quarta-feira, 14 de março de 2012

Dilma engaveta projeto que previa mais segurança pública

O governo federal engavetou o projeto que previa a instalação 2.883 UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora) pelo Brasil.
Técnicos do Ministério da Justiça, talvez achando que estão na Suiça, avaliaram que o projeto esta "superdimensionado".
Como sabemos, este projeto de segurança foi a principal promessa de campanha da presidente Dilma Rousseff que, como muitos outros, fica apenas no papel.
Os sonolentos técnicos do Ministério, pasmem, talvez desconheçam que os Estados podem fazer concursos público para aumentar o efetivo policial pois apontaram, inclusive, que não haveria sequer efetivo policial suficiente em algumas cidades para instalar as UPPs.
Os recursos inicialmente previstos para construção das unidades pacificadoras, que chegam a cerca de R$ 1,6 bilhão, irão para outras ações.
Infelizmente, e mais uma vez, é o Governo Federal deixando de zelar pela segurança da população. 
*Este post  está baseado em informação contida da reportagem de Thiago Guimarães e Estelita Hass Carazzai publicada na edição desta quarta-feira da Folha. A reportagem completa está disponível a assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha.

Segurando a vara

Sanatório Geral !

"Nós nos preocupamos com esse tsunami monetário de países desenvolvidos, que não usam políticas fiscais de ampliação da capacidade de investimento para sair da crise em que estão metidos".
(Disse Dilma Rousseff, recitando, sem saber o que está dizendo, o que ouviu na conversa com Lula, que não sabe o que diz).
*Augusto Nunes
Leiam abaixo o que disse a imprensa alemã, a respeito das palavras desconexas da "presidenta":
- Essa senhora vem à Alemanha nos dizer o que temos que fazer? Ora, a Alemanha vai bem obrigado apesar de tudo. Mas eu vou aproveitar para dar um conselho a ela... antes de vir aqui reclamar das nossas políticas econômicas, por que ela não diminui os gastos do governo dela e dimimui os juros que são exorbitantes no Brasil? Se eu posso emprestar dinheiro a juros baixos e o meu povo pode ganhar juros absurdos lá no país dela, eu não vou ser quem direi ao meu povo que não faça isso. Ela que torne a especulação no país dela menos atraente.
* Manager-magazin.de

terça-feira, 13 de março de 2012

Blogueiro, de "linha governista" ganha muita grana de patrocínio do governo

O lucro do governismo de PHA: R$ 832 mil só da CEF
O chefe da claque governista na internet, o blogueiro autoproclamado progressista Paulo Henrique Amorim, recebeu da Caixa Econômica Federal R$ 833,28 mil reais em patrocínios para sua página eletrônica. O valor foi informado ao Blog do Pannunzio pela Assessoria de Imprensa da CEF e se refere a 20 meses de veiculação de banners em 2011 e 2012.
O valor mensal dos patrocínios arrecadados é equivalente ao que o Conversa Afiada recebeu dos Correios — R$ 40 mil mensais pela veiculação de uma campanha do Sedex entre outubro de 2011 e fevereiro deste ano. O contrato com os Correios foi suspenso, segundo a estatal em função do fim da campanha.
Outras empresas e autarquias também cedem patrocínio ao blog de Paulo Henrique Amorim. Consultado pelo Blog do Pannunzio, o Banco do Brasil prometeu, por intermédio de sua assessoria de imprensa, respoder ainda nesta segunda-feira o valor empenhado pela instituição na página eletrônica. Até o monento da publicação deste post, no entanto, anda não havia resposta.
Somente com os valores pagos pela CEF e Correios, seria possível ao governo retirar da miséria 8300 famílias, com o pagamento do benefício médio de R$ 115,00.
O editor do Conversa Afiada foi processado várias vezes por injúria, inclusive racial. PHA foi condenado pela justiça paulista por ter chamado Paulo Preto de “Paulo Afro-Descendente”. Também foi obrigado a se retratar — obrigação ainda não integralmente cumprida – diante do jornalista Heraldo Pereira, da Globo, e a pagar R$ 30 mil de indenização, dinheiro destinado pelo comentarista do Jornal da Globo para uma instituição de caridade, por ter utilizado a expressão “negro de alma branca” para tentar desqualificá-lo. Responde, ainda, a um processo criminal movido pelo Ministério Público do Distrito Federal para apurar e punir as mesmas injúrias.
Abaixo, reproduzo a responsta da Assessoria de Comunicação da CEF a um questionário elaborado pelo Blog do Pannunzio na semana passada.
Blog do Pannunzio: A CEF tem patrocinado o Conversa Afiada. Preciso saber quanto ele recebeu de patrocínio no ano passado, quanto está recebendo atualmente e qual a duração do contrato.
CEF – Investimento no Site Conversa Afiada em 2011: R$ 416.640,00. Período de veiculação 2011: Março a Dezembro de 2011. Investimento no Site Conversa Afiada em 2012: R$ 416.640,00. Período de veiculação em 2012: Março a Dezembro de 2012.
Blog do Pannunzio: Como a CEF distribui esses patrocínios ? Qual é a verba destinada à internet, qual a participação dos blogues nessa verba, e qual a participação, em termos proporcionais, do Conversa Afiada nessa verba ?
CEF: Não entendemos que o site Conversa Afiada seja um blog, razão pela qual o valor destinado ao site não está incluído nas informações relativas a blogs.
Investimento em internet 2011: 14.602.428,43
Investimento em Blogs em 2011: foi de R$ 145.531,31, sendo que três blogs citados abaixo não são valorados e não estão incluídos nesse valor.
Participação em Blogs em relação ao total de internet em 2011: 1%
Participação do site Conversa Afiada em relação ao total de internet em 2011: 3%
Blog do Pannunzio: Há outros blogues veiculando banners da CEF ? Quais são eles ?
CEF: Blog A Casa da Minha infância –Não valorado – pacote Casa.com; Blog Empreendedores–Não valorado – pacote Ed. Globo; Blog Luiz Nassif
Blog do Pannunzio: Quais são os critérios da CEF para a escolha de quem receberá patrocínio do banco ?
CEF: Os meios e veículos são avaliados pelas agências de publicidade contratadas pela Caixa, que levam em conta as necessidades estratégicas da empresa na divulgação de sua marca, produtos e serviços.
Blog do Pannunzio: Como é feita a aferição dos resultados ? A CEF paga por clique, por pageview ou a verba destinada aos blogues não tem relação com o número de exibições dos anúncios veiculados ?
CEF: Blog A Casa da Minha infância: Mensuração: relatório de pageviews do blog; Blog Empreendedores (pacote Ed. Globo). Mensuração: relatório de impressões e cliques nos sites propostos (PEGN, Época e Época Negócios.); Blog Luiz Nassif. Mensuração: relatório de impressões.
O Blog Luiz Nassif é o único com entrega valorada e tem negociação por CPM, conforme tabela de preços que tem custo específico para o blog, e total calculado de acordo com quantidade de impressões propostas para cada formato no período.
Blog do Pannunzio: O banco tem algum tipo de reserva em relação ao conteúdo dos blogues patrocinados ?
Não, assim como não tem reserva quanto aos conteúdos das televisões, revistas, jornais, rádios e demais veículos que patrocina ou veicula publicidade e propaganda.

Trapalhadas de Haddad no ENEM

30 colégios tiveram acesso prévio a questões do Enem, e não apenas um. Obra do “traquejado” Fernando Haddad
Fernando Haddad (PT), a exemplo de Gabriel Chalita (PMDB), ainda não disse por que quer ser prefeito de São Paulo. Ele só sabe que não quer que José Serra seja. Respondendo a um artigo do tucano, que criticou os descaminhos da educação no país, o petista afirmou que “falta a Serra traquejo” na área. Certo! Vai ver que sim. Traquejo é isto:
MPF-CE: 30 colégios tiveram acesso ao pré-teste do Enem
Por Paula Reverbel, na VEJA Online:
O procurador da República no Ceará Oscar Costa Filho, responsável pelo processo sobre o vazamento das questões do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), afirmou nesta sexta-feira que funcionários de outras 30 escolas, além do Colégio Christus, de Fortaleza, tiveram acesso a pré-testes realizados para compor o exame 2011.
De acordo com as regras do Enem, os pre-teste são realizados em algumas escolas do país para que seja feita a avaliação das possíveis questões da prova nacional. Após os alunos responderem o teste, porém, todos os cadernos com as questões devem ser recolhidos. Nenhum desses cadernos deve ficar com diretores, funcionários ou alunos - justamente para que não haja vazamento.
A Procuradoria, porém, afirma que, de acordo com investigações da Polícia Federal, Evelina Eccel Seara, uma das pessoas acusadas de envolvimento no vazamento de 2011, repassou os cadernos de provas a coordenadores de outras 30 escolas.
Seara, que trabalhava como representante da Cesgranrio - fundação contratada pelo Inep para aplicar o pré-teste, de onde vazaram as questões do exame - organizou uma reunião em uma instituição de ensino onde estavam presentes funcionários de diversas escolas. De acordo com o MP, os cadernos foram distribuídos nesta ocasião.
“Sabemos que os coordenadores desses outros colégios tiveram acesso indevido às provas do pré-teste”, explicou Costa Filho. “Resta saber se esses coordenadores repassaram as questões aos estudantes e se os cadernos eram os mesmos aplicados no pré-teste do Colégio Christus”.
Procurada pela reportagem de VEJA, a Cesgranrio afirmou que, por ora, não vai se pronunciar a respeito. “Só estamos acompanhando as notícias pela imprensa”, diz comunicado da fundação. “Não temos nenhum comunicado oficial da Justiça ou do Ministério Público Federal.”
*Por Reinaldo Azevedo

segunda-feira, 12 de março de 2012

Dilma derruba Jucá.

O senador Romero Jucá (PMDB-RR) não será mais o líder do governo no Senado Federal
A informação foi confirmada pela assessoria do líder do PMDB na Casa, senador Renan Calheiros (PMDB-AL)...
No lugar de Jucá, o senador Eduardo Braga (PMDB-AM) irá coordenar a base aliada da presidenta Dilma Rousseff no Senado.
A decisão da presidenta foi comunicada a Renan Calheiros em reunião que durou cerca de uma hora e quarenta minutos no começo da tarde.
A ministra de Relações Institucionais, Ideli Salvatti, também participou do encontro.
Depois da reunião com Dilma, Calheiros comunicou a Jucá e Braga a troca na liderança do governo.
Ainda de acordo com a assessoria do líder do PMDB, a principal função de Eduardo Braga na liderança do governo será unir o seu partido - a maior bancada do Senado – em favor das votações que interessam ao Planalto.
A presidenta também pretende promover maior rotatividade nas lideranças no Congresso Nacional, mas ainda não foi especificado qual será a periodicidade em que ela fará mudanças.
Questionado sobre o convite, Eduardo Braga não quis confirmar que assumirá a liderança. Em respeito a Romero Jucá, o senador disse que preferia não comentar o assunto.
“Acho que o líder Romero Jucá é um grande líder, um grande companheiro que ficou na liderança durante muito tempo. Ele merece todo o meu respeito e toda a minha consideração”, disse Braga após a reunião com Calheiros.
Apesar disso, o senador amazonense confirmou que está disposto a liderar a base aliada no Senado.
“Se a presidenta da República entender que eu posso prestar um serviço ao Brasil e ao governo, aqui [no Senado], eu terei o maior prazer em servir ao Brasil e ao governo fazendo um bom serviço para o povo brasileiro. Mas eu não posso falar sobre o assunto porque não é hora de falar sobre o assunto”, disse.
O governo sofreu na última semana a sua maior derrota no Senado desde a posse da presidenta Dilma Rousseff no ano passado.
A base governista insatisfeita com as relações que vem tendo com o Planalto rejeitou a indicação presidencial para a recondução de Bernardo Figueiredo para a Diretoria-Geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).
As justificativas para os votos contrários à indicação foram, principalmente, as reclamações constantes do PMDB por causa da falta de espaço do partido no governo. Outros partidos da base também estão em crise com o governo em razão das mudanças ministeriais promovidas pela presidenta.
Nem Renan Calheiros, nem o ex-líder Romero Jucá quiseram falar com a imprensa. A expectativa é que a decisão da presidenta Dilma Rousseff seja anunciada pelos dois nos próximos dias.
*Mariana Jungmann no JB.com.br

A fome da base é "fogo"!!!

A base "alugada" quer reajustes...

Rebelados com o governo, os principais dirigentes dos partidos integrantes da coalizão da presidente Dilma Rousseff querem um novo modelo de relacionamento com o Palácio do Planalto, com menos poder para o PT, mais diálogo entre os parlamentares e o cumprimento das promessas de liberação das emendas parlamentares.
Insatisfeita com a articulação política e com atitudes do PT, a base aliada impôs uma derrota política a Dilma na semana passada ao rejeitar a indicação de Bernardo Figueiredo com diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).
Os aliados acham que o PT leva muita vantagem sobre os demais 16 partidos da coalizão na ocupação dos espaços e nos dividendos políticos de realizações do governo.
O PMDB - porta-voz do descontentamento geral - reclama que não recebe crédito por programas bem-sucedidos do governo, embora contribua para aprová-los. Gaba-se de ser mais fiel que o PT. Cita a aprovação do Fundo de Previdência dos Servidores (Funpresp) na Câmara, quando registrou só três votos contrários ao governo. O PT teve oito dissidentes.
O PMDB reivindica também maior autonomia sobre os ministérios que comanda: Agricultura, Assuntos Estratégicos, Minas e Energia, Previdência e Turismo. 'Ao contrário dos ministérios do PT, como Saúde e Educação, e do PSB, como Integração Nacional, nossos ministérios não dispõem de verbas para que possamos anunciar obras nos municípios. Ficamos na dependência do PT', afirma o líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN).
O problema, de acordo com os peemedebistas, é que mesmo nessa situação, sem poder anunciar obras nem convênios, os ministérios ainda são tutelados. O titular da Agricultura, Mendes Ribeiro, não pode fazer nada sem consultar as ministras Gleisi Hoffmann (Casa Civil) e Ideli Salvatti (Relações Institucionais). O mesmo ocorre com o Ministério do Turismo. O ministro Gastão Vieira vive sob vigilância.
'São essas coisas que têm de mudar. O PT não pode fazer festa só para os petistas. Tem de compartilhar o anúncio dos convênios e obras com todos os partidos', critica Henrique Alves. Ele lembra ainda que no final do ano passado houve um acordo do qual participou a ministra Ideli Salvatti, segundo o qual as emendas dos parlamentares seriam liberadas. Mas o ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou o corte de todas essas emendas.
Lacuna. Na opinião dos dirigentes de partidos aliados, falta ao governo encontrar um substituto para o ex-ministro Antonio Palocci (Casa Civil), obrigado a sair do governo em junho passado depois da revelação de que teria multiplicado seu patrimônio por 20 vezes em quatro anos.
Na época de Palocci, comenta um peemedebista, ele recebia a lista de reivindicações e dizia: 'Vamos com calma. Não consigo tirar algo da presidente no primeiro encontro. Temos de negociar por umas três ou quatro vezes. Mas fiquem tranquilos que tudo será atendido.' Com Palocci, as nomeações saíram. Depois que foi embora, suspeita-se até de que as listas de pedidos entregues a ele desapareceram.
Lá e cá. Com 37 deputados e sete senadores, o PR vive uma situação dúbia. Não sabe se é governo ou se é independente. Aguarda o pagamento da promessa de um ministério. Embora a pasta dos Transportes tenha sido entregue a Paulo Sérgio Passos, filiado ao PR, os parlamentares da legenda não se sentem obrigados a votar com o governo, porque não se consideram representados pelo ministro.
Para o líder do PR, Lincoln Portela (MG), o problema do governo é a 'hermenêutica'. 'Ninguém do governo se entende com o Congresso. É preciso encontrar uma forma de falar que seja comum aos dois lados.' Entre os exemplos da falha na 'hermenêutica', Portela cita a liberação de emendas. 'O governo não cumpre a lei e não libera o dinheiro das emendas para as obras.'
* Texto por estadao.br

Uma questão de ética

Magda Chambriard, indicada por Dilma Rousseff para ocupar o cargo de Diretora Geral da Agência Nacional do Petróleo, durante os seis primeiros anos que trabalhou na Agência recebeu seus salários da Petrobrás (2002 a 2008).
Portanto esta falta de ética e conflito de interesse vem de antes do governo lulo petista.
A minha pergunta é como uma pessoa que trabalha numa Agência que tem como objetivo regular e fiscalizar a Petrobrás em nome do governo pode receber seus salários da empresa fiscalizada?
Como é que uma funcionária da Petrbrás pode multar a empresa que paga seus salários?
Isto é no mínimo incoerente e demonstra o faz de conta que existe no Brasil. O governo faz de conta que fiscaliza e a Petrobrás faz de conta que obedece a regulamentação do governo.
Quando é que vamos nos convencer de que não é e nunca foi função do governo gerir empresas?
Quando é que vamos nos convencer que é função do governo fiscalizar e regular a atividade das empresas para que cumpram a lei?
*Laguardia, por e-mail, via Resistência Democrática

domingo, 11 de março de 2012

Crescem nossas exportações...de jegues!

Confesso que quando me mandaram a notícia pela primeira vez, eu descartei como sendo uma pegadinha, na melhor das hipóteses; na pior, uma piada infame.
Mas, depois de ver a mesma matéria estampada no blog de um conhecido jornalista, sério como sabem ser jornalistas respeitados, acabei acreditando que talvez seja verdade.
Enfim, não é 1ro. de Abril, não haveria motivo, em princípio, para jornalista sério brincar com coisas sérias.
O Brasil está exportando jumentos para a China, minha gente.
Que coisa mais transcedental!
E para isso, imaginem só, tem um programa inteiro, do governo (de quem mais poderia ser), chamado de Projegue, que se destina justamente a exportar os simpáticos animais para a China e onde mais houver mercado (acho que deve ter até na Groenlândia e na Islândia, pois o jegue é um animal teimoso, forte (como todo nordestino), sem esses traços neurastênicos dos cablocos do litoral (ou dos burocratas de Brasília), e que pode se adaptar a qualquer ambiente de trabalho.
Mas, coitadinhos, parece que vão ser sacrificados, o que é injusto com o valoroso animal, simbolo de muita cavalgadura que anda por aí (e nem desconfia que tem um primo-irmão num programa tão importante como esse criado pelos companheiros para promover nosso valoroso animal-símbolo).
Pois, mesmo arriscando-me a repetir uma piada que já pode ter sido feita por algum outro jornalista sério, aqui vai a minha.
Já que vão exportar jegues para a China, por que não exportar outro tipo de jumentos também?
Eu sei de muitos companheiros que simpatizam enormemente com a China, acham que ela é nossa aliada, parceira estratégica, essas coisas importantes, que sempre aparecem nos comunicados dos Brics e coisa e tal. Por que não aproveitar a próxima partida de uns tantos milhares de jegues de exportação para também acomodar alguns jumentos especiais de exportação (não são, mas acho que eles viveriam melhor lá do que aqui...).
Enfim, só sugestão, não estou querendo deportar ninguém (como aliás já fizeram com dois companheiros esportistas, que nem jumentos eram...).
*Paulo Roberto de Almeida, por e-mail, via Resistência Democrática.