
Ao primeiro aspecto: em entrevista ao Valor Econômico, publicado na sexta, 13, ele revelou que, no auge da crise, uma bolada de R$ 40 bilhões migrou dos pequenos para os grandes bancos. Também revelou que o governo ficou sabendo que o Banco Votorantim estava com problema — aquele que foi parcialmente comprado (ou, então, socorrido) pelo Banco do Brasil.
Esses dados eram considerados, e eram mesmo!, sigilosos. E é evidente que acho inaceitável que um diretor do BC saia falando por aí. Tem de ser demitido. Isso não anula o fato, no entanto, de que, na sua indiscrição, tenha dado o tamanho da “marolinha” vivida pelo Brasil.
“O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, encaminhará ao Presidente da República a recomendação da indicação do nome de Aldo Luiz Mendes, 51, para ocupar o cargo de diretor de Política Monetária”, informa comunicado do BC.
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