terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

O perigo vermelho se traveste de livre comércio e chega ao Brasil

Travestido de livre comércio, o perigo amarelo, representado pela China, ao qual também chamo de "perigo vermelho", aproxima-se do Brasil e aqui finca bases de enorme poder de barganha podendo, inclusive, determinar uma séria dependência no futuro.
Ao contrário do que falam, e sempre falaram, os esquerdopatas debilóides brasileiros contra os Estados Unidos da América, a aproximação radical com a China poderá nos mostrar, no futuro, que o grande país comunista poderá "saquear" o Brasil assim como já o faz na África.
Numa reportagem no periódico britânico “The Guardian”, em determinado momento, o articulista indaga se a China é uma saqueadora do Brasil. A construção de um enorme complexo portuário e industrial no estado do Rio de Janeiro, apelidado “Estrada para a China”, está na origem do comentário.
Entre diversos empreendimentos chineses no Brasil, os investimentos no super-porto do Açu garantiriam à China o acesso irrestrito a recursos naturais fundamentais de nossa Pátria.
Na África a China expande-se, rapidamente, com ânsia e conotações colonizadoras, e após garantir a presença e importância econômica funamental, utiliza métodos extorsivos contra os países e contra o grande número de empregados que contrata.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Incêndio atinge Cidade do Samba, no Rio de Janeiro



O incêndio que atinge os barracões da Cidade do Samba, no centro do Rio de Janeiro, ainda não foi controlado pelos bombeiros. O incêndio começou por volta das 7h (horário de Brasília) desta segunda-feira e deixou uma grande coluna de fumaça no local. Não há informações de feridos.
O Corpo de Bombeiros já deslocou carros e homens na tentativa de conter o fogo. Cerca de 10 carros do quartel central dos bombeiros foram deslocados para o local. Devido à grande proporção do incêndio, carros de outras unidades também foram direcionados. Cada um dos carros conta com oito bombeiros.
Pelo menos quatro barracões foram atingidos, segundo informações da GloboNews: os das escolas Portela, União da Ilha e Grande Rio, e também o da LIESA (Liga Independente das Escolas de Samba).
Em entrevista ao "Bom Dia Brasil", o presidente da União da Ilha, Ney Fliardes, afirmou que a escola estava com 98% do carnaval pronto, sendo que fantasias e carros estavam guardados no local.
"É uma tristeza muito grande. Perdemos muita coisa", disse à Reuters um funcionário da União da Ilha que dormia no barracão e fugiu às pressas do local. Duas horas depois do início do incêndio, funcionários da escola tiveram acesso ao barracão e conseguiram retirar alguns carros que não haviam sido atingidos pelo fogo.
*Texto MSN/UOL notícias

Quando a garra prevalece

Prevaleceu a garra argentina e Neimar foi peça nula na derrota brasileira
O Brasil não resistiu à garra Argentina e perdeu por 2 a 1, na madrugada desta segunda-feira, pela terceira rodada do hexagonal final do Sul-Americano sub-20, que acontece no Peru.
O time brasileiro, cheio de "mungangas e trejeitos", foi superado por um time argentino com garra, técnica e objetivo.
O Brasil entrou em campo se sentindo vencedor e foi vencido. Se sentia o melhor e foi superado. Sua atuação coloca a equipe em sutuação de risco em relação a classificação para a olimpíada.
Faltou humildade e futebol.
Por incrível que nos pareça, além do futebol, sobrou humildade no lado argentino. Resultado: ganhou o jogo.
A derrota brasileira para a seleção argentina, transformou "Neymaradona" em "Neymar de lágrimas". Esta foi a manchete de capa do diário esportivo "Olé", o mesmo que já havia comparado o atacante do Santos com Diego Maradona.
Segundo o "Olé", Neymar esteve mal, irritado e, devido a um cartão amarelo, está suspenso para o jogo contra o Equador, na próxima quinta-feira, prejudicando o time brasileiro.

Governo culpa o rei do baião pelo apagão nordestino

Casal apagão: Lobão e Dilma ficam à vontade em meio a um blackout: ela sempre caminhou nas trevas e ele, como todo lobo, gosta de uivar na escuridão(Foto: Arquivo)

Oito entre os nove estados nordestinos , desde o estado da Bahia, até o Ceará e parte de Piauí, sofreram na madrugada desta quinta-feira mais um daqueles “apagões” de fornecimento de energia, resultante da incompetência e desleixo dos últimos oito anos de governo petista.
O blackout atingiu 47,7 milhões de pessoas e durou até cinco horas, em algumas cidades, que ficaram as escuras das 23hs do dia 03, até as 4hs do dia 05.
Um apagão não gera apenas desconforto. Ponham-se na conta dos responsáveis pelo funcionamento das redes de transmissão, prejuízos incalculáveis para bares, restaurantes, casas de espetáculos e para setores da indústria que funcionam por 24 horas. O complexo industrial de Camaçari na Bahia teve que as atividades suspensas abruptamente. Pela complexidade do sistema, só vai funcionar na integralidade, novamente, no prazo de 05 dias.
De acordo com o presidente do Comitê de Fomento Industrial de Camaçari, Manoel Carnaúba se pode calcular ainda os prejuízos financeiros causados às empresas, mas afirmou que a paralisação representa perdas significantes para a economia da Bahia.
"Ainda é precoce falar em números, mas é preciso lembrar que o Pólo de Camaçari representa 33% do Produto Interno Bruto (PIB) baiano e um dia parado representa um perda significante".
O apagão causa prejuízos a grosso e varejo. Quebra milhares de equipamentos, põe em risco pacientes em hospitais, proporciona boas oportunidades a criminalidade e deixa em risco a vida e o patrimônios dos cidadãos.
Pior que o apagão é ouvir no dia seguinte as explicações do filhote de Sarney, o Ministro das Minas e Energia, Edison Lobão. Sem saber distinguir entre um interruptor e uma tomada, o Ministro, já experiente em dá explicações sobre o evento, desta vez acusa como responsável uma falha no circuito eletrônico da subestação Luiz Gonzaga, no município de Jatobá, em Pernambuco. Pelo visto, vão acabar repassando a culpa para o Rei do Baião, que nunca causou nem sofreu nenhum apagão durante toda a sua vida.
Lembrar que um mini apagão de uma hora, aconteceu, na região nordestina, há menos de um ano. Foi mais abrangente, pois atingiu também a terra do Ministro Lobão, o estado do Maranhão, que foi poupado, desta vez. Naquela ocasião, oficialmente, o culpado foi um galho de árvore.
O ministro Lobão, aos berros, disse, nesta sexta, aos jornalistas, que o sistema operacional do setor elétrico do Brasil é o melhor do mundo. Parecia querer ganhar no grito:
“O nosso sistema funciona muito bem. Tem falhas? Tem falhas, tem falhas em todos os sistemas do mundo", disse como se falasse para os seus eleitores do curral eleitoral de Mirador, sua terra natal.
A presidenta Dilma mandou emitir nota dizendo que o caso vai ser apurado (!?) e mandou os seus amigos do sistema Eletrobrás ficarem atentos para falhas como essa não voltarem a acontecer.
Só que, quem vai apurar é o próprio governo, naquele estilo de investigação que investigou as irregularidades da ex Ministra Chefe da Casa Civil, Erenice Guerra e concluíram pela inocência.
Uma correta investigação iniciaria com um pedido de explicação sobre a volta de Edison Lobão ao Ministério da Minas e energia, depois de sua desastrada passagem no setor e sua falta de aptidão para o cargo.
Teria que se investigar também a passagem da própria Dilma Rousseff pelo Ministério das Minas e Energias e sua interferência esdrúxula no setor, mesmo depois de estar na Casa Civil, através do seu protegido, o faz de tudo, Valter Cardeal. Que agora tem as rédeas da construção da hidroelétrica de Belo Monte.
Em parceria com Luiz Gonzaga, a culpada seria uma “cartela eletrônica”, do sistema de controle e proteção, apresentou defeito e deu ordem para desligar a subestação, sem que existisse nenhum problema.
O diretor de operações da Chesf (Companhia Hidrelétrica do São Francisco), Mozart Bandeira Arnaud, diz que tem oito anos como diretor da Chesf (o mesmo tempo do governo Lula) e nunca viveu uma ocorrência desse tipo”.
Não acrescentou que a cartela desligou apenas parte da subestação e o fornecimento não foi até então afetado. O pessoal de serviço na estação, destreinados e despreparados, resolveu mesmo sem identificar o que estava acontecendo, tentou religar a parte desligada da subestação, contaminando com o problema todo o resto do sistema, causando por fim o apagão. Assim uma insignificante cartela eletrônica e meia dúzia de funcionários sonolentos derrubaram o melhor sistema de controle elétrico do mundo(?)
Comprem geradores e preparem-se para o pior, sob a tutela de Dilma e sua trupe, outros apagões estão por vir, e não serão apenas apagões elétricos.  

Tempo de muda

Por Fernando Henrique Cardoso:
Novo ano, nova presidente, novo Congresso atuando no Brasil de sempre, com seus êxitos, suas lacunas e suas aspirações.
Tempo de muda, palavra que no dicionário se refere à troca de animais cansados por outros mais bem dispostos, ou de plantas que dos vasos em viveiro vão florescer em terra firme.
A presidente tem um estilo diferente do antecessor, não necessariamente porque tenha o propósito de contrastar, mas porque seu jeito é outro.
Mais discreta, com menos loquacidade retórica.
Mais afeita aos números, parece ter percebido, mesmo sem proclamar, que recebeu uma herança braba de seu patrono e de si mesma.
Nem bem assume e seus porta-vozes econômicos já têm que apelar às mágicas antigas (quanto foi mal falado o doutor Delfim, que nadava de braçada nos arabescos contábeis para esconder o que todos sabiam!) porque a situação fiscal se agravou.
Até os mercados, que só descobrem estas coisas quando está tudo por um fio, perceberam.
Mesmo os velhos bobos ortodoxos do FMI, no linguajar descontraído do ministro da Fazenda, viram que algo anda mal.
Seja no reconhecimento maldisfarçado da necessidade de um ajuste fiscal, seja no alerta quanto ao cheiro de fumaça na compra a toque de caixa dos jatos franceses, seja nas tiradas sobre os até pouco tempo esquecidos “direitos humanos”, há sinais de mudança.
Os pelegos aliados do governo que enfiem a viola no saco, pois os déficits deverão falar mais alto do que as benesses que solidarizaram as centrais sindicais com o governo Lula.
Aos novos sinais, se contrapõem os amores antigos: Belo Monte há de vir à luz com cesariana, esquecendo as preocupações com o meio ambiente e com o cumprimento dos requisitos legais; as alianças com os partidos da “governabilidade” continuarão a custar caro no Congresso e nos ministérios, sem falar no “segundo escalão”, cujas joias mais vistosas, como Furnas (está longe de ser a única), já são objeto de ameaças de rapto e retaliação.
Diante de tudo isso, como fica a oposição?
Digamos que ela quer ser “elevada”, sem sujar as mãos (ou a língua) nas nódoas do cotidiano nem confundir crítica ao que está errado com oposição ao país (preocupação que os petistas nunca tiveram quando na oposição).
Ainda assim, há muito a fazer para corresponder à fase de “muda”.
A começar pela crítica à falta de estratégia para o país: que faremos para lidar com a China (reconhecendo seu papel e o muito de valioso que podemos aprender com ela)?
Não basta jogar a culpa da baixa competitividade nas altas taxas de juro.
Olhando para o futuro, teremos de escolher em que produtos poderemos competir com China, Índia, asiáticos em geral, Estados Unidos, etc.
Provavelmente serão os de alta tecnologia, sem esquecer que os agrícolas e minerais também requerem tal tipo de conhecimento.
Preparamo-nos para a era da inovação?
Reorientamos nosso sistema escolar nesta direção?
Como investir em novas e nas antigas áreas produtivas sem poupança interna?
No governo anterior, os interesses do Brasil pareciam submergir nos limites do antigo “Terceiro Mundo”, guiados pela retórica do Sul-Sul, esquecidos de que a China é Norte e nós, mais ou menos.
Definimos os Estados Unidos como “o outro lado” e percebemos agora que suas diferenças com a China são menores do que imaginávamos.
Que faremos para evitar o isolamento e assegurar o interesse nacional sem guiar-nos por ideologias arcaicas?
Há outros objetivos estratégicos. Por exemplo, no caso da energia: aproveitaremos de fato as vantagens do etanol, criaremos uma indústria alcoolquímica, usaremos a energia eólica mais intensamente?
Ou, noutro plano, por que tanta pressa para capitalizar a Petrobras e endividar o Tesouro com o pré-sal em momento de agrura fiscal?
As jazidas do pré-sal são importantes, mas deveríamos ter uma estratégia mais clara sobre como e quando aproveitá-las.
O regime de partilha é mesmo mais vantajoso?
Nada disso está definido com clareza.
O governo anterior sonegava à população o debate sobre seu futuro.
O caminho a ser seguido era definido em surdina nos gabinetes governamentais e nas grandes empresas.
Depois se servia ao país o prato feito na marcha batida dos projetos-impacto tipo trem-bala, PACs diversos, usinas hidrelétricas de custo indefinido e serventia pouco demonstrada.
Como nos governos autoritários do passado.
Está na hora de a oposição berrar e pedir a democratização das decisões, submetendo-as ao debate público.
Não basta isso, entretanto, para a oposição atuar de modo efetivo. Há que mexer no desagradável.
Não dá para calar diante da Caixa Econômica ter se associado a um banco já falido que agora é salvo sem transparência pelos mecanismos do Proer e assemelhados.
E não foi só lá que o dinheiro do contribuinte escapou pelos ralos para subsidiar grandes empresas nacionais e estrangeiras, via BNDES.
Não será tempo de esquadrinhar a fundo a compra dos aviões?
E o montante da dívida interna, que ultrapassa um trilhão e seiscentos bilhões de reais, não empana o feito da redução da dívida externa?
E dá para esquecer dos cartões corporativos usados pelo Alvorada que foram tornados “de interesse da segurança nacional” até o final do governo Lula para esconder o montante dos gastos?
Não cobraremos agora a transparência?
E o ritmo lento das obras de infraestrutura, prejudicadas pelo preconceito ideológico contra a associação do público com o privado, contra a privatização necessária em casos específicos, passará como se fosse contingência natural?
Ou as responsabilidades pelos atrasos nas obras viárias, de aeroportos e de usinas serão cobradas?
Por que não começar com as da Copa, libertas de licitação e mesmo assim dormindo em berço esplêndido?
Há, sim, muita coisa para dizer nesta hora de “muda”.
Ou a oposição fala e fala forte, sem se perder em questiúnculas internas, ou tudo continuará na toada de tomar a propaganda por realização.
Mesmo porque, por mais que haja nuances, o governo é um só Lula-Dilma, governo do PT ao qual se subordinam ávidos aliados.

Lula dará lições de como consertar o mundo...

Lula escolheu o Fórum Social Mundial para sair da moita. E o momento nunca foi tão oportuno. A crise no Egito e na Tunísia e certa agitação em outros países do Oriente Médio constituem um excelente motivo para que ele dê lições de governança tanto aos árabes como aos americanos. Ele já ofereceu resposta para o conflito israelo-palestino e para a pendenga do Irã com o mundo civilizado: “política dos olhos nos olhos”. Às ditaduras árabes, às quais deu o braço gostosamente, recomendará agora democracia. E cobrará que os EUA deixem que esses países sigam o seu destino. Ninguém como ele é capaz de dar respostas tão fáceis e erradas para problemas dfíceis.
Lula é considerado a grande estrela do evento, além de Gilberto Gil, Evo Morales e Hugo Chávez. Gilberto Carvalho, secretário-geral da Presidência, lidera a delegação do Brasil, que conta com as ministras de Direitos Humanos, Maria do Rosário, e de Políticas de Promoção de Igualdade Racial, Luiza Helena de Bairros. Tá dando aquela vontadinha de estar lá, leitor?
Lula falará nesta segunda. E saberemos então o que ele pensa sobre “as crises do sistema e das civilizações”. O mundo nunca mais será o mesmo.
*Texto por Reinaldo Azevedo

De boca fechada...

Os governistas e os crédulos felicitam Dilma pelo bom começo de seu governo e seu comportamento discreto.
Que bom começo?
E pense bem...o que teria Dilma a dizer diante dos índices de inflação sempre crescentes, do preço dos alimentos, do clima de guerra com relação ao aumento do salário mínimo, isso sem falar do verdadeiro desastre que aconteceu na região serrana do Rio ( com mais de 900 mortes e cerca de 500 pessoas ainda desaparecidas ) onde ficou evidente que tudo poderia ter proporções muito menores se o governo de Lula tivesse cumprido o programa de prevenção de acidentes naturais prometido há anos...
E o que Dilma tem a dizer a respeito do apagão no nordeste?...nem é mais o primeiro sob sua gestão. Sua promessa quando ministra de Minas e Energia foi de que jamais teriamos apagão novamente, se referindo ao ocorrido no governo de FHC...mas só lembrando que aquele aconteceu exclusivamente por falta de chuvas sendo que , na época os reservatórios estavam na lama...
E o fiasco do ENEM, do SISU, e os passaportes diplomáticos...Dilma teria o quê a dizer? Dilma não está sendo discreta não, Dilma tem mais é que ficar calada, pois em menos de um mes de mandato foram tantas ocorrências desabonadoras , inclusive envolvendo gente de seu próprio ministério, que mais parece que jogaram meleca no ventilador do Planalto. Melhor é Dilma ficar de boca bem fechada!
* Mara Montezuma Assaf, por e-mail, via resistência democrática

Conversa fiada de ministro trapalhão

Escutando uma entrevista do ministro Edison Lobão, veiculada pela rádio CBN, pude mais uma vez comprovar o quanto esses gestores públicos brasileiros perderam total e definitivamente o respeito pelo povo, acreditando piamente na tese de que, distribuindo dinheiro fácil, através de programas tipo o bolsa família, podem fazer o que bem entendem, pois contam com o respaldo eleitoral dessa legião de flagelados, econômicos e mentais, que acreditam que por receberem uma mísera mesada governamental, à guisa de esmola, estão fazendo um grande negócio.
Pois bem, ao ser indagado a respeito do apagão que atingiu a maioria dos estados nordestinos, seu Lobão, com a cara de pau que lhe é peculiar, partiu imediatamente para o "contra ataque", afirmando para a jornalista que não havia ocorrido nenhum apagão, pois o que ocorrera fora "apenas uma falta provisória de energia elétrica". Para completar o festival de baboseiras, o ministro passou a exaltar as condições técnicas da estrutura de distribuição de energia elétrica no Brasil, afirmando inclusive que nossa estrutura é superior a de qualquer outro país do mundo. Diante de tamanha demonstração de cinismo, comprova-se que esse "ministrinho" é um completo aloprado, que não está nem aí para a opinião pública, até porque sabe que seu emprego garantido, graças ao apadrinhamento que recebe de Zé Sarney, e que Dilma, assim como aconteceu com Lulla, não terá coragem de se livrar dele, mesmo estando evidente o seu total e absoluto despreparo para ocupar o cargo que "ganhou de presente".
*Júlio Ferreira - www.ex-vermelho.blogspot.com

Apagões aumentam 90% em dois anos

Especialistas dizem que apagões continuarão se repetindo por conta da principal característica do sistema elétrico brasileiro: a interligação -em que grandes linhas de transmissão levam energia para todo o país.
Um blecaute de grandes proporções atingiu ontem sete Estados do Nordeste e causou problemas de abastecimento de água, atendimento em unidades de saúde, trânsito e tráfego aéreo.
O apagão, que durou até quatro horas, atingiu Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia é mais um que aumenta a estatística de cortes de energia no país.
O número de apagões graves no Brasil -como o de ontem- cresceu ao menos 90% de 2008 a 2010, segundo dados do ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico).
O maior número de apagões é resultado, segundo especialistas, das condições climáticas adversas e da falta de investimentos.
Segundo boletins do ONS, foram registrados no ano passado 91 desligamentos superiores a 100 MW (o equivalente ao consumo médio de uma cidade com 400 mil habitantes). Em 2009 foram 77 desligamentos acima de 100 MW e em 2008 foram 48.
O número de blecautes caiu entre 2005 e 2008, mas voltou a subir em 2009. Naquele ano, o apagão mais abrangente na história do país deixou sem o fornecimento de energia 70 milhões de pessoas em 18 Estados.

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Lixo, em seu devido lugar

Eu estava assistindo o Fantástico, e ví a quantidade de lixo nas praias ,nas ruas, em todo lugar!
Que povo mal educado! O que é pra colocar no lixo mesmo não colocam!
* Silvane Sabóia, por e-mail, via resistência democrática