sexta-feira, 4 de junho de 2010

Pé frio até na França


O jornal francês Le Monde, um dos mais importantes do mundo, foi oficialmente posto à venda nessa quarta-feira (2) em Paris. O anúncio foi feito em editorial de capa pelo diretor-executivo da publicação, Eric Fottorino, e confirma a perspectiva aberta em janeiro de 2008, quando do agravamento da crise do maior diário da França. Os futuros proprietários, que deverão injetar entre € 80 bilhões e € 100 bilhões em troca do controle acionário, terão de assinar um termo de compromisso garantindo a total independência editorial do periódico de centro-esquerda.
Ainda de acordo com Fottorino, a empresa precisará reembolsar entre 2012 e 2014 um total de € 69 milhões em empréstimos contraídos dos grupos Publicis, La Stampa e BNP Paribas.
Em 2009, o jornal já havia demitido 130 funcionários, dos quais 70 jornalistas, assim como vendido títulos como a revista Cahiers du Cinéma, com o objetivo de reduzir o endividamento e enfrentar a queda das receitas publicitárias e das vendas.
Confirmando a fama de pé frio, Lula foi escolhido o homem do ano de 2009 pelo Le Monde. Foi a gota d'agua! O jornal agora terá que ser vendido ou irá à falência.

Após seus minutos de fama, cineasta brasileira quer fazer sucesso

A cineasta brasileira Iara Lee, de quem jamais ouvi falar profissionalmente, e que tentou furar o bloqueio imposto à Gaza por Israel no início da semana, aproveitou seus minutos de fama para comunicar que conseguiu imagens exclusivas da ação israelense.
Evidentemente que são exclusivas. Foi ela e seu cinegrafista, adredemente plantado no navio para este fim, que captaram tais imagens.
Alega a cidadã, que escondera o cartão de memória na cueca do cinegrafista. Evidentemente que tais cenas terão um "preço justo" que será cobrado pela cineasta, isto se tais imagens não forem um fiasco, iguais ou semelhantes as já mostradas pelas televisões do mundo inteiro.
Aliás, se não as mostrou até agora, estará esperando um "esmero tecnológico" melhor, contradizendo o fato de ter afirmado haver gravado em 3D?

Lula defende impostos extorsivos

“Quem tem carga tributária de 10% não tem Estado”, afirmou presidente em discurso de improviso.É esse o conceito que Lula tem de competência administrativa. Cobrar mais e mais do povo . Com dinheiro sobrando fica fácil governar. Lula deseja arrecadar mais, para doar dinheiro aos países adeptos de sua ideologia ou para pagar altos salários empregando os “companheiros” em cargos de confiança ( sem concurso público). Quem arrecada pouco, não perdoa dívidas dos países e nem constrói estradas para ajudar o cocaleiro Morales a vender mais cocaína . Acorda Brasil. Não vote na boneca ventríloqua. Não temos saúde e nem escola pública de qualidade, segurança, justiça, salário mínimo digno ou habitação descente( mais de 50% do povo vive nos morros das favelas). Temos falcatruas, corrupção, mentiras, roubos e ele quer que o brasileiro pague mais impostos? É esse o conceito de Estado comunista ditatorial. Mais impostos , menos benefícios e mais corrupção. O governo é sócio das empresas e o povo escravo. O governo e seus íntimos amigos são donos de tudo.
“Eu penso que estamos construindo um mundo mais verdadeiro”, desabafou Lula, avisando que “tem orgulho” da carga tributária do país hoje.Lula deveria ter vergonha do Brasileiro pagar as mais altas taxas de impostos do mundo. A cobrança fica imbutida no preço de todas as mercadorias e serviços que pagamos. Em outros países, o povo vive em melhores condições, pagando menos impostos.
*Jorge Roriz, via blogspelademocracia

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Serra participa da missa de Corpus Christi


O pré-candidato do PSDB à Presidência, José Serra, participou na manhã desta quinta-feira da missa de Corpus Christi na igreja do padre Marcelo Rossi, em São Paulo. Na cerimônia, o religioso lembrou os fiéis de que este é um ano de eleição e pediu que rezassem uma Ave Maria para o tucano.
O padre puxou a oração e foi acompanhado pelos presentes ali mesmo no Santuário do Terço Bizantino. A prece foi dedicada também ao prefeito Gilberto Kassab (DEM), que acompanhou Serra.
- É ano de eleição. Vamos orar pelos nossos amigos prefeito Kassab e de um modo especial pelo governador Serra - disse padre Marcelo.
O presidenciável assistiu à missa do altar. Ao ser apresentado aos fiéis, foi bastante aplaudido. Serra rezou, cantou e comungou. Ao fim da celebração, o pré-candidato foi embora sem dar entrevista.
Fonte: O Globo

O preço da paz

De Reinaldo Azevedo:
O premiê de Israel, Binyamin Netanyahu, respondeu ontem à forte reação mundial ao ataque de Israel: “Vamos aos fatos: o Hamas continua a se armar. O Irã continua a contrabandear armas para Gaza. Se não fizermos isso [o bloqueio], haverá um porto iraniano em Gaza, e o significado será destrutivo para todo cidadão de Israel”. De novo: acho que Israel tem de lutar para reencontrar o caminho da negociação, mas cada pedra de Gaza sabe que ele fala a verdade. Aliás, Mahmoud Abbas, presidente da Autoridade Nacional Palestina e inimigo do Hamas, também sabe disso. Tanto é assim que, no encontro com Lula, pediu ao brasileiro que interviesse junto a Mahmoud Ahmadinejad para que parasse de armar os terroristas. Lula preferiu ninar a bomba iraniana. O fato de a operação israelense ter sido desastrada — o que até os militares admitem — não transforma em vítimas os seus inimigos. Como deixei claro num texto de ontem, a organização filoterrorista turca IHH se disse “grata” com o desfecho. Os hipócritas estão lamentando os cadáveres que, na verdade, celebram. A indústria da morte é o alimento de sua causa. E, no entanto, é preciso buscar a paz.

Quem tem dignidade não brinca com coisa séria

Em fala a empresários de Goiás, a pré-candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, disse na tarde desta quarta-feira que não mexerá nas regras da Previdência. Segundo ela, a imprensa “interpretou tudo errado” ao relatar frase que ela disse anteontem sobre a necessidade, na questão previdenciária, de “estender a terceira idade um pouco mais pra lá”. “Aproveito a oportunidade para dizer: não quero mexer na aposentadoria de ninguém. Fiz uma brincadeira e interpretaram tudo errado”, disse em palestra na Federação das Indústrias do Estado de Goiás. A afirmação de Dilma contrasta com a do ministro Paulo Bernardo (Planejamento), que em entrevista ontem afirmou ser necessário estabelecer uma idade mínima para aposentadoria na iniciativa privada.
*Texto de Ranier Bragon

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Cabral pode ter beneficiado Luciano Hulk

Incrível coincidência: Luciano Huck contrata escritório de mulher de Cabral e o governador edita decreto que libera sua casa em Angra. Eis mais um caso que envolve o governador Sérgio Cabral e sua mulher Adriana Ancelmo. É mais uma situação em que um cliente do escritório de sua mulher é beneficiado pelo governador Sérgio Cabral. Desta vez o envolve o apresentador da TV GLOBO, Luciano Huck. O artista tem uma mansão em Angra dos Reis, que foi construída de forma irregular e por isso responde processo movido pela prefeitura do município. Luciano Huck contratou o escritório de advocacia da mulher de Sérgio Cabral e “coincidentemente”, o governador assinou um decreto que liberou as construções em Angra dos Reis e na Ilha Grande. O decreto de Cabral é uma aberração tão grande, que ambientalistas o apelidaram de “Lei Luciano Huck”, porque beneficiou o apresentador. O jornal Estado de S.Paulo publica a denuncia gravíssima. Mais uma denúncia que envolve negócios particulares da mulher de Sérgio Cabral com decisões tomadas pelo governador, que beneficiaram os clientes da esposa. Os jornais do Rio continuam ignorando o assunto. O Ministério Público estranhamente, diante de tantas evidências, denúncias e fatos comprovados, até agora não se manifestou. O deputado Alessandro Molon (PT) vai pedir uma CPI para apurar a situação do Metrô, que é cliente da mulher de Cabral e teve sua concessão prorrogada por mais 20 anos pelo governador. Eu disse ontem no blog, que só tinha aparecido a ponta do iceberg. Pois, aguardem que a situação é inusitada.

Os piratas da paz

No Diário do Comércio_SP:
O choque entre a marinha israelense e a Flotilha da Liberdade levantou ondas de protesto e indignação no mundo e imediato tsunami condenatório sobre Israel. Mas a maré está baixando e emergem algumas verdades que naufragaram sob o peso do coro dos pacifistas - na verdade, piratas da paz.
A primeira verdade: rejeitados apelos e propostas para evitar o confronto, a Flotilha da Liberdade decidida a furar o bloqueio militar, comandos israelenses começaram a descer por corda de um helicóptero no navio turco Mavi Marmara. Um a um, os soldados foram recebidos pelos militantes dos direitos humanos a golpes de barra de ferro, facadas e pauladas. Um foi jogado ao mar. De outro retiraram o fuzil. Um linchamento, contido a tiros.
A segunda verdade: Israel se deixou cair na armadilha. A Flotilha da Liberdade, organizada pelo movimento Gaza Livre e a ONG turca Insani Yardim Vakfi, dispunha de um canal aberto pelos israelenses para levar sua ajuda humanitária até Gaza. Só ancorar em Ashdod, passar pela alfândega e seguir pela estrada, tão curta que os mísseis do Hamas a atravessam inteira. Mas não: Bülent Yildrim, o humanitário-pacifista-chefe turco, é amigão de Ismail Haniya, o chefão do Hamas. Aos dois conviriam alguns mártires. E agora eles os exibem ao mundo.
A terceira verdade: Por que abordar a Flotilha da Liberdade? Esta era uma pergunta que se fazia ontem em Israel, país de tantos estrategistas de guerra quantos de técnicos de futebol no Brasil. A marinha poderia simplesmente bloquear o caminho. Ante alguma insistência, elevar o tom: um disparo de advertência. Teimosia? Acertar as máquinas dos navios e deixá-los singrar a esmo nas turbulentas águas políticas do Oriente Médio. Yasser Arafat também quis navegar contra Israel. Em 1988, batizou um navio de O Retorno e o lotou de refugiados palestinos. O serviço secreto israelense o esperou ancorar em Chipre, escala também da Flotilha da Liberdade, e o sabotou ao ponto de só navegar a remo. Ironia do destino: Arafat partiu para o exílio num navio chamado Atlântida, o continente e sua Palestina perdidos. Uma opção final seria deixar um só dos seis navios ir até Gaza, sob escolta, sem considerar um precedente aberto.
A quarta verdade: Foi um massacre: durante o dia inteiro, o tsunami contra Israel rendeu bandeiras queimadas, protestos diante de embaixadas, passeatas, declarações oficiais de protesto e deixou até o nosso chanceler, Celso Amorim, “chocado”, ele que não se abala com os mortos de Teerã e nem de Cuba. Os israelenses sempre perdem a guerra de Hasbará, [termo] hebraico para “esclarecimento”. Quando pensam em esclarecer, o barulho da maioria automática do mundo árabe os sufoca. Em qualquer situação, serão culpados.
Uma Flotilha da Liberdade jamais tentará aportar no Irã, na Coréia do Norte ou em Havana. Há pouco tempo, os turcos ameaçavam romper com Israel se não recebessem armas israelenses que compraram.
São as contradições israelenses. Uma é armar o seu próprio inimigo. Outra: ontem à noite, membros do Conselho de Segurança da ONU pediram que Israel acabe com o bloqueio a Gaza - e foi o que Israel fez, exatamente, em 2005, para então virar o alvo de uma chuva constante de mísseis contra sua população civil, e daí o bloqueio e a Flotilha da Liberdade.

Burguesia do capital alheio

Dep Roberto Felício (PT-SP) não vê restrição porque não era “evento de natureza eleitoral”. Foto: Filipe Araujo/AE

Por Ana Bizzotto, no Estadão:
Enquanto militantes das centrais sindicais chegavam em ônibus fretados à Praça Charles Miller para a Conclat, o Estado flagrou carros oficiais da Assembleia Legislativa de São Paulo parados no estacionamento da portaria 23 do Pacaembu, destinada ao acesso de políticos e da imprensa.
O deputado estadual Roberto Felício (PT-SP), pré-candidato ao terceiro mandato na Assembleia, foi um dos parlamentares a usar o carro oficial para ir ao evento. “Estou aqui como deputado. Não é um evento de natureza eleitoral, se não eu não viria”, justificou. “Quando participei do lançamento da pré-candidatura do (Aloizio) Mercadante, como era uma atividade eleitoral, não usei o carro oficial. Mas aqui é uma atividade de natureza sindical, de movimento popular, e portanto não há nenhuma restrição e nenhuma razão para que eu evitasse o uso do carro.”
Outro veículo oficial estacionado era o do deputado estadual Major Olímpio (PDT-SP), indicado pelo deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), presidente da Força Sindical, para ser candidato a vice na chapa de Aloizio Mercadante (PT) ao governo paulista. O deputado não foi localizado pela reportagem para comentar o assunto.
Panfleto. Além de informativos distribuídos pelas centrais sindicais, os participantes do evento receberam folhetos da deputada federal Janete Pietá (PT-SP), que participou do evento. Mulher do ex-prefeito de Guarulhos Elói Pietá, ela aparece em uma foto abraçada à petista Dilma Rousseff, pré-candidata à Presidência. Logo abaixo da imagem, o texto menciona “a perspectiva de ter pela primeira vez na história brasileira uma mulher dirigindo o País”.
“Não estou dizendo em nenhum momento que sou candidata ou que a Dilma é candidata. Não estou afirmando, estou falando da perspectiva de uma mulher dirigir o País, é uma perspectiva de um momento histórico. Isso não é crime eleitoral”, disse a deputada. “Não é campanha, ali é um documento político, uma prestação de contas do que estou fazendo. Se tivéssemos espaço na mídia para dizer tudo o que ocorre de positivo e negativo, não teria necessidade de reproduzir esses nossos pequenos jornais meio panfletários.”
Alienação. Em um evento dedicado ao movimento sindical e à “consolidação da unidade dos trabalhadores”, alguns participantes, uniformizados com camisetas e bonés das centrais, não faziam ideia do que era o evento ou pouco se importavam com o seu propósito. Moradora de Santo Amaro, na zona sul, a faxineira Gislene da Silva, de 30 anos, não soube responder sobre do que se tratava a conferência. “Nem prestei atenção. Sei que tinha um monte de prefeito”, disse Gislene, que levou para casa os pacotes de lanche. Aqui

Os esquerdopatas e seus chavões

A miséria em Cuba
Não há chavão mais ridículo do que a expressão " IMPÉRIO AMERICANO" , tão a gosto dos esquerdopatas e comunistóides que possuem complexo de inferioridade diante de uma grande nação civilizada. Se os EUA fossem um império, acabada a SEGUNDA GUERRA, teriam anexado o JAPÃO, A ITÁLIA, A ALEMANHA - potências vencidas Em vez disto,doaram BILHÕES de dólares para a reconstrução destes países. O Japão, por exemplo, tornou-se a segunda potência econômica mundial e a Alemanha, a terceira, adotando o CAPITALISMO, ou economia de mercado, enriquecendo seus povos livres Já a RÚSSIA anexou todos os países do LESTE EUROPEU, e após SETE DÉCADAS de estúpida, cruel e covarde dominação e escravização destes povos, todos estes países e a própria RUSSIA já exibiam sinais de pobreza, miséria, e poluição atmosférica pelas industrias sucateadas pela produção socialista. Império foi o SOVIÉTICO, e não o americano. E CUBA, é o triste exemplo de barbárie comunista.

*Alvaro Cerqueira, por e-mail