sábado, 1 de agosto de 2015

A entrevista e o imbróglio...

Conforme antecipei aqui, a advogada Beatriz Catta Preta concedeu uma entrevista — no caso, ao repórter Cesar Tralli, da Globo — em que diz ter desistido dos seus clientes porque estava se sentindo ameaçada pela… CPI.
Ameaçada de quê? Não ficou claro! Falou em ameaças “cifradas, veladas” e só. Não acusou diretamente Eduardo Cunha (PMDB-RJ), presidente da Câmara, mas a sugestão ficou no ar. Segundo disse, a pressão ficou maior depois que Julio Camargo mudou a versão e passou a acusar Cunha.
Voltarei o assunto. Para mim, a história ficou mais enrolada do que antes e direi por quê.
OAB
A OAB entrou com um pedido no Supremo para que Beatriz não tivesse de depor. Ricardo Lewandowski, presidente do tribunal, que responde pelo plantão, não tinha, obviamente, como proibir o depoimento sem cometer uma violência contra o Legislativo. Ele a autorizou a não falar sobre coisas que dizem respeito ao sigilo profissional.
Não mudei de posição: sou contra a convocação da advogada pela CPI — embora não seja ilegal. Mas isso não quer dizer que essa não seja a história mais mal explicada da Lava Jato até agora.
Ainda volto ao assunto.
Não estou acusando Beatriz de nada, mas a sua história não me convenceu. Ela é uma penalista. Fosse espectadora da própria entrevista, acharia tudo muito estranho, não é?

Porque hoje é Sábado, uma bela mulher!

A bela Ronda Rousey, a bela do UFC

E o desgoverno do PT humilha os aposentados, mais uma vez.

Mais uma vez os aposentados que recebem acima de um salário mínimo são perseguidos e humilhados por este desgoverno do PT!!
Quem disse que o governo do PT não tem tido vitórias nesses 13 anos no poder está totalmente enganado. Só que essas vitórias mais uma vez é contra uma classe que contribuiu e muito para o crescimento e desenvolvimento do país que são os aposentados que recebem acima de um salário mínimo. Como ocorreu nos dois mandatos do ex-presidente Lula, está ocorrendo nos dois da presidente Dilma.

Mais uma vez ela vai usar dois pesos e duas medidas, como diz o dito popular, para ajustar as aposentadorias dos trabalhadores que se aposentaram pela iniciativa privada no INSS. Agora o que não dá para entender é que se trata da mesma instituição e que contribuíram como manda a Lei e ela como o seu padrinho Lula, usaram dois pesos e duas medidas, como já falei, para conceder o reajuste das aposentadorias e o pior mesmo se tratando da mesma instituição e os mesmo contribuíram dentro da Lei, por sinal, os que recebiam mais sempre contribuíram em termo de valor durante a sua vida de trabalhador do que os que recebiam menos, então é mais do que justo que os mesmos recebam mais nas suas aposentadorias.
Por isso, presidente Dilma mais uma vez o governo do seu partido, que um dia disse que defendia os trabalhadores, mas odeia os ex-trabalhadores aposentados, está sendo injusto com essa classe de trabalhador que contribuiu para a Previdência Social, dentro da Lei como já falei, por 35 anos e muitas vezes por 40 anos, como foi o meu caso. Agora eu lhe pergunto é justo esses 13 anos de perseguição em cima dessa classe de aposentados?
Eu sei presidente Dilma que a senhora não acredita em Deus e que Deus não existe para a senhora, como a senhora falou para o Datena no programa dele quando ele lhe perguntou se a senhora acreditava em Deus. Eu presidente Dilma acredito em Deus e que Deus existe e que a justiça dele é completamente diferente da justiça do homem, a palavra de Deus diz na Bíblia que “a justiça do homem são trapos de imundices”. E a justiça dele já está caindo sobre o seu governo e os resultados aí estão, a inflação galopante, os preços dos alimentos nas alturas, os hospitais públicos sem médicos e remédios para atender justamente os pobres que mais necessitados do nosso país. Deus não é mau não, ele só está mostrando a sua maldade e incompetência.
Agora presidente Dilma, uma coisa que a imprensa comprada pelo o seu governo não divulgam e que todas essas consequências na economia do país que estamos vendo, primeiro no governo do ex-presidente Lula e agora no seu, devido ter seguido as orientações dele e continuou com os mesmos erros, foi de usar o dinheiro público indevidamente concedendo empréstimos secretos milionários para vários países comunistas africanos e da América Latina a perder de vista pelo BNDES. Agora presidente Dilma para dar um reajuste digno para os aposentados que recebem acima de um salário mínimo não tem dinheiro?
A pior consequência de todas essas perseguições nesses 13 anos de governo do PT contra os aposentados que recebem acima do piso é que os que se aposentaram com cinco salários mínimos, hoje recebem no máximo dois e meio e as consequências no achatamento das aposentadorias, temos aposentados que têm dificuldades até para comprar os remédios que necessitam. Presidente Dilma, como eu acredito na justiça de Deus, ajustiça dele já está sendo providência contra esse seu desgoverno e DIA 16 DE AGOSTO O BRASIL, irá de Norte ao Sul e de Leste ao Oeste para as ruas das nossas cidades, dar um basta nesse desgoverno do PT!!

sexta-feira, 31 de julho de 2015

A babaquice, ingenuidade ou safadeza dos governadores da oposição?

A cafajestada a que se submeteram os governadores tucanos, ontem à tarde, rendeu a Dilma Rousseff uma falsa manchete.
Quem relata o caso é Josias de Souza:
"Às 23h23 da noite passada, a Presidência da República divulgou em seu blog uma ótima notícia para a inquilina do Palácio do Planalto:
Os governadores das cinco regiões do país, que estiveram reunidos com a presidenta Dilma Rousseff, nesta quinta-feira (30), em Brasília, fizeram uma defesa clara da democracia, do Estado de Direito e da manutenção do mandato legítimo da presidenta Dilma e dos eleitos em 2014. Na ocasião, os representantes dos 27 Estados brasileiros deixaram clara sua posição de unidade em favor da estabilidade política do país.
Quem lê o texto fica com a impressão de que Dilma arrancara dos governadores que se reuniram com ela no Palácio da Alvorada, inclusive os de oposição, uma manifestação unânime contra o impeachment. O único problema é que essa notícia é falsa.
A falsa notícia veiculada no blog do Planalto realça uma declaração feita pelo governador do Maranhão, Flávio Dino, do PCdoB".
Geraldo Alckmin desmentiu Flávio Dino, dizendo:
“Isso não foi tema da reunião nem está em discussão. Não há nenhuma discussão em relação a isso [o mandato da presidente]. Nós defendemos o quê? Investigação, investigação, investigação e cumprir a Constituição. Nosso dever é cumprir a Constituição.”
Mas é claro que o Palácio do Planalto ignorou Geraldo Alckmin e se concentrou na mentira pronunciada pelo apaniguado comunista.
Geraldo Alckmin, assim como Beto Richa, é "desnecessário".
*Texto via O Antagonista
COMENTO:  Seria muita ingenuidade os Governadores da oposição acharem que gente como Dilma e cia, não iriam buscar tirar proveito da reunião que eles, "tão bonzinhos", compareceram no Planalto.
Se realmente "encarnam" a oposição porque compareceram? 
Como sabemos que político ingenuo não existe, sobra a babaquice ou safadeza...Quem escolherá o que atribuir às tais excrescências?

Campanha de Dilma pagou R$ 6 mi à gráfica presidida por motorista.

Além disso, Rede Seg não tem funcionários registrados – o que levantou suspeitas durante análise das contas da campanha petista pelo Tribunal Superior Eleitoral, segundo jornal. (Da redação de Veja.com
)
(Evaristo Sá/AFP)

Gráfica contratada pela campanha eleitoral da presidente Dilma Rousseff, em 2014, também não tem funcionários registrados.
Pagamentos a uma gráfica sem funcionários registrados e presidida por um motorista levantaram suspeitas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) durante análise das contas da campanha da presidente Dilma Rousseff à reeleição. Segundo reportagem da edição desta quinta-feira do jornal Folha de S. Paulo, a Rede Seg Gráfica e Editora, em São Paulo, recebeu 6,15 milhões de reais - o que a coloca na oitava posição entre os maiores fornecedores de campanha da presidente. As suspeitas de que a gráfica não tem estrutura para prestar os serviços pelos quais recebeu tiveram início quando técnicos do TSE cruzaram a prestação de contas da petista com dados do Ministério do Trabalho. Algumas notas da gráfica entregues ao tribunal informam que a empresa produziu folders para a campanha eleitoral. 

Leia mais: 
O jornal visitou o endereço da gráfica e foi informado por Rogério Zanardo que a empresa pertence à família dele, e não ao motorista Vivaldo Dias da Silva. Zanardo não soube, contudo, informar por que a empresa está registrada em nome de Silva. Ele afirmou também que as máquinas estavam desligadas porque a gráfica estava sem serviço. Já o irmão de Rogério, Rodrigo, saiu-se com outra explicação: afirmou que Silva é mesmo o dono da empresa, embora também trabalhe como motorista para a própria Rede Seg. Aos irmãos caberia, segundo Rodrigo, administrar o local. A família Zanardo teria sido procurada por Silva porque já tem experiência no ramo, uma vez que é dona da gráfica Graftec. Em relação a inexistência de funcionários, Rodrigo afirma que o serviço para a campanha contou com terceirizados. 
Silva dirigiu-se ao local mais tarde, afirmando que é mesmo o dono da gráfica, além de motorista. "Eu gosto de trabalhar, e é um rendimento a mais que tenho", afirmou à Folha. Segundo o TSE, Silva manteve vínculos empregatícios com a Graftec entre 2006 e 2007, como eletricista. De 2009 a 2013, ele foi registrado como motorista em uma empresa chamada Artetécnica Gravações, com salário mensal de 1.490 reais. 
Esse não é o primeiro motorista a receber uma fortuna da campanha petista. Reportagem do jornal revelou no ano passado que a Focal Confecção e Comunicação Visual, segunda maior fornecedora da campanha da presidente - recebeu 24 milhões de reais do PT -, tem como um dos sócios Elias Silva de Mattos, que até 2013 declarava ser motorista e recebia salário de cerca de 2.000 reais mensais. 
A Secretaria de Comunicação Social da Presidência informou ao jornal que selecionou as empresas que apresentaram preços mais baixos. A secretaria não informou qual serviço foi prestado pela Rede Seg. "A elaboração do material foi auditada pela campanha e a documentação que comprova a elaboração e entrega do material foi auditada pelo TSE", diz a nota. As contas da campanha de Dilma foram aprovadas com ressalvas, o que levou o TSE a seguir com as análises. 

PT faz barraco na Espanha.

A temperatura da festa Flower Power, na boate espanhola Pacha, em Ibiza, em que os notívagos dançam de branco ou com flores no cabelo, estava mesmo para lá de alta na noite da última terça-feira (28.07). E não foi apenas por causa da presença do jogador Neymar num dos camarotes.
Lá pelas tantas, uma mulher que estava no grupo do senador Delcídio do Amaral, do PT do Mato Grosso do Sul, notou que uma frequentadora brasileira presente havia tirado foto do político aproveitando a festa.
Os ânimos exaltaram-se, seguranças foram chamados para apagar a foto e o barraco, que terminou com a mulher jogando o celular da fotógrafa amadora no chão, despertou curiosidade entre os muitos brasileiros presentes, que, até então, nem tinham notado a presença do senador antes do estresse. Resultado? Muitos gritos de 'ladrão' no meio da confusão.

Mas o "mal" estava feito. A foto já havia sido publicada nas redes sociais.

A oposição somos nós.

O País desceu muitos degraus na escala moral e da compostura pela baixa qualidade da política exercida pelos seus dirigentes e aliados, portanto, tem que reagir com energia e repulsa, para impedir que o indecoroso conceito de impunidade que regula a filosofia da pior estirpe de velhacos de nossa história, venha a ditar as normas pedagógicas da "nova escola".
Cuidemos de tirá-los do trono, destruindo o seu projeto de poder indefinido. Essa gente, durante o governo militar, articulou-se em guerrilhas para instituir a "democracia comunista", a tão "justiceira sociedade igualitária". Hoje, no poder, a igualdade existe, mas entre eles próprios, na divisão do dinheiro da Nação em que o montante das cotas indica o preço de cada um.
A presidente sempre teve arroubos por cofres. Mas, a parcela do povo tutelada, os "famosos" artistas repetidores de roteiros, os intelectuais de bares e a mídia escamoteadora da verdade, entregaram-lhe a chave do erário, como se entrega o mapa do tesouro a um pirata. A festança foi grande até o momento.
O cobertor emporcalhado, que agasalhava o Executivo, cobriu as Casas do Congresso e o STF. Se os Três Poderes engajaram-se na proteção dos interesses partidários, seus integrantes, com raríssimas exceções, já estão contaminados e é necessário urgência na limpeza geral do centro do poder.
Destaca-se nessa aliança entre o partido vermelho e seus aliados a identidade de ações no jogo da baixa política na qual o que menos importa são as questões nacionais. Tanto que nomes representativos das Casas participam da lista como beneficiários de substanciais somas para manter providencial desinteresse em fiscalizar os vários golpes do Executivo e acordos por ele assinados sem que passassem pelo Congresso e recebessem ou não o seu aval.
Isso não significa harmonia entre Poderes, mas cumplicidade de interesses, em detrimento do interesse maior que é o da Nação. Foram eleitos para servi-la, mas em troca deixa-lhe arruinada.
Esses mesmos parlamentares citados pela Justiça acusam-na, atacam a PF, o MP, o íntegro juiz Sérgio Moro, por terem descobertos as falcatruas em que se meteram. Legisladores que ofendem, quando acusados, as instituições que zelam pela execução das leis que eles mesmos elaboraram, é uma prova de que o País não poderá mais contar, na defesa de sua soberania, com decisões idôneas, cívicas, isentas, porque poucos nomes não estão manchados.
Acrescente-se à já conhecida deficiência intelectual da presidente, os gracejos do emproado vice que não se coadunam com a seriedade da situação, classificando-a de "crisezinha" (1), numa linguagem aquém de seu cargo, expressada a jornalistas estrangeiros, no exterior, de maneira pejorativa, comprovando a qualidade da política brasileira sempre apoiada em mentiras. Demonstrou desapreço por si mesmo, pelo País que deveria bem representar e pelo povo que lhe paga a viagem.
Foi assim com Collor, com FHC, que não desperdiçava momento, nos países em que ia dar conta de seu serviço de apátrida, para descrever o Brasil à sua maneira e semelhança: acanalhado. Agora, aproveitando o País fragilizado, deita falação aos que ainda desconhecem as suas ligações transnacionais. Finge-se indignado, porque há objetivos obscuros que devemos impedi-lo de pôr em prática. Foi assim, também, com Lula, "o honoris causa" da malandragem e da corrupção.
Não podemos cair na armadilha da falsa oposição, que FHC pensa em liderar para tumultuar.
Nós somos a verdadeira oposição, apartidária, sem muletas parlamentares, que somente se prendem a nossos braços para tirar proveito da situação caótica que ajudaram a implantar.
Esta é a hora da extrema limpeza. Não percamos mais tempo. Encontremos o nosso líder fora dos quadros políticos comprometidos.
*Por Aileda de Mattos Oliveira - Dr.ª em Língua Portuguesa. Vice-Presidente da Academia Brasileira de Defesa - Via  www.emdireitabrasil.com.br

quinta-feira, 30 de julho de 2015

E os "absurdos" dos governos petistas continuam...

E os "absurdos" ocorridos nos governos petistas continuam...70% do crédito de um banco é o valor que a Odebrecht totalizou em contratos com o BNDES para operações no exterior entre 2007 e 2015, segundo dados divulgados pelo banco no último mês de junho. 
Foram US$ 8,4 bilhões, cerca de R$ 28,3 bilhões na cotação atual, em financiamentos só para a empreiteira Odebrecht...
Os empréstimos foram feitos com taxas, em média, muito abaixo do mercado. Em alguns casos, os valores são inferiores até à meta de inflação e possuem prazos para pagamento que se estendem, literalmente, por décadas. Não é preciso ser um gênio para perceber que esse é um ótimo negócio para as empreiteiras e um péssimo negócio para o banco, que por ser público, repassa esses prejuízos para o seu bolso, meu caro brasileiro!
É mole ou quer mais???

quarta-feira, 29 de julho de 2015

Exército agiliza obras no país e irrita construtoras.

Exército Brasileiro tem se destacado por agilidade em obras públicas como a transposição do Rio São Francisco. Os trechos a cargo da instituição estão quase concluídos.

A eficiência, honestidade e a rapidez do Exército na execução de obras de construção e reforma pelo país estão incomodando as empreiteiras, que se queixam de “concorrência desleal” por parte da corporação.
O presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic), Paulo Safady Simão, reclamou esta semana da participação do Exército Brasileiro em obras desenvolvidas pelo governo federal. “O setor da construção civil não vê com bons olhos a atuação do Exército em obras como duplicação de estradas e construção de aeroportos. Não há necessidade de os militares assumirem obras desse tipo”, disse. “O Exército é hoje a maior empreiteira do país”, reclama também João Alberto Ribeiro, presidente da Associação Nacional das Empresas de Obras Rodoviárias. Segundo ele, poucas construtoras no país têm hoje uma carteira de projetos como a executada pelos batalhões do Exército. No PAC, há 2.989 quilômetros de rodovias federais sob reparos, em construção ou restauração, com gastos previstos em R$ 2 bilhões. Destes, 745 quilômetros – ou R$ 1,8 bilhão – estão a cargo da corporação. “Isso equivale a 16% do orçamento do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes neste ano”, disse.
O general Jorge Ernesto Pinto Fraxe, da Diretoria de Obras de Cooperação (DOC), do Departamento de Engenharia e Construção do Exército (DEC), rebateu as declarações dos representantes das empreiteiras e afirmou que “a atuação dos militares só ocorre quando é bom para o país e para a instituição”. O general declarou que “algumas das obras assumidas pelos militares eram consideradas prioritárias e estavam tendo problemas para serem tocadas pela iniciativa privada”. “A gente não pleiteia obras. Elas são oferecidas e aceitamos quando elas são importantes para o desenvolvimento do país e para nosso treinamento”, destacou. No auge das obras, 12 mil soldados atuaram na construção civil para o governo.
Ele lembra, por exemplo, que havia uma briga no consórcio vencedor da licitação para a duplicação da BR-101 e que as empresas fugiam do início das obras da transposição do São Francisco. A alegação para o retardamento do início das obras era que o canteiro ficava no polígono da maconha. O general conta que o Exército fez um trabalho social na área e que dois hospitais chegaram ser montados na região, para atendimento à população.
Obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) estão sendo conduzidas pelos militares. Os militares receberam R$ 2 bilhões nos últimos três anos para executar duplicações de estradas, construção de aeroportos, preparar novos gasodutos e iniciar a transposição do Rio São Francisco. No total seriam 80 obras.
A transposição do São Francisco é o caso mais emblemático. Enquanto os trechos que ficaram sob a responsabilidade do Exército estão quase prontos, a parte que cabe às empresas privadas está atrasada ou paralisada. Em Floresta (PE), onde o percentual de execução não passa de 13%. Em outros lugares chega só a 16%. Nos trechos feitos pelo Exército, a obra avançou 3 vezes mais que os das empreiteiras no Eixo Norte (80% está concluída) e 5 vezes mais no Eixo Leste. Por sua vez as empresas privadas estão pedindo mais dinheiro para continuar as obras.
As empresas privadas, algumas delas organizadas em cartéis, depois de retardarem obras importantes para o país, de exigirem reajustes absurdos nos preços, criticam quando o Exército é acionado para garantir as obras prioritárias. Elas alegam uma suposta “concorrência desleal’. Segundo os empreiteiros, a participação expressiva dos militares “inibe o investimento e impede a geração de empregos”.
“O Exército não é um construtor. Quem pensa que vamos concorrer com as empresas está equivocado. Só atuamos para treinar nosso pessoal”, disse o general, que afirma que contrata empresas privadas para a construção de pontes e viadutos.
Os militares também fizeram obras para estatais – como as clareiras na selva para a construção do gasoduto Coari-Manaus, e para outros níveis de governo, como a atual construção do Caminho da Neve, estrada que Santa Catarina quer abrir para unir Gramado (RS) a São Joaquim (SC), favorecendo o turismo de inverno.
Estima-se que, quando concluídas, as obras entregues ao Exército terão um custo até 20% menor para os cofres públicos. “A corporação não pode lucrar com os serviços que presta”. Como emprega os próprios oficiais e soldados, já remunerados pelo soldo, o custo da mão de obra deixa de ser um componente do preço final da empreitada. Por tudo isso, o Exército está desempenhando um papel fundamental na infraestrutura necessária para o Brasil.
*Confira o artigo original no Portal Metrópole: http://www.portalmetropole.com/2015/06/exercito-agiliza-obras-no-pais-e-irrita.html#ixzz3hJHEtuFx

Assim, é exigir demais!!!