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sábado, 10 de julho de 2010
Mentiras no twitter

Roubando o céu do Brasil
O símbolo da Copa do Mundo, criado pelo governo do PT, do Lula e da Dilma, significam a bandeira do Brasil sem o azul. O que estamos vendo é um crime contra o maior símbolo da nossa Pátria.
Realizar uma Copa do Mundo gastando R$ 30 bilhões, em vez de construir 1.000 hospitas de R$ 30 milhões, 5.000 escolas de R$ 6 milhões ou 10.000 creches de R$ 3 milhões, somente se justifica se for para mostrar para todo o planeta a força, a beleza e o patriotismo de um país.
As cores do Brasil são o verde, amarelo, azul e branco.
O PT, o Lula e a Dilma roubaram o céu da nossa bandeira. Tingiram o nosso azul com o sangue do socialismo e do comunismo.
Devolvam já a nossa bandeira. Ela pertence a um povo e não a um grupelho incrustrado no poder.
Aos meus dois leitores, a minha mensagem: Façam da nossa revolta a revolta do Brasil. Falem,espalhem, comentem, protestem,defendam a nossa bandeira!
sexta-feira, 9 de julho de 2010
O arruaceiro e o poder
João Pedro Stedile, o chefão do MST, concedeu uma entrevista a agência Reuters que mereceria um verdadeiro tratado. Sua síntese é a seguinte: - caso Dilma vença, haverá um aumento das invasões de terra no Brasil;
- caso Serra vença, haverá um aumento da tensão no campo. Vamos entender o que ele disse? Stedile está afirmando que, num governo Dilma, as invasões aumentariam porque a petista seria certamente conivente com as ilegalidades do MST. Como ele mesmo afirma, o “movimento” perceberia que a “mobilização vale a pena”. Stedile está certo. O que ele chama de “tensão” numa eventual governo Serra seria apenas o cumprimento da lei — no que eu ao menos espero que ele esteja certo. Abaixo, segue o texto da Reuters, que foi um tanto generoso com a candidata do PT ao lembrar que ela já criticou as ilegalidades do MST. É verdade: ela o fez ao conceder uma entrevista em Uberlândia (MG), região com forte presença do agronegócio. Dois dias depois, discursou em Sergipe com o boné do MST. Segue texto da Reuters.*O Brasil viverá um aumento das ocupações de terra se a petista Dilma Rousseff vencer as eleições e um crescimento da violência no campo caso o tucano José Serra seja o escolhido. O diagnóstico é do economista marxista João Pedro Stedile, fundador do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra). Ele explica que a intensificação de atos num eventual governo do PT ocorre justamente pelas afinidades históricas entre os dois grupos. “Um operário, diante de um patrão reacionário, não se mobiliza. Com Dilma, nossa base social perceberá que vale a pena se mobilizar, que poderemos avançar, fazendo mais ocupações e mais greves”, disse ele. “Se o Serra ganhar, será a hegemonia total do agronegócio. Será o pior dos mundos. Haverá mais repressão e, por isso, tensão maior no campo… A vitória dele é a derrota dos movimentos sociais”, acrescentou. Por essa razão, a opção “majoritária” do movimento é apoiar a ex-ministra –mesmo que, nos últimos anos, justamente num governo considerado amigo, o MST tenha se enfraquecido e chegado à conclusão de que “o agronegócio venceu”. “Lula não fez reforma agrária, mas uma política de assentamento… Metade dos números do governo é propaganda”, afirmou Stedile. Segundo dados oficiais, quase 1 milhão de famílias foram instaladas nos últimos sete anos em terras cedidas pela União ou compradas do setor privado pelo valor de mercado. Menos de 10% dos 47 milhões de hectares destinados a este fim foram obtidos por meio de desapropriações de terras improdutivas ou griladas, mecanismo defendido pelo movimento. O modelo adotado por Lula custa caro. Na região Sul, uma das mais caras do país, assentar uma família exige o desembolso de R$ 126 mil. A média nacional é de R$ 65 mil, conforme cálculo no Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária). Apesar de algumas decepções, Stedile descartou apoiar um candidato de extrema esquerda. “Não temos alternativa.” “É como se você percebesse que seu time pode cair pra segunda divisão e faz o que for possível para vencer o campeonato.” “Criminalização”O MST vive um período difícil e se queixa de ter sido alvo de criminalização pela imprensa e por “forças de direita” nos dois mandatos do PT. Stedile raramente dá entrevistas. “A imprensa, que antes nos tratava como coitadinhos e até nos elogiava, passou a nos dar um pau nesses oito anos, passou a ser arma da direita para nos estigmatizar.” O movimento endossou a candidatura de Lula em 2002 apostando numa administração à esquerda. Frustrou-se com a continuidade do modelo macroeconômico implantado por Fernando Henrique Cardoso (PSDB). Voltou a dar um apoio tímido em 2006, momento mais difícil para o PT com a crise do mensalão. Após a vitória de Lula naquelas eleições, as relações ficaram estremecidas. Nesse período, a organização enfrentou três CPIs no Congresso e perdeu diversos repasses financeiros de convênios federais. Partidos como PSDB e DEM acusam o governo de patrocinar ocupações de terra com dinheiro público. “Não somos puxa-saco nem pau-mandado de ninguém”, enfatizou. CutraleEpisódios controversos também tiraram capital político da organização, como a destruição por grupos sem-terra de pés de laranja de uma das fazendas da empresa Cutrale. As imagens flagradas pela TV arrancaram de Lula duras acusações de prática de “vandalismo”. “Aquilo foi um erro tático… Mas aquele ato impensado foi usado contra nós como se tivéssemos matado uma criança”, rebateu o líder sem-terra. “Se fôssemos radicais, estaríamos botando fogo em tudo.” O apoio informal à Dilma –que assegurou durante a campanha que não vai tolerar “atividades ilegais” do movimento–, e não a presidenciáveis ideologicamente mais próximos ao MST, como Plínio de Arruda Sampaio (PSOL), vem de uma avaliação pragmática de que esses nomes não foram capazes de aglutinar forças populares. Para Stedile, Marina Silva (PV), assim como os outros candidatos de esquerda, não devem receber mais que 10% dos votos de sem-terra. “Ela expressa as forças sociais apenas da classe média do Rio de Janeiro e de São Paulo.”
* Texto de Reinaldo Azevedo
Serra e Indio da Costa fazem corpo a corpo andando de trem no Rio
O candidato à Presidência da República pela coligação O Brasil Pode Mais (PSDB, DEM, PPS, PTB e PT do B), José Serra, e o vice de sua chapa, o deputado federal Indio da Costa (DEM-RJ), fizeram nesta quinta-feira uma das jornadas mais duras dos trabalhadores que moram na Zona Norte do Rio de Janeiro. Os candidatos fizeram de trem o percurso desde a Central do Brasil, no centro da cidade, até o bairro de Bangu.A viagem que dura cerca de 40 minutos é uma das mais concorridas nos horários de pico no Rio e já foi palco de violência no ano passado. No entanto, no horário da viagem de Serra e Indio da Costa não havia superlotação. Em abril do ano passado, seguranças foram flagrados espancando passageiros que insistiam em entrar nos vagões lotados. A violência gerou uma série de reações das autoridades do Rio.Os candidatos devem passar o dia no corpo a corpo. A ideia é fazer uma caminhada pelo calçadão do bairro de Bangu, um dos mais populosos da cidade e também por outras regiões da cidade.É a primeira vez, desde que começou oficialmente a campanha eleitoral, que Serra e o vice fazem um corpo a corpo juntos. Nos últimos dias, o candidato da coligação PSDB, DEM, PPS, PTB e PT do B concentrou o discurso nas questões sociais. Serra defendeu mais recursos para a rede sanitária, mudanças no sistema público de saúde e ampliação do programa Bolsa Família.Polícia Federal prende sete pessoas envolvidas em fraude da Receita
Rio - A Polícia Federal prendeu sete pessoas - sendo três servidores da Receita Federal no Rio de Janeiro - nesta quinta-feira durante a 'Operação Pilantropia', que visou desarticular um esquema fraudulento de desvio e comercialização de mercadorias apreendidas pela Receita e doadas a órgãos públicos e entidades filantrópicas. Foram apreendidos R$ 200 mil em espécie e alguns carros importados.Os outros presos seriam atravessadores que agiam fazendo a intermediação entre os funcionários da receitas e diversas prefeituras do grande Rio e do interior do estado. De acordo com a PF, outras duas pessoas foram indiciadas pelo crime, sendo um vereador do município de Mesquita, na Baixada Fluminense, e um capitão do Exército que serve na Fortaleza de São João, no Leme. A polícia pediu o afastamento dos servidores dos seus cargos para que as investigações não sejam atrapalhadas.Fonte: O dia
Brasil tem celular pré-pago mais caro da América Latina

O Brasil tem as maiores tarifas de telefonia celular pré-paga entre os países da América Latina e do Caribe. A informação consta de pesquisa divulgada pelo Diálogo Regional sobre a Sociedade de Informação (Dirsi), organização que reúne profissionais e instituições que atuam na área de tecnologia da informação e comunicação. De acordo com o estudo, o brasileiro paga US$ 45,01 por mês por uma cesta de serviços. Na Jamaica, onde o custo é o menor da região, a mesma cesta custa quase 20 vezes menos: US$ 2,2. A pesquisa utiliza metodologia desenvolvida pela Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE). Nela, é considerada uma cesta de serviços que inclui 360 chamadas e 396 mensagens de texto (SMS) por ano, segmentados por duração, horário e destino. Na prática, é como se o usuário de celular pré-pago fizesse uma ligação e mandasse uma mensagem por dia — no Brasil, o custo mensal para isso é de US$ 45,01 (cerca de R$ 80, convertidos ao câmbio atual). Os dados da pesquisa dizem respeito ao segundo trimestre do ano passado. Entre os 20 países pesquisados na América Latina e no Caribe, Honduras ocupa a segunda posição do ranking de maiores tarifas, com custo mensal de US$ 25,69. Uruguai (US$ 21,70), México (US$ 19,88), Argentina (US$ 19,43) e Venezuela (US$ 19,43) aparecem na sequência. O custo médio mensal entre os 20 países é de US$ 15. Numa mostra ampliada de 62 países, que inclui membros da OCDE e países emergentes do sul asiático — como Filipinas e Malásia –, as tarifas de telefones pré-pagos no Brasil são também as mais altas.
Fonte:blogs.estadao.com.br
quinta-feira, 8 de julho de 2010
Justiça decreta prisão preventiva de Bruno
No documento, o magistrado diz que não se pode ignorar a notícia da prisão temporária dos réus no inquérito que apura o desaparecimento de Eliza e as ameaças que o jogador havia feito à ex-amante. “O que se percebe é que a ameaça, ao que parece, se concretizou. Demonstrada, pois, a periculosidade dos réus. Portanto, deixar os réus em liberdade nestes autos, em verdade, significaria incentivá-los a continuar usando de meios violentos contra as pessoas que deles porventura discordem”.
Esta semana, Bruno e Macarrão tiveram a prisão temporária decretada, por cinco dias, pela Justiça pelo desaparecimento da jovem no início de junho. Os dois se entregaram na última quarta-feira (7). Com a prisão preventiva, os dois podem ficar presos até serem julgados.
Delegado diz que concluiu que Bruno acompanhou Eliza para a morte
Segundo Edson Moreira, 'ídolo' agiu como 'monstro'.Responsáveis por morte de Eliza serão indiciados mesmo sem corpo.O delegado Edson Moreira, um dos responsáveis em Minas Gerais pelas investigações sobre o desaparecimento de Eliza Samudio, disse, em entrevista nesta quinta-feira (8), que o goleiro Bruno teria acompanhado a ex-amante Eliza para sua morte. "Ele estava junto. É a conclusão a que se chega", diz Moreira. O delegado afirma, com base em depoimentos, que Bruno ficou com Eliza o tempo todo e que demonstrava tranquilidade. Uma das principais testemunhas, um menor de idade, prestou depoimento na terça-feira (6), no Rio. O "Jornal Nacional" obteve acesso à integra do depoimento que o menor deu no Rio. No depoimento, o menor diz que ouviu Bruno pedir para 'resolverem o problema' com Eliza, mas não diz que o goleiro acompanhou Eliza para a morte.O delegado Edson Moreira, um dos responsáveis em Minas Gerais pelas investigações sobre o desaparecimento de Eliza Samudio, disse, em entrevista nesta quinta-feira (8), que o goleiro Bruno teria acompanhado a ex-amante Eliza para sua morte. "Ele estava junto. É a conclusão a que se chega", diz Moreira. Veja ao lado a íntegra da entrevista. O delegado afirma, com base em depoimentos, que Bruno ficou com Eliza o tempo todo e que demonstrava tranquilidade. Uma das principais testemunhas, um menor de idade, prestou depoimento na terça-feira (6), no Rio. O "Jornal Nacional" obteve acesso à integra do depoimento que o menor deu no Rio. No depoimento, o menor diz que ouviu Bruno pedir para 'resolverem o problema' com Eliza, mas não diz que o goleiro acompanhou Eliza para a morte.
Políticos declaram ter dinheiro no "colchão"
Contribuintes que declaram manter em casa somas elevadas em espécie, como Dilma Rousseff (PT) e Orestes Quércia (PMDB), são alvos preferenciais da Receita. Os fiscais são orientados a multar quem não comprova a origem do dinheiro nessa situação. A legislação prevê a cobrança do Imposto de Renda não recolhido, mais multa de até 150% sobre o tributo devido e juros de mora. Dilma informou ao TSE possuir R$ 113 mil em dinheiro vivo. Questionada, a candidata disse se tratar de uma escolha pessoal: "É uma escolha minha, não é ilegal". Ela se confundiu sobre o valor: "Guardar esses R$ 110 milhões, digo, R$ 110 mil, não tem nenhum problema." Já Quércia, que declarou guardar R$ 1,28 milhão, disse, por meio de sua assessoria, que parte do dinheiro se refere a lucros recebidos de suas empresas, depois investidos na compra de dólares. A Receita informou que manter dinheiro em espécie não é crime, desde que comprovada a origem do recurso. O fisco não informou seus procedimentos em situações suspeitas. Mas, no caso da fiscalização da evolução patrimonial de pessoas físicas, segundo a Folha apurou, as regras são bem definidas. Num exemplo hipotético, o contribuinte informa ao fisco possuir R$ 200 mil em espécie. No ano seguinte, compra um imóvel por R$ 500 mil. Desse total, R$ 300 mil vem da renda declarada e a diferença, do dinheiro vivo. Se não for comprovada a origem da quantia em espécie, o auditor considera o valor como variação patrimonial a descoberto ou renda não declarada. Assim, seria aplicada alíquota de 27,5% de IR, multa de 75% a 150% (no caso de fraude) e juros.
Fonte: folha.com




