçada, que é aquela que afirma a existência de uma construção social planejada de novos sujeitos.
Não há muito como discordar. A ideia de que a voz da maioria é a voz de Deus, da Razão ou da Justiça, que encanta tantos populistas e demagogos, já era vista como bizarra por Aristóteles há 2.500 anos. Imagine o que vão pensar disso daqui a mais mil anos…
A histeria com o aquecimento global, que rendeu ao embusteiro Al Gore um Nobel da Paz, será motivo de piada de salão, ainda que um salão bem diferente e futurista. Mas ainda precisarão de piadas, e esse pânico incutido pelos ecoterroristas renderá boas risadas.
O engodo desenvolvido por Rousseau, de que os mais pobres e selvagens são “puros” e que a civilização nos corrompeu, que já era motivo de perplexidade para pensadores sérios alguns séculos atrás, será visto como algo estarrecedor no futuro. Quer dizer que havia mais felicidade nas tribos primitivas e nas favelas? Risos…
Construção social do sujeito? Essa expressão, sem dúvida, fará muita gente dar boas gargalhadas no futuro longínquo. “Quer dizer que gênero era apenas uma questão de ideologia, segundo aqueles bárbaros do século 21″, pensarão os seres humanos do terceiro milênio, entre uma boa risada e outra.
Enfim, estamos preparando um terreno muito fértil para o humor dos que virão. Ou não. Ou Pondé está enganado, e não há tal evolução linear ou garantida. Quem sabe a estupidez é que tenha um futuro promissor e garantido? Quem sabe novas estultices encantem tanta ou mais gente como as de hoje?
Afinal, aprendemos com a História que quase ninguém aprende com a História. Como disse George Orwell, “Toda geração se imagina mais inteligente do que a anterior, e mais sábia do que aquela que vem em seguida”. Ou, como colocou Henry David Thoreau, “Toda geração ri da moda antiga, mas segue religiosamente a nova”.
Acho que rirão de nossas baboseiras sim. Mas, sem sombra de dúvidas, criarão várias outras para que as outras gerações vindouras ainda possam rir deles também…
* Rodrigo Constantino, na Veja

Apenas uma inversão?

Os irritados e o que empurra com a barriga.

*Texto por Claudio Humberto

O presidente da Câmara, Henrique Alves (PMDB), telefonou a Luiz Fux, ministro do Supremo Tribunal Federal, para advertir sobre a iminente crise entre os poderes, caso as empresas privadas venham a ser mesmo proibidas de financiar campanhas. Alves alertou ao relator da ação no STF que a Câmara possui mecanismos, como decreto legislativo, para sustar a aplicação da decisão do STF, “se necessário”. 
O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), também está indignado com o julgamento do financiamento de campanha no STF. 
Renan e Henrique alegam que é decisão do Congresso manter o sistema eleitoral como está, incluindo o financiamento de campanhas. 
É intrigante a posição do Senado e da Câmara: por que, afinal, eles amam tanto o financiamento de campanha por empresas privadas? 
Com o pedido de vista do ministro Teori Zavascki, o Supremo deverá retomar apenas em 2014 o julgamento sobre doações eleitorais.