segunda-feira, 22 de julho de 2013

A frágil e frustrante ilusão da falsa genialidade.

Parte principal da quadrilha reunida. O valor das empresas do grupo X despencou, enquanto as dívidas pareciam se multiplicar... O BNDES pode perder bilhões do nosso dinheiro.
Eike Batista está para a economia como Lula está para a política. O “sucesso” de ambos, em suas respectivas áreas, tem a mesma origem. Trata-se de um fenômeno bem mais abrangente, que permitiu a ascensão meteórica de ambos como gurus: Eike virou o Midas dos negócios, enquanto Lula era o gênio da política. Tudo mentira.
Esse fenômeno pode ser resumido, basicamente, ao crescimento chinês somado ao baixo custo de capital nos países desenvolvidos. As reformas da era FHC, que criaram os pilares de uma macroeconomia mais sólida, também ajudaram. Mas o grosso veio de fora. Ventos externos impulsionaram nossa economia. Fomos uma cigarra que ganhou na loteria.

A demanda voraz da China por recursos naturais, que por sorte o Brasil tem em abundância, fez com que o valor de nossas exportações disparasse. Por outro lado, após a crise de 2008 os principais bancos centrais do mundo injetaram trilhões de liquidez nos mercados. Isso fez com que o custo do dinheiro ficasse muito reduzido, até negativo se descontada a inflação.
Desesperados por retorno financeiro, os investidores do mundo todo começaram a mergulhar em aventuras nos países em desenvolvimento. Algo análogo a alguém que está recebendo bebida grátis desde cedo na festa, e começa a relaxar seu critério de julgamento, passando a achar qualquer feiosa uma legítima “top model”.
Houve uma enxurrada de fluxo de capitais para países como o Brasil. A própria presidente Dilma chegou a reclamar do “tsunami monetário”. Os investidores estavam em lua de mel com o país, eufóricos com o gigante que finalmente havia acordado. Havia mesmo?
O fato é que essa loteria permitiu o surgimento dos fenômenos Eike Batista e Lula. Eike, um empresário ousado, convenceu-se de que era realmente fora de série, que tinha um poder miraculoso de multiplicar dólares em velocidade espantosa, colocando um X no nome da empresa e vendendo sonhos.
Lula, por sua vez, encantou-se com a adulação das massas, compradas pelas esmolas estatais, possíveis justamente porque jorravam recursos nos cofres públicos. A classe média também estava em êxtase, pois o câmbio se valorizava e o crédito se expandia. Imóveis valorizados, carros novos na garagem, e Miami acessível ao bolso.
O metalúrgico, que perdera três eleições seguidas, tornava-se, quase da noite para o dia, um “gênio da política”, um líder carismático espetacular, acima até mesmo do mensalão. Confiante nesse poder, Lula escolheu um “poste” para ocupar seu lugar. E o “poste” venceu! Nada iria convencê-lo de que isso tudo era efeito de um fenômeno mais complexo do que ele compreendia.

Dilma passou por uma remodelagem completa dos marqueteiros, virou uma eficiente gestora por decreto, uma “faxineira ética”, intolerante com os “malfeitos”. Tudo piada de mau gosto, que ainda era engolida pelo público porque a economia não tinha entrado na fase da ressaca. O inverno chegou.
O crescimento chinês desacelerou, e há riscos de um mergulho mais profundo à frente. A economia americana se recuperou parcialmente, e isso fez com que o custo do capital subisse um pouco. Os ventos externos pararam de soprar. Os problemas plantados pela enorme incompetência de um governo intervencionista, arrogante e perdulário começaram a aparecer.

A maré baixou, e ficou visível que o Brasil nadava nu. O BNDES emprestou rios de dinheiro a taxas subsidiadas para os “campeões nacionais”, entre eles o próprio Eike Batista. O Banco Central foi negligente com a inflação, que furou o topo da meta e permaneceu elevada, apesar do fraco crescimento econômico. Os investidores começaram a temer as intervenções arbitrárias de um governo prepotente, e adiaram planos de investimento.

A liquidez começou a secar. O fluxo se inverteu. E o povo começou a ficar muito impaciente. Eike Batista se viu sem acesso a novos recursos para manter seu castelo de cartas. As empresas do grupo X despencaram de valor, sendo quase dizimadas enquanto as dívidas, estas sim, pareciam se multiplicar. A palavra calote passou a ser mencionada. O BNDES pode perder bilhões do nosso dinheiro.
Já a presidente Dilma, criatura de Lula, mergulhou em seu inferno astral. Sua popularidade desabou, os investidores travaram diante de tantas incertezas, e todos parecem cansados de tamanha incompetência.
Eike e Lula deveriam ler Camus: “Brincamos de imortais, mas, ao fim de algumas semanas, já nem sequer sabemos se poderemos nos arrastar até o dia seguinte”.
* Texto por Rodrigo Constantino, economista, preside o Instituto Liberal

Tudo muito estranho, Henrique Alves!

Cada vez mais enrolado o Presidente da Câmara, o deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) não consegue justificar o por que decidiu mandar um assessor levar uma mala com R$ 100 mil a outro deputado.
Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) classifica como "assunto privado" o escândalo da mala de R$ 100 mil que um de seus assessores levava ao deputado João Maia (PR-RN) quando foi assaltado.
Alves diz que tomou um empréstimo no Banco do Brasil e que resolveu pagar a suposta compra de um apartamento em dinheiro vivo, e não por meio de uma simples transferência bancária ou com um cheque porque este seria um "direito seu". Tudo muito estranho. (brasil247)

‘Ambiente de pessimismo’

"Convenhamos: nem Dilma está tão desesperada pelo plebiscito nem o nosso PMDB cansado de guerra (e cheio de cargos) parece tão preocupado com a moralidade pública e o corte de ministérios. Ambos apenas dizem o que a população quer ouvir e se esforçam em jogar a culpa um no outro por não dar certo.
O que se vê é Dilma e o Congresso testando forças, num momento de enorme fragilidade mútua e com o PT nitidamente dividido: um PT apoia o governo, o outro PT se alia ao PMDB contra o governo. O clima, portanto, é de guerra, mas de uma guerra interna no próprio governo e nos partidos governistas. E quem criou e alimenta o pessimismo não foram e não são os adversários. Foram e são a própria Dilma, o seu governo, a sucessão de erros e sua balofa base (não tão) aliada."
*Eliane Cantanhede, na Folha de São Paulo
 

Marina Silva recebeu doações de empresa investigada por poluição ambiental.

O discurso ambientalista da candidata à Presidência da República derrotada, Marina Silva (PV), não a distanciou da doação financeira de uma das grandes empresas poluidoras do país. Na lista dos doadores que colocaram na campanha da senadora mais de R$ 24 milhões, há a participação da Suzano Papel e Celulose. Investigada e denunciada por poluir rios e o ar em diversas regiões do país, a empresa repassou R$ 532 mil para o comitê financeiro da candidata.
Em julho deste ano, o Ministério Público Federal no Tocantins propôs à Justiça Federal ação civil pública contra a Suzano por conta de irregularidades na condução do processo de licenciamento ambiental de um projeto de silvicultura desenvolvido em diversos municípios do norte do estado. A poluição causada pela empresa é alvo de outras duas ações abertas pela Procuradoria da República no Piauí e no Maranhão.
Em 2008, o Correio presenciou a atuação da empresa em Mucuri (BA), perto da divisa com o Espírito Santo. Constatou que a produção de celulose no local prejudicava as nascentes dos rios e estava matando os peixes da região. Além disso, o cheiro disseminado pela atuação da fábrica era insuportável e incomodava os moradores da área.
Entre os doadores de Marina Silva também estão duas empreiteiras citadas em escândalos de corrupção. As construtoras Camargo Corrêa e Andrade Gutierrez estão sendo investigadas pela Polícia Federal na Operação Castelo de Areia. Conhecidas doadoras de campanhas eleitorais, elas levaram, no ano passado, muitos parlamentares à lista de suspeitos por terem recebido doações delas.
Ao comitê da candidata do PV, a Camargo Corrêa doou R$ 1 milhão, enquanto a Gutierrez repassou R$ 100 mil. As duas empreiteiras estão juntas na denúncia apresentada, no ano passado, pelo Ministério Público Federal de São Paulo. À época, quatro executivos das empresas foram acusados de formação de quadrilha, formação de cartel e fraudes no processo de licitação das obras do metrô de Salvador.
Da imensa lista de doadores da campanha de Marina Silva constam empresas como a CCPS Engenharia, que contribuiu com R$ 1 milhão; a Companhia Metalúrgica Prada, com doação de R$ 150 mil; e a Companhia de Cimento Ribeirão Grande, com contribuição de R$ 200 mil. No total, o comitê financeiro da candidata arrecadou R$ 24,9 milhões.
DOAÇÕES
Marina -Quem - Quanto (em R$ mil)
Construtora Camargo Corrêa - 1.000
CCPS Engenharia - 1.000
Suzano Papel e Celulose S/A - 532
Embraer - 425
Empresário Eike Batista - 500
Porto Seguro Companhia de Seguros Gerais - 250
Copersucar São Paulo - 250
Cosan S/A Indústria e Comércio - 250
Companhia de Cimento Ribeirão Grande - 200
Cardsystem S/A - 190
Companhia Metalúrgica Prada - 150
Fonte: Tribunal Superior Eleitoral
http://itabatanews.com.br/home/leitor.php?cod=2403

E quem paga a conta?

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domingo, 21 de julho de 2013

A "quase perfeição" de Luiz Inácio.

Gambiarra de todos os dias: faltou cânula nasal, ou Hood, para fornecer oxigênio para o recém nascido: pegue um frasco de soro, corte ao meio, dê um jeito de am...arrar com uma luva ou o que tiver no cabo do oxigênio (se tiver). Melhor que nada, mas..
Será que isso resolve? Bem vindo ao SUS, bem vindo ao Brasil. Médicos, enfermeiros, técnicos... verdadeiros mestres na arte do improviso.
FALTA DE ESTRUTURA É ISSO! Mas como já dissemos, uma cadeira estofada e uma faixada pintada novinha também são bem vindos.
*gracias ala vida por  yahoogrupos.com.br 
 
 

Concorrência desleal.

A situação dos humoristas profissionais no Brasil, está cada vez mais crítica. Estão sendo substituídos, nos grandes jornais, por políticos de moral duvidosa e a custo zero. O ridículo governador do Rio de Janeiro acaba de declarar que as manifestações na cidade, mais precisamente, na sua porta, são promovidas por  grupos internacionais. Tenho ouvido declarações idiotas vindas do Planalto Central, mas essa última, temperada com sotaque carioca, sem dúvida é a campeã da semana. 
Há poucos dias o rei de Guaratiba havia dito que tudo não passava de uma antecipação da campanha eleitoral, desencadeada pela oposição. Agora foi mais longe, concluiu que são movimentos internacionais.
Acredito que se os protestos continuarem, o seu  eficiente serviço de informação, provido de especialistas em Exobiologia, detectará ET's,  com guardanapos na cabeça, agindo no pedaço.
Seremos o primeiro país no mundo a descobrir e comprovar a existência de vida inteligente em outros mundos. Uma honra para o país da desonra.
*Humberto de Luna Freire Filho, médico, por e-mail, via Grupo Resistência Democrática.

O perfil de um vândalo.

Observem o detalhe da camisa do indivíduo...
Não é só pela camisa. Sua posição de atirador e a arma que utiliza, nos dá a certeza de estarmos diante de um PACIFISTA - COLOMBIANO ou um jovem e exemplar estudante brasileiro treinado pelas Farcs ou, quem sabe, apenas um simples e ingênuo adepto dos procedimentos sociais "DEMOCRÁTICOS" daquela instituição terrorista que, em plena confusão, achou "por acaso" um  estilingue (atiradeira) dentro do seu bolso e uma pedra que, no ato, se materializou milagrosamente, sob seus pés. Nada que nos fizesse supor estarmos diante de uma atitude premeditada.
E observem a humildade do jovem, que embora destemido e orgulhoso de seu gesto, oculta-se sob o chapéu e o lenço (tipo cowboy), talvez para não ser reconhecido como lider, pelos seus pares. 
Depois a polícia reage à pedra, usando, bala de borracha, reage à coquete Molotov com gás lacrimogêneo, reage a foguetes (fogos de artifício), com jatos de água  e será considerada "extremamente violenta" por parte da mídia, OAB, certas ONGs dos direitos humanos, Ministério Público e Anistia Internacional; ainda que atuando, como previsto em Lei, em  defesa do patrimônio público, tentando evitar a invasão e depredação do Congresso Nacional, das Assembléias Legislativas, das Prefeituras, das Câmaras de Vereadores, etc.     
E como adolescentes rebeldes mimados que não podem ser contrariados, partem então pelos caminhos, para depredações de bens privados como as bancas de jornais, caixas de bancos, vidraças de lojas  ou a promoção de saques.
Se imaginarmos que a todos deva ser dado o direito de utilisarem suas armas na tentativa de imporem suas vontades e idéias a outros, nunca será demais lembrar que, há séculos, fogos de artifício, e estilingues deixaram de fazer parte dos arsenais policiais e militares.
Ninguém, em consciência, deseja violência como represália, mas a democracia não pode ser omissa, complacente ou permitir a impunidade de vândalos, que sob a alegação de seus direitos de protesto, na verdade, querem aquela destruir.    
Os direitos de cada cidadão, implica no exercício de suas obrigações e respeito para com a sociedade.
Como já dito, na expressão popular: "direitos humanos para humanos direitos"
*Wilson J. de Mattos, via Grupo Resistência Democrática
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Desabafo de uma médica na selva amazônica.

1º Ten Méd Juliana Getirana
Durante vinte anos eu sonhei em ser médica do Exército e atuar na Selva Amazônia.
Adiei minha residência, tamanha era a ansiedade de servir à Pátria.
Eu fui onde muitos não foram e vi o que muitos insistem em não ver.
Eu fui tratada como rainha pelos amazonenses ribeirinhos. Repartiram comigo a pouca comida que tinham. Chorei de desespero, chorei como nunca na minha vida, ao final de um dia inteiro em uma ACISO (Ação Cívico-Social). Mais de doze horas insanas, sem parar, para atender as literalmente centenas de pessoas na porta da escola querendo ajuda. E eu, era a única médica, munida apenas de caneta, papel e esteto. Chorei de ódio de todas as secretarias de saúde que conheci, nas cidades que passei. Fui proibida de trabalhar numa cidade porque exigi a evacuação de um paciente em UTI aeromóvel da prefeitura. Gastar todo esse dinheiro com uma pessoa só? Jamais. Hospital sem EAS, EPF, USG... sem nada!
Estou cansada desses pseudo-brasileiros que criticam a classe médica e acham que ajudar é dar esmola no sinal.
Estou cansada de ser chamada de mercenária. Estou cansada.
Morava num Bairro nobre no litoral do Rio de Janeiro e larguei tudo por um SONHO.
Quero ver esses hipócritas burgueses, falsos moralistas morarem numa cidade onde só se chega de barco ou avião!
Quero ver trabalhar de graça, por saber que o dinheiro que você ía receber era fruto de corrupção!
Quero ver!
Infelizmente, tive que voltar da selva. Mas acho que isso foi até bom, farei minha residência e estudarei muito.
Mas uma coisa eu afirmo, como eu afirmei há 20 anos atrás, quando eu disse que seria Oficial de carreira na Selva Amazônica: assim que eu terminar minha residência, eu volto pra minha Selva, pras minhas crianças, pras minhas viagens de barco que levam esperança.
E deixo aqui, todos esses pseudo-brasileiros, nesse caos, nessa mentira, nesse consumismo desenfreado.Nessa desgraça disfarçada de álcool, boates, futebol e samba.
Desejarei força para os meus colegas de profissão que por aqui ficam.
E com certeza, terei a consciência limpa, que eu fiz jus ao meu juramento e não fui mais uma hipócrita.
A SELVA NOS UNE!
A AMAZÔNIA NOS PERTENCE!
TUDO PELA AMAZÔNIA!
SELVA!
Não critico a vida urbana, mas acho que tudo está muito errado.
Descrição: Foto: Durante vinte anos eu sonhei em ser médica do Exército e atuar na Selva Amazônia.
Adiei minha residência, tamanha era a ansiedade de servir à Pátria. 
Eu fui onde muitos não foram e vi o que muitos insistem em não ver. 
Eu fui tratada como rainha pelos amazonenses ribeirinhos. Repartiram comigo a pouca comida que tinham. Chorei de desespero, chorei como nunca na minha vida, ao final de um dia inteiro em uma ACISO (Ação Cívico-Social). Mais de doze horas insanas, sem parar, para atender as literalmente centenas de pessoas na porta da escola querendo ajuda. E eu, era a única médica, munida apenas de caneta, papel e esteto. Chorei de ódio de todas as secretarias de saúde que conheci, nas cidades que passei. Fui proibida de trabalhar numa cidade porque exigi a evacuação de um paciente em UTI aeromóvel da prefeitura. Gastar todo esse dinheiro com uma pessoa só?Jamais. Hospital sem EAS, EPF, USG... sem nada!
Estou cansada desses pseudo-brasileiros que criticam a classe médica e acham que ajudar é dar esmola no sinal.
Estou cansada de ser chamada de mercenária. Estou cansada.
Morava num Bairro nobre no litoral do Rio de Janeiro e larguei tudo por um SONHO.
Quero ver esses hipócritas burgueses, falsos moralistas morarem numa cidade onde só se chega de barco ou avião!
Quero ver trabalhar de graça, por saber que o dinheiro que você ía receber era fruto de corrupção!
Quero ver!
Infelizmente, tive que voltar da selva. Mas acho que isso foi até bom, farei minha residência e estudarei muito.
Mas uma coisa eu afirmo, como eu afirmei há 20 anos atrás, quando eu disse que seria Oficial de carreira na Selva Amazônica: assim que eu terminar minha residência, eu volto pra minha Selva, pras minhas crianças, pras minhas viagens de barco que levam esperança.
E deixo aqui, todos esses pseudo-brasileiros, nesse caos, nessa mentira, nesse consumismo desenfreado.Nessa desgraça disfarçada de álcool, boates, futebol e samba.
Desejarei força para os meus colegas de profissão que por aqui ficam.
E com certeza, terei a consciência limpa, que eu fiz jus ao meu juramento e não fui mais uma hipócrita.

A SELVA NOS UNE!
A AMAZÔNIA NOS PERTENCE!
TUDO PELA AMAZÔNIA!
SELVA! 

Não critico a vida urbana, mas acho que tudo está muito errado.

Lula e a "cura espiritual" em Abadiânia.

Lula chamou de canalhas aqueles que , em razão de seu sumiço da mídia, coisa impensável para quem adora os holofotes....chegou a supor que ele estava internado no Sírio Libanês se tratando do câncer. Porém ,a coluna do Cláudio Humberto do dia 02/07 chegou a publicar que Lula fez  "há dias,cirurgia espiritual" de câncer com o médium João de Deus, em Abadiânia (GO).Segundo o jornalista, já houve pelo menos três encontros de Lula com o médium. Será que o qualificativo insultuoso dado por Lula vale também para o responsável jornalista Cláudio Humberto? 
*Mara Montezuma Assaf, por e-mail, via Grupo Resistência Democrática