sábado, 13 de agosto de 2011

Vazam fotografias de seis presos na operação da PF no Turismo.

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Fotos de seis presos na Operação Voucher, realizada pela Polícia Federal no Ministério do Turismo na terça-feira, 9, vazaram e acabaram publicadas na capa da edição desta sexta-feira, 12, do jornal aGazeta, de Macapá. Os suspeitos – 18 deles já liberados – aparecem sem camisa e segurando um papel com a própria identificação.
Entre os envolvidos no esquema que aparecem nas fotografias estão o secretário executivo do Turismo, Frederico Silva Costa, o secretário de Desenvolvimento do Turismo, Colbert Martins, e ex-secretário executivo da pasta Mário Augusto Lopes Moysés (que aparece sem identificação), ligado à senadora Marta Suplicy (PT).
A autenticidade das imagens foi confirmada ao Estado pela assessora da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública do Amapá, Marclene Oliveira. Ela afirmou não saber como as fotografias vazaram. A assessoria de imprensa do Palácio do Planalto informou nesta sexta-feira que o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, encaminhou ofício ao Supremo Tribunal Federal (STF) pedindo ao Conselho Nacional de Justiça que tome providências sobre o vazamento das fotografias dos presos.
Grampos. O Estado teve acesso a gravações realizadas pela Polícia Federal, com autorização judicial, que revelam como os suspeitos agiriam para fraudar as licitações, além de articulações políticas para favorecer senadores e deputados. Em uma das gravações, Frederico da Silva Costa orienta empresário a montar ONG de fachada. Em outra, Colbert Martins da Silva Filho dá ordens sobre o andamento de um projeto que seria de interesse do senador José Sarney (PMDB-AP). Os dois ainda aparecem em outro grampo articulando a liberação de emenda para proteger deputado do PMDB.

Porque hoje é sábado, uma bela mulher

A bela Maria Clara Gueiros

Eles só têm medo de algemas.

O noticiário político-policial informa que os assaltantes de cofres públicos não se constrangem com nada. Espalhada por todas as ramificações da máquina administrativa, a bandidagem apadrinhada pela aliança governista transforma o clã em quadrilha, ensina o filho a roubar desde criancinha, reduz a mulher a comparsa, carrega pilhas de cédulas em malas, meias ou cuecas, desvia a verba dos flagelados ou o carregamento de remédios, tunga o dinheiro da merenda escolar, pendura o neto em cargos de confiança, passeia de jatinho com a mãe ou a sogra, inventa consultorias, estupra sigilo bancário, curra sigilo fiscal, cria empresas de fachada, usa o jardineiro como laranja, vende gado inexistente, mente compulsivamente e, se o perigo é muito, queima o arquivo.  Para viver como o diabo gosta, faz coisas de que até Deus duvida.
A turma que tudo se permite só não admite ser algemada. Com os braços provisoriamente imobilizados, punguistas patológicos incorporam a figura do chefe de família respeitável: o que é que vou dizer lá em casa?, parece perguntar a expressão envergonhada. Não é possível tratar como criminoso comum um delinquente da classe executiva, berram advogados e padrinhos. Não há limites para a roubalheira, mas é preciso impor limites às ações da Polícia Federal.
O berreiro dos culpados revela que eles só têm medo de algemas. Bom saber. Já que argolas de metal são a única coisa capaz de reavivar o sentimento da vergonha, já se sabe o que fazer para produzir os mesmos efeitos causados pelo velho e infalível “Olha o rapa!”. Basta que os brasileiros honestos, sempre que toparem com qualquer integrante da multidão de assaltantes, gritem a palavra-de-ordem medonha: ALGEMAS PARA TODOS! (Augusto Nunes)

O PT de sempre;

Por Rivadavia Rosa:
Assim são os militantes do partido que auto denominava 'ético, democrático e transparente' – rápidos e eficientes para indicar o caminho correto, quando na oposição, revelam absolutamente incapazes de segui-lo quando no poder, porque estão demasiadamente preocupados com os imensos valores em negociação e com a missão de nos convencer e impor o que somente eles consideram bem público.

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Ex-ministro teme que Dilma não conclua mandato

Do site do Claudio Humberto:
O ex-ministro José Dirceu manteve em Brasília conversas reservadas com dirigentes e políticos aliados, como o senador José Sarney, além de lideres partidários.
Para um dos senadores do PMDB com quem conversou, Dirceu está “apavorado” com erros da presidenta Dilma no relacionamento com partidos e o Congresso.
O ex-ministro deixou claro aos interlocutores o seu temor: que Dilma não conclua o mandato.

Algemas e álibis.

O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, afirmou nesta quinta-feira (11) que reclamações de parlamentares motivaram o pedido de esclarecimento feito à Polícia Federal sobre o uso de algemas da Operação Voucher, que apontou desvios de dinheiro público no Ministério do Turismo.
A PF prendeu 36 pessoas suspeitas de atuar no supostos esquema de desvio, entre elas o secretário-executivo da pasta, Frederico Silva Costa.
“Eu recebi vários parlamentares reclamando das algemas e, quando soube disso, pedi esclarecimentos da Polícia Federal que me foi dado e vou examinar a matéria”, disse Cardozo.
Segundo o ministro, a PF respondeu afirmando que cumpriu as regras, mas que uma norma internacional prevê o uso de algemas no transporte aéreo de presos.
“Segundo me informaram, as regras exigem que para que uma pessoa seja presa e transportada em voo ela seja algemada porque os policiais sobem desarmados. Eu vou analisar a reposta vou verificar fatos e as evidências e garanto que se houve algum abuso por parte de quem quer que seja será punido”, disse o ministro da Justiça. (G1)
COMENTO: O uso "desnecessário" de algemas pode, segundo decisão do STF, acarretar a nulidade da prisão e até do processo.
Há rumores de que as tais algemas poderiam ter sido adredemente utilizadas o que deixaria "certa margem" para defesa de presos ligados a gente graúda do governo.
Mas será que haveria tanta manifestação dos tais parlamentares se os presos fossem da oposição ao governo?
Isso fica no campo das suposições. O certo é que a PF sabe o que faz...Ou não?

Minha casa, minha dívida.

Para reagir a um possível esgotamento de sua maior fonte de recursos para crédito imobiliário, a Caixa Econômica Federal estuda alternativas à poupança para o financiamento habitacional.
O presidente da Caixa, Jorge Fontes Hereda, afirmou que o ideal é que a poupança, tradicional fonte de recursos da habitação, não seja a única forma de bancar a compra de imóveis.
"Estamos estudando alternativas. Uma delas é um maior mix de LCI (Letras de Crédito Imobiliário) e poupança", afirmou ele.
"Se não conseguirmos, os juros vão aumentar", completou Hereda. O vice-presidente de finanças da Caixa, Márcio Percival, afirmou, porém, que a situação está equacionada até o final de 2012. "O aumento de juros dos financimentos de imóveis da Caixa vai depender da mudança de estrutura de captação de recursos, que deve ocorrer em 2013", disse. (Folha de São Paulo)

O amor é lindo!

O megainvestidor George Soros (dir.) e sua ex-namorada, a brasileira Adriana Ferreyr
A ex-namorada brasileira do empresário George Soros, 80, entrou com processo em Nova York contra o multimilionário. Além de acusá-lo de agressão, Adriana Ferreyr, 28, reivindica US$ 50 milhões alegando que ele presenteou outra mulher com um apartamento em Manhattan.
Adriana, conhecida por sua participação na telenovela "Marisol", disse que Soros lhe prometeu uma casa quando ainda estavam saindo juntos, mas mudou de opinião após a ruptura e presenteou outra mulher, confirmaram à agência Efe fontes judiciais.
A atriz e atual estudante da Universidade Columbia, em Nova York, também declarou nos documentos judiciais, publicados nesta quinta-feira pelo jornal "New York Post", que Soros inclusive a agrediu quando, após uma breve reconciliação, estavam discutindo o assunto na cama.
Adriana e Soros se conheceram em 2006 e mantiveram uma relação sentimental até que, segundo ela, o multimilionário decidiu romper o relacionamento. No início do ano houve uma reconciliação entre ambos e, após uma noite romântica, o octogenário disse que havia decidido entregar a outra mulher um apartamento em Manhattan.

Marolinha em dilmês.

O Jornal Folha de São Paulo, publica hoje reportagem informando que o governo Dilma Rousseff decidiu congelar a maior parte dos gastos obrigatórios no projeto de Orçamento para 2012.
A determinação, reforçada pelo temor de efeitos da crise internacional, se refere à parcela de despesas em que o governo pode mexer livremente.
Ações não obrigatórias mas consideradas prioritárias, serão poupadas.
Apetem o cinto, mas não deixem de pagar impostos. O governo agradece...

Juiza é assassinada em Niterói.

A juíza Patrícia Acioli (foto), da 4ª Vara Criminal de São Gonçalo, foi assassinada no início da madrugada desta sexta-feira (12) em Niterói, região metropolitana do Rio de Janeiro, informaram as polícias Civil e Militar (PM).
De acordo com a PM, Patrícia, de 44 anos, foi baleada e morta ao chegar em casa, em Piratininga.
Com base em testemunhas, a PM informou que homens que utilizavam uma moto e um carro efetuaram os disparos antes mesmo que ela saísse de seu carro. A PM informou também que o crime tem característica de uma emboscada.
A Polícia Civil passaria a madrugada no local, investigando a possibilidade de câmeras da guarita do condomínio onde a juíza morava ter gravado imagens do momento do crime ou da ação de suspeitos.
COMENTO: Os bandidos estão na vantagem. Leis frágeis e repletas de "escapes" levam, fatalmente, a impunidade e a banalização do crime.
Some-se a isso os intransigentes defensores dos direitos humanos que cegam diante de fatos escabrosos, patrocinando a defesa e liberdade de bandidos que já não temem a polícia, a Justiça e ao Ministério Público.
Agora não é só a sociedade indefesa e desarmada, pelos socialistas de botequim, que padece da sanha dos criminosos. O perigo já chegou na esfera da Justiça.
Alguma coisa precisa ser feita mediante o confronto, sem frescuras nem tergiversação. Bandido é bandido.
Homens de bem devem ser protegidos e preservados. É preciso que saibamos que muitas das leis penais são editadas para beneficiar,  travestidas de normas com objetivo de punir.