domingo, 4 de março de 2012

Recurso inédito, pode provocar reviravolta na condenação do casal Nardoni

Recurso inédito, pode provocar reviravolta na condenação do casal Nardoni

Subiu para a instância superior ( Supremo Tribunal Federal ) com argumento de conotação Constitucional, recurso que apresenta uma tese inédita no Brasil: a anulação de um júri popular porque ele não foi televisionado por proibição da própria Justiça. 
Segundo o recurso, ao qual a revista ISTOÉ teve acesso com exclusividade, somente a transmissão ao vivo teria dado a esse julgamento a publicidade (exigida pela Constituição) proporcional à sua dimensão em todo o País. 
Trata-se do julgamento do casal Anna Carolina e Alexandre Nardoni, condenados pela morte da garotinha Isabella (filha só de Alexandre). A discussão constitucional, já admitida pelo Tribunal de Justiça de São Paulo, é que televisionar para toda a sociedade era o único caminho de os jurados não se sentirem acuados pela multidão que cercou o fórum exigindo a condenação. A tese foi admitida pelo presidente da Seção Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo, desembargador Antonio Carlos Tristão Ribeiro.
*Fonte-ISTOÉ

Decadência moral do governo petista

"É surpreendente a decadência moral, em processo acelerado, que se verifica no governo Dilma Roussef. A indicação do senador Marcelo Crivella, legítimo representante da Igreja Universal, para o Ministério da Pesca, é simbólico dessa afirmativa que faço. Já não há qualquer preocupação sequer com a imagem pública da administração federal, usada e abusada para fins políticos menos nobres.
As guerras internas entre diretores do Banco do Brasil, uma instituição que sempre se preservou apartada dos interesses políticos menores, mostram a podridão que tomou conta do organismo governamental. E isso se repete em todos os cantos do governo Dilma que é um agente ativo desse estado de coisas."
*Alberto Goldman

Datafolha, parecendo sob inspiração petista, começa pesquisas em São Paulo

PSDB pode comemorar resultado de pesquisa, claro!, mas a corrida mal começou. Ou: A pergunta que o Datafolha não fez. Ou: Leituras estranhas.

Bem, vocês viram os dados do Datafolha. Dois números são muito expressivos: Serra ganhou nove pontos percentuais de um mês para outro e poderia até vencer no primeiro turno a depender do cenário - oscilando de 30% a 49%. O petista Fernando Haddad, no melhor cenário, obtém 8%. Naquele que é chamado o “Cenário Um”, com todos os partidos grandes e médios lançando candidatos, obtém apenas 3% — só ganha de Levy Aeorotrem Fidelix (PRTB) e Flávio Durso (PTB) e empata com “não sabe”. É cenário definitivo? É claro que não!
Eu sou partidário, com sabem, da tese dos três terços do eleitorado: um terço vota contra o PT (em São Paulo, entenda-se “PSDB”), um terço vota contra o PSDB (é o PT), e é preciso disputar o terceiro terço. Alguém poderia indagar: “Pô, Reinaldo, por que você não escreve de modo diferente: ‘um terço vota a favor do PSDB, um terço a favor do PT…’?” Porque não é assim que as coisas se dão nesta cidade e neste estado. Fala-se muito de “conciliação” disso e daquilo e coisa e tal… Por aqui, é diferente! Atenção! Há até quem aprove o governo Dilma, mas jamais votaria no PT; o mesmo se diga do governo Alckmin e do não-voto no PSDB. Bem, alguns bobalhões acham que isso faz mal ao Brasil… Eu acho que isso faz bem! Democracia que não tem oposição é ditadura — ainda que ditadura do consenso! Os fanáticos do consenso vão passar a vida comendo grama. Se olharem bem, nas disputas eleitorais ao menos, Lula sempre apostou no confronto. Depois ele se junta até com o capeta — desde que não tenha bico (rabo, pêlo e chifre, isso pode!) — para governar. Mas não vou me perder nesse aspecto agora. Adiante.
Serra tem a vantagem de ser muito conhecido — 99% sabem quem ele é; apenas 49% conhecem Fernando Haddad, que Lula tirou da cartola. De todo modo, é um índice de conhecimento relativamente alto para tão baixa performance eleitoral. Mas é claro que chegará fácil, segundo a teoria dos três terços, aos 30%, 30 e poucos, tão logo fique  claro que é ele o candidato antitucano. Como Serra é conhecido, já se sabe que é ele o nome antipetista — assim, cresceu nove pontos de um mês para outro. Não por acaso,  sua rejeição é de 30% — era de 33% no fim de janeiro. Haddad alcançando o patamar dos 30% — o que significa que terá ficado claro ser ele o candidato do PT —, é quase certo que a rejeição subirá para patamar semelhante.
Fator LulaO Datafolha quis saber o peso dos padrinhos no voto dos candidatos. Poderiam, segundo o instituto, votar em alguém indicado por Lula 44% dos entrevistados — 31% no caso de Alckmin. Não votariam em alguém com apoio de Lula, 21% (19% no caso do governador). E o apoio seria indiferente para 33% no caso do líder petista e 48% no do líder tucano.  Atenção! Entre o “poderia” e o “votaria com certeza” vai uma grande diferença. De fato, as influências, respectivamente, de Alckmin e Lula não são muito diferentes.
Essa “influência” tende a ser superestimada pelos analistas por dois motivos: a)porque Dilma saiu do quase nada e se elegeu (e se imagina que o mesmo pode acontecer com Haddad) e b) porque o candidato do PT é o nome preferido de boa parte da imprensa. Ora, contraponho a esse dado dois fatos: Lula conseguiu, sim, transferir seus votos para Dilma em 2010, mas, nas eleições minicipais de 2008, tinha sido um fiasco. Quando o cargo disputado não é o mesmo exercido pelo potencial transferidor, essa passagem é mais difícil — Lula nem está com mandato agora. Pode acontecer? Pode! O fato é que o PT tem sido malsucedido em São Paulo — Lula e Dilma perderam as eleições presidenciais na capital e no Estado.
Vem pauleira por aíBem, queridos, vou aqui fazer uma crítica severa ao Datafolha. E convoco especialistas em pesquisa para avaliar se a minha observação é pertinente ou se apenas estou puxando brasa para a sardinha do candidato em que vou votar — atenção! Eu digo em quem vou votar! O leitor pode desconfiar de mim se quiser. MAS TALVEZ DEVA DESCONFIAR MAIS DE QUEM NÃO DIZ!
Lá no título, deixo claro que vou escrever sobre o que defini como “a pergunta que o Datafolha não fez”. Bem, se a fez, ao menos não publicou. O instituto indaga:
“Você sabia que Serra deixou a prefeitura em 2006, menos de dois anos após ser eleito, para de candidatar ao governo de SP?”
Este “menos de dois anos depois” não acrescenta informação nova nenhuma; serve apenas para convocar o entrevistado para se escandalizar. Resposta: 76% disseram que sabiam; 19%, que não sabiam; e 5% não souberam responder. Bem, não deixa de haver um dado positivo para Serra aí: a esmagadora maioria do eleitorado tem consciência do fato. Muito bem, em seguida, pergunta o Datafolha: “Você acha que ele agiu mal, bem ou não sabe?” Para 66%, agiu mal; para 26%, bem; 7% não souberam responder. O Datafolha achou que era pouco e se mostrou ainda mais curioso: “Caso Serra seja eleito prefeito, você acha que ele vai se afastar em 2014 para concorrer à Presidência? Resultado: sim; 66%; não: 24%; não sabe: 10%.
Mauro Paulino, o diretor-geral do Datafolha, que me perdoe, mas ele está produzindo números para os adversários de Serra. Que tal, Paulino, esta pergunta:
“Você sabia que Serra deixou a Prefeitura em 2004, menos de dois anos após ser eleito, para impedir a vitória de um candidato do PT ao governo de São Paulo? Você acha que agiu bem, mal ou não sabe responder?”Alguém dirá: “Mas essa é uma pergunta muito serrista!” Sei… E a feita pelo Datafolha? Não é muito anti-serrista?
A pergunta que não foi feitaOra, então que se produzam dados contra todos, por uma questão de isonomia. Eu sugiro uma questão:
“Você sabia que Haddad é o ministro em cuja gestão se fizeram os kits gays para as escolas? Você acha que ele fez bem, mal ou não sabe responder?”Já até ouço alguém gritando: “Mas essa não é uma questão relevante!” Não??? A presidente Dilma Rousseff acaba de acomodar um nome no Ministério da Pesca só para tentar desfazer certo mal-estar com evangélicos. Poderia trocar essa pergunta por outra:
“Você sabia que Fernando Haddad era ministro da Educação nas três vezes em que o Enem deu problema?”
Ora, essa história de Serra ter deixado a Prefeitura é, obviamente, uma pauta dos seus adversários. Fica até parecendo que deixou o cargo para ir até a esquina. Não! Candidatou-se ao governo de São Paulo e venceu no primeiro turno — inclusive na cidade. É claro que os jornalistas de Mercadante e alguns de seus parentes queriam que Serra tivesse ficado na Prefeitura em 2006… Sim, é evidente que esse é um flanco que vai ser atacado pelos adversários. Mas cadê o flanco dos demais?
O Datafolha poderia ter perguntando sobre Gabriel Chalita, o mais novo enfant gâté da imprensa paulistana e garoto de ouro de Michel Temer, algo assim:
“Você sabia que Gabriel Chalita se elegeu vereador pelo PSDB e foi o PSB; eleito deputado, mudou para o PMDB?”
Terá o Datafolha feito essas perguntas? O resultado ainda será divulgado nos próximos dias? Ou o instituto resolveu aderir à pauta dos adversários de Serra para demonstrar que é isento?
Record e UOLNeste momento, quase seis da manhã de domingo, a manchete do UOL é esta: “66% não crêem em Serra e acham que ele deixará a Prefeitura”. De novo, convoco Mauro Paulino e indago: FOI ESSA A PERGUNTA FEITA PELO DATAFOLHA??? Não foi!
Para que essa manchete fosse possível, seria preciso ter feito esta pergunta:“Você acredita em Serra quando diz que vai ficar na Prefeitura se eleito?” Mas se perguntou outra coisa, como fica evidente acima.  “Ah, mas a gente deduz…” EPA!!! Nesse caso, dedução é proibido! O QUE SE PERGUNTOU É OUTRA COISA. A manchete, como fica óbvio, transforma uma pesquisa positiva para o tucano em algo negativo.
Não é mesmo curioso? Fernando Haddad, o candidato da Presidente da República, do maior partido do país e de Lula, tem 3% das intenções de voto; Serra tem 30%. O que fazer? Ora! Dar uma notícia negativa para… o tucano!!! Faz ou não faz sentido? “66% não crêem em Serra…” Ora… O Datafolha não apurou nada disso, e Mauro Paulino e a Folha sabem muito bem!
A Rede Record não agiu de modo diferente. Também achou que essa abordagem era a melhor. Faz sentido e nem se esperava outra coisa. Afinal, ao tomar posse no Ministério da Pesca, Marcelo Crivella houve por bem agradecer o tio, Edir Macedo, dono da emissora.
Caminhando para o encerramentoTodos sabem o que penso, e espero que o leitor jamais perca isso de vista. A questão é saber se trato ou não de coisas pertinentes. Desafio qualquer um a justificar tecnicamente a manchete do UOL — já que ancorada numa pesquisa. E pergunto por que a pauta dos adversários dos demais candidatos não virou perguntas do Datafolha, como virou a dos adversários de Serra.
Os resultados são, sim, auspiciosos para os tucanos e aliados, mas a corrida mal começou. Pesquisas servem para delinear estratégias, determinar mudança de rumos etc. Uma coisa é certa: podem se preparar para o baguncismo sindical, protestos, provocações à polícia, tentativas de confronto, manifestações disso e daquilo… Querem ver como são as coisas? Leiam o que informa Daniela Lima, na Folha Online:
“O ex-governador José Serra passou por um constrangimento em seu primeiro dia de campanha como pré-candidato do PSDB à Prefeitura de São Paulo. Ao visitar o Centro Cultural da Juventude Ruth Cardoso, na Vila Nova Cachoeirinha (bairro da zona norte da capital paulista), ele foi vaiado por um grupo de jovens que aguardava show no local, do rapper Criolo. Apoiadores e eleitores simpatizantes do tucano tentaram abafar as vaias com aplausos, mas foi preciso que Serra fosse para outro ambiente no local para que o barulho acabasse. O ex-governador, que inaugurou o local quando prefeito (2005 a 2006), minimizou o episódio. “É normal. Você tem outros partidários. O importante é ver isso aqui funcionando. Esse centro foi uma questão pessoal. [...] Isso aqui era um mercado em ruínas, cheio de ratos. Hoje recebe 50 mil jovens. Inclusive esses que estão aí e não sabem que fui eu que fiz”, afirmou.
(…)
Como todo mundo sabe, onde quer que esteja um candidato tucano, há petistas organizados para vaiar. A cada vez que o jornalismo dá destaque a isso, acaba se comportando como parte do grupo militante. É questão de lógica elementar. Leiam o texto acima: os que vaiaram Serra são definidos como “um grupo de jovens”; já os que o aplaudiram eram “eleitores e apoiadores simpatizantes”… Militante tucano é tratado como militante tucano. Militante petista vira povo!
É, a campanha começou!
*Por Reinaldo Azevedo

sábado, 3 de março de 2012

Chororô...

O choro (Dilma chora muito raramente) de Dilma Roussef não teve nada de emotivo, mas teve muito de emoção, sentimento causado neste caso pelas pressões que ela sofre e diante das quais pouco pode fazer. Pela primeira vez na sua vida, Dilma não tem a quem recorrer, senão a si mesma, o que é alguma coisa tormentosa para uma tecnoburocrata, no caso de forte viés político, mas ainda assim uma tecnoburocrata acostumada a seguir ordens e ter alguém a quem recorrer em caso de dificuldade - ou fugir, quando estiver sem respaldo. Quem conhece Dilma, sabe do que fala o editor. O caso do manifesto anti-PT do PMDB foi apenas um dissabor, entre tantos dissabores pelos quais ela passou esta semana.
Com um discurso cheio de recados, Dilma respondeu à crítica do manifesto do PMDB de que há uma "relação desigual" entre os parceiros, pois o processo de decisão no Planalto "não passa pela discussão" com os aliados.
"Eu queria dizer para vocês que o que distingue o presidencialismo é que, nesse sistema, as decisões são responsabilidade e pesam sobre as costas da pessoa que é chefe de Estado e de governo", insistiu Dilma. "Cabe ao presidente ouvir, consultar, avaliar e decidir, mas também cabe ao presidente construir a equipe que divide esse fardo."
Emocionada, ela chorou ao citar o petista Luiz Sérgio.
Ao dizer que o presidente tem o dever de administrar para todos, "inclusive para os que não votaram nele", Dilma procurou debelar os focos de incêndio na base. "É possível e é necessário (...) falar para todos os brasileiros mesmo que você se apoie numa coalizão e numa aliança."
Após o discurso de Dilma, o senador Valdir Raupp (RO), presidente do PMDB, disse que o manifesto do partido - subscrito por 45 de 76 deputados - não significa ruptura com o governo. "É mais alerta porque a insatisfação da bancada começa pelas eleições municipais, já que há um trabalho intenso do PT para neutralizar candidaturas do PMDB." (Blog coturno noturno)

Porque hoje é Sábado, uma bela mulher

A bela atriz Leticia Persiles

sexta-feira, 2 de março de 2012

O ministro da pesca que não sabe pescar.

"É uma área que, eu confesso a vocês, vou ter que aprender, e aprender muito. Não sei colocar uma minhoca no anzol”. Marcelo Crivella.
Ao confessar que não entende xongas da área para a qual foi nomeado ministro, Crivella expõe, mais uma vez, o quão criminoso é esse governo de canalhas. Tem cabimento uma presidente da República ser tão irresponsável, a ponto de sacrificar um ministério para atender aos caprichos de um ex-presidente?
O simples fato de nomear um incompetente confesso para ministro já seria um escárnio com o povo, mas ainda há o agravante da safadeza ter o objetivo de beneficiar um candidato petista à prefeitura de São Paulo. Quer dizer: Dilma não governa para o povo. Contanto que o PT saia fortalecido em qualquer situação, o povo que se dane.
Só para lembrar fatos dessa semana ocorridos com ministros, enquanto Mercadante justifica a incompetência dos petistas na educação pelo tamanho do Brasil, Padilha cria um novo indicador para avaliar o SUS com base em dados defasados (de 2010) e Mantega, por não conseguir conter a queda do dólar, pede para investidores esquecerem o Brasil.
São ou não uns incompetentes?
E é assim que o Brasil é tratado pelo PT, só não vê quem não quer.
*Por Ricardo Froes, por e-mail, via resistência democrática

PT o câncer do Brasil


Na festa de comemoração dos 32 anos do partido do governo, o alcaide paulistano, em missa de corpo presente, ouviu elogios sobre sua administração. Depois que  Kassab mudou de rumo e passou a apoiar a candidatura de Serra para a prefeitura, começou a ser criticado pelo PT. 
Esse partido é um exemplo da negação da ética e da moral e continua sua marcha para destruir o país. Já comprou o Poder Legislativo, destruindo a oposição, e desmoralizou o judiciário com suas imorais indicações para a suprema corte do país. Sucateou as forças armada e tenta amordaçar a imprensa. Esse partido é um câncer na laringe do Brasil.
*Humberto de Luna Freire Filho, médico

PMDB x PT

Pelo menos 45 deputados do PMDB (com chance de chegar a sessenta) assinaram nesta noite, no plenário da Câmara, um manifesto que promete fazer barulho no governo.
Patrocinado por uma ala da bancada peemedebista, o documento desce a borduna no PT (citado nominalmente) e sua voracidade por cargos - e escancara o que há muito se fala nos bastidores: sócios da empreitada que colocou Dilma Rousseff no Planalto, os peemedebistas querem ocupar o espaço que julgam ter direito no governo.
A condição atual de sub-representação, com ministérios inexpressivos e nenhum poder decisório na Esplanada tem de ser mudada. Um dos peemedebistas que assinaram o documento, Valdir Colatto resume o sentimento coletivo:
- O PMDB está cansado de apanhar e não ter nenhuma participação, nenhum poder de decisão no governo. Somos chamados de fisiológicos, mas é o PT que tem todos os cargos. Não dá mais para ficarmos calados.
A ala que idealizou o manifesto promete divulgar o documento na próxima segunda-feira. Dilma que se cuide. Fábio Trad resume um trecho do manifesto:
- O PMDB, segundo as eleições, foi eleito para governar o Brasil junto com o PT. Só que nós estamos percebendo que a cada dia que passa o PT quer governar o país sem o PMDB. Não há no manifesto o desejo de pleitear cargos, mas sim de governar o Brasil.
Por Lauro Jardim

Justiça chega mais perto do chefe da sofisticada organização criminosa do mensalão

O ex-presidente da Loterj Waldomiro Diniz foi condenado pela juíza Maria Tereza Donatti, da 29ª Vara Criminal do Rio, a 12 anos de prisão por corrupção passiva e ativa e crime contra a lei de licitações, segundo informa a coluna de Ancelmo Gois, publicada no GLOBO desta quinta-feira. Ele deverá pagar ainda multa de R$ 170 mil. A decisão ocorre na mesma semana em que o bicheiro Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, foi preso em uma operação da Polícia Federal contra caça-níqueis. Representante do consórcio Combralog, Carlinhos Cachoeira recebeu uma pena de oito anos e deverá pagar multa de R$ 85 mil.
Pivô do primeiro escândalo do governo de Luiz Inácio Lula da Silva, Waldomiro pediu propina a Carlinhos Cachoeira, em negociação flagrada em vídeo, em 2004. A divulgação das imagens resultou na demissão de Waldomiro, um dos principais assessores do então ministro da Casa Civil José Dirceu à época. Cachoeira tentava entrar no perigoso mercado do jogo no Rioe buscava cooptar o ex-presidente da Loterj. Mas as imagens de Waldomiro pedindo 1% de propina a Cachoeira tiveram impacto e chamaram a atenção para outras atividades do então subchefe de Assuntos Parlamentares da Casa Civil. As investigações iniciadas depois da divulgação das gravações puseram em xeque um milionário contrato da Caixa Econômica Federal com a empresa americana GTech e enfraqueceram a posição de Dirceu no governo. (O Globo)


Cartas na mesa

A divulgação de que o desgoverno petista pretende punir os militares que “assinaram o manifesto” com a possibilidade da prisão de pelo menos um deles é a cartada final do PT para impor, em definitivo, e absolutamente às claras, um Regime Ditatorial Fascista no país, fazendo das Forças Armadas seus submissos lacaios para “manter a ordem petista nas relações sociais”.
Devemos ressaltar que na hora do acerto de contas com esses verdadeiros bandidos ninguém poderá se esquecer de que o PT está fazendo com o país aquilo que a própria sociedade esclarecida permite, pois não vemos, ainda, tanques nas ruas nem qualquer sinal de uma guerra civil como forma de combate ao covil de bandidos em que foi transformado o poder público.
Quando dizemos que a sociedade permite estamos falando:
- dos atuais comandantes das Forças Armadas,
- dos milhares de esclarecidos canalhas não pertencentes formalmente aos quadros do PT, mas que por força do DNA da ilicitude que tomou conta seus corpos e almas degenerados são cúmplices voluntários ou subornados da destruição do país,
- das burguesias e oligarquias públicas e privadas que se uniram ao PT para levar suas vantagens no bilionário roubo dos contribuintes durante a era petista,
Se não fosse o apoio e a cumplicidade de milhares de canalhas esclarecidos de todas as classes sociais, com liderança do Retirante Pinóquio, o mais sórdido político de nossa história, o país não teria se transformado em um paraíso de patifes e nem o PT conseguiria levar avante seu projeto de poder pelo poder.
As prisões não terão preconceito de classe social ou de renda e nas suas dependências, um dia, ficarão perfilados todos os traidores de nossa pátria, não importa o tempo necessário que isso leve para acontecer, afinal de contas os herdeiros também poderão pagar um pedaço da conta da destruição do país promovida por suas famílias.
*Geraldo Almendra